terça-feira, 1 de maio de 2012

Ditados



















Uma imagem vale mais que mil palavras.

Sei...

8 comentários:

politicamente_incorreto disse...

Olho para o Senna e sinto saudades de um cara que foi o melhor naquilo que escolheu para fazer e que realmente só deu alegrias a um povo que naquela época só colhia desgraças no seu dia-a-dia, não era a solução para a vida de ninguém mas servia de alento e deixar acesa a chama de orgulho que a maioria de nós mantém do país em que vivemos, por pior que seja. E acreditem par aos que não viveram ou já esqueçeram, naquela época era muuuuito pior.
Isso me faz uma "víuva" como apregoam alguns idiotas? me faz viado por sentir saudades de um homem? me faz babaca por sentir saudades de um estranho? Me faz ridículo por manter intactos alguns parâmetros de sociabilidade que - ainda - me diferencia do animais?
Absolutamente, é normal sentir algum tipo de vazio de alguém que perdemos quer seja ídolo, alguém que admiramos , um amigo ou um parente e o aniversário da passagem desta pessoa serve para pequenas homenagens ou uma simples e singela lembrança.
Te parabenizo Corradi que você aborde o assunto da forma que achou melhor, ao contrário de um blog de alta circulação que não cabe dizer o nome e todos sabem que só faltou lançar uma maldição na data no post que fez hoje sobre a matéria.
É digno de pena a forma amarga e egocêntrica como aquele rapaz vê a vida, tal e qual Narciso ele realmente acha feio tudo que não é espelho e só a sua opinião é que vale. Não seria nada de mais se o memso não tirassse a sua sobrevivência exatamente da mídia e do meio que ele de vez em sempre trata aos chutes e pontapés. Deprimente........

Rubem Rodriguez Gonzalez

Ron Groo disse...

Hehehehe, e pensar que o Prost, visto como o inimigo, sentiu o baque tanto quanto nós...

Anônimo disse...

No fundo acho Senna um homem como qualquer outro. Ótimo no que fazia, sem dúvida, mas sempre há os que exageram. Ele definitivamente não era um semi-deus, como alguns divulgam por aí, mas um homem que fará falta.

Átila

Vinicius Netto disse...

Dois mitos!

Fato!

Anônimo disse...

Senna teve coragem para peitar a McLaren e nunca aceitou ser segundo piloto de Prost. Assim como fez Piquet na Williams que favorecia Mansell.

Essa é a grande diferença dos campeões para os últimos brasileiros que aportaram na F1.

Senna e Piquet não se acomodavam em uma equipe que não lhes dava a atenção devida. Nunca se conformariam com uma posição de segundo-piloto na Ferrari em troca de um salário milionário.

Campeões fazem como fez Alonso quando se viu em segundo plano na McLaren. Mesmo dando um passo atrás na carreira não se conformou com a situação.

A maioria dos brasileiros acha que foi uma grande injustiça Massa perder o título de 2009 na última curva. Eu acho que a justiça foi feita sim, tendo um piloto arrojado e inconformado como Hamilton levado o merecido título. A galeria de campeões mundiais ficaria desmoralizada se incluísse o nome de Felipe Massa.

Acho engraçado quando a torcida, incluindo o narrador oficial, pragueja os nomes de Alonso e Schumacher, que se impuseram sobre Massa e Barrichello. Essa mesma torcida nunca reclamou quando Berger, Nakagima ou Merzario cumpriam o papel de cordeiro para que Piquet e Senna colocassem a bandeira brasileira no podium.

A F1 é isso. Além de talento e dinheiro, é preciso ter os culhões que Massa e Rubens nunca tiveram.

politicamente_incorreto disse...

Caro anonimo - sempre eles - há algumas inconsistências de dados no seu comentário mas o conceito está certíssimo em relação a atitude.
Quanto ajustiça ou não justiça do Massa ter sido ou não campeão em 2008 - primeira inconsistência- é pegar pesado demais.

Quem acompanhou aquela temporada lembra muito bem que o comportamento daquele Massa nada tem a ver com o aparvalhado que se arrasta pelas pistas hoje, foi aguerrido, lutou a temporada inteira, não se curvou para ninguém, nem para o campeão que era seu companheiro de equipe e tecnicamente primeiro piloto. Negar isso é negar a história e querer modifica-la cada vez que que algo muda a posteriori.
A história é ciência exata, os fatos e dados são tão frios e constantes quanto os numeros e não devemos muda-los ao sabor dos ventos ou alimentados por emoções.
No resto o seu comentário é extremamente coerente, ninguém é campeão se curvando e abrindo concessões dentro da equipe. O Massa sabe disso porque já fez parte do outro lado da força, já roçou aerofólio de igual para igual com todos que são cantados em verso e prosa, aquela molada foi realmente definitiva na sua carreira.


Rubem Rodriguez Gonzalez

Cardozo disse...

Senna foi um excelente piloto, talvez o melhor que existiu. Deste, sinto saudades. O endeusamento foi produto da Rede Globo, com a chancela do próprio Senna. A idéia era humanizar o esporte, criando uma espécie de novela domingueira, onde existiam os mocinhos (Senna), os bandidos (Prost) e os atores coadjuvantes (todo o resto). O povão, que nada entendia de F1, acompanhava a largada e a chegada, sabendo que o mocinho quase sempre levaria a melhor, salvo em alguns poucos capítulos onde o bandido se dava bem. Sacada de gênio da Rede Globo, que oferecia exatamente o que o povão queria e precisava ver.

Com a morte do Senna, tentaram fazer o mesmo com o Barrichello, mas saiu tudo errado. A época já era outra, o Rubens interpretou o papel do mocinho como um ator canastrão e faltava-lhe a atitude positiva e produtiva de um campeão.

Hoje, a F1 é apenas um esporte, a Globo nada pode fazer para mudar este panorama e a audiência cai ano após ano.

Por fim, como dito acima, sinto falta do piloto Senna e do berro maravilhoso de seu Honda MP4/5.

Descanse em paz.

politicamente_incorreto disse...

Cardozo, você pegou o espírito da coisa. É isso aí mesmo.
Quanto a Globo ela é uma máquina de fazer salsichas, só vemos o produto final e nunca saberemos o que tem dentro. tentam manipular o público e transformar nosso cotidiano em novela das nove. Constrói mitos do nada e destrói reputações sem dó nem piedade.
O grande problema é que lá exisitiam alguns profissionais como o Boni e o Walter Clark que mantinham um negócio chamado padrão Globo de qualidade, com a saída progressiva desses e outros profissionais a Globo se transformou em uma organização rasteira que apela ao extremo em tudo.
Quanto a sua saudade é a mesma que eu sinto, para mim não era ídolo pois não possuo isolos, não era ícone de nada pois também não possuo ícones e sim um puta esportista profissional que era o melhor a olhos vistos e servia de orgulhop para os seus pares. torcia para ele como torcia para a seleção de futebol - que conincidência!!!!a ultima seleção canarinho que torci foi a de 94, não tinha me dado conta disso - uma era a pátria de chuteiras e os brasileiros na F-1 eram para mim a pátria sobre rodas. SIMPLES ASSIM....

Rubem Rodriguez Gonzalez