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sábado, 13 de junho de 2020
Chama
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 11 de junho de 2020
Amor
Bernie Ecclestone empurrando Frank Williams.
Participando de uma corrida.
Um evento de caridade.
Silverstone durante os anos 80.
Uma coisa que não se vê todo dia...
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Humberto Corradi
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sábado, 23 de maio de 2020
E Pur Si Muove
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 18 de maio de 2020
A Grana de David Coulthard
David Coulthard sempre foi para mim uma figura curiosa na Fórmula 1.
Valorizado, apesar de não fazer mal à ninguém.
Tá, e quanto será que o cara faturou na categoria?
Vem comigo.
Em sua primeira temporada na Fórmula 1, o piloto escocês conseguiu que Frank
Williams lhe pagasse 570 mil Euros.
Porém o talento do rapaz logo despertou a cobiça de Ron Dennis.
E na temporada seguinte, o namorado da Barbie desembarcaria em Woking.
OK.
Mas a McLaren teve que deixar 2,5 milhões de Euros nos cofres da Williams pelo
rompimento contratual.
Um lucro.
Assim de 1996 até 2004, Couthard defendeu a escuderia por onde passaram Ayrton
Senna, Niki Lauda e Alain Prost.
Nesse período, a McLaren para contar com seus serviços, pagou ao todo 39 milhões
de Euros.
Em 2005 Coulthard decidiu se mudar para um time mais midiático.
A noviça Red Bull.
Ali o cara ganhou dinheiro.
Por apenas quatro anos o pessoal do energético deixou Coulthard 37 milhões de
Euros mais rico.
Quase o mesmo valor das nove temporadas em que esteve sob a batuta de Ron
Dennis.
Somando tudo temos algo próximo de 77 milhões de Euros.
Lembrando que estamos falando apenas dos salários e que os valores estão
atualizados.
Tá bom, não?
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Humberto Corradi
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15:07
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quarta-feira, 13 de maio de 2020
18 Metros

Espanha. 1992.
Imagens de Perry McCarthy descobrindo as mazelas de dirigir uma Andrea
Moda.
(pra quem não sabe, McCarthy foi o primeiro Stig do programa Top Gear)
Além da passagem pela equipe amadora de Andrea Sassetti, esse britânico
também testou pela Williams e Benetton.
Sem espaço na Fórmula 1, a partir de meados da década de 90 ele retornou
para o Endurance.
Lembrando que anos antes ele havia participado da série americana IMSA
onde conquistou a única vitória de sua carreira.
Nesse período, com participações nas 24 horas de Le Mans, McCarthy
teve suas melhores oportunidades e chegou a pilotar por times como
Oreca, DAMS e Audi.
No entanto não obteve qualquer resultado relevante.
Quando questionado se ele é o driver mais azarado do mundo, McCarthy
costuma responder de forma bem humorada.
"Dick Vigarista teve mais sorte do que eu!"
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Humberto Corradi
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09:32
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quarta-feira, 15 de abril de 2020
Pequenas Passagens
Interessante como os pilotos precisam tomar importantes decisões tão cedo
em suas carreiras.
Escolhas que podem definir se terão sucesso ou não nas pistas.
Lewis Hamilton teve que passar por isso pouco mais de uma década atrás.
2005.
Um ano antes (2004) Frank Williams já havia tentado trazer o jovem talento
para a Fórmula 1.
Uma joia.
Novo, inglês e ainda seria o primeiro piloto negro da categoria.
História, mídia e talento num pacote só.
Entretanto Williams falhou ao tentar convencer a BMW em bancar a aposta.
Apesar disso os alemães grifaram o nome do menino e passaram a acompanhar
mais atentamente seus passos.
Quando Lewis venceu o Europeu de Fórmula 3, ninguém tinha mais dúvidas
que havia um belo futuro ali.
A BMW, que no ano seguinte (2006) assumiria a Sauber, então finalmente
fez sua proposta.
O convite era pra que Hamilton se tornasse piloto de testes da nova escuderia.
Lewis recusou a parceria.
(que acabaria nas mãos de Robert Kubica)
Pouco tempo depois ele e seu pai firmaram um acordo com a McLaren.
Acordo que previa um lugar de titular na categoria máxima do automobilismo
em 2007.
Importante lembrar que na mesma época do contrato do piloto inglês, Ron Dennis
havia conseguido fechar com Fernando Alonso também para 2007!
Contando ainda com Kimi Raikkonen e Juan Pablo Montoya, a McLaren se viu
com um problema.
Quem sairia para dar lugar a Hamilton?
A solução foi elaborar um plano B.
Ron Dennis começou a trabalhar para trazer uma nova equipe para a Fórmula 1.
A Direxiv da GP2.
Assim as obrigações contratuais da McLaren com Hamilton seriam cumpridas.
A coisa foi evoluindo e a ideia era ter Pedro de La Rosa ou Gary Paffett como um
dos companheiros do novato.
Mas a perda do principal patrocinador da Direxiv (a japonesa Akiyama) colocou
um fim no projeto.
Flavio Briatore (Renault e maior conselheiro de Alonso) foi procurado.
Mas não se moveu a respeito do caso.
Sabendo que Ron Dennis procurava um encaixe para Lewis, o paddock se
agitou.
A Spyker tentou vender um cockpit por uma fábula de dinheiro e ouviu
um não.
A turma dos energéticos também encostou e ofereceu uma saída.
Um contrato de três temporadas: um ano na Toro Rosso e dois na Red Bull.
Com a possibilidade da McLaren resgatar Hamilton para suas fileiras a qualquer
momento durante a vigência do acordo.
Ron Dennis não respondeu.
E esperou.
(o big boss da McLaren muitas vezes me parece ter dificuldade com mudanças)
E o tempo solucionou tudo.
As coisas acabaram se resolvendo com a ida de Raikkonen para a Ferrari e a
(previsível) saída de Montoya para a Nascar.
Assim, finalmente, o dream team estava formado o pronto para grandes realizações
em 2007...
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Humberto Corradi
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08:30
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sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Pequenas Passagens
Ele não era italiano, claro.
Mas nasceu num lar de sicilianos.
Por isso Alesi sonhava com a Ferrari desde a sua infância.
Corta.
1990.
O francês arregalou os olhos da Fórmula 1 após uma performance memorável
contra Ayrton Senna em Phoenix.
O piloto da Tyrrell havia se tornado uma surpresa desejada por outras escuderias.
Um acordo com a Williams foi feito para a temporada seguinte.
Mas a notícia de Mansell abandonando a categoria fez tudo mudar.
A Scuderia precisava de Alesi.
O piloto ficou aos pés de Frank Williams.
Implorou por liberdade para que ele pudesse realizar o desejo de sua vida.
Frank se comoveu e rasgou o contrato.
Um coração de ouro...
Porém no ato impôs duas condições.
Pequenas.
A primeira envolvia dinheiro.
Williams exigiu que os italianos pagassem 4 milhões de dólares de indenização.
A segunda foi inusitada.
O dirigente inglês pediu um Fórmula 1 original da Ferrari.
O que aconteceu?
Alesi realizou seu sonho.
Frank ficou um pouco mais rico.
(resolveu o problema da vaga assinando com Mansell)
E tempos depois, em 1993, uma caixa misteriosa e enorme proveniente de
Maranello chegou a Didcot, antiga sede da Williams.
Dentro estava o modelo Ferrari 641 usado na temporada de 1990.
O bólido ficou por dez anos no museu particular da Williams.
Até ser vendido.
Sua localização atual é desconhecida.
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 3 de outubro de 2019
Zonda
Fórmula 2.
Argentina. 1968
Na pista, entre outros, Andrea de Adamich, Jean-Pierre Beltoise, Jochen Rindt,
Jo Siffert, Clay Regazzoni e Pedro Rodriguez.
Ferrari, Matra e até carros de Frank Williams brigando.
E esse cenário?
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Humberto Corradi
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terça-feira, 26 de março de 2019
Williams Menor
A Williams se revela em 2019 como a equipe mais problemática
do grid da Fórmula 1.
A razão principal disso é a falta de visão de futuro.
Difícil.
O plano para o final do triênio 2016-2017-2018 era estar pouco
abaixo de Ferrari e Mercedes.
Com um orçamento consolidado de 250 milhões de euros.
Nada deu certo.
Foi ventilado uma ideia de tornar o time semelhante a Haas.
Ou Toro Rosso.
Da Mercedes, no caso.
Haveria (nesse modelo dependente) um aporte de quase 100 milhões
de euros por parte de Lawrence Stroll.
E um corte de 200 cabeças na fábrica.
Claire Williams descartou tal pensamento.
Assim Stroll pegou sua mochila de dinheiro e se mudou para a Force
India.
Com um plano ousado de reformulação (falaremos num outro post).
Neste cenário, a Williams depende cada vez mais que o teto orçamentário
seja estabelecido.
Sem recursos, não há velocidade.
Fora que as escolhas técnicas foram quase sempre equivocadas.
Depois de 2014, quando Valtteri Bottas foi quarto no mundial de pilotos
a frente de Fernando Alonso e Sebastian Vettel, a equipe entrou numa
depressão.
O que fazer?
Mudança.
Entretanto a solução Paddy Lowe se mostrou ineficaz.
Sem rumo.
Sem recursos.
Sem grandes patrocinadores.
(Rokit 20 milhões, Unilever 15 milhões e Sofina 3,5 milhões de euros)
E ainda com um piloto envelhecido e amargo no cockpit.
(Fez tanto para voltar pra isso???)
George Russel é a única notícia boa em vinda de Woking.
É pouco.
Já que na categoria máxima do automobilismo tudo precisa ser muito.
Excelente.
Máximo.
A resposta?
Aguardemos um milagre.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 18 de março de 2019
Tá doido!
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Humberto Corradi
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17:30
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domingo, 17 de março de 2019
Austrália 2019
Ensaio
De cima para baixo.
Escaldado.
Lewis Hamilton declara sua preferência por Valtteri Bottas como
seu companheiro para 2020.
Ao invés de trocá-lo Esteban Ocon.
Pode ser.
Entretanto ter um piloto como Bottas sem contrato e que não tem
nada a perder ao seu lado durante toda esta temporada não deve
ser um bom negócio.
A frase de Valtteri mandando "se ferrar*..." no rádio e a desobediência
ao buscar a volta mais rápida ligaram o alerta.
Depois.
Stroll não é tão ruim e Kvyat merecia um pouco mais de paciência.
Na outra.
A alegria da Honda com a família Red Bull.
Só penso na McLaren.
Abrindo mão do dinheiro e de ser um time de fábrica.
Por fim.
A Williams é um poço de escolhas e caminhos equivocados.
(haverá um post em breve)
Talvez ser um Time B assumido poderia ser uma solução imediata.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 30 de julho de 2018
Sorte-Revés
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Stop Loss
"A vaga ao lado de Lance Stroll na Williams em 2018 custa 10 milhões de euros."
Essa foi a frase que todos os interessados ouviram.
Felipe Massa, Paul di Resta, Daniil Kvyat, Pascal Wehrlein, Robert Kubica,
Sergey Sirotkin...
Por que?
Porque não há dinheiro sobrando na Fórmula 1.
O último dos grandes patrocinadores deu adeus.
A saída do Banco Santander é o final de uma Era na categoria máxima
do automobilismo.
A instituição financeira espanhola não quis mais desembolsar 40 milhões
de euros por temporada.
O Santander extraiu tudo que podia dos autódromos para obter o máximo
de retorno sobre seu investimento.
Foi uma bela plataforma de negócios.
Enquanto durou.
Vai despejar recursos no Futebol.
Sua partida expõe o ocaso dos apoiadores que chegaram a colocar 60 milhões
de euros por ano em uma escuderia.
Isso acabou.
A McLaren sonha (desde 2014) com um nome que alivie suas contas.
Red Bull alcança no máximo parcerias (Aston Martin).
Assim como será a partir de agora entre a Sauber-Alfa Romeo.
(e pelas ações de Marchionne, Haas-Maserati e Force India-Lancia...)
O rombo que a Williams precisa cobrir é de 25 milhões de euros para 2018.
A família Stroll aparece com seu dinheiro pois o departamento de marketing
de Grove continua a falhar.
Massa esteve na equipe em 2017 por conta da saída repentina de Nico Rosberg.
A Mercedes tinha recursos e precisava de um piloto.
Mas não tinha se planejado.
A Williams precisava de recursos e tinha um piloto, Valtteri.
Assim a Mercedes levou Bottas e bancou a temporada do brasileiro.
Se tivesse recursos, provavelmente a Williams manteria Felipe em 2018.
Wehlein foi deixado na chuva.
Paul di Resta não tem nome e nem nacionalidade para levantar tal quantia.
Kvyat não obteve os contatos.
Robert Kubica foi o único que apresentou um valor.
Abaixo.
Mas é melhor que nada.
Sergey Sirotkin disse que tinha o patrocínio.
Entretanto o dinheiro russo costuma falhar.
Só que dessa vez não falhou.
A Williams adia a decisão para janeiro.
(esperando um milagre de Kubica aparecendo com mais grana?)
Difícil.
Pois ouvi a notícia sobre Sirotkin de duas fontes.
Uma de um jornalista que vive dentro da Fórmula 1 o ano inteiro.
E que nunca se ilude com fantasias.
Outra fonte, mais conhecida, foi italiana.
Jornalista ligado a Alessandro Aluni Bravi, o empresário de Kubica.
Do you have enough money for the trip?
É isso.
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Humberto Corradi
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15:22
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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Russo
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Poster BR
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Humberto Corradi
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terça-feira, 7 de novembro de 2017
Wehrlein
Felipe Massa é passado.
A Williams precisa agora olhar para o futuro.
E definir o companheiro de Lance Stroll para 2018.
Paul di Resta, Robert Kubica, Daniil Kvyat...
A lógica indica que o escolhido deveria se Pascal Wehrlein.
Novo, barato e talentoso.
Além disso seria um ativo que poderia ser negociado no futuro.
(a saída de Bottas rendeu dividendos)
Idade?
A Martini compreende.
Valores?
A Mercedes aumentaria seu apoio técnico na casa de Grove.
Sei que ele é subestimado por sua postura tímida que se confunde com
arrogância.
Comportamento retraído que lembra o de Alonso no início da carreira.
(só que depois o espanhol se tornou pernóstico mesmo)
Kubica é um risco grande demais.
Paul di Resta explodiu pontes por onde passou.
E os russos costumam dizer que entregarão o dinheiro, mas quase sempre
as afirmações viram fumaça.
De qualquer forma é uma situação interessante.
Esperemos a decisão.
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Humberto Corradi
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08:25
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quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Clipping
Quando a coisa parece impossível.
É aí que os simuladores aparecem para ajudar na solução.
Para o GP do México o italiano Antonio Fuoco ficou responsável em Maranello
pela condução dos testes que indicaram o caminho da pole de Sebastian Vettel.
Um dos muitos heróis anônimos da Fórmula 1.
Test Drive
Falando nisso, Alfonso Celis Jr. (velho conhecido do Blog) e Charles Leclerc
trabalharam pela Force India e Sauber respectivamente nos últimos dias.
Testes da Pirelli no Hermanos Rodriguez.
O próximo experimento será feito pela McLaren em Interlagos.
Investimento
A meta da Williams para 2018 é ter o orçamento 250 milhões de euros.
Algo em torno de sessenta milhões de euros a mais em relação ao disponível
para a temporada atual.
Lance Stroll possui um acordo para três anos.
Pagando 105 milhões de euros ao todo.
Parcelado assim.
30 milhões (2017) ,35 milhões (2018) e 40 milhões (2019).
A Martini entregará 15 milhões de euros anuais (até 2019) após ter renovado
seu patrocínio.
A Unilever (Rexona) também deixa 15 milhões de euros.
Mas a gigante não estendeu seu apoio até o momento (termina ao final de 2017).
Está no ar uma mudança (McLaren, Renault...).
Fora a grana dos parceiros menores e do (ótimo) prêmio da FOM.
Quem sabe para o lugar de Felipe Massa não apareça um piloto com os recursos
que faltam?
Contrato
Parece que Lewis Hamilton acertou sua aventura com a Mercedes.
Mais três temporadas juntos (2018 / 19 / 20).
Max Valor
Ao contrário do que muitos pesam, o novo contrato de Max Verstappen
com a Red Bull não trouxe um caminhão de dinheiro para o rapaz.
Pelo menos ao ser comparado com as cifras recentes de Lewis Hamilton,
Sebastian Vettel e Fernando Alonso.
Christian Horner deixou evidente que gastou mais nos últimos três anos de
Vettel no time dos energéticos.
Sebastian ganhou mais de 70 milhões de euros neste período.
Incluindo aí a premiação (vitórias e títulos).
Verstappen, que hoje recebe seis milhões de euros / ano, dobrará seu salário
na próxima temporada e atingirá quinze milhões de euros anuais em 2019.
Jovem, em 2020 estará com as portas abertas na Ferrari e Mercedes.
Onde o céu será o limite.
Resiliente
Na atual Era Mercedes, Sebastian Vettel foi o piloto que obteve mais vitórias
e pódios.
(fora os que conduziram as Flechas de Prata).
Nesta temporada ele vem liderando a votação do Driver of Day.
Venceu 7 até aqui.
Não está contente.
Já disse que abrirá mão do convite de participar da tradicional Race of Champions.
Quer dedicar o máximo de tempo possível para o simulador da Scuderia Italiana.
A guerra de 2018 já começou.
Ninguém Quer
Interessante.
Se a Liberty Media pensava que seria fácil achar outras praças para a F1
dentro dos Estados Unidos estava redondamente enganada.
O plano é ter três provas.
Uma no centro (Austin), uma na costa leste e outra na costa oeste.
Na costa leste o destino seria a Flórida.
Uma pista de rua na região de Miami.
Pois bem.
A comunidade local se levantou contra a categoria máxima do automobilismo.
Com anúncios de página inteira em jornais, declarou guerra.
A razão?
Algumas associações organizadas da vizinhança reclamam de tudo sobre o
projeto.
No entendimento deles, a F1 só traria barulho, ruas interditadas, construções sem
benefícios para os moradores e ainda o dinheiro do contribuinte seria jogado fora
ao invés de reparar suas estradas.
Tenso.
Do outro lado, na costa oeste, o empresário William Yao iniciou um projeto na
pequena cidade de San Juan Bautista ao sul de San Francisco.
Sim, estamos falando da famosa região do Vale do Silício.
Yao quer construir em suas terras um centro de excelência e tecnologia voltada
para o mundo do motor.
O que, claro, envolveria o surgimento de uma pista própria para a Fórmula 1
entre condomínios, hotéis e restaurantes num complexo de mais de cinco milhões
de metros quadrados.
Projeto, complexo, pista...
OK.
Já falaram no nome de Hermann Tilke.
Mas posso afirmar que nenhuma linha foi riscada na prancheta.
A coisa ainda é bem embrionária.
E pode ficar por aí, pois os cidadãos da bucólica San Juan Bautista não estão
animados com o troço.
Uma petição em nome da fauna, flora e valores locais foi feita para impedir a ação
automobilística / Imobiliária na região onde, segundo os revoltados, falta água e
policiamento decentes.
Sei que o troço é caro.
Com menos de 250 milhões de dólares não dá para pensar num Grand Prix.
(asfalto, pits, arquibancadas, estrutura...)
Fora a manutenção.
As pessoas pensam que esse recurso poderia ser gasto em melhorias para suas
vidas.
Enquanto isso, Max Verstappen se dirigiu para Las Vegas com a Red Bull para
uma demonstração.
Quem sabe uns zerinhos no asfalto consiga trazer mais amor pela F1 em Terras
Ianques?
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Clipping
História pura.
México.
1965.
Quem Fica?
Existem dois lugares para 2018 sendo disputados na Fórmula 1.
Um é o de companheiro de Lance Stroll na Williams.
O outro é na Toro Rosso.
Já que Pierre Gasly é nome certo no time de Faenza.
Na Williams aconteceram os testes de Robert Kubica.
Fique sabendo que o polonês não foi tão bem assim.
Paul di Resta estava lá para servir de referência.
E não é que o primo de Dario Franchitti obteve tempos melhores!
Claro que Kubica e di Resta rodaram em dias diferentes, mas não deixa
de ser surpreendente o resultado.
Paul di Resta tem chance?
O britânico está fazendo de tudo para conseguir a vaga.
Nos bastidores anda colado com a turma do Lance Stroll.
Marcação cerrada.
Tipo assim: estamos juntos...
Kubica parece ter um patrocinador no bolso.
Massa?
É coisa nossa.
A vantagem do brasileiro é ser da casa.
Um bom resultado no México, ajudaria.
O brasileiro duvida da capacidade de Robert Kubica e Paul di Resta em
cumprir as metas da Williams.
Pascal Wehrlein está no canto esperando que alguém olhe para ele.
Mas apareceram umas novidades.
Daniil Kvyat não tem mais futuro na família Red Bull.
O cara que quebrou o recorde de Vettel como piloto mais novo a pontuar
em um Grande Prêmio e foi eleito o rookie of de year na temporada de
2014.
O russo tem contra si o problema da idade (propaganda Martini).
Mas possui 15 milhões (euros) de qualidades segundo seus apoiadores.
E, quem sabe, (preciso dizer) Nico Rosberg não queira se divertir outra vez...
Nos lados da Toro Rosso, Brendon Hartley caiu nas graças de Helmut Marko.
Marko considerou o vencedor de Le Mans constante e de fácil trato com os
engenheiros.
O neozelandês se tornou favorito para o lugar disponível.
Programa
Quem está de volta é o nosso amigo Alfonso Celis Jr.
Ele aparecerá nos treinos livre do México conduzindo pela Force India.
(carro de Ocon)
Outros que também farão a festa são Sean Gelael (pela Toro Rosso), Antonio
Giovinazzi (pela Haas) e Charles Leclerc (pela Sauber).
Outro Americano
Michael está interessado na categoria máxima do automobilismo.
A ideia de se criar uma nova equipe não é devaneio.
Entretanto o filho de Mario Andretti espera para que se definam os rumos
da Fórmula 1 após 2020.
Só então, com as novas regras em mãos, decidirá se é viável ou não seu plano.
Liberado
Fernando Alonso pode tudo na McLaren.
Vai para as 24 horas de Daytona ao lado de Lando Norris defender o United
Autosports do seu chefe, Zak Brown.
Se houver um convite da Toyota, o espanhol mergulhará em Le Mans.
500 milhas de Indianápolis...
Acredite, nas horas de folga ele é ainda piloto de Fórmula 1.
Calma
Sergio Marchionne prega a estabilidade na Ferrari.
Bom.
Plano A e B
A Renault vai priorizar de vez a Fórmula 1.
Após a temporada 2017 / 2018 deixará a Fórmula E nas mãos da Nissan.
Esperado.
Contratando como ninguém (mais de 80 novos funcionários), o time francês quer
brigar pelo título até o final desta década.
Interessante ver como a turma de Viry-Châtillon vem trabalhando.
A ideia inicial no retorno da Renault como equipe era trilhar um caminho parecido
com o da Mercedes.
Repare nas semelhanças.
Adquirir um time (Lotus / Brawn).
Fazer uma temporada de transição (2016 / 2010).
Depois completar uma primeira temporada real como time de fábrica (2017 / 2011).
Contar com uma dupla de pilotos capaz de fazer a diferença.
Aqui houve uma ruptura.
Enquanto que a Mercedes apresentou Michael Schumacher (um campeão) e
Nico Rosberg (uma promessa), a Renault não conseguiu copiar o modelo.
Fernando Alonso (campeão) e Nico Hulkenberg (a promessa) seriam os nomes.
Então veio o plano B.
Carlos Sainz Jr. aparece.
Note.
Hulkenberg (contrato até o fim de 2019) assume agora o papel de referência.
Sainz Jr. será o novo (jovem) campeão "Fernando Alonso" pela mesma Renault?
As palavras de Alain Prost indicam que a aposta é real.
Mesmo que Sainz Jr. ainda seja funcionário da Red Bull.
Com Max Verstappen assumindo a herança de Milton Keynes nos próximos
anos.
(até que a Ferrari venha atrás do holandês)
Fica a dúvida se Daniel Ricciardo ficará estático (até 2020) com a turma do
energético ou buscará seu lugar ao sol em outra equipe.
As coisas parecem ligadas.
Sainz Jr. precisa mostrar que pode ser a ponta de um projeto ou repetirá a
história de Sergio Perez com a McLaren.
No caso de infortúnio do jovem espanhol, Ricciardo viraria opção para Enstone.
A ver.
Por fim
A Liberty estuda novas (?) ideias para trazer mais emoção.
Uma das sugestões cita o retorno do modelo de alinhamento de 3-2-3-2...
Ao contrário do pareamento atual.
Fico imaginando o trio Verstappen, Vettel e Hamilton alinhado e esperando
as luzes vermelhas se apagarem.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Raiz
O Blog voltando a suas origens.
De cima para baixo.
Primeira.
James Hunt e Niki Lauda juntos.
O primeiro já havia sido campeão em Fuji.
A imagem é de 1978.
Segunda.
Resgate histórico.
O início da aventura da Honda na Fórmula 1.
Terceira.
Spa-Francorchamps numa visão diferente.
Quarta.
Monte Carlo.
Bruce McLaren com a mão na massa.
Entretanto um vazamento de óleo acabaria com seu final de semana.
Quinta.
Ickx conversando com Frank Williams.
Empurrado pelo motor Ford, o piloto belga não conseguiu sequer classificar
seu bólido para a etapa em Long Beach.
Falta de sorte?
Jacky Ickx então é um azarado que venceu seis vezes as 24 horas de Le Mans,
o Rally Dakar e foi campeão na Can-Am.
Pilotou pela Ferrari, Williams, Brabham, Ligier, McLaren e Lotus na F1 e
subiu no degrau mais alto do pódio da categoria máxima do automobilismo
em oito oportunidades.
Coisas ruins também acontecem.
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Humberto Corradi
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20:52
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Clipping
Não adianta inventar.
Não há muitas histórias novas para contar.
Sempre tem alguma coisa aqui e ali.
Mas nada muito relevante.
Alonso renovar com a McLaren é notícia?
OK.
Existem alguns rastros.
Fumaças.
Notícias que estão amadurecendo.
Mas é preciso ver o cenário clarear.
Enquanto isso, umas notinhas.
Kubica
Robert Kubica testou com a Williams (2014).
Paul di Resta esteve por perto para efeito de comparação.
Me disseram que o polonês pode aparecer em um treino livre no Brasil
ou em Abu Dhabi.
A briga é com Felipe Massa.
Contra Kubica vejo três coisas.
Primeira.
A Williams quer dinheiro e perguntou se haveria a possibilidade de Robert
trazer um novo patrocinador.
(estratégia comercial antiga - lembra da Susie Wolff?)
Segunda.
A Renault não abandonou à toa seu projeto com ele.
Os franceses fizeram um investimento para testar a viabilidade do piloto
e desistiram.
Terceira.
O risco.
Não sabemos como o mundo da Fórmula 1 reagiria caso Kubica se envolvesse
em um acidente grave com outro piloto durante uma prova oficial.
Volta
Pascal Wehrlein pode estar retornando para o DTM na próxima temporada.
Laranjas
Interessante ver a Red Bull oferecer um projeto de longo prazo para Max
Verstappen.
Ouvir o Horner falar em construir o time ao redor do holandês, foi surpreendente.
Fica claro que existe uma proposta séria de outra escuderia.
Penso na Ferrari, como já escrevi.
Outros falam na Mercedes.
Lembrando que Max só foi para a Red Bull porque não havia um lugar disponível
nas Flechas de Prata.
Batalha
A Mercedes entrou com uma nova acusação sobre a unidade de força da Ferrari.
Aquela história da queima de óleo.
Parece que os italianos acharam uma solução engenhosa com dois tanques com
óleos diferentes que seriam misturados apenas no modo qualificação.
2018
A Mercedes estuda a possibilidade de apresentar um projeto totalmente novo
para o W09 em relação ao W08.
Uma mudança de conceito.
Resumindo, um carro mais curto.
(semelhante a dupla Red Bull / Ferrari).
O que poderia trazer dificuldades nas primeiras provas do ano que vem por conta
de uma ideia tão nova.
Empolgado
Brendon Hartley viu seu mundo virar de cabeça para baixo.
Eu sei que o cara venceu as 24 horas de Le Mans.
Mas a Fórmula 1 é maior do que tudo.
A oportunidade na Toro Rosso pode se transformar numa vaga em 2018.
Pra quem estava se movendo para a Indy...
Por Fim
Tantos nomes citados e ninguém lembrou de chamar o Nasr para o jogo.
Postado por
Humberto Corradi
às
21:22
15
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