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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Rascunho do que está Escrito
Nem bem os testes de Barcelona começaram e eles já se encontraram na pista!
Importante.
Todos os carros rodaram.
Lembrei dos pilotos excluídos.
Saiba que existem boatos sobre Alexander Rossi, Pastor Maldonado, Roberto
Merhi e Will Stevens na Indy.
E o primeiro dia de testes?
Houve destaques na fria pista espanhola.
Sebastian Vettel na ponta.
Lewis Hamilton que cansou de dar voltas.
Foram quase três GPs de uma só vez!
A Mercedes quer seus bólidos andando algo em torno de 700 km por dia.
E os novos carros?
A Manor apresentou cores muito bonitas.
Com toques de nostalgia pura.
O marketing do time de Stephen Fitzpatrick está afiado.
(e não ficou na última colocação! Deixou para o remendo da Renault)
Destaque para a marca da petrolífera Pertamina trazida por Rio Haryanto.
Haryanto que ainda não levantou fundos suficientes para andar a temporada
toda.
(existem prazos para pagar cada parcela)
Mas o apoio do governo indonésio deve convencer para que apareçam
parceiros comerciais também na iniciativa privada.
Normal.
É muito dinheiro.
Alexander Rossi entregou que, em relação a sua proposta, Rio apresentou o
dobro de recursos!
Essa grana trouxe o equilíbrio financeiro necessário para as finanças do time.
Apesar disso a Manor já definiu oficialmente que Pascal Wehrlein será o piloto
número um da equipe.
A saúde financeira em dia e o apoio da Mercedes poderão ajudar no plano
principal de Fitzpatrick.
Achar um comprador e lucrar alguns milhões com a venda da Manor no final
desta temporada.
E a Haas?
Carro limpinho.
Quase sem patrocinadores.
Achei na frente o nome do relógio chique Richard Mille e escondidinho nos retrovisores
a TelCel do mexicano Carlos Slim (Esteban Gutierrez).
Tem que ver isso aí.
A poderosa Mercedes veio para Espanha sem apresentar todas as suas novidades
aerodinâmicas.
O novo bico ("impressionante", segundo Toto Wolff) será revelado somente na
quarta-feira.
Mais?
A malaia Petronas ainda reina absoluta na carenagem.
Pouco falada.
Porém já colocou quase um bilhão de dólares na Fórmula 1 em duas décadas
presente na categoria.
Discretamente a Petronas já desembolsou mais de trezentos milhões de dólares
somente na Mercedes nesses seis anos de parceria com as flechas de prata.
Vale lembrar que o acordo entre as duas termina nesta temporada.
Entretanto as negociações para a renovação do acordo já foram abertas.
A vez da Scuderia Italiana.
A seta indica a presença da Marlboro.
Quem paga define a pintura.
Além do patrocínio, a Philip Morris (dona da marca) é quem banca os salários
de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen.
Trato feito ainda sob o comando de Enzo Ferrari.
Depois de anos de tentativas, foi a única forma da Marlboro conseguir estampar
seu nome no carro vermelho.
O Commandatore não via com bons olhos a indústria do tabaco.
Só mais uma nota.
Marc Gené será o piloto reserva da Scuderia em 2016.
McLaren.
Que coisa!
Desde o final de 2015 havia a ideia do carro vir vermelho e branco.
Cores da Honda.
E de lendas.
Para que Ron Dennis pudesse ceder, em troca a Honda permitiria aumentar
a visibilidade dos outros patrocinadores na carenagem.
Nada feito.
Ron aderiu ao outro lado da força e apresentou essa versão Lego.
Os japoneses então o fizeram engolir um piloto.
Assim o campeão da F3 Japonesa, Nobuharu Matsushita se tornou o reserva
caso Fernando Alonso ou Jenson Button tenham algum problema.
Alguns entenderam o movimento como o primeiro indício de que a Honda se
prepara para ter uma segunda equipe em 2017.
Com o novo sistema de pontuação pra superlicença entrando em vigor no ano
que vem, esses alocações de pilotos passaram a ganhar importância significativa.
Por fim.
A Williams.
Nada sobre o carro.
A notícia é que Frank está envolvido num empreendimento imobiliário.
E, o mais legal, ao lado da fábrica de Grove!
Numa área que foi desmembrada, serão construídas 160 casas que formarão
um condomínio.
Um sonho pra muitos fãs da Fórmula 1!
Veio em boa hora.
A captação dos recursos será importante para completar o orçamento de 2016
da equipe britânica.
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Humberto Corradi
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15:36
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Rascunho Fonz
Reconheceu o jovem que aparece nas fotos acima?
Trata-se de Alfonso Celis Jr.
Ou simplesmente Fonso.
Já falamos dele.
Lembra?
Não?
Então é importante clicar aqui
Celis Jr. será o primeiro a experimentar a nova Force India em Barcelona.
Não só isso.
Pela agenda divulgada, dos quatro dias de testes, o jovem mexicano conduzirá
o bólido da equipe de Vijay Mallya em dois!
Já entendeu?
Sergio Perez e Nico Hulkenberg só vão poder pilotar um dia cada um.
Interessante isso.
Ainda no ano passado o Blog comentou que o programa da Force India
seria bem favorável ao menino Alfonso.
Mas ninguém imaginou que seria tanto.
Conduzido pelo grupo Martiga (que gerencia carreira de pilotos), Celis Jr.
parece ter um futuro garantido na categoria máxima do automobilismo.
Rio Haryanto foi confirmado pela Manor.
Grid completo.
Ele é bom?
Três vitória e cinco pódios na GP2 no ano passado.
Ele é asiático (indonésia), mas conduz de forma a levar seu carro até o fim
das corridas.
Nada de win or wall.
(presente muitas vezes no sangue de pilotos daquele lado do mundo)
É simples, gentil e costuma se dar bem com a equipe por ser muito trabalhador,
daqueles que ajudam até a limpar e carregar coisas.
Pode ser uma boa surpresa.
A Toro Rosso ainda negocia valores com patrocinadores.
Isso também atrasa a pintura do carro por conta da indefinição do tamanho das
marcas dos anunciantes na carenagem do carro.
Não tem como confirmar essas coisas, mas existem boas fontes afirmando que a
unidade de força da Honda continua quebrando mesmo sob as condições ideais
dos testes na fábrica.
Por fim.
O que vai movimentar a mídia nos próximos dias?
A performance dos carros nos ensaios em terras espanholas, claro.
E curiosidade a respeito das cores da McLaren!
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Pequenas Passagens
Três imagens da temporada de 1967.
Em destaque John Surtees.
Talentoso, austero e dedicado.
Sobre ele, Graham Hill disse certa vez:
"Ainda bem que Surtees fez um contrato com a Honda.
Somente os japoneses poderão aguentar seu ritmo de trabalho".
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Humberto Corradi
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Rascunho Cavuca
Vermelha e branca??
Por que não?
Atualmente a Honda é a maior patrocinadora de uma equipe de Fórmula 1.
Mas isso é uma questão menor.
A principal é o motor.
O desempenho deste poderá decidir o destino de Fernando Alonso.
Stephen Fitzpatrick (Manor) tem viagem marcada para Indonésia nesta semana.
Vai decidir de uma vez por todas se Rio Haryanto será ou não piloto de sua
equipe.
Para escrever o Rascunho a gente sempre procura algo a mais.
Informações que possam acrescentar e nos ajudar a entender um pouco mais
esse intricado mundo da Fórmula 1.
Cavuca.
Veja por exemplo o caso de Baku.
O Azerbaidjão receberá pela primeira vez a categoria máxima do automobilismo
nesta temporada.
Foi anunciado um contrato de dez anos.
Aí você descobre que na verdade são cinco + cinco.
Os primeiros cinco anos são obrigatórios e sujeitos a multas no caso de quebra
contratual.
Os outros cinco são opcionais.
A taxa anual cobrada pela FOM é de 30 milhões de euros.
Valor que facilmente dobra se pensarmos em todos os custos para realização
de um GP.
Mais?
O país ainda sofre forte influência da Rússia por conta do petróleo.
Vladimir Putin controla o vizinho com mão de ferro.
E suas boas relações com Bernie Ecclestone devem ter facilitado muito a
chegada da F1 por lá.
Mais ainda?
Fique sabendo que Flavio Briatore é o idealizador da corrida de Baku.
Sim.
Interessante como o empresário italiano está perto e longe ao mesmo tempo.
Talvez nunca mais o veremos numa escuderia.
Houve uma última tentativa quando tentou ocupar o lugar deixado por Stefano
Domenicali em 2014.
Um erro.
Mal sabia ele que naquela mesma temporada Alonso estava sendo varrido e
qualquer pedido do asturiano se tornaria irrelevante.
Quanto mais exigências!
Nada (e nem ninguém) atrapalharia a chegada de Sebastian Vettel.
Por fim.
A assinatura de Kevin Magnussen com a Renault ofuscou a saída de outro
piloto dinamarquês.
Marco Sorensen não conseguiu se manter como piloto de reserva ou de
testes depois da mudança Lotus / Renault.
Indignado, ele colocou a boca no mundo.
Entregou que Carmen Jordá chegou a ser 12 segundos mais lenta que ele
nos simuladores de Enstone.
Sem dinheiro (perdeu o patrocínio da Saxo Bank), Sorensen ficou também
sem espaço dentro do time.
Pena.
Se tivesse recursos, com a saída de Maldonado, ele poderia almejar até
mesmo a titularidade.
Coisas da vida!
E Carmen Jordá?
Quais as razões de mantê-la?
São duas.
A primeira é a exposição que a piloto traz por motivos óbvios.
E vou te contar que a Renault está priorizando mais o marketing do que
os títulos.
A segunda é dinheiro.
Carmem (com certeza) traz recursos para a Renault.
A vaga não é gratuita.
Quanto?
Aí que está a parte mais divertida!
Pode deixar que logo a gente descobre.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Rascunho Jaune
Dia especial para a Renault!
Um retorno.
Vamos ao que interessa saber?
Os pilotos tiulares da escuderia francesa serão Kevin Magnussen e Jolyon
Palmer.
Esteban Ocon será o reserva.
Lembrando que Ocon (que derrotou Max Verstappen na GP3) ainda está
vinculado a Mercedes sob contrato.
Carmen Jordá continua responsável pela parte de desenvolvimento.
Ela diz que nesta temporada estará correndo também em outra categoria.
A tal outra categoria que a jovem deverá desembarcar é a Fórmula E.
Quanto aos patrocinadores conseguimos ver as chiques Devialet (acústica)
e a relojoaria francesa Bell & Ross.
Também marcaram presença na carenagem a Jack & Jones (Bestseller),
EMC, Microsoft, Total, Infiniti, Gravity e Genii, as duas últimas da
Genii Capital.
As áreas ocupadas pela PDVSA no ano passado?
Na tampa do motor foi substituída pela Infiniti, porém a asa traseira ficou
sem nada escrito.
Possivelmente sendo negociada ainda com a Total.
Na parte técnica vale destacar a chegada de Bob Bell que foi uma das
cabeças responsáveis pelo sucesso da Mercedes.
Outra coisa.
O programa de jovens pilotos foi ressuscitado.
A Renault Sport Academy dará apoio nesta temporada as promessas
Oliver Rowland, Jack Aitken, Louis Deletraz e Kevin Jore.
Por enquanto não está claro quem será o responsável por essa parte.
No passado Flavio Briatore iniciou um projeto similar em 2001, o Renault
Driver Development.
Depois do Muro de Cingapura, já sob o comando da Genii, a Lotus repetiu
a ideia com sua Lotus Renault Academy de 2011.
Caçando jovens talentos onde estivesse o dinheiro (China, Brasil...).
Todos os programas anteriores gerenciavam as carreiras dos pilotos.
Algo que poderá ser terceirizado e cair nas mãos de Nicolas Todt.
As cores?
Nada demais.
O carro apresentado é um modelo do ano passado com um bico que não
foi utilizado.
E o amarelo será a cor predominante quando os bólidos alinharem para o
GP da Austrália.
A briga.
Kevin Magnussen esteve com seu novo engenheiro dias atrás.
Houve um forte desentendimento entre os dois.
Tanto que chegaram as vias de fato!
Testemunhas falaram da arrogância do jovem dinamarquês.
Estranho.
Porém já aconteceu um aperto de mãos.
Foi revelado que a Ferrari fez uma proposta para que a Red Bull e Toro
Rosso utilizassem motores da Alfa Romeo.
O plano de Sergio Marchionne era introduzir a tradicional marca italiana
de volta a categoria máxima do automobilismo.
A coisa seria desenvolvida pela própria Scuderia Italiana mas seria diferente
do utilizado por Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen.
Além de ajudar nos custos, a Red Bull poderia opinar na construção.
A história oficial é que o pessoal do energético achou muito caro.
A verdade?
A Red Bull sabe que a Ferrari nunca permitiria que um motor saísse de
Maranelo para bater seus carros vermelhos.
Mais.
Christian Horner não quer dividir com os italianos as descobertas feitas
em Milton Keynes por Mario Illien.
Assim, nada feito!
Max Chilton se move para Indy.
O ex-piloto da F1 comprou sua vaga na Chip Ganassi.
Será companheiro de Scott Dixon, Tony Kanaan e Charlie Kimball.
Honda coloca mais dinheiro na McLaren.
E Ron Dennis concorda em mudar suas cores a pedido dos japoneses.
Vermelho e Branco.
Vamos conferir.
Lembra da história de um outro piloto russo na Fórmula 1?
Pois bem.
A Force India assinou com Nikita Mazepin.
O menino de 16 anos se destaca por ser herdeiro de uma fortuna de
4 bilhões de dólares.
Tava reparando que quem está sem um piloto reserva é a Williams.
Para assumir mesmo, caso aconteça um problema com Bottas ou Massa.
Por fim.
Um conto.
Em 2013 Sebastian Vettel estabeleceu sua base salarial com a Red Bull
para as anos seguintes.
A cada temporada o time austríaco acrescentaria 4 milhões de euros aos
vencimentos do piloto alemão.
Pelas contas, Vettel chegaria em 2017 ganhando 34 milhões de euros.
Aí chegaram as propostas.
Em abril de 2014 (entre os GPs do Bahrein e China) a Ferrari disse ao
tetra campeão que o queria vestindo vermelho.
Em julho (GPs da Inglaterra e da Alemanha) a McLaren também chama
Sebastian para conversar.
Entre salário e premiações os ganhos chegariam a algo em torno de 50
milhões de euros anuais.
Pra definir.
Ron Dennis quer um líder para receber a Honda.
Entretanto Vettel quer a Ferrari.
Agradece a proposta de Woking e avisa a Red Bull sobre o assédio e que
irá sair.
Mas o piloto quer ser valorizado.
Assim ele mostra para a Ferrari os números da Red Bull e McLaren.
A Scuderia Italiana entende a necessidade, aumenta sua aposta e leva o
contrato para ele assinar no Japão.
Vettel coloca seu nome no papel e vincula seu talento ao time italiano
por três temporadas (2015 - 2016 - 2017).
Entre salário fixo e premiações (vitórias, títulos) ele poderá chegar a
receber algo próximo de 180 milhões de euros nesses três anos.
E nem tem empresário...
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Rascunho Nobre
As equipes vão chegando e se instalando em Yas Marina.
Nada a ver com a foto acima.
Ela foi feita cerca de 40 anos atrás.
Como sempre, a Lotus causa suspense.
Está tudo pago?
Não vejo a hora da Renault acabar com essa bagunça.
Os franceses estão investindo na sede de Viry-Chatillon.
Principalmente na parte de pesquisa e desenvolvimento.
Contrataram até o ex-chefe de design de motor da Mercedes, Axel Wendorff.
Wendorff deverá fazer dupla com uma figura antiga da Renault, Rémi Taffin.
Taffin que participou dos dois títulos de Fernando Alonso e das quatro conquistas
de Sebastian Vettel.
Enquanto isso, a Honda está contando com o auxílio do engenheiro marroquino
Gilles Simon.
Pra quem não lembra, Simon tem uma história com a Ferrari.
Chegou na Scuderia Italiana em 1993 para trabalhar com eletrônica.
Promovido, alcançou o posto de chefe do departamento de motor entre 2006
e 2009.
Período em que aparecem dois títulos no Mundial de Construtores e um no
de Pilotos.
Depois de sua saída da Ferrari, Simon trabalhou no projeto Propulsion
Universelle et Recuperation d'Energie (PURE), o tal motor alternativo
que deveria ser introduzido no ano passado.
Torcemos para que as novas cabeças tragam soluções para japoneses e franceses.
Os testes de inverno da Fórmula 1 serão realizados exclusivamente em
Barcelona.
As datas?
Final de fevereiro e início de março.
A tentativa de Bernie Ecclestone e Jean Todt de reduzir o poder das fabricantes
não deu certo.
Fica o entendimento que a tal proposta de um motor alternativo, e mais barato,
era pra isso.
Interessante.
Para ser aprovada, a proposta que foi derrubada, precisaria passar por três
estágios.
Pelo Grupo de Estratégia, formado pela FOM, FIA e mais as Equipes da
Fórmula 1, onde a Ferrari tem poder de veto.
Pela Comissão da F1, formada pelos diretores da escuderias, FOM, FIA,
por patrocinadores, promotores de GPs e a Pirelli.
Curioso.
Nesta Comissão, os patrocinadores com direito a voto são Rolex e Philip
Morris, dona da marca Marlboro (principal patrocinadora da Ferrari).
Por último viria a palavra do Conselho Mundial da FIA.
(só para esclarecer essa burocracia nas decisões)
Ao final da reunião, ficou resolvido entre fabricantes de motor e a FIA,
que haverá um novo sistema de motorização para 2018.
Mais barato, mais simples, eficiente e barulhento!
Frases soltas.
Ron Dennis.
"Se Hamilton estivesse hoje na McLaren, não estaria se comportando
dessa maneira. Eu não permitiria."
Pastor Maldonado.
"Tenho muitos amigos no paddock. E apesar do que pensam alguns, tenho
provavelmente mais amigos que Hamilton. Sou amigo de Alonso!"
Ecclestone.
"É importante para a Fórmula 1 ver a Ferrari ganhando. Quando Vettel
venceu em Sepang, foi fantástico!"
A Red Bull renovou sua parceria com Siemens por mais três temporadas.
Kevin Magnussen deu mais um passo rumo a Porsche.
E falando nisso, não havia um jornalista australiano cobrindo a conquista
do título de Mark Webber na FIA WEC.
A verdade é que a audiência é tão baixa que chega a ser complicado
financeiramente para um jornal bancar um enviado.
Por fim.
A história do príncipe Malik.
O nigeriano que comprou uma participação na Arrows no final dos anos 90.
A engenhosa ideia do nobre africano era tornar sua marca (T-Minus)
famosa por aparecer nos bólidos da equipe.
O plano era atrair com isso investidores interessados em comprar o nome T-Minus
(que era isso mesmo, apenas um nome) para batizar seus produtos.
Havia até o boato de uma parceria com a Lamborghini.
O final?
Não entrou nenhum dinheiro e o sonho do príncipe Malik morreu.
Suas aventuras no mundo do automobilismo passam pelas tentativas de criar um
time na Nascar e introduzir Jason Watt na categoria máxima do automobilismo.
Caso tivesse sucesso nesta última empreitada, Watt teria sido o primeiro piloto
negro da história da F1.
A última notícia que encontrei é que o príncipe estva preso no Texas, aguardando
julgamento por estelionato.
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Humberto Corradi
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domingo, 15 de novembro de 2015
Piada Sem Graça
É estranho criar um Blog.
Mostrar seus pensamentos e convicções a todos não é fácil.
Mas também é interessante.
Você aprende a receber críticas e conviver com elas.
Muitos são ignorantes.
Por isso ignorados.
Mas a maioria traz bons argumentos.
O que acaba enriquecendo a ideia original.
Ontem assisti a internet fazendo piadas sobre a situação da McLaren.
Todo riram.
Inacreditável.
Os próprios pilotos puxaram as anedotas.
Fernando Alonso e Jenson Button dançaram sobre a terra assolada.
Me coloquei no lugar de outros.
Dos comandantes da Honda e McLaren.
O investimento dos japoneses foi extraordinário.
Despejaram dinheiro e trabalho para construírem um motor do nada.
A escuderia fez questão de contratar o que havia de melhor no mercado.
Alonso veio para comandar.
Já a manutenção de Button a peso de ouro foi em nome da continuidade.
Os resultados até aqui foram decepcionantes.
A ponto de espantarem patrocinadores.
Onde está a graça?
O time pode ter dado sorrisos amarelos nas redes sociais.
No entanto ser o palhaço da Fórmula 1 deverá custar caro.
A Honda não retornou para brincar.
A meta é conquistar ainda mais o mercado.
McLaren?
É uma empresa que, além de carros de corridas e esportivos, produz
tecnologia de ponta.
Manchas demoram a ser removidas.
Motivo para que todos devam estar comprometidos.
Por isso condeno as atitudes de Alonso e Button.
Está errado
Eles são a vitrine.
E a McLaren Honda não é a Andrea Moda.
Existe uma história muito maior que os dois drivers.
E ela deve ser respeitada.
Assim como todos os que estão trabalhando duro para que a unidade de força
funcione de forma correta.
Vencer na Fórmula 1 não é fácil.
Demora.
Lembremos do tempo que a Mercedes levou para colher frutos com seu time
de fábrica.
Não cabe escárnio.
"Você está muito mau humorado."
"Todos acharam tudo muito engraçado."
OK.
Entretanto penso diferente.
Se não fosse assim, este Blog não existiria.
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Humberto Corradi
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sábado, 31 de outubro de 2015
Rascunho Drinks
As sondagens da Aston Martin vinham acontecendo de forma constante.
A marca inglesa (controlada por um italiano e com participação da Daimler)
abriu tratativas com Red Bull, Williams e Force India.
Em julho deste ano comentamos sobre isso num Rascunho.
Pois bem.
Segundo a Autosport, a coisa parece ter evoluído com o time de Vijay Mallya.
Mas a coisa não termina aí.
A Diageo (que controla as marcas mais famosas de destilados do mundo) terá
participação importantíssima na nova empreitada.
Explico.
Pra quem não se recorda, três anos atrás, a Diageo adquiriu o controle da United
Breweries.
A gigante indiana do ramo de bebidas que pertencia ao próprio Mallya.
Apesar de ter passado despercebido pela imprensa que cobre o automobilismo, o
Blog destacou isso na época.
Clique aqui para lembrar.
Pois bem.
Como parte dos acordos, empréstimos e pagamentos, a Diageo tende a ganhar uma
presença maior na Force India.
Como proprietária mesmo.
E não apenas como patrocinadora (lembre-se do nome Smirnoff), como faz atualmente.
Pouco mais de um mês atrás, destacamos o fato da McLaren perder o apoio do nome
Johnny Walker (Diageo) na próxima temporada.
Tudo indica que a marca do Whisky será o destaque na futura Aston Martin Racing.
As peças vão se juntando.
E assim este quebra-cabeça vai fazendo sentido.
Com as altas velocidades alcançadas no circuito Hermanos Rodriguez, a Williams
dobrou suas preocupações com os problemas nos freios.
A Ferrari descartou novas alterações em sua unidade de força para esta temporada.
As mudanças trariam grandes alterações no bólido vermelho.
Tanto que para serem aprovadas pela FIA a Scuderia Italiana teria que se submeter
a um novo crash test.
A altitude da Cidade do México fez Sebastian Vettel se sentir mal após o segundo
treino livre.
Por isso todos compromissos que o piloto tinha ontem com a imprensa foram
desmarcados.
Investindo.
A Sauber vai finalmente construir seu próprio simulador em Hinwil.
Manor com problemas financeiros e de comando.
(os cabeças Graham Lowden e John Booth foram demitidos)
Mais.
A equipe já avisou que não vai participar dos testes da Pirelli em Abu Dhabi.
Por fim.
A McLaren já disse que não quer, entretanto a Honda não fechou as portas para
a Red Bull.
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Honda no Papel
Muito legal!
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Humberto Corradi
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domingo, 13 de setembro de 2015
Prova dos Nove
1999.
Na imagem, o piloto Jos Verstappen experimentando para a Honda.
Hoje.
A fabricante de motores estaria querendo testar partes de sua unidade de força
num carro da japonesa Super Fórmula.
O objetivo seria mostrar o tamanho da culpa do chassi McLaren na performance
do bólido da F1.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Rascunho do Meu Primeiro
Viu a foto?
Muita informação na carenagem?
Time pequeno é assim mesmo.
Até na categoria máxima do automobilismo.
Pior é não ter apoiadores.
A McLaren parece viver um drama.
O whisky Johnny Walker e o banco Santander estarão se retirando ao final
desta temporada.
A Diageo (controladora da marca de destilados) vai concentrar suas forças
na Fórmula 1 sem escolher uma equipe.
Enquanto que a instituição financeira espanhola deverá prolongar e estreitar
seus laços com a Ferrari.
Note que nem a presença de Fernando Alonso causou comoção.
O rombo não será tão grande.
Pois os valores que foram cantados em prosa e verso como exorbitantes na
verdade são três ou quatro vezes menores na realidade.
Por que isso?
Para atrair peixes maiores.
Por exemplo.
Se a Sony pensar que o Santander coloca 30 milhões de euros por ano na
equipe de Ron Dennis, poderá apresentar uma proposta luxuosa.
É assim mesmo.
A Williams usa estratégia semelhante ao expor a Martini daquela forma em
seu bólido.
Mesmo num valor promocional.
Faz os pretendentes a apoiadores pensarem:
"Podia ser eu ali..."
Aston Martin? Pode ser.
Voltando a McLaren.
Ninguém vai quebrar.
A questão não é essa.
Pois dinheiro não falta por causa da Honda.
Mas a dependência dos japonese só faz crescer.
Isso sim preocupa.
Já que se tornar refém não é o plano de Woking.
A Exxon fez cara feia quando o nome de Pastor Maldonado surgiu numa
reunião.
(sim surgiu meus amigos, acreditem!)
A petrolífera não quer uma irmã como a PDVSA na sua área de exploração.
Não tá fácil!
Enquanto isso.
Alguns estão notando um excesso de cautela na estratégia da Williams em
corrida.
A busca pela melhor posição no mundial de construtores parece ser a grande
culpada.
A Manor se aproxima da Mercedes (que se livrou de Bernie e da Red Bull).
E Pascal Wehrlein (piloto da Mercedes) se aproxima da Manor.
Aos poucos a Lotus vai se desembaraçando de suas pendências financeiras.
Já é a mão da Renault.
Ferrari e Red Bull devem formar uma parceria na qual os italianos fornecerão
as unidades de força para o time do energético.
Troço impensável alguns anos atrás.
Mas a coisa não deverá durar muito.
Pois a Red Bull quer continuar independente.
Movimentações indicam que a marca caminha para financiar o desenvolvimento
de uma nova unidade através de outra fabricante de motores.
Por fim.
Em 2013 Lewis Hamilton reclamava da falta de competitividade na Fórmula 1.
"Alonso e eu deveríamos poder brigar pelas primeiras posições.
Sinto pelos fãs não poderem apreciar uma luta direta com Seb."
As frases vieram quando Vettel havia ganho sua quarta prova consecutiva na
temporada.
Em 2015 o discurso mudou.
"Não podemos ceder nossos motores para um adversário como a Red Bull.
Não se queremos realmente vencer o campeonato."
Condições iguais?
Mais adversários fortes?
Não quando se está por cima, OK?
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Humberto Corradi
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terça-feira, 25 de agosto de 2015
Rascunho de Articulações
A vida da McLaren-Honda não tem sido fácil em 2015.
Andando sempre atrás, as câmeras de TV não acham atrativos para mostrar os
bólidos da equipe.
Se estamos reparando isso, imagine os patrocinadores.
Atualmente o grupo McLaren conta com 5.400 empregados.
Contra (ou a favor) os mais de 165.000 da Honda.
Apenas mostrando o tamanho das coisas.
E que a fornecedora de motor tem muito mais a perder.
Não devemos esquecer que os japoneses retornaram a Fórmula 1 para expor
sua marca e, por consequência, vender mais carros.
Quanto a próxima temporada, alguns apostam que Jenson Button continua.
Porém Vandoorne fala como se dançasse sobre uma certeza.
No lado da Ferrari existe um rumor que a substituição de Raikkonen ao final de
2016 por Carlos Sainz Jr. ajudaria na renovação do Santander.
De certo há a permanência de James Allison como projetista da Scuderia Italiana
por mais alguns anos.
Hulkenberg diz ter boas opções.
Hulkenberg poderia se mudar para o Endurance.
Hulkenberg sabe as condições da Hass.
Hulkenberg conversa para ficar mais duas temporadas na Force India, com a velha
cláusula de liberação no caso de ser chamado por uma grande escuderia.
Hulkenberg ouviu uma opção da Sauber (para o lugar de Ericsson).
Tudo isso, meus amigos, tudo isso...
Felipe Nasr anda falando grosso e reclamando do seu time.
Coisa de quem é dono do dinheiro e sabe disso.
É só errar um pneu que a turma não perdoa!
Falando sério, a Williams segue trabalhando em duas frentes.
A meta é equilibrar suas contas e se recuperar do caso Bottas.
(Tordo - "Button já estava acertado!!!")
Na primeira vai apertando os atuais parceiros (Petrobras e Martini) para que
desembolsem mais recursos dentro do formato atual.
Na segunda, ainda nas sombras, costura uma parceria maior e de longo prazo.
Por fim.
Difícil dizer como vai terminar a dança Mercedes - Renault - Red Bull.
O cenário?
Os alemães (hoje grandes parceiros comerciais da Renault) esperam um sinal
positivo dos franceses (e somente depois disso) para fechar com os austríacos.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 27 de julho de 2015
Notinhas de Segunda
Apenas algumas coisas.
Resquícios.
Menos que um rascunho.
Todos nós vimos como as Mercedes saíaram mal.
A verdade é que os alemães já estavam testando o novo procedimento de largada
que será obrigatório a partir de Spa-Francorchamps.
Sem a ajuda dos pits a coisa complicou.
Com a Ferrari tão agressiva (e vindo com tanta sede) poderemos ter muitas surpresas
no restante do campeonato.
Tomara!
A conceituada Auto Motor Und Sport fala em Toro Rosso com Honda e Red Bull
com Mercedes!
Duas perguntas.
Por que a transmissão de TV ignorou a corrida de Sebastian Vettel?
Ecclestone e Ferrari de mal?
Pastor acha que os comissários estão muito rigorosos.
Saiba que Maldonado, com as punições, já possui 6 pontos na carteira.
Lembrando que com 12 o piloto é suspenso por uma corrida.
Achando que o time favorece Verstappen, Carlos Sainz chutou o balde na Toro Rosso.
OK.
Talvez por este motivo o italiano Luca Ghiotto (atual líder da GP3) esteja no topo da lista
de aquisições de Helmut Marko para a família dos energéticos.
Williams?
McLaren diz estar tranquila pois Button está sob contrato.
Frase do dia.
"Eu quero ficar, mas não depende de mim."
Raikkonen, Kimi.
41 x 41 em vitórias.
Arrisco dizer que o mito brasileiro ficará para trás ainda nesta temporada.
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Humberto Corradi
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20:27
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sexta-feira, 29 de maio de 2015
Rascunho Moeda
A teoria de Flavio Briatore faz sentido.
Ela diz que a Ferrari se tornou a segunda força da Fórmula 1 graças ao pior
desempenho de Williams e Red Bull.
O empresário italiano baseia sua ideia em duas premissas.
A primeira. já citada acima, diz respeito aos adversários.
A segunda surge ao comparar os tempos que separaram a Scuderia Italiana
da Mercedes em Barcelona (nesta e na temporada passada).
Pois mostram números semelhantes.
A mesma coisa na classificação em Mônaco.
A vitória de Vettel ele explica como sorte (pelo erro tático dos alemães).
Briatore está assim defendendo Fernando Alonso.
São bons argumentos.
Porém posso confirmar (como disse em outro post sobre os motores) que os
italianos evoluíram sim.
E que os erros da Mercedes são causados pela necessidade de montar estratégias
perfeitas.
Coisa que não acontecia na temporada passada dada a superioridade gritante.
Em 2015 existe um adversário, ele é vermelho e está empolgado.
O motor é melhor.
E para brigar pelo título os italianos já perceberam que precisarão de algo novo
para alcançar o ideal aerodinâmico.
Empolgados?
Sim, mas para 2016.
Complicada a história da Renault adquirir uma equipe.
As opções parecem limitadas entre Toro Rosso e Lotus.
A segunda, por conta do preço, poderá ser um negócio mais fácil.
A FIA deixou aberta até o dia 30 de junho a possibilidade para que interessados
possam inscrever novas escuderias para o circo da Fórmula 1.
Sobre isso vale uma observação e dois boatos.
Equipes podem estar trocando de mãos.
A Honda estaria bancado um novo time.
E a francesa Art Team desembarcaria na categoria máxima do automobilismo.
Com presença na GP2 (hoje com Vandoorne - McLaren - e o japonês Matsushita),
GP3 e DTM, o time que já contou com nomes como Bianchi, Maldonado, Hulkenberg,
Grosjean, Nico Rosberg e Lewis Hamilton, parece sonhar novamente em subir o mais
alto degrau.
Novamente porque já houve tratativas no passado para entrar na Fórmula 1 (em 2010)
com o apoio da Toyota e Michelin.
Por fim.
Quem sabe não esse seja isso que falte para Fernando Alonso?
O grande segredo de Vettel!
A moeda que o piloto alemão carrega sempre em sua sapatilha direita.
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Humberto Corradi
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17:30
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sexta-feira, 24 de abril de 2015
Espirito da Coisa
Interessante saber quem pode mais.
Primeiro os mais fracos.
A Renault estabeleceu um limite muito humilde.
Está pagando um preço alto por isso.
Pergunte a Red Bull.
A Honda foi um pouco mais ambiciosa.
OK.
Começou devagar.
Mas em Silverstone (no mais tardar em Cingapura) Fernando Alonso
e Jenson Button deverão estar andando a frente dos que usam bólidos
empurrados pelos franceses.
Ferrari está nesta temporada mais forte que a Mercedes.
E deverá se apresentar todo o seu poder na terra dos Villeneuve.
Os alemães já descobriram isso, claro.
Fique sabendo que em Barcelona estarão no ápice.
Porém com a ameaça (real) da Scuderia Italiana, a estrela de prata
tem convicção que necessita de mais.
E já trabalham para atingir o céu.
Um post só sobre as unidades de força da categoria máxima do
automobilismo.
É bom falar de vez em quando apenas sobre a alma.
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Humberto Corradi
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domingo, 29 de março de 2015
Rascunho Hot
A Mercedes claramente subestimou a Ferrari.
Mas resumir a vitória da Scuderia Italiana assim seria simplista demais.
O bólido vermelho trata os pneus com mais carinho.
E tem uma forma diferente de carregar suas baterias nas retas.
As soluções de Maranello mais a competência de Sebastian Vettel fizeram a
diferença.
Me impressionou o ritmo de corrida da Ferrari semelhante (por vezes melhor)
ao da Mercedes.
O calor em Sepang também castigou.
Lewis chegou a queimar as mãos ao tocar seu volante.
A Honda parece ter entregado os pontos.
A unidade de força e a gestão da equipe responsável não estão funcionando.
Ouviremos falar de intervenções mais agressivas da McLaren.
Bernie Ecclestone chegou na Malásia cheio de ideias.
Pontuação para a classificação com grid invertido.
E uma categoria exclusiva para as mulheres.
Nesta última, Susie Wolff foi sagaz ao questionar onde Bernie encontraria
tantas meninas...
Atenção para o mercado financeiro.
Toro Rosso indo para a Renault.
Red Bull se aproximando da Audi.
E os direitos da Fórmula 1 parando no bolso de Dietrich Mastechitz.
A CVC Capital Partners (atual detentora da F1) moveria seus investimentos
para a moderninha Fórmula E (e sua impressionante rentabilidade).
Parece novela, porém a Sauber ainda não se acertou legalmente com Adrian
Sutil.
Eram quatro por temporada?
Mudou.
Agora são cinco motores pra cada piloto.
Nico Rosberg?
Desisto amigos.
Arrego.
Está se tornado dia após dia um novo Gerhard Berger.
(quem viveu a Era Senna entende bem o que estou falando)
Uma pena.
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Humberto Corradi
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11:54
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domingo, 15 de março de 2015
GP da Austrália 2015 (Albert Park)
Primeiro o mais importante.
Agradecer a todos pelo incentivo e apoio.
Esse é o combustível que move o Blog para mais uma temporada.
E a corrida na Austrália?
A transmissão foi muito estranha.
Vaidade de Galvão Bueno?
Necessidade de aparecer?
Atores, pilotos, Giba.
Fiquei imaginando se a Globo fosse dona da Fórmula 1 como é do Futebol
brasileiro.
A Manor e McLaren estariam no lata velha do Caldeirão do Huck.
Performance.
Hamilton foi absoluto.
A Mercedes quer se tornar uma marca associada ao vigor e a juventude.
Essa é a motivação do investimento na categoria máxima do automobilismo.
Lewis é a estrela, mas Alonso (está comprovado) vende mais.
Interessante dilema, não?
Nico Rosberg não decepcionou.
Vettel dividiu a curva com Raikkonen de forma limpa.
Mas mostrou ali que não vai abrir mão de seu sonho vermelho.
Massa estava bem seguro.
Felipe Nasr impressionante.
Diria que foi perfeito (ousadia com resultado).
A Honda foi um desastre.
Houve muitos erros, imprevistos e defeitos por parte de diversas equipes.
Sainz Jr. (tempo no box) , Raikkonen (roda solta), Magnussen (motor),
Kvyat (câmbio).
Parecia um joguinho de resta um.
Acabou sendo muito bom para a Sauber (quem diria?) e a pra Force India
conseguir seus pontos.
No mais, a FIA não vai permitir que a Manor repita o teatro na Malásia.
E a Red Bull parece estar cansada da Renault.
Renault que fez uma oferta formal para adquirir a Toro Rosso.
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Humberto Corradi
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10:21
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Rascunho Andaluzia
OK.
Os testes se seguem.
Vettel esteve entre os que andaram mais e ainda foi o mais rápido.
Positivo com positivo dá positivo.
Bom para a Ferrari.
A Mclaren Honda esconde o jogo.
Nada demais.
Apenas experimentando o conjunto na pista (sem riscos) antes de mostrar
tudo o que pode fazer.
A Mercedes ainda me parece suprema.
Para alegria dos brasileiros, a Sauber vem testando de forma tranquila.
Porém não aconselho a ninguém depositar suas fichas nos números azuis e
amarelos.
Williams e Toro Rosso (bravo, James Key!) também andaram bastante.
Até o anti-doping dos pilotos (Jason, Bottas e Kvyiat) não trouxe notícias.
Então, tudo bem?
A McLaren ainda vai mostrar suas novas cores.
Assim como a Red Bull!
A Williams contratou mão-de-obra barata que estava dando sopa após o
desastroso ano de Marussia e Caterham.
Lewis Hamilton já disse seus números de renovação para Toto Wolff.
E ainda considerou um blefe a opção "Alonso".
Pelas imagens que chegam da Espanha, as cartas estão na mesa em Andaluzia.
O acordo pode tardar mas há a tendência de ser concretizado.
O Tordo?
Tomou chuva por lá!
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Humberto Corradi
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16:56
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Rascunho Difícil
Da situação da Sauber pode-se falar tudo.
Menos que é algo inesperado.
Durante a temporada passada (ou antes) o Rascunho foi contando uma história.
No final de 2013 (dezembro) o Blog disse que a tentativa de Felipe Nasr entrar
na equipe se dava por conta do dinheiro e nada tinha a ver com talento.
Em agosto do ano passado, ficou claro que o plano que envolvia os patrocinadores
russos (e Sirotkin) não vingaria.
A crise política envolvendo a Russia e a Europa impediu qualquer evolução de
um acordo.
No mesmo mês conversamos que os atrasos nos pagamentos para a Ferrari
dificultavam até mesmo o orçamento da Scuderia Italiana, que contava com
esse dinheiro para o contínuo desenvolvimento do motor.
Os pilotos para 2015, que já estavam definidos (Sutil e Giedo), passaram a
ter um horizonte nebuloso.
O dinheiro precisava entrar e os cockpits seriam boas fontes, já que não havia
perspectiva de um patrocinador.
(o sonho de ter a grana do bilionário Lawrence Stroll se findava).
Nada deu certo.
Veja quantas coisas e quantos nomes: Sirotkin, russos, Lawrence Stroll, Simona
de Silvestro (que achou que conseguiria levantar 25 milhões de dólares!)...
Em novembro o leilão dos pilotos terminou.
A equipe respirou.
Pois "nasce um otário todos os dias".
No site do Grande Prêmio veio a atualização desse cenário.
Ainda falta dinheiro e Peter Sauber vive do favor e benevolência da Ferrari.
Falando em complicações.
Marussia e Haas, vai?
Lembra que você leu aqui sobre a surpresa de Hockenheim ao ser citada por Bernie
Ecclestone no imbróglio com Nurburgring ?
Agora sabemos o porquê.
Não há acordo com nenhuma das pistas.
Interessante.
Olhando os resultados dos últimos anos (Mercedes e Red Bull), está claro o tamanho
do investimento para chegar ao título nestes novos tempos.
Algo em torno de 1 bilhão de euros (num período de três ou quatro anos) antes de obter
uma conquista.
O planejamento dos alemães mostra a continuidade da derrama de valores para
perpetuar seu domínio (mais 5 temporadas).
E os japoneses da Honda estão na mesma toada.
Lewis Hamilton colocou panos quentes em sua negociação com a Mercedes.
"Eles querem e eu também quero a renovação..."
Sim, mas não devemos esquecer que Toto Wolff já citou os substitutos Fernando
Alonso e Valteri Bottas (caso precise).
Muitas pontas soltas, não?
A Force India apresentou seu carro, porém vai se atrasar nos testes.
A verdade é que o novo túnel de vento utilizado pelo time mostrou muitas falhas
no projeto original.
Por fim, o novo projeto de Jacques Villeneuve.
A Área 27.
Um complexo no Canadá que envolve circuitos (Karts também), hotel, clube e
restaurantes.
A coisa pretende ser um centro para aprendizado, exibições, test track e competição.
Tudo respeitando a atual regulamentação da FIA.
Humm...
Você pode ter uma ideia da proposta aqui no site oficial.
Tem até um vídeo do traçado da pista principal abaixo.
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Humberto Corradi
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12:18
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Rascunho Claro
A felicidade é inegável.
Dias românticos (retornaram???) na Fórmula 1.
Acho que que pode ser isso.
Até aqui a Lotus aguentou bem as batidas da FIA no crash-test.
Mudaram os donos de Nurburgring.
E mudou a conversa.
Bernie Ecclestone não gostou e (a surpresa e desprevenida!) Hockenheim está
de volta.
Falando em circuitos, com o novo plano de urbanização, Mônaco (!) deverá ter
seu traçado alterado nos próximos anos.
McLaren (depois de encerradas as conversas com a Telefonica) deverá vir lisa
novamente.
Mais mídia para a Honda.
Ainda sobre o pessoal de Woking.
Antes de ter seu acordo renovado, ao buscar alternativas, Jenson Button abriu
conversas com a Williams e com a Lotus.
Apenas a segunda opção ofereceu um contrato.
Nada perto (compreensível, dada a condição da Casa de Estone) de valores
aceitáveis.
Do outro lado, Ron Dennis ofereceu 6 milhões de salário mais bônus por produtividade.
Baixo.
Button tinha um sinal da Toyota (concorrente da Honda, claro) o apontando para
Le Mans.
O que levou a grande virada.
Os japoneses (da Honda) não queriam ver o piloto nas linhas inimigas.
Assim a parceria foi renovada.
Com 8 milhões de euros de salários mais bônus (melhores que os anteriores).
OK.
Nada perto dos antigos 16 milhões euros.
Fechando dessa maneira a porta para o promissor Magnussen.
(e seus números extraordinários)
Olhando agora, me parece que faltou um "empresário" para Kevin poder continuar
no jogo.
Ou, se preferir, não basta ser bom jogador, é preciso conhecer bem as regras.
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Humberto Corradi
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11:02
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