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sábado, 24 de agosto de 2019
Freezer
Esquentou.
Ou melhor, vai esfriar.
A proposta declarada pela Renault é congelar o desenvolvimento das
unidades de força da Fórmula 1 em 2021.
Por que?
Redução de custos e melhoria no desempenho.
Equilíbrio.
A Honda concorda pelas palavras vindas da Red Bull.
Do lado italiano, a Ferrari não se pronunciou.
Ainda.
Mercedes?
Toto Wolff demonstra preocupação com a proximidade dos rivais
quando o assunto é potência.
E por isso a prioridade é manter a supremacia das Flechas de Prata.
Em Brackley, sede da equipe, o protótipo da unidade de força que
empurrará os carros de Bottas e Hamilton na próxima temporada
já foi ligado.
Uma ousadia.
Pois é a maior atualização da unidade de força da Mercedes dos
últimos seis anos.
Estão se preparando.
Pois o inverno está chegando.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 9 de agosto de 2019
Olhando
A Red Bull Honda está surpreendendo.
Com uma máquina rápida e confiável, Max Verstappen está lutando
mais vezes por vitórias.
Não.
Não acredito que o título de Lewis Hamilton esteja ameaçado.
A Mercedes é um carro de exceções.
Em certos momentos, em certas circunstâncias, o bólido prateado não
é um foguete comparado aos outros.
E isso não poderá atrapalhar sua trajetória vitoriosa em 2019.
A Ferrari?
A lentidão gritante na Hungria não deixa dúvidas que Lina está doente.
O SF90 possui problemas aerodinâmicos, de temperatura e consumo
de combustível.
As próximas duas etapas, Spa-Francorchmaps e Monza, devem favorecer
a Scuderia Italiana.
Se acontecer.
Mesmo assim é muito pouco.
A categoria máxima do automobilismo pode ser definida numa palavra.
Continuidade.
E neste ponto está chave do sucesso.
Perceba que, quando há oportunidade, Toto Wolff contrata um engenheiro
ou projetista da Ferrari.
Por que?
Porque a mão-de-obra especializada é escassa na Fórmula 1.
De vez em quando o Burti não comenta na TV que aquele engenheiro
que apareceu na tela trabalhou com ele mil anos atrás?
É isso.
Se continuidade é a palavra, A Red Bull e a Mercedes estão em vantagem
sobre a Ferrari para 2020.
Basta evoluir,
Aperfeiçoar.
Os italianos precisam inventar.
Acho (um pensamento, sem adivinhações, claro!) que Verstappen poderá
brigar pelo título na próxima temporada de forma real.
Adrian Newey não costuma perder oportunidades.
E a Honda deve estar enxergando a chance de voltar a triunfar e por isso
não vai poupar recursos.
Talvez testemunhemos experimentos escandalosos com a Toro Rosso nas
últimas etapas...
Sim.
O ano de 2020 promete.
Menos para Romain Grosjean e Robert Kubica.
Parece que já deu pro francês.
E o polonês (apesar do dinheiro) tem um concorrente talentoso
(e com mais dinheiro ainda) olhando pro seu lugar: Nicholas Latifi.
No aguardo.
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Humberto Corradi
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17:57
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sexta-feira, 26 de julho de 2019
Mercedes?
A classificação atualizada do campeonato de 2019:
1. Max Verstappen - 195 points
2. Sebastian Vettel - 181
3. Charles Leclerc - 171
4. Pierre Gasly - 89
5. Carlos Sainz - 64
6. Kimi Räikkönen - 52
7. Lando Norris - 43
8. Daniel Ricciardo - 42
9. Nico Hülkenberg - 32
10. Daniil Kvyat - 31
A informação vem do perfil do twitter F1 Without Mercedes.
Que simula uma Fórmula 1 sem a dinastia das Flechas de Prata.
Mais.
Nos últimos anos a coisa teria sido assim:
Mundial de Pilotos
2014: Ricciardo
2015: Vettel
2016: Ricciardo
2017: Vettel
2018: Vettel
Mundial de Construtores
2014: Red Bull
2015: Ferrari
2016: Red Bull
2017: Ferrari
2018: Ferrari
Interessante?
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Humberto Corradi
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10:30
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segunda-feira, 1 de julho de 2019
Todos
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Humberto Corradi
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18:24
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sábado, 16 de março de 2019
Flecha de Prata
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Humberto Corradi
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14:00
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terça-feira, 8 de maio de 2018
Mercado e uma ou outra coisa
Fiquei com a sensação de algo fora do lugar.
A vitória de Fernando Alonso com a Toyota nas 6 horas de
Spa-Francorchamps foi estranha pra mim.
Nada contra o Endurance.
Muito menos contra o grande talento do espanhol.
Mas estava tudo errado.
Coadjuvantes para todos os lados.
Dividindo os carros com figuras obscuras.
A montadora japonesa lutava contra o vento e a imprevisibilidade.
Só.
Me lembrei das partidas espetaculosas dos Harlem Globetrotters.
Todo mundo sabia como iria acabar.
Parte da imprensa espanhola estava histérica.
Pior.
Mike Conway (com o outro Toyota) deixou bem claro na pista quem
era o mais rápido.
Ordens são ordens.
E Flavio Briatore deve ter definido bem o roteiro na minuta que gerou
o contrato de Ferdi com a montadora da província de Aichi.
Assim, na quadra belga, Conway estava defendendo o Washington Generals.
O time que é sempre surrado pelos heróis do Harlem noite após noite ao
redor do planeta.
Foi um ensaio.
O objetivo é Ferdi brilhar no palco de Le Mans.
Na Fórmula 1 a coisa apita diferente.
Briatore caça um lugar para que Alonso tenha chance de uma última vitória
na categoria máxima do automobilismo.
Pois está claro que nada vai acontecer sob o teto da McLaren.
O empresário italiano já procurou as protagonistas do circo.
Na Mercedes Briatore tenta romper o vínculo de Valtteri Bottas e encaixar
seu pupilo.
Niki Lauda está sentado ao fundo da sala com um olhar de reprovação
sombrio diante da possibilidade.
É clara a sua oposição.
O velho campeão que sobreviveu as chamas acha que Alonso fará mal
ao sólido ambiente da equipe.
Ao se virar para a Ferrari, Flavio delira.
Fernando para o lugar de Kimi Raikkonen?
Não.
Pela conversa, ele acha que a Scuderia Italiana deveria substituir Sebastian
Vettel pelo Herói das Astúrias!
Parei.
Não.
Tem mais.
Briatore também pisou na Red Bull.
Daniel Ricciardo não tem espaço.
Portanto deixaria sua casa e Alonso mediria forças com Max Verstappen.
Flavio acredita que Ferdi é mais confiável que a estrela holandesa.
E que o filho de Jos precisa ainda amadurecer.
Um acordo para Alonso ser algo como o tutor do rapaz.
Ferdi se aposentaria em duas temporadas e Max, preparado, assumiria
o posto de primeiro piloto dos energéticos e brilharia solitário na próxima
década.
The End.
Parece desespero?
É isso mesmo.
Por outro lado, Cyril Abiteboul (chefe da equipe Renault) se volta para
Daniel Ricciardo.
Os franceses sabem que está na hora de buscar o ponta de lança de seu projeto.
Até aqui Carlos Sainz Jr. está perdendo na comparação com Nico Hulkenberg.
Me lembrei de Sergio Perez e Jenson Button uns anos atrás nas fileiras da McLaren.
Hoje o mexicano pergunta a razão de nenhuma das grandes citar seu nome.
Sainz Jr. precisa se cuidar para que a história não se repita em sua carreira.
Já Ricciardo não precisa provar mais nada.
Creio que um bom acordo (longo e lucrativo) o moveria para o lado amarelo da
força.
Ah, sim.
A Renault não foi procurada.
E também não pensa em Alonso.
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Humberto Corradi
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21:23
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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
As Brumas de Milton Keynes
Na imagem acima.
O passado e o futuro lado a lado.
Ainda esperando pelo início da temporada.
A Red Bull segue numa bruma indecifrável.
Newey apresentará um milagre?
A unidade de força da Renault vai brilhar?
Por outro lado a Mercedes caminha tranquila.
Toto Wolff e sua trupe esperam que a confiabilidade e potência continuem
ao seu lado.
O objetivo são os sete títulos de Schumacher.
A Ferrari?
Em Maranello procuraram reduzir o peso de tudo no motor.
Funcionou.
Nos testes a macchina mostrou mil cavalos.
E tudo foi bem no túnel de vento.
Atenção.
Os novos bólidos de Vettel e Raikkonen miram a pole position.
Largar em primeiro é a prioridade.
Na atual F1, no equilíbrio, ninguém ultrapassa.
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Humberto Corradi
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10:03
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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Contratos, Poderes e Afins
Tempo faz falta.
E é dinheiro.
Realmente.
Queria ter mais para escrever no Blog.
Falando nisso.
Lewis Hamilton deve estabelecer um novo acordo com a Mercedes em breve.
Casamento inabalável.
As duas partes buscando de forma feroz os números de Michael Schumacher.
O atual contrato de 2015 se encerra em 2018.
O novo acordo deverá ir até 2020.
A base girará em torno de 40 milhões de euros anuais.
Um pouco menos.
Um fixo mais premiação por vitórias.
(proposta de Toto Wolff)
Ou um fixo mais bônus por título mundial.
Do outro lado da fronteira, a Ferrari ofereceu o mesmos 40 milhões / ano
para que Sebastian Vettel permanecesse.
Amplamente divulgado no paddock.
Seb recebeu 32 milhões de euros em 2017.
Sua proposta de extensão até 2020 (ainda em 2016) foi recusada pela
Scuderia Italiana.
Sergio Marchionne não aceitou que a ideia partisse de seu piloto.
E deixou o tempo passar.
(é dinheiro, lembra?)
A Ferrari é o mito e deve estar sempre no controle.
Entretanto duas coisas aconteceram.
A baixa performance de Margherita deu poderes para Vettel.
E a saída abrupta de Nico Rosberg.
Tudo isso levou a Mercedes entrar em contato com o multi campeão.
Estabelecida uma situação aberta com Valtteri Bottas (2017 / 18), Vettel
poderia estar numa das Flechas de Prata em 2019.
O início de 2017 muda o cenário novamente.
Gina se mostra competitiva.
A Ferrari se encontra numa situação delicado por ser o último ano de acordo
com Sebastian.
E o piloto ganha um protagonismo que influencia as negociações.
Com a vantagem, Vettel assina o contrato com Maranello.
Com cláusulas de saída!
Assim, até o seu final (2020), o piloto precisará acionar sua opção a cada verão
europeu.
Ao contrário do que Marchionne queria, Vettel possui a decisão de permanecer,
ou não, nos próximos anos de acordo com a performance de seu bólido.
Uma situação inusitada.
Buscando uma alternativa, os italianos se moveram em direção à Max Verstappen.
Porém o holandês optou pelo projeto da Red Bull até o início da próxima década.
Ficando em casa.
Onde foi criado.
E já conhece tudo e todos.
Querendo construir uma carreira sólida num ambiente familiar e seguro.
Esperto.
Você deve estar pensando que o menino será tratado como primeiro piloto.
E acho que não estará errando.
Sem conseguir o garoto prodígio, a Ferrari foi até Daniel Ricciardo.
Pelo menos viu um grande sorriso depois de perceber que as duas máquinas
vermelhas poderão estar com seus cockpits vazios em janeiro de 2019.
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Humberto Corradi
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08:17
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quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Propaganda
Pisando no pescoço!
"O valor da vitória está no tamanho do seu oponente."
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Humberto Corradi
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09:51
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Mexicanas
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Clipping
Não adianta inventar.
Não há muitas histórias novas para contar.
Sempre tem alguma coisa aqui e ali.
Mas nada muito relevante.
Alonso renovar com a McLaren é notícia?
OK.
Existem alguns rastros.
Fumaças.
Notícias que estão amadurecendo.
Mas é preciso ver o cenário clarear.
Enquanto isso, umas notinhas.
Kubica
Robert Kubica testou com a Williams (2014).
Paul di Resta esteve por perto para efeito de comparação.
Me disseram que o polonês pode aparecer em um treino livre no Brasil
ou em Abu Dhabi.
A briga é com Felipe Massa.
Contra Kubica vejo três coisas.
Primeira.
A Williams quer dinheiro e perguntou se haveria a possibilidade de Robert
trazer um novo patrocinador.
(estratégia comercial antiga - lembra da Susie Wolff?)
Segunda.
A Renault não abandonou à toa seu projeto com ele.
Os franceses fizeram um investimento para testar a viabilidade do piloto
e desistiram.
Terceira.
O risco.
Não sabemos como o mundo da Fórmula 1 reagiria caso Kubica se envolvesse
em um acidente grave com outro piloto durante uma prova oficial.
Volta
Pascal Wehrlein pode estar retornando para o DTM na próxima temporada.
Laranjas
Interessante ver a Red Bull oferecer um projeto de longo prazo para Max
Verstappen.
Ouvir o Horner falar em construir o time ao redor do holandês, foi surpreendente.
Fica claro que existe uma proposta séria de outra escuderia.
Penso na Ferrari, como já escrevi.
Outros falam na Mercedes.
Lembrando que Max só foi para a Red Bull porque não havia um lugar disponível
nas Flechas de Prata.
Batalha
A Mercedes entrou com uma nova acusação sobre a unidade de força da Ferrari.
Aquela história da queima de óleo.
Parece que os italianos acharam uma solução engenhosa com dois tanques com
óleos diferentes que seriam misturados apenas no modo qualificação.
2018
A Mercedes estuda a possibilidade de apresentar um projeto totalmente novo
para o W09 em relação ao W08.
Uma mudança de conceito.
Resumindo, um carro mais curto.
(semelhante a dupla Red Bull / Ferrari).
O que poderia trazer dificuldades nas primeiras provas do ano que vem por conta
de uma ideia tão nova.
Empolgado
Brendon Hartley viu seu mundo virar de cabeça para baixo.
Eu sei que o cara venceu as 24 horas de Le Mans.
Mas a Fórmula 1 é maior do que tudo.
A oportunidade na Toro Rosso pode se transformar numa vaga em 2018.
Pra quem estava se movendo para a Indy...
Por Fim
Tantos nomes citados e ninguém lembrou de chamar o Nasr para o jogo.
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Humberto Corradi
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21:22
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quarta-feira, 11 de outubro de 2017
A Mais-Valia de Alonso
Imagem de Fernando Alonso e seus seguidores.
O piloto espanhol segue negociando a renovação de seu contrato com a McLaren.
Pelo lado da escuderia de Woking, Zak Brown gostaria de ter Ferdi em suas fileiras
por mais três temporadas.
O que está pegando aqui é o dinheiro.
A McLaren fez de tudo para se livrar da Honda.
A equipe acha que seu chassi não é digno de um motor com tanto problemas.
A chegada da unidade de força da Renault está repleta de esperança.
Um detalhe importante.
Os bólidos de Alonso e Vandoorne possuem uma bela aerodinâmica graças aos
investimentos maciços dos japoneses.
Assim.
Ganharam um motor mais promissor.
Entretanto deverão perder no desenvolvimento ao longo da temporada sem a
derrama de valores de Sakura.
Isso traz efeito também na hora de organizar o orçamento e definir o salários
dos pilotos.
Quando trocou Maranello por Woking, Alonso obteve um aumento salarial
de 15 milhões de euros.
Se tornando assim o piloto mais bem pago do grid em 2015 com 35 milhões
de euros anuais.
Aproveitando o desejo da Honda em contar com um campeão, a trupe do
espanhol soube negociar os valores.
Luis Garcia Abad e Flavio Briatore conseguiram um ótimo contrato seguindo
o caminho que é trilhado para a Alonso há mais de dez anos.
Ou seja, gerenciamento da mídia de forma incessante com forte valorização
da imagem de Ferdi.
Nos dois anos seguintes (2016 / 2017) os ganhos ficariam em 30 milhões
de euros por temporada pelo acordo.
Em sua quarta tentativa de retomar o título mundial, depois da McLaren,
Renault e Ferrari, Ferdi parece ter entrado em seu ocaso.
Briatore sempre estimou que seu protegido deixaria a Fórmula 1 em 2020.
Com portas fechadas nas equipes mais desejadas, pode ser que a profecia
do empresário, que intermediou o acordo da Pirelli e trouxe a pista de Baku
para a categoria máxima do automobilismo, se realize.
Portas fechadas por culpa do próprio piloto que costuma explodir pontes por
onde passa.
Quando Alonso deixou a Scuderia Italiana, Marco Mattiacci chegou a afirmar
que a vinda de Vettel traria "motivação, entusiasmo, disciplina e trabalho" para
a Ferrari.
Flecha lançada em direção ao asturiano bicampeão.
A Renault hesita em ter os mesmos problemas, enquanto que a Mercedes nem
cogita a hipótese de ter Alonso entre os seus.
OK.
Então o que Fernando tem em suas mãos hoje?
Uma conversa (real) com a Williams que serviu para agregar valor ao seu talento.
(no caso, 25 milhões de euros)
E a McLaren.
Zak Brown está cortando na carne.
Jenson Button será dispensado de seu acordo para que Lando Norris (mais barato)
possa assumir o desenvolvimento do carro a partir de 2018.
Economizando para poder aliviar as contas que serão geradas pelo motor Renault.
Alonso quer liberdade.
Em tudo.
Participação em provas extras (24 horas de Daytona?) e poder sonhar com opções.
Para isso um acordo de apenas um ano poderia encerrar o assunto.
Deixando-o solto no mercado ao final de 2018.
A parte financeira deverá resolvida com ganhos por produtividade.
Um salário fixo em torno de 10 milhões de euros mais bônus por pontuação e vitórias
que poderiam chegar aos vencimentos atuais de 30 milhões de euros (um teto).
O mundo gira.
É a mesma proposta que Abad fez a Ferrari na tentativa de achar uma renovação
para Alonso.
Dispensada por Maranello.
Pois naquela altura Vettel já estava arrumando suas malas para comandar o exército
vermelho.
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Humberto Corradi
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16:29
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Malásia - 2017
Sim, existe o medo.
E Max Verstappen usa isso em seu favor.
Lewis Hamilton e Sebastian Vettel têm tudo a perder.
Assim o piloto holandês não hesita em disputar posições.
Se quiser bater, o problema é dos outros.
Nas primeiras corridas da temporada avisei sobre os intrépidos.
Fato é que a Red Bull achou um caminho de desenvolvimento.
A Ferrari está liderando a corrida armamentista.
O bólido da Scuderia Italiana é imbatível.
Hoje, OK?
Está tropeçando em seus próprios pneus.
Se parar com os erros, poderemos ter um final de campeonato mais apertado.
Sim.
A Mercedes segue favorita com Lewis e seus 34 pontos de vantagem.
Entretanto o W08 causa preocupação.
Está claro que a máquina prateada só funciona 100% em certas condições.
Asfalto menos abrasivo, temperaturas mais baixas e quando há menos exigência
de downforce.
Explicando.
As pistas com maior rugosidade e que exigem que se ande na trilha favorecem de
forma impressionante a Red Bull e a Ferrari.
A Mercedes escorrega direto.
O que causa um pior aproveitamento dos pneus.
Temperaturas de asfalto mais altas fazem as Flechas de Prata sobreaquecerem
as borrachas da Pirelli.
(recorde que a chuva em Singapura fez Hamilton ressuscitar)
A exigência de downforce trava o W08 e o coloca em maus lençóis contra suas
adversárias diretas.
Pra piorar, o pacote aerodinâmico que o time trouxe para a Malásia foi uma lástima.
Hamilton ficou até as duas da manhã de sábado com seus engenheiros restaurando
a configuração antiga.
Valtteri Bottas teve que se virar com as novidades mesmo.
Fora que Lewis por ser mais rápido que seu companheiro quase sempre consegue
um desempenho melhor em meio aos problemas.
A Mercedes está perdendo a guerra das atualizações.
O que pode indicar que o W08 chegou ao seu limite.
Na prova, tivemos um Daniel Ricciardo bem agressivo contra Bottas no início.
Depois se apagou.
Sebastian Vettel veio da última posição escalando o pelotão.
Um a um seus adversários iam sendo ultrapassados.
Quer saber um segredo?
Gina estava com o mínimo de combustível possível.
Quando chegou na Red Bull de Ricciardo teve que levantar o pé.
Teve que diminuir o consumo para poder completar a prova.
Nunca houve chance real de pódio.
O acidente com Stroll após a corrida foi esquisito.
A caixa de câmbio está ilesa (segundo foi verificado em Maranello) e vai
para o Japão.
O teste final será no primeiro treino livre de Suzuka.
O resto.
Sergio Perez foi o primeiro da outra divisão com a Force India.
Stoffel Vandoorne foi favorecido com as doidices da Williams.
Stroll e Massa ficaram em oitvo e nono respectivamente por ordem da equipe.
E Esteban Ocon fechou a turma dos pontos.
O estreante Pierre Gasly sumiu depois de boa classificação.
E aquele bueiro que quase matou Romain Grosjean na sexta-feira?
Fernando Alonso?
Merece um post.
(breve)
Por fim.
Espionagem.
Sinal de receio.
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Humberto Corradi
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15:47
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Clipping
A ideia da Renault para a próxima temporada da Fórmula E.
Categoria que possui mais mídia que velocidade.
No asfalto é tipo uma Fórmula 4.
Fica a dica que devemos ver uma Renault com detalhes diferentes
também onde interessa.
Na Fórmula 1.
Malásia
Tá lembrando que é a primeira pista projetada por Hermann Tilke?
O traçado teoricamente favorece a Mercedes.
Mas as Flechas de Prata não reclamariam se uma chuva diminuísse
a temperatura.
A Ferrari deverá vir com tudo.
Precisa.
O quarta versão da unidade de força italiana está na bagagem.
Não sei se será utilizada aqui ou no Japão.
A Mercedes eu sei.
Motor 3 nos treinos livres e a unidade mais nova (quatro) estará equipando
os carros de Hamilton e Bottas no qualifying e corrida.
A Scuderia Italiana apresentará um bólido com mudanças aerodinâmicas.
Enquanto que a Red Bull vai torcer por erros das duas líderes.
Equilíbrio.
Troca
Todo mundo já sabe que Daniil Kvyat cederá seu lugar para Pierre Gasly
na Toro Rosso.
Acronis, o patrocinador do piloto russo, diz que será apenas em Sepang
e Suzuka.
Marca que coloca dois milhões de euros por temporada no time de Faenza.
Historinha esquisita.
Vou te falar que fizeram um acordo com Gasly esperando que Carlos Sainz Jr.
fosse para a Renault no lugar de Jolyon Palmer.
Só que Palmer não abriu mão de seu posto.
(eu disse que havia um contrato)
Os franceses ofereceram um caminhão de dinheiro para Palmer largar
o osso.
Recusado.
(houve uma contra-proposta..)
No papel de escola, a Toro Rosso pode fazer essas doidices.
Mas o alinhamento de 2018 deve ser com Kvyat e Gasly mesmo.
Palmer sonha com a Williams.
Nobuharu Matsushita (Honda) deve ficar na reserva por conta da
super licença.
E o outro japonês, Nirei Fukuzumi, mira o futuro.
A Vaga na Williams
Quem será o companheiro de Lance Stroll no ano que vem?
Robert Kubica, Felipe Massa ou Jolyon Palmer?
A equipe de Grove queria que Kubica testasse em Suzuka.
Explico.
Stroll esteve no Japão duas vezes nas últimas semanas conduzindo
o carro de 2014.
Parte de seu programa de treinamento.
A Williams queria aproveitar e experimentar Kubica.
A família Stroll vetou.
Há favorito para a vaga?
Acho que não.
Existe azarão.
Pascal Wehrlein.
Williams Porsche
É o caminho para 2021.
Inicialmente a marca alemã entraria como fornecedora.
Entretanto uma compra é dada como certa no futuro.
Force Racing
O nome preferido era Force One.
Porém a semelhança com F1 impediu a Force India de usar a primeira
opção.
Parceria
Red Bull e Aston Martin selaram o acordo.
A marca inglesa se torna assim a principal patrocinadora do time dos
energéticos até 2022.
A estimativa é de 30 millhões de euros / ano.
Com a parceria, Milton Keynes desenvolverá modelos esportivos de rua
para a Aston Martin.
Motor?
A Aston Martin (Red Bull) e a Cosworth (McLaren) deverão desenvolver
uma solução conjunta nos próximos anos.
Saindo da dependência de outras fabricantes.
A Toro Rosso (vendida) deverá se tornar equipe de fábrica da Honda.
Por Fim
Como tudo poderá ficar ao final da música.
Fabricantes
Ferrari
AMG Mercedes
McLaren (Cosworth)
Red Bull Aston Martin (Aston Martin-Cosworth)
Renault
Honda (adquirindo a Toro Rosso)
Williams (Porsche)
Ford (???)
Clientes
Sauber Alfa Romeo (Ferrari)
Force Racing (Mercedes)
Haas (Ferrari)
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Humberto Corradi
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00:34
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Propaganda
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Humberto Corradi
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terça-feira, 12 de setembro de 2017
Clipping
Existe uma questão que só poderá ser respondida ao final do GP de Cingapura.
Um mistério.
Onde estará a Red Bull?
A Ferrari considera o time dos energéticos o grande adversário na prova noturna.
Monza foi o sacrifício.
Foi duro abrir mão totalmente da corrida italiana.
Mas os vermelhos estão mirando o mundo.
Vettel será competitivo contra a Mercedes no resto.
A pergunta é se a evolução apresentada pela Red Bull em Monza se transformará
em vitória em Marina Bay.
E, pior, num fator imprevisível para Sebastian e Lewis no restante do calendário.
Certidão de Nascimento
A idade está pesando.
Está complicado achar um lugar para Pascal Wehrlein em 2018.
Com seu cockpit na Sauber prometido para Charles Leclerc, o jovem alemão
se encontra até o momento sem alternativas.
As equipes clientes da Mercedes estão com as portas fechadas.
Isso porque há a necessidade de um piloto com mais de 25 anos por conta
dos patrocinadores envolvidos com bebidas alcoólicas.
Assim os times que recebem unidades de força fabricados pela Mercedes,
Williams (Martini - 15 milhões de euros / ano) e a surpreendente
Force India (Johnnie Walker e Kingfisher - 4 milhões de euros / ano),
irão sempre buscar um piloto que atenda este quesito.
Nas duas opções já há pilotos novos (Stroll e Ocon).
Tudo indica que Wehrlein será um reserva de luxo na próxima temporada.
Recordação
25 anos?
Você lembrou de Felipe Nasr?
Infelizmente, só você.
Lobby
Fique atento.
Parte da imprensa britânica tenta criar um factóide fazendo uma ligação entre
Jolyon Palmer e a Williams.
No lugar de Felipe Massa, claro.
Jogo
A McLaren queria se livrar da Honda e poder utilizar um dos outros três motores
disponíveis.
Mercedes, Ferrari e Renault disseram não.
Toto Wolff chegou a rasgar que não cederia a qualquer pressão.
O comandante de Brackley tinha o regulamento ao seu lado.
Os prazos para definição dos fornecedores de 2018 já havia expirado.
Aconteceram muitas reuniões.
A McLaren mirou o motor francês.
A Toro Rosso queria a unidade japonesa e o apoio que vem com ela.
(e uma provável parceria de fábrica para Milton Keynes)
E a Renault desejava uma compensação para permitir a troca.
A recompensa veio através do nome de Carlos Sainz Jr.
Assim a equipe de Enstone / Viry-Châtillon ganhou um piloto mais competitivo
para suas fileiras.
(um empréstimo por duas temporadas)
Sainz Jr. poderá retornar para Red Bull no caso de uma saída de Max Verstappen
ou Daniel Ricciardo.
Perceba que a Renault também mantém suas opções abertas para o futuro.
Outro beneficiado poderá ser Pierre Gasly.
Fica claro que o maior prejudicado em toda essa transação foi Robert Kubica.
Complicou para o polonês.
Grana
Na nova parceria com a Renault, a McLaren ficará sem apoio da Honda.
Perder 300 milhões de euros por temporada não vai ser fácil.
Os acionistas Mansour Ojjeh e Bahrain Mumtalakat disseram que vão
cobrir o buraco por enquanto (um ano).
Nesse período a McLaren vai caçar novos patrocinadores no mercado.
Ninguém ficou rico rasgando dinheiro.
Grid
Tirando a Williams, parece que tudo está definido para 2018.
Números
Nico Hulkenberg alcançou a marca de 128 largadas sem chegar ao pódio.
Monstrinho
Trevor Carlin é uma figura que está há mais de 25 anos no automobilismo.
Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel são exemplos de nomes que passaram
na sua unha.
Interessante.
Na hora de apontar o futuro ele não hesita em dizer o nome de Lando Norris.
Hoje na Fórmula 3 e sob o guarda-chuva da McLaren, Carlin afirma que a
jovem promessa é ainda melhor que Vettel e Ricciardo.
E posso dizer que é simpático também.
Acessível, foi bem fácil receber informações da futura estrela.
Olho nele!
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Humberto Corradi
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12:24
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Italianas
Retratos.
O colorido da vitória.
Curva decisória.
Uma geração que está passando.
Passeio.
E ainda há esperança.
Por fim.
A primeira fila.
Há muito tempo atrás...
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Humberto Corradi
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15:32
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sábado, 2 de setembro de 2017
Time After Time
Chuva.
Poderia ser pior.
Uma classificação histórica para Lewis Hamilton.
Os números contam.
O talento também.
Foi o piloto inglês o responsável por melhor gerenciar os pneus nas condições
adversas de Monza.
Diferente de Valtteri Bottas que não contou com a mesma facilidade.
Mercedes e Ferrari foram pro qualifying molhado com setup para pista seca.
Porém a Scuderia Italiana fez ainda mais ajustes do que o time das Flechas
de Prata.
Os italianos apostam tudo no sol de domingo depois de uma sexta-feira difícil.
O trabalho noturno foi intenso.
Esperamos que Gina responda.
Duro será lidar com a Force India e a Williams (motores Mercedes) numa
pista que clama por potência.
As filiais conseguiram ótimos resultados no grid apostando tudo nos ajustes
radicais para o asfalto encharcado.
Sem ressalvas, excelente resultado para Esteban Ocon e Lance Stroll.
Nada melhor que dar tempo ao tempo, não?
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Humberto Corradi
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17:19
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Clipping
Tudo indica que o campeonato de 2017 será decidido nos detalhes.
A impressão deixada pela Ferrari em Spa-Francorchamps assustou a Mercedes.
Sebastian Vettel e Gina não deixaram Lewis Hamilton respirar.
O time das Flechas de Prata precisou fazer malabarismos para impedir a vitória
dos vermelhos.
A jogada do quarto motor prateado na Bélgica para continuar usufruindo da regra
antiga do consumo de óleo pareceu brilhante no primeiro olhar.
Porém seria inocente pensar que há idiotas na Scuderia Italiana.
O limite de consumo de óleo perde importância perante a possibilidade de
desenvolvimento que trará melhor confiabilidade e potência para Gina.
E a próxima atualização da Scuderia Italiana pode decidir de vez quem ficará
com o título desta temporada.
A evolução apresentada por Maranello em Spa-Francorchamps, principalmente
após as dificuldades de Silverstone, se deram por culpa da mecânica e design.
Houve trabalho duro para atingir a perfeição no trabalho de suspensão.
A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.
Sim.
Em Monza a Mercedes continua favorita.
Mas não pode cometer nenhum erro.
Como gosta de dizer Helmut Marko, Vettel já sentiu o cheiro de sangue.
Privilegiados
Apenas três pilotos completaram todas as provas de 2017 até aqui.
Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Esteban Ocon.
Toro Rosso
Sean Gelael estará conduzindo pelo Time de Faenza nos treinos livres de
Cingapura, Malásia, Estados Unidos e México.
Parece que alguém está preparando um piloto para o ano que vem, não?
Toro Rosso 2
A Red Bull parece estar dificultando o acordo entre a Toro Rosso e a Honda.
As discussões então avançadas.
O que tem pegado é a questão financeira.
Os japoneses sonham em continuar com a McLaren.
Mas os cabeças da família dos energéticos entendem que a Honda está sem
opções e endureceram o jogo.
(eles querem vender a Toro Rosso, OK?)
A McLaren quer a Renault.
A Renault (através de Alain Prost) diz ser um negócio inviável.
Tem mais pimenta.
Há outros interessados na Toro Rosso.
O pai de Sean Gelael (dono da KFC da Indonésia) é um deles.
A indonésia é um mercado com uma população maior que a brasileira num
espaço quatro vezes menor.
Outro é a Ferrari.
Faenza é logo ali e seria uma ótima solução para o retorno da Alfa Romeo.
A Honda precisa se decidir.
Sauber
Charles Leclerc vem vindo.
Pascal Wehrlein está saindo.
Dos Males
Vão trocar elementos no carro e ele deverá assim enfrentar punições no grid
de largada.
Entretanto a situação está tão esquisita para Max Verstappen que se ele
conseguir terminar a corrida em Monza já está bom.
Renault
Cyril Abiteboul disse com todas as letras que não quer Fernando Alonso vestindo
amarelo.
A razão é que o time ainda está em construção e um piloto frustrado não agregaria
nada.
Ferdi está queimado.
Por outro lado veio a notícia que Robert Kubica deverá conduzir o bólido da equipe
de Viry-Chatillon / Enstone no treino livre da Malásia.
Dilema
Fernando Alonso colocou a McLaren para escolher entre ele e os benefícios que
recebe da Honda.
Um problema que oferece duas soluções, sendo ambas insatisfatórias.
Fácil
Com os pneus mais largos e o downforce do carro atual, Vettel afirmou que passar
pela Eau Rouge ficou bem mais tranquilo do que em anos anteriores.
Falastrão
Depois de ter dito que Vettel não gostaria de ser seu companheiro de equipe
na Mercedes, Hamilton diz que abriu mão de seu sonho de pilotar pela Ferrari
após a renovação de Sebastian.
Emoção
Foi legal ver Mick Schumacher com a Benetton em Spa.
E ele se preparou.
Foram dois dias de testes para não fazer feio.
Reforço
Quem também testou foi Lance Stroll.
Em Hockenheim o piloto da Williams afiou as garras num modelo de 2014.
Novas Praças
Argentina e Vietnam se apresentaram como opções para o calendário da
Fórmula 1.
Os hermanos chegam com o retorno do Autódromo Oscar Alfredo Gálvez
numa nova configuração.
Uma alternativa para o Brasil.
Já os vietnamitas ofereceram as ruas de Hanói.
Assim como os dinamarqueses já fizeram com Copenhagen.
Bate-Bate
Depois de ter dito que Sergio Perez tentou assassiná-lo duas vezes em Spa,
Esteban Ocon se desculpou pelas palavras numa nota.
Por fim
Faz tempo.
Mas a primeira vez num Fórmula 1 deve ser inesquecível.
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Humberto Corradi
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10:39
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quarta-feira, 23 de agosto de 2017
Clipping
Assim como nos anos anteriores, Kimi Raikkonen foi mais uma vez confirmado
na Ferrari.
Último campeão vermelho.
Não se pode criticar sua tocada.
Pois a pole position em Mônaco coloca todos os argumentos dos que não gostam
da condução do finlandês no lixo.
Raikkonen permanece por não haver um substituto claro entre os novos.
Destaques estão sob contrato.
E Romain Grosjean ou Sergio Perez seria trocar seis por meia dúzia.
Sem falar nos riscos do imprevisível.
Decisão compreensível.
Também Ficam
Stoffel Vandoorne na McLaren e o projetista James Key da Toro Rosso.
Um poderia ficar sem lugar.
E o outro se mudar para a Williams.
Ferrari
Há otimismo e cautela em Maranello para o restante do campeonato.
Existe a previsão de melhorias para a Bélgica e Itália.
(claro que a Mercedes também não vai ficar parada)
A razão indica que não se pode confiar em vitórias.
Sebastian Vettel trabalhará na diminuição dos danos.
Chegar em segundo em Spa Francorchamps e em Monza seria ótimo.
Olhando as circunstâncias.
Mercedes
Lewis Hamilton devolveu a posição para Valtteri Bottas na Hungria.
Nas entrelinhas fica claro que a confiança do time prateado é enorme.
Nas contas (deles), o campeonato é do inglês.
Comparação
Na Haas.
Grosjean quase sempre se qualifica melhor.
Entretanto a quantidade de posições ganhas por Kevin Magnussen a cada
largada chama atenção.
Na Renault.
Jolyon Palmer tem sido em média pouco mais de um segundo mais lento
que Nico Hulkenberg no sábado.
A equipe diz que ainda vai analisar derradeira parte do ano para decidir se
Palmer fica ou não em 2018.
Conversa.
Só um incentivo para ver se o piloto consegue alguns pontos para melhorar
a situação dos franceses no mundial de construtores.
Na Sauber.
Interessante.
Pascal Wehrlein aposta na agressividade da borracha para se destacar na
vitrine.
E sobre Marcus Ericsson.
Sua escolha quase sempre recai pelos pneus ultramacios na maioria das vezes.
Vapor
A Aston Martin não deverá estar presente na Fórmula 1 como uma fabricante
de motores.
Halo
A proteção escolhida pela FIA está dando dor de cabeça no paddock.
O motivo é que muitos começaram a desenvolver os bólidos da próxima
temporada apostando no outro modelo.
O tal Escudo.
Assim muitos projetos foram parar no lixo.
O giro dado por Vettel em Silverstone com o Escudo, e sua sensação ruim,
enterraram a ideia por enquanto.
A palavra do alemão tem peso dois.
Olho
Sabe o Nicholas Latifi?
O canadense da F2?
Então.
Minha Opinião
Estão quietos.
Porém a Renault deve ser um excelente lugar para se estar em 2018.
Newey Trabalha
A Red Bull apresentou dois modelos diferentes do RB13 em Hungaroring.
Daniel Ricciardo largou com um carro com uma distância entre eixos maior
do que a máquina utilizada por Max Verstappen.
Na nova configuração, Adrian Newey deixa o desenho mais semelhante ao
da Ferrari.
Sim.
Ainda longe dos longos Force India e Mercedes.
Curioso para ver se as diferenças para efeito de comparação estarão rodando
na Bélgica.
Unidades de Força
A Honda planeja trazer uma nova especificação em Suzuka para seu motor.
A conversa aqui é sobre potência.
Tentando fazer bonito em casa.
O plano é apresentar uma unidade mais poderosa que a da Renault no Japão.
Esperemos.
Spa-Francorchamps
As configurações dos carros para Spa deverão ser mais semelhantes aquelas
utilizadas em Silverstone.
Portanto as Flechas de Prata possuem vantagem.
Entretanto penso que com a evolução da Scuderia Italiana não veremos uma
vantagem tão gritante quanto foi na Inglaterra.
Lembre-se que houve testes nesse meio tempo.
A Red Bull fez uma escolha bem agressiva dos pneus se olharmos para suas
concorrentes.
Mesmo com a evolução não deveria ser páreo para Ferrari e Mercedes na
Bélgica.
Talvez uma chuva para dar emoção...
Por Fim
No clima.
Postado por
Humberto Corradi
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11:24
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