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sexta-feira, 9 de agosto de 2019
Olhando
A Red Bull Honda está surpreendendo.
Com uma máquina rápida e confiável, Max Verstappen está lutando
mais vezes por vitórias.
Não.
Não acredito que o título de Lewis Hamilton esteja ameaçado.
A Mercedes é um carro de exceções.
Em certos momentos, em certas circunstâncias, o bólido prateado não
é um foguete comparado aos outros.
E isso não poderá atrapalhar sua trajetória vitoriosa em 2019.
A Ferrari?
A lentidão gritante na Hungria não deixa dúvidas que Lina está doente.
O SF90 possui problemas aerodinâmicos, de temperatura e consumo
de combustível.
As próximas duas etapas, Spa-Francorchmaps e Monza, devem favorecer
a Scuderia Italiana.
Se acontecer.
Mesmo assim é muito pouco.
A categoria máxima do automobilismo pode ser definida numa palavra.
Continuidade.
E neste ponto está chave do sucesso.
Perceba que, quando há oportunidade, Toto Wolff contrata um engenheiro
ou projetista da Ferrari.
Por que?
Porque a mão-de-obra especializada é escassa na Fórmula 1.
De vez em quando o Burti não comenta na TV que aquele engenheiro
que apareceu na tela trabalhou com ele mil anos atrás?
É isso.
Se continuidade é a palavra, A Red Bull e a Mercedes estão em vantagem
sobre a Ferrari para 2020.
Basta evoluir,
Aperfeiçoar.
Os italianos precisam inventar.
Acho (um pensamento, sem adivinhações, claro!) que Verstappen poderá
brigar pelo título na próxima temporada de forma real.
Adrian Newey não costuma perder oportunidades.
E a Honda deve estar enxergando a chance de voltar a triunfar e por isso
não vai poupar recursos.
Talvez testemunhemos experimentos escandalosos com a Toro Rosso nas
últimas etapas...
Sim.
O ano de 2020 promete.
Menos para Romain Grosjean e Robert Kubica.
Parece que já deu pro francês.
E o polonês (apesar do dinheiro) tem um concorrente talentoso
(e com mais dinheiro ainda) olhando pro seu lugar: Nicholas Latifi.
No aguardo.
Postado por
Humberto Corradi
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17:57
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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Stop Loss
"A vaga ao lado de Lance Stroll na Williams em 2018 custa 10 milhões de euros."
Essa foi a frase que todos os interessados ouviram.
Felipe Massa, Paul di Resta, Daniil Kvyat, Pascal Wehrlein, Robert Kubica,
Sergey Sirotkin...
Por que?
Porque não há dinheiro sobrando na Fórmula 1.
O último dos grandes patrocinadores deu adeus.
A saída do Banco Santander é o final de uma Era na categoria máxima
do automobilismo.
A instituição financeira espanhola não quis mais desembolsar 40 milhões
de euros por temporada.
O Santander extraiu tudo que podia dos autódromos para obter o máximo
de retorno sobre seu investimento.
Foi uma bela plataforma de negócios.
Enquanto durou.
Vai despejar recursos no Futebol.
Sua partida expõe o ocaso dos apoiadores que chegaram a colocar 60 milhões
de euros por ano em uma escuderia.
Isso acabou.
A McLaren sonha (desde 2014) com um nome que alivie suas contas.
Red Bull alcança no máximo parcerias (Aston Martin).
Assim como será a partir de agora entre a Sauber-Alfa Romeo.
(e pelas ações de Marchionne, Haas-Maserati e Force India-Lancia...)
O rombo que a Williams precisa cobrir é de 25 milhões de euros para 2018.
A família Stroll aparece com seu dinheiro pois o departamento de marketing
de Grove continua a falhar.
Massa esteve na equipe em 2017 por conta da saída repentina de Nico Rosberg.
A Mercedes tinha recursos e precisava de um piloto.
Mas não tinha se planejado.
A Williams precisava de recursos e tinha um piloto, Valtteri.
Assim a Mercedes levou Bottas e bancou a temporada do brasileiro.
Se tivesse recursos, provavelmente a Williams manteria Felipe em 2018.
Wehlein foi deixado na chuva.
Paul di Resta não tem nome e nem nacionalidade para levantar tal quantia.
Kvyat não obteve os contatos.
Robert Kubica foi o único que apresentou um valor.
Abaixo.
Mas é melhor que nada.
Sergey Sirotkin disse que tinha o patrocínio.
Entretanto o dinheiro russo costuma falhar.
Só que dessa vez não falhou.
A Williams adia a decisão para janeiro.
(esperando um milagre de Kubica aparecendo com mais grana?)
Difícil.
Pois ouvi a notícia sobre Sirotkin de duas fontes.
Uma de um jornalista que vive dentro da Fórmula 1 o ano inteiro.
E que nunca se ilude com fantasias.
Outra fonte, mais conhecida, foi italiana.
Jornalista ligado a Alessandro Aluni Bravi, o empresário de Kubica.
Do you have enough money for the trip?
É isso.
Postado por
Humberto Corradi
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15:22
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Clipping
História pura.
México.
1965.
Quem Fica?
Existem dois lugares para 2018 sendo disputados na Fórmula 1.
Um é o de companheiro de Lance Stroll na Williams.
O outro é na Toro Rosso.
Já que Pierre Gasly é nome certo no time de Faenza.
Na Williams aconteceram os testes de Robert Kubica.
Fique sabendo que o polonês não foi tão bem assim.
Paul di Resta estava lá para servir de referência.
E não é que o primo de Dario Franchitti obteve tempos melhores!
Claro que Kubica e di Resta rodaram em dias diferentes, mas não deixa
de ser surpreendente o resultado.
Paul di Resta tem chance?
O britânico está fazendo de tudo para conseguir a vaga.
Nos bastidores anda colado com a turma do Lance Stroll.
Marcação cerrada.
Tipo assim: estamos juntos...
Kubica parece ter um patrocinador no bolso.
Massa?
É coisa nossa.
A vantagem do brasileiro é ser da casa.
Um bom resultado no México, ajudaria.
O brasileiro duvida da capacidade de Robert Kubica e Paul di Resta em
cumprir as metas da Williams.
Pascal Wehrlein está no canto esperando que alguém olhe para ele.
Mas apareceram umas novidades.
Daniil Kvyat não tem mais futuro na família Red Bull.
O cara que quebrou o recorde de Vettel como piloto mais novo a pontuar
em um Grande Prêmio e foi eleito o rookie of de year na temporada de
2014.
O russo tem contra si o problema da idade (propaganda Martini).
Mas possui 15 milhões (euros) de qualidades segundo seus apoiadores.
E, quem sabe, (preciso dizer) Nico Rosberg não queira se divertir outra vez...
Nos lados da Toro Rosso, Brendon Hartley caiu nas graças de Helmut Marko.
Marko considerou o vencedor de Le Mans constante e de fácil trato com os
engenheiros.
O neozelandês se tornou favorito para o lugar disponível.
Programa
Quem está de volta é o nosso amigo Alfonso Celis Jr.
Ele aparecerá nos treinos livre do México conduzindo pela Force India.
(carro de Ocon)
Outros que também farão a festa são Sean Gelael (pela Toro Rosso), Antonio
Giovinazzi (pela Haas) e Charles Leclerc (pela Sauber).
Outro Americano
Michael está interessado na categoria máxima do automobilismo.
A ideia de se criar uma nova equipe não é devaneio.
Entretanto o filho de Mario Andretti espera para que se definam os rumos
da Fórmula 1 após 2020.
Só então, com as novas regras em mãos, decidirá se é viável ou não seu plano.
Liberado
Fernando Alonso pode tudo na McLaren.
Vai para as 24 horas de Daytona ao lado de Lando Norris defender o United
Autosports do seu chefe, Zak Brown.
Se houver um convite da Toyota, o espanhol mergulhará em Le Mans.
500 milhas de Indianápolis...
Acredite, nas horas de folga ele é ainda piloto de Fórmula 1.
Calma
Sergio Marchionne prega a estabilidade na Ferrari.
Bom.
Plano A e B
A Renault vai priorizar de vez a Fórmula 1.
Após a temporada 2017 / 2018 deixará a Fórmula E nas mãos da Nissan.
Esperado.
Contratando como ninguém (mais de 80 novos funcionários), o time francês quer
brigar pelo título até o final desta década.
Interessante ver como a turma de Viry-Châtillon vem trabalhando.
A ideia inicial no retorno da Renault como equipe era trilhar um caminho parecido
com o da Mercedes.
Repare nas semelhanças.
Adquirir um time (Lotus / Brawn).
Fazer uma temporada de transição (2016 / 2010).
Depois completar uma primeira temporada real como time de fábrica (2017 / 2011).
Contar com uma dupla de pilotos capaz de fazer a diferença.
Aqui houve uma ruptura.
Enquanto que a Mercedes apresentou Michael Schumacher (um campeão) e
Nico Rosberg (uma promessa), a Renault não conseguiu copiar o modelo.
Fernando Alonso (campeão) e Nico Hulkenberg (a promessa) seriam os nomes.
Então veio o plano B.
Carlos Sainz Jr. aparece.
Note.
Hulkenberg (contrato até o fim de 2019) assume agora o papel de referência.
Sainz Jr. será o novo (jovem) campeão "Fernando Alonso" pela mesma Renault?
As palavras de Alain Prost indicam que a aposta é real.
Mesmo que Sainz Jr. ainda seja funcionário da Red Bull.
Com Max Verstappen assumindo a herança de Milton Keynes nos próximos
anos.
(até que a Ferrari venha atrás do holandês)
Fica a dúvida se Daniel Ricciardo ficará estático (até 2020) com a turma do
energético ou buscará seu lugar ao sol em outra equipe.
As coisas parecem ligadas.
Sainz Jr. precisa mostrar que pode ser a ponta de um projeto ou repetirá a
história de Sergio Perez com a McLaren.
No caso de infortúnio do jovem espanhol, Ricciardo viraria opção para Enstone.
A ver.
Por fim
A Liberty estuda novas (?) ideias para trazer mais emoção.
Uma das sugestões cita o retorno do modelo de alinhamento de 3-2-3-2...
Ao contrário do pareamento atual.
Fico imaginando o trio Verstappen, Vettel e Hamilton alinhado e esperando
as luzes vermelhas se apagarem.
Postado por
Humberto Corradi
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11:30
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Clipping
Não adianta inventar.
Não há muitas histórias novas para contar.
Sempre tem alguma coisa aqui e ali.
Mas nada muito relevante.
Alonso renovar com a McLaren é notícia?
OK.
Existem alguns rastros.
Fumaças.
Notícias que estão amadurecendo.
Mas é preciso ver o cenário clarear.
Enquanto isso, umas notinhas.
Kubica
Robert Kubica testou com a Williams (2014).
Paul di Resta esteve por perto para efeito de comparação.
Me disseram que o polonês pode aparecer em um treino livre no Brasil
ou em Abu Dhabi.
A briga é com Felipe Massa.
Contra Kubica vejo três coisas.
Primeira.
A Williams quer dinheiro e perguntou se haveria a possibilidade de Robert
trazer um novo patrocinador.
(estratégia comercial antiga - lembra da Susie Wolff?)
Segunda.
A Renault não abandonou à toa seu projeto com ele.
Os franceses fizeram um investimento para testar a viabilidade do piloto
e desistiram.
Terceira.
O risco.
Não sabemos como o mundo da Fórmula 1 reagiria caso Kubica se envolvesse
em um acidente grave com outro piloto durante uma prova oficial.
Volta
Pascal Wehrlein pode estar retornando para o DTM na próxima temporada.
Laranjas
Interessante ver a Red Bull oferecer um projeto de longo prazo para Max
Verstappen.
Ouvir o Horner falar em construir o time ao redor do holandês, foi surpreendente.
Fica claro que existe uma proposta séria de outra escuderia.
Penso na Ferrari, como já escrevi.
Outros falam na Mercedes.
Lembrando que Max só foi para a Red Bull porque não havia um lugar disponível
nas Flechas de Prata.
Batalha
A Mercedes entrou com uma nova acusação sobre a unidade de força da Ferrari.
Aquela história da queima de óleo.
Parece que os italianos acharam uma solução engenhosa com dois tanques com
óleos diferentes que seriam misturados apenas no modo qualificação.
2018
A Mercedes estuda a possibilidade de apresentar um projeto totalmente novo
para o W09 em relação ao W08.
Uma mudança de conceito.
Resumindo, um carro mais curto.
(semelhante a dupla Red Bull / Ferrari).
O que poderia trazer dificuldades nas primeiras provas do ano que vem por conta
de uma ideia tão nova.
Empolgado
Brendon Hartley viu seu mundo virar de cabeça para baixo.
Eu sei que o cara venceu as 24 horas de Le Mans.
Mas a Fórmula 1 é maior do que tudo.
A oportunidade na Toro Rosso pode se transformar numa vaga em 2018.
Pra quem estava se movendo para a Indy...
Por Fim
Tantos nomes citados e ninguém lembrou de chamar o Nasr para o jogo.
Postado por
Humberto Corradi
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21:22
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quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Clipping
Uns anos atrás...
Ferrari
As atualizações feitas pelos italianos nas últimas provas mostraram que houve
uma mudança na liderança da corrida armamentista.
O carro vermelho é melhor hoje.
Além das melhorias aerodinâmicas, o bólido da Scuderia Italiana possui agora
um sistema de refrigeração mais eficiente.
O que significa uma margem maior para ganho de potência.
A equipe parece ter achado também o equilíbrio na suspensão.
Havia dificuldade para achar o acerto ideal.
O que justifica a diferença de performance entre Spa-Francorchamps e Monza.
Vettel está utilizando todas as inovações.
Criadas debaixo de sua tutela para seu estilo de pilotagem, o piloto alemão se
adaptou rapidamente.
Já Kimi Raikkonen encontrou dificuldades.
O preferiu continuar com a suspensão tradicional.
As duas soluções funcionam.
Houve também alteração no centro de gravidade dos carros.
Ao conseguir baixar o centro de gravidade a Ferrari alcança uma melhor
performance.
E os problemas da Malásia?
O tipo de composto utilizado é a causa.
Houve fadiga de material numa mangueira de carbono em ambos os carros.
A FIA autorizou o reforço, sem penalidade, para que melhore a confiabilidade.
Na visão de Sebastian, o título está em aberto pois ele acha que pode vencer
em todas as etapas daqui até o final.
De qualquer forma a Ferrari tem uma boa base para trabalhar em 2018.
É inegável notar que a presença de Vettel alterou os rumos da Scuderia Italiana.
O fato do time entregar Gina ao seu gosto, mostra seu trabalho e influência.
Ao enfrentar os problemas sem desqualificar seus engenheiros e técnicos e sim
reconhecendo o esforço, traz cumplicidade entre as partes.
Perdemos juntos e vencemos juntos.
Uma filosofia que lembra Michael Schumacher.
Trabalho incessante.
Época em que a Ferrari podia testar e ocupava quatro circuitos ao mesmo tempo
para cavar décimos de segundos.
E colecionar vitórias.
Red Bull e Renault
Max Verstappen venceu.
O time dos energéticos colocou a conquista na conta da aerodinâmica.
Parece que o carro se move sem qualquer unidade de força...
Limites
Falando nisso.
Amarrado pelo contrato, Max Verstappen espera por 2018.
No ano que vem a Red Bull precisará cumprir cláusulas de desempenho para
manter o piloto holandês.
Os interessados no passe do jovem estarão atentos.
Poder
A Renault quer estar entre as grandes.
Apesar do ruído das adversárias, o tal Budkowski está indo mesmo para as
fileiras francesas.
A resposta para a insatisfação dos outros?
"Não estamos aqui para fazer amigos."
A empresa também vai alocar mais recursos em seu time de fábrica em 2018.
É a Renault entornando dinheiro na Fórmula 1.
Cadeiras
A Williams vai testar Robert Kubica e Paul di Resta.
Felipe Massa ainda é favorito para a vaga.
(as fontes dizem que a família Stroll não pode opinar no assunto)
Na Toro Rosso, Franz Tost queria na próxima temporada ceder o lugar de
Daniil Kvyat para Pascal Wehrlein.
(Wehrlein que conta com grande apoio de Toto Wolff na Williams)
Helmut Marko é contra.
Pierre Gasly deverá voltar para a Super Fórmula japonesa e Kvyat poderá
mostrar algum serviço em Austin.
Para não passar em branco.
Há um ruído.
Da Honda com Kubica e Toro Rosso.
O polonês foi muito bem no simulador de Milton Keynes.
Malaias
Valtteri Bottas foi sacrificado duas vezes.
Com o pacote aerodinâmico que não funcionou.
E ainda com a missão de segurar Vettel.
(obrigando o alemão a adiantar seu pit)
Daniel Ricciardo também não foi o mesmo.
Na comparação com Verstappen.
Explico.
O australiano usou o modelo antigo de suspensão e o seu companheiro o novo.
Em Suzuka ambos estarão com equipamentos iguais.
Por Fim
Depois da Caterham, foi a vez do GP da Malásia sumir do calendário.
A China quer outra etapa.
Tudo indica que com o novo acesso ligando a Hong Kong o destino deverá
ser Macau.
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Humberto Corradi
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12:16
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Clipping
A ideia da Renault para a próxima temporada da Fórmula E.
Categoria que possui mais mídia que velocidade.
No asfalto é tipo uma Fórmula 4.
Fica a dica que devemos ver uma Renault com detalhes diferentes
também onde interessa.
Na Fórmula 1.
Malásia
Tá lembrando que é a primeira pista projetada por Hermann Tilke?
O traçado teoricamente favorece a Mercedes.
Mas as Flechas de Prata não reclamariam se uma chuva diminuísse
a temperatura.
A Ferrari deverá vir com tudo.
Precisa.
O quarta versão da unidade de força italiana está na bagagem.
Não sei se será utilizada aqui ou no Japão.
A Mercedes eu sei.
Motor 3 nos treinos livres e a unidade mais nova (quatro) estará equipando
os carros de Hamilton e Bottas no qualifying e corrida.
A Scuderia Italiana apresentará um bólido com mudanças aerodinâmicas.
Enquanto que a Red Bull vai torcer por erros das duas líderes.
Equilíbrio.
Troca
Todo mundo já sabe que Daniil Kvyat cederá seu lugar para Pierre Gasly
na Toro Rosso.
Acronis, o patrocinador do piloto russo, diz que será apenas em Sepang
e Suzuka.
Marca que coloca dois milhões de euros por temporada no time de Faenza.
Historinha esquisita.
Vou te falar que fizeram um acordo com Gasly esperando que Carlos Sainz Jr.
fosse para a Renault no lugar de Jolyon Palmer.
Só que Palmer não abriu mão de seu posto.
(eu disse que havia um contrato)
Os franceses ofereceram um caminhão de dinheiro para Palmer largar
o osso.
Recusado.
(houve uma contra-proposta..)
No papel de escola, a Toro Rosso pode fazer essas doidices.
Mas o alinhamento de 2018 deve ser com Kvyat e Gasly mesmo.
Palmer sonha com a Williams.
Nobuharu Matsushita (Honda) deve ficar na reserva por conta da
super licença.
E o outro japonês, Nirei Fukuzumi, mira o futuro.
A Vaga na Williams
Quem será o companheiro de Lance Stroll no ano que vem?
Robert Kubica, Felipe Massa ou Jolyon Palmer?
A equipe de Grove queria que Kubica testasse em Suzuka.
Explico.
Stroll esteve no Japão duas vezes nas últimas semanas conduzindo
o carro de 2014.
Parte de seu programa de treinamento.
A Williams queria aproveitar e experimentar Kubica.
A família Stroll vetou.
Há favorito para a vaga?
Acho que não.
Existe azarão.
Pascal Wehrlein.
Williams Porsche
É o caminho para 2021.
Inicialmente a marca alemã entraria como fornecedora.
Entretanto uma compra é dada como certa no futuro.
Force Racing
O nome preferido era Force One.
Porém a semelhança com F1 impediu a Force India de usar a primeira
opção.
Parceria
Red Bull e Aston Martin selaram o acordo.
A marca inglesa se torna assim a principal patrocinadora do time dos
energéticos até 2022.
A estimativa é de 30 millhões de euros / ano.
Com a parceria, Milton Keynes desenvolverá modelos esportivos de rua
para a Aston Martin.
Motor?
A Aston Martin (Red Bull) e a Cosworth (McLaren) deverão desenvolver
uma solução conjunta nos próximos anos.
Saindo da dependência de outras fabricantes.
A Toro Rosso (vendida) deverá se tornar equipe de fábrica da Honda.
Por Fim
Como tudo poderá ficar ao final da música.
Fabricantes
Ferrari
AMG Mercedes
McLaren (Cosworth)
Red Bull Aston Martin (Aston Martin-Cosworth)
Renault
Honda (adquirindo a Toro Rosso)
Williams (Porsche)
Ford (???)
Clientes
Sauber Alfa Romeo (Ferrari)
Force Racing (Mercedes)
Haas (Ferrari)
Postado por
Humberto Corradi
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00:34
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terça-feira, 12 de setembro de 2017
Clipping
Existe uma questão que só poderá ser respondida ao final do GP de Cingapura.
Um mistério.
Onde estará a Red Bull?
A Ferrari considera o time dos energéticos o grande adversário na prova noturna.
Monza foi o sacrifício.
Foi duro abrir mão totalmente da corrida italiana.
Mas os vermelhos estão mirando o mundo.
Vettel será competitivo contra a Mercedes no resto.
A pergunta é se a evolução apresentada pela Red Bull em Monza se transformará
em vitória em Marina Bay.
E, pior, num fator imprevisível para Sebastian e Lewis no restante do calendário.
Certidão de Nascimento
A idade está pesando.
Está complicado achar um lugar para Pascal Wehrlein em 2018.
Com seu cockpit na Sauber prometido para Charles Leclerc, o jovem alemão
se encontra até o momento sem alternativas.
As equipes clientes da Mercedes estão com as portas fechadas.
Isso porque há a necessidade de um piloto com mais de 25 anos por conta
dos patrocinadores envolvidos com bebidas alcoólicas.
Assim os times que recebem unidades de força fabricados pela Mercedes,
Williams (Martini - 15 milhões de euros / ano) e a surpreendente
Force India (Johnnie Walker e Kingfisher - 4 milhões de euros / ano),
irão sempre buscar um piloto que atenda este quesito.
Nas duas opções já há pilotos novos (Stroll e Ocon).
Tudo indica que Wehrlein será um reserva de luxo na próxima temporada.
Recordação
25 anos?
Você lembrou de Felipe Nasr?
Infelizmente, só você.
Lobby
Fique atento.
Parte da imprensa britânica tenta criar um factóide fazendo uma ligação entre
Jolyon Palmer e a Williams.
No lugar de Felipe Massa, claro.
Jogo
A McLaren queria se livrar da Honda e poder utilizar um dos outros três motores
disponíveis.
Mercedes, Ferrari e Renault disseram não.
Toto Wolff chegou a rasgar que não cederia a qualquer pressão.
O comandante de Brackley tinha o regulamento ao seu lado.
Os prazos para definição dos fornecedores de 2018 já havia expirado.
Aconteceram muitas reuniões.
A McLaren mirou o motor francês.
A Toro Rosso queria a unidade japonesa e o apoio que vem com ela.
(e uma provável parceria de fábrica para Milton Keynes)
E a Renault desejava uma compensação para permitir a troca.
A recompensa veio através do nome de Carlos Sainz Jr.
Assim a equipe de Enstone / Viry-Châtillon ganhou um piloto mais competitivo
para suas fileiras.
(um empréstimo por duas temporadas)
Sainz Jr. poderá retornar para Red Bull no caso de uma saída de Max Verstappen
ou Daniel Ricciardo.
Perceba que a Renault também mantém suas opções abertas para o futuro.
Outro beneficiado poderá ser Pierre Gasly.
Fica claro que o maior prejudicado em toda essa transação foi Robert Kubica.
Complicou para o polonês.
Grana
Na nova parceria com a Renault, a McLaren ficará sem apoio da Honda.
Perder 300 milhões de euros por temporada não vai ser fácil.
Os acionistas Mansour Ojjeh e Bahrain Mumtalakat disseram que vão
cobrir o buraco por enquanto (um ano).
Nesse período a McLaren vai caçar novos patrocinadores no mercado.
Ninguém ficou rico rasgando dinheiro.
Grid
Tirando a Williams, parece que tudo está definido para 2018.
Números
Nico Hulkenberg alcançou a marca de 128 largadas sem chegar ao pódio.
Monstrinho
Trevor Carlin é uma figura que está há mais de 25 anos no automobilismo.
Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel são exemplos de nomes que passaram
na sua unha.
Interessante.
Na hora de apontar o futuro ele não hesita em dizer o nome de Lando Norris.
Hoje na Fórmula 3 e sob o guarda-chuva da McLaren, Carlin afirma que a
jovem promessa é ainda melhor que Vettel e Ricciardo.
E posso dizer que é simpático também.
Acessível, foi bem fácil receber informações da futura estrela.
Olho nele!
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Humberto Corradi
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12:24
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Italianas
Retratos.
O colorido da vitória.
Curva decisória.
Uma geração que está passando.
Passeio.
E ainda há esperança.
Por fim.
A primeira fila.
Há muito tempo atrás...
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Humberto Corradi
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15:32
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Clipping
Tudo indica que o campeonato de 2017 será decidido nos detalhes.
A impressão deixada pela Ferrari em Spa-Francorchamps assustou a Mercedes.
Sebastian Vettel e Gina não deixaram Lewis Hamilton respirar.
O time das Flechas de Prata precisou fazer malabarismos para impedir a vitória
dos vermelhos.
A jogada do quarto motor prateado na Bélgica para continuar usufruindo da regra
antiga do consumo de óleo pareceu brilhante no primeiro olhar.
Porém seria inocente pensar que há idiotas na Scuderia Italiana.
O limite de consumo de óleo perde importância perante a possibilidade de
desenvolvimento que trará melhor confiabilidade e potência para Gina.
E a próxima atualização da Scuderia Italiana pode decidir de vez quem ficará
com o título desta temporada.
A evolução apresentada por Maranello em Spa-Francorchamps, principalmente
após as dificuldades de Silverstone, se deram por culpa da mecânica e design.
Houve trabalho duro para atingir a perfeição no trabalho de suspensão.
A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.
Sim.
Em Monza a Mercedes continua favorita.
Mas não pode cometer nenhum erro.
Como gosta de dizer Helmut Marko, Vettel já sentiu o cheiro de sangue.
Privilegiados
Apenas três pilotos completaram todas as provas de 2017 até aqui.
Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Esteban Ocon.
Toro Rosso
Sean Gelael estará conduzindo pelo Time de Faenza nos treinos livres de
Cingapura, Malásia, Estados Unidos e México.
Parece que alguém está preparando um piloto para o ano que vem, não?
Toro Rosso 2
A Red Bull parece estar dificultando o acordo entre a Toro Rosso e a Honda.
As discussões então avançadas.
O que tem pegado é a questão financeira.
Os japoneses sonham em continuar com a McLaren.
Mas os cabeças da família dos energéticos entendem que a Honda está sem
opções e endureceram o jogo.
(eles querem vender a Toro Rosso, OK?)
A McLaren quer a Renault.
A Renault (através de Alain Prost) diz ser um negócio inviável.
Tem mais pimenta.
Há outros interessados na Toro Rosso.
O pai de Sean Gelael (dono da KFC da Indonésia) é um deles.
A indonésia é um mercado com uma população maior que a brasileira num
espaço quatro vezes menor.
Outro é a Ferrari.
Faenza é logo ali e seria uma ótima solução para o retorno da Alfa Romeo.
A Honda precisa se decidir.
Sauber
Charles Leclerc vem vindo.
Pascal Wehrlein está saindo.
Dos Males
Vão trocar elementos no carro e ele deverá assim enfrentar punições no grid
de largada.
Entretanto a situação está tão esquisita para Max Verstappen que se ele
conseguir terminar a corrida em Monza já está bom.
Renault
Cyril Abiteboul disse com todas as letras que não quer Fernando Alonso vestindo
amarelo.
A razão é que o time ainda está em construção e um piloto frustrado não agregaria
nada.
Ferdi está queimado.
Por outro lado veio a notícia que Robert Kubica deverá conduzir o bólido da equipe
de Viry-Chatillon / Enstone no treino livre da Malásia.
Dilema
Fernando Alonso colocou a McLaren para escolher entre ele e os benefícios que
recebe da Honda.
Um problema que oferece duas soluções, sendo ambas insatisfatórias.
Fácil
Com os pneus mais largos e o downforce do carro atual, Vettel afirmou que passar
pela Eau Rouge ficou bem mais tranquilo do que em anos anteriores.
Falastrão
Depois de ter dito que Vettel não gostaria de ser seu companheiro de equipe
na Mercedes, Hamilton diz que abriu mão de seu sonho de pilotar pela Ferrari
após a renovação de Sebastian.
Emoção
Foi legal ver Mick Schumacher com a Benetton em Spa.
E ele se preparou.
Foram dois dias de testes para não fazer feio.
Reforço
Quem também testou foi Lance Stroll.
Em Hockenheim o piloto da Williams afiou as garras num modelo de 2014.
Novas Praças
Argentina e Vietnam se apresentaram como opções para o calendário da
Fórmula 1.
Os hermanos chegam com o retorno do Autódromo Oscar Alfredo Gálvez
numa nova configuração.
Uma alternativa para o Brasil.
Já os vietnamitas ofereceram as ruas de Hanói.
Assim como os dinamarqueses já fizeram com Copenhagen.
Bate-Bate
Depois de ter dito que Sergio Perez tentou assassiná-lo duas vezes em Spa,
Esteban Ocon se desculpou pelas palavras numa nota.
Por fim
Faz tempo.
Mas a primeira vez num Fórmula 1 deve ser inesquecível.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Húngaras
Retratos.
Não foi só a corrida.
Dificuldade para a geração de Magnussen e Vandoorne.
A tensão da torcida embolou os lugares.
E ainda aconteceram os testes.
Há muita qualidade vindo por aí.
O simpático e humilde Lando Norris.
A esperança de Robert Kubica.
E o talentoso Charles Leclerc.
Acho que todos estarão em breve no grid da Fórmula 1.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 26 de julho de 2017
O Dinheiro de Kubica
Interessante analisar os vencimentos obtidos por Robert Kubica em sua curta
passagem pela categoria máxima do automobilismo.
O piloto fez sua estreia oficial na Fórmula 1 substituindo Jacques Villeneuve nas
últimas seis corridas de 2006.
Mas contei os recebimentos a partir de sua primeira temporada completa,
logo no ano seguinte.
Lembrando que estamos falando apenas dos salários.
Os valores, atualizados, estão em Euro.
De 2007 até 2009 o polonês recebeu cerca de 13 milhões na BMW Sauber.
No ano seguinte, 2010, ele se mudou para a Renault.
Time que já contava com Eric Boullier controlando a parte técnica e a Genii
Capital o lado financeiro.
Kubica faturou 7,5 mlhões naquela temporada, quando obteve a oitava colocação
no Mundial.
O piloto da Polônia fez um acordo para defender a Lotus Renault em 2011.
Mas aí o acidente na pré-temporada interrompeu a trajetória de Kubica na categoria.
Mesmo sem correr, a escuderia ainda pagou os 9 milhões acordados para aquele ano.
Ao todo o motorista recebeu 29,5 milhões em cinco temporadas, sendo que a última
ele não competiu.
Ah, sim...
Podemos arredondar o número para 31 milhões se contarmos o dinheiro recebido no
pré-contrato com a Ferrari.
Fica ao seu critério.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 24 de julho de 2017
Revinda
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Humberto Corradi
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terça-feira, 11 de julho de 2017
Clipping
Fernando.
Olhadinha básica.
Alonso e a Ferrari
Sim.
O presidente Sergio Marchionne disse com todas as letras que não há
interesse no piloto espanhol.
Sei que as partes estiveram juntas e conversaram.
Nada feito, por agora.
O Asturiano não aceita receber pouco como Raikkonen e a Ferrari não
vai pagar a outro piloto nada perto do que Sebastian Vettel recebe.
Jump Start
Apareceu até joguinho para que qualquer um pudesse mostrar suas habilidades
de reação após as luzes vermelhas se apagarem.
Fato é que o carro de Bottas se moveu pouco antes do que deveria.
Na avaliação dos comissários, o piloto da Mercedes ficou dentro da tolerância.
Uma margem que não aparece e muito menos é especificada em nenhuma linha
do regulamento.
O artigo 8.6.1 do Código Esportivo Internacional da FIA define que uma largada
falsa se dá quando um veículo:
8.6.1.b avança da posição determinada antes do sinal de início ser dado;
8.6.1.c está se movendo quando o sinal de início é dado durante uma largada
parada.
Não há menção de tolerância.
Quer dizer, a decisão de punir ou não o piloto não foi baseada nas regras.
Acho razoável haver uma tolerância.
(apesar que, depois de 9 etapas, apenas um se moveu...)
O que penso não ser correto é não existir uma norma que determine qual
é o limite.
Já pensou todo mundo soltando o carro pouco antes das luzes se apagarem?
Falta transparência.
Livre
“Max Verstappen tem um contrato até 2019.
Depois disso estará no mercado.”
Christian Horner (Red Bull)
Toro Rosso
Danill Kvyat e Carlos Sainz Jr. (bem queimado depois da história sobre Max)
deverão ser os titulares da escuderia de Faenza no ano que vem.
Pierre Gasly, que estava esperando uma chance, deve buscar lugar
na Fórmula E.
Red Bull
Melhorias gritantes na aerodinâmica (túnel de vento ajustado) e um
motor Renault mais confiável e que permite um setup mais ambicioso.
O time de Milton Keynes deve fazer bonito no restante da temporada.
Stefan GP
O nome de Zoran Stefanovic voltou a aparecer no paddock.
O mesmo que tentou plantar uma equipe na F1 com uma tentativa frustrada
de utilizar os restos da Toyota sete anos atrás.
Há também o caso da tentativa de compra da Manor.
Aqui o que acontece é uma nova empreitada.
Primeiro estão tentando uma permissão da FIA.
(a ideia de franquias como nos esportes americanos desperta interesse)
Picareta?
Desonesto?
Não acho que chegue a tanto.
Mas é preciso mostrar o dinheiro para participar da brincadeira.
Saco de Gatos
A McLaren pode ter feito um pré-acordo com a Mercedes.
Válido até setembro, data em que as equipes da Fórmula 1 precisam
revelar suas unidades de força para a próxima temporada.
Enquanto isso a Honda trabalha.
Houve ganhos de potência na Áustria.
Boatos (desmentidos pelos japoneses) falam que o contrato com a Sauber
seria rasgado.
Na imprensa italiana surge algo impensável.
A Ferrari fornecendo motores para a McLaren.
Do outro lado, a Renault se diz pronta para fornecer para outro cliente.
E ninguém ficaria espantado se a Haas passasse a correr com uma unidade
chamada Alfa Romeo em 2018.
Uma ou outra coisa (só para não passar em branco o assunto).
Sucessor
Antonio Giovinazzi estará guiando uma Haas (de Grosjean) no primeiro treino
livre em Silverstone.
Primeira de sete.
O Trabalho para o Retorno de Kubica
A saga continua.
O polonês estará novamente no cockpit do E20 (antiga Lotus) em Paul Ricard
nos próximos dias.
Mas a seguir ele deverá finalmente encarar o RS17 nos testes de Hungaroring.
Não haverá muitas surpresas pois Kubica já conheceu o bólido no simulador.
Na Hungria ele terá seus tempos comparados com os de Nico Hulkenberg.
Alain Prost disse que a Renault está avaliando Kubica.
Entretanto a última palavra será da FIA.
Precisamos lembrar que cada piloto precisa estar habilitado fisicamente para
atender todas as normas de segurança.
Reparei
A tal proibição da mistura de óleo com gasolina parece não ter prejudicado
a Ferrari.
Mais.
Pelas características da pista e com as inovações testadas pela Haas, a
Scuderia Italiana está muito otimista para Silverstone.
Vencer na terra alheia quebraria a Flecha de Prata.
Gold and Silver shine
A BRDC, a entidade que controla o circuito de Silverstone, colocou um
ponto final no acordo que viabilizava o GP da Inglaterra de Fórmula 1 na
famosa pista.
(assim teríamos corrida somente até 2019 ao invés de 2026)
A intenção seria firmar um novo acordo, mais vantajoso, com a FIA.
E se existisse outra opção?
Pois é.
Na região de Royal Docks (Londres) há algo interessante acontecendo.
Um investimento chinês de mais de um bilhão de euros está fazendo florescer
toda uma parte da cidade abandonada que antes era uma zona industrial.
Coisa que já estava rolando desde as Olimpíadas de 2012.
O Asian Business Port será um novo distrito residencial e comercial para
a cidade.
Com muita facilidade de acesso.
Li todo o planejamento (bem explicado) num documento de 52 páginas.
E daí?
Daí que a região abrigaria sem dificuldade uma prova da categoria máxima
do automobilismo nas ruas da região.
Sem se preocupar com barulho já que o London City Airport fica ao lado.
Existe a ideia, a proposta e o dinheiro.
Faltava a oportunidade.
Pode ser...
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 7 de julho de 2017
Clipping
Quem será o campeão de 2017?
Kevin Magnussen deixou a pergunta sem resposta...
Paz
Não.
Pausa.
O duelo Vettel x Hamilton subiu um tom.
Dose de Realidade
Outro dia comentei que o custo para um piloto ir do Kart até à Fórmula 1
gira em torno de seis milhões de euros.
Pois bem.
Christian Horner tratou de lembrar isso para Carlos Sainz Jr.
O piloto espanhol fez um balão de ensaio com declarações que deixavam
em aberto seu futuro para a próxima temporada.
Não colou.
Horner (que é seco como o deserto do Atacama) respondeu na tampa.
O diretor da Red Bull declarou que Sainz Jr. só está na Fórmula 1 graças
ao investimento do time do energético.
E ainda que o piloto está sob um contrato que o vincula até 2019.
Uma dose de realidade pra quem acha que sem dinheiro alguém poderia
alcançar um cockpit na F1.
Testes e Testes
Falando nisso, a Williams tratou de rebater as afirmações de Jacques Villeneuve.
Villeneuve criticou seu ex-time por organizar testes particulares em um carro
de 2014 para o Lance Stroll.
Ele acha injusto Stroll ter esse privilégio por conta do dinheiro.
Claire Williams não enxerga malefícios em aprimorar o jovem piloto de sua
escuderia.
Interessante que Villeneuve esqueceu o passado.
Mas eu lembro.
Antes de ingressar na F1, Jacques rodou mais de 6.000 km com a própria
Williams durante sua preparação para sua estreia na categoria máxima do
automobilismo.
Treinos Livres
O mexicano Alfonso Celis Jr. (Force India) e o russo Sergey Sirotkin (Renault)
estiveram conduzindo no Red Bull Ring.
Vários interesses envolvidos.
Xerox
A Haas vai utilizar a unidade com especificação mais recente da Ferrari na
Áustria.
Promessa de um desempenho melhor.
Eu só queria ver o time de Grosjean e Magnussen desenvolvendo e buscando
soluções aerodinâmicas diferentes da Scuderia Italiana.
Só copia.
Alonso
"Eu estou feliz com meu companheiro de equipe."
"Eu prefiro Kimi."
Lewis Hamilton e Sebastian Vettel.
Respectivamente.
Time dos Sonhos
O comandante da McLaren, Zak Brown, revelou como seria seu time ideal.
Pilotos: Ayrton Senna e Mario Andretti.
Chefe de equipe: Colin Chapman.
Projetista: Adrian Newey.
Motor: V12.
Escuderia: McLaren.
Onde?
Numa pista de rua: Nova York.
Dica
Está com dinheiro?
A Mercedes vai vender um W04.
Bólido que foi guiado por Lewis Hamilton e Nico Rosberg em 2013.
Você sabia?
Que até aqui, a Force India é a equipe que mais rodou em 2017?
Que Vettel e Hamilton são os pilotos que possuem mais giros?
Que a Red Bull é a escuderia que possui menos voltas?
E que Verstappen rodou menos que Fernando Alonso?
Novas Fronteiras
Uma etapa na Dinamarca é praticamente certa no calendário da F1
nos próximos anos.
Pista de rua com forte apoio estatal.
A rua também deve abrigar um futuro segundo GP nos Estados Unidos.
Futuro
Muitas presenças significativas na discussões sobre as novas unidades de
força a partir de 2020.
Audi (Domenicali), Porsche, Alfa Romeo, Aston Martin, Cosworth, Ilmor
e McLaren Automotive.
Além, claro, de Honda, Ferrari, Mercedes e Renault.
Várias ideias sobre a mesa.
Um único mapeamento de motor para cada final de semana.
Sem diferença entre classificação e corrida.
Conceito híbrido mais simples (sem o complicado MGU-H).
Ross Brawn falou sobre diminuição nas punições por troca de componentes,
aumento do número de motores a serem utilizados e o cuidado para evitar
longas supremacias.
O Trabalho para o Retorno de Kubica
A Renault não consegue esconder a empolgação.
Alegria
Fernando Alonso é a prova que felicidade é momento.
Ou seja, nada tem a ver com uma média matemática e muito menos com
o passado.
Bicampeão mundial e com salários exorbitantes ao longo dos anos, poderíamos
avaliar que o espanhol é feliz.
Ganhos obtidos, diga-se de passagem, graças a habilidade de Flavio Briatore
em costurar bons acordos.
Os anos na McLaren sem poder lutar por vitórias têm sido uma decepção.
Por isso ele se oferece (sem condicionantes!) para os times que estão no
topo.
Horner (Atacama...) afirma que só se Ferdi for para GP2, pois na Red Bull
não há lugar.
Niki Lauda se mostra horrorizado com qualquer possibilidade do Asturiano
ir parar na Mercedes.
A Ferrari permanece em silêncio.
É uma espera.
Relato
"Eu estava ao lado de Mika Hakkinen no avião.
Na nossa frente estava Sebastian Vettel.
Escrevia todos detalhes técnicos em um caderno.
E ele havia acabado de vencer a corrida.
Virei para Mika e comentei.
O cara ganhou e continua trabalhando duro."
Toto Wolff.
O mesmo que acredita que Vettel é um dos fatores que possibilitaram
o salto da Ferrari em 2017.
Por Fim
A arte de Elia Bonetti.
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Humberto Corradi
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terça-feira, 13 de junho de 2017
Clipping
Tudo francês.
Fala Baixo
A sutileza é uma das coisas que me levaram a comentar notícias no Blog.
Achava interessante como certas coisas passavam em branco nos sites de
informação apesar de se poder ver claramente que havia algo mais em uma
nota ou numa entrevista.
Ninguém disse nada.
Mas houve uma mudança evidente no comportamento de Carlos Sainz Jr.
nas últimas semanas.
Nada a ver com sua desastrosa participação no Canadá.
Falo de antes.
O espanhol se comportava como se a Toro Rosso / Red Bull estivesse
podando sua carreira.
Inclusive impedido sua mudança para a Renault ou outra escuderia de
primeira linha (Ferrari?).
Pois bem.
Sainz Jr. declarou agora que está muito feliz onde está e ainda que vai
esperar por uma oportunidade na Red Bull.
O que alterou o pensamento do piloto de 22 anos?
Acho que primeiro alguém deve tê-lo aconselhado a não explodir pontes.
Ainda mais quando se está em cima delas.
Segundo que o mercado não está para peixe.
A vaga na Renault (Palmer) está lotada de bons candidatos.
E outras portas de fábrica parecem fechadas.
Na McLaren, se Zak Brown fosse substituir Vandoorne (por exemplo),
o nome no topo da lista é o de Lando Norris.
Mercedes e Ferrari vão bem, obrigado.
E aqui entre nós ninguém sonha com Haas ou Sauber.
Terceiro.
Pra piorar, existem sombras dentro de casa.
Na própria família do energético.
Pierre Gasly está ralando como nunca no simulador de Milton Keynes.
E Sebastien Buemi não esconde de ninguém o desejo de retornar para
a categoria máxima do automobilismo.
O campeão da Fórmula E saltou de alegria com o convite de liderar o
teste da Red Bull / Pirelli em Paul Ricard no final de julho com o atual
carro (RB13).
Lembrando que Buemi é terceiro piloto do time.
E que ambiente dentro da Toro Rosso não é bom.
Os dois pilotos titulares estão em constante atrito.
Ninguém é obrigado a tolerar a insatisfação de ninguém.
Ainda mais quando existem opções próximas e fáceis.
Talvez Sainz Jr. tenha percebido que primeiro precisa sobreviver
para depois evoluir.
Rosberg e a Ferrari
Toto Wolff levantou a hipótese numa entrevista.
Em dezembro do ano passado o Blog já havia cogitado a mesma coisa.
Mas como dissemos meses atrás, deveríamos estar sob certas condições.
Vettel indo para a Mercedes seria uma delas.
A fala de Wolff visa mais tumultuar o ambiente da Scuderia Italiana.
Astúcia de Toto.
Posso afirmar (hoje) que Raikkonen está bem perto de outra renovação.
Assim como Sebastian.
Convidado
Rosberg pilotará novamente uma Mercedes F1 (2014) em Goodwood
no próximo mês.
Uma oportunidade de ver novamente o atual campeão mundial na pista.
Tudo Meu
Lewis Hamilton revelou que a Mercedes está mais unida do que nunca na
luta contra a Ferrari.
"Todos os engenheiros estão dando o máximo."
É bom ter uma equipe, depois de tantos anos, só pra si novamente.
Stroll
"Ele está fazendo um bom trabalho.
Com apenas 18 anos e tantas críticas, eu sei que a temporada tem sido
difícil para ele."
Lewis Hamilton
O mesmo que chamou o carro da atual Fórmula 1 de surreal, de tão difícil
que é de controlar.
(Clipping 02.05.2017) Zelo*
O cuidado excessivo de Sebastian Vettel na largada facilitou a vida de Valtteri
Bottas em Sochi.
Deve ser considerado um erro do piloto da Ferrari não ter modificado sua linha
de forma mais agressiva para defender sua posição.
Isso pode ser visto também em certas atitudes de Lewis Hamilton.
A atenção demasiada de ambos é reflexo de um campeonato que tende a ser
decidido nos detalhes.
Sem riscos desnecessários.
Pois deixar de marcar pontos pode ser doloroso demais.
Uma brecha para os intrépidos.
*...continua valendo!
Machucada
Como era e como ficou o carro de Vettel após os incidentes de largada em
Montreal.
Foram 60 giros com dois décimos de perda a cada volta.
Fez a conta?
Gina é valente.
Kubica
O piloto polonês mostrou que está pronto para um retorno para a F1.
Entretanto os próximos passos não dependem mais dele.
A Renault precisa primeiro esclarecer seu plano para FIA.
(todos os testes foram elaborados pela marca do diamante)
E aí a entidade determinará se há condições de segurança para Kubica
correr todo o campeonato.
Se tudo der certo, a Renault será o time mais amado do grid.
E o braço bom de Robert ficará lesado de tanto conceder autógrafos.
Um tempo para a Honda
Cresce o barulho sobre a McLaren trocar a Honda pela Mercedes.
Alguns colocam uma possibilidade inusitada.
O time inglês usaria as unidades de força alemãs apenas por uma
temporada (2018).
Retornando com os japoneses no ano seguinte (2019).
Dando um espaço para o desenvolvimento.
Sei que tem contrato, multa e que a marca do Japão, que está sim
recebendo ajuda externa, não está gostando nada dessa conversa.
Só confusão.
Vou falar que esse troço pode dar qualquer coisa.
Qualquer coisa!
Vingança
No início da atual temporada, durante a apresentação das equipes,
Cyril Abiteboul da Renault alfinetou a Force India e a Haas.
O francês afirmou que a temporada seria para aqueles que tivessem mais
recursos.
E que as duas escuderias citadas não teriam meios de fazer frente perante
a competição na Fórmula 1 em 2017.
Chegou a dizer ainda que todo orçamento da Force India já teria se esgotado
somente para construir os carros.
Vijay Mallya (que negou qualquer negociação com Brabham) não gostou.
E rebateu na tampa ao chefe da Renault.
"Bem, boa sorte para ele.
Talvez ele venha a ter que engolir suas palavras.
Nossa equipe não está preocupada com a quantidade e sim com a qualidade."
OK.
O tempo passou.
Sete etapas já foram realizadas em 2017.
A Force India tem 71 pontos no mundial de construtores enquanto que a
Renault tem 18.
Prato frio.
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 8 de junho de 2017
Clipping
O lindo poster escolhido pela Ferrari para Montreal.
Vontade
Impossível não comentar sobre o teste realizado por Robert Kubica
em Valência.
A Renault estava lá, oficialmente, para dar rodagem ao russo
Sergey Sirotkin.
Isso foi feito no primeiro dia.
Entretanto a equipe continuou disponível mais um dia para que
Kubica fizesse seu experimento.
Foi um processo que levou doze meses para ser concretizado.
O volante foi adaptado para que o piloto pudesse compensar a
falta do braço direito.
Aquele mesmo que já passou por dezoito intervenções cirúrgicas.
Durante a programação elaborada pela Renault, Kubica enfrentou
as durezas de um final de semana de Grand Prix em um único dia.
E foi aprovado.
Apesar da desvantagem, o polonês estava pronto fisicamente para
o desafio.
Chegou a emagrecer cinco quilos no último ano.
Um planejamento tão minucioso...
Está claro que a Renault procura um piloto para ser companheiro
de Nico Hulkenberg em 2018.
E Robert Kubica está entre os candidatos.
Musa
A Mercedes faz de tudo para apaziguar sua diva.
Após os testes realizados no Bahrein houve uma mudança sensível
no setup do carro.
Tudo para que a máquina possa lidar melhor com os pneus.
Interessante que a alteração parece ter favorecido mais o tocada de
Valtteri Bottas do que a de Lewis Hamilton.
A falta de estabilidade fere mais o inglês.
Pois Hamilton gosta de agredir mais em comparação com Bottas.
Para esclarecer, a diva é o bólido.
Que foi tratado dessa forma primeiramente por Toto Wolff por conta
de suas reações, por vezes, imprevisíveis.
UP
Ambas, Williams e Force India, vão utilizar a segunda unidade de
força da Mercedes em Montreal.
Tudo dentro do plano original.
Equipe
Pierre Gasly enfurnado no simulador da Red Bull.
Mais de duzentas voltas para encontrar um pouco mais de informação
para Daniel Ricciardo e Max Verstappen.
Cliente Não
Red Bull continua se considerando grande demais para não ter um
motor para chamar de seu.
E é mesmo.
Setembro
Parece que a McLaren e Fernando Alonso deram um basta para Honda.
E o que seria impossível meses atrás começa a ganhar forma.
Uma fala sobre o rompimento entre as partes pode ser ouvido de
boas fontes no paddock.
Acontecendo, Zak Brown fecharia acordo com a Mercedes.
A Honda entrega um caminhão de dinheiro todo ano em Woking.
E permite que a McLaren seja uma escuderia de fábrica.
Não sei a quebra do acordo é o melhor caminho.
Do risco de se tornar protagonista, a McLaren abriria mão de
tudo para se transformar oficialmente numa coadjuvante
tentando ser melhor que Force India e Williams.
Um cenário estranho.
Porque algo não se encaixa.
Estou com várias questões na cabeça.
Estaria a McLaren esperando que a profecia de Eddie Jordan
se cumprisse e a Mercedes fechasse seu time de principal para
apenas fornecer motores na Fórmula 1?
A Honda se contentaria com a Sauber?
A Red Bull, que procura desesperadamente se desvencilhar dos
grilhões da Renault, não abriria tratativas com os japoneses?
E aí?
Alguém tem um pensamento?
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Humberto Corradi
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22:25
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terça-feira, 6 de junho de 2017
O Trabalho para o Retorno de Kubica
A peça essencial do quebra-cabeça se revelou hoje.
Não é a última.
Mas é aquela que permite dizer qual é a figura que estamos montando.
A Renault está por trás de todos os testes de Robert Kubica realizados
até aqui.
Apesar dos mesmos experimentos levarem o adjetivo de privado.
O objetivo é descobrir se o piloto será capaz de um retorno para a
categoria máxima do automobilismo.
Na primeira etapa realizada no circuito italiano de Franciacorta, Kubica
conduziu um carro da GP3.
A pista não foi escolhida ao acaso.
Com curvas no estilo grampo, o polonês teve sua mobilidade examinada.
Visando assim descobrir se a articulação do seu braço atingido pelo acidente
o atrapalharia de alguma forma.
Aprovado, Kubica seguiu para Donigton e Monza.
Nas duas pistas ele provou, respectivamente, um Fórmula E e um bólido
da LMP2.
Este segundo da equipe SMP Racing, time no qual o russo Sergey Sirotkin
defenderá nas 24 Horas de Le Mans em 2017.
Sirotkin que é terceiro piloto da Renault na Fórmula 1.
Pois bem.
Em Valência, Kubica andou com uma Lotus F1 de 2012 pintada com
o amarelo do time de Viry-Chatillon e Enstone.
Foram 115 giros.
Pouco mais de 450 km.
Mais do que os necessários 300 km exigidos pela regras para que a FIA
possa atribuir uma super licença através dos votos de seus membros.
Kubica ainda fez várias simulações.
Corrida, qualifying e partida.
Seus tempos foram melhores dos que o de Sirotkin.
(que também estava no autódromo espanhol)
Podemos afirmar que, continuando os testes nos atuais carros híbridos
e com o piloto atendendo os quesitos propostos, Robert estará de volta
à Fórmula 1 em breve pela Renault.
Uma verdadeira batalha!
Mas que poderá ter um final incrível, não?
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Humberto Corradi
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15:35
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segunda-feira, 5 de junho de 2017
Clipping
As duas McLarens.
Melhorando.
Aos poucos.
Honda
Más notícias.
A terceira versão da unidade de força da Honda não será vista no Canadá.
O conceito original tinha a ideia de apresentar um motor mais leve e com alta
eficiência térmica.
Os japoneses conseguiram entregar uma unidade que não pesa tanto e ajuda
na construção aerodinâmica do carro.
Porém a coisa ainda padece na hora de mostrar potência.
Os problemas de vibração foram praticamente resolvidos com alterações tanto
no hardware quanto nos softwares dos carros.
Cada um vem fazendo sua parte.
A British Petroleum (Castrol) já fez duas alterações na mistura do combustível.
Uma na primeira etapa do campeonato e outra quando a Fórmula 1 retornou
para a Europa.
A segunda versão da unidade de força foi incorporada de forma plena na
corrida de Barcelona.
Um novo software melhorado para o mapeamento do motor e outras modificações
que trouxeram finalmente um ganho de potência para Stoffel Vandoorne e Fernando
Alonso.
Na terceira versão se espera que desapareça de vez os problemas que trazem
vibração.
Fornecedores também deverão ser trocados.
Exemplo.
Sai a Magneti Marelli e entra a Bosch nos injetores.
Espera-se que na nova versão haja um aumento na eficiência térmica e assim,
consequentemente, uma redução no consumo.
A McLaren aponta a causa no atraso no desenvolvimento: a cultura da Honda
de não aceitar ajuda externa.
Só que até isso vem mudando.
A Ricardo (empresa britânica que já trabalha com a McLaren) foi quem deu
a soluções de software para a Honda que trouxeram um melhor desempenho
para Vandoorne em Mônaco.
A compra das unidades de recuperação de energia da Mercedes parece ter
sido descartada.
Além da resistência dos japoneses, a Force India foi contrária a ideia da marca
alemã ajudar uma rival direta que pode entrar no bolo do meio da tabela.
Entretanto Mario Illien já está trabalhando para que o MGU-K e o MGU-H
tenham pelo menos mais durabilidade.
Tenso.
Pra você entender, o MGU-H (que recupera a energia térmica) original da
Honda não aguenta duas provas seguidas.
Existem conversas com a austríaca AVL também, devido sua experiência nos
testes com motores.
Para não passar em branco, Masashi Yamamoto, diretor da divisão de Motorsport
da Honda, esclareceu que somente a McLaren continuará desenvolvendo a parte
de motorização com a Honda.
Aquela construção conjunta chassi-unidade de força.
Falando de 2018.
A Sauber ficará mesmo como uma equipe cliente.
Inclusive a escuderia suíça receberá as atualizações com atraso (que beleza!).
Yamamoto ainda confirma que dobrará o número de empregados na sede de
Milton Keynes da Honda para a próxima temporada.
Kubica & F1
Robert Kubica irá testar em Valência com um Fórmula 1.
O polonês não entra num bólido da categoria máxima do automobilismo desde
o seu acidente.
Ele rodará com um Renault de 2012 (antiga Lotus).
O russo Sergey Sirotkin também estará presente.
Segredo do Sucesso
Interessante.
Outro dia destaquei o empenho de Vettel para entender os pneus que estão
sendo usados em 2017.
Nos testes (de 2016) dos compostos que a Pirelli vem utilizando nesta temporada
foi permitido que as equipes alterassem seus carros para ter uma noção do
downforce produzido.
Estamos falando de aumento de asas dianteiras e traseiras para se entender
o efeito sobre as novas regras.
Acredite.
Enquanto Mercedes e Red Bull fizeram um trabalho incompreensível adotando
elementos que nem seriam permitidos em 2017, a Ferrari fez uma obra perfeita.
E tudo nas medidas exatas do novo regulamento.
Claro que as concorrentes também retiraram frutos dos experimentos, mas a
Scuderia Italiana de forma clara saiu na frente.
Sem contar o desinteresse de suas estrelas principais.
Enquanto pilotos reservas passeavam, a Ferrari tratou de rodar com Vettel
e Raikkonen.
Chega a ser engraçado lembrar o que Lewis Hamilton disse no teste de
Abu-Dhabi.
"Estou tão feliz por não ter feito esse teste (com o pneu protótipo), porque
o carro é muito diferente.
Eu fiz algumas voltas no teste de Abu Dhabi no carro de 2015 e era muito
diferente do atual.
Teria sido um desperdício do meu tempo, estou feliz por não ter feito isso.
Não faz diferença."
Hoje a Mercedes W08 é uma diva cheia de vontades, difícil de ser tratada e por
vezes imprevisível.
Dando muito mais trabalho para a Casa de Brackley.
Ao todo, Hamilton rodou 50 km nos testes.
Vettel?
2.228 km.
Calendário
Programação de testes da Pirelli 2017:
18-19 Abril: Ferrari no Barein
16 e 17 de Maio: Renault e Toro Rosso em Barcelona
31 de Maio 01 de Junho: Red Bull Racing em Paul Ricard (pneu de chuva)
02 de junho: Ferrari em Fiorano (pneu de chuva)
29 e 30 de Junho: Red Bull Racing em Paul Ricard
18 e 19 Julho: Williams e Haas em Silverstone
19 e 20 de Julho: McLaren Honda em Magny-Cours
1 e 2 de Agosto: Mercedes em Hungaroring
3 e 4 de Agosto: Ferrari em Barcelona
7 e 8 de Setembro: Mercedes em Paul Ricard
31 de outubro e 1 Novembro: Sauber e Force India no México
14 e 15 de Novembro: McLaren-Honda em Interlagos
Programa
Falando nisso, Antonio Giovinazzi participará de sete sessões de treinos livres
com a Haas no restante desta temporada.
Inglaterra, Hungria, Itália, Malásia, México, Brasil e Abu Dhabi foram os locais
escolhidos.
Somente Kevin Magnussen cederá seu carro seis vezes para o terceiro piloto
da Ferrari.
Calma que o dinamarquês tem contrato até o final de 2018.
Perguntas
Ao final da temporada, quem estará mais valorizado?
Sergio Perez ou Esteban Ocon?
USA
Houve muita festa sobre a participação de Fernando Alonso nas 500 Milhas
de Indianápolis.
Porém um dado não foi muito notado.
A audiência americana caiu quase 10% em relação a edição do evento do
ano passado.
Por Fim
Metade do ano.
Metade.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 2 de junho de 2017
Alive
Postado por
Humberto Corradi
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