sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dependência ou Morte

























As pequenas.

É comum não percebermos seu papel no meio ambiente da Fórmula 1.

Mas elas ajudam a reciclar os nomes.

Fornecem novos técnicos, engenheiros e pilotos.

São a porta de entrada.

Participam do desenvolvimento das maiores equipes com diferentes e preciosas
informações sobre o comportamento dos motores.

Acima coloquei três exemplos.

Fernando Alonso ganhando experiência na Minardi.

Michael Schumacher quando aproveitou para apresentar seu cartão de visita na
Jordan.

E Riccardo Patrese "pagando por seus crimes" na Arrows.

Patrese esperava uma oportunidade já que, após o acidente que vitimou Peterson,
a Ferrari (estava tudo certo!) rompeu as negociações com o italiano.

Uma espécie de sabático.

Hoje acompanhamos a confusão na Caterham (seu valor está na licença da F1).

E a situação da Marussia (que ameaça não ir para o GP de Austin).

Portas que estão se fechando.

Importantes por exercerem certas funções (como as citadas acima) na categoria
máxima do automobilismo.

E a Hass F1 Team?

Gene Hass está chegando na Fórmula 1 como a equipe B da Ferrari.

Seguindo o modelo Red Bull / Toro Rosso.

Com todo o apoio da Scuderia Italiana na sua construção.

O interesse no mercado americano fala alto ao coração dos italianos.

(Perceba que Bernie Ecclestone tentando emplacar mais uma prova nas terras
Ianques - New York, Long Beach e Las Vegas - não é à toa)

No entanto parece não haver espaço para os times menores (independentes) no
atual cenário.

Lembrando que não existem inocentes ou coitadinhos nesta história.

O futuro desenha a abertura de três carros por equipe?

Não sei.

É necessário um pouco mais de tempo para termos uma visão mais clara.

Mas as coisas estão mudando.

E a receita de parceria e integração das pequenas com as grandes escuderias
deverá  ser a palavra de ordem.

Red Bull / Toro Rosso, Mercedes/Williams, Ferrari/Hass...

Dependência ou morte.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Desenho



























Genial!

Via: @Fab1_F1

Rascunho SC


































"Acho que é melhor deixá-los ir."

Bernie Ecclestone sobre a situação da Caterham.

A fábrica em Leafield amanheceu com os portões fechados.

Quem acompanha o Blog não deve estar surpreendido.

Interessante é que Marcus Ericsson, com 15 milhões de Euros na mochila, estará
flutuando no mercado.

Podia ir para a Marussia?

Bem...

A Ferrari já não está passando dados da atualização de seu motor 2015 para a
sua afilhada russa.

E a imprensa divulga que a Red Bull já concordou com a história de três carros
por equipe.

O tempo de duração do contrato de Fernando Alonso com a McLaren ainda está
pegando.

O piloto parece realmente sonhar com a Mercedes em 2016.

Ao mesmo tempo a espanhola Movistar conversa com a turma de Woking.

Um caminhão de dinheiro de patrocínio.

Por fim.

Pela situação das pequenas escuderias, o Safety-Car deve ter sido acionado nos
bastidores da categoria máxima do automobilismo.

Porsche & Pedro
























O Monstro em Brands Hatch.

1970.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Dallara




















E aí?

Alguém saberia dizer quem é o piloto que aparece na imagem acima?

Rascunho Dois É Maior Que Um
























Talvez este seja o período mais importante da carreira de Lewis Hamilton.

Quando ele poderá confirmar seu segundo título.

Pois na Fórmula 1 só se é grande de verdade quando o raio cai duas vezes no
mesmo lugar.

Clique aqui para lembrar.

Ainda.

Estranhamente Lewis desconversa sobre a possibilidade de continuar na Mercedes
em 2015.

Sergio Perez.

O piloto parece querer continuar sua aventura na Force India.

Porém a equipe manda sinais que quer mais dinheiro do mexicano.

Há ruídos (não é de hoje) que os espanhóis da CEPSA  poderiam deixar a
Toro Rosso.

Uma forcinha para que se confirme Carlos Sainz Jr. ao lado de Max Verstappen?

Lembrando que Marco Wittman (campeão da DTM) fará um teste com o time de
Faenza.

Willi Weber acha que a Ferrari será a prova de fogo para Sebastian Vettel.

O ex-empresário de Schumacher considera que Fernando Alonso não aguentou
a pressão na Scuderia Italiana.

E duvida que o piloto alemão suportará também.

Tipo assim: somente Schumi era o Superman.

Por fim.

Decorar com quadros é para os fracos.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Rascunho no Vermelho























Parece até um desenho, não?

O vermelho está em alta.

Os chineses parecem ter cismado com a Fórmula 1.

E com apoio estatal deverão entrar na categoria máxima do automobilismo
nos próximos anos.

A coisa faz parte de um plano maior do país.

Mas...

Comprar ou criar?

Eis a questão.

Barulhos.

Romain Grosjean deixando a Lotus?

Querendo a vaga de Magnussen na McLaren?

Sergio Perez se mudando para a equipe negra??

Barulhos, barulhos...

E ninguém falou de Button?

Falou.

Em 2012.

Clique aqui.

Já que tocamos na McLaren, a Ferrari busca todos os dias retirar material
humano de Woking.

Não demora muito os ingleses vão começar a reclamar.

Ninguém entende mais a situação da Caterham.

Parece que os pilotos que atuam em categorias de base, associados ao time
de Leafield, foram desligados sem maiores esclarecimentos.

Fórmula 1 (circuito de rua, claro) em Madri?























Por fim.

Se você adquirisse uma equipe de Fórmula 1 e tivesse que escolher hoje
sua dupla de pilotos para as próximas cinco temporadas quais seriam os
nomes?

Eu iria com Valtteri Bottas e Nico Hulkenberg.

Escolha baseada no custo / benefício.

E você?

Rascunho de Fragmentos























A1 GP.

Uma parte da carreira de Nico Hulkenberg passou por aí.

Carreira vitoriosa, é preciso dizer.

O piloto alemão colecionou títulos até desembarcar na Fórmula 1.

Willi Weber era quem abria as portas.

O homem que planejou todos os detalhes da carreira de Michael Schumacher
tentou uma segunda vez.

Porém os dias eram outros.

E Weber percebeu que aquele tempo (meados dos anos 90) quando McLaren,
Ferrari, Benetton (e até Frank Williams) derramavam propostas para seu pupilo
já havia passado.

Talento nunca faltou para Hulk.

Williams, Force India, Sauber...

Apesar das mudanças, seu gráfico na categoria máxima do automobilismo segue
uma crescente.

Pegou uma fase complicada.

Sem grandes apoiadores, é difícil encontrar uma oportunidade de vitória.

Falo de um lugar entre as grandes.

O piloto tinha uma pretensão de Ferrari.

Massa saiu, entrou Raikkonen.

Alonso está indo embora por uma porta enquanto Vettel está entrando por
outra.

Kimi (você leu por aqui) ainda deve prorrogar seu contrato.

Não há pontes para a McLaren, Mercedes e Red Bull.

Neste cenário, é compreensível o alívio de Hulk em conseguir permanecer
na Fórmula 1.

A Force India (mesmo com aquela nuvem financeira escura fora das pistas)
é um time muito bem organizado na parte técnica.

E conta com o motor Mercedes.

Mas fica uma pergunta.

Há futuro para Nico além da escuderia de Vijay Mallya?


Interessante.

Os carros da Caterham (depois de desembarcarem na Alemanha,) fizeram
um bate-volta (algumas horas) em Leafield, sede da equipe.

Apenas para pintura.

Mas já estão novamente resguardados na base germânica de Colin Kolles.

Olho na ligação da equipe verde com a Dell.

Lotus e Fernando Alonso?

A proposta (fora de hora) serve apenas para  valorizar a equipe no mercado.

Lotus que vai testar com um novo bico nos Estados Unidos.

A Ferrari trabalhou com novidades aerodinâmicas para 2015 em Suzuka e
em Sochi.

Apenas no carro de Raikkonen.

Somente o finlandês experimenta as novidades.

Por fim.

Felipe Nasr diz que seu empresário, Steve Robertson (o mesmo de Kimi),
negocia com algumas equipes da Fórmula 1.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Willow Springs International Raceway























Conhece?

Esse aí em cima é o Willow Springs International Raceway.

A principal das 6 pistas que fazem parte do Motor Sport Park de mesmo nome. 

Fica na Califórnia.

Pouco mais de uma hora de Los Angeles.

É considerada uma das pistas mais seguras e rápidas dos Estados Unidos.

Impressionante é que conservou seu traçado.

O mesmo desde sua criação em 1963. 

Inspirado nas corridas de estrada europeias.