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quinta-feira, 18 de junho de 2020
Sportcars
Emerson Fittipaldi em 1974.
As raras imagens do Rato correndo em Nurburgring,
na Interserie.
Usando o Porsche 917 / 10 Turbo da equipe
Willi-Kauhsen-Racing-Team.
Emerson largou na pole, mas chegou em sexto nessa
corrida.
(Post corrigido graças ao Tohmé e ao Zé Maria)
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terça-feira, 16 de junho de 2020
Cascudos
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quinta-feira, 11 de junho de 2020
Gulf
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quinta-feira, 4 de junho de 2020
Meep Meep
Bom dia petrolheads!
Osterreichring.
1969.
Matra de passagem pelo 911.
Porém o alvo da missão do time azul era alcançar o Porsche 917.
Missão impossível...
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quarta-feira, 3 de junho de 2020
Alvorada
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quarta-feira, 27 de maio de 2020
Race of Champions
Bom dia petrolheads!
Emerson Fittipaldi participando da International Race of Champions.
A IROC.
Circuito de Riverside.
Muito legal assistir a turma mandando ver nos Porsches.
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Humberto Corradi
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sábado, 23 de maio de 2020
Jean Behra
O francês Jean Behra pertencia aquela linhagem da Fórmula 1 que cometia excessos.
Daqueles que corriam no limite.
Ele começou sua carreira nas motos.
Seu físico era franzino.
Quase um jóquei.
Por isso tudo lembrava outro piloto.
Tazio Nuvolari.
Daí conquistou a admiração de Enzo Ferrari.
Behra sonhava com uma vitória.
Porém sua contratação pela Scuderia Italiana veio tarde demais.
Behra estava castigado.
Tinha 38 anos.
Seu corpo acusava o número elevado de vezes em que saiu das pistas.
O rendimento não era o mesmo do passado.
Sua cabeça não aceitava o fato de ficar atrás de seus companheiros de Ferrari.
Era sempre dominado por Phil Hill e Tony Brooks.
Isso o deixava irritado.
Nervoso.
Até que um dia seu sangue ferveu.
Achou que estava recebendo um equipamento inferior.
E acusou Romolo Tavoni.
Na briga esmurrou o diretor esportivo da equipe italiana.
Imagine Rubens Barrichello dando um soco em Jean Todt...
O piloto francês foi demitido.
Mas não desistiu.
Queria provar a todos que era um bom piloto.
Na Alemanha ele embarcou na corrida preliminar da fórmula 1 com seu Porsche.
A pista estava molhada.
Era Avus...
Precisa explicar?
Na nordkurve Jean Behra perdeu o controle e bateu num poste.
Morreu sedento pela vitória.
O commendatore não foi ao seu funeral.
Mas a Ferrari se sentia culpada.
As palavras de Carlo Chiti, diretor técnico da Scuderia, deixou escapar o sentimento.
"Abandonamos um homem desesperado..."
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Humberto Corradi
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09:50
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sexta-feira, 18 de outubro de 2019
BPR
Bom dia a todos.
Olha aí as preciosidades enviadas pelo amigo Fernando via mail.
As fotos da passagem da BPR por Curitiba em dezembro de 1996.
Pra quem não sabe a BPR Global GT Series foi a categoria predecessora da atual
FIA GT.
Destaque para os brasileiros Nelson Piquet, que foi parceiro de Johnny Ceccoto,
e pro veloz Maurizio Sandro Sala.
Valeu demais Fernando!
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Humberto Corradi
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09:00
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Porsche x Lancia
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017
É assim...
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Humberto Corradi
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08:10
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Clipping
A ideia da Renault para a próxima temporada da Fórmula E.
Categoria que possui mais mídia que velocidade.
No asfalto é tipo uma Fórmula 4.
Fica a dica que devemos ver uma Renault com detalhes diferentes
também onde interessa.
Na Fórmula 1.
Malásia
Tá lembrando que é a primeira pista projetada por Hermann Tilke?
O traçado teoricamente favorece a Mercedes.
Mas as Flechas de Prata não reclamariam se uma chuva diminuísse
a temperatura.
A Ferrari deverá vir com tudo.
Precisa.
O quarta versão da unidade de força italiana está na bagagem.
Não sei se será utilizada aqui ou no Japão.
A Mercedes eu sei.
Motor 3 nos treinos livres e a unidade mais nova (quatro) estará equipando
os carros de Hamilton e Bottas no qualifying e corrida.
A Scuderia Italiana apresentará um bólido com mudanças aerodinâmicas.
Enquanto que a Red Bull vai torcer por erros das duas líderes.
Equilíbrio.
Troca
Todo mundo já sabe que Daniil Kvyat cederá seu lugar para Pierre Gasly
na Toro Rosso.
Acronis, o patrocinador do piloto russo, diz que será apenas em Sepang
e Suzuka.
Marca que coloca dois milhões de euros por temporada no time de Faenza.
Historinha esquisita.
Vou te falar que fizeram um acordo com Gasly esperando que Carlos Sainz Jr.
fosse para a Renault no lugar de Jolyon Palmer.
Só que Palmer não abriu mão de seu posto.
(eu disse que havia um contrato)
Os franceses ofereceram um caminhão de dinheiro para Palmer largar
o osso.
Recusado.
(houve uma contra-proposta..)
No papel de escola, a Toro Rosso pode fazer essas doidices.
Mas o alinhamento de 2018 deve ser com Kvyat e Gasly mesmo.
Palmer sonha com a Williams.
Nobuharu Matsushita (Honda) deve ficar na reserva por conta da
super licença.
E o outro japonês, Nirei Fukuzumi, mira o futuro.
A Vaga na Williams
Quem será o companheiro de Lance Stroll no ano que vem?
Robert Kubica, Felipe Massa ou Jolyon Palmer?
A equipe de Grove queria que Kubica testasse em Suzuka.
Explico.
Stroll esteve no Japão duas vezes nas últimas semanas conduzindo
o carro de 2014.
Parte de seu programa de treinamento.
A Williams queria aproveitar e experimentar Kubica.
A família Stroll vetou.
Há favorito para a vaga?
Acho que não.
Existe azarão.
Pascal Wehrlein.
Williams Porsche
É o caminho para 2021.
Inicialmente a marca alemã entraria como fornecedora.
Entretanto uma compra é dada como certa no futuro.
Force Racing
O nome preferido era Force One.
Porém a semelhança com F1 impediu a Force India de usar a primeira
opção.
Parceria
Red Bull e Aston Martin selaram o acordo.
A marca inglesa se torna assim a principal patrocinadora do time dos
energéticos até 2022.
A estimativa é de 30 millhões de euros / ano.
Com a parceria, Milton Keynes desenvolverá modelos esportivos de rua
para a Aston Martin.
Motor?
A Aston Martin (Red Bull) e a Cosworth (McLaren) deverão desenvolver
uma solução conjunta nos próximos anos.
Saindo da dependência de outras fabricantes.
A Toro Rosso (vendida) deverá se tornar equipe de fábrica da Honda.
Por Fim
Como tudo poderá ficar ao final da música.
Fabricantes
Ferrari
AMG Mercedes
McLaren (Cosworth)
Red Bull Aston Martin (Aston Martin-Cosworth)
Renault
Honda (adquirindo a Toro Rosso)
Williams (Porsche)
Ford (???)
Clientes
Sauber Alfa Romeo (Ferrari)
Force Racing (Mercedes)
Haas (Ferrari)
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 31 de julho de 2017
Brutos
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sexta-feira, 14 de julho de 2017
A Força da Unidade
O tema é motor.
Primeiro a Sauber.
O time suíço parece ter entendido que não existem muitos cockpits
disponíveis no grid.
E quase sempre quando algo é raro acaba se tornando valioso.
Ferrari, Honda e Mercedes procuram espaço para suas esperanças
mais jovens.
Alguns nomes?
Esteban Ocon, Pascal Wehrlein, Antonio Giovanazzi, Charles Leclerc
e Nobuharu Matsushita.
Olhando o mercado, a Sauber resolveu ouvir propostas.
E por isso seu acerto com a Honda esfriou.
A McLaren tem um contrato com os japoneses.
Um acordo tão bom, financeiramente falando, que permite que
a equipe nem precise de um patrocinador master.
Ainda acredito que em algum momento a boa performance virá.
Há capacidade e dinheiro suficiente para isso.
Romper uma parceria como essa seria uma lástima apesar dos
resultados até aqui.
A razão?
Ser um time de fábrica é o mais importante hoje na categoria máxima
do automobilismo.
A Red Bull está louca por uma unidade de força só sua.
As cabeças de Milton Keynes sabem que sem isso não haverá vitórias
no futuro.
Uma notícia é que a Honda decidirá nas últimas provas de 2017 se vai
permanecer ou não na Fórmula 1.
O comando da categoria (Liberty) não quer perder tal marca.
Seria um sinal muito ruim para outras fabricantes que estudam uma
entrada após 2020.
Aqui a conversa se move para a Porsche.
A Volkswagen entendeu que o Endurance não dá mídia.
E depois de cansar de vencer nas 24 horas de Le Mans as únicas coisas
novas que podem vir são a mesmice ou a derrota.
Participando de todas as reuniões que definirão como será a unidade
de força da F1 a partir de 2021, a Porsche vai nas próximas semanas
resolver seu futuro.
Endurance, Fórmula E ou Fórmula 1.
Sendo que a opção de mesclar a Fórmula E com uma das outras duas
deve também está sobre a mesa.
A favor da F1 pesa o fato do motor híbrido ser bem conhecido pelos
engenheiros da Porsche.
Fornecer unidades para a categoria não seria algo tão difícil.
Nem encontrar clientes.
As peças no tabuleiro estão se movendo.
Provável entrada da Porsche.
Caminhos da Honda.
Sauber e McLaren (Unidades da Renault) especulando seus destinos.
E tudo acaba atingindo o mercado de pilotos.
Os próximos dias serão importantes.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 21 de junho de 2017
Clipping
Olhando para frente.
Casa
De boa fonte, Sebastian Vettel estará na Ferrari em 2018.
De outra, que não conheço, vem a informação que Raikkonen continuaria
também.
Nova Escuderia
No último Clipping eu disse ao falar sobre a nova equipe na Fórmula 1 que
o motor Ferrari seria o escolhido.
Engano.
A conversa aqui caminha para Renault (forte) ou Mercedes.
Estranho.
Pois fui levado ao erro por conta de que é um ex-membro da Scuderia
Italiana um dos principais envolvidos na empreitada.
Lenha?
Jean Todt confirmou que a FIA recebeu uma sondagem recente sobre
um novo time.
Pink
O austríaco Lucas Auer está sendo cotado para o testes de jovens pilotos
da F1 em Hungaroring.
O sobrinho de Gerard Berger conduziria a Force India.
A adaptação deverá ser rápida.
Auer também pilota um carro rosa na DTM sob o mesmo patrocínio da
BWT que hoje também envelopa o time de Vijay Mallya.
Mais Force India
Por trás da conversa sobre a alteração do nome da equipe está um patrocinador.
Algo em torno de 30 milhões de euros anuais.
Calendário
Ímola?
Não há dinheiro.
Esqueça.
Quanto?
Equipe de fábrica.
Grande e tal.
Mas Toto Wolff esclareceu que a opção por Valtteri Bottas para o lugar
de Nico Rosberg foi facilitada porque o ex-piloto da Williams chegou com
seu patrocinador.
"O objetivo da equipe é gerar renda.
Um piloto com apoio sempre terá vantagem."
A fala de Wolff mostra um pouquinho da realidade.
Se na Mercedes é assim, imagine o resto.
Unidades de Força
O debate sobre como serão os motores da categoria máxima do automobilismo
após 2020 continuam.
A Renault acredita ter encontrado o caminho para diminuir a distância entre ela
e a dupla Ferrari / Mercedes.
E por isso os franceses clamam pela continuidade e estabilidade.
Ou seja, nada de mudanças bruscas.
A Porsche acompanha todas as discussões.
A presença dos alemães no WEC (LMP1) está garantida em 2018.
Para além, não.
Em Le Mans, Chase Carey conversou com a marca da Volkswagen.
Houve tratativas com a Toyota também.
A Liberty está tentando trazer outras opções para a Fórmula 1.
E iniciar uma nova era ao final do atual Acordo de Concorde.
Tem Contrato
A Renault deverá manter Jolyon Palmer até o final da atual temporada.
Em 2018 veremos um novo nome ao lado de Nico Hulkenberg.
Fritando
Na briga por um lugar na Toro Rosso, Daniil Kvyat e Carlos Sainz Jr.
estão com a vantagem.
As performances de Pierre Gasly na Super Fórmula decepcionam.
Gasly precisa logo mudar esse quadro.
Por fim
Baku.
Maranello não parece otimista.
Deve ser apertado?
Sim.
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Humberto Corradi
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terça-feira, 20 de junho de 2017
Hartley
Não posso negar.
Eu tenho uma visão bem dura sobre o World Endurance Championship.
Acho pouco acessível.
Pelo formato.
Confunde.
Os construtores aparecem bem mais que os pilotos.
Isso dificulta.
Pois falta a referência.
Há tropeços até na transmissão ao tentar identificar quem está
conduzindo o carro em certo momento.
Outra.
Uma prova.
Não é um produto que consegue um acordo decente com a
televisão.
Por isso é facilmente encontrado ao vivo na internet.
Fato.
O Endurance não tem uma audiência absurda e muito menos
cobertura da mídia.
Quer um exemplo?
Dois anos atrás Mark Webber se sagrou campeão mundial.
Você estava presente nas 6 horas de Xangai quando a Porsche
garantiu seu título?
Nem qualquer jornalista australiano compatriota de Webber.
Não estou implicando de forma gratuita com a categoria.
(que é trabalhosa e possui uma história muito bonita)
Mas é preciso dimensionar de forma correta as coisas.
Enquanto tudo que acontece na Fórmula 1 é notícia no planeta,
a WEC precisa pagar para divulgar seus feitos.
Pra piorar, a LMP1 com seus motores híbridos se tornou excessivamente
custosa.
Como disse de forma cirúrgica o di Grassi.
"A LMP1-HY tem um modelo de negócio muito caro para pouco
retorno.
Então as montadoras estão saindo e dificilmente outras entrarão."
OK.
Não vamos ficar apenas no mal.
A tradição fala alto.
Comove o orgulho francês com as 24 horas de Le Mans.
Nurburgring, Spa-Francorchamps...
E faz pensar também.
Brendon Hartley fez parte do trio que conduziu o bólido da Porsche
que venceu a mais famosa das provas de maratona automobilística.
Após ser criado respirando motores em sua terra natal, esse piloto
da Nova Zelândia veio tentar sua sorte na Europa.
Adotado pelo programa Red Bull, chegou ao título da Fórmula
Renault 2.0 em 2007.
Hartley tinha 18 anos na época.
Campeonato que teve participação de nomes como Daniel Ricciardo,
Fabio Leimer, Roberto Merhi, Oliver Turvey, Jules Bianchi e Charles
Pic.
Significativo.
Pois é um torneio que teve pilotos importantes que levantaram a
taça ao longo dos anos.
Podemos citar alguns.
Kamui Kobayshi, Valtteri Bottas, Stoffel Vandoorne, Pierre Gasly
e Lando Norris.
Após a conquista, a Red Bull deu trabalho para o rapaz no ano
seguinte.
Testes na Toro Rosso, exibições e trabalho no simulador de Milton
Keynes.
Em 2009 ele se tornou o terceiro piloto das duas escuderias da
turma do energético.
Parecia que era uma questão de tempo para ele ser titular na
Fórmula 1.
Mas seus resultados insípidos em 2010 e a alta concorrência interna
no programa da Red Bull consumiram suas chances.
Jaime Alguersuari, Daniel Ricciardo e Jean-Éric Vergne se tornaram
favoritos.
Hartley insistiu.
Patinou na GP2 por três temporadas.
Em 2012 foi convidado para ser piloto de teste da Mercedes
na F1.
(foto acima)
Ficou no posto por dois anos.
Nesse período, Hartley começou sua trajetória no Endurance.
Em 2014 já estava defendendo a Porsche.
Se tornou campeão mundial na WEC no ano seguinte ao lado
de Webber.
E em 2017 venceu em Le Mans.
Fincou sua bandeira no topo da categoria.
Como eu disse, fiquei pensando em tudo que esse rapaz passou.
Ele tem mais ou menos a mesma idade de Sebastian Vettel.
O supra-sumo da metodologia de Helmut Marko.
Quatro títulos mundiais na categoria máxima do automobilismo.
Mas e o resto?
Alguersuari, Vergne, Felix da Costa, Juncadella, Aleshin...
Onde estão?
Não devemos esquecer de Ricciardo, Verstappen, Kvyat e Sainz Jr.
Algum desses conseguirá repetir o brilho de Vettel?
Todos conseguirão pelo menos um título na Fórmula 1?
Difícil, não?
Tem que ser cascudo.
Brendon Hartley não fez escolhas.
Somente ficou com uma das opções que sobraram após seu sonho
da F1 se extinguir.
Por fim, se colocou no lugar certo e na hora certa.
Venceu.
E provou uma coisa.
Nada dessa bobagem de que há vida fora da Fórmula 1.
A palavra aqui é luta.
Ação.
Resistência.
Mesmo que tudo pareça estar contra você.
A tribulação, a dificuldade, produz a paciência.
Por sua vez, a paciência nos traz a experiência pra lidarmos com os infortúnios.
E a experiência se transforma em esperança.
Com segurança.
Pois não há mais confusão ou incertezas.
Brandon Hartley sabe onde está.
Seu nome está escrito ao lado de Graham e Phil Hill, Ickx, McLaren, Shelby,
Froilán Gonzalez e Nuvolari.
E, curiosamente, Helmut Marko (o vencedor de 1971).
Interessante.
Era para ser apenas um registro.
Porém, apesar de tanto tempo depois de ter sido feita, a imagem abaixo
continua viva.
Pois segue ainda adquirindo novos significados devido às vitórias
que estão sendo acrescentadas à mesma.
Isso se chama fazer seu próprio caminho.
Hartley não aceitou qualquer rótulo imposto.
Continuou se definindo pelos seus feitos.
E, assim, vem fazendo história.
Inspirador.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 16 de junho de 2017
Ódio
Os 1000 km de Spa-Francorchamps.
1970.
Jo Siffert e Pedro Rodriguez armados.
Cada um com seu Porsche.
Chegando as vias de fato na descida que leva a Eau Rouge.
Pra sentir o clima, as palavras de Siffert sobre seu companheiro de escuderia:
"Esse pequeno sujo tenta sempre me tirar da pista."
Parece que havia muito mais coisa além de óleo e borracha no asfalto.
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Humberto Corradi
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domingo, 26 de março de 2017
Porsche Keil
A ideia do piloto Ike Eichelberger impressiona pela ousadia.
Em 1969 ele elaborou essa bizarra carroceria móvel.
O funcionamento?
Apenas com o toque de um botão, a traseira do carro levantava automaticamente
para dar mais estabilidade nas curvas.
Eichelberger montou a coisa sobre um motor Porsche 904 e foi pra pista.
Abaixo você pode ter uma ideia da funcionamento.
Interessante.
Mas com esse tamanho devia facilitar bastante a vida da turma que vinha de trás
tentar pegar o vácuo, não?
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Schwestern
Muito legal!
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sábado, 20 de agosto de 2016
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