Mostrando postagens com marcador Renault. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Renault. Mostrar todas as postagens

sábado, 26 de outubro de 2019

Turbinando




Não se pode negar que os franceses protagonizaram um papel importante
na história da Fórmula 1.

E num projeto que pouca gente achava que traria bons frutos.

A Renault tinha um plano ousado.

E para sua execução convocou um piloto sério.

Um técnico.

Que diferente de seu amigo (e compatriota) Jacques Laffite, não ligava para
os prazeres do paddock.

Seu nome: Jean-Pierre Jabouille.

O sonho da equipe francesa, caso se realizasse, seria um revolução.

O motor turbo.

Quase ninguém acreditava naquela sandice.

A exceção era Jabouille e os engenheiros da Renault.

As humilhações não tardaram em chegar.

Os franceses foram motivo de chacota.

Os ingleses chamavam o carro de chaleira amarela.

Primeiro porque era amarelo, claro.

Segundo pela fumaça que soltava...

A coisa não foi fácil.

Um exemplo de persistência.

Até a histórica vitória em Dijon, foram 23 abandonos em 24 provas.

Histórica porque inaugurou uma nova era para a Fórmula 1.

Dependendo da sua idade você já sabe como esse mundo pode ser mau.

Não existe justiça.

Por isso Jabouille não conseguiu desfrutar daquilo que ajudou a criar.

A Renault resolveu entregar o carro lapidado para um tal de Alain Prost.

E apostou seus aerofólios nele.

Jabouille?

Encontrou abrigo na Ligier ao lado do amigo Laffite.

Mas após um acidente em Montreal,  a carreira de Jean-Pierre acabou na F1.

Suas pernas haviam se quebrado.

Talvez guarde uma mágoa da Renault.

Porém como era um técnico, deve lembrar com carinho do turbo.

Da realização.

Do esforço e trabalho bem feito.

Sempre mancando...

sábado, 24 de agosto de 2019

Freezer



























Esquentou.

Ou melhor, vai esfriar.

A proposta declarada pela Renault é congelar o desenvolvimento das
unidades de força da Fórmula 1 em 2021.

Por que?

Redução de custos e melhoria no desempenho.

Equilíbrio.

A Honda concorda pelas palavras vindas da Red Bull.

Do lado italiano, a Ferrari não se pronunciou.

Ainda.

Mercedes?

Toto Wolff demonstra preocupação com a proximidade dos rivais
quando o assunto é potência.

E por isso a prioridade é manter a supremacia das Flechas de Prata.

Em Brackley, sede da equipe, o protótipo da unidade de força que
empurrará os carros de Bottas e Hamilton na próxima temporada
já foi ligado.

Uma ousadia.

Pois é a maior atualização da unidade de força da Mercedes dos
últimos seis anos.

Estão se preparando.

Pois o inverno está chegando.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

terça-feira, 12 de junho de 2018

O Palácio






Coleção de imagens antigas do Palácio Chrysler com sua lendária pista no teto.

E uma foto mais recente, com o imóvel já transformado em Museu.































Não sabe nada sobre isso?

Então clique aqui.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Mercado e uma ou outra coisa






























Fiquei com a sensação de algo fora do lugar.

A vitória de Fernando Alonso com a Toyota nas 6 horas de
Spa-Francorchamps foi estranha pra mim.

Nada contra o Endurance.

Muito menos contra o grande talento do espanhol.

Mas estava tudo errado.

Coadjuvantes para todos os lados.

Dividindo os carros com figuras obscuras.

A montadora japonesa lutava contra o vento e a imprevisibilidade.

Só.

Me lembrei das partidas espetaculosas dos Harlem Globetrotters.

Todo mundo sabia como iria acabar.

Parte da imprensa espanhola estava histérica.

Pior.

Mike Conway (com o outro Toyota) deixou bem claro na pista quem
era o mais rápido.

Ordens são ordens.

E Flavio Briatore deve ter definido bem o roteiro na minuta que gerou
o contrato de Ferdi com a montadora da província de Aichi.

Assim, na quadra belga, Conway estava defendendo o Washington Generals.

O time que é sempre surrado pelos heróis do Harlem noite após noite ao
redor do planeta.

Foi um ensaio.

O objetivo é Ferdi brilhar no palco de Le Mans.

Na Fórmula 1 a coisa apita diferente.

Briatore caça um lugar para que Alonso tenha chance de uma última vitória
na categoria máxima do automobilismo.

Pois está claro que nada vai acontecer sob o teto da McLaren.

O empresário italiano já procurou as protagonistas do circo.

Na Mercedes Briatore tenta romper o vínculo de Valtteri Bottas e encaixar
seu pupilo.

Niki Lauda está sentado ao fundo da sala com um olhar de reprovação
sombrio diante da possibilidade.

É clara a sua oposição.

O velho campeão que sobreviveu as chamas acha que Alonso fará mal
ao sólido ambiente da equipe.

Ao se virar para a Ferrari, Flavio delira.

Fernando para o lugar de Kimi Raikkonen?

Não.

Pela conversa, ele acha que a Scuderia Italiana deveria substituir Sebastian
Vettel pelo Herói das Astúrias!

Parei.

Não.

Tem mais.

Briatore também pisou na Red Bull.

Daniel Ricciardo não tem espaço.

Portanto deixaria sua casa e Alonso mediria forças com Max Verstappen.

Flavio acredita que Ferdi é mais confiável que a estrela holandesa.

E que o filho de Jos precisa ainda amadurecer.

Um acordo para Alonso ser algo como o tutor do rapaz.

Ferdi se aposentaria em duas temporadas e Max, preparado, assumiria
o posto de primeiro piloto dos energéticos e brilharia solitário na próxima
década.

The End.

Parece desespero?

É isso mesmo.

Por outro lado, Cyril Abiteboul (chefe da equipe Renault) se volta para
Daniel Ricciardo.

Os franceses sabem que está na hora de buscar o ponta de lança de seu projeto.

Até aqui Carlos Sainz Jr. está perdendo na comparação com Nico Hulkenberg.

Me lembrei de Sergio Perez e Jenson Button uns anos atrás nas fileiras da McLaren.

Hoje o mexicano pergunta a razão de nenhuma das grandes citar seu nome.

Sainz Jr. precisa se cuidar para que a história não se repita em sua carreira.

Já Ricciardo não precisa provar mais nada.

Creio que um bom acordo (longo e lucrativo) o moveria para o lado amarelo da
força.

Ah, sim.

A Renault não foi procurada.

E também não pensa em Alonso.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Poster BR


















































Parece que a herança deixada pela Manor veio para ficar.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Clipping























História pura.

México.

1965.

Quem Fica?

Existem dois lugares para 2018 sendo disputados na Fórmula 1.

Um é o de companheiro de Lance Stroll na Williams.

O outro é na Toro Rosso.

Já que Pierre Gasly é nome certo no time de Faenza.

Na Williams aconteceram os testes de Robert Kubica.

Fique sabendo que o polonês não foi tão bem assim.

Paul di Resta estava lá para servir de referência.

E não é que o primo de Dario Franchitti obteve tempos melhores!

Claro que Kubica e di Resta rodaram em dias diferentes, mas não deixa
de ser surpreendente o resultado.

Paul di Resta tem chance?

O britânico está fazendo de tudo para conseguir a vaga.

Nos bastidores anda colado com a turma do Lance Stroll.

Marcação cerrada.

Tipo assim: estamos juntos...

Kubica parece ter um patrocinador no bolso.

Massa?

É coisa nossa.

A vantagem do brasileiro é ser da casa.

Um bom resultado no México, ajudaria.

O brasileiro duvida da capacidade de Robert Kubica e Paul di Resta em
cumprir as metas da Williams.

Pascal Wehrlein está no canto esperando que alguém olhe para ele.

Mas apareceram umas novidades.

Daniil Kvyat não tem mais futuro na família Red Bull.

O cara que quebrou o recorde de Vettel como piloto mais novo a pontuar
em um Grande Prêmio e foi eleito o rookie of de year na temporada de
2014.

O russo tem contra si o problema da idade (propaganda Martini).

Mas possui 15 milhões (euros) de qualidades segundo seus apoiadores.

E, quem sabe, (preciso dizer) Nico Rosberg não queira se divertir outra vez...

Nos lados da Toro Rosso, Brendon Hartley caiu nas graças de Helmut Marko.

Marko considerou o vencedor de Le Mans constante e de fácil trato com os
engenheiros.

O neozelandês se tornou favorito para o lugar disponível.

Programa

Quem está de volta é o nosso amigo Alfonso Celis Jr.

Ele aparecerá nos treinos livre do México conduzindo pela Force India.

(carro de Ocon)

Outros que também farão a festa são Sean Gelael (pela Toro Rosso), Antonio
Giovinazzi (pela Haas) e Charles Leclerc (pela Sauber).

Outro Americano

Michael está interessado na categoria máxima do automobilismo.

A ideia de se criar uma nova equipe não é devaneio.

Entretanto o filho de Mario Andretti espera para que se definam os rumos
da Fórmula 1 após 2020.

Só então, com as novas regras em mãos, decidirá se é viável ou não seu plano.

Liberado

Fernando Alonso pode tudo na McLaren.

Vai para as 24 horas de Daytona ao lado de Lando Norris defender o United
Autosports do seu chefe, Zak Brown.

Se houver um convite da Toyota, o espanhol mergulhará em Le Mans.

500 milhas de Indianápolis...

Acredite, nas horas de folga ele é ainda piloto de Fórmula 1.

Calma

Sergio Marchionne prega a estabilidade na Ferrari.

Bom.

Plano A e B

A Renault vai priorizar de vez a Fórmula 1.

Após a temporada 2017 / 2018 deixará a Fórmula E nas mãos da Nissan.

Esperado.

Contratando como ninguém (mais de 80 novos funcionários), o time francês quer
brigar pelo título até o final desta década.

Interessante ver como a turma de Viry-Châtillon vem trabalhando.

A ideia inicial no retorno da Renault como equipe era trilhar um caminho parecido
com o da Mercedes.

Repare nas semelhanças.

Adquirir um time (Lotus / Brawn).

Fazer uma temporada de transição (2016 / 2010).

Depois completar uma primeira temporada real como time de fábrica (2017 / 2011).

Contar com uma dupla de pilotos capaz de fazer a diferença.

Aqui houve uma ruptura.

Enquanto que a Mercedes apresentou Michael Schumacher (um campeão) e
Nico Rosberg (uma promessa), a Renault não conseguiu copiar o modelo.

Fernando Alonso (campeão) e Nico Hulkenberg (a promessa) seriam os nomes.

Então veio o plano B.

Carlos Sainz Jr. aparece.

Note.

Hulkenberg (contrato até o fim de 2019) assume agora o papel de referência.

Sainz Jr. será o novo (jovem) campeão "Fernando Alonso" pela mesma Renault?

As palavras de Alain Prost indicam que a aposta é real.

Mesmo que Sainz Jr. ainda seja funcionário da Red Bull.

Com Max Verstappen assumindo a herança de Milton Keynes nos próximos
anos.

(até que a Ferrari venha atrás do holandês)

Fica a dúvida se Daniel Ricciardo ficará estático (até 2020) com a turma do
energético ou buscará seu lugar ao sol em outra equipe.

As coisas parecem ligadas.

Sainz Jr. precisa mostrar que pode ser a ponta de um projeto ou repetirá a
história de Sergio Perez com a McLaren.

No caso de infortúnio do jovem espanhol, Ricciardo viraria opção para Enstone.

A ver.

Por fim

A Liberty estuda novas (?) ideias para trazer mais emoção.

Uma das sugestões cita o retorno do modelo de alinhamento de 3-2-3-2...

Ao contrário do pareamento atual.

Fico imaginando o trio Verstappen, Vettel e Hamilton alinhado e esperando
as luzes vermelhas se apagarem.




sábado, 14 de outubro de 2017

Tá Doido!






















Parece até que as coisas não estão ligadas, mas por conta das mazelas de
Fernando Alonso na McLaren...

Jolyon Palmer perdeu seu lugar na Renault e não poderá terminar a temporada.

Carlos Sainz Jr. ganhou sua chance numa equipe de fábrica.

Robert Kubica viu escapar uma grande oportunidade de retorno.

E o vencedor das 24 horas de Le Mans, Brendon Hartley, vai poder realizar seu
sonho de participar de um GP de Fórmula 1.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

A Mais-Valia de Alonso





























Imagem de Fernando Alonso e seus seguidores.

O piloto espanhol segue negociando a renovação de seu contrato com a McLaren.

Pelo lado da escuderia de Woking, Zak Brown gostaria de ter Ferdi em suas fileiras
por mais três temporadas.

O que está pegando aqui é o dinheiro.

A McLaren fez de tudo para se livrar da Honda.

A equipe acha que seu chassi não é digno de um motor com tanto problemas.

A chegada da unidade de força da Renault está repleta de esperança.

Um detalhe importante.

Os bólidos de Alonso e Vandoorne possuem uma bela aerodinâmica graças aos
investimentos maciços dos japoneses.

Assim.

Ganharam um motor mais promissor.

Entretanto deverão perder no desenvolvimento ao longo da temporada sem a
derrama de valores de Sakura.

Isso traz efeito também na hora de organizar o orçamento e definir o salários
dos pilotos.

Quando trocou Maranello por Woking, Alonso obteve um aumento salarial
de 15 milhões de euros.

Se tornando assim o piloto mais bem pago do grid em 2015 com 35 milhões
de euros anuais.

Aproveitando o desejo da Honda em contar com um campeão, a trupe do
espanhol soube negociar os valores.

Luis Garcia Abad e Flavio Briatore conseguiram um ótimo contrato seguindo
o caminho que é trilhado para a Alonso há mais de dez anos.

Ou seja, gerenciamento da mídia de forma incessante com forte valorização
da imagem de Ferdi.

Nos dois anos seguintes (2016 / 2017) os ganhos ficariam em 30 milhões
de euros por temporada pelo acordo.

Em sua quarta tentativa de retomar o título mundial, depois da McLaren,
Renault e Ferrari, Ferdi parece ter entrado em seu ocaso.

Briatore sempre estimou que seu protegido deixaria a Fórmula 1 em 2020.

Com portas fechadas nas equipes mais desejadas, pode ser que a profecia
do empresário, que intermediou o acordo da Pirelli e trouxe a pista de Baku
para a categoria máxima do automobilismo, se realize.

Portas fechadas por culpa do próprio piloto que costuma explodir pontes por
onde passa.

Quando Alonso deixou a Scuderia Italiana, Marco Mattiacci chegou a afirmar
que a vinda de Vettel traria "motivação, entusiasmo, disciplina e trabalho" para
a Ferrari.

Flecha lançada em direção ao asturiano bicampeão.

A Renault hesita em ter os mesmos problemas, enquanto que a Mercedes nem
cogita a hipótese de ter Alonso entre os seus.

OK.

Então o que Fernando tem em suas mãos hoje?

Uma conversa (real) com a Williams que serviu para agregar valor ao seu talento.

(no caso, 25 milhões de euros)

E a McLaren.

Zak Brown está cortando na carne.

Jenson Button será dispensado de seu acordo para que Lando Norris (mais barato)
possa assumir o desenvolvimento do carro a partir de 2018.

Economizando para poder aliviar as contas que serão geradas pelo motor Renault.

Alonso quer liberdade.

Em tudo.

Participação em provas extras (24 horas de Daytona?) e poder sonhar com opções.

Para isso um acordo de apenas um ano poderia encerrar o assunto.

Deixando-o solto no mercado ao final de 2018.

A parte financeira deverá resolvida com ganhos por produtividade.

Um salário fixo em torno de 10 milhões de euros mais bônus por pontuação e vitórias
que poderiam chegar aos vencimentos atuais de 30 milhões de euros (um teto).

O mundo gira.

É a mesma proposta que Abad fez a Ferrari na tentativa de achar uma renovação
para Alonso.

Dispensada por Maranello.

Pois naquela altura Vettel já estava arrumando suas malas para comandar o exército
vermelho.





sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dissonia

























Cuidado.

Pois é sempre difícil falar do futuro.

Cenários desenhados costumam mudar.

Acontece.

Mas é impossível deixar passar em branco as movimentações nos bastidores.

A Red Bull sabe que Max Verstappen está no mercado.

Para 2019.

A Ferrari tem tudo para ser seu destino final.

Já há uma proposta em torno de 25 milhões de euros por temporada.

Acordo plurianual.

Formando uma dupla fortíssima com Sebastian Vettel.

Sonho antigo.

Lembro que Maranello tentou ter em sua casa Seb e Fernando Alonso.

O espanhol deveria ficar com Felipe Massa apenas uma temporada...

(lembre que o brasileiro teve seu lugar ameaçado também por Robert Kubica)

Independente de qualquer decisão sobre Max, Vettel segue o plano.

Reconquistar o mundo novamente quatro vezes seguidas.

(2017-20)

Desta vez com a Scuderia Italiana.

Existem outros ruídos vindos de Milton Keynes.

Daniel Ricciardo está sob contrato até 2018.

O time dos energéticos se move para buscar uma alternativa para seu nome.

Assim como Verstappen, o australiano tende a trocar suas cores.

Uma voz me diz para olhar para a McLaren.

Porém o apelo de um time de fábrica deve falar mais alto.

Eu acredito que o cockpit da Renault estará esperando o garoto sorridente.

Como Carlos Sainz Jr. será apenas emprestado para os franceses, retornará
para a Red Bull ocupando uma das vagas.

Tudo isso apenas analisando o plano de fundo que está ainda num rascunho.

Efeito da insone corrida de madrugada?

Pode ser.

Em 2013 foi assim também.

Clique aqui para Lembrar

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Clipping


























Uns anos atrás...

Ferrari

As atualizações feitas pelos italianos nas últimas provas mostraram que houve
uma mudança na liderança da corrida armamentista.

O carro vermelho é melhor hoje.

Além das melhorias aerodinâmicas, o bólido da Scuderia Italiana possui agora
um sistema de refrigeração mais eficiente.

O que significa uma margem maior para ganho de potência.

A equipe parece ter achado também o equilíbrio na suspensão.

Havia dificuldade para achar o acerto ideal.

O que justifica a diferença de performance entre Spa-Francorchamps e Monza.

Vettel está utilizando todas as inovações.

Criadas debaixo de sua tutela para seu estilo de pilotagem, o piloto alemão se
adaptou rapidamente.

Já Kimi Raikkonen encontrou dificuldades.

O preferiu continuar com a suspensão tradicional.

As duas soluções funcionam.

Houve também alteração no centro de gravidade dos carros.

Ao conseguir baixar o centro de gravidade a Ferrari alcança uma melhor
performance.

E os problemas da Malásia?

O tipo de composto utilizado é a causa.

Houve fadiga de material numa mangueira de carbono em ambos os carros.

A FIA autorizou o reforço, sem penalidade, para que melhore a confiabilidade.

Na visão de Sebastian, o título está em aberto pois ele acha que pode vencer
em todas as etapas daqui até o final.

De qualquer forma a Ferrari tem uma boa base para trabalhar em 2018.

É inegável notar que a presença de Vettel alterou os rumos da Scuderia Italiana.

O fato do time entregar Gina ao seu gosto, mostra seu trabalho e influência.

Ao enfrentar os problemas sem desqualificar seus engenheiros e técnicos e sim
reconhecendo o esforço, traz cumplicidade entre as partes.

Perdemos juntos e vencemos juntos.

Uma filosofia que lembra Michael Schumacher.

Trabalho incessante.

Época em que a Ferrari podia testar e ocupava quatro circuitos ao mesmo tempo
para cavar décimos de segundos.

E colecionar vitórias.

Red Bull e Renault

Max Verstappen venceu.

O time dos energéticos colocou a conquista na conta da aerodinâmica.

Parece que o carro se move sem qualquer unidade de força...

Limites

Falando nisso.

Amarrado pelo contrato, Max Verstappen espera por 2018.

No ano que vem a Red Bull precisará cumprir cláusulas de desempenho para
manter o piloto holandês.

Os interessados no passe do jovem estarão atentos.

Poder

A Renault quer estar entre as grandes.

Apesar do ruído das adversárias, o tal Budkowski está indo mesmo para as
fileiras francesas.

A resposta para a insatisfação dos outros?

"Não estamos aqui para fazer amigos."

A empresa também vai alocar mais recursos em seu time de fábrica em 2018.

É a Renault entornando dinheiro na Fórmula 1.

Cadeiras

A Williams vai testar Robert Kubica e Paul di Resta.

Felipe Massa ainda é favorito para a vaga.

(as fontes dizem que a família Stroll não pode opinar no assunto)

Na Toro Rosso, Franz Tost queria na próxima temporada ceder o lugar de
Daniil Kvyat para Pascal Wehrlein.

(Wehrlein que conta com grande apoio de Toto Wolff na Williams)

Helmut Marko é contra.

Pierre Gasly deverá voltar para a Super Fórmula japonesa e Kvyat poderá
mostrar algum serviço em Austin.

Para não passar em branco.

Há um ruído.

Da Honda com Kubica e Toro Rosso.

O polonês foi muito bem no simulador de Milton Keynes.

Malaias

Valtteri Bottas foi sacrificado duas vezes.

Com o pacote aerodinâmico que não funcionou.

E ainda com a missão de segurar Vettel.

(obrigando o alemão a adiantar seu pit)

Daniel Ricciardo também não foi o mesmo.

Na comparação com Verstappen.

Explico.

O australiano usou o modelo antigo de suspensão e o seu companheiro o novo.

Em Suzuka ambos estarão com equipamentos iguais.

Por Fim

Depois da Caterham, foi a vez do GP da Malásia sumir do calendário.

A China quer outra etapa.

Tudo indica que com o novo acesso ligando a Hong Kong o destino deverá
ser Macau.











sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Poster


















































Parece que a Williams também resolveu fazer o seu.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Clipping



































Tudo indica que o campeonato de 2017 será decidido nos detalhes.

A impressão deixada pela Ferrari em Spa-Francorchamps assustou a Mercedes.

Sebastian Vettel e Gina não deixaram Lewis Hamilton respirar.

O time das Flechas de Prata precisou fazer malabarismos para impedir a vitória
dos vermelhos.

A jogada do quarto motor prateado na Bélgica para continuar usufruindo da regra
antiga do consumo de óleo pareceu brilhante no primeiro olhar.

Porém seria inocente pensar que há idiotas na Scuderia Italiana.

O limite de consumo de óleo perde importância perante a possibilidade de
desenvolvimento que trará melhor confiabilidade e potência para Gina.

E a próxima atualização da Scuderia Italiana pode decidir de vez quem ficará
com o título desta temporada.

A evolução apresentada por Maranello em Spa-Francorchamps, principalmente
após as dificuldades de Silverstone, se deram por culpa da mecânica e design.

Houve trabalho duro para atingir a perfeição no trabalho de suspensão.

A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.

Sim.

Em Monza a Mercedes continua favorita.

Mas não pode cometer nenhum erro.

Como gosta de dizer Helmut Marko, Vettel já sentiu o cheiro de sangue.

Privilegiados

Apenas três pilotos completaram todas as provas de 2017 até aqui.

Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Esteban Ocon.

Toro Rosso

Sean Gelael estará conduzindo pelo Time de Faenza nos treinos livres de
Cingapura, Malásia, Estados Unidos e México.

Parece que alguém está preparando um piloto para o ano que vem, não?

Toro Rosso 2

A Red Bull parece estar dificultando o acordo entre a Toro Rosso e a Honda.

As discussões então avançadas.

O que tem pegado é a questão financeira.

Os japoneses sonham em continuar com a McLaren.

Mas os cabeças da família dos energéticos entendem que a Honda está sem
opções e endureceram o jogo.

(eles querem vender a Toro Rosso, OK?)

A McLaren quer a Renault.

A Renault (através de Alain Prost) diz ser um negócio inviável.

Tem mais pimenta.

Há outros interessados na Toro Rosso.

O pai de Sean Gelael (dono da KFC da Indonésia) é um deles.

A indonésia é um mercado com uma população maior que a brasileira num
espaço quatro vezes menor.

Outro é a Ferrari.

Faenza é logo ali e seria uma ótima solução para o retorno da Alfa Romeo.

A Honda precisa se decidir.

Sauber

Charles Leclerc vem vindo.

Pascal Wehrlein está saindo.

Dos Males

Vão trocar elementos no carro e ele deverá assim enfrentar punições no grid
de largada.

Entretanto a situação está tão esquisita para Max Verstappen que se ele
conseguir terminar a corrida em Monza já está bom.

Renault

Cyril Abiteboul disse com todas as letras que não quer Fernando Alonso vestindo
amarelo.

A razão é que o time ainda está em construção e um piloto frustrado não agregaria
nada.

Ferdi está queimado.

Por outro lado veio a notícia que Robert Kubica deverá conduzir o bólido da equipe
de Viry-Chatillon / Enstone no treino livre da Malásia.

Dilema

Fernando Alonso colocou a McLaren para escolher entre ele e os benefícios que
recebe da Honda.

Um problema que oferece duas soluções, sendo ambas insatisfatórias.

Fácil

Com os pneus mais largos e o downforce do carro atual, Vettel afirmou que passar
pela Eau Rouge ficou bem mais tranquilo do que em anos anteriores.

Falastrão

Depois de ter dito que Vettel não gostaria de ser seu companheiro de equipe
na Mercedes, Hamilton diz que abriu mão de seu sonho de pilotar pela Ferrari
após a renovação de Sebastian.

Emoção

Foi legal ver Mick Schumacher com a Benetton em Spa.

E ele se preparou.

Foram dois dias de testes para não fazer feio.

Reforço

Quem também testou foi Lance Stroll.

Em Hockenheim o piloto da Williams afiou as garras num modelo de 2014.

Novas Praças

Argentina e Vietnam se apresentaram como opções para o calendário da
Fórmula 1.

Os hermanos chegam com o retorno do Autódromo Oscar Alfredo Gálvez
numa nova configuração.

Uma alternativa para o Brasil.

Já os vietnamitas ofereceram as ruas de Hanói.

Assim como os dinamarqueses já fizeram com Copenhagen.

Bate-Bate

Depois de ter dito que Sergio Perez tentou assassiná-lo duas vezes em Spa,
Esteban Ocon se desculpou pelas palavras numa nota.

Por fim

Faz tempo.

Mas a primeira vez num Fórmula 1 deve ser inesquecível.













sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Clipping

























Pronto para disparar.

Mercado

Parece que as coisas estão se definindo.

Para 2018.

Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen na Ferrari.

Max Verstappen e Daniel Ricciardo na Red Bull.

Lewis Hamilton e Valtteri Bottas na Mercedes.

A expectativa é que Fernando Alonso continue com a McLaren.

A permanência da Sauber no universo da Scuderia Italiana abre espaço para
que jovens talentos possam ser encaixados.

No cenário atual, Charles Leclerc está mais próximo de um lugar no time suíço
do que Antonio Giovinazzi.

Explico.

Precisamos lembrar que Frédéric Vasseur (Sauber) possui ótimo relacionamento
com Nicolas Todt que é responsável pela carreira de Leclerc.

E as conversas nos últimos dias entre os dois se tornaram mais intensas.

Leclerc é um jovem promissor que poderá render dividendos numa negociação
futura.

Há apenas uma vaga.

Já que Marcus Ericsson é intocável pois, apesar de Vasseur ter comando total,
o dono da Sauber é sueco.

Por certo, Pascal Wehrlein está em busca de um cockpit para o ano que vem.

Com a Haas (a outra unidade Ferrari) fechada com Kevin Magnussen e Romain
Grosjean, Giovinazzi pode continuar como piloto de testes e reserva por mais
uma temporada.

A porta para Wehrlein poderia ser a Force India.

Saiba que existe um movimento da Renault entorno de Esteban Ocon.

(Perez permanecerá na Force India)

Apesar do investimento em Robert Kubica?

Kubica só perde o lugar em 2018 se realmente não tiver condições físicas.

Posso estar enganado, mas vejo as coisas se desenvolvendo de uma maneira
específica.

McLaren fechando com a Renault (acordo de três temporadas) e Ocon
substituindo Vandoorne ao lado de Alonso.

Tudo depende do acordo de motorização para dizer o momento certo desse
movimento.

(2018 ou 19?)

Chegamos na Toro Rosso.

Antes tudo é necessário dizer que o time de Faenza começa a tomar novos
caminhos.

Começando com a parceria com a Honda.

Interessante notar que a presença do indonésio Sean Gelael não é figurativa.

Muito rico (seu pai controla a cadeia KFC em seu país) o piloto pode estar
disputando uma vaga já para o ano que vem.

Trazendo vinte milhões de euros na sacola, Galael repetiria uma programação
semelhante a que Lance Stroll realizou na Williams até aqui.

O maior ameaçado neste caso seria Danill Kvyat.

A Williams espera os ventos do mercado para decidir sobre Felipe Massa.

Depois?

Ninguém pode prever o futuro.

Vou dizer o que eu penso com as informações até aqui.

2019.

Sebastian Vettel (se a renovação com a Ferrari for de um ano) na Mercedes.

Contrato de dois anos (2019/20).

(antes da mudança das regras de motorização)

Fernando Alonso (que estava em Maranello semana passada) ou Lewis
Hamilton (para quem Sergio Marchionne abriu as portas) na Ferrari.

Os italianos sempre querem um campeão pronto.

Vamos ver.

Unidades de Força

A tendência é que quase tudo deva ficar com está para o ano que vem.

Exceção para a Honda.

McLaren indo com a Renault (já falamos acima) poderia ser o acontecimento
imediato.

A Haas e a Sauber deverão correr com o motor Ferrari sob o nome da
Alfa Romeo.

O acordo com a Sauber acabou livrando a Ferrari de ser obrigada pela FIA
(três equipes) a fornecer sua unidade para a McLaren.

A Maserati seria a marca escolhida para representar a Famiglia na Fórmula E.

Depois do acordo com a Toro Rosso a Honda tem tudo para se casar com a
Red Bull, OK?

Mais ou menos.

Helmut Marko hesita, Franz Tost é a favor e Christian Horner é a voz contrária.

Por enquanto.

Testes

Muitos nomes interessantes experimentaram a Fórmula 1 em Hungaroring.

No primeiro dia a sensação foi Charles Leclerc.

A Ferrari aproveitou o dia para testar um novo fundo.

Sean Gelael conduziu a Toro Rosso e deu 100 giros no circuito.

(superlicença?)

No segundo dia todos os olhos estavam em Robert Kubica.

Temperatura bem alta e circuito exigente.

O polonês cumpriu um programa pesado e completou 142 voltas.

Algo equivalente a dois Grand Prix.

Mesmo com tanta comoção por Kubica, Lando Norris se fez notar na
McLaren com uma excelente performance.

Podemos ver também que a nova asa dianteira que a Red Bull trouxe
para a Hungria sofreu alterações.

Um suporte de titânio apareceu nos testes para impedir que ela flexione
além do permitido pela regras.

É a FIA atendendo Mercedes e Ferrari.

Raikkonen usou muitas alterações no carro.

Sempre andando com o pneu soft (amarelo).

Composto que tem sido mais afinado com a Mercedes.

Para não passar em branco, Antonio Giovinazzi e Charle Leclerc ainda
testam com a Ferrari no programa da Pirelli em Barcelona.

Mudança de programação.

Pois Leclerc, que não estava escalado, foi chamado de última hora.

Cuidado

Massa sentiu tonturas na sexta-feira e no sábado em Hungaroring.

Principalmente após as primeiras voltas.

A substituição por Paul di Resta se fez necessária.

Pode ter sido um mal estar passageiro.

Tomara.

Entretanto se for algo mais sério pode significar o adeus do brasileiro.

Comando

Luta pelo poder entre  Maurizio Arrivabene e Mattia Binotto dentro da Ferrari?

Por Fim

A Cosworth começou a trabalhar em um possível retorno para a F1 em 2021.

Final do atual Acordo de Concorde.

Nome que possui 176 vitórias na categoria máxima do automobilismo.

A FIA e a Liberty (dona da F1) apoiam a entrada de unidades independentes
para diminuir o poder das grandes fabricantes.

O segredo para que a coisa possa vingar é o custo.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

O Dinheiro de Kubica






















Interessante analisar os vencimentos obtidos por Robert Kubica em sua curta
passagem pela categoria máxima do automobilismo.

O piloto fez sua estreia oficial na Fórmula 1 substituindo Jacques Villeneuve nas
últimas seis corridas de 2006.

Mas contei os recebimentos a partir de sua primeira temporada completa,
logo no ano seguinte.

Lembrando que estamos falando apenas dos salários.

Os valores, atualizados, estão em Euro.

De 2007 até 2009 o polonês recebeu cerca de 13 milhões na BMW Sauber.

No ano seguinte, 2010, ele  se mudou para a Renault.

Time que já contava com Eric Boullier controlando a parte técnica e a Genii
Capital o lado financeiro.

Kubica faturou 7,5 mlhões naquela temporada, quando obteve a oitava colocação
no Mundial.

O piloto da Polônia fez um acordo para defender a Lotus Renault em 2011.

Mas aí o acidente na pré-temporada interrompeu a trajetória de Kubica na categoria.

Mesmo sem correr, a escuderia ainda pagou os 9 milhões acordados para aquele ano.

Ao todo o motorista recebeu 29,5 milhões em cinco temporadas, sendo que a última
ele não competiu.

Ah, sim...

Podemos arredondar o número para 31 milhões se contarmos o dinheiro recebido no
pré-contrato com a Ferrari.

Fica ao seu critério.



sexta-feira, 14 de julho de 2017

A Força da Unidade
















































O tema é motor.

Primeiro a Sauber.

O time suíço parece ter entendido que não existem muitos cockpits
disponíveis no grid.

E quase sempre quando algo é raro acaba se tornando valioso.

Ferrari, Honda e Mercedes procuram espaço para suas esperanças
mais jovens.

Alguns nomes?

Esteban Ocon, Pascal Wehrlein, Antonio Giovanazzi, Charles Leclerc
e Nobuharu Matsushita.

Olhando o mercado, a Sauber resolveu ouvir propostas.

E por isso seu acerto com a Honda esfriou.

A McLaren tem um contrato com os japoneses.

Um acordo tão bom, financeiramente falando, que permite que
a equipe nem precise de um patrocinador master.

Ainda acredito que em algum momento a boa performance virá.

Há capacidade e dinheiro suficiente para isso.

Romper uma parceria como essa seria uma lástima apesar dos
resultados até aqui.

A razão?

Ser um time de fábrica é o mais importante hoje na categoria máxima
do automobilismo.

A Red Bull está louca por uma unidade de força só sua.

As cabeças de Milton Keynes sabem que sem isso não haverá vitórias
no futuro.

Uma notícia é que a Honda decidirá nas últimas provas de 2017 se vai
permanecer ou não na Fórmula 1.

O comando da categoria (Liberty) não quer perder tal marca.

Seria um sinal muito ruim para outras fabricantes que estudam uma
entrada após 2020.

Aqui a conversa se move para a Porsche.

A Volkswagen entendeu que o Endurance não dá mídia.

E depois de cansar de vencer nas 24 horas de Le Mans as únicas coisas
novas que podem vir são a mesmice ou a derrota.

Participando de todas as reuniões que definirão como será a unidade
de força da F1 a partir de 2021, a Porsche vai nas próximas semanas
resolver seu futuro.

Endurance, Fórmula E ou Fórmula 1.

Sendo que a opção de mesclar a Fórmula E com uma das outras duas
deve também está sobre a mesa.

A favor da F1 pesa o fato do motor híbrido ser bem conhecido pelos
engenheiros da Porsche.

Fornecer unidades para a categoria não seria algo tão difícil.

Nem encontrar clientes.

As peças no tabuleiro estão se movendo.

Provável entrada da Porsche.

Caminhos da Honda.

Sauber e McLaren (Unidades da Renault) especulando seus destinos.

E tudo acaba atingindo o mercado de pilotos.

Os próximos dias serão importantes.


terça-feira, 11 de julho de 2017

Clipping
























Fernando.

Olhadinha básica.

Alonso e a Ferrari

Sim.

O presidente Sergio Marchionne disse com todas as letras que não há
interesse no piloto espanhol.

Sei que as partes estiveram juntas e conversaram.

Nada feito, por agora.

O Asturiano não aceita receber pouco como Raikkonen e a Ferrari não
vai pagar a outro piloto nada perto do que Sebastian Vettel recebe.

Jump Start

Apareceu até joguinho para que qualquer um pudesse mostrar suas habilidades
de reação após as luzes vermelhas se apagarem.

Fato é que o carro de Bottas se moveu pouco antes do que deveria.

Na avaliação dos comissários, o piloto da Mercedes ficou dentro da tolerância.

Uma margem que não aparece e muito menos é especificada em nenhuma linha
do regulamento.

O artigo 8.6.1 do Código Esportivo Internacional da FIA define que uma largada
falsa se dá quando um veículo:

8.6.1.b avança da posição determinada antes do sinal de início ser dado;

8.6.1.c está se movendo quando o sinal de início é dado durante uma largada
parada.

Não há menção de tolerância.

Quer dizer, a decisão de punir ou não o piloto não foi baseada nas regras.

Acho razoável haver uma tolerância.

(apesar que, depois de 9 etapas, apenas um se moveu...)

O que penso não ser correto é não existir uma norma que determine qual
é o limite.

Já pensou todo mundo soltando o carro pouco antes das luzes se apagarem?

Falta transparência.

Livre

“Max Verstappen tem um contrato até 2019.

Depois disso estará no mercado.”

Christian Horner (Red Bull)

Toro Rosso

Danill Kvyat e Carlos Sainz Jr. (bem queimado depois da história sobre Max)
deverão ser os titulares da escuderia de Faenza no ano que vem.

Pierre Gasly, que estava esperando uma chance, deve buscar lugar
na Fórmula E.

Red Bull

Melhorias gritantes na aerodinâmica (túnel de vento ajustado) e um
motor Renault mais confiável e que permite um setup mais ambicioso.

O time de Milton Keynes deve fazer bonito no restante da temporada.

Stefan GP

O nome de Zoran Stefanovic voltou a aparecer no paddock.

O mesmo que tentou plantar uma equipe na F1 com uma tentativa frustrada
de utilizar os restos da Toyota sete anos atrás.

Há também o caso da tentativa de compra da Manor.

Aqui o que acontece é uma nova empreitada.

Primeiro estão tentando uma permissão da FIA.

(a ideia de franquias como nos esportes americanos desperta interesse)

Picareta?

Desonesto?

Não acho que chegue a tanto.

Mas é preciso mostrar o dinheiro para participar da brincadeira.

Saco de Gatos

A McLaren pode ter feito um pré-acordo com a Mercedes.

Válido até setembro, data em que as equipes da Fórmula 1 precisam
revelar suas unidades de força para a próxima temporada.

Enquanto isso a Honda trabalha.

Houve ganhos de potência na Áustria.

Boatos (desmentidos pelos japoneses) falam que o contrato com a Sauber
seria rasgado.

Na imprensa italiana surge algo impensável.

A Ferrari fornecendo motores para a McLaren.

Do outro lado, a Renault se diz pronta para fornecer para outro cliente.

E ninguém ficaria espantado se a Haas passasse a correr com uma unidade
chamada Alfa Romeo em 2018.

Uma ou outra coisa (só para não passar em branco o assunto).

Sucessor

Antonio Giovinazzi estará guiando uma Haas (de Grosjean) no primeiro treino
livre em Silverstone.

Primeira de sete.

O Trabalho para o Retorno de Kubica

A saga continua.

O polonês estará novamente no cockpit do E20 (antiga Lotus) em Paul Ricard
nos próximos dias.

Mas a seguir ele deverá finalmente encarar o RS17 nos testes de Hungaroring.

Não haverá muitas surpresas pois Kubica já conheceu o bólido no simulador.

Na Hungria ele terá seus tempos comparados com os de Nico Hulkenberg.

Alain Prost disse que a Renault está avaliando Kubica.

Entretanto a última palavra será da FIA.

Precisamos lembrar que cada piloto precisa estar habilitado fisicamente para
atender todas as normas de segurança.

Reparei

A tal proibição da mistura de óleo com gasolina parece não ter prejudicado
a Ferrari.

Mais.

Pelas características da pista e com as inovações testadas pela Haas, a
Scuderia Italiana está muito otimista para Silverstone.

Vencer na terra alheia quebraria a Flecha de Prata.

Gold and Silver shine

A BRDC, a entidade que controla o circuito de Silverstone, colocou um
ponto final no acordo que viabilizava o GP da Inglaterra de Fórmula 1 na
famosa pista.

(assim teríamos corrida somente até 2019 ao invés de 2026)

A intenção seria firmar um novo acordo, mais vantajoso, com a FIA.

E se existisse outra opção?

Pois é.

Na região de Royal Docks (Londres) há algo interessante acontecendo.

Um investimento chinês de mais de um bilhão de euros está fazendo florescer
toda uma parte da cidade abandonada que antes era uma zona industrial.

Coisa que já estava rolando desde as Olimpíadas de 2012.

O Asian Business Port será um novo distrito residencial e comercial para
a cidade.

Com muita facilidade de acesso.

Li todo o planejamento (bem explicado) num documento de 52 páginas.

E daí?

Daí que a região abrigaria sem dificuldade uma prova da categoria máxima
do automobilismo nas ruas da região.

Sem se preocupar com barulho já que o London City Airport fica ao lado.

Existe a ideia, a proposta e o dinheiro.

Faltava a oportunidade.

Pode ser...





















sexta-feira, 7 de julho de 2017

Clipping


























Quem será o campeão de 2017?

Kevin Magnussen deixou a pergunta sem resposta...

Paz

Não.

Pausa.

O duelo Vettel x Hamilton subiu um tom.

Dose de Realidade

Outro dia comentei que o custo para um piloto ir do Kart até à Fórmula 1
gira em torno de seis milhões de euros.

Pois bem.

Christian Horner tratou de lembrar isso para Carlos Sainz Jr.

O piloto espanhol fez um balão de ensaio com declarações que deixavam
em aberto seu futuro para a próxima temporada.

Não colou.

Horner (que é seco como o deserto do Atacama) respondeu na tampa.

O diretor da Red Bull declarou que Sainz Jr. só está na Fórmula 1 graças
ao investimento do time do energético.

E ainda que o piloto está sob um contrato que o vincula até 2019.

Uma dose de realidade pra quem acha que sem dinheiro alguém poderia
alcançar um cockpit na F1.

Testes e Testes

Falando nisso, a Williams tratou de rebater as afirmações de Jacques Villeneuve.

Villeneuve criticou seu ex-time por organizar testes particulares em um carro
de 2014 para o Lance Stroll.

Ele acha injusto Stroll ter esse privilégio por conta do dinheiro.

Claire Williams não enxerga malefícios em aprimorar o jovem piloto de sua
escuderia.

Interessante que Villeneuve esqueceu o passado.

Mas eu lembro.

Antes de ingressar na F1, Jacques rodou mais de 6.000 km com a própria
Williams durante sua preparação para sua estreia na categoria máxima do
automobilismo.

Treinos Livres

O mexicano Alfonso Celis Jr. (Force India) e o russo Sergey Sirotkin (Renault)
estiveram conduzindo no Red Bull Ring.

Vários interesses envolvidos.

Xerox

A Haas vai utilizar a unidade com especificação mais recente da Ferrari na
Áustria.

Promessa de um desempenho melhor.

Eu só queria ver o time de Grosjean e Magnussen desenvolvendo e buscando
soluções aerodinâmicas diferentes da Scuderia Italiana.

Só copia.

Alonso

"Eu estou feliz com meu companheiro de equipe."

"Eu prefiro Kimi."

Lewis Hamilton e Sebastian Vettel.

Respectivamente.

Time dos Sonhos

O comandante da  McLaren, Zak Brown, revelou como seria seu time ideal.

Pilotos: Ayrton Senna e Mario Andretti.

Chefe de equipe: Colin Chapman.

Projetista: Adrian Newey.

Motor: V12.

Escuderia: McLaren.

Onde?

Numa pista de rua: Nova York.

Dica

Está com dinheiro?

A Mercedes vai vender um W04.

Bólido que foi guiado por Lewis Hamilton e Nico Rosberg em 2013.

Você sabia?

Que até aqui, a Force India é a equipe que mais rodou em 2017?

Que Vettel e Hamilton são os pilotos que possuem mais giros?

Que a Red Bull é a escuderia que possui menos voltas?

E que Verstappen rodou menos que Fernando Alonso?

Novas Fronteiras

Uma etapa na Dinamarca é praticamente certa no calendário da F1
nos próximos anos.

Pista de rua com forte apoio estatal.

A rua também deve abrigar um futuro segundo GP nos Estados Unidos.

Futuro

Muitas presenças significativas na discussões sobre as novas unidades de
força a partir de 2020.

Audi (Domenicali), Porsche, Alfa Romeo, Aston Martin, Cosworth, Ilmor
e McLaren Automotive.

Além, claro, de Honda, Ferrari, Mercedes e Renault.

Várias ideias sobre a mesa.

Um único mapeamento de motor para cada final de semana.

Sem diferença entre classificação e corrida.

Conceito híbrido mais simples (sem o complicado MGU-H).

Ross Brawn falou sobre diminuição nas punições por troca de componentes,
aumento do número de motores a serem utilizados e o cuidado para evitar
longas supremacias.

O Trabalho para o Retorno de Kubica

A Renault não consegue esconder a empolgação.

Alegria

Fernando Alonso é a prova que felicidade é momento.

Ou seja, nada tem a ver com uma média matemática e muito menos com
o passado.

Bicampeão mundial e com salários exorbitantes ao longo dos anos, poderíamos
avaliar que o espanhol é feliz.

Ganhos obtidos, diga-se de passagem, graças a habilidade de Flavio Briatore
em costurar bons acordos.

Os anos na McLaren sem poder lutar por vitórias têm sido uma decepção.

Por isso ele se oferece (sem condicionantes!) para os times que estão no
topo.

Horner (Atacama...) afirma que só se Ferdi for para GP2, pois na Red Bull
não há lugar.

Niki Lauda se mostra horrorizado com qualquer possibilidade do Asturiano
ir parar na Mercedes.

A Ferrari permanece em silêncio.

É uma espera.

Relato

"Eu estava ao lado de Mika Hakkinen no avião.

Na nossa frente estava Sebastian Vettel.

Escrevia todos detalhes técnicos em um caderno.

E ele havia acabado de vencer a corrida.

Virei para Mika e comentei.

O cara ganhou e continua trabalhando duro."

Toto Wolff.

O mesmo que acredita que Vettel é um dos fatores que possibilitaram
o salto da Ferrari em 2017.

Por Fim

A arte de Elia Bonetti.


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Clipping


























Olhando para frente.

Casa

De boa fonte, Sebastian Vettel estará na Ferrari em 2018.

De outra, que não conheço, vem a informação que Raikkonen continuaria
também.

Nova Escuderia

No último Clipping eu disse ao falar sobre a nova equipe na Fórmula 1 que
o motor Ferrari seria o escolhido.

Engano.

A conversa aqui caminha para Renault (forte) ou Mercedes.

Estranho.

Pois fui levado ao erro por conta de que é um ex-membro da Scuderia
Italiana um dos principais envolvidos na empreitada.

Lenha?

Jean Todt confirmou que a FIA recebeu uma sondagem recente sobre
um novo time.

Pink

O austríaco Lucas Auer está sendo cotado para o testes de jovens pilotos
da F1 em Hungaroring.

O sobrinho de Gerard Berger conduziria a Force India.

A adaptação deverá ser rápida.

Auer também pilota um carro rosa na DTM sob o mesmo patrocínio da
BWT que hoje também envelopa o time de Vijay Mallya.

Mais Force India

Por trás da conversa sobre a alteração do nome da equipe está um patrocinador.

Algo em torno de 30 milhões de euros anuais.

Calendário

Ímola?

Não há dinheiro.

Esqueça.

Quanto?

Equipe de fábrica.

Grande e tal.

Mas Toto Wolff esclareceu que a opção por Valtteri Bottas para o lugar
de Nico Rosberg foi facilitada porque o ex-piloto da Williams chegou com
seu patrocinador.

"O objetivo da equipe é gerar renda.

Um piloto com apoio sempre terá vantagem."

A fala de Wolff mostra um pouquinho da realidade.

Se na Mercedes é assim, imagine o resto.

Unidades de Força

O debate sobre como serão os motores da categoria máxima do automobilismo
após 2020 continuam.

A Renault acredita ter encontrado o caminho para diminuir a distância entre ela
e a dupla Ferrari / Mercedes.

E por isso os franceses clamam pela continuidade e estabilidade.

Ou seja, nada de mudanças bruscas.

A Porsche acompanha todas as discussões.

A presença dos alemães no WEC (LMP1) está garantida em 2018.

Para além, não.

Em Le Mans, Chase Carey conversou com a marca da Volkswagen.

Houve tratativas com a Toyota também.

A Liberty está tentando trazer outras opções para a Fórmula 1.

E iniciar uma nova era ao final do atual Acordo de Concorde.

Tem Contrato

A Renault deverá manter Jolyon Palmer até o final da atual temporada.

Em 2018 veremos um novo nome ao lado de Nico Hulkenberg.

Fritando

Na briga por um lugar na Toro Rosso, Daniil Kvyat e Carlos Sainz Jr.
estão com a vantagem.

As performances de Pierre Gasly na Super Fórmula decepcionam.

Gasly precisa logo mudar esse quadro.

Por fim

Baku.

Maranello não parece otimista.

Deve ser apertado?

Sim.