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sábado, 24 de agosto de 2019

Freezer



























Esquentou.

Ou melhor, vai esfriar.

A proposta declarada pela Renault é congelar o desenvolvimento das
unidades de força da Fórmula 1 em 2021.

Por que?

Redução de custos e melhoria no desempenho.

Equilíbrio.

A Honda concorda pelas palavras vindas da Red Bull.

Do lado italiano, a Ferrari não se pronunciou.

Ainda.

Mercedes?

Toto Wolff demonstra preocupação com a proximidade dos rivais
quando o assunto é potência.

E por isso a prioridade é manter a supremacia das Flechas de Prata.

Em Brackley, sede da equipe, o protótipo da unidade de força que
empurrará os carros de Bottas e Hamilton na próxima temporada
já foi ligado.

Uma ousadia.

Pois é a maior atualização da unidade de força da Mercedes dos
últimos seis anos.

Estão se preparando.

Pois o inverno está chegando.

domingo, 17 de março de 2019

Austrália 2019



























Ensaio

De cima para baixo.

Escaldado.

Lewis Hamilton declara sua preferência por Valtteri Bottas como
seu companheiro para 2020.

Ao invés de trocá-lo Esteban Ocon.

Pode ser.

Entretanto ter um piloto como Bottas sem contrato e que não tem
nada a perder ao seu lado durante toda esta temporada não deve
ser um bom negócio.

A frase de Valtteri mandando "se ferrar*..." no rádio e a desobediência
ao buscar a volta mais rápida ligaram o alerta.

Depois.

Stroll não é tão ruim e Kvyat merecia um pouco mais de paciência.

Na outra.

A alegria da Honda com a família Red Bull.

Só penso na McLaren.

Abrindo mão do dinheiro e de ser um time de fábrica.

Por fim.

A Williams é um poço de escolhas e caminhos equivocados.

(haverá um post em breve)

Talvez ser um Time B assumido poderia ser uma solução imediata.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Red Bull, Honda e McLaren






























Você já sabe da confirmação do acordo entre Red Bull e Honda.

Mas talvez existam coisas que não são do conhecimento de todos.

O contrato é por quatro temporadas.

Dois anos com uma opção para mais dois anos.

A unidade de força japonesa já entrega tanta potência quanto
a da Renault.

A Honda cresce hoje sob o olhar de Mario Ilien e o chefe de engenharia
Axel Wendorff.

Este último contratado entre as fileiras da Mercedes.

Entre motores e dinheiro vivo, os japoneses colocarão 300 milhões de euros
por ano na casa dos energéticos (Red Bull / Toro Rosso).

Sem nomear o motor, a Aston Martin continuará como patrocinadora.

A McLaren?

Perdeu a grana e deixou de ser uma equipe de fábrica.

Porém o fato de atender todos os desejos de Fernando Alonso deve estar
compensando tudo, não?

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Emiradenses





























Retratos.

Cenário espetacular.

As habitações locais.

O pensamento em 2018.

E uma alegre despedida para todos. (para todos...)

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Raiz
















































O Blog voltando a suas origens.

De cima para baixo.

Primeira.

James Hunt e Niki Lauda juntos.

O primeiro já havia sido campeão em Fuji.

A imagem é de 1978.

Segunda.

Resgate histórico.

O início da aventura da Honda na Fórmula 1.

Terceira.

Spa-Francorchamps numa visão diferente.

Quarta.

Monte Carlo.

Bruce McLaren com a mão na massa.

Entretanto um vazamento de óleo acabaria com seu final de semana.

Quinta.

Ickx conversando com Frank Williams.

Empurrado pelo motor Ford, o piloto belga não conseguiu sequer classificar
seu bólido para a etapa em Long Beach.

Falta de sorte?

Jacky Ickx então é um azarado que venceu seis vezes as 24 horas de Le Mans,
o Rally Dakar e foi campeão na Can-Am.

Pilotou pela Ferrari, Williams, Brabham, Ligier, McLaren e Lotus na F1 e
subiu no degrau mais alto do pódio da categoria máxima do automobilismo
em oito oportunidades.

Coisas ruins também acontecem.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

A Mais-Valia de Alonso





























Imagem de Fernando Alonso e seus seguidores.

O piloto espanhol segue negociando a renovação de seu contrato com a McLaren.

Pelo lado da escuderia de Woking, Zak Brown gostaria de ter Ferdi em suas fileiras
por mais três temporadas.

O que está pegando aqui é o dinheiro.

A McLaren fez de tudo para se livrar da Honda.

A equipe acha que seu chassi não é digno de um motor com tanto problemas.

A chegada da unidade de força da Renault está repleta de esperança.

Um detalhe importante.

Os bólidos de Alonso e Vandoorne possuem uma bela aerodinâmica graças aos
investimentos maciços dos japoneses.

Assim.

Ganharam um motor mais promissor.

Entretanto deverão perder no desenvolvimento ao longo da temporada sem a
derrama de valores de Sakura.

Isso traz efeito também na hora de organizar o orçamento e definir o salários
dos pilotos.

Quando trocou Maranello por Woking, Alonso obteve um aumento salarial
de 15 milhões de euros.

Se tornando assim o piloto mais bem pago do grid em 2015 com 35 milhões
de euros anuais.

Aproveitando o desejo da Honda em contar com um campeão, a trupe do
espanhol soube negociar os valores.

Luis Garcia Abad e Flavio Briatore conseguiram um ótimo contrato seguindo
o caminho que é trilhado para a Alonso há mais de dez anos.

Ou seja, gerenciamento da mídia de forma incessante com forte valorização
da imagem de Ferdi.

Nos dois anos seguintes (2016 / 2017) os ganhos ficariam em 30 milhões
de euros por temporada pelo acordo.

Em sua quarta tentativa de retomar o título mundial, depois da McLaren,
Renault e Ferrari, Ferdi parece ter entrado em seu ocaso.

Briatore sempre estimou que seu protegido deixaria a Fórmula 1 em 2020.

Com portas fechadas nas equipes mais desejadas, pode ser que a profecia
do empresário, que intermediou o acordo da Pirelli e trouxe a pista de Baku
para a categoria máxima do automobilismo, se realize.

Portas fechadas por culpa do próprio piloto que costuma explodir pontes por
onde passa.

Quando Alonso deixou a Scuderia Italiana, Marco Mattiacci chegou a afirmar
que a vinda de Vettel traria "motivação, entusiasmo, disciplina e trabalho" para
a Ferrari.

Flecha lançada em direção ao asturiano bicampeão.

A Renault hesita em ter os mesmos problemas, enquanto que a Mercedes nem
cogita a hipótese de ter Alonso entre os seus.

OK.

Então o que Fernando tem em suas mãos hoje?

Uma conversa (real) com a Williams que serviu para agregar valor ao seu talento.

(no caso, 25 milhões de euros)

E a McLaren.

Zak Brown está cortando na carne.

Jenson Button será dispensado de seu acordo para que Lando Norris (mais barato)
possa assumir o desenvolvimento do carro a partir de 2018.

Economizando para poder aliviar as contas que serão geradas pelo motor Renault.

Alonso quer liberdade.

Em tudo.

Participação em provas extras (24 horas de Daytona?) e poder sonhar com opções.

Para isso um acordo de apenas um ano poderia encerrar o assunto.

Deixando-o solto no mercado ao final de 2018.

A parte financeira deverá resolvida com ganhos por produtividade.

Um salário fixo em torno de 10 milhões de euros mais bônus por pontuação e vitórias
que poderiam chegar aos vencimentos atuais de 30 milhões de euros (um teto).

O mundo gira.

É a mesma proposta que Abad fez a Ferrari na tentativa de achar uma renovação
para Alonso.

Dispensada por Maranello.

Pois naquela altura Vettel já estava arrumando suas malas para comandar o exército
vermelho.





quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Clipping


























Uns anos atrás...

Ferrari

As atualizações feitas pelos italianos nas últimas provas mostraram que houve
uma mudança na liderança da corrida armamentista.

O carro vermelho é melhor hoje.

Além das melhorias aerodinâmicas, o bólido da Scuderia Italiana possui agora
um sistema de refrigeração mais eficiente.

O que significa uma margem maior para ganho de potência.

A equipe parece ter achado também o equilíbrio na suspensão.

Havia dificuldade para achar o acerto ideal.

O que justifica a diferença de performance entre Spa-Francorchamps e Monza.

Vettel está utilizando todas as inovações.

Criadas debaixo de sua tutela para seu estilo de pilotagem, o piloto alemão se
adaptou rapidamente.

Já Kimi Raikkonen encontrou dificuldades.

O preferiu continuar com a suspensão tradicional.

As duas soluções funcionam.

Houve também alteração no centro de gravidade dos carros.

Ao conseguir baixar o centro de gravidade a Ferrari alcança uma melhor
performance.

E os problemas da Malásia?

O tipo de composto utilizado é a causa.

Houve fadiga de material numa mangueira de carbono em ambos os carros.

A FIA autorizou o reforço, sem penalidade, para que melhore a confiabilidade.

Na visão de Sebastian, o título está em aberto pois ele acha que pode vencer
em todas as etapas daqui até o final.

De qualquer forma a Ferrari tem uma boa base para trabalhar em 2018.

É inegável notar que a presença de Vettel alterou os rumos da Scuderia Italiana.

O fato do time entregar Gina ao seu gosto, mostra seu trabalho e influência.

Ao enfrentar os problemas sem desqualificar seus engenheiros e técnicos e sim
reconhecendo o esforço, traz cumplicidade entre as partes.

Perdemos juntos e vencemos juntos.

Uma filosofia que lembra Michael Schumacher.

Trabalho incessante.

Época em que a Ferrari podia testar e ocupava quatro circuitos ao mesmo tempo
para cavar décimos de segundos.

E colecionar vitórias.

Red Bull e Renault

Max Verstappen venceu.

O time dos energéticos colocou a conquista na conta da aerodinâmica.

Parece que o carro se move sem qualquer unidade de força...

Limites

Falando nisso.

Amarrado pelo contrato, Max Verstappen espera por 2018.

No ano que vem a Red Bull precisará cumprir cláusulas de desempenho para
manter o piloto holandês.

Os interessados no passe do jovem estarão atentos.

Poder

A Renault quer estar entre as grandes.

Apesar do ruído das adversárias, o tal Budkowski está indo mesmo para as
fileiras francesas.

A resposta para a insatisfação dos outros?

"Não estamos aqui para fazer amigos."

A empresa também vai alocar mais recursos em seu time de fábrica em 2018.

É a Renault entornando dinheiro na Fórmula 1.

Cadeiras

A Williams vai testar Robert Kubica e Paul di Resta.

Felipe Massa ainda é favorito para a vaga.

(as fontes dizem que a família Stroll não pode opinar no assunto)

Na Toro Rosso, Franz Tost queria na próxima temporada ceder o lugar de
Daniil Kvyat para Pascal Wehrlein.

(Wehrlein que conta com grande apoio de Toto Wolff na Williams)

Helmut Marko é contra.

Pierre Gasly deverá voltar para a Super Fórmula japonesa e Kvyat poderá
mostrar algum serviço em Austin.

Para não passar em branco.

Há um ruído.

Da Honda com Kubica e Toro Rosso.

O polonês foi muito bem no simulador de Milton Keynes.

Malaias

Valtteri Bottas foi sacrificado duas vezes.

Com o pacote aerodinâmico que não funcionou.

E ainda com a missão de segurar Vettel.

(obrigando o alemão a adiantar seu pit)

Daniel Ricciardo também não foi o mesmo.

Na comparação com Verstappen.

Explico.

O australiano usou o modelo antigo de suspensão e o seu companheiro o novo.

Em Suzuka ambos estarão com equipamentos iguais.

Por Fim

Depois da Caterham, foi a vez do GP da Malásia sumir do calendário.

A China quer outra etapa.

Tudo indica que com o novo acesso ligando a Hong Kong o destino deverá
ser Macau.











terça-feira, 12 de setembro de 2017

Clipping

























Existe uma questão que só poderá ser respondida ao final do GP de Cingapura.

Um mistério.

Onde estará a Red Bull?

A Ferrari considera o time dos energéticos o grande adversário na prova noturna.

Monza foi o sacrifício.

Foi duro abrir mão totalmente da corrida italiana.

Mas os vermelhos estão mirando o mundo.

Vettel será competitivo contra a Mercedes no resto.

A pergunta é se a evolução apresentada pela Red Bull em Monza se transformará
em vitória em Marina Bay.

E, pior, num fator imprevisível para Sebastian e Lewis no restante do calendário.

Certidão de Nascimento

A idade está pesando.

Está complicado achar um lugar para Pascal Wehrlein em 2018.

Com seu cockpit na Sauber prometido para Charles Leclerc, o jovem alemão
se encontra até o momento sem alternativas.

As equipes clientes da Mercedes estão com as portas fechadas.

Isso porque há a necessidade de um piloto com mais de 25 anos por conta
dos patrocinadores envolvidos com bebidas alcoólicas.

Assim os times que recebem unidades de força fabricados pela Mercedes,
Williams (Martini - 15 milhões de euros / ano) e a surpreendente
Force India (Johnnie Walker e Kingfisher - 4 milhões de euros / ano),
irão sempre buscar um piloto que atenda este quesito.

Nas duas opções já há pilotos novos (Stroll e Ocon).

Tudo indica que Wehrlein será um reserva de luxo na próxima temporada.

Recordação

25 anos?

Você lembrou de Felipe Nasr?

Infelizmente, só você.

Lobby

Fique atento.

Parte da imprensa britânica tenta criar um factóide fazendo uma ligação entre
Jolyon Palmer e a Williams.

No lugar de Felipe Massa, claro.

Jogo

A McLaren queria se livrar da Honda e poder utilizar um dos outros três motores
disponíveis.

Mercedes, Ferrari e Renault disseram não.

Toto Wolff chegou a rasgar que não cederia a qualquer pressão.

O comandante de Brackley tinha o regulamento ao seu lado.

Os prazos para definição dos fornecedores de 2018 já havia expirado.

Aconteceram muitas reuniões.

A McLaren mirou o motor francês.

A Toro Rosso queria a unidade japonesa e o apoio que vem com ela.

(e uma provável parceria de fábrica para Milton Keynes)

E a Renault desejava uma compensação para permitir a troca.

A recompensa veio através do nome de Carlos Sainz Jr.

Assim a equipe de Enstone / Viry-Châtillon ganhou um piloto mais competitivo
para suas fileiras.

(um empréstimo por duas temporadas)

Sainz Jr. poderá retornar para Red Bull no caso de uma saída de Max Verstappen
ou Daniel Ricciardo.

Perceba que a Renault também mantém suas opções abertas para o futuro.

Outro beneficiado poderá ser Pierre Gasly.

Fica claro que o maior prejudicado em toda essa transação foi Robert Kubica.

Complicou para o polonês.

Grana

Na nova parceria com a Renault, a McLaren ficará sem apoio da Honda.

Perder 300 milhões de euros por temporada não vai ser fácil.

Os acionistas Mansour Ojjeh e Bahrain Mumtalakat disseram que vão
cobrir o buraco por enquanto (um ano).

Nesse período a McLaren vai caçar novos patrocinadores no mercado.

Ninguém ficou rico rasgando dinheiro.



































Grid

Tirando a Williams, parece que tudo está definido para 2018.

Números

Nico Hulkenberg alcançou a marca de 128 largadas sem chegar ao pódio.

Monstrinho

Trevor Carlin é uma figura que está há mais de 25 anos no automobilismo.

Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel são exemplos de nomes que passaram
na sua unha.

Interessante.

Na hora de apontar o futuro ele não hesita em dizer o nome de Lando Norris.

Hoje na Fórmula 3 e sob o guarda-chuva da McLaren, Carlin afirma que a
jovem promessa é ainda melhor que Vettel e Ricciardo.

E posso dizer que é simpático também.

Acessível, foi bem fácil receber informações da futura estrela.

Olho nele!


quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Clipping



































Tudo indica que o campeonato de 2017 será decidido nos detalhes.

A impressão deixada pela Ferrari em Spa-Francorchamps assustou a Mercedes.

Sebastian Vettel e Gina não deixaram Lewis Hamilton respirar.

O time das Flechas de Prata precisou fazer malabarismos para impedir a vitória
dos vermelhos.

A jogada do quarto motor prateado na Bélgica para continuar usufruindo da regra
antiga do consumo de óleo pareceu brilhante no primeiro olhar.

Porém seria inocente pensar que há idiotas na Scuderia Italiana.

O limite de consumo de óleo perde importância perante a possibilidade de
desenvolvimento que trará melhor confiabilidade e potência para Gina.

E a próxima atualização da Scuderia Italiana pode decidir de vez quem ficará
com o título desta temporada.

A evolução apresentada por Maranello em Spa-Francorchamps, principalmente
após as dificuldades de Silverstone, se deram por culpa da mecânica e design.

Houve trabalho duro para atingir a perfeição no trabalho de suspensão.

A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.

Sim.

Em Monza a Mercedes continua favorita.

Mas não pode cometer nenhum erro.

Como gosta de dizer Helmut Marko, Vettel já sentiu o cheiro de sangue.

Privilegiados

Apenas três pilotos completaram todas as provas de 2017 até aqui.

Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Esteban Ocon.

Toro Rosso

Sean Gelael estará conduzindo pelo Time de Faenza nos treinos livres de
Cingapura, Malásia, Estados Unidos e México.

Parece que alguém está preparando um piloto para o ano que vem, não?

Toro Rosso 2

A Red Bull parece estar dificultando o acordo entre a Toro Rosso e a Honda.

As discussões então avançadas.

O que tem pegado é a questão financeira.

Os japoneses sonham em continuar com a McLaren.

Mas os cabeças da família dos energéticos entendem que a Honda está sem
opções e endureceram o jogo.

(eles querem vender a Toro Rosso, OK?)

A McLaren quer a Renault.

A Renault (através de Alain Prost) diz ser um negócio inviável.

Tem mais pimenta.

Há outros interessados na Toro Rosso.

O pai de Sean Gelael (dono da KFC da Indonésia) é um deles.

A indonésia é um mercado com uma população maior que a brasileira num
espaço quatro vezes menor.

Outro é a Ferrari.

Faenza é logo ali e seria uma ótima solução para o retorno da Alfa Romeo.

A Honda precisa se decidir.

Sauber

Charles Leclerc vem vindo.

Pascal Wehrlein está saindo.

Dos Males

Vão trocar elementos no carro e ele deverá assim enfrentar punições no grid
de largada.

Entretanto a situação está tão esquisita para Max Verstappen que se ele
conseguir terminar a corrida em Monza já está bom.

Renault

Cyril Abiteboul disse com todas as letras que não quer Fernando Alonso vestindo
amarelo.

A razão é que o time ainda está em construção e um piloto frustrado não agregaria
nada.

Ferdi está queimado.

Por outro lado veio a notícia que Robert Kubica deverá conduzir o bólido da equipe
de Viry-Chatillon / Enstone no treino livre da Malásia.

Dilema

Fernando Alonso colocou a McLaren para escolher entre ele e os benefícios que
recebe da Honda.

Um problema que oferece duas soluções, sendo ambas insatisfatórias.

Fácil

Com os pneus mais largos e o downforce do carro atual, Vettel afirmou que passar
pela Eau Rouge ficou bem mais tranquilo do que em anos anteriores.

Falastrão

Depois de ter dito que Vettel não gostaria de ser seu companheiro de equipe
na Mercedes, Hamilton diz que abriu mão de seu sonho de pilotar pela Ferrari
após a renovação de Sebastian.

Emoção

Foi legal ver Mick Schumacher com a Benetton em Spa.

E ele se preparou.

Foram dois dias de testes para não fazer feio.

Reforço

Quem também testou foi Lance Stroll.

Em Hockenheim o piloto da Williams afiou as garras num modelo de 2014.

Novas Praças

Argentina e Vietnam se apresentaram como opções para o calendário da
Fórmula 1.

Os hermanos chegam com o retorno do Autódromo Oscar Alfredo Gálvez
numa nova configuração.

Uma alternativa para o Brasil.

Já os vietnamitas ofereceram as ruas de Hanói.

Assim como os dinamarqueses já fizeram com Copenhagen.

Bate-Bate

Depois de ter dito que Sergio Perez tentou assassiná-lo duas vezes em Spa,
Esteban Ocon se desculpou pelas palavras numa nota.

Por fim

Faz tempo.

Mas a primeira vez num Fórmula 1 deve ser inesquecível.













quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Clipping

























Assim como nos anos anteriores, Kimi Raikkonen foi mais uma vez confirmado
na Ferrari.

Último campeão vermelho.

Não se pode criticar sua tocada.

Pois a pole position em Mônaco coloca todos os argumentos dos que não gostam
da condução do finlandês no lixo.

Raikkonen permanece por não haver um substituto claro entre os novos.

Destaques estão sob contrato.

E Romain Grosjean ou Sergio Perez seria trocar seis por meia dúzia.

Sem falar nos riscos do imprevisível.

Decisão compreensível.

Também Ficam

Stoffel Vandoorne na McLaren e o projetista James Key da Toro Rosso.

Um poderia ficar sem lugar.

E o outro se mudar para a Williams.

Ferrari

Há otimismo e cautela em Maranello para o restante do campeonato.

Existe a previsão de melhorias para a Bélgica e Itália.

(claro que a Mercedes também não vai ficar parada)

A razão indica que não se pode confiar em vitórias.

Sebastian Vettel trabalhará na diminuição dos danos.

Chegar em segundo em Spa Francorchamps e em Monza seria ótimo.

Olhando as circunstâncias.

Mercedes

Lewis Hamilton devolveu a posição para Valtteri Bottas na Hungria.

Nas entrelinhas fica claro que a confiança do time prateado é enorme.

Nas contas (deles), o campeonato é do inglês.

Comparação

Na Haas.

Grosjean quase sempre se qualifica melhor.

Entretanto a quantidade de posições ganhas por Kevin Magnussen a cada
largada chama atenção.

Na Renault.

Jolyon Palmer tem sido em média pouco mais de um segundo mais lento
que Nico Hulkenberg no sábado.

A equipe diz que ainda vai analisar derradeira parte do ano para decidir se
Palmer fica ou não em 2018.

Conversa.

Só um incentivo para ver se o piloto consegue alguns pontos para melhorar
a situação dos franceses no mundial de construtores.

Na Sauber.

Interessante.

Pascal Wehrlein aposta na agressividade da borracha para se destacar na
vitrine.

E sobre Marcus Ericsson.

Sua escolha quase sempre recai pelos pneus ultramacios na maioria das vezes.

Vapor

A Aston Martin não deverá estar presente na Fórmula 1 como uma fabricante
de motores.

Halo

A proteção escolhida pela FIA está dando dor de cabeça no paddock.

O motivo é que muitos começaram a desenvolver os bólidos da próxima
temporada apostando no outro modelo.

O tal Escudo.

Assim muitos projetos foram parar no lixo.

O giro dado por Vettel em Silverstone com o Escudo, e sua sensação ruim,
enterraram a ideia por enquanto.

A palavra do alemão tem peso dois.

Olho

Sabe o Nicholas Latifi?

O canadense da F2?

Então.

Minha Opinião

Estão quietos.

Porém a Renault deve ser um excelente lugar para se estar em 2018.

Newey Trabalha

A Red Bull apresentou dois modelos diferentes do RB13 em Hungaroring.

Daniel Ricciardo largou com um carro com uma distância entre eixos maior
do que a máquina utilizada por Max Verstappen.

Na nova configuração, Adrian Newey deixa o desenho mais semelhante ao
da Ferrari.

Sim.

Ainda longe dos longos Force India e Mercedes.

Curioso para ver se as diferenças para efeito de comparação estarão rodando
na Bélgica.

Unidades de Força

A Honda planeja trazer uma nova especificação em Suzuka para seu motor.

A conversa aqui é sobre potência.

Tentando fazer bonito em casa.

O plano é apresentar uma unidade mais poderosa que a da Renault no Japão.

Esperemos.

Spa-Francorchamps

As configurações dos carros para Spa deverão ser mais semelhantes aquelas
utilizadas em Silverstone.

Portanto as Flechas de Prata possuem vantagem.

Entretanto penso que com a evolução da Scuderia Italiana não veremos uma
vantagem tão gritante quanto foi na Inglaterra.

Lembre-se que houve testes nesse meio tempo.

A Red Bull fez uma escolha bem agressiva dos pneus se olharmos para suas
concorrentes.

Mesmo com a evolução não deveria ser páreo para Ferrari e Mercedes  na
Bélgica.

Talvez uma chuva para dar emoção...

Por Fim

No clima.


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Clipping

























Pronto para disparar.

Mercado

Parece que as coisas estão se definindo.

Para 2018.

Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen na Ferrari.

Max Verstappen e Daniel Ricciardo na Red Bull.

Lewis Hamilton e Valtteri Bottas na Mercedes.

A expectativa é que Fernando Alonso continue com a McLaren.

A permanência da Sauber no universo da Scuderia Italiana abre espaço para
que jovens talentos possam ser encaixados.

No cenário atual, Charles Leclerc está mais próximo de um lugar no time suíço
do que Antonio Giovinazzi.

Explico.

Precisamos lembrar que Frédéric Vasseur (Sauber) possui ótimo relacionamento
com Nicolas Todt que é responsável pela carreira de Leclerc.

E as conversas nos últimos dias entre os dois se tornaram mais intensas.

Leclerc é um jovem promissor que poderá render dividendos numa negociação
futura.

Há apenas uma vaga.

Já que Marcus Ericsson é intocável pois, apesar de Vasseur ter comando total,
o dono da Sauber é sueco.

Por certo, Pascal Wehrlein está em busca de um cockpit para o ano que vem.

Com a Haas (a outra unidade Ferrari) fechada com Kevin Magnussen e Romain
Grosjean, Giovinazzi pode continuar como piloto de testes e reserva por mais
uma temporada.

A porta para Wehrlein poderia ser a Force India.

Saiba que existe um movimento da Renault entorno de Esteban Ocon.

(Perez permanecerá na Force India)

Apesar do investimento em Robert Kubica?

Kubica só perde o lugar em 2018 se realmente não tiver condições físicas.

Posso estar enganado, mas vejo as coisas se desenvolvendo de uma maneira
específica.

McLaren fechando com a Renault (acordo de três temporadas) e Ocon
substituindo Vandoorne ao lado de Alonso.

Tudo depende do acordo de motorização para dizer o momento certo desse
movimento.

(2018 ou 19?)

Chegamos na Toro Rosso.

Antes tudo é necessário dizer que o time de Faenza começa a tomar novos
caminhos.

Começando com a parceria com a Honda.

Interessante notar que a presença do indonésio Sean Gelael não é figurativa.

Muito rico (seu pai controla a cadeia KFC em seu país) o piloto pode estar
disputando uma vaga já para o ano que vem.

Trazendo vinte milhões de euros na sacola, Galael repetiria uma programação
semelhante a que Lance Stroll realizou na Williams até aqui.

O maior ameaçado neste caso seria Danill Kvyat.

A Williams espera os ventos do mercado para decidir sobre Felipe Massa.

Depois?

Ninguém pode prever o futuro.

Vou dizer o que eu penso com as informações até aqui.

2019.

Sebastian Vettel (se a renovação com a Ferrari for de um ano) na Mercedes.

Contrato de dois anos (2019/20).

(antes da mudança das regras de motorização)

Fernando Alonso (que estava em Maranello semana passada) ou Lewis
Hamilton (para quem Sergio Marchionne abriu as portas) na Ferrari.

Os italianos sempre querem um campeão pronto.

Vamos ver.

Unidades de Força

A tendência é que quase tudo deva ficar com está para o ano que vem.

Exceção para a Honda.

McLaren indo com a Renault (já falamos acima) poderia ser o acontecimento
imediato.

A Haas e a Sauber deverão correr com o motor Ferrari sob o nome da
Alfa Romeo.

O acordo com a Sauber acabou livrando a Ferrari de ser obrigada pela FIA
(três equipes) a fornecer sua unidade para a McLaren.

A Maserati seria a marca escolhida para representar a Famiglia na Fórmula E.

Depois do acordo com a Toro Rosso a Honda tem tudo para se casar com a
Red Bull, OK?

Mais ou menos.

Helmut Marko hesita, Franz Tost é a favor e Christian Horner é a voz contrária.

Por enquanto.

Testes

Muitos nomes interessantes experimentaram a Fórmula 1 em Hungaroring.

No primeiro dia a sensação foi Charles Leclerc.

A Ferrari aproveitou o dia para testar um novo fundo.

Sean Gelael conduziu a Toro Rosso e deu 100 giros no circuito.

(superlicença?)

No segundo dia todos os olhos estavam em Robert Kubica.

Temperatura bem alta e circuito exigente.

O polonês cumpriu um programa pesado e completou 142 voltas.

Algo equivalente a dois Grand Prix.

Mesmo com tanta comoção por Kubica, Lando Norris se fez notar na
McLaren com uma excelente performance.

Podemos ver também que a nova asa dianteira que a Red Bull trouxe
para a Hungria sofreu alterações.

Um suporte de titânio apareceu nos testes para impedir que ela flexione
além do permitido pela regras.

É a FIA atendendo Mercedes e Ferrari.

Raikkonen usou muitas alterações no carro.

Sempre andando com o pneu soft (amarelo).

Composto que tem sido mais afinado com a Mercedes.

Para não passar em branco, Antonio Giovinazzi e Charle Leclerc ainda
testam com a Ferrari no programa da Pirelli em Barcelona.

Mudança de programação.

Pois Leclerc, que não estava escalado, foi chamado de última hora.

Cuidado

Massa sentiu tonturas na sexta-feira e no sábado em Hungaroring.

Principalmente após as primeiras voltas.

A substituição por Paul di Resta se fez necessária.

Pode ter sido um mal estar passageiro.

Tomara.

Entretanto se for algo mais sério pode significar o adeus do brasileiro.

Comando

Luta pelo poder entre  Maurizio Arrivabene e Mattia Binotto dentro da Ferrari?

Por Fim

A Cosworth começou a trabalhar em um possível retorno para a F1 em 2021.

Final do atual Acordo de Concorde.

Nome que possui 176 vitórias na categoria máxima do automobilismo.

A FIA e a Liberty (dona da F1) apoiam a entrada de unidades independentes
para diminuir o poder das grandes fabricantes.

O segredo para que a coisa possa vingar é o custo.


sexta-feira, 14 de julho de 2017

A Força da Unidade
















































O tema é motor.

Primeiro a Sauber.

O time suíço parece ter entendido que não existem muitos cockpits
disponíveis no grid.

E quase sempre quando algo é raro acaba se tornando valioso.

Ferrari, Honda e Mercedes procuram espaço para suas esperanças
mais jovens.

Alguns nomes?

Esteban Ocon, Pascal Wehrlein, Antonio Giovanazzi, Charles Leclerc
e Nobuharu Matsushita.

Olhando o mercado, a Sauber resolveu ouvir propostas.

E por isso seu acerto com a Honda esfriou.

A McLaren tem um contrato com os japoneses.

Um acordo tão bom, financeiramente falando, que permite que
a equipe nem precise de um patrocinador master.

Ainda acredito que em algum momento a boa performance virá.

Há capacidade e dinheiro suficiente para isso.

Romper uma parceria como essa seria uma lástima apesar dos
resultados até aqui.

A razão?

Ser um time de fábrica é o mais importante hoje na categoria máxima
do automobilismo.

A Red Bull está louca por uma unidade de força só sua.

As cabeças de Milton Keynes sabem que sem isso não haverá vitórias
no futuro.

Uma notícia é que a Honda decidirá nas últimas provas de 2017 se vai
permanecer ou não na Fórmula 1.

O comando da categoria (Liberty) não quer perder tal marca.

Seria um sinal muito ruim para outras fabricantes que estudam uma
entrada após 2020.

Aqui a conversa se move para a Porsche.

A Volkswagen entendeu que o Endurance não dá mídia.

E depois de cansar de vencer nas 24 horas de Le Mans as únicas coisas
novas que podem vir são a mesmice ou a derrota.

Participando de todas as reuniões que definirão como será a unidade
de força da F1 a partir de 2021, a Porsche vai nas próximas semanas
resolver seu futuro.

Endurance, Fórmula E ou Fórmula 1.

Sendo que a opção de mesclar a Fórmula E com uma das outras duas
deve também está sobre a mesa.

A favor da F1 pesa o fato do motor híbrido ser bem conhecido pelos
engenheiros da Porsche.

Fornecer unidades para a categoria não seria algo tão difícil.

Nem encontrar clientes.

As peças no tabuleiro estão se movendo.

Provável entrada da Porsche.

Caminhos da Honda.

Sauber e McLaren (Unidades da Renault) especulando seus destinos.

E tudo acaba atingindo o mercado de pilotos.

Os próximos dias serão importantes.


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Clipping
























O cavalo amarelo.

Uma Nova Escuderia?

Surgiu um forte rumor sobre o aparecimento de uma nova equipe na Fórmula 1.

Sede na Inglaterra (próximo de Renault, Williams, Mercedes...).

E dinheiro chinês.

A base seria o material humano da falecida Manor.

Christian Horner (Red Bull) admitiu que membros de sua escuderia
receberam convites nos últimos dias.

Apesar de muitos interessados, não houve nenhum pedido oficial de licença
para a FIA.

Ou seja, para a próxima temporada seria impossível.

Uma nota.

Você não vai ler nada do que está escrito abaixo em outro lugar.

Se houver um plano sendo elaborado, o motor será Ferrari.

Pois o modelo da Haas, pioneiro e de baixo custo, pode ser considerado
um sucesso.

Outra.

A Scuderia Italiana não se incomodaria em ter outra unidade de força
sua funcionando no grid e fornecendo informações.

Fiquemos de olho.

Não é a Hora

A aventura (ou desventura) da Honda está assustando os aventureiros.

A Hyundai estava estudando uma abordagem mais forte no automobilismo.

Entenda F1.

Recuou.

Vai ficar apenas no TCR (turismo).

Preto no Branco

A Red Bull tratou de esclarecer o vínculo com seus principais pilotos.

Pra não deixar dúvidas.

Daniel Ricciardo tem acordo até o final de 2018 com opção automática.

Max Verstappen vai ainda mais além com cláusulas bem mais rígidas.

Carlos Sainz Jr. também possui vínculos fortes.

Helmut Marko joga ainda mais luz sobre o assunto.

Os contratos são longos e somente nós (Red Bull) podemos rompê-los.

Proteção Dupla

A Ferrari não hesitou em se oferecer para testar a nova proteção para
os pilotos.

Aquela que foi denominada escudo.

Nós devemos ver o apetrecho no carro vermelho já em Silverstone.

A bondade vem com o desejo de entender primeiro o efeito aerodinâmico
do troço sobre o carro.

Sim.

A irmã de Gina já está sendo planejada.

Williams ou Red Bull?

Se for abandonada pela McLaren, a Honda não deverá ficar sem par
na próxima dança.

Descaminho da Honda

A Honda parece perdida.

Nada dá certo.

Alguns apontam a falta de intercâmbio.

Na Fórmula 1 é importante a divisão do conhecimento.

Isso ocorre ao contratar membros do exército inimigo.

A informação flui.

Exemplos não faltam.

Jock Clear trocou a Mercedes pela Ferrari.

Peter Prodromou saiu da Red Bull e fez morada na McLaren.

Bob Bell trouxe a filosofia da Mercedes para a Renault.

James Allison, que até ontem vestia vermelho, agora recebe ordens
de Toto Wolff.

E saindo do forno, Peter Machin (primeiro nome abaixo de Adrian Newey)
está se mudando para a Renault.

Essas alterações permitem que todos possam se aprimorar.

Melhorar conceitos.

O pensamento é que a Honda tem dificuldade nessa metodologia de trabalho.

Os japoneses tem orgulho de formar seus vencedores.

Pode estar aí a causa do fracasso até aqui?

Boa pergunta.

Mas podemos ir mais além.

Existem sempre dois caminhos para o sucesso.

A história ensina.

O primeiro é a continuidade.

Palavra fortíssima e essencial dentro da categoria máxima do automobilismo.

A Honda abdicou dela.

Ao contrário da Renault.

Os francese nunca tiraram seus olhos completamente da Fórmula 1.

Seja apenas como fornecedora de motores ou com participação em projetos
como Supertec ou Mecachrome.

A continuidade permitiu que a Renault retornasse como equipe na atual
Era Híbrida.

A segunda trilha exige sacrifício.

A Ferrari abriu mão da temporada de 2016 já nos últimos meses de 2015.

Só assim foi possível criar um bólido de primeira linha em 2017.

A Mercedes fez algo semelhante em 2013 ao preparar seu domínio nas
temporadas seguintes.

Lotus, Williams e McLaren já fizeram o mesmo no passado.

Voltemos.

A Honda não fez nem uma coisa e nem outra.

Após deixar a categoria ao final de 2008, não fez questão de preservar
uma unidade de monitoramento visando um retorno competitivo no
futuro.

No alvo!

Ao voltar, encontrou um abismo tecnológico entre ela e suas concorrentes:
Ferrari, Mercedes e Renault.

Pior.

Ao deixar de abrir mão de uma temporada, apostou na modificação de conceito
em sua unidade de força.

Uma eterna metamorfose que busca resultados sem uma devida maturação.

Hoje os japonese estão na sua terceira geração de motores.

Três gerações de unidades de força com diferentes conceitos em três temporadas
seguidas.

Sem resultado.

Com custos que beiram a marca de 1 bilhão de euros (total de três anos).

E um terrível efeito colateral.

O de assustar todo membro da indústria automobilística que pensa em investir
na Fórmula 1.






















terça-feira, 13 de junho de 2017

Clipping



































Tudo francês.

Fala Baixo

A sutileza é uma das coisas que me levaram a comentar notícias no Blog.

Achava interessante como certas coisas passavam em branco nos sites de
informação apesar de se poder ver claramente que havia algo mais em uma
nota ou numa entrevista.

Ninguém disse nada.

Mas houve uma mudança evidente no comportamento de Carlos Sainz Jr.
nas últimas semanas.

Nada a ver com sua desastrosa participação no Canadá.

Falo de antes.

O espanhol se comportava como se a Toro Rosso / Red Bull estivesse
podando sua carreira.

Inclusive impedido sua mudança para a Renault ou outra escuderia de
primeira linha (Ferrari?).

Pois bem.

Sainz Jr. declarou agora que está muito feliz onde está e ainda que vai
esperar por uma oportunidade na Red Bull.

O que alterou o pensamento do piloto de 22 anos?

Acho que primeiro alguém deve tê-lo aconselhado a não explodir pontes.

Ainda mais quando se está em cima delas.

Segundo que o mercado não está para peixe.

A vaga na Renault (Palmer) está lotada de bons candidatos.

E outras portas de fábrica parecem fechadas.

Na McLaren, se Zak Brown fosse substituir Vandoorne (por exemplo),
o nome no topo da lista é o de Lando Norris.

Mercedes e Ferrari vão bem, obrigado.

E aqui entre nós ninguém sonha com Haas ou Sauber.

Terceiro.

Pra piorar, existem sombras dentro de casa.

Na própria família do energético.

Pierre Gasly está ralando como nunca no simulador de Milton Keynes.

E Sebastien Buemi não esconde de ninguém o desejo de retornar para
a categoria máxima do automobilismo.

O campeão da Fórmula E saltou de alegria com o convite de liderar o
teste da Red Bull / Pirelli em Paul Ricard no final de julho com o atual
carro (RB13).

Lembrando que Buemi é terceiro piloto do time.

E que ambiente dentro da Toro Rosso não é bom.

Os dois pilotos titulares estão em constante atrito.

Ninguém é obrigado a tolerar a insatisfação de ninguém.

Ainda mais quando existem opções próximas e fáceis.

Talvez Sainz Jr. tenha percebido que primeiro precisa sobreviver
para depois evoluir.

Rosberg e a Ferrari

Toto Wolff levantou a hipótese numa entrevista.

Em dezembro do ano passado o Blog já havia cogitado a mesma coisa.

Mas como dissemos meses atrás, deveríamos estar sob certas condições.

Vettel indo para a Mercedes seria uma delas.

A fala de Wolff visa mais tumultuar o ambiente da Scuderia Italiana.

Astúcia de Toto.

Posso afirmar (hoje) que Raikkonen está bem perto de outra renovação.

Assim como Sebastian.

Convidado

Rosberg pilotará novamente uma Mercedes F1 (2014) em Goodwood
no próximo mês.

Uma oportunidade de ver novamente o atual campeão mundial na pista.

Tudo Meu

Lewis Hamilton revelou que a Mercedes está mais unida do que nunca na
luta contra a Ferrari.

"Todos os engenheiros estão dando o máximo."

É bom ter uma equipe, depois de tantos anos, só pra si novamente.

Stroll

"Ele está fazendo um bom trabalho.

Com apenas 18 anos e tantas críticas, eu sei que a temporada tem sido
difícil para ele."

Lewis Hamilton

O mesmo que chamou o carro da atual Fórmula 1 de surreal, de tão difícil
que é de controlar.

(Clipping 02.05.2017) Zelo*

O cuidado excessivo de Sebastian Vettel na largada facilitou a vida de Valtteri
Bottas em Sochi.

Deve ser considerado um erro do piloto da Ferrari não ter modificado sua linha
de forma mais agressiva para defender sua posição.

Isso pode ser visto também em certas atitudes de Lewis Hamilton.

A atenção demasiada de ambos é reflexo de um campeonato que tende a ser
decidido nos detalhes.

Sem riscos desnecessários.

Pois deixar de marcar pontos pode ser doloroso demais.

Uma brecha para os intrépidos.

*...continua valendo!

Machucada

Como era e como ficou o carro de Vettel após os incidentes de largada em
Montreal.

Foram 60 giros com dois décimos de perda a cada volta.

Fez a conta?

Gina é valente.














Kubica

O piloto polonês mostrou que está pronto para um retorno para a F1.

Entretanto os próximos passos não dependem mais dele.

A Renault precisa primeiro esclarecer seu plano para FIA.

(todos os testes foram elaborados pela marca do diamante)

E aí a entidade determinará se há condições de segurança para Kubica
correr todo o campeonato.

Se tudo der certo, a Renault será o time mais amado do grid.

E o braço bom de Robert ficará lesado de tanto conceder autógrafos.

Um tempo para a Honda

Cresce o barulho sobre a McLaren trocar a Honda pela Mercedes.

Alguns colocam uma possibilidade inusitada.

O time inglês usaria as unidades de força alemãs apenas por uma
temporada (2018).

Retornando com os japoneses no ano seguinte (2019).

Dando um espaço para o desenvolvimento.

Sei que tem contrato, multa e que a marca do Japão, que está sim
recebendo ajuda externa, não está gostando nada dessa conversa.

Só confusão.

Vou falar que esse troço pode dar qualquer coisa.

Qualquer coisa!

Vingança

No início da atual temporada, durante a apresentação das equipes,
Cyril Abiteboul da Renault alfinetou a Force India e a Haas.

O francês afirmou que a temporada seria para aqueles que tivessem mais
recursos.

E que as duas escuderias citadas não teriam meios de fazer frente perante
a competição na Fórmula 1 em 2017.

Chegou a dizer ainda que todo orçamento da Force India já teria se esgotado
somente para construir os carros.

Vijay Mallya (que negou qualquer negociação com Brabham) não gostou.

E rebateu na tampa ao chefe da Renault.

"Bem, boa sorte para ele.

Talvez ele venha a ter que engolir suas palavras.

Nossa equipe não está preocupada com a quantidade e sim com a qualidade."

OK.

O tempo passou.

Sete etapas já foram realizadas em 2017.

A Force India tem 71 pontos no mundial de construtores enquanto que a
Renault tem 18.

Prato frio.


quinta-feira, 8 de junho de 2017

Clipping















































 O lindo poster escolhido pela Ferrari para Montreal.

Vontade

Impossível não comentar sobre o teste realizado por Robert Kubica
em Valência.

A Renault estava lá, oficialmente, para dar rodagem ao russo
Sergey Sirotkin.

Isso foi feito no primeiro dia.

Entretanto a equipe continuou disponível mais um dia para que
Kubica fizesse seu experimento.

Foi um processo que levou doze meses para ser concretizado.

O volante foi adaptado para que o piloto pudesse compensar a
falta do braço direito.

Aquele mesmo que já passou por dezoito intervenções cirúrgicas.

Durante a programação elaborada pela Renault, Kubica enfrentou
as durezas de um final de semana de Grand Prix em um único dia.

E foi aprovado.

Apesar da desvantagem, o polonês estava pronto fisicamente para
o desafio.

Chegou a emagrecer cinco quilos no último ano.

Um planejamento tão minucioso...

Está claro que a Renault procura um piloto para ser companheiro
de Nico Hulkenberg em 2018.

E Robert Kubica está entre os candidatos.

Musa

A Mercedes faz de tudo para apaziguar sua diva.

Após os testes realizados no Bahrein houve uma mudança sensível
no setup do carro.

Tudo para que a máquina possa lidar melhor com os pneus.

Interessante que a alteração parece ter favorecido mais o tocada de
Valtteri Bottas do que a de Lewis Hamilton.

A falta de estabilidade fere mais o inglês.

Pois Hamilton gosta de agredir mais em comparação com Bottas.

Para esclarecer, a diva é o bólido.

Que foi tratado dessa forma primeiramente por Toto Wolff por conta
de suas reações, por vezes, imprevisíveis.

UP

Ambas, Williams e Force India, vão utilizar a segunda unidade de
força da Mercedes em Montreal.

Tudo dentro do plano original.

Equipe

Pierre Gasly enfurnado no simulador da Red Bull.

Mais de duzentas voltas para encontrar um pouco mais de informação
para Daniel Ricciardo e Max Verstappen.

Cliente Não

Red Bull continua se considerando grande demais para não ter um
motor para chamar de seu.

E é mesmo.

Setembro

Parece que a McLaren e Fernando Alonso deram um basta para Honda.

E o que seria impossível meses atrás começa a ganhar forma.

Uma fala sobre o rompimento entre as partes pode ser ouvido de
boas fontes no paddock.

Acontecendo, Zak Brown fecharia acordo com a Mercedes.

A Honda entrega um caminhão de dinheiro todo ano em Woking.

E permite que a McLaren seja uma escuderia de fábrica.

Não sei a quebra do acordo é o melhor caminho.

Do risco de se tornar protagonista, a McLaren abriria mão de
tudo para se transformar oficialmente numa coadjuvante
tentando ser melhor que Force India e Williams.

Um cenário estranho.

Porque algo não se encaixa.

Estou com várias questões na cabeça.

Estaria a McLaren esperando que a profecia de Eddie Jordan
se cumprisse e a Mercedes fechasse seu time de principal para
apenas fornecer motores na Fórmula 1?

A Honda se contentaria com a Sauber?

A Red Bull, que procura desesperadamente se desvencilhar dos
grilhões da Renault, não abriria tratativas com os japoneses?

E aí?

Alguém tem um pensamento?


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Clipping


















































As duas McLarens.

Melhorando.

Aos poucos.

Honda

Más notícias.

A terceira versão da unidade de força da Honda não será vista no Canadá.

O conceito original tinha a ideia de apresentar um motor mais leve e com alta
eficiência térmica.

Os japoneses conseguiram entregar uma unidade que não pesa tanto e ajuda
na construção aerodinâmica do carro.

Porém a coisa ainda padece na hora de mostrar potência.

Os problemas de vibração foram praticamente resolvidos com alterações tanto
no hardware quanto nos softwares dos carros.

Cada um vem fazendo sua parte.

A British Petroleum (Castrol) já fez duas alterações na mistura do combustível.

Uma na primeira etapa do campeonato e outra quando a Fórmula 1 retornou
para a Europa.

A segunda versão da unidade de força foi incorporada de forma plena na
corrida de Barcelona.

Um novo software melhorado para o mapeamento do motor e outras modificações
que trouxeram finalmente um ganho de potência para Stoffel Vandoorne e Fernando
Alonso.

Na terceira versão se espera que desapareça de vez os problemas que trazem
vibração.

Fornecedores também deverão ser trocados.

Exemplo.

Sai a Magneti Marelli e entra a Bosch nos injetores.

Espera-se que na nova versão haja um aumento na eficiência térmica e assim,
consequentemente, uma redução no consumo.

A McLaren aponta a causa no atraso no desenvolvimento: a cultura da Honda
de não aceitar ajuda externa.

Só que até isso vem mudando.

A Ricardo (empresa britânica que já trabalha com a McLaren) foi quem deu
a soluções de software para a Honda que trouxeram um melhor desempenho
para Vandoorne em Mônaco.

A compra das unidades de recuperação de energia da Mercedes parece ter
sido descartada.

Além da resistência dos japoneses, a Force India foi contrária a ideia da marca
alemã ajudar uma rival direta que pode entrar no bolo do meio da tabela.

Entretanto Mario Illien já está trabalhando para que o MGU-K e o MGU-H
tenham pelo menos mais durabilidade.

Tenso.

Pra você entender, o MGU-H (que recupera a energia térmica) original da
Honda não aguenta duas provas seguidas.

Existem conversas com a austríaca AVL também, devido sua experiência nos
testes com motores.

Para não passar em branco, Masashi Yamamoto, diretor da divisão de Motorsport
da Honda, esclareceu que somente a McLaren continuará desenvolvendo a parte
de motorização com a Honda.

Aquela construção conjunta chassi-unidade de força.

Falando de 2018.

A Sauber ficará mesmo como uma equipe cliente.

Inclusive a escuderia suíça receberá as atualizações com atraso (que beleza!).

Yamamoto ainda confirma que dobrará o número de empregados na sede de
Milton Keynes da Honda para a próxima temporada.

Kubica & F1

Robert Kubica irá testar em Valência com um Fórmula 1.

O polonês não entra num bólido da categoria máxima do automobilismo desde
o seu acidente.

Ele rodará com um Renault de 2012 (antiga Lotus).

O russo Sergey Sirotkin também estará presente.

Segredo do Sucesso

Interessante.

Outro dia destaquei o empenho de Vettel para entender os pneus que estão
sendo usados em 2017.

Nos testes (de 2016) dos compostos que a Pirelli vem utilizando nesta temporada
foi permitido que as equipes alterassem seus carros para ter uma noção do
downforce produzido.

Estamos falando de aumento de asas dianteiras e traseiras para se entender
o efeito sobre as novas regras.

Acredite.

Enquanto Mercedes e Red Bull fizeram um trabalho incompreensível adotando
elementos que nem seriam permitidos em 2017, a Ferrari fez uma obra perfeita.

E tudo nas medidas exatas do novo regulamento.

Claro que as concorrentes também retiraram frutos dos experimentos, mas a
Scuderia Italiana de forma clara saiu na frente.

Sem contar o desinteresse de suas estrelas principais.

Enquanto pilotos reservas passeavam, a Ferrari tratou de rodar com Vettel
e Raikkonen.

Chega a ser engraçado lembrar o que Lewis Hamilton disse no teste de
Abu-Dhabi.

"Estou tão feliz por não ter feito esse teste (com o pneu protótipo), porque
o carro é muito diferente.

Eu fiz algumas voltas no teste de Abu Dhabi no carro de 2015 e era muito
diferente do atual.

Teria sido um desperdício do meu tempo, estou feliz por não ter feito isso.

Não faz diferença."

Hoje a Mercedes W08 é uma diva cheia de vontades, difícil de ser tratada e por
vezes imprevisível.

Dando muito mais trabalho para a Casa de Brackley.

Ao todo, Hamilton rodou 50 km nos testes.

Vettel?

2.228 km.

Calendário

Programação de testes da Pirelli 2017:

18-19 Abril: Ferrari no Barein

16 e 17 de Maio: Renault e Toro Rosso em Barcelona

31 de Maio 01 de Junho: Red Bull Racing em Paul Ricard (pneu de chuva)

02 de junho: Ferrari em Fiorano (pneu de chuva)

29 e 30 de Junho: Red Bull Racing em Paul Ricard

18 e 19 Julho: Williams e Haas em Silverstone

19 e 20 de Julho: McLaren Honda em Magny-Cours

1 e 2 de Agosto: Mercedes em Hungaroring

3 e 4 de Agosto: Ferrari em Barcelona

7 e 8 de Setembro: Mercedes em Paul Ricard

31 de outubro e 1 Novembro: Sauber e Force India no México

14 e 15 de Novembro: McLaren-Honda em Interlagos

Programa

Falando nisso, Antonio Giovinazzi participará de sete sessões de treinos livres
com a Haas no restante desta temporada.

Inglaterra, Hungria, Itália, Malásia, México, Brasil e Abu Dhabi foram os locais
escolhidos.

Somente Kevin Magnussen cederá seu carro seis vezes para o terceiro piloto
da Ferrari.

Calma que o dinamarquês tem contrato até o final de 2018.

Perguntas

Ao final da temporada, quem estará mais valorizado?

Sergio Perez ou Esteban Ocon?

USA

Houve muita festa sobre a participação de Fernando Alonso nas 500 Milhas
de Indianápolis.

Porém um dado não foi muito notado.

A audiência americana caiu quase 10% em relação a edição do evento do
ano passado.

Por Fim

Metade do ano.

Metade.






















quinta-feira, 18 de maio de 2017

Clipping

























Ele já está na Indy.

Lembro de Emerson Fittipaldi comentando sobre sua primeira vez nos ovais
americanos.

Quando ele achava que estava acelerando muito, Mario Andretti passava
atropelando.

Colado no muro.

Há um período de aprendizagem...

Sobre Alonso

A Ferrari (Arrivabene) não quer saber do piloto espanhol.

A Renault não vai arrancar suas tripas para trazer Ferdi.

Já comentei que há uma proposta, mas a operação é considerada de alto
risco em Viry-Chatillon.

No mercado alguns querem vender a ideia de Bernie Ecclestone e Flavio Briatore
assumirem a Force India e aí você pode adivinhar quem seria o piloto principal.

Algo que parece mais ficção do que qualquer outra coisa.

Ninguém acredita num contato entre Alonso e a Mercedes.

Enquanto isso, lá atrás, a Williams continua acenando para ele...

(lugar de Massa, OK?).

(e não se esqueça de Button, de quem não gosto)

Mudou

Felipe Massa reconheceu que houve muitas mudanças na filosofia de trabalho
da Williams.

Os setores estão mais unidos.

Existe a expectativa que os frutos de trabalho de Paddy Lowe apareçam
realmente em 2018.

O Plano

Interessante o projeto da Sauber.

A meta é melhorar as receitas em outras frentes além do patrocínio do carro.

Assim haverá um investimento nas instalações em Hinwil para que o túnel de
vento possa atrair outros grandes clientes além da Volkswagen (Audi).

Por outro lado a parceria com a Honda retira da equipe suíça o status de
cliente já que os japoneses também colaborarão financeiramente.

Em troca, a sede da Sauber se tornaria um centro de desenvolvimento de
engenharia comercial vendendo tecnologia em conjunto com a Honda para
clientes externos ao automobilismo.

Coisa que a McLaren e Williams já fazem.

Tudo isso é parte do plano da Longbow Finance que por contrato também
investirá na Sauber.

A ideia é garantir algo em torno de 100 milhões de euros anuais para sobrevivência
(e crescimento) do time na Fórmula 1.

Antes do lançamento de ações na bolsa de valores.

2018

A Red Bull confirmou Daniel Ricciardo e Max Verstappen como titulares na
próxima temporada.

Palavras de Dietrich Mateschitz.

A declaração vem acompanhada de rumores que demonstram uma movimentação
envolvendo justamente um destes pilotos.

Pergunta

Se na segunda parte da prova em Barcelona Ricciardo andou com um mapeamento
de motor menos agressivo, como ele melhorou o desempenho em relação aos líderes
(Vettel e Hamilton) que brigavam e aceleravam tudo que podiam?

Volta?

Olhando as necessidades do mercado, Felipe Nasr parece estar ganhando aliados
poderosos.

McLaren - Honda -Mercedes

Qual a verdadeira história?

A McLaren realmente abriu negociações com a Mercedes.

Mas não é o que você está pensando.

A parceria não excluiria a Honda.

As tratativas seriam para que os alemães fornecessem o MGU-K (que recupera
a energia gerada pelos freios) e o MGU-H (que recupera a energia térmica
gerada pelos gases).

Mario Illien seria o responsável por garantir que o novo sistema adaptado
(e a parceria) funcione.

Eliminando fraquezas.

Pode ser.









quarta-feira, 17 de maio de 2017

Espanha - 2017



























Primeiro.

O Blogueiro estava viajando com a família.

Daí a ausência.

Mas acompanhei a corrida de Barcelona.

Mais uma prova espetacular.

E esclarecedora.

Está evidente que Mercedes e Ferrari precisam ser perfeitas para poderem vencer.

Em tudo.

Pois há muito equilíbrio.

Lewis se recuperou do infortúnio da Rússia e somou outra vitória a sua carreira.

Vettel dirigiu o fino.

A ultrapassagem sobre Bottas entrou para a história da Fórmula 1.

Falando nisso.

Outra coisa clara foi que a Mercedes não hesitará em sacrificar Valtteri
em favor de Hamilton.

Para que não ocorra nenhum mal entendido, sei que a ação faz parte do jogo.

(e o campeonato de construtores?)

Por conta disso Sebastian perdeu algo em torno de 7 segundos.

Bottas?

Ele que se exploda!

(pensamento dos prateados)

E explodiu.

Foi patético ver o finlandês, que venceu a etapa anterior, fora da corrida e rindo
ao lado de Toto Wolff e do Dr. Dieter Zetsche (Daimler).

Fico imaginando quantas vezes Rosberg passou por situação semelhante.

De descarte.

O abandono do time no final do ano passado, sem avisar e logo após conquistar
o campeonato, deve ter sido uma catarse.

O tamanho do título de Nico só está aumentando com o tempo.

Resta a Scuderia italiana também trabalhar em favor de Seb.

Mais ainda, claro.

Vettel comanda Maranello.

E os demais?

A Red Bull não funcionou.

Daniel Ricciardo quase tomou uma volta.

A Force India é uma das estrelas da temporada.

Esteban Ocon e Sergio Perez conseguiram pontuar em todas as etapas até aqui.

Entretanto Pascal Wehrlein foi o herói.

Aproveitou as saídas de Raikkonen e Verstappen e as mazelas das Williams.

Colocar a Sauber nos pontos é digno de destaque.

Gosto muito dessa geração.

Wehrlein, Ocon, Magnussen...

Agora, somente a McLaren não conseguiu pontuar em 2017.

Como as benesses costumam passar primeiro pelo bólido de Alonso,
Vandoorne sofre um pouco mais.

O maior problema da unidade de força da Honda ainda é a confiabilidade
de certas partes.

Isso está sendo resolvido.

Abaixo, os números.

















terça-feira, 2 de maio de 2017

Clipping



































Eles querem um sistema de franquia.

Reduzir custos seria a chave para as pequenas sobreviverem financeiramente
e competitivamente.

Sauber & Honda

Umas coisas.

O acordo entre a Sauber e a Honda para fornecimento de unidades de força
vai até 2020.

Os japoneses também entrarão com dinheiro.

Algo em torno de 15 milhões de euros em 2018 e o dobro disso no ano seguinte.

Essa parte financeira pesou muito na hora de escolher qual motor moveria os
carros do time suíço.

Além disso, a Honda vai fornecer pessoal que será agregado ao material humano
da Sauber.

Para atender as duas escuderias (McLaren e Sauber) as instalações japonesas
na Inglaterra foram ampliadas.

Parte do contrato reza que pilotos do Japão poderão participar de testes com
a Sauber.

Assim um programa de desenvolvimento para os jovens deverá ser estabelecido.

Coisa que pode beneficiar diretamente Nobuharu Matsushita, hoje na F2.

Yusuke Hasegawa continuará tomando conta da McLaren, que contará com
status de time principal, enquanto que outro nome da fábrica será designado
para a Sauber (equipe cliente).

Para unificar o projeto, a Sauber receberá a mesma gasolina e óleo da McLaren
fornecidos pela Castrol / BP.

Para onde vai Alonso?

Essa é uma grande pergunta para 2018.

O espanhol possui a opção de permanecer na McLaren.

E está com a proposta da Renault nas mãos.

Como perguntar não ofende, a Williams (que tentou Jenson Button no passado)
também se insinuou para Ferdi.

E um ano sabático (e milionário) na Indy (se vencer as 500 milhas)?

Interessante que Alonso não poderá estar em dois lugares ao mesmo tempo.

E temos duas vagas voando em equipes de fábrica...

Newey

A Red Bull trabalha em sua nova versão para Barcelona.

Necessária.

A máquina não lida bem com a temperatura dos pneus.

Mas como sempre acontece nos projetos de Adrian Newey, o conceito
original vai permanecer.

Mudará o processo de desenvolvimento.

Inclusive sanando as falhas nos dados do túnel de vento e simuladores.

Acho que veremos o melhor da Red Bull nas pistas mais para o fim da
temporada.

E um bólido poderoso em 2018.

Um pensamento.

Zelo

O cuidado excessivo de Sebastian Vettel na largada facilitou a vida de Valtteri
Bottas em Sochi.

Deve ser considerado um erro do piloto da Ferrari não ter modificado sua linha
de forma mais agressiva para defender sua posição.

Isso pode ser visto também em certas atitudes de Lewis Hamilton.

A atenção demasiada de ambos é reflexo de um campeonato que tende a ser
decidido nos detalhes.

Sem riscos desnecessários.

Pois deixar de marcar pontos pode ser doloroso demais.

Uma brecha para os intrépidos.

Ensaios?

Depois de ter andado com um carro da GP3 na Itália, Robert Kubica experimentou
uma máquina da Fórmula E em Donington Park.

Por fim

Uma pergunta.

Mesmo após uma traumática separação, por que a McLaren ainda mantém uma
referência da Marlboro (desde os anos 80) em sua logomarca?