sábado, 1 de novembro de 2014

Fadiga



O campeão da temporada de 1961.

O americano Phil Hill (nenhum parentesco com Graham Hill) apreciava
as pistas.

Os desafios dos traçados.

Não ligava para o circo que estava no entorno.

Seu prazer era pilotar em alta velocidade.

De preferência sozinho.

Numa pista que não estivesse suja de óleo.

Sem ninguém ao lado para atrapalhar.

A competição fazia mal.

A mudança em sua personalidade foi uma prova disso

Após sete anos na Fórmula 1, ele se tornou um sujeito desconfiado.

Nervoso.

Egoísta.

A luta era tão intensa que não existia espaço para fazer amigos.

Só havia adversários.

E um era especial.

Enzo Ferrari.

O Commendatore sempre amou aqueles que corriam riscos.

Os devotos da Scuderia Italiana.

Pilotos como Tazio Nuvolari, Gilles Villeneuve.

Hill não era assim.

Mesmo tendo vencido três vezes as 24 horas de Le Mans.

E sido campeão na Fórmula 1.

Todos os feitos a bordo de uma Ferrari.

De nada adiantou.

O coração de Enzo não se movia em favor do ianque.

"Não era seu tipo de piloto.

Ví muitos morrerem defendendo a Scuderia.

Ele amava os intrépidos, mas eu não queria ser mais um dos seus cordeiros
sacrificados".

Certa vez, em 1967, ele foi aos Estados Unidos durante o inverno.

Como fazia sempre.

Porém, diferente das outras vezes, nunca mais retornou à Fórmula 1.

Não havia mais vontade.

Parece que as corridas, e tudo que acontecia ao seu redor, haviam dizimado
o piloto.

O sentimento.

"Esperava outra coisa.

Lá dentro você só quer vencer.

Não pensa em mais nada..."

Lembrei da Bíblia.

"Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?"


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Ensaio



























Abrindo um espaço para os diferentes.

Rascunho - Avulsas
























Imagens soltas.

O jovem campeão Esteban Ocon testando a Ferrari em Fiorano.

E a Red Bull se exibindo em Austin.

Umas notinhas soltas também.

Marcus Ericsson dançou com várias interessadas.

Mas no final da noite foi visto dando um beijo carinhoso na Sauber.

Será namoro ou amizade?

Fernando Alonso não vai sair de mãos vazias da Ferrari.

É uma bolada.

Se é pra sair vamos levar uma lembrança, não?



Enquanto isso a McLaren atualizou seu site.

As versões japonesa e espanhola já estão funcionando.

Por fim.

A Toro Rosso não está com pressa de anunciar o companheiro de Max Verstappen.

A meninada deve estar tensa sonhando com a chance.


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

1984
























E aí?

Alguém saberia dizer que Circuito é esse?

Solução

























Pra tudo parece haver um jeito.

Rascunho









































O acidente de Jules Bianchi, o mercado de pilotos,  os problemas financeiros das
escuderias menores.

São muitas as distrações.

Na mente das pessoas a disputa do título ficou em segundo plano.

Neste cenário turbulento é até estranho falar na entrada de novas equipes.

Mas Gene Haas segue firme no seu propósito.

Apoiado pela Ferrari, claro.

O mercado estaduniense é muito precioso.

Posso adiantar que existe o consenso que um dos pilotos será americano.

Não um nome qualquer.

A busca é por alguém que o povo americano considere um herói.

Façam suas apostas.

A chegada de Adam Jacobs também é um sinal.

O homem que gerenciava todos os acordos da Budweiser dentro da NASCAR vai
comandar a parte de marketing da equipe.























A Force India quitou suas dívidas com a Mercedes no limite da tolerância.

A ameaça dos alemães ajudou.

O pessoal de Stuttgart fez crer que deixaria Nico Hulkenberg e Sergio Perez  sem
motores em Austin caso o dinheiro não fosse depositado.

Funcionou.

Interessante.

A Lotus deverá continuar com o apoio da petrolífera francesa Total.

Apesar da mudança para o motor Mercedes (e do uso do combustível da Petronas).

O lance pode facilitar a permanência de Romain Grosjean para 2015.

Neste caso é legal lembrar de um post de agosto sobre os contratos da Fórmula 1.

Clique aqui.

A notícia que Marcus Ericsson negocia com quatro escuderias não deve surpreender
os frequentadores do Blog.

Há 15 milhões (Euros) de razões para isso estar acontecendo.

Outro dia escrevi que a parceria (ou dependência) com as equipes maiores pode
ser a única solução para a sobrevivência dos times menores.

Quando olho o custo anual médio de 100 milhões de euros / ano para uma
escuderia se manter na categoria máxima do automobilismo, aumento minhas
certezas.

Isso sem falar nos salários do pilotos (que não está na conta).

Veja o exemplo da Williams.

Patrocinada pela Martini (12 milhões de euros / ano), a seguradora Genworth,
Petrobras (10 milhões euros / ano) e o Banco do Brasil, mais o acordo com a
PDVSA (15 milhões / euros).

Aparecem as perguntas.

Como Frank Williams conseguiria fechar a temporada sem a complacência da
Mercedes?

Neste cenário, Valtteri Bottas possui o direito de ultrapassar as flechas de prata
na pista?

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Ensaio




























Lembrando como as coisas eram feitas.

Rascunho Acordado



















Só para registro.

Watkins Glen.

1980.

Na Ásia existem interessados em adquirir a problemática Marussia.

Os valores para um acordo estão próximos.

A diferença entre a pedida e o que foi oferecido é de 10 milhões de Euros.

Falando em acordos.

Duas coisas.

A primeira.

Lembra do bilionário (e sedento por entrar na Fórmula 1) Lawrence Stroll?

Aquele que andou sondando equipes dentro da categoria máxima do automobilismo
recentemente?

Então.

O cara esteve em Woking.

Foi servido uma participação na McLaren junto com chá e torradas.

A segunda.

A parceria entre o TNT e a Ferrari termina junto com esta temporada.

Algum energético se candidataria a substituir a marca  no carro vermelho?

Enquanto você pensa, um post de 2012.

Abra por aqui.

 Coisa do Tordo.