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quinta-feira, 7 de julho de 2016

terça-feira, 5 de julho de 2016

Balocco
























Bom dia petrolheads!

Um pouco de design pra começar.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Venusta da Brabham



























O amigo Emerson Pippi novamente coloca seu apoio para realizarmos mais uma
promoção.

Assim o Blog terá outra oportunidade de presentear um de seus leitores!

E o presente dessa vez é um dos itens mais belos da nova coleção do excelente
Fórmula Retrô.

Uma camisa que presta homenagem a Brabham com motor Alfa Romeo guiada
por Nelson Piquet.

Linda demais!
































Quer correr o risco de ganhar essa beleza?

Fácil!

Para concorrer basta responder nos comentários a uma pergunta simples:

Em que ano Nelson Piquet pilotou a Brabham Alfa BT46A?

(uma dica? Clique Aqui )

Na sua resposta não esqueça de colocar seu nome e o mail para o contato.

E não adianta mandar várias mensagens.

Apenas uma por pessoa, OK?

A primeira mensagem será a nº 1, a segunda a n° 2 e assim por diante.

Como sempre acontece, usarei o Random, que é um site que faz sorteios, para
definir o vencedor.

Concorrerão as mensagens que chegarem até as 12:00 (meio-dia) de sexta-feira 
(24/06/2016).

Facinho de ganhar, não?

Participem!

terça-feira, 24 de maio de 2016

Coisas de Família
























A Brabham de Jose Carlos Pace em Mônaco.

1975.

Irregular.

Pesos eram colocados e retirados do carro para burlar as regras.

Coisa comum naqueles tempos.

No mesmo ano, Niki Lauda e a Ferrari deveriam ser desclassificados por usarem
uma mistura de combustível fora dos padrões.

Depois da súplica do piloto, foi Bernie Ecclestone (que já mandava na categoria)
quem impediu que os comissários tirassem o título do austríaco.

"Os sábios interpretam as regras e os tolos obedecem.."

Frase de Colin Chapman.

Ah, sim.

Os tais pesos da Brabham em Monte Carlo foram cedidos por Frank Williams.

Williams que era costumaz pedinte de empréstimos financeiros a Bernie.

Frank que só sobreviveu aos anos 70 com sua escuderia por causa disso.

As coisas eram entrelaçadas.

Ligadas.

A prova maior se dava quando Enzo Ferrari reunia todos em Maranello.

O Commendatore, após a refeição, deixava que Williams, Bernie, Chapman,
Ken e Teddy Mayer conduzissem suas Ferraris na pista de Fiorano.

Brabham, McLaren, Lotus, Williams e Tyrrell se derretiam perante o mito
vermelho da Scuderia Italiana.

Outros tempos.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

P34B
























O francês Patrick Depailler conduzindo para Ken Tyrrell em Mônaco.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Pequenas Passagens














































Quando a Philip Morris se cansou das desventuras da BRM, ela procurou uma
outra casa dentro da Fórmula 1.

A poderosa fabricante de cigarros ficou diante de duas opções.

McLaren e Brabham.

A condição para receber tamanha fortuna era que a escuderia escolhida deveria
incluir entre seus pilotos ninguém menos que Emerson Fittipaldi.

Nada mal para um brasileiro que anos antes havia desembarcado em Harthrow
numa aventura improvável.

Vale dizer que Bernie Ecclestone, dono da Brabham, tentou de tudo para convencer
a gigante do tabaco.

Em vão.

Interessante é notar o prestígio do piloto campeão.

Por isso nunca devemos subestimar a capacidade de sobrevivência de um Button ou
de um Raikkonen no mundo da F1.

A história ensina.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Hill 2?



























Pneus largos.

Carro largo.

Parece coisa do regulamento de 2017.

E aí?

Alguém saberia dizer quem é o piloto escalando a zebra na imagem acima?

sábado, 30 de abril de 2016

Maugham


























Ensaio.

Mônaco.

Onde os destinos da Fórmula 1 são selados nos bastidores.

"Um lugar ensolarado para pessoas sombrias."

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Halo 2

























Bom dia petrolheads!

Olhando a solução apresentada pela Red Bull para proteger os pilotos, me lembrei
disso aí.

1975.

terça-feira, 19 de abril de 2016

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Selfie das Selfies























Na hora o Fittipaldi abaixou a cabeça.

Deve ter chegado um whatsApp.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Pequenas Passagens



























Sim.

É ele mesmo com o número 15.

No final da década de 70 Ayrton Senna brilhava no Kart brasileiro.

Uberlândia, Minas Gerais.

Na primeira bateria o futuro tricampeão de Fórmula 1 venceu todos os seus
oponentes com facilidade.

Passeio.

Seu sucesso já incomodava.

A ponto de alguns boicotarem corridas para desmerecer suas conquistas.

Já na segunda bateria a coisa começou mal.

Ele não largou bem e perdeu a liderança para um piloto local.

Nome?

Ronaldo, Ricardo ou algo parecido.

Entretanto a situação não durou muito.

O tal sujeito que assumiu a ponta se embolou e rodou.

Senna tomou a liderança e partiu para a vitória.

A torcida ficou irada.

Todos queriam ver a vitória de seu conterrâneo.

(até os fiscais de pista!)

O ódio cresceu.

E um expectador mais exaltado não se conteve e atirou uma garrafa de plástico
cheia d'água que por pouco não atingiu o capacete de Ayrton.

Ou como a imprensa escrevia na época, Airton Sena da Silva...

sexta-feira, 18 de março de 2016

Tempos Sombrios




















Bom dia petrolheads!

A Fórmula 1 em Brasília.

1974.

Ditadura.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

BOAC























Bom dia petrolheads!

Pedro Rodriguez com o Monstro em Brands Hatch.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Start


























Mônaco.

Início dos anos 70.

Alguém saberia dizer quem são os dois pilotos na primeira fila?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Lime Rock



















O número 66 entrega.

Chaparral na F5000!

1971.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Pequenas Passagens

























Imagine o meio da temporada de 1975.

Lord Alexander Hesketh procura a Ferrari e pede permissão para usar a casa
da Scuderia Italiana como local de teste.

Tudo foi acertado.

E pago, claro.

Naquela altura, a condução de Hunt já despertava algo mais que curiosidade.

A turma de Fiorano quis ver de perto o que James seria capaz de fazer.

As testemunhas ficaram surpresas.

Havia uma festa!

E além disso apenas a certeza que a fumaça, (ilícita) que subia ao redor do carro
parado, nada tinha a ver com motor, óleo ou borracha.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Monterey


















































Bom dia petrolheads!

A Can-Am em Laguna Seca, Califórnia.

1970.

Começou.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Pequenas Passagens
















Testes

Jose Carlos Pace experimentando o motor Alfa Romeo na Brabham.

Paul Ricard.

O que disse o piloto brasileiro?

"A máquina é doce!"

No entanto todos só tinham olhos para o bólido que a Tyrrell havia levado
para a França.

(com seis rodas...)

Todos, menos um.

Emerson Fittipaldi parece ter ficado interessado mesmo no coração do
carro de seu compatriota.


Fila


























Bom dia petrolheads!

Watkins Glen.

1975.