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quarta-feira, 17 de junho de 2020

SBT

 

Vídeo do piloto Andre Ribeiro narrando uma volta.

A Indy no Brasil. 

No falecido Jacarepaguá, Rio de Janeiro.

Via Silvio Santos...

sábado, 13 de junho de 2020

Chama
























Bom dia petrolheads!

Williams. 1995. Damon Hill.

Se quiser ver mais de perto clica aqui .

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Mallory






















Bom dia Petrolheads!

A Lotus Esprit em Mallory Park.

1991.

Se tiver o molde...

Clique aqui .

terça-feira, 2 de junho de 2020

Ivan Capelli
























Interessante.

Tentando desvendar a história de um piloto descobrimos muito sobre toda uma categoria.

O piloto é Ivan Capelli.

A categoria é a Fórmula 1.

Ainda criança ele teve uma experiência marcante.

Seu pai produzia comerciais para a Parmalat.

Certa vez levou o filho até Fiorano.

O garoto, bem comportado, chamou a atenção de Ermano Cuoghi.

O mecânico-chefe do carro de Niki Lauda.

Num instante o menino estava dentro da Ferrari.

Capelli tinha 11 anos.

Esse italiano passou por todas as etapas de formação.

Kart, Fórmula 3, Fórmula 3000...

Em 1985 fez sua estréia na categoria máxima do automobilismo.

Nada heróico.

A pista de Brands Hatch ele nem conhecia.

Ken Tyrrell foi seco.

"Se você quiser é assim: sentar e dirigir!"

No ano seguinte pilotou algumas vezes pela AGS.

Um time que possuía 7 funcionários.

Já na March teve sua melhor época.

Foi quando guiou um desenho de Adrian Newey.

Em 1992, 17 anos depois, ele voltou a sentar numa Ferrari.

Mas nada deu certo.

Capelli estava acostumado ao ambiente das pequenas equipes.

Familiar.

Onde todos falam com todos.

O excesso de burocracia da Scuderia Italiana arrasou com sua motivação.

Sua sinceridade é reveladora.

"Não tinha concentração.

Depois de 4 horas de trabalho meus pensamentos estavam em outro lugar."

Outro fator foi a pressão de uma equipe grande por resultados.

O desconforto foi imenso.

Os jornais italianos chegaram a dizer que ele não tinha glóbulos vermelhos suficientes para estar na equipe.

Foi uma decepção.

Aqueles que trabalharam com ele na March tinham a certeza que ele no futuro seria um campeão.

Estavam enganados.

Ainda houve uma tentativa pela Jordan.

Em vão.

Sua carreira havia terminado.

Com o passar dos anos a tristeza o deixou.

Nada melhor que o tempo para curar feridas.

Se tornou um bom comentarista na TV italiana.

Hoje ele se empolga quando perguntado quem foi o melhor.

"Senna".

Sem hesitar.

"Eu o conhecia desde o Kart.

Era impressionante.

Ele sempre fez coisas diferentes na pista...

Só ele conseguia fazer aquilo!"

E quando vai descrever as manobras, com seu jeito alegre, quase cai da cadeira.

Talento, oportunidade...

Ivan Capelli não pode reclamar.

Sua biografia mostra um pouco de que são feitos os campeões na Fórmula 1.

Talento e oportunidades não bastam.

É preciso muito trabalho duro.

Dedicação.

Suportar a pressão.

E até mesmo um pouquinho de sorte.

Não falo da ventura comum.

Mas aquela que acompanha os que se esforçam e lutam mais do que os outros.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

quarta-feira, 13 de maio de 2020

18 Metros















































Espanha. 1992.

Imagens de Perry McCarthy descobrindo as mazelas de dirigir uma Andrea
Moda.

(pra quem não sabe, McCarthy foi o primeiro Stig do programa Top Gear)

Além da passagem pela equipe amadora de Andrea Sassetti, esse britânico
também testou pela Williams e Benetton.

Sem espaço na Fórmula 1, a partir de meados da década de 90 ele retornou
para o Endurance.

Lembrando que anos antes ele havia participado da série americana IMSA
onde conquistou a única vitória de sua carreira.
























Nesse período, com participações nas 24 horas de Le Mans, McCarthy
teve suas melhores oportunidades e chegou a pilotar por times como
Oreca, DAMS e Audi.

No entanto não obteve qualquer resultado relevante.

Quando questionado se ele é o driver mais azarado do mundo, McCarthy
costuma responder de forma bem humorada.

"Dick Vigarista teve mais sorte do que eu!"






James























Bom dia petrolheads!

O inglês Nigel Mansell no comando da McLaren.

1995.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Esforço







































Final de 1990.

Primeira temporada de Gerhard Berger na McLaren.

O piloto austríaco assistiu seu companheiro ser campeão de forma absoluta.

A falta de vitórias o deixou inconformado.

Ele sentia que poderia ser melhor que aquilo.

Tinha capacidade.

Resolveu então trabalhar duro.

Diferente de Senna, abriu mão de suas férias.

Praticamente se mudou para Woking, sede da equipe.

Procurou melhorar seu condicionamento físico.

E foi para a pista.

Sessões e mais sessões de treinos.

Parecia um leão.

Incansável.

Veio a primeira etapa da temporada de 1991.

Phoenix, nos Estados Unidos.

Berger estava preparado.

Não só na parte física mas também mentalmente.

Chegava a hora da verdade.

O qualifying.

Era o momento de colher os frutos de seu esforço.

O final da classificação foi inacreditável.

O que era aquilo?

Senna fez a pole position.

E colocou 2,5 segundos no companheiro.

Um monstro.

O austríaco parecia ter levado um soco bem no meio da cara.

Não acreditava.

Ficou atordoado.

Sem rumo.

Suas palavras são reveladoras.

"Levei quatro ou cinco corridas para me recuperar..."

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Pequenas Passagens






















Ele não era italiano, claro.

Mas nasceu num lar de sicilianos.

Por isso Alesi sonhava com a Ferrari desde a sua infância.

Corta.

1990.

O francês arregalou os olhos da Fórmula 1 após uma performance memorável
contra Ayrton Senna em Phoenix.

O piloto da Tyrrell havia se tornado uma surpresa desejada por outras escuderias.

Um acordo com a Williams foi feito para a temporada seguinte.

Mas a notícia de Mansell abandonando a categoria fez tudo mudar.

A Scuderia precisava de Alesi.

O piloto ficou aos pés de Frank Williams.

Implorou por liberdade para que ele pudesse realizar o desejo de sua vida.

Frank se comoveu e rasgou o contrato.

Um coração de ouro...

Porém no ato impôs duas condições.

Pequenas.

A primeira envolvia dinheiro.

Williams exigiu que os italianos pagassem 4 milhões de dólares de indenização.

A segunda foi inusitada.

O dirigente inglês pediu um Fórmula 1 original da Ferrari.

O que aconteceu?

Alesi realizou seu sonho.

Frank ficou um pouco mais rico.

(resolveu o problema da vaga assinando com Mansell)

E tempos depois, em 1993, uma caixa misteriosa e enorme proveniente de
Maranello chegou a Didcot, antiga sede da Williams.

Dentro estava o modelo Ferrari 641 usado na temporada de 1990.

O bólido ficou por dez anos no museu particular da Williams.

Até ser vendido.

Sua localização atual é desconhecida.


sexta-feira, 18 de outubro de 2019

BPR


























Bom dia a todos.

Olha aí as preciosidades enviadas pelo amigo Fernando via mail.

As fotos da passagem da BPR por Curitiba em dezembro de 1996.

Pra quem não sabe a BPR Global GT Series foi a categoria predecessora da atual
FIA GT.

Destaque para os brasileiros Nelson Piquet, que foi parceiro de Johnny Ceccoto,
e pro veloz Maurizio Sandro Sala.

Valeu demais Fernando!

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Andrea de Cesaris
























O piloto italiano que largou 208 vezes na Fórmula 1.

Nunca venceu.

Nunca pilotou pela Ferrari.

Andrea de Cesaris é lembrado por coisas assim.

Era conhecido pelo apelido: Crasheris.

Vinha da fama adquirida em seus primeiros anos da Fórmula 1.

Já tinha nome.

Ron Dennis o conhecia da Fórmula 2.

No seu começo no Kart alcançou o título mundial.

Mas sua passagem pela McLaren foi um desastre.

Um não, vários...

14 Carros quebrados.

Os mecânicos, irritados, chegaram a recusar fazer os reparos.

Um piloto jovem que desabou sob pressão.

Mas sua trajetória na categoria estava garantida.

Sua família possuía contatos interessantíssimos.

E o homem que respondia pela Marlboro era o melhor amigo de seu pai.

Assim se passaram 14 anos.

10 equipes.

Andrea era um italiano nevoso.

Certa vez em Mônaco por pouco não desceu do carro para enfiar a mão na
cara de Piquet após um acidente.

Quando colocou a cabeça no lugar já era tarde.

Seu tempo havia terminado.

Em Spa-Francorchamps um jovem Michael Schumacher conseguiu provar isso.

A equipe Jordan questionou o piloto romano.

Sua situação havia ficado desconfortável.

Parecia o final de um casamento.

Onde a paixão apenas não era mais suficiente.

Paixão mostrada em desenhos que apresentava aos engenheiros.

Buscando soluções.

Eram como cartões para a amada.

Porém todos sabemos que é preciso atitudes e postura para se manter
uma relação.

Resultados.

Ninguém vive de promessas.

O amadurecimento veio.

Mas a Fórmula 1 já não o queria em sua casa.

A história havia chegado ao fim.

Aposentado das pistas, Andrea de Cesaris foi para a praia.

E abraçou as ondas e o Windsurf.

Sem compromisso, claro!

Seu verdadeiro amor estava perdido no passado.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Isle of Man



A ilha é muito conhecida pela histórica prova de motos.

Mas existem os karts também!

domingo, 24 de setembro de 2017

Michael Andretti


























Cenas da passagem de Michael Andretti pela Fórmula 1.

Desastrosa.

Despedido antes do final da temporada de 1993.

Humilhado.

Chegou a andar próximo aos tempos de Ayrton Senna em alguns testes.

Depois tudo desabou.

O piloto americano não conseguia entender.

A McLaren tinha uma explicação.

Simples.

Dizia que Senna nunca andava no limite quando testava.

Michael tem outra teoria.

Acha que foi sabotado na categoria.

Um plano sórdido para desmerecer a Indy e seus pilotos.

Bernie Ecclestone?

Como saber?

Andretti voltou em 1994 para a categoria americana com a Chip-Ganassi.

Sua casa.

Tinha algo a provar.

Venceu a primeira etapa em Surfers Paradise.

Derrotou o leão Nigel Mansell no circuito australiano.

O atual campeão.

O homem que unificou os títulos das Indy e da Fórmula 1.

Michael ficou feliz.

"Uma das minhas maiores vitórias."

Declarou.

Deve ter sido.

Em todos os sentidos.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Caminho do Sol Nascente























A F3000 japonesa.

Início dos anos 90.

Uma galera conhecida.

Nas imagens acima, além de dois pilotos brasileiros, aparecem Eddie Irvine,
Mika Salo e Johnny Herbert.

Identificou a turma toda?

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Pequenas Passagens






















Fórmula 3.

1990.

Na foto acima aparecem Mika Hakkinen em primeiro plano, com o carro número 2,
sendo seguido de perto por ninguém menos que Michael Schumacher.

Grande Prêmio de Macau.

Entretanto na última volta da prova as posições estavam invertidas.

O finlandês perseguia de forma implacável o alemão.

Quando chegaram na reta principal, o finlandês ficou na sombra do alemão.

Parecia que Hakkinen iria fazer a ultrapassagem.

OK.

No vídeo abaixo você poderá ver o final da história.

Sim.

O escorpião não perde sua natureza.


terça-feira, 4 de julho de 2017

Slim Fit



























História pura do automobilismo sul-americano.

(pode até brincar de identificar lugares e pilotos)

Imagens dos anos 70, 80 e 90 gentilmente cedidas por Tony Watson.

F2, F3...

Degraus de evolução que hoje faltam por aqui após os primeiros passos no
Kart.

Realidade.

Fernando Plata, que além da escuderia Telmex de Carlos Slim, coordena
a carreira de Pietro Fittipaldi, diz que quase não há apoio financeiro para
os jovens talentos do continente.

Sim.

Entretanto existe uma porta.

Slim é na atualidade o grande mecenas do automobilismo latino.

Foi através de seus recursos que Sergio Perez alcançou um lugar na Fórmula 1.

Outros?

Esteban Gutierrez (Fórmula E / Indy), Tatiana Calderon (GP3 / Sauber F1)
Alfonso Celis Jr. (FV8 3.5 / Force India F1) são nomes apoiados pelo
bilionário mexicano que estão em evidência no cenário internacional.

Carlos Slim possui vários interesses no Brasil.

Embratel e Claro são empresas dele que volta e meia tem seu nome associado
no mercado com propostas de compra da Rede Globo.

(Slim já possui participações na Globopar e NET)

Um dos homens mais ricos do mundo que se tornou um caminho para a categoria
máxima do automobilismo.

Numa estimativa por alto, custa mais ou menos seis milhões de euros a carreira
de um piloto do Kart até a Fórmula 1.

Isso.

Não há mágica.

É preciso bancar essa a conta.

E não implique com os pilotos pagantes.

Você vai comprar brigar com Ronnie Peterson, Niki Lauda, James Hunt,
Michael Schumacher,  Ayrton Senna e com um monte de japonenses.

O dinheiro pode vir de um energético, de uma estatal ou da própria família.

Austríaco, venezuelano, canadense...

Sendo lícita, não importa a origem.

Agora.

Melhor ainda se o cara conhecer alguém com recursos e vontade para tal feito,
não?

Um amigo.

Então.

O Fittipaldi conhece.





segunda-feira, 5 de junho de 2017

Fechecler


























Canadá.

1999.

Jacques Villeneuve no circuito que leva o nome do seu pai.

Com o carro da BAR que parecia ter sido dividido ao meio.