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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Pontuação


























Imagem da Nascar.

A categoria americana tem um dos sistemas mais altos de pontuação do automobilismo
mundial.

É comum o campeão da temporada acumular mais de 6000 pontos.

Muito.

Já na Fórmula 1, assim como na Indy, a medida usada premia a regularidade.

Gostaria de ver uma mudança na F1.

Acho que seria interessante pontuar a volta mais rápida da corrida.

Legal a ideia?

terça-feira, 6 de março de 2012

Multi























O piloto inglês Vic Elford tem sua história confundida com a da Porsche.

Foi ele quem deu a primeira vitória em provas de 24 horas para a marca alemã.

Fez história em Daytona.

Já possuía o título de Campeão Europeu de Rally.

E das 84 (!) horas de Nurburgring.

Sempre a bordo do 911.

A fábrica despertou para seu talento.

Houve a convocação para que testasse um experimento.

O carro estava na Ligne Droite des Hunaudières.

A reta de 6 km que existia em La Sarthe.

Foi ali que o piloto encontrou o 917.

O monstro.

Considerada a melhor máquina já construída pelo homem.

Precisando ser domada.

Sem a devida aerodinâmica o carro fez um zigue-zague na pista.

Mas Elford não parou de acelerar em nenhum momento.

Gostava.

Venceu de tudo.

Targa Florio, 1000 km de Nurburgring, 24 horas de Le Mans, Interserie, Trans-Am...

Passava todas as quatro estações do ano pilotando.

Podia ser na Nascar, Can-Am ou no Rally de Monte Carlo.

Em suas treze participações na Fórmula 1 nunca subiu ao pódio.

E daí?

Alguém se importa?

sexta-feira, 2 de março de 2012

Tá doido!

 


A dica, que veio por mail, foi do amigo Danilo Candido (o Can-Am).

Um vídeo bem doido do piloto Max Papis.

O genro de Emerson Fittipaldi.

O cara aparece acelerando com um carro da Nascar no antigo oval de Monza!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Dan Gurney























O autódromo de Riverside, aquele que virou shopping center, possuía um título.

"A casa que Dan Gurney construiu."

Ele era um piloto local.

Ali mesmo, em 1957, ele foi convidado a participar de uma prova.

Para competir entregaram-lhe uma Ferrari.

Não era um presente.

Ninguém queria o troço.

E não havia bobos.

Entre os que recusaram a dádiva estava Carroll Shelby.

O motor estava em seus últimos dias de vida e dava sinais claros disso.

Porém Gurney mesmo assim foi bem na corrida.

E chamou atenção de Luigi Chinetti.

O ex-piloto italiano que era o braço comercial de Enzo Ferrari na América.

A carreira de Dan Gurney acelerou.

No ano seguinte esse americano defendeu a Scuderia Italiana em Le Mans.

E chegou à Fórmula 1.

Talento puro.

E reconhecido.

Tinha ganho a admiração de Jim Clark.

Não era pouca coisa.

Jack Brabham falou pra quem quisesse ouvir.

"Se Dan tivesse permanecido reinaria absoluto."

Gurney deixou a equipe em 1965.

Brabham e Hulme foram campeões nos dois anos seguintes.

Gurney era muito melhor que os dois.

Mas havia esse defeito.

Acabou tomando decisões erradas.

Fez o mesmo ao deixar a Ferrari em 1959 e a BRM em 1960.

Ambas conquistando o título após sua saída.

Mas a história desse piloto não se resume a isso.

É preciso contar as alegrias.

Foram quatros vitórias na Fórmula 1.

Uma em especial.

Em 1967 ele venceu em Spa-Francorchamps.

Um americano pilotando por um time americano.

A única vitória da Eagle, sua equipe, na categoria.

Uma semana antes ele venceu as 24 horas de Le Mans com o Ford GT 40.

E de forma inédita jogou champagne em todos.

Nascia assim uma tradição entre os vencedores...

Mas os prejuízos da Eagle acabaram bicando todo seu dinheiro.

Emerson repetiria a aventura alguns anos depois.

Mas isso não diminui o seu brilho.

Fora da Europa, Gurney sempre fazia bonito nas categorias americanas.

Nascar, Trans-Am, Can-Am e na Indy.

Em todas colecionou vitórias.
  
Suas escolhas e a busca do "Sonho Americano" na Fórmula 1 talvez o tenham
atrapalhado demais.

Vou repetir: era talento puro.

Mas isso, ao que parece, não é o bastante para se alcançar o título na categoria máxima
do automobilismo.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Nascar




















Este aí em cima é o Daytona International Speedway.

A imagem impressiona.

As curvas chegam a ter 31 graus de elevação.

Nos anos 50, quando a coisa foi construída, era o máximo que o asfalto segurava
sem desmanchar.

É uma das pistas mais longas da Nascar.

As provas da categoria americana são bem estranhas.

Quase tudo é permitido.

Um festival de empurrões e acidentes.

Se aproxima muito de um Destruction Derby.

Muitas vezes a sorte define o vencedor.

E o público americano adora isso.

Desde a época dos motordromes.

A história ajuda a entender a razão do formato.

Em 1979, na primeira transmissão ao vivo da Nascar, houve um acidente nas últimas
voltas com os líderes.

As pessoas vibraram em suas casas.

Depois disso a popularidade do troço explodiu.

Audiência, dinheiro...

Quem quer mudar?

O show deve continuar!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Martinsville Speedway

























Apena 846 metros de pista.

Para se ter ideia podemos falar de atletismo.

Joaquim Cruz correu 800 metros em 1984 para ganhar a medalha de ouro nas olimpíadas
de Los Angeles.

As imagens são do Martinsville Speedway.

A pista mais curta da Nascar.

Tão pequena, que seu apelido é clipe de papel.

Só um detalhe.

Para vencer a prova anual da Sprint Cup o piloto precisa cruzar a linha de chegada em
primeiro após 500 voltas...

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Nascar

























A Nascar correndo na Europa?

Na verdade apenas alguns carros...

Quem recebeu os visitantes foi Hockenheim.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tá doido!

 

Realmente assim o pit stop é mais legal. Pelo menos pra quem está assistindo...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Surreal

































Bom dia.

Começando o dia com o Pace Car conduzindo os carros da Stock americana.

A foto foi feita no circuito de Jacksonville Park Speedway, na Flórida em 1954.

A pista se tornou histórica pois foi o local da vitória de Wendell Scott, em 1963.

Scott, com esse feito, se tornou o primeiro e único piloto negro a ganhar uma corrida da categoria.

Imaginem o tamanho do preconceito na época.

Ao final da prova, a direção da Nascar chegou a declarar o segundo colocado, um piloto branco,
como vencedor.

A correção da organização, dizendo que Scott foi o ganhador, só veio a público alguns dias depois.

O autódromo foi usado pela Nascar de 1951 até 1964.

No início dos anos setenta o circuito foi fechado para dar lugar a um conjunto habitacional.

Mas a história, que não devemos esquecer, permaneceu e deve ser sempre lembrada.