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quarta-feira, 17 de junho de 2020

Sucessor






















Parecia que tudo daria certo pra ele.

Seu caminho estava escrito.

Seria um ídolo do esporte.

François Cevert seria campeão mundial.

Provavelmente.

A França queria isso.

Jackie Stewart, o primeiro que notou o piloto, mais ainda.

Futuro que nunca aconteceu.

O que mudaria?

Com seu trânsito livre entre as estrelas do cinema, poderia
ter elevado a popularidade da Fórmula 1 numa escala sem
precedentes?

Quem vai saber?

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Check



















































Bom dia petrolheads!

Acho que está tudo certo.

sábado, 10 de setembro de 2016

quinta-feira, 7 de julho de 2016

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Fuji 200


























As fotos acima foram tiradas no Japão.

No Fuji Internatinal Speedway.

Para ser exato em 9 de outubro de 1966.

O evento?

O Indianápolis International Champion Race.

O Fuji 200.

Isso mesmo.

Indianápolis no Japão.

Pegaram um monte de pilotos conhecidos na época e colocaram os caras do
outro lado do mundo para uma corrida exibição.

Nunca tinha ouvido falar disso.

Lendo aqui e ali descobri que a coisa toda foi promovida por uma tal de Art 
Life Association.

Estavam lá entre outros: Jim Clark, Jackie Stewat, Graham Hill, Chris Amon,
Mario Andretti e Al Unser.

Fico imaginando a logística para transportar carros e pilotos.

Olhando os vídeos da época dá pra ver que Jim Clark foi tratado como um
Pop Star na Terra do Sol Nascente.

Todos os seus passos foram filmados desde o desembarque no aeroporto.

Autógrafos, entrevistas, exibições do carro.

Nada escapou.

O cara era tipo um Super-Herói.

Pena que sua Lotus quebrou nos treinos e ele ficou de fora da corrida.

Corrida que foi vencida por Jackie Stewart.

Uma curiosidade.

Olhando a temporada de Fórmula 1 daquele ano podemos reparar que o
Fuji 200 foi realizado entre o GPs dos Estados Unidos (Watkins Glen) e
do México.

E tudo num espaço de vinte dias.

Muita correria.

Alguém deve ter levado um caminhão de dinheiro com essa história...

Quando eu acho coisas assim fico até meio perdido.

Descubro que não sei nada mesmo!


segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Casa Cheia!





















Bom dia petrolheads!

Jackie Stewart na Argentina.

1972.

E pensar que Bernie Ecclestone fez uma proposta praticamente irrecusável para
que o escocês retornasse à Fórmula 1 e assumisse um dos cockpits da Brabham
em 1980...

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Rascunho Gráfico


















Um gráfico.

As mudanças trazidas pelo novo regulamento estão sendo uma tragédia para
a Sauber.

Kobayashi parece não ter absorvido bem o golpe de perder seu lugar em
Spa-Francorchamps.

A Caterham fala que Andre Lotterer (que não vai sair da Audi) vem para ajudar
no desenvolvimento do carro.

Tanto que usará um equipamento bem diferente em relação ao de Ericsson.

Interessante.

O alemão não era a primeira opção da escuderia verde.

E também não está pagando para correr.

Outros pilotos foram sondados, inclusive motoristas que já estiveram na Fórmula 1.

Mas por que tirar Kamui e não Marcus Ericsson?

Porque Ericsson ajuda mais o time financeiramente e pronto.

Sir Jackie Stewart elegeu seus melhores do grid atual na categoria máxima do
automobilismo.

Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Nico Rosberg e Sebastian Vettel.

Com louvores para o espanhol, o mais completo em sua opinião.

Lotus se aproximando cada vez mais da Mercedes.

As sanções financeiras impostas à Rússia estão dificultando a vida financeira
(patrocinadores) da Marussia e do menino Sergey Sirotkin.

A coisa não está bonita.

Por fim.

Os altos e baixos de Spa.





quarta-feira, 19 de março de 2014

Tyrrell P34

 

Que coisa legal!

Jackie Stewart experimentando a lendária Tyrrell P34.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Salário
























Uma curiosidade sobre valores (atualizados) envolvendo Rubens Barrichello na
Fórmula 1.

Antes um esclarecimento.

A grana citada aqui não envolve patrocínios pessoais ou propagandas.

É só o salário de piloto, OK?

O números foram arredondados.

Pouca diferença.

No final você verá que 100 mil a mais ou a menos não distorcem a realidade.

Vamos lá.

No seu período inicial na Fórmula 1, quando se juntou à Jordan, o cara faturou
1.500.000 dólares.

Isso em quatro temporadas sob a batuta de Eddie.

Até que se mudou para a Stewart.

Uma clara evolução.

Na equipe de Jackie, em três anos, Rubinho recebeu quase 9.000.000 dólares.

Tá bom?

Você que pensa!

A coisa ficou boa na Era Ferrari.

O piloto brasileiro juntou aproximadamente 59.000.0000 dólares em seis temporadas
com os italianos.

Interessante notar que o salário de Rubinho foi diminuindo nos primeiros anos dentro
da Scuderia.

A Honda o acolheu por 3 anos.

Anos gordos.

Barrichello com os japoneses recebeu cerca de 52.000.000 dólares.

Impressionante, não?

Na Brawn, naquela fase fica ou não fica na Fórmula 1, o salário foi de apenas
1.700.000 dólares.

Algo parecido com o que ganhava na primeira temporada com a Stewart.

No final de sua carreira houve um último suspiro com a Williams.

Por duas temporadas de trabalho Rubens colocou em sua conta 14.000.000 dólares.

Ao todo o piloto recebeu um valor em torno de 137 milhões de dólares na sua passagem
pela categoria máxima do automobilismo.

Valeu?

sábado, 18 de janeiro de 2014

Innes Ireland
























A Escócia possui uma ligação estreita com o automobilismo.

Jim Clark, Jackie Stewart, David Coulthard...

Todos vindos das Highlands.

Assim como Innes Ireland.

Esse ex-paraquedista conquistou apenas uma vitória na Fórmula 1.

No Grande Prêmio dos Estados Unidos de 1961.

Em Watkins Glen.

Histórica.

Foi a primeira vitória da Lotus na categoria.

Em seguida ele foi demitido do time inglês.

Colin Chapman estava louco!?!

Calma.

Não é bem assim...

Ireland era dono de um temperamento imprevisível.

Uma hora era um gentleman.

Um cavalheiro.

Um nobre digno de sua mansão no País de Gales.

Que diziam ser assustadora.

Noutra era um animal.

Um boxeador de rua.

Isso foi esgotando a paciência de Chapman.

Mas teve outro motivo para o seu desligamento.

Jim Clark, seu compatriota.

Aquele que poderia ter sido 4 ou 5 vezes campeão se tivesse trocado de equipe.

Que sempre foi um fiel cavaleiro da Lotus.

Mesmo nos momentos mais difíceis.

Seja na escassez ou no fausto, ele sempre estava lá.

Jim não queria Ireland como companheiro.

Innes se tornou uma persona non grata.

Continuou na Fórmula 1.

Porém sua carreira ficou enterrada nos cockpits de pequenas equipes.

Quando abandonou a vida de piloto acabou  virando um ótimo jornalista.

Faleceu em 1993.

Vítima de um câncer.

É sempre lembrado com saudade pelos amigos.

Dizem que era um ótimo parceiro para festas.

Uma pena que os melhores não o quiseram ao lado deles na seriedade das pistas.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

domingo, 4 de agosto de 2013

Realismo


























Nas imagens aparece a Fórmula 1 em seu período mais romântico.

Na verdade era o final.

O profissionalismo de pilotos e equipes já mostrava o que seria o futuro.

A sorte não seria mais o principal ingrediente das vitórias.

Dan Gurney, esse que aparece na foto logo acima, serve como exemplo.

Era um daqueles que amavam mais os ajustes do que as batalhas no asfalto.

Toda aquela geração empírica com o tempo desapareceu.

Mike Hawthorn, Peter Collins, Alfonso de Portago...

Todos com histórias ótimas de serem contadas.

Depois você clica nos marcadores.

Os nobres, os ricos do grid.

Derrotados.

Ultrapassados.

Por uma Fórmula 1 rígida.

Iniciada por Stirling Moss.

Que já possuía um staff próprio.

Aprimorada por Jackie Stewart.

Que tinha a Ford e a Dunlop aos seus pés.

E elevada ao máximo com Niki Lauda.

Que fazia a Ferrari testar exaustivamente cada pedacinho do carro.

Não havia mais lugar para sonhos.

Os aventureiros seriam sempre esmagados no final.

Sem patrocinadores, sem talentos, sem evolução...

Os pilotos agora olham os dados da telemetria e sabem contar uma história com eles.

Os romantismo desapareceu.

O lirismo.

E com ele aqueles pilotos diferentes.

Que corriam pela vocação, pela diversão, para estar com os amigos ou apenas pela festa.

Como diria Suassuna.

A maioria morreu precocemente.

Do acidente.

Do acaso.

Por isso suas imagens nas fotos são sempre belas.

Como em geral são os mais novos.
 
Belos, cheios de vida e sempre em busca da aventura.

Passado.

Na Fórmula 1 a matemática venceu a poesia.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

sábado, 18 de maio de 2013

Respeitada



































Registros.

A Ferrari de Alberto Ascari.

A McLaren de Peter Revson.

E o trio Jackie Stewart, Graham Hill e Jim Clark.

Provas da grandeza das 500 milhas de Indianápolis.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Six Wheeler

 

Bom dia a todos.

Um dos vídeos mais legais que eu já vi.

Jackie Stewart testando o querido Tyrrell P34.

Excelente!

quinta-feira, 14 de março de 2013

Tasman Series







































Houve uma época em que a Fórmula 1 fugia do inverno do hemisfério norte.

Era uma migração.

O destino?

Não poderia ser outro.

O sul.

Na década de 60 a turma queria continuar acelerando.

Competindo.

Assim nasceu a Tasman Series!

Nos meses de janeiro e fevereiro, quando a neve cobria a Europa, a Oceania
era invadida.

Uma ótima ideia.

Simples.

O campeonato aproveitava as datas vagas do calendário da categoria máxima do
automobilismo.

Austrália e Nova Zelândia dividiam as 8 etapas.

O nome Tasman fazia referência ao Mar da Tasmânia que separa os dois países.

Jackie Stewart, Jim Clark, Graham Hill, Bruce McLaren, Chris Amon, Danny Hulme,
Jochen Rindt e Pedro Rodriguez.

Todos os maiores nomes da época participaram.

Cooper, Lotus, Ferrari e BRM nas pistas.

Os circuitos ficavam lotados.

Milhares de pessoas acompanhavam as provas.

Era a chance de ver os melhores pilotos do mundo em ação.

Sucesso total.

Jim Clark com três títulos foi o maior vencedor.

A festa aconteceu de 1964 até 1975.

O último ano.

O aumento dos custos e o desinteresse das equipes fizeram a coisa acabar.

Ninguém tinha mais tempo.

Boas iniciativas por si só não sobrevivem muito neste mundo.

A Fórmula 1 retornaria nos anos 80.

Quando houve um encontro de interesses.

Junto com as provas extra-campeonato e alguns tradicionais circuitos europeus,
a Tasman Series está na galeria das coisas legais que se perderam no passado.

Uma pena.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Jarama























Bom dia a todos.

Espanha. 1972.

Jackie Stewart, Jacky Ickx e Denny Hulme numa tarefa inglória...