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quinta-feira, 18 de junho de 2020
Frugal
Tudo bem simples.
Caixa de ferramentas, adesivos com o nome da equipe
castigados pelas viagens...
Watkins Glen.
1971.
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Humberto Corradi
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sábado, 13 de junho de 2020
Rejeitados
Exemplos de coisas que não vingaram na Fórmula 1.
Alguns até competiram.
Outros sequer saíram do papel.
Interessante esse Sigma (primeira foto) de 1969.
Um protótipo.
Também o ventilador na Brabham de Niki Lauda retirado
após protestos.
E esse desenho do time de Alain Prost para a temporada
de 2002?
O ex-piloto francês se antecipou e ainda no ano anterior já
havia obtido no Oriente Médio os recursos e patrocinadores
para continuar sua equipe.
Mas aí veio setembro e duas torres em New York foram
derrubadas.
Assim como os sonhos da sua escuderia.
Lembra de mais algum?
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Humberto Corradi
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Escala
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quarta-feira, 10 de junho de 2020
Quase na Indy
O ano é 1986.
Enzo Ferrari estava extremamente contrariado com os rumos da Fórmula 1.
O problema maior era o regulamento.
Ele gostaria de alterar as regras em relação aos motores.
Aborrecido, resolveu criar um plano para deixar a categoria.
O destino?
A Indy.
Um sonho antigo que morava no coração do Commendatore.
Repetir o feito da Lotus.
Vencer as 500 milhas de Indianápolis.
O que parecia uma loucura começou a tomar forma.
Para começar a Scuderia Italiana contratou Steve Horne, chefe da Tasman
Motorsport, como consultor técnico.
A coisa se desenvolveu durante um ano.
E o carro ficou pronto!
Passou pelo túnel de vento e pela pista de testes com resultados impressionantes.
Na imagem acima vemos Michele Alboreto experimentando o bólido.
Chegou a ser estabelecida uma data e local para sua estréia em competições nos
Estados Unidos.
Outubro de 1986.
Laguna Seca.
A cartada de Enzo caiu como uma bomba no mundo da Fórmula 1.
A ameaça de perder a Ferrari fez com que as regras fossem revisadas.
Acabando com a briga.
Com isso John Barnard, que havia assumido o projeto no final, resolveu
cancelar tudo e continuar na F1.
E o carro?
Voltou para a garagem.
De lá seguiu para o museu da equipe.
Se tornou uma lembrança.
Não se deve duvidar dos italianos.
Eles não costumam blefar.
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Humberto Corradi
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09:50
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sábado, 6 de junho de 2020
Ladeira
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Humberto Corradi
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terça-feira, 2 de junho de 2020
312 T
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Humberto Corradi
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domingo, 31 de maio de 2020
Tá doido!
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Humberto Corradi
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sábado, 30 de maio de 2020
Independentes
1984.
Acima estão exemplos das pinturas usadas pela Tyrrell naquela temporada.
Inclusive chegou a correr com dois carros usando cores totalmente diferentes
numa mesma prova.
Certo.
Os melhores dias da equipe haviam ficado no passado.
A estratégia de corrida era baseada em pequenos golpes.
Ao invés de desenvolver o carro o time procurava brechas nas regras.
Tempos bicudos.
E qualquer dinheiro era bem vindo.
Mas essa coisa de correr com carros carregando patrocinadores diferentes
pode ser uma boa.
Ideia já adotada pela Indy.
Facilita a identificação do piloto e valoriza a marca.
Outra vantagem.
Poder variar as propostas.
Exemplo.
Com dificuldade em arrumar um apoio de 20 milhões de Euros, uma escuderia
poderia oferecer duas cotas separadas de 13 ou 15 milhões em cada carro.
Interessante?
Daria certo?
Falta abrir o regulamento para essas alternativas.
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Humberto Corradi
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17:00
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sexta-feira, 29 de maio de 2020
Avulsas
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Humberto Corradi
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terça-feira, 26 de maio de 2020
Clipping
Um Clipping!
Fazia tempo...
Mão
Uma pequena história.
Financeira.
Quando a Mercedes abriu negociações salariais para que
Lewis Hamilton se mudasse de Woking em 2012, a coisa
esbarrou nos valores.
Eram 34 milhões de euros.
Muito.
A Petronas ajudou.
A petroleira malasiana contribuiu com uma parte.
6 milhões.
Lembrando que os alemães bancavam o salário do piloto
inglês em seus tempos de McLaren.
Perguntar não ofende
Falando nisso.
Em dezembro de 2019 a Ferrari encerrou as tratativas com
Hamilton para ele ocupar o lugar de Sebastian Vettel.
Só depois confirmou com Carlos Sainz Jr.
El Dinero
A ida de Sainz Jr. para a Ferrari movimenta o mercado
televisivo espanhol.
Briga feia entre a Movistar e a DAZN.
Carlos assinou um contrato de dois anos com a Scuderia
Italiana.
Os vencimentos?
Serão 6 milhões de euros na primeira temporada e 7,5 milhões
na segunda.
Seu patrocinador, Estrella Galicia, vai acompanhá-lo.
Serão 3 milhões de euros para colocar seu nome na Ferrari.
(provavelmente no capacete)
Vettel e a Mercedes
Assim.
2021.
Toto Wolff diz que o quer:
Hamilton / Russell.
A Daimler (dona da Mercedes) fala em:
Hamilton / Vettel
Fazendo muitas estimativas com o marketing da coisa.
Decisão só daqui dois meses.
Quem?
Valtteri Bottas?
Ninguém fala mais nele.
Se ele for campeão em 2020??
Vocês perguntam cada coisa...
Dificuldades Financeiras
A McLaren e a Renault estão fazendo contas.
Os ingleses demitem e colocam carros lendários e seus
imóveis em garantias para empréstimos.
Já os franceses contam com o socorro estatal.
Trocas e Mudanças
No início de 2018, Daniel Ricciardo pediu 20 milhões
de euros para renovar com a Red Bull.
O Time dos Energéticos disse não.
Sabendo que o australiano estava no mercado, a McLaren
ofereceu o valor desejado pelo piloto.
Mas a performance do carro laranja não empolgou o aussie.
A Renault entrou na jogada.
Entregou a pedida salarial com mais dois bônus.
Se fosse campeão, o piloto receberia mais 5 milhões de euros.
E se a escuderia alcançasse o quarto lugar no Mundial de
Construtores, outros 5 milhões de euros.
No início deste ano houve uma discussão sobre redução nos
valores do acordo.
Ricciardo não gostou.
A presença de Esteban Ocon também lhe deixou incomodado.
A gente sempre sente a mudança nos ventos futuros.
(pra você entender: Ocon é o Leclerc e Ricciardo é o Vettel...)
Só que o nobre Carlos Sainz Jr. já havia avisado seu chefe na
McLaren que iria se mudar para Maranello.
Então Zack Brown chamou Ricciardo para tomar um chá.
Daniel confirmou seu acordo com a McLaren.
Dois mais um.
2021 e 2022 (podendo ser estendido para 2023).
Salário de 10 milhões de euros.
Com um extra de 400 mil euros por ponto alcançado.
E um bônus de 1 milhão em caso de vitória.
Ah, sim.
E o status de primeiro piloto.
Por Fim
Faz tempo que a Ferrari já sabia (procurou Lewis).
Faz tempo que a McLaren já sabia (procurou Ricciardo).
OK.
E você acha que Sebastian Vettel não sabe seu destino?
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Humberto Corradi
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17:58
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domingo, 24 de maio de 2020
Karussell
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 21 de maio de 2020
Natural
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Humberto Corradi
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terça-feira, 19 de maio de 2020
Medida
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 18 de maio de 2020
A Grana de David Coulthard
David Coulthard sempre foi para mim uma figura curiosa na Fórmula 1.
Valorizado, apesar de não fazer mal à ninguém.
Tá, e quanto será que o cara faturou na categoria?
Vem comigo.
Em sua primeira temporada na Fórmula 1, o piloto escocês conseguiu que Frank
Williams lhe pagasse 570 mil Euros.
Porém o talento do rapaz logo despertou a cobiça de Ron Dennis.
E na temporada seguinte, o namorado da Barbie desembarcaria em Woking.
OK.
Mas a McLaren teve que deixar 2,5 milhões de Euros nos cofres da Williams pelo
rompimento contratual.
Um lucro.
Assim de 1996 até 2004, Couthard defendeu a escuderia por onde passaram Ayrton
Senna, Niki Lauda e Alain Prost.
Nesse período, a McLaren para contar com seus serviços, pagou ao todo 39 milhões
de Euros.
Em 2005 Coulthard decidiu se mudar para um time mais midiático.
A noviça Red Bull.
Ali o cara ganhou dinheiro.
Por apenas quatro anos o pessoal do energético deixou Coulthard 37 milhões de
Euros mais rico.
Quase o mesmo valor das nove temporadas em que esteve sob a batuta de Ron
Dennis.
Somando tudo temos algo próximo de 77 milhões de Euros.
Lembrando que estamos falando apenas dos salários e que os valores estão
atualizados.
Tá bom, não?
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Humberto Corradi
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15:07
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Propaganda
A Fórmula 1 dentro de casa.
Muto legal.
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 14 de maio de 2020
Pequenas Passagens
A Fórmula 3000 nasceu cheia de boas intenções em 1985.
O objetivo era ser mais acessível e barata que a Fórmula 2.
Uma boa ideia.
Ela se tornou a principal categoria de acesso para a Fórmula 1 até ser
substituída pela GP2 em 2005.
Funcionou.
Veja os nomes de alguns de seus campeões.
Ivan Capelli, Stefano Modena, Juan Pablo Montoya, Jean Alesi, Nick
Heidfeld, Justin Wilson, Sébastien Bourdais, entre outros.
Brasileiros?
Roberto P. Moreno, Christian Fittipaldi, Ricardo Zonta e Bruno Junqueira.
Conhecidos.
Famosos.
E Björn Wirdheim.
Quem?
O campeão de 2003, penúltimo ano da categoria.
É interessante a história deste sueco.
Ele entrou no automobilismo incentivado por Örnulf, seu pai, que também
é piloto.
Fez a escalada.
Kart, Fórmula Ford, Fórmula Audi e F3 da Alemanha.
Até que chegou na F3000.
Em 2002, sua ano de estréia, fez bonito na Arden.
Ajudou o time a chegar ao título de construtores.
Trabalho que foi reconhecido com o troféu de Rookie do Ano.
A próxima temporada seria sua.
Novamente com a Arden, dominou completamente seus adversários.
Ricardo Sperafico, Vitantonio Liuzzi, Giorgio Pantano e Gary Paffett estavam
lá.
Segundo colocado, Sperafico fez bonito, mas Björn Wirdheim foi espetacular.
O Sueco foi campeão com 35 pontos de vantagem.
Um recorde.
Deixando Liuzzi, da Red Bull Junior Team (de Helmut Marko), na terceira
colocação.
Apesar disso, proporcionou um dos momentos mais constrangedores da
história do automobilismo mundial.
Eu conto.
Ocorreu na etapa de Mônaco.
Björn Wirdheim vencia a corrida com facilidade.
Na reta final, antes de receber a bandeirada, passou devagar junto ao muro
para cumprimentar sua equipe.
O momento de bobeira custou a vitória.
Björn diminuiu tanto que permitiu que o dinamarquês Nicolas Kiesa o
ultrapassasse antes da linha de chegada e ficasse com a troféu.
Veja o vídeo.
A decepção do seu chefe de equipe é evidente nas imagens.
Caso você não tenha reconhecido, se trata de ninguém menos que
Christian Horner.
De qualquer forma, Björn terminou 2003 com um título da F3000
debaixo do braço.
E assim ele partiu para a Fórmula 1.
Jordan e BAR fizeram convites.
Mas Björn fechou com a Jaguar.
Piloto de testes.
Durante 2004 ele cansou de andar com o carro verde nas sextas-feiras
de cada GP.
O futuro se mostrava amistoso.
Porém tudo ficou nebuloso quando a Red Bull comprou a Jaguar,
escuderia que pertencia a Ford.
Björn tinha feito um contrato de três temporadas.
Sua esperança de continuar aumentou ao descobriri que seu ex-chefe,
Christian Horner, assumiria o comando do novo time dos energéticos.
Triste.
Björn tinha um teste agendado para o final da temporada.
Obedecendo ao compromisso firmado, ele foi até Barcelona, local onde
se realizaria o ensaio.
Björn foi tratado com tamanho desprezo por Helmut Marko e Dietrich
Mateshitz (dono da Red Bull), que ele não teve outra alternativa a não
ser voltar para casa imediatamente.
Christian Horner cancelaria o contrato do piloto em seguida.
Sem permitir qualquer chance de negociação.
Björn fez uma tentativa na americana Champ Car e depois continuou sua
carreira no Japão.
Hoje ele tem sua trajetória vinculada com o Endurance.
O sueco se convenceu que a falta de sorte e o momento errado o fizeram
perder a chance de permanecer na Fórmula 1.
Pode ser.
Todavia deve ser muito esquisito lidar com o sentimento ao pensar no
assunto.
Ainda mais para alguém que esteve tão perto e tão longe ao mesmo
tempo da entrada na categoria máxima do automobilismo.
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Humberto Corradi
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Imagens raras.
O projeto de um Fórmula 1 feito por Ruldolf e Robbert Das e apresentado para
a BRM em 1973.
Os irmãos holandeses que se tornaram famosos por suas visões futurísticas em várias
áreas da arquitetura e do design.
A proposta não foi aceita por Mike Pilbeam, o homem que na época respondia pelo
setor dentro da escuderia.
Legal?
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 13 de maio de 2020
18 Metros

Espanha. 1992.
Imagens de Perry McCarthy descobrindo as mazelas de dirigir uma Andrea
Moda.
(pra quem não sabe, McCarthy foi o primeiro Stig do programa Top Gear)
Além da passagem pela equipe amadora de Andrea Sassetti, esse britânico
também testou pela Williams e Benetton.
Sem espaço na Fórmula 1, a partir de meados da década de 90 ele retornou
para o Endurance.
Lembrando que anos antes ele havia participado da série americana IMSA
onde conquistou a única vitória de sua carreira.
Nesse período, com participações nas 24 horas de Le Mans, McCarthy
teve suas melhores oportunidades e chegou a pilotar por times como
Oreca, DAMS e Audi.
No entanto não obteve qualquer resultado relevante.
Quando questionado se ele é o driver mais azarado do mundo, McCarthy
costuma responder de forma bem humorada.
"Dick Vigarista teve mais sorte do que eu!"
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Humberto Corradi
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terça-feira, 12 de maio de 2020
Para onde irá Vettel?
Um movimento de mercado que agita toda a Fórmula 1.
Sebastian Vettel se separa da Ferrari ao final da temporada
de 2020.
A proposta?
Apenas mais um ano de contrato.
Redução salarial.
O piloto escolheu seguir outro caminho.
A razão?
Dinheiro?
Não.
A parte financeira poderia ser solucionada.
O curto período do acordo proposto pela Scuderia Italiana
foi o gatilho.
Vettel sabe que a Ferrari não vai vencer em apenas um ano.
2020
Ou dois.
Em 2021.
Necessita de mais trabalho.
E sua dedicação ao projeto, os gastos de energia tentando
melhorar a performance do carro, desgastaram sua imagem.
Enquanto que Charles Leclerc voava, se preocupando
apenas com sua pilotagem.
Chamando muita atenção.
Leclerc me lembra Senna...
E para onde vai Sebastian.
Minha visão é que ele deverá retornar para a Red Bull.
Ele é amado ainda por lá.
Marko e Horner pensam num equilíbrio ao lado de
Max Verstappen.
Podendo assim, disputarem novamente os dois títulos.
De pilotos e construtores.
A Honda aprovaria a empreitada.
Uma redução de salário deverá ocorrer.
De 35 milhões de euros anuais para 20.
McLaren?
Renault??
Seria dar murro em ponta de faca.
E para o seu lugar na Ferrari?
Leonildo aponta Sainz Jr.
Com Ricciardo, Giovinazzi e até Bottas (!) sendo citados.
Ver a Scuderia sem um campeão mundial será estranho.
Mas as opções são estranhas e mirabolantes.
Raikkonen.
(ressuscitar) Alonso.
Ou (desencavar) Rosberg (quem dera!!)
De qualquer forma a notícia do tetra campeão mundial
foi excelente.
Agitou a categoria máxima do automobilismo.
E retornou a mente aquela velha certeza.
A única.
Que tudo vai sempre mudar.
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Humberto Corradi
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