A história do francês Alain Prost.
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domingo, 6 de outubro de 2013
McLaren Tooned - Prost
A história do francês Alain Prost.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 3 de junho de 2013
Cabine
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
Var
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terça-feira, 30 de abril de 2013
Toro
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quarta-feira, 17 de abril de 2013
Up to Date
Bom dia a todos.
Interesses
Alain Prost declarou que Romain Grosjean perdeu a confiança.
A declaração do ex-piloto da Fórmula 1 minando seu compatriota não é gratuita.
Nicolas, seu filho, é piloto de testes da Lotus.
Entendeu?
Genni
A Lotus se levantou e começou a negociar com Kimi Raikkonen sua permanência
na equipe.
A manifestação da Red Bull sobre o finlandês é tratada com cuidado.
Menos pelo que está acontecendo hoje e mais pelos ventos futuros.
Afinal ninguém sabe o que se passa na cabeça de Sebastian Vettel.
O atual campeão parece querer ver como ficará o jogo após o retorno dos motores
turbos à Fórmula 1.
Para a Genni Capital é importante a manutenção de uma figura como Raikkonen.
O grupo movimenta mais de 1 bilhão de dólares anuais em todo o planeta, tendo
inclusive um escritório no Brasil.
Está claro que esporte a motor é apenas uma ponta dos diversos empreendimentos
da Genni que atua também no mercado financeiro e imobiliário.
E atrair mídia e atenção para o seu box usando as vaidades do paddock faz parte
do seu negócio.
O lugar acaba se tornando um clube itinerante que roda todo o planeta com a F1.
Ali grandes empresários nos locais das corridas podem ouvir propostas enquanto
tiram fotos com os pilotos.
Foi dessa forma que a Genni conseguiu fechar contratos milionários e entrar no difícil
mercado de celulares da Índia.
Sem maiores cobranças, do jeito que está rolando dinheiro e com tantos interesses em
jogo, Raikkonen só sairá do time se quiser...
Vendas
Olhando o Mapa-Múndi é impossível deixar de reparar.
Os locais onde a Ferrari mais deseja expandir seus negócios acabam de uma maneira
ou de outra entrando no calendário da Fórmula 1.
Kovalainen
Fácil entender o desinteresse momentâneo da Caterham pelo chinês Ma Qing Hua.
O piloto além de perder seu posto de piloto de testes, ainda ficou sem lugar na GP2.
Basta imaginar a alegria de Tony Fernandes quando viu entre os patrocinadores da
Ferrari a chinesa Weichai Power.
Mas não é motivo para uma dispensa.
Até porque o chefe da equipe concentra seus maiores interesses na Ásia.
Outra coisa.
A chegada de Kovalainen não deve ameaçar Giedo Van der Garde e Charles Pic.
Não é prudente matar as fontes de dinheiro de uma Escuderia.
Na foto: e a Pirelli mudou...
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sexta-feira, 15 de março de 2013
Detalhe
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sábado, 23 de fevereiro de 2013
Alain
1978.
O detentor de quatro títulos mundiais na F1 no início de sua carreira.
Circuito de Pau. França.
Fórmula 2.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Scuderia
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domingo, 23 de dezembro de 2012
1984
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
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sábado, 17 de novembro de 2012
Tetra
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domingo, 4 de novembro de 2012
Kid
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sábado, 1 de setembro de 2012
Chefe
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terça-feira, 14 de agosto de 2012
Dedução
Tripleta com o lendário Alain Prost.
Interessante.
Para a temporada de 1996 o francês analisava dois convites.
Um vinha de Ron Dennis para que retornasse a McLaren.
Contrato de dois anos.
Outro era de Jean Todt para que fosse o companheiro de Michael Schumacher
na Ferrari.
Ambos girando em torno de 25 milhões de dólares / ano.
Uma fábula.
Os dois foram recusados.
O lado familiar, que era contra a sua volta, pesou muito.
Agora duas observações.
Primeira: o contato com Prost mostra a dúvida da Ferrari em relação ao sucesso
de Schumacher dentro da Scuderia.
Segunda: o que teria sido o restante da carreira de Ayrton Senna?
Contratos milionários?
Portas abertas em Maranello?
E, após a aposentadoria, uma forte influência política dentro do circo?
Perguntas...
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terça-feira, 31 de julho de 2012
Diminuído
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terça-feira, 17 de julho de 2012
Up to date
Bom dia a todos.
Favorita
O tetracampeão Alain Prost declarou que a Red Bull deverá ganhar o campeonato
novamente.
Corte
Caso fique na Ferrari, Felipe Massa sofrerá uma redução de salário. Nicolas Todt
já foi avisado.
Na foto: Porsche 908.
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quinta-feira, 28 de junho de 2012
Linhagem
A foto acima é de 1988.
Ano em que a McLaren reinou absoluta.
Não havia adversários para o time inglês.
Foram 15 vitórias em 16 corridas.
Em Mônaco aconteceu algo inesperado.
Durante a classificação Ayrton Senna colocou 1,4 segundos em Alain Prost.
Um assombro.
Para desmontar qualquer piloto.
Mas o francês não era um qualquer.
Não se abalou.
Durante a corrida o brasileiro se acidentou e Prost venceu.
E seguiu sua vida.
Não é qualquer um que sabe lidar com um companheiro acima da média.
Um fora-de-série.
Veja o caso de Fernando Alonso.
O espanhol tem a mania de esmagar a vontade de seus companheiros.
Piquet, Trulli, Villeneuve, Fisichella, Massa...
Nem Michael Schumacher tem o respeito dele.
Mas e Lewis Hamilton?
Aí sim.
Na McLaren o asturiano descobriu que havia um que poderia ser páreo.
"Em condições iguais, ele é melhor."
Reconheceu.
E houve retorno.
Hamilton acha que Fernando Alonso "é o melhor piloto do grid."
O respeito é mútuo.
Sabem que são gigantes.
São os herdeiros.
Pertencem linhagem nobre da Fórmula 1.
A mesma de Nelson Piquet, Ayrton Senna, Emerson Fittipaldi, Alain Prost,
Jackie Stewart...
Daqueles que se conformam apenas com as vitórias.
Nada menos que isso.
É fácil reconhecer.
Pelas reações.
Na derrota eles descontam no volante, nas luvas, no capacete.
O sangue ferve.
Você já viu isso.
Os outros são bons pilotos.
Mas falta aquele algo mais.
Na maior parte do tempo estão se desculpando.
Eternos segundos pilotos do time.
São "azarados".
Como se a sorte perseguisse os mesmos.
Sorte...
Na verdade a genialidade atropela tudo isso.
Quando o acaso aparece, os verdadeiros campeões não se abalam.
Pois já ultrapassaram os fracos.
E estão no lugar certo para vencer.
Não é o que sempre acontece?
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Pascal
Dois pilotos fantásticos.
Alain Prost e Ayrton Senna.
Que disputaram o mesmo espaço.
Ao mesmo tempo.
O francês mesmo assistindo a carreira do brasileiro se assustou.
Quando eles dividiram a atenção da McLaren Prost achava que Senna não seria páreo.
Reconhecia sua valentia.
"Um menino-prodígio.
Mas não pode ser comparado a Keke Rosberg, Niki Lauda..."
Percebe-se um certo desdém em suas palavras.
A piada logo perderia a graça.
Poucos anos depois Prost desembarcaria na Williams.
Sua última temporada.
A rivalidade era mais que concreta.
Ultrapassava os limites das pistas.
Senna negociava seus contratos.
Ganhava mais.
Era mais amado.
Isso batia na alma de Prost.
A vingança ele combinou com Frank Williams.
"Aceito qualquer companheiro de equipe.
Até Mansell...
Menos Senna.
Eu quero me divertir!"
E se não tivesse abandonado a Fórmula 1?
O que aconteceria?
Continuaria na Williams.
Sem Ayrton Senna?
"Sim.
Essa opção estava prevista no contrato..."
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
Ayrton Senna
A primeira impressão é a que fica.
E a primeira impressão que Ayrton Senna passou à Fórmula 1 não foi boa.
Não falo de pilotagem.
Em meio a nomes grandiosos ele não se sentiu intimidado.
Tímido.
Calado.
Sim.
Porém a atitude dos vencedores já estava lá.
Desde os primeiros testes.
Respeito?
Não.
Nelson Piquet, Alain Prost, Nigel Mansell, Niki Lauda.
Ele sabia que poderia vencer todos.
Bastava o mínimo de condições.
O resto ele fazia.
Se em um qualifying algum piloto estivesse com um tempo melhor que o dele, era o sinal.
Seu limite não havia sido atingido.
Excesso de confiança.
Não importava se o tempo estava acabando.
Todos sabiam que a pole seria dele.
Até o acaso da chuva estava ao seu lado.
Como lutar contra esse piloto?
Em Mônaco, 1991, Stefano Modena largou ao seu lado.
Imaginava que teria uma batalha contra o brasileiro.
Lembrando os tempos de Kart em que correram juntos.
Após algumas voltas acompanhando Senna nas ruas do principado, a distância
de repente aumentou.
Assustadoramente.
O italiano se rendeu e após a corrida desabafou.
"Não dá pra acreditar. Desanima..."
De novo.
Como lutar contra esse piloto?
A Fórmula 1 então decidiu atacar a pessoa.
Sua sexualidade.
Sua direção agressiva.
Piquet, Lauda, Mansell...
Cada um fez sua parte.
O efeito foi devastador.
Mas invertido.
O público escolheu o lado de Senna.
No mundo inteiro.
Nascia o herói.
Aquele que a cada domingo lutava contra todos.
Encantava.
Muito acima do comum.
Até que veio a morte.
O acidente.
O acaso.
Que sempre esteve ao seu lado...
Para azar de seus inimigos.
Agora o herói se transformava em mito.
Em mártir.
Em dogma.
E os dogmas não podem ser questionados.
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Humberto Corradi
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terça-feira, 1 de maio de 2012
Ditados
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Humberto Corradi
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