quinta-feira, 30 de junho de 2016

Vestígios



















































Baku.

Já retiraram toda a camada asfáltica que foi colocada para a Fórmula 1.

O piso original de paralelepípedos está lá como se nada tivesse acontecido.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Super Licence





















A tabela acima (clique para aumentar) revela a pontuação concedida pela FIA para
os pilotos nas mais diversas categorias do automobilismo.

Claro.

Aí está o caminho para se obter a sonhada Super Licença de piloto através dos 40
pontos necessários e assim alcançar a possibilidade de chegar a disputada Fórmula 1.

Repare que a futura Fórmula 2 (sucessora da GP2) será a principal porta de entrada.

Com os dados em mãos fui procurar quem está bem na fita.

Para citar nomes usei alguns critérios como idade, patrocinadores e ligações com
escuderias da categoria máxima do automobilismo.

Ou alguém aqui espera que um título da Fórmula E vai abrir alguma porta para
Lucas di Grassi na F1?

Vem comigo!

Na GP2 aparece o nome de Artem Markelov, companheiro de equipe de Raffaele
Marciello.

Líder do campeonato.

Russo.

O que é sempre uma possibilidade de bons apoiadores.

Outro é Nobuharu Matsushita.

O japonês que é piloto de desenvolvimento da McLaren, pode muito bem arrumar
um cockpit caso a Honda comece a fornecer motores para outras equipes.

E, finalizando a GP2, Alex Lynn.

Responsável pelo desenvolvimento da Williams, um driver inglês é sempre bem
cotado.

Lynn e Matsushita precisam continuar (já venceram nesta temporada) suas trajetórias
com bons resultados.

Na F3 quem manda é Lance Stroll.

Absoluto.

Já cantei aqui que o sujeito é rico e talentoso.

Além disso conta com a mão de Luca Baldisserri.

Seu mentor.

O engenheiro italiano que esteva ao lado de Michael Schumacher e Kimi Raikkonen
em suas conquistas na Ferrari.

Baldisserri não esconde que o objetivo neste ano é alcançar a pontuação da Super
Licença e atiçar o paddock da Fórmula 1.

Com cinco vitórias e nove pódios, Stroll está 84 pontos a frente do segundo colocado,
Maximilian Günther (o alemão que é seu companheiro de equipe).

O britânico Callum ilott (que ano passado foi desligado do programa da Red Bull)
segue em terceiro no campeonato.

O endurance com a WEC (LMP1), a Indy e a Fórmula E não trazem novidades.

Geralmente são pilotos mais velhos que competem nessas categorias.

Pode ser feita uma exceção para Sebastien Buemi (27 anos) por conta de ainda
estar ligado à Red Bull.

Achou que os nomes são poucos?

As vagas também.

Red Bull, Mercedes e Ferrari não vão abrir espaços para a nova geração no
momento.

A Toro Rosso ainda segura Kvyat por não ter um substituto imediato.

Já a Force India assinou um acordo com o (endinheirado) russo Nikita Mazepin
(F3) de longo prazo.

Muito novo (nasceu em 1999), parece estar apenas adquirindo experiência e
se encontra atualmente na 20ª colocação atrás dos filhos de Adrian Newey e
Nelson Piquet.

A Williams sonha com Jenson Button e um rapaz rico.

McLaren tem Vandoorne.

Estagiar na Haas pode ser interessante.

Talvez nem tanto na Manor ou Sauber.

A única que vejo procurando um campeão a longo prazo é a Renault.

Equipe de fábrica e que tem usado a atual temporada para desenvolver ideias
para 2017.

Obter a Super Licença é como receber o diploma de curso superior.

Mas aí o cara se depara com um fechado mercado de trabalho.

Com poucas oportunidades.

Duro.

No qual se precisa provar a cada final de semana que é merecedor do seu emprego.

Fez 40 pontos?

OK.

Entra na fila.














Thuringia


























Bom dia petrolheads!

Iniciando com Schleizer Dreieck.

Uma das pistas mais antigas da Alemanha.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Sasha & Simon
























E aí?

Alguém saberia dizer o nome do piloto (compete atualmente na Fórmula 1) que
conduziu este carro nas 24 horas de Le Mans uns anos atrás?

Clipping


























Os pedais.

Há uma certa empolgação na Holanda por conta de Max Verstappen.

Quando isso acontece (surgimento de uma estrela) a imprensa local (normalmente)
fica faminta por notícias.

Então.

Dito isso, há uma história circulando sobre o Circuito de Assen abrigar a Fórmula 1
no futuro.

A pista recebeu investimentos nos últimos anos e conta com boa estrutura no seu
entorno.

Saiba que a vocação do lugar é o motociclismo.

Mas é preciso lembrar que o autódromo já recebeu provas da falecida Superleague,
da Fórmula Renault e a da Fórmula 3 alemã.

É necessário dinheiro para executar as adaptações necessárias para se receber um GP.

Com as novas regras de 2017, a Red Bull tende a dar um salto de competitividade
já que foi ela a maior defensora das mudanças.

E, claro, um título de Verstappen facilitaria muito a obtenção de recursos para a
empreitada.

Vamos acompanhar.

Bernie Ecclestone apresentou a ideia de uma divisão mais justa na premiação entre
as equipes.

A proposta é diminuir as diferenças e equilibrar o jogo.

Como ficaria?

A Ferrari hoje recebe algo em torno de 110 milhões de dólares pelo atual Acordo
de Concorde.

Esse valor cairia para cerca de 95 milhões de dólares.

A diferença real se daria na vida das menores escuderias do grid.

Seguindo o pensamento de Bernie, a Manor, por exemplo, iria colocar as mãos
em um valor aproximado de 75 milhões de dólares por ano.

O que garantiria o orçamento do time para uma temporada inteira.

Ouviu boatos sobre Sergio Perez e a Ferrari?

Na imprensa espanhola alguns chegaram a cravar que o piloto mexicano estará
no lugar de Kimi Raikkonen em 2017.

Qual a história?

Perez fez uma proposta real para a Scuderia Italiana.

Pagar pelo cockpit vermelho (dinheiro do bilionário Carlos Slim).

O valor do cheque chega dezenas de milhões de dólares.

(fora a multa contratual com a Force India que precisa ser resolvida)

Um fato novo, com certeza.

Quem decide a questão é o presidente Sergio Marchionne.

Antes de julgar a questão do dinheiro, vale dar uma olhada nas recentes palavras
de Vettel.

(que, segundo o Tordo, é adorado por Marchionne)

"Sou grato às pessoas que têm apoiado minha carreira.

Como o apoio que recebi da Red Bull e da BMW, que me permitiu fazer minha
estréia.

Isso é muito importante.

Se você está sozinho, e não possui apoiadores, fica muito difícil chegar a um nível
elevado de competição."

Outra do pequeno pássaro italiano.

Em Maranello muitos novos contratos foram assinados nos últimos meses.

A Ferrari vem na surdina cooptando técnicos e engenheiros para reforçar suas
fileiras.

Por fim.

A saída do Reino Unido da União Europeia deve afetar para baixo os salários
daqueles que recebem em Libras.

Fernando Alonso é um deles.

















Premiado






















Bom dia Petrolheads!

Especial para Marcos Passamani.

Foi ele quem faturou no sorteio a bela camisa que homenageia a Brabham
de 1978 de Nelson Piquet.

Agradeço a todos pela participação e ao Emerson Pippi que através da
Fórmula Retrô  permite ao Blog entregar prêmios tão legais!

Valeu!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

New Kids




























As imagens acima podem mostrar o futuro da Fórmula 1.

Nelas estão jovens pilotos que parecem estar em caminhos que findarão na
categoria máxima do automobilismo.

Alfonso Celis Jr. é um deles.

O mexicano conseguiu um programa de testes espetacular com a Force India.

Na próxima etapa (Áustria) ele estará mais uma vez conduzindo o carro do time
de Vijay no primeiro treino livre.

Pelo plano, Fonz fechará a temporada de 2016 com participação em 7 treinos
livres.

(lembrando que no início do ano ele conduziu dois dias nos testes de Barcelona)

Parece claro que nos próximos anos haverá mais um conterrâneo de Gutierrez
e Perez no grid.

Outro que penso estar fazendo tudo certo é o brasileiro Sérgio Sette Câmara.

Por outra via.

Aqui a vereda se chama Red Bull.

Câmara (competindo na F3) está no programa de pilotos do time do energético.

O menino é agressivo e possui talento.

(quem acompanha o espaço sabe que não puxo sardinha pra brazuca)

Com Pierre Gasly vacilando, talvez surja uma boa oportunidade para o brasileiro
aparecer e se tornar uma aposta na interessante pra Toro Rosso daqui alguns anos.

Agora é vez de falarmos do monegasco Charles Leclerc.

Membro da academia de pilotos da Ferrari e piloto de desenvolvimento da Scuderia
Italiana.

Leclerc foi selecionado para mergulhar de vez no mundo da Fórmula 1.

Nos próximos finais de semana de 2016 da F1, ele estará conduzindo em 5 treinos
livres o bólido da Haas.

Coloque em sua mente a esperança de repetir Jules Bianchi.

(um jovem piloto, companheiro ideal e um plano B para reserva emergencial)

Essa é a função da academia.

Se Leclerc entender seu papel, repetirá Massa e Barrichello.

Por último, mas não menos importante, Lance Stroll.

Rico, talentoso e com uma ligação com a Mercedes.

Stroll atualmente lidera a F3 europeia com atuações sólidas.

Nos últimos dias ele colheu elogios de Toto Wolff que disse que ele será o
próximo canadense na Fórmula 1.

Toto sabe do que fala.

Pois está muito bem informado.

É ele quem fornece os motores Mercedes (através da sua empresa HWA AG)
para o time de Stroll, a Prema.

Lance ocupa a função de piloto de desenvolvimento da Williams e não causaria
espanto se ocupasse um dos cockpits do time de Frank daqui uns anos antes de
desembarcar na Mercedes.

Entenda.

Não estamos falando aqui do mercado para 2017.

Até porque nenhum desses nomes citados chegou sequer na GP2.

Entretanto são jovens que claramente traçaram uma meta.

E com cuidado vão subindo a montanha.

Para não chegar de qualquer jeito.

Mas da maneira certa.

Para tentar o mais difícil.

Ficar na Fórmula 1.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Venusta da Brabham



























O amigo Emerson Pippi novamente coloca seu apoio para realizarmos mais uma
promoção.

Assim o Blog terá outra oportunidade de presentear um de seus leitores!

E o presente dessa vez é um dos itens mais belos da nova coleção do excelente
Fórmula Retrô.

Uma camisa que presta homenagem a Brabham com motor Alfa Romeo guiada
por Nelson Piquet.

Linda demais!
































Quer correr o risco de ganhar essa beleza?

Fácil!

Para concorrer basta responder nos comentários a uma pergunta simples:

Em que ano Nelson Piquet pilotou a Brabham Alfa BT46A?

(uma dica? Clique Aqui )

Na sua resposta não esqueça de colocar seu nome e o mail para o contato.

E não adianta mandar várias mensagens.

Apenas uma por pessoa, OK?

A primeira mensagem será a nº 1, a segunda a n° 2 e assim por diante.

Como sempre acontece, usarei o Random, que é um site que faz sorteios, para
definir o vencedor.

Concorrerão as mensagens que chegarem até as 12:00 (meio-dia) de sexta-feira 
(24/06/2016).

Facinho de ganhar, não?

Participem!

Clipping


































Algumas curvas do circuito de Baku foram considerada bem desafiadoras pelos
pilotos.

Segundo Vettel, em certos momentos "você não vê nada.."

A vaga de Felipe Massa na Williams continua sendo cobiçada.

Nasr é candidato.

Steve Robertson possui um grande desafio, já que o piloto brasileiro deverá perder
o apoio do Banco do Brasil.

Perez sonda suas possibilidades.

E a própria Williams admite estar em tratativas com Jenson Button.

A situação de Daniil Kvyat na Toro Rosso pode ter virado.

Por conta dos resultados fracos de Pierre Gasly.

E do assédio (declarado) da Renault em cima de Carlos Sainz Jr.

O espanhol pode ser seduzido pelo time francês.

Principalmente após a renovação da dupla Verstappen-Ricciardo.

(Franz Tost quer contar com o russo em 2017)

Entretanto Kvyat procura outras portas.

Briatore reconhece ter sido um erro a mudança para a McLaren.

Rosberg.

Pelo menos, desta vez, ele parece estar fazendo tudo pelo sonho.




Rio



Bom dia petrolheads!

Haryanto em vídeo.