Mostrando postagens com marcador 80s. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 80s. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 16 de junho de 2020
Quebra-mola
Postado por
Humberto Corradi
às
08:58
10
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
80s,
Alfa Romeo,
Arnoux,
Brands Hatch,
Ferrari,
Fórmula 1,
Patrese
segunda-feira, 15 de junho de 2020
Ponte
Uma recordação de 1986.
Acho que foi a primeira corrida de Fórmula 2 em circuito
de rua no Brasil.
E também um show dos argentinos.
Tanto, que o primeiro brasileiro a cruzar a linha de chegada
foi Leonel Friedrich, na modesta quarta colocação.
A população da cidade parou pra ver os carros.
As reportagens da época falam em 9000 pagantes e cerca
de 80 mil pessoas em cima de terraços, morros e apartamentos.
Alguém já reconheceu o piloto e a pista?
Postado por
Humberto Corradi
às
09:50
10
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Dupla
Bom dia petrolheads!
Uma foto da geração brasileira de pilotos no Kart.
Nela aparecem Rubens Barrichello, com 13 anos,
e Christian Fittipaldi, 15 Anos.
Os dois da turma dos anos 80.
Na época, Barrichello conquistou a marca impressionante
de cinco títulos brasileiros na categoria.
Era considerado imbatível.
Postado por
Humberto Corradi
às
09:31
1 comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
80s,
Barrichello,
Kart
quinta-feira, 11 de junho de 2020
Amor
Bernie Ecclestone empurrando Frank Williams.
Participando de uma corrida.
Um evento de caridade.
Silverstone durante os anos 80.
Uma coisa que não se vê todo dia...
Postado por
Humberto Corradi
às
11:07
6
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
80s,
Fórmula 1,
Silverstone,
Williams
quarta-feira, 10 de junho de 2020
Quase na Indy
O ano é 1986.
Enzo Ferrari estava extremamente contrariado com os rumos da Fórmula 1.
O problema maior era o regulamento.
Ele gostaria de alterar as regras em relação aos motores.
Aborrecido, resolveu criar um plano para deixar a categoria.
O destino?
A Indy.
Um sonho antigo que morava no coração do Commendatore.
Repetir o feito da Lotus.
Vencer as 500 milhas de Indianápolis.
O que parecia uma loucura começou a tomar forma.
Para começar a Scuderia Italiana contratou Steve Horne, chefe da Tasman
Motorsport, como consultor técnico.
A coisa se desenvolveu durante um ano.
E o carro ficou pronto!
Passou pelo túnel de vento e pela pista de testes com resultados impressionantes.
Na imagem acima vemos Michele Alboreto experimentando o bólido.
Chegou a ser estabelecida uma data e local para sua estréia em competições nos
Estados Unidos.
Outubro de 1986.
Laguna Seca.
A cartada de Enzo caiu como uma bomba no mundo da Fórmula 1.
A ameaça de perder a Ferrari fez com que as regras fossem revisadas.
Acabando com a briga.
Com isso John Barnard, que havia assumido o projeto no final, resolveu
cancelar tudo e continuar na F1.
E o carro?
Voltou para a garagem.
De lá seguiu para o museu da equipe.
Se tornou uma lembrança.
Não se deve duvidar dos italianos.
Eles não costumam blefar.
Postado por
Humberto Corradi
às
09:50
16
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 9 de junho de 2020
Ar Quente
Bom dia a todos.
Uma coisa que eu gosto é o tal do balão.
O francês Alain Prost com sua McLaren Porsche no Rio de Janeiro.
Jacarepaguá. 1985.
Postado por
Humberto Corradi
às
09:00
10
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
80s,
Fórmula 1,
Jacarepaguá,
McLaren,
Prost
terça-feira, 2 de junho de 2020
Ivan Capelli
Interessante.
Tentando desvendar a história de um piloto descobrimos muito sobre toda uma categoria.
O piloto é Ivan Capelli.
A categoria é a Fórmula 1.
Ainda criança ele teve uma experiência marcante.
Seu pai produzia comerciais para a Parmalat.
Certa vez levou o filho até Fiorano.
O garoto, bem comportado, chamou a atenção de Ermano Cuoghi.
O mecânico-chefe do carro de Niki Lauda.
Num instante o menino estava dentro da Ferrari.
Capelli tinha 11 anos.
Esse italiano passou por todas as etapas de formação.
Kart, Fórmula 3, Fórmula 3000...
Em 1985 fez sua estréia na categoria máxima do automobilismo.
Nada heróico.
A pista de Brands Hatch ele nem conhecia.
Ken Tyrrell foi seco.
"Se você quiser é assim: sentar e dirigir!"
No ano seguinte pilotou algumas vezes pela AGS.
Um time que possuía 7 funcionários.
Já na March teve sua melhor época.
Foi quando guiou um desenho de Adrian Newey.
Em 1992, 17 anos depois, ele voltou a sentar numa Ferrari.
Mas nada deu certo.
Capelli estava acostumado ao ambiente das pequenas equipes.
Familiar.
Onde todos falam com todos.
O excesso de burocracia da Scuderia Italiana arrasou com sua motivação.
Sua sinceridade é reveladora.
"Não tinha concentração.
Depois de 4 horas de trabalho meus pensamentos estavam em outro lugar."
Outro fator foi a pressão de uma equipe grande por resultados.
O desconforto foi imenso.
Os jornais italianos chegaram a dizer que ele não tinha glóbulos vermelhos suficientes para estar na equipe.
Foi uma decepção.
Aqueles que trabalharam com ele na March tinham a certeza que ele no futuro seria um campeão.
Estavam enganados.
Ainda houve uma tentativa pela Jordan.
Em vão.
Sua carreira havia terminado.
Com o passar dos anos a tristeza o deixou.
Nada melhor que o tempo para curar feridas.
Se tornou um bom comentarista na TV italiana.
Hoje ele se empolga quando perguntado quem foi o melhor.
"Senna".
Sem hesitar.
"Eu o conhecia desde o Kart.
Era impressionante.
Ele sempre fez coisas diferentes na pista...
Só ele conseguia fazer aquilo!"
E quando vai descrever as manobras, com seu jeito alegre, quase cai da cadeira.
Talento, oportunidade...
Ivan Capelli não pode reclamar.
Sua biografia mostra um pouco de que são feitos os campeões na Fórmula 1.
Talento e oportunidades não bastam.
É preciso muito trabalho duro.
Dedicação.
Suportar a pressão.
E até mesmo um pouquinho de sorte.
Não falo da ventura comum.
Mas aquela que acompanha os que se esforçam e lutam mais do que os outros.
Postado por
Humberto Corradi
às
16:30
12
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 29 de maio de 2020
Gesto
Postado por
Humberto Corradi
às
08:30
8
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
80s,
Fórmula 1,
Jacarepaguá,
Piquet,
Senna
quinta-feira, 28 de maio de 2020
Comboio
Postado por
Humberto Corradi
às
10:30
3
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 26 de maio de 2020
Mister M.

Ilusionismo.
O segredo revelado do volante flutuante criado por Bertone.
Lamborghini Athon.
1980.
E essa alavanca "cabo de faca" da marcha?
E essa alavanca "cabo de faca" da marcha?
Postado por
Humberto Corradi
às
14:30
6
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
80s,
Bertone,
design,
Lamborghini
domingo, 24 de maio de 2020
Moda
Postado por
Humberto Corradi
às
11:30
7
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 21 de maio de 2020
Alfa
Bom dia petrolheads!
Começando com o americano Eddie Cheever e sua belíssima Benetton, que ganhava vida graças a um motor V8 Alfa Romeo.
Brands Hatch,
1985.
Postado por
Humberto Corradi
às
08:42
15
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
80s,
Alfa Romeo,
Benetton,
Cheever,
Fórmula 1
sexta-feira, 15 de maio de 2020
Dallas
Postado por
Humberto Corradi
às
09:30
4
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 6 de abril de 2020
Circuito das Dunas
Postado por
Humberto Corradi
às
21:00
4
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, 10 de março de 2020
Pequenas Passagens
Monza.
1987.
Coletiva de imprensa para apresentação do time da McLaren.
Ron Dennis poderia ter resumido bem o discurso.
Poucas palavras bastariam.
Talvez algo assim:
"Reunimos vocês aqui para avisar que nós venceremos tudo nos próximos anos.
Obrigado."
Postado por
Humberto Corradi
às
08:30
21
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
80s,
Fórmula 1,
Honda,
McLaren,
Pequenas Passagens,
Prost,
Ron Dennis,
Senna
sábado, 26 de outubro de 2019
Turbinando
na história da Fórmula 1.
E num projeto que pouca gente achava que traria bons frutos.
A Renault tinha um plano ousado.
E para sua execução convocou um piloto sério.
Um técnico.
Que diferente de seu amigo (e compatriota) Jacques Laffite, não ligava para
os prazeres do paddock.
Seu nome: Jean-Pierre Jabouille.
O sonho da equipe francesa, caso se realizasse, seria um revolução.
O motor turbo.
Quase ninguém acreditava naquela sandice.
A exceção era Jabouille e os engenheiros da Renault.
As humilhações não tardaram em chegar.
Os franceses foram motivo de chacota.
Os ingleses chamavam o carro de chaleira amarela.
Primeiro porque era amarelo, claro.
Segundo pela fumaça que soltava...
A coisa não foi fácil.
Um exemplo de persistência.
Até a histórica vitória em Dijon, foram 23 abandonos em 24 provas.
Histórica porque inaugurou uma nova era para a Fórmula 1.
Dependendo da sua idade você já sabe como esse mundo pode ser mau.
Não existe justiça.
Por isso Jabouille não conseguiu desfrutar daquilo que ajudou a criar.
A Renault resolveu entregar o carro lapidado para um tal de Alain Prost.
E apostou seus aerofólios nele.
Jabouille?
Encontrou abrigo na Ligier ao lado do amigo Laffite.
Mas após um acidente em Montreal, a carreira de Jean-Pierre acabou na F1.
Suas pernas haviam se quebrado.
Talvez guarde uma mágoa da Renault.
Porém como era um técnico, deve lembrar com carinho do turbo.
Da realização.
Do esforço e trabalho bem feito.
Sempre mancando...
Postado por
Humberto Corradi
às
12:00
18
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
segunda-feira, 11 de março de 2019
85
Postado por
Humberto Corradi
às
02:00
9
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
Porsche x Lancia
Postado por
Humberto Corradi
às
11:00
8
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Molde
Postado por
Humberto Corradi
às
09:30
4
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Andrea de Cesaris
O piloto italiano que largou 208 vezes na Fórmula 1.
Nunca venceu.
Nunca pilotou pela Ferrari.
Andrea de Cesaris é lembrado por coisas assim.
Era conhecido pelo apelido: Crasheris.
Vinha da fama adquirida em seus primeiros anos da Fórmula 1.
Já tinha nome.
Ron Dennis o conhecia da Fórmula 2.
No seu começo no Kart alcançou o título mundial.
Mas sua passagem pela McLaren foi um desastre.
Um não, vários...
14 Carros quebrados.
Os mecânicos, irritados, chegaram a recusar fazer os reparos.
Um piloto jovem que desabou sob pressão.
Mas sua trajetória na categoria estava garantida.
Sua família possuía contatos interessantíssimos.
E o homem que respondia pela Marlboro era o melhor amigo de seu pai.
Assim se passaram 14 anos.
10 equipes.
Andrea era um italiano nevoso.
Certa vez em Mônaco por pouco não desceu do carro para enfiar a mão na
cara de Piquet após um acidente.
Quando colocou a cabeça no lugar já era tarde.
Seu tempo havia terminado.
Em Spa-Francorchamps um jovem Michael Schumacher conseguiu provar isso.
A equipe Jordan questionou o piloto romano.
Sua situação havia ficado desconfortável.
Parecia o final de um casamento.
Onde a paixão apenas não era mais suficiente.
Paixão mostrada em desenhos que apresentava aos engenheiros.
Buscando soluções.
Eram como cartões para a amada.
Porém todos sabemos que é preciso atitudes e postura para se manter
uma relação.
Resultados.
Ninguém vive de promessas.
O amadurecimento veio.
Mas a Fórmula 1 já não o queria em sua casa.
A história havia chegado ao fim.
Aposentado das pistas, Andrea de Cesaris foi para a praia.
E abraçou as ondas e o Windsurf.
Sem compromisso, claro!
Seu verdadeiro amor estava perdido no passado.
Postado por
Humberto Corradi
às
09:00
13
comentários
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
80s,
90s,
De Cesaris,
Fórmula 1
Assinar:
Postagens (Atom)




































