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sexta-feira, 6 de março de 2015
Indy
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Humberto Corradi
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Avulsas
Fotos soltas relacionadas ao time de Maranello.
De cima para baixo.
As instruções para desenhar o Cavalo Rampante.
A Ferrari 250 GT com a carroceria de Piero Drogo.
E Alberto Ascari removendo as marcas que o identificavam como rookie
em Indianápolis.
Mais sobre Ascari?
Clique aqui.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 7 de março de 2014
Rascunho FDS
Imagem da Fórmula 1 em Portugal.
Estoril.
Motivada pelas melhoras (o cara estava de molho!) do Luso-brasileiro
Paulo Alexandre Teixeira, o Speeder76.
Piloto do blog Continental Circus e nosso parceiro.
Força aí meu amigo!
Numa conversa despretensiosa e televisionada, Niki Lauda e Helmut Marko
trocavam ideias quando surgiu a informação sobre o contrato de Sebastian
Vettel.
A ligação do atual campeão com a Red Bull iria até 2017.
Duas coisas eu sei.
Que o piloto vai ganhar um aumento de salário estratosférico nesse novo
acordo.
E que umas das exigências foi a permanência de Adrian Newey no comando
dos projetos do time dos energéticos durante esse período.
Ainda em 2012 (quem acompanha o Blog sabe) fiz um post comentando que
Jenson Button deixaria a Fórmula 1 em 2015.
Eu sinceramente espero que Kevin Magnusses faça um excelente trabalho neste
ano e portanto permaneça no Reino de Woking.
Qualquer coisa diferente disso seria decepcionante.
Vai por mim: ele é um ótimo piloto, faça chuva ou faça sol.
Restaria então uma vaga.
E que vaga...
Com investimentos da Honda a partir de 2015 acima de 150 milhões de dólares
por ano, a McLaren não tem direito de escolher um motorista qualquer.
Lembrando que quem saiu em busca de dinheiro não terá mais essa desculpa.
Algum palpite, meus amigos?
O conselho de Long Beach não sabe o que quer.
Fórmula 1 ou Fórmula Indy?
Dúvida cruel.
Jules Bianchi foi assaltado em Paris em plena Champs-Elysées.
O piloto da Marussia estava andando e fumando (!?!) com um amigo, quando
foi atacado por três meliantes.
Bernie Ecclestone revelou que sua esposa, a brasileira Fabiana Flosi, quer um
bebê.
Bernie foi pragmático.
"Imagine ela com 6 anos na escola. E com 90 anos o pai aparece para buscá-la.
Você não pode fazer isso com a criança..."
A Williams atualizou nesta temporada o logotipo do carro que faz homenagem
para Ayrton Senna.
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Humberto Corradi
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14:44
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segunda-feira, 3 de março de 2014
Jules Goux
Tudo começou no início do século passado.
As corridas de automóvel ganhavam um destaque cada vez maior.
E a coisa virou febre quando o milionário dono do jornal New York Herald decidiu
promover uma prova especial.
A Gordon Bennet Cup trouxe a rivalidade entre os clubes de automóveis dos países
europeus.
Foi assim que as cores de corridas nacionais surgiram.
Branco para a Alemanha.
Vermelho para a Itália.
Azul para a França.
E o verde adotado pelos britânicos.
Quando assistiu uma dessas provas, o jovem Jules Goux foi tomado pelo vírus
da velocidade.
Esse engenheiro francês da Peugeot resolveu então se aventurar nas pistas.
Foi ganhando experiência e logo se deu bem.
Talentoso, faturou em 1908 a Copa da Catalunha em Sitges.
O feito chamou a atenção da empresa onde trabalhava.
Logo Goux entrou na equipe da Peugeot e se tornou piloto oficial da marca francesa.
Com o apoio as vitórias foram se sucedendo.
Coppa Florio na Itália.
O bicampeonato em Sitges, Ostende na Bélgica, Dijon...
Quando venceu em Le Mans a Peugeot decidiu que era hora de mandar seu time
atravessar o Atlântico.
Assim, em 1913, Jules e seus companheiros foram fazer história em Indianápolis.
Foi então que na terceira edição das 500 milhas Jules Goux se tornou o primeiro
estrangeiro a vencer a lendária corrida americana.
Não só isso.
Ganhou com a maior diferença da história.
13 minutos e 8 segundos.
Boquiabertos, os americanos viram o piloto francês a cada parada durante a prova
saborear um pouco de Champagne.
Perguntado sobre isso, Goux respondeu de forma espirituosa aos jornalistas.
"Sem o bom vinho, eu não conseguiria terminar."
No ano seguinte a nefasta Primeira Guerra Mundial interrompeu sua trajetória
vitoriosa.
Seu último grande feito foi a conquista do primeiro GP da Itália, em Bréscia.
Goux faleceu em 1965.
Vítima de uma alergia.
Estava em casa.
Em Sochaux.
Tranquilo.
Seguro.
Pois estava perto das fronteiras da fábrica da Peugeot.
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Humberto Corradi
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03:00
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Rascunho Café
Monza.
1969.
Falando em circuitos, Sochi está praticamente pronto.
Pelo menos já dá pra sentar nas arquibancadas.
Eu vi.
Os organizadores dizem que mais de 90% da pista está concluída.
E o senhor Ecclestone quer que os russos se movimentem um pouco mais
para que em 2015 a etapa também se junte as outras noturnas do calendário
da Fórmula 1.
Tudo indica que Vettel não (não é não, OK?) está participando de nenhum
processo de compra de Nurburgring.
Alguns números.
Na Williams, contrato de um ano para Felipe Nasr e de três para Felipe Massa.
Outra do time de Frank.
Rob Smedley foi anunciado oficialmente.
Junto com ele chega Richard Lockwood, ex-Marussia.
Smedley vai coordenar a ligação da equipe com a fábrica em cada GP.
Enquanto que Lockwood vai trabalhar nas estratégias de corrida.
Jacques, aquele filho do Gilles Villeneuve, vai disputar as 500 milhas de Indianapolis
deste ano.
Simona de Silvestro x Susie Wolff.
A primeira.
Simona é mais nova.
Pergunta.
Em meio a tantas contratações, por que todo esse movimento na Cosworth?
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Humberto Corradi
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16:02
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Up to Date
Lotus...
Termina hoje o prazo para que a Quantum deposite o dinheiro na conta da Genii
Capital. Caso não aconteça a Lotus irá partir para o plano alternativo.
Assim o time deverá anunciar lPastor Maldonado como companheiro de Romain
Grosjean em 2014.
Crédito para Cesar Castillo que há mais de dois meses cravou no site Camaroons F1
que isso ocorreria.
A chegada do venezuelano com o apoio da PDVSA será um refresco. A escuderia
passa por muitas dificuldades financeiras e continua a perder bons profissionais para
as adversárias.
A última pilhagem foi feita por Tony Fernandes ao negociar o empréstimo de Heikke
Kovalainen.
O preço?
A liberação de dois engenheiros ligados ao pessoal de Estone. Com isso a Caterham
continua o processo de melhoria em seus quadros. Olho na equipe verdinha.
Só mais uma sobre a Lotus.
Davide Valsecchi, terceiro piloto que perdeu a oportunidade para Heikke, andou
desabafando para seus fãs.
E as palavras não foram bonitas.
Supresa
A mudança de última hora nos planos da McLaren quebrou as pernas de
Sergio Perez. O piloto mexicano ficou sem muito espaço para negociar uma
vaga no grid de 2014 mesmo com o apoio da TelMex.
Cito o exemplo de Felipe Massa, que liberado mais cedo pela Ferrari, conseguiu
achar um lugar na Williams.
A decisão sobre Perez foi tão inesperada que até Jenson Button se surpreendeu com
a escolha de Kevin Magnussen.
A troca apressada foi motivada pela confirmação do acordo com o novo patrocinador
que em breve será conhecido por todos.
Adeus
Dario Franchitti se aposentando na Indy.
As Boas Vagas
Minha maior curiosidade é saber quem serão os pilotos de Sauber e Foce India
para a próxima temporada.
Na imagem: Bicos. Amarelo o atual e em laranja o que será.
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Up to Date
Tentando Salvar
Na capital venezuelana, a Williams tenta salvar seu acordo de patrocínio com
a direção da PDVSA.
A informação é que a empresa petrolífera estaria disposta a pagar a multa e
quebrar o contrato com a equipe de Frank para favorecer a Lotus.
Parece que a pressão de Pastor Maldonado está fazendo efeito.
Verdade
Ao contrário do ano passado quando vivia inventado negociações, Heikki
Kovalainen está mais realista e admite que conversa apenas com a Caterham.
Cockpit
Sebastien Bourdais deverá ser o substituto de Tony Kanaan na KV Racing.
O brasileiro defenderá em 2014 a Chip Ganassi.
Vem no Fluminense
Depois da Fórmula 1, a Red Bull parece ter decidido entrar de vez no Futebol.
A marca estaria interessada em adquirir um time da primeira divisão inglesa.
Na lista de possibilidades consta o nome do Liverpool.
Opção
O desinteresse da McLaren até agora em contar com Jenson Button após
2014 despertou as antenas de outras escuderias.
As interessadas?
A Red Bull (caso Ricciardo seja um desastre).
A Ferrari (se a dupla Kimi - Alonso implodir).
A Mercedes (reeditando o harmonioso casamento com Hamilton?).
E até mesmo a Lotus.
Os times não descartam ter o piloto como um plano B.
Repare que em quase todos os casos como segundo piloto.
Acho que Button ainda consegue portas abertas por conta do título de 2009.
Se não fosse por isso estaria na mesma situação, difícil, que hoje se encontra
o brasileiro Felipe Massa.
Na foto: a série de selos homenageando o Leão.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Jim
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Humberto Corradi
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terça-feira, 27 de agosto de 2013
Sem Futuro
Imagens da Indy.
Muito bonito.
No entanto a coisa vai mal.
Tudo fica claro quando o vencedor das lendárias 500 milhas de Indianápolis está
com o futuro incerto na categoria.
Sim.
Pode acreditar.
Tony Kanaan ainda não tem patrocinador para 2014.
Já gostei da Indy.
Até brigava quando alguns sites especializados não davam espaço ou desprezavam
as corridas americanas.
Hoje acho tudo uma bagunça.
Cheio de regras estranhas.
Um grande desperdício.
Pois poderia ser a segunda grande opção para os pilotos que não conseguem
espaço na Fórmula 1.
Kamui Kobayashi, Luiz Razia, Bruno Senna, Heikki Kovalainen, Timo Clock,
Susie Wolff, Alexander Rossi, Davide Rigon, Sam Bird...
Nomes interessantes que trariam um tempero especial junto com os tradicionais
Takuma Sato, Scott Dixon, Dario Franchitti e Helio Castroneves.
Mas não.
O troço não consegue ter um poder de atração real.
E pilotos acostumados com Fórmula acabam por se aventurar no Rally, Turismo e
Endurance.
Deu para perceber que há uma lacuna a ser preenchida?
E que existe um espaço que com planejamento e inteligência poderia ser facilmente
vendido?
Não sou o dono da verdade.
Porém não é necessário ser um gênio para notar que a Indy está num dilema.
Precisa evoluir, consertar os erros e se fortalecer ou então permanecer na estrada da
ruína.
Seus concorrentes conhecem seu potencial.
E por isso buscam esmagá-la de qualquer maneira.
Varrer do mapa.
Não é brincadeira.
A Nascar aos poucos vai invadindo o templo sagrado das 500 milhas.
Enquanto numa outra frente a Fórmula 1 finca suas bandeiras nos Estados Unidos.
É uma guerra.
Na qual a Indy não tem direito de se defender.
É sua única opção para sobreviver.
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Humberto Corradi
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domingo, 23 de junho de 2013
USA
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
3ª Geração
Talvez fosse o desejo maior de seu avô.
Ver o neto brilhando na categoria máxima do automobilismo
Porém na mente do garoto havia o sonho de vencer um dia as lendárias
500 milhas de Indianápolis.
E aí?
Alguém saberia dizer quem é o piloto que aparece na imagem experimentando
um Fórmula 1?
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Humberto Corradi
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16:56
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terça-feira, 4 de junho de 2013
Kanaan
Bom dia a todos.
2005.
Imagem de Tony Kanaan.
Depois de seu título na Indy, o piloto brasileiro fez um teste na Fórmula 1
usando o carro da Honda.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 3 de junho de 2013
Mimos
Mimado.
O que é tratado com carinho.
Aquele indivíduo que todos fazem sua vontade.
Um protegido.
Nas palavras de Hélio Castroneves, a Fórmula 1 é recheada de pilotos assim.
Mimados.
Salvo exceções.
Segundo Hélio, que já venceu três vezes as 500 milhas de Indianápolis, apenas
Sebastian Vettel, Mark Webber, Michael Schumacher, Felipe Massa e Fernando
Alonso merecem seu respeito.
Você entendeu?
Eu não.
O que seria um piloto mimado dentro da categoria máxima do automobilismo?
Pela definição, Vettel, Schumacher e Alonso não se encaixariam no perfil?
De qualquer forma é interessante a colocação do piloto da Indy.
Me fez pensar.
Entre os "mimados" eu colocaria aqueles que hoje são os principais em sua equipes.
Os primeiro pilotos.
Pois recebem tratamento diferenciado em relação aos outros.
São realmente mimados.
Mas chegaram a essa condição por merecimento.
Por estarem acima da média.
E são reconhecidos por seus pares!
Falando nisso, Nelsinho Piquet , em entrevista a ESPN Brasil, teceu elogios
para a ótima capacidade de pilotagem de Fernando Alonso.
Como tratar com igualdade alguém assim?
Pode ser mimado, mas conquistou esse direito.
E quem seria o piloto mais mimado da Fórmula 1?
Minha opinião: Kimi Raikkonen.
O próprio time admite que ele fala e faz o que quer.
E tem que ser assim mesmo!
Por que?
Porque o cara traz impressionantes vitórias e bons patrocinadores.
A Lotus seria uma imbecil se não tratasse como um rei seu excelente piloto.
Acho que a questão principal aqui está na diferença em como cada um lida com isso.
Exemplos.
Sebastian Vettel usa em seu favor nas pistas e dentro da equipe.
E todos os dias se afirma mais e mais como líder de sua escuderia.
Já Lewis Hamilton por vezes se perde em sua posição de estrela.
Se distraindo e se tornando imprudente.
E com isso acaba deixando brechas perigosas.
Espaços.
Não é uma postura sábia.
Ainda mais dividindo a equipe com Nico Rosberg.
Tirando os tops de linha o resto se divide em ameaçados, endinheirados e promessas.
Não é essa a verdade?
Existe muito glamour na Fórmula 1.
Mas não podemos esquecer que há muito esforço e trabalho por trás das vitórias.
Com o atual nível de profissionalismo é até difícil ouvirmos falar de histórias envolvendo
excessos fora das pistas.
Sei que Castroneves usou o termo mimado de forma pejorativa.
Por achar que "qualquer um é fantástico com 100 milhões de dólares."
Um erro pensar assim.
Por desmerecer as lendas do automobilismo.
Ainda mais recordando a excelência dos campeões mundiais.
Talvez o problema esteja naquilo que possa ser considerado "fantástico".
Já que nem sempre aquilo que chamamos de extraordinário ou incrível está associado
a coisas boas.
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Humberto Corradi
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terça-feira, 28 de maio de 2013
Significados
Uma imagem.
A grandeza de um gesto.
A incontestável e tardia vitória de Tony Kanaan em Indianápolis.
Poderia ter vindo antes.
Foram muitas as tentativas.
Porém o destino quis assim.
A paz finalmente foi selada com os tijolinhos.
Mas como mensurar a grandeza de uma conquista como essa?
Quais os significados?
Para a TV brasileira responsável pelas imagens não foi tão importante.
O corte imediato para o futebol logo após a linha de chegada demonstrou isso.
Pena.
Interessante que o mesmo grupo transmite as duas categorias do automobilismo
onde os brasileiros têm sido protagonistas.
A Indy e a DTM.
Paciência.
Para os aficionados significou que a justiça finalmente foi feita.
Kanaan merecia colocar seu rosto no lendário troféu.
Para o público americano representou a redenção do herói.
Acostumado a valorizar o trabalho e o esforço, era difícil achar algum ianque que
não olhasse com simpatia para o piloto brasileiro.
Por isso tantas palmas e saudações vinham das arquibancadas.
Para Tony Kanaan significou o final de um ciclo.
Ele conquistou tudo que podia na América.
Campeão da categoria, vencedor da Vanderbilt Cup ( clique aqui ) e agora das
500 milhas de Indianápolis.
Seu nome está ao lado de estrelas como Graham Hill, Jim Clark, Tazio Nuvolari,
Bernd Rosemeyer e Mario Andretti.
Gigante Kanaan.
Acho que o domingo foi especial também para Emerson Fittipaldi.
O primeiro brasileiro a brilhar nas pistas dos Estados Unidos.
Mostrando que havia um outro caminho.
Aquele que iniciou tudo merece ser lembrado.
Sempre.
Sua semente germinou em terra estranha e sua árvore ainda dá bons frutos.
E Tony Kanaan comprovadamente é um dos mais excelentes.
Brilhando lá no alto.
Não poderia ser de outra forma.
Uma conquista assim nos faz recordar que Emerson inventou a história de um
país nas pistas dos dois lados do Atlântico.
O significado?
Que mesmo depois de tantos anos sua raiz ainda continua forte e poderosa.
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Humberto Corradi
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domingo, 26 de maio de 2013
Fazia tempo...
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sábado, 18 de maio de 2013
Respeitada
Registros.
A Ferrari de Alberto Ascari.
A McLaren de Peter Revson.
E o trio Jackie Stewart, Graham Hill e Jim Clark.
Provas da grandeza das 500 milhas de Indianápolis.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 8 de maio de 2013
Up to Date
Bom dia a todos.
Fincando Bandeiras
Quando vemos uma marca como a Mercedes querendo dominar a Fórmula 1
e ainda interessada nas 500 milhas de Indianápolis e nas 24 horas de Le Mans,
o dia fica mais bonito.
Custo x Benefício
As equipes da Fórmula 1 irão decidir sobre o fim da proibição dos testes durante
a temporada.
Adeus
James Allison deixou o cargo de diretor técnico da Lotus.
Ferrari e Red Bull desmentem qualquer contato.
Americana
Os investimentos já feitos demonstram que New Jersey deverá estar no calendário
do ano que vem da F1.
Celular
A Caterham anunciou uma nova parceria com a Truphone.
Na foto: Dijon.
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Humberto Corradi
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domingo, 5 de maio de 2013
Moléstia
Hoje bateu uma dor de cabeça daquelas.
De repente.
Enxaqueca.
Bem na testa.
Justamente na hora que iria começar a corrida da Indy.
Deixei a TV ligada.
Tomei um analgésico.
Fechei os olhos e fiquei acompanhando a narração.
Ouvi que o Tony Kanaan começou muito bem.
Apesar de um tal Franchitti Dario que ameaçava sua posição.
E o remédio não fazia efeito.
Ryan Hunter Rahal liderava a prova.
Entre os dez primeiros estava um Wilson.
'Wilson?"
Parecia ser uma novidade para o narrador.
Me sentia cada vez pior.
Coloquei o termômetro.
Febre. 38°.
Na corrida as mulheres não conseguiram se dar bem.
Bia Figueiredo abandonou e a Simone de Silvestre não chegou a brigar pelas
primeiras posições.
Quem também teve muitos problemas e imprevistos foi o Helio de Castro Neves.
Que segundo a narração merecia o título de mais aguerrido na pista.
Pensei que era outro o piloto brasileiro que estava guiando com uma das mãos
contundida.
Enfim.
Acidentes, bandeiras amarelas.
Mal estar.
O final foi emocionante.
Decidido nas últimas voltas.
Por pouco o japonês Sakuma não venceu.
Foi ultrapassado nos últimos instantes por um tal Hitchcok, Rin Tin Tin, Rightclick,
Hinchcliffe, Relinche...
Sei lá.
Ou eu não entendia por causa do meu estado ou cada hora o locutor falava de forma
diferente.
E o comprimido não conseguia aliviar minha dor.
E ainda causou um efeito colateral: sono!
No entanto fiquei realmente curioso em saber quem era o vencedor.
Olhei de relance e acho que vi o carro da Danica Patrick.
Impossível.
Devo estar mesmo muito doente...
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Humberto Corradi
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terça-feira, 30 de abril de 2013
Up to Date
Todo mundo quer
Além de Luiz Razia, quem quer se firmar na vaga de piloto de testes da
Force India é o piloto da GP2 Conor Daly, o filho de Derek Daly.
O jovem piloto americano, que ano passado já fez testes aerodinâmicos para
a equipe de Vijay Mallya, também sonha com um lugar na Fórmula 1.
No currículo Conor possui um título na Star Mazda e uma vitória em Long
Beach competindo na Indy Lights.
E não desperdiça a fama criada em sua terra natal.
De olho em todas as oportunidades estará também nas 500 milhas de Indianápolis.
Mais leve
O ambiente na Mercedes é outro após a saída de Michael Schumacher.
Maquiavélico
Sobre a especulação da possível ida para a Red Bull, Sebastian Vettel não
está apenas elogiando o amigo Raikkonen.
Nas entrelinhas está descartando e esmagando o companheiro Mark Webber
dentro da equipe.
Capo
Certeiro, Flavio Briatore desvenda o segredo do equilíbrio da Fórmula 1
atual.
O congelamento dos motores.
Por isso é contra a mudança que virá com a nova Era Turbo.
Em tempo.
Apesar de dizer o contrário em suas palavras , o italiano está doido por
uma brecha para voltar à categoria.
Na foto: a decepção até aqui...
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Humberto Corradi
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terça-feira, 9 de abril de 2013
Turbo - Indy
Além de Rush, outro filme aguardado é a animação Turbo.
O filme contará as aventuras de um caracol apaixonado pela velocidade e tendo
como pano de fundo as 500 milhas de Indianápolis.
Dizem que será a única ação de marketing real da categoria nesta temporada.
Tenho muita simpatia pela Indy.
Mas dá sono assistir.
Não sei se pela corrida ou por conta da qualidade da transmissão brasileira
ou ainda as duas coisas.
As imagens só melhoram a cada ano.
Quanto a narração...
Sei que já vi duplas salvarem péssimas provas com seus microfones e enterrarem
algumas boas também.
Uma boa escolha na hora de escalar quem apresentará o espetáculo pode fazer toda
a diferença.
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Humberto Corradi
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