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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Rascunho Fonz

























Reconheceu o jovem que aparece nas fotos acima?

Trata-se de Alfonso Celis Jr.

Ou simplesmente Fonso.

Já falamos dele.

Lembra?

Não?

Então é importante clicar aqui

Celis Jr. será o primeiro a experimentar a nova Force India em Barcelona.

Não só isso.

Pela agenda divulgada, dos quatro dias de testes, o jovem mexicano conduzirá
o bólido da equipe de Vijay Mallya em dois!

Já entendeu?

Sergio Perez e Nico Hulkenberg só vão poder pilotar um dia cada um.

Interessante isso.

Ainda no ano passado o Blog comentou que o programa da Force India
seria bem favorável ao menino Alfonso.

Mas ninguém imaginou que seria tanto.

Conduzido pelo grupo Martiga (que gerencia carreira de pilotos), Celis Jr.
parece ter um futuro garantido na categoria máxima do automobilismo.

Rio Haryanto foi confirmado pela Manor.

Grid completo.

Ele é bom?

Três vitória e cinco pódios na GP2 no ano passado.

Ele é asiático (indonésia), mas conduz de forma a levar seu carro até o fim
das corridas.

Nada de win or wall.

(presente muitas vezes no sangue de pilotos daquele lado do mundo)

É simples, gentil e costuma se dar bem com a equipe por ser muito trabalhador,
daqueles que ajudam até a limpar e carregar coisas.

Pode ser uma boa surpresa.

A Toro Rosso ainda negocia valores com patrocinadores.

Isso também atrasa a pintura do carro por conta da indefinição do tamanho das
marcas dos anunciantes na carenagem do carro.

Não tem como confirmar essas coisas, mas existem boas fontes afirmando que a
unidade de força da Honda continua quebrando mesmo sob as condições ideais
dos testes na fábrica.

Por fim.

O que vai movimentar a mídia nos próximos dias?

A performance dos carros nos ensaios em terras espanholas, claro.

E curiosidade a respeito das cores da McLaren!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Rascunho MRT05















Gostou?

A Ferrari deverá vir com algo bem semelhante.

O branco está de volta.

Faz sentido.

Encaixa com o novo uniforme que o Tordo havia me mostrado.

Mais.

Sergio Marchionne trará de volta a Alfa Romeo.

O retorno da tradicional marca italiana para a categoria máxima do
automobilismo faz parte da estratégia da empresa.

A Alfa vai apresentar oito novos modelos de carros até 2018.

O plano da montadora italiana é atacar diretamente as principais fabricantes
de luxo da Alemanha.

Marchionne com mais um time sob suas asas também aumenta seu poder
na Fórmula 1.

E continua a incentivar que outras montadoras desembarquem na categoria.

Para que se amplie o poder e prestígio do campeonato.

A F1 está mudando.

O futuro desenha uma bela disputa entre as maiores marcas do planeta.

E com as mesmas ditando as regras do circo.

Falando em pintura, a Toro Rosso radicalizou na sua.

Mas Dietrich Mateschitz (dono da Red Bull) vetou a ousadia.

Por isso o carro vai usar um desenho provisório nos primeiros testes
de Barcelona.

Assim as cores oficiais serão apresentadas somente no final de fevereiro.

Outra de Faenza.

O projetista James Key clama por um maior equilíbrio entre os motores.

Neste cenário ele sabe que sua caneta faria diferença de verdade.

Ligado ao Endurance através da SMP Racing, Vitaly Petrov afirmou
recentemente  que é possível que a escuderia possa chegar a F1.

Pra quem não sabe, SMP é uma instituição financeira russa pertencente
a Boris Rotenberg, que mantém laços estreitos com o presidente russo
Vladimir Putin.

Depois do futebol, parece que os russos descobriram as corridas de
automóvel.

Pra não esquecer.

Um GP em Sochi, a compra de Nurburgring por Viktor Charitonin,
Kvyat na Red Bull e Nikita Mazepin na Force India.

Vai vendo.

Norbert Haug exaltou a capacidade de Pascal Wehrlein.

Como foi amplamente divulgado, o atual campeão da DTM assinou com
a Manor.

Além dos 6 milhões de euros entregues pela Mercedes, o acordo envolve
o uso das instalações do time alemão para auxiliar no desenvolvimento
aerodinâmico do carro da Manor.

Túnel de vento e tal.

Repare que a parceria não se refere ao motor.

Ou seja, a Manor precisará achar recursos para pagar por sua unidade
de força.

O estreitamento da parceria já havia sido detectado em rascunhos passados.

A Manor será o time B da Mercedes.

O contrato de Pascal (que foi uma descoberta de Michael Schumacher)
é de um ano.

Porém boas fontes indicam que a temporada de 2017 do rapaz já está
garantida por um contrato.

Não necessariamente no time de Stephen Fitzpatrick, OK?

(alguém acha que faltariam propostas para um Nico Rosberg voando no
mercado?)

A última vaga?

Houve reuniões recentes na Indonésia entre Rio Haryanto, seu empresário
Piers Hunnisett e representantes da Manor.

O lugar é dele.

Basta ao piloto indonésio cumprir os prazos de pagamento.

Alexander Rossi também segue na briga, entretanto somente como uma
segunda opção.

Por fim.

O imbróglio da Force India pode estar chegando a um término.

Para isso a Diageo (Smirnoff e outros destilados ) poderá pagar para se
ver livre de Vijay Mallya e executar seu plano com a Aston Martin.

O próprio empresário indiano disse estar disposto a aceitar um acordo
financeiro.

Mallya que outro dia foi visto esquiando com amigos.








quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Rascunho Jaune




































Dia especial para a Renault!

Um retorno.

Vamos ao que interessa saber?

Os pilotos tiulares da escuderia francesa serão Kevin Magnussen e Jolyon
Palmer.

Esteban Ocon será o reserva.

Lembrando que Ocon (que derrotou Max Verstappen na GP3) ainda está
vinculado a Mercedes sob contrato.

Carmen Jordá continua responsável pela parte de desenvolvimento.

Ela diz que nesta temporada estará correndo também em outra categoria.

A tal outra categoria que a jovem deverá desembarcar é a Fórmula E.

Quanto aos patrocinadores conseguimos ver as chiques Devialet (acústica)
e a relojoaria francesa Bell & Ross.

Também marcaram presença na carenagem a Jack & Jones (Bestseller),
EMC, Microsoft, Total, Infiniti, Gravity e Genii, as duas últimas da
Genii Capital.

As áreas ocupadas pela PDVSA no ano passado?

Na tampa do motor foi substituída pela Infiniti, porém a asa traseira ficou
sem nada escrito.

Possivelmente sendo negociada ainda com a Total.

Na parte técnica vale destacar a chegada de Bob Bell  que foi uma das
cabeças responsáveis pelo sucesso da Mercedes.

Outra coisa.

O programa de jovens pilotos foi ressuscitado.

A Renault Sport Academy dará apoio nesta temporada as promessas
Oliver Rowland, Jack Aitken, Louis Deletraz e Kevin Jore.

Por enquanto não está claro quem será o responsável por essa parte.

No passado Flavio Briatore iniciou um projeto similar em 2001, o Renault
Driver Development.

Depois do Muro de Cingapura, já sob o comando da Genii, a Lotus repetiu
a ideia com sua Lotus Renault Academy de 2011.

Caçando jovens talentos onde estivesse o dinheiro (China, Brasil...).

Todos os programas anteriores gerenciavam as carreiras dos pilotos.

Algo que poderá ser terceirizado e cair nas mãos de Nicolas Todt.

As cores?

Nada demais.

O carro apresentado é um modelo do ano passado com um bico que não
foi utilizado.

E o amarelo será a cor predominante quando os bólidos alinharem para o
GP da Austrália.

A briga.

Kevin Magnussen esteve com seu novo engenheiro dias atrás.

Houve um forte desentendimento entre os dois.

Tanto que chegaram as vias de fato!

Testemunhas falaram da arrogância do jovem dinamarquês.

Estranho.

Porém já aconteceu um aperto de mãos.

Foi revelado que a Ferrari fez uma proposta para que a Red Bull e Toro
Rosso utilizassem motores da Alfa Romeo.

O plano de Sergio Marchionne era introduzir a tradicional marca italiana
de volta a categoria máxima do automobilismo.

A coisa seria desenvolvida pela própria Scuderia Italiana mas seria diferente
do utilizado por Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen.

Além de ajudar nos custos, a Red Bull poderia opinar na construção.

A história oficial é que o pessoal do energético achou muito caro.

A verdade?

A Red Bull sabe que a Ferrari nunca permitiria que um motor saísse de
Maranelo para bater seus carros vermelhos.

Mais.

Christian Horner não quer dividir com os italianos as descobertas feitas
em Milton Keynes por Mario Illien.

Assim, nada feito!

Max Chilton se move para Indy.

O ex-piloto da F1 comprou sua vaga na Chip Ganassi.

Será companheiro de Scott Dixon, Tony Kanaan e Charlie Kimball.

Honda coloca mais dinheiro na McLaren.

E Ron Dennis concorda em mudar suas cores a pedido dos japoneses.























Vermelho e Branco.

Vamos conferir.

Lembra da história de um outro piloto russo na Fórmula 1?

Pois bem.

A Force India assinou com Nikita Mazepin.

O menino de 16 anos se destaca por ser herdeiro de uma fortuna de
4 bilhões de dólares.

Tava reparando que quem está sem um piloto reserva é a Williams.

Para assumir mesmo, caso aconteça um problema com Bottas ou Massa.

Por fim.

Um conto.

Em 2013 Sebastian Vettel estabeleceu sua base salarial com a Red Bull
para as anos seguintes.

A cada temporada  o time austríaco acrescentaria 4 milhões de euros aos
vencimentos do piloto alemão.

Pelas contas, Vettel chegaria em 2017 ganhando 34 milhões de euros.

Aí chegaram as propostas.

Em abril de 2014 (entre os GPs do Bahrein e China) a Ferrari disse ao
tetra campeão que o queria vestindo vermelho.

Em julho (GPs da Inglaterra e da Alemanha) a McLaren também chama
Sebastian para conversar.

Entre salário e premiações os ganhos chegariam a algo em torno de 50
milhões de euros anuais.

Pra definir.

Ron Dennis quer um líder para receber a Honda.

Entretanto Vettel quer a Ferrari.

Agradece a proposta de Woking e avisa a Red Bull sobre o assédio e que
irá sair.

Mas o piloto quer ser valorizado.

Assim ele mostra para a Ferrari os números da Red Bull e McLaren.

A Scuderia Italiana entende a necessidade, aumenta sua aposta e leva o
contrato para ele assinar no Japão.

Vettel coloca seu nome no papel e vincula seu talento ao time italiano
por três temporadas (2015 - 2016 - 2017).

Entre salário fixo e premiações (vitórias, títulos) ele poderá chegar a
receber algo próximo de 180 milhões de euros nesses três anos.

E nem tem empresário...


















segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Rascunho GP2


Ricciardo aproveita a praia.

Férias.

No final desta temporada a fila deverá andar na Casa dos Energéticos.

Pierre Gasly (pioto da  GP2) entrega que haverá ao menos uma vaga na Toro
Rosso em 2017.

Uma dança das cadeiras interessante.

Quem sai? Quem fica? Quem será promovido?

Ouço num lugar e leio em outro sobre Robert Kubica na DTM.

Replay de 2015.

A Sauber envolvida num processo sobre contrato de piloto.

Adrian Sutil quer ser indenizado.

A equipe de Monisha alega que o driver alemão não cumpriu a palavra de
obter um patrocinador com dezenas de milhões de dólares.

Se não houver um acordo extrajudicial, o tribunal decidirá quem tem razão
no pleito.

A Aston Martin ainda conversa com a Force India.

(lembrando que nunca se falou em compra de escuderia)

O que existe é uma proposta de parceria.

Tudo depende ainda da gigante Diageo (Smirnoff, Johnnie Walker) assumir
o controle da escuderia de Vijay Mallya.

O cenário esperado para o futuro mostra o controle da Diageo (140 milhões de
dólares) e o apoio da Aston Martin (20 milhões de dólares) dando nome ao time.


Champagne.

Alguns detalhes significativos numa pequena história.

Vem comigo.

Depois de 15 anos, a Mumm deixará de aparecer nos pódios da categoria
máxima do automobilismo.

A parceria só continuaria sob o pagamento de 9 milhões de dólares anuais.

Um aumento que seria quase o dobro do valor que estava no acordo anterior.

Nada feito.

Pois bem.

A saída da Mumm foi amplamente divulgada.

O que pouca gente sabe é que a marca não deixará as pistas.

A Mumm firmou acordo com a modernosa Fórmula E por menos de 2 milhões
de dólares anuais.

Mas a diferença de retorno entre as duas categorias é gigantesca.

O caso é exemplar.

Todos sabem de onde a Mumm saiu.

Entretanto ninguém sabe para onde ela foi.

Lembre-se de Toto Wolff revelando que a presença da Mercedes na F1
equivale a um investimento de quase 3 bilhões de euros em publicidade.

É bom entender o tamanho das coisas.

Registro de chegada.

O projetista Nikolas Tombazis (ex-Benetton, ex-McLaren e ex-Ferrari) vai
defender a Manor nesta temporada.

Falamos outro dia sobre a ambição da Williams de voltar a ser protagonista.

Alguns amigos mais atentos comentaram que para isso deveria haver uma
mudança de motorização.

OK.

Com esse pensamento (no momento), a Honda seria a alternativa para o time
de Grove.

Por fim.

Uma estatística interessante.

Dos 26 pilotos da GP2 que chegaram na Fórmula 1, apenas 4 conseguiram
vencer.

Lewis Hamilton, Nico Rosberg, Heikki Kovalainen e Pastor Maldonado.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Rascunho Anticlímax

























Agora é oficial.

A Renault retorna para a Fórmula 1 com uma equipe de fábrica.

Houve muita festa entre os funcionários de Enstone.

Sem contar os patrocinadores, o orçamento do time francês será de quase
200 milhões de euros para 2016 (premiação, investimento próprio e FOM).

Importante dizer que ninguém está esperando milagres para o ano que vem.

Anticlímax.

Assim classifico esse final de temporada na Mercedes.

O time que venceu tudo e todos.

Toto Wolff não poupa Lewis Hamilton de críticas.

Engenheiros e a cúpula da Mercedes não estão nem um pouco satisfeitos com
as declarações feitas pelo campeão nas últimas provas de 2015.

Pior.

O desempenho final de Nico Rosberg prova mais uma vez que o time alemão
não precisa pagar tanto para chegar ao título e muito menos aguentar indiretas
e reclamações do piloto inglês.

É necessário que Hamilton coloque a cabeça no lugar.

E seja menos grosseiro e petulante, como disse Martin Brundle num comentário
recente.

Se ficar isolado dentro da escuderia da estrela de prata, veremos repetições de
estratégias erráticas em suas jornadas (como aconteceu em Abu Dhabi).

Lewis precisa entender que, além do seu talento, foi um carro dois segundos mais
rápido e o trabalho firme de sua equipe que o levaram ao título.

Pro seu próprio bem.

Uma lista.

Kimi Raikkonen, Valtteri Bottas, Felipe Massa, Daniel Ricciardo, Daniil Kvyat,
Sergio Perez, Pastor Maldonado, Jolyon Palmer, Carlos Sainz Jr., Felipe Nasr,
Marcus Ericsson e Jenson Button.

São os pilotos com contrato somente até o final do ano que vem.

Assim, 2016 promete ser uma temporada de especulações e surpresas na dança
das cadeiras!

Kevin Magnussen testou o carro da Mercedes na DTM.

































Depois de ser dispensado da McLaren por "não ter atingido metas", o jovem
segue procurando um futuro dentro do automobilismo.

Pergunto.

As tais metas seriam atrair empresas dinamarquesas como a Lego ou instituições
financeiras como a Saxo Bank para patrocinar a McLaren?

Por conta de uma decisão judicial, a Diageo está prestes a assumir nos próximos
dias o controle da Force India e ainda afastar de vez Vijay Mallya de qualquer
direção dentro da equipe.

A escuderia teria sido dada como garantia de pagamento de uma dívida do
empresário indiano no acordo com a empresa de bebidas Diageo, que entre
outras marcas é dona do whisky Johnnie Walker.

Já houve o pedido da alteração no nome do time na última reunião do conselho
mundial.

O próprio Mallya deixa transparecer as mudanças ao afirmar que a "Force India
pode ter cumprido seu objetivo."

Por consequência entende-se que está bem próximo o anúncio do retorno da
Aston Martin a categoria máxima do automobilismo.

Está decidido que o GP de Baku (19 de junho de 2016) não terá seu encerramento
coincidindo com o final das 24 horas de Le Mans.

Outra do calendário.

Hockenheim já está vendendo seus ingressos.

Por fim.

Romain Grosjean (sonhando com a Ferrari) ainda neste mês estará trabalhando com
a Haas no simulador e acompanhando as mudanças feitas a partir dos testes de túnel
de vento.

Tudo em Maranello, claro.

Sobre a Ferrari, o Tordo (o trapaceiro voltou!) diz haver um lobby para permanência
de Raikkonen para 2017 (quando também termina o contrato de Grosjean com a Haas).

E ainda se derrete pelo trabalho de James Allison.

"É um gênio!"





















segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Mais um Título para a Williams!





Imagens avulsas.

No entanto sobre um mesmo tema.

Williams.

A campeã de 2015 do mundial de construtores.

Série B.

Achou estranho?

Explico.

Para compreendermos é preciso lembrar que a Fórmula 1 está dividida em
duas categorias.

Principal e Cliente.

Na primeira, a mais rica e importante, encontramos as equipes principais.

São aquelas que possuem uma parceria preferencial no fornecimento do
motor.

Com uma subdivisão.

Podendo ser de fábrica (Mercedes e Ferrari).

Ou cooperativas (Red Bull / Renault e McLaren / Honda).

O restante do grid é formado pelas clientes.

Ali estão Force India, Toro Rosso, Manor, Lotus, Sauber e Williams.

Dois campeonatos em um só.

Fácil de entender.

O segundo grupo, salvo um hecatombe, jamais vai enfrentar de igual para
igual suas respectivas irmãs mais poderosas.

Por que?

Porque a criação e o desenvolvimento são totalmente diferentes em cada
uma dessas categorias.

As fabricantes constroem seus carros de forma harmônica com a unidade
de força.

Já as clientes recebem o motor dentro de uma caixa fechada e precisam
descobrir como irão envelopar o troço e criar um bólido competitivo
com aquilo.

Com menos tempo e ainda sem direito a certas atualizações.

Difícil.

Não tem como encarar.

Portanto a Force India nunca irá vencer a Mercedes.

Assim como a Sauber não vai derrotar a Ferrari.

Olhando sob esse prisma, descobrimos uma competição à parte.

O campeonato mundial de construtores da Série B.

E dentro desta realidade a Williams se sagrou campeã.

Ou melhor, bicampeã!

A Force India e a Lotus ficaram com o segundo e terceiro lugares
respectivamente.

Vale a pena fazer algumas observações.

Nas últimas cinco temporadas, o time de Vijay Mallya sempre esteve entre
as três melhores clientes.

Sendo que foi campeã em 2011.

A Lotus, depois de duas conquistas (2012 e 2013), se recuperou do fraco
desempenho do ano passado e voltou a figurar entre as primeiras ao final
desta temporada.

Esse histórico aparentemente pode não significar muito, além do dinheiro
recebido pela classificação.

Porém os bons resultados mostram solidez na estrutura e viabilidade de
sobrevivência no longo prazo.

Isso torna as escuderias mais atrativas para patrocinadores, investidores e,
até mesmo, compradores.

Exemplos?

Aston Martin em tratativas com a Force India, Renault absorvendo a Lotus
e os milhões de Stroll desembarcando na Williams.

Acha que tudo isso é pensar pequeno?

Pode ser.

Mas é a realidade.

E, por enquanto, a única forma de um time menor continuar respirando neste
cenário.

Perspectivas de mudança?

Só se uma nova montadora cair do céu!


domingo, 29 de novembro de 2015

Rascunho Abu Dhabi















































A Porsche testando a aerodinâmica.

Experimentos que causaram controvérsia na Fórmula 1.

Nada a ver com a Porsche, claro.

A Mercedes questionou as ações de Ferrari e Haas em relação ao uso conjunto
do túnel de vento.

Queria esclarecimento das regras sobre uso de pessoal, tempo, etc.

Das duas, uma.

Ou os alemães queriam proibir ou imitar.

A FIA definiu que Ferrari e Haas deverão seguir regras rígidas daqui por
diante.

Assim como o restante do grid.

Não haverá punição.

Entretanto a questão é outra.

Quem sugeriu a Mercedes que a Ferrari poderia estar agindo no limite das
regras?

Quem tem interesse numa briga intensa entre os maiores fabricantes da atual
Fórmula 1?

Lembra que falamos sobre a proposta de 2017?

Do domínio da Red Bull?

O imperador Ecclestone parece estar trabalhando para que seu poder não
continue a ser ameaçado.

E divide seus inimigos.

A Williams queria que a presença de Susie Wolff no time trouxesse milhões de
euros de patrocinadores.





















Mesmo com apoio de Bernie, isso não aconteceu.

Plano B.

Você que acompanha o Blog sabe da saga de do menino Lance Stroll.

O rapaz será o responsável pelo desenvolvimento do carro de Grove a partir
do próximo ano.

Agora se segura.

Na próxima temporada o rapaz chega com um cheque de 20 milhões de euros.

Se Frank lhe der um cockpit titular em 2017, o valor dobra!

E Felipe Massa já disse que gostaria de continuar...

Apesar de ter usado um motor mais novo que o de Rosberg, Lewis Hamilton
não conseguiu vencer o companheiro mais uma vez.

Existe um certo constrangimento e nervosismo pelos últimos resultados.

Festas, estratégia e setup foram as desculpas.

Ninguém se engane.

O atual campeão gostaria muito de ter acrescentado mais seis poles e três
vitórias ao seu currículo.

Como sempre, acabou desmerecendo o companheiro ao dizer após a corrida
de Abu Dhabi que continuava a ter mais vitórias e três títulos e que isso era o
que realmente importava.

A verdade é que Nico parece ter mudado seu modo de trabalho e isso vem
dando resultado.

Hamilton ataca o psicológico.

Ele sabe que em 2016 terá um desafio mais perigoso que o vencido neste
ano.

Falando nisso, Lewis Hamilton repetiu a dose nesta temporada e recebeu
novamente o prêmio da DHL em relação às voltas mais rápidas.

Foram oito ao todo (uma a mais que no ano passado).

Instituído em 2007, o prêmio teve apenas cinco vencedores até hoje.


Interessante.

Daniel Ricciardo possui um contrato com a Red Bull para o ano que vem.

E só.

Em quinze dias deveremos ouvir definições sobre o acordo entre Force India e
Aston Martin.

Notou que a classificação final do mundial de pilotos ficou organizada por equipes
nas dez primeiras colocações?






























Depois, liderando o pelotão da confusão, vem Grosjean.

Outra linha sobre o piloto que trocou a Lotus pela Haas.

O sonho Ferrari fez Romain abrir mão do apoio da petrolífera francesa Total.

Por fim.

No rádio.

Riccardo Adami (engenheiro de Sebastian Vettel):

"Alonso está à sua frente. Bandeiras azuis, bandeiras azuis."

Vettel:

"Esse cara deve realmente me odiar! Não sei o que há de errado com ele."

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Rascunho Pernóstico
























Estou sem muito tempo para escrever.

Mas estou acompanhando as novidades.

Li centenas de comentários a respeito das últimas citações de Hamilton.

Estou com boa vontade.

Importante saber que pergunta foi feita ao inglês pelo jornal alemão.

Foi algo assim:

Caso você fosse um chefe de equipe, qual piloto você contrataria hoje?

Lewis respondeu:

“Tenho um grande respeito por ele (Vettel), mas é difícil avaliar o quanto ele é
bom, na verdade.

Ele nunca esteve numa equipe com alguém como Fernando Alonso, mas sempre
com gente como Webber, que não rendia ao seu nível, ou com Kimi Räikkonen,
que já não está no melhor momento da carreira.”

Engraçado.

Dizer que Raikkonen não está em seu "melhor momento" serve para justificar a
derrota sofrida em 2007 para o finlandês.

Kimi era o melhor piloto do universo.

E agora esqueceu tudo?

Aqui não há tolo para cair em tal argumento.

Falando ainda sobre 2007, foi a mesma temporada em que o atual campeão
empatou em número de pontos com Fernando Alonso.

Empatou.

A deselegância das palavras foi terrível.

Depois do nefasto comentário sobre Michael Schumacher, Hamilton demonstra
outra vez que falta a grandeza da conquista em sua personalidade.

Algo que sobra em Emerson Fittipaldi, por exemplo.

Por que tratar com menosprezo seus pares?

Acompanhamos por muito tempo a Fórmula 1.

Um detalhe pode significar uma derrota terrível.

(para Felipe Massa)

Ou uma vitória.

(para o próprio Lewis)

Cabe tanto orgulho?

Quando Lewis (por conta de dinheiro em 2010) se desligou do pai (que deu a vida
para que ele chegasse a categoria máxima do automobilismo) e ainda mergulhou
nas festas, me pareceu o fim.

Com novo empresário e novos amigos, a vida no Jet Set se tornou prioridade.

Tivesse permanecido naquele caminho de lágrimas por Scherzinger, por certo hoje
seria uma presa fácil para Nico Rosberg.

Mas a roleta da F1 tem dono.

E um tal Bernie Ecclestone (com ajuda de Niki Lauda) colocou a cabeça de Hamilton
no lugar e o seu talento num cockpit de um carro 2 segundos mais veloz que todos os
outros.

Nasceu aí um novo driver.

Focado na necessidade de conquistas reais para ser o Muhammad Ali, Tiger Woods
ou Usain Bolt do automobilismo.

(não estou inventando, a comparação é do próprio inglês)

Que alcançou mais dois títulos numa imbatível combinação com a Mercedes.

Porém a empáfia parece ainda dominá-lo.

Um orgulho sem razão.

Assim como não há motivo para comparações numéricas para justificar preferências.

Isso é bobagem.

Todos sabemos que Lewis, Sebastian e Fernando são fenômenos do esporte.

As pessoas admiram um ou outro por razões pessoais.

Uma última coisa sobre esse assunto.

Vettel não foi campeão quatro vezes à toa.

E menosprezá-lo é uma tolice que pode custar caro para qualquer adversário.

Outras.

A Fórmula E vai correr no autódromo Hermanos Rodriguez.
















Utilizará um traçado mais curto que o usado pela Fórmula 1.

A data é 12 de março de 2016.

Alexander Rossi descartou as bem encaminhadas conversas que poderiam levá-lo
para a Indy e confirmou que está bem otimista sobre estar no grid da Fórmula 1 na
próxima temporada.

Max Verstappen renovou seu contrato com a Toro Rosso.

Acordo de dois anos mais uma opção.

Porém a Red Bull quer o rapaz em seu time principal já em 2017.

Já aprendi que o futuro é um campo minado.

E como diz Yoda, ele sempre em movimento está.

Apesar disso, tudo caminha para que a Ferrari vá com Vettel e Grosjean.

E a Mercedes?

Ela já iniciou o processo de sedução do menino Verstappen para o lado negro
da força!

Rob Smedley trocando a Williams pela Haas?

Force India e Aston Martin continuam negociando.

Falta bem pouco para um acordo.

Falando nisso, a marca Johnnie Walker (que estará na equipe de Vijay Mallya) 2 anos
atrás recebeu um não de Ron Dennis quando apresentou uma proposta de pouco mais
de 60 milhões de euros (anuais) para se tornar patrocinadora principal da McLaren.

Pois é!

Depois de Alexander Wurz, Martin Whitmarsh (ex-McLaren) também recusou uma
oferta de trabalho como diretor da Manor.

Noviços.

O mexicano (outro) Alfonso Celis Jr. estará a partir de agora nas fileiras da Force India
executando o papel de piloto na parte de desenvolvimento.

Ele substituirá Steven Goldstein.

Quem??

Aquele colombiano.

Lembrou?
























Não?

Está perdoado!

OK.

O tal Celis já vai estar em Abu Dhabi para experimentar o carro da Force India
nos testes da Pirelli.

A equipe também anunciou que o jovem (que disputou a GP3 neste ano) terá a
chance de participar de 7 treinos livres ao longo da próxima temporada.

Bom pra caramba!

Resta saber quem será o premiado para ceder o carro para o menino.

Perez ou Hulkenberg?

Na Lotus, o chinês Adderly Fong vai somar forças com os pilotos Jolyon Palmer,
Camen Jorda e Pastor Maldonado.

Se você também não lembra, Fong já fez testes pela Sauber na Espanha em 2012.





















O Circuito de Austin atrasou o pagamento devido a FOM.

Compreensivo, Bernie Ecclestone estendeu o prazo.

(com juros, claro)

Tenso.

Aqui.

No calendário, quem não tem Austin, corre com Baku.

Por fim.

No paddock há um boato.

O brasileiro Felipe Nasr procura um time mais competitivo.

Com o Banco do Brasil na mochila.

Coisas para 2017.

sábado, 31 de outubro de 2015

Rascunho Drinks
























As sondagens da Aston Martin vinham acontecendo de forma constante.

A marca inglesa (controlada por um italiano e com participação da Daimler)
abriu tratativas com Red Bull, Williams e Force India.

Em julho deste ano comentamos sobre isso num Rascunho.

Pois bem.

Segundo a Autosport, a coisa parece ter evoluído com o time de Vijay Mallya.

Mas a coisa não termina aí.

A Diageo (que controla as marcas mais famosas de destilados do mundo) terá
participação importantíssima na nova empreitada.

Explico.

Pra quem não se recorda, três anos atrás, a Diageo adquiriu o controle da United
Breweries.

A gigante indiana do ramo de bebidas que pertencia ao próprio Mallya.

Apesar de ter passado despercebido pela imprensa que cobre o automobilismo, o
Blog destacou isso na época.

Clique aqui para lembrar.

Pois bem.

Como parte dos acordos, empréstimos e pagamentos, a Diageo tende a ganhar uma
presença maior na Force India.

Como proprietária mesmo.

E não apenas como patrocinadora (lembre-se do nome Smirnoff), como faz atualmente.

Pouco mais de um mês atrás, destacamos o fato da McLaren perder o apoio do nome
Johnny Walker (Diageo) na próxima temporada.

Tudo indica que a marca do Whisky será o destaque na futura Aston Martin Racing.

As peças vão se juntando.

E assim este quebra-cabeça vai fazendo sentido.

Com as altas velocidades alcançadas no circuito Hermanos Rodriguez, a Williams
dobrou suas preocupações com os problemas nos freios.

A Ferrari descartou novas alterações em sua unidade de força para esta temporada.

As mudanças trariam grandes alterações no bólido vermelho.

Tanto que para serem aprovadas pela FIA a Scuderia Italiana teria que se submeter
a um novo crash test.

A altitude da Cidade do México fez Sebastian Vettel se sentir mal após o segundo
treino livre.

























Por isso todos compromissos que o piloto tinha ontem com a imprensa foram
desmarcados.

Investindo.

A Sauber vai finalmente construir seu próprio simulador em Hinwil.

Manor com problemas financeiros e de comando.

(os cabeças Graham Lowden  e John Booth foram demitidos)

Mais.

A equipe já avisou que não vai participar dos testes da Pirelli em Abu Dhabi.

Por fim.

A McLaren já disse que não quer, entretanto a Honda não fechou as portas para
a Red Bull.



















terça-feira, 18 de agosto de 2015

Rascunho Futuro e Sonho

Imagem do futuro?

Quem sabe?

Dizem que a nova Fórmula 2 chegará em 2017.

Abad (que cuida da carreira de Fernando Alonso) diz que o espanhol lutará pelo
título na próxima temporada.

Com a Honda mesmo, pois a McLaren nem pensa em outra parceria.

Falando nisso, Toto Wolff negou qualquer negociação com a Red Bull.

Porém o dono da equipe Mercedes está mexendo outras peças do tabuleiro da
categoria máxima do automobilismo.

Lembra do Pascal Wehrlein?

Falamos dele no ano passado.

Clique aqui para lembrar.























Pois bem.

Wolff está colocando o rapaz num dos cockpits da Force India em 2016.

A escuderia de Vijay Mallya que utiliza as unidades de força da Mercedes.

Alguém poderá dizer.

"Caramba! E o Hulkenberg?? O vencedor das 24 horas de Le Mans???"

Calma.

Nico disputará a Race of Champions ao lado de Sebastian Vettel.

E está cavando (com mais meia dúzia) um lugar na Haas.

Avisamos!

(e no momento em que todos estavam eufóricos!)

Clique aqui.

Ah, sim.

Felipe Massa ainda não assinou com a Williams.

E espera que a equipe apresente o acordo antes do final do prazo de opção
de seu contrato.

A coisa vence em setembro.

O brasileiro nos últimos anos sempre tem ficado nessa expectativa.

Já houve momentos mais agudos (quando a Ferrari o trocou por Kubica) em sua
carreira.

O momento é outro e acredito que tudo deverá dar certo.

Por fim.

Nos últimos dias muitos opinaram na escolha de um dream team na F1.

Alguns juntaram pilotos e carros de épocas diferentes.

Eu vi uma equipe perfeita.

Carro, projetista, pilotos, dinheiro e comando.

Invencível.

Conduzida com mão forte e sem atritos.

Pois cada uma de suas peças sabia seu lugar.

Somente vitórias sobre vitórias.

Números imbatíveis.

Funcionou.

E pronto.

É o que vale.




















segunda-feira, 8 de junho de 2015

Rascunho Canadá

























Quando um limite ainda não foi testado, você sempre correrá riscos.

Já havíamos falado sobre a alma da Scuderia Italiana.

Clique aqui para lembrar.

Força, mas pecou na confiabilidade.

Por isso o motor de Vettel o deixou na mão no sábado.

Sorte da Mercedes.

Como disse Niki Lauda:

"Graças a Deus que Sebastian largou bem no fundo do grid ao invés de atrás de nós..."

Os cabeças da estrela de prata sabem com o que estão lidando.

Mais uma vez Vettel (que será papai novamente) demonstrou ter escolhido um caminho
correto ao se mudar para Maranello.

O futuro promete ser brilhante para Seb.

Está vivendo o sonho.

Não quero dizer que viver o sonho seja sempre a melhor escolha.

Jean Alesi rompeu um contrato assinado com a Williams no início da década de 90
para viver seu "sonho vermelho".

História.

Kimi?

Claramente um abismo separa os dois pilotos que vestem vermelho.

Dificilmente a Ferrari deixará de trocar o companheiro do tetracampeão em 2016.

Custo e benefício.

Bottas sorri.

E o Hulkenberg?

Não.

Nico está conversando com a Haas.

Caso não haja um aumento significativo em seu salário na Force India, Hulk poderá
mudar de ares.

Alguns dizem que deveria seguir para os braços da Porsche.

Amigos, entendam uma coisa.

A Fórmula 1 é infinitamente maior que o Endurance.

Falando nisso, há um forte rumor no mercado sobre a compra da Diageo pela 3G
Capital do brasileiro Jorge Paulo Lemann.

O fundo que comanda as marcas (de cerveja) da Ambev e Budweiser, além do
Burger King e dos condimentos da tradicional Heinz, poderá colocar as mãos em
marcas tradicionais de destilados como Jose Cuervo, Guiness, Smirnoff e Whisky
Johnny Walker.

Todas atualmente sobre o guarda chuva da Diageo.

Nomes bem conhecidos e expostos nas carenagens de alguns bólidos da F1.





















Mudando de assunto, a parceria McLaren-Honda-Alonso está em seu pior momento.

Cobrança de todos os lados.

No mundinho de Woking também surgem indícios que Jenson Button move fundos para
tentar sobreviver por mais um ano.

Vamos aguardar.

Pensamento do dia vem do sábio Ron Groo sobre a regularidade de Felipe Massa:

"Massa quando faz asneira, chega em sétimo.

Quando destrói a corrida, chega em sétimo também!"

Por fim.

Ricciardo com contrato novo até 2018 (valores baixos e cheio de brechas).

E existe a expectativa que em Silverstone a Renault anuncie a compra da Lotus.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Rascunho Sexta











































Antes do estrago.

A Renault ainda sente os efeitos da dedicação de Nelsinho Piquet.

(não é fácil encontrar um piloto que enfie a cara no muro por uma escuderia)

Os franceses tiveram que vender a equipe e viver a sombra da Red Bull.

Há indícios fortes de um acordo pela Toro Rosso.

Um time com sede na Itália.

Por isso o ideal seria (re)comprar a Lotus.

Porém a tendência continua.

Dietrich Masteschitz vender suas escuderias (STR para Renault e RBR para a Audi)
e adquirir os direitos da Fórmula 1.

Por enquanto.

James Allison ainda não está satisfeito com a Ferrari.

O bico ideal do bólido vermelho ainda está sendo formado.

A luta, semelhante ao processo de Adrian Newey na Red Bull, é superar o crash test
da FIA.

A Force India ainda persegue a Manor.

A alegação é que a ex-Marussia só tinha um carro pronto na Malásia e que o resto
era teatro.

Interessante seria usar o mesmo argumento contra a Red Bull e McLaren na Austrália.

Ou só querem bater (a carteira) no mais fraco.

Mais confiante do que nunca, Lewis Hamilton faz declarações que minimizam qualquer
ameaça de Nico Rosberg.


























Segredos são necessários na Mercedes?

"É somente o Nico..."

Parece que os 1.300 (!!) funcionários do time já sabem quem é o primeiro piloto.

Lembrando que o atual campeão está com contrato novo.

Três anos de acordo (2 + 1) até 2018.

Pouco mais de 36 milhões de euros por temporada.

Bonito ver Felipe Nasr lembrando o apoio dado por Raikkonen em seu inicio de
carreira na Europa.

(o brasileiro foi piloto da Double R na Fórmula 3 - equipe de Kimi)

Lembrando que o outro "R" é o de Steve Robertson que é empresário de
ambos os pilotos.

Ser grato é importante e demonstra caráter.

Já na pista a história é esquecida e até aqui tem havido somente disputa.

Bom.

Jogar carro na parede para favorecer os outros é coisa para os fracos.












sexta-feira, 27 de março de 2015

Rascunho Arrastado
























Amo corridas no oriente.

Assistir as provas de madrugada tem suas vantagens.

Primeiro o Tordo.

E o Alonso?

Na McLaren, a fonte não acreditava que o espanhol fosse correr.

Por dois motivos.

Primeiro.

A FIA (até hoje) não terminou a investigação da causa do acidente.

E segundo.

Que médico assinaria a garantia de saúde plena do piloto?

Foi.

Tá indo.

(Não ligue para a expressões. Somos italianos...)

Ferdi diz uma coisa e a equipe outra.

Alguém deve estar bancando a aposta.

Vamos aos reservas.

O colombiano Steve Goldstein se tornou piloto de desenvolvimento da
Force India.

Sabe quem é?

Bem, o rapaz de 31 anos tem experiência com carros da Porsche, Audi,
Lamborghini e Maserati em campeonatos GT.

Na Lotus apareceu o chinês Adderly Fong.

Piloto que na temporada passada fez um longo teste na Espanha usando um
bólido da Sauber.

Um pitaco.

Deve ter muita grana por trás dessas operações.

Um indício.

A turma de Enstone chega a abrir mão do talento de Esteban Ocon, menino
que bateu o badalado Max Verstappen na F3 em 2014.

Por último aparece Adrian Sutil na Williams.

Caso aconteça alguma outra coisa com os pilotos de Grove.

Nesta posição, fica fácil entender a dor do Bottas.























E Susie Wolff  é o que afinal?

Parece que já deu mesmo para Red Bull e Renault.

O tom subiu e a separação não deve demorar.

Pelos movimentos, a marca dos energéticos prepara sua independência na
relação com os franceses.

Os testes (sem conhecimento da Renault) buscando soluções para a unidade
de força atual estão acontecendo.

Assim como a expansão das instalações na sede em Milton Keynes.

Um pensamento.

Um início do zero pode afugentar as grandes montadoras do circo da F1.

Porém se a Red Bull entregar um protótipo promissor (reduzindo custos)
a uma gigante automobilística, poderemos ter um novo agente fornecendo
motores na categoria máxima do automobilismo.

Somente um pensamento.

Depois de resolver (pagando) seu problema com Van der Garde, a Sauber
coloca Raffaele Marciello no lugar de Felipe Nasr no primeiro treno livre
da Malásia.

Acho que a Ferrari ajudou a Sauber (emprestando recursos).

E acho também que veremos o piloto italiano (que é metade suíço e é fruto da
Academia da Scuderia) conduzindo em várias sextas-feiras desta temporada.

Falando no time vermelho, a expectativa é estabelecer uma diferença consistente
contra a Williams na Malásia.

Após o verão europeu, Vettel e Kimi esperam incomodar de verdade a Mercedes.

Sério.

O trabalho de James Allison (que retirou da Lotus as melhores cabeças
para colocá-las em Maranello) parece ter impressionado a dupla de pilotos
da casa.

Quer dizer que o pneu (Pirelli) que calça a Fórmula 1 agora é chinês?

Novos tempos.

Por fim.

Clique na figura e entenda onde corre a grana.


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Rascunho Muito ou Pouco?







































Os testes continuam.

Mas começo falando do papel

De contrato.

Lewis Hamilton pediu 50 milhões de euros por temporada para renovar
com a Mercedes.

Um acordo de três anos.

Quer ser o piloto mais bem pago da atual Fórmula 1.

Junto com Sebastian Vettel (mesmo valor) e um pouco acima de Fernando
Alonso (40 milhões de euros).

E aí?

Os alemães não querem gastar tanto.

Como não vivem seus melhores dias, McLaren e Ferrari realmente precisam
colocar grandes incentivos para atrair os melhores pilotos.

Porém a Mercedes vive outro mundo.

Possui uma máquina que está um degrau (ou dois) acima das concorrentes.

Ou alguém duvida que pilotos como Bottas e Rosberg não seriam capazes de
garantir títulos com essas flechas de prata?

Nico deu uma pequena demonstração de poder hoje.

Fez o melhor tempo do dia. 1:22,792.

Dois segundos e meio mais rápido que tempo da pole position do ano
passado.

Não é só o motor.

O conjunto todo impressiona.

Pra piorar o filho de Keke "reclamou" do carro.

Disse que estar sendo difícil achar o setup ideal.

Neste sábado a McLaren deverá ir para a pista com a mesma configuração
que utilizará na Austrália.

Enfim poderemos ver se existe uma mágica japonesa ou não.

Duas perguntas.

Will Stevens (Manor / Marussia) já possui a superlicença?

Reparou que a Lotus está se destacando pelo baixo consumo dos pneus?

Olhando a maneira como a Ferrari conduz seus testes, é fato que a Scuderia
Italiana trabalha no modo Sebastian todo o tempo.

O carro vai ficar 100% a cara dele.

Tá com uma graninha sobrando?

Então.

O leilão dos restos da Caterham ocorrerá agora em março.

Você pode dar uma olhada nas coisas clicando aqui.

Impressionante a Force India.

Digo falando sobre o motor da Mercedes.

O troço chegou nesta sexta em Barcelona, encaixou, ligou e já está rodando.

Nico Hulkenberg deu 77 voltas!

Por fim.

Gene Haas já montou no cavalo da Fórmula 1.

Está fazendo até propaganda.

Não parece aquela moça nova da Lotus?


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Rascunho Borracha


























O Tordo ligou.

Estava combinado.

Logo que acabasse o primeiro dia de testes em Barcelona.

Questiono sobre os tempos.

A pergunta tem motivo.

Pastor Maldonado (1.25.011) e Kimi Raikkonen (1:25.167) bateram o tempo
da pole de Lewis Hamilton do ano passado (1:25.232).

Aí ele começa.

"Você está olhando pro lado errado."

Como? - Pergunto.

"Olhe o tempo da Force India utilizando um carro de 2014.

O carro está um segundo e meio mais rápido que na corrida aqui mesmo na
temporada passada.

Pense e me diga: o que mudou?"

Os pneus! - Respondo.

"Sim, a Pirelli entregou um composto mais veloz e que deve degradar-se mais
rápido também."

Conversamos outras coisas.

Mas isso foi o melhor resumo do treino.

A Manor (Marussia) está correndo para apresentar seus carros na Austrália.

Há o entendimento que a regra que permite não participar de 3 corridas não
vale por ano.

Mas sim para o período que abrange as temporadas que estão entre 2014 e
2020.

Portanto a cota já foi estourada no ano passado.

Porém ao colocar seus bólidos na primeira etapa (mesmo que não se classifiquem)
o time continuaria com direito a receber sua premiação de 2014.

A turma está trabalhando para isso.

Pagou todas as taxas e já agendou seu crash test.

Existe ainda um barulho no paddock que fala sobre Ron Dennis defender a entrada
da Manor para a família Honda.

Vamos aguardar pra ver.

Interessante saber que Stefano Domenicalli fez um estudo de viabilidade para a Audi
entrar na Fórmula 1.

Apesar de estar tudo OK, a marca alemã resiste.

Afinal Bernie Ecclestone ainda está lá.

E quem anda falando constantemente para a Audi que a Fórmula 1 é lugar aprazível
é a Red Bull.

A galera do energético tem todo interesse de conseguir uma nova opção de motorização.

E o Pascal Wehlein?

Nossa figurinha de ontem andou de Force India e Mercedes!

Falando em Force India, Sergey Sirotkin (com dinheiro) se aproximou de novo da
escuderia de Vijay Mallya.

Pode se tornar piloto de testes.

Outro boato coloca Kevin Magnussen no caminho da Indy.

Amo boatos!

Por fim.

A Fórmula E fechou acordo para realização de sua etapa em Londres.

A corrida se dará em Battersea Park.



















quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Rascunho Convite


























Imagens da trajetória de Valtteri Bottas no automobilismo.

O nome da vez no jogo.

Por que?

Alguns motivos.

Ferrari, Mercedes, Williams e McLaren.

O piloto de 25 anos está na alça de mira das maiores escuderias da Fórmula 1.

Bottas é o mais promissor motorista do grid atual.

Explico.

Além de seguro e talentoso está com as portas abertas para negociar com as
grandes.

Tem tudo para se tornar campeão mundial nos próximos anos.

Só precisa fazer as escolhas corretas.

Lembra do Pascal Wehrlein?

Não?

No ano passado falamos dele num post que nem recebeu muita atenção.

Clique aqui.

Pois bem.

Ele será um dos pilotos que conduzirá a Force India (carro de 2014) nos
testes de Barcelona (no primeiro e terceiro dia).

Susie Wolff (Williams - primeiro dia) e Joylon Palmer (Lotus - segundo dia)
serão os outros nomes "não titulares" que irão rodar nos quatro dias dos
últimos testes antes da estreia na Austrália.

Os desenhos que chegam de Maranello não deixam dúvidas que a Ferrari
quer mudar a categoria máxima do automobilismo.
















Interessantes as ideias.

Pelo menos pensaram em dar mais espaço para os patrocinadores.

O Tordo diz que as figurass são idênticas aos do último cartão de natal
que Adrian Newey recebeu proveniente da Itália.

Por fim.

É esperar nos próximos dias:

Um assombroso desempenho da Mercedes na pista da Catalunha.

Descobrir se a Scuderia Italiana se encontrou de verdade.

Se a Red Bull se embolou com a Renault.

E ainda descortinar a McLaren / Honda.

Tá bom?














quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Rascunho Pena

















































Grid cheio?

Quanto mais melhor!

Mas alguns não pensam assim.

Pelo menos dentro da Fórmula 1.

Falaremos disso.

Antes.

Sabe o que é contagiante?

A esperança da Williams de fazer um campeonato memorável.

Legal notar que o carro de Grove foi o que alcançou a maior velocidade nos
testes de Jerez.

Por outro lado (diz o Tordo), a Red Bull deverá penar.

O Bahrein deu sinal verde para a corrida no Qatar.

O que parecia bastante improvável.

Mas há uma lógica em permitir que um concorrente tão próximo também
receba a Fórmula 1.

Para Bernie Ecclestone foi um alívio encontrar mais um endinheirado na região
disposto a ser palco do circo.

Menos uma data para se preocupar nos próximos anos.

O troço faz sentido pois o Bahrein não deverá sair deste acordo de mãos vazias.

Assim o Qatar (provavelmente) irá bancar sua festa e ainda patrocinar a do
vizinho que desde 2005 sedia corridas da categoria máxima do automobilismo.

A nova etapa deverá estar coladinha com a do Bahrein (início do calendário)
ou com a de Abu Dhabi (final da temporada) devido as altas temperaturas nas
outras épocas do ano.

Vida de piloto.

Nico Hulkenberg juntinho com a Porsche.

E Giedo Van der Garde indo testar na GP2.

Ron Dennis ama Hamilton.

Hamilton ama Nicole.

Ron (que ficou com Alonso - aquele que ama a Mercedes) esperava um sim
definitivo de Lewis após Spa-Francorchamps.

Mas o motorista inglês permaneceu na Mercedes.

O casamento (de conveniência) realizado em Woking com alianças da Honda
terá um período no fio da espada (esperando por resultados, claro!).

Experiente, Briatore desconfia se haverá um final feliz.

Falando nisso, Hamilton pressiona a Mercedes para assinar seu novo contrato.

Quer o acordo no papel antes da primeira etapa na Austrália.

(vai que Rosberg comece bem demais...)

Nas discussões sobre o futuro da categoria, a Ferrari quer a volta dos V8.

De olho nesta alteração (e na redução brutal dos custos) estariam a BMW
e a Toyota.

Mas é muito difícil algo mudar nas próximas três temporadas.

Interessante.

Idealizaram um reality show para encontrar um piloto para uma das equipes
que irá participar das 24 horas de Le Mans.

Na competição estarão apenas profissionais.

Ainda no assunto Endurance, a Nissan apostou no milionário Superbowl para
lançar seu LMP1.





















Ousadia pura!

Por fim a história da Marussia.

O veto da Force India dispensou qualquer discussão do Grupo Estratégico
da Fórmula 1.

Formado pela FIA, Ferrari, Williams, Red Bull, McLaren, Mercedes e - pelo
time melhor colocado no último ano - Force India, a turma precisaria decidir
de forma unânime para que a ideia da Manor Racing (novo nome da Marussia)
usar o carro de 2014 fosse aprovada.

O problema aqui é dinheiro (ou falta dele, pra variar).

A Force India está doida para colocar as mãos em parte da grana que a Manor
irá receber nesta temporada.

Por que?

O motivo é que o time de Vijay Mallya não tem acesso ao chassi desenvolvido
para bólido de 2015.

A escuderia terceirizou a produção e não tem recursos para pagar a empresa
responsável pelo trabalho.

Resultado disso?

O Crash Test obrigatório da FIA ainda não foi finalizado e o material (fora de acesso)
aguarda a quitação da dívida dentro de um galpão.

Por isso a tentativa desesperada de pilhar os direitos da antiga Marussia.

Engraçado seria se, depois de tantas artimanhas contra outro time, a Force India tivesse
que pedir para usar o carro do ano passado para iniciar a temporada, não?

A Fórmula 1 vive dias sombrios.