terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Vias























O mapa do Circuito de Phoenix nos Estados Unidos para a Fórmula 1.

1989.

Uma prova que a categoria máxima do automobilismo pode correr 
em qualquer lugar.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Régua T






























Imagem anterior ao salto tecnológico.

Ainda em 1982 as coisas na F1 eram assim: tudo no lápis!

Não devia ser fácil para a equipe de designers da Renault na fábrica em
Viry-Chatillon.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Pequenas Passagens














































Quando a Philip Morris se cansou das desventuras da BRM, ela procurou uma
outra casa dentro da Fórmula 1.

A poderosa fabricante de cigarros ficou diante de duas opções.

McLaren e Brabham.

A condição para receber tamanha fortuna era que a escuderia escolhida deveria
incluir entre seus pilotos ninguém menos que Emerson Fittipaldi.

Nada mal para um brasileiro que anos antes havia desembarcado em Harthrow
numa aventura improvável.

Vale dizer que Bernie Ecclestone, dono da Brabham, tentou de tudo para convencer
a gigante do tabaco.

Em vão.

Interessante é notar o prestígio do piloto campeão.

Por isso nunca devemos subestimar a capacidade de sobrevivência de um campeão
como Raikkonen no mundo da F1.

A história ensina.

Maugham


























Ensaio.

Mônaco.

Onde os destinos da Fórmula 1 são selados nos bastidores.

"Um lugar ensolarado para pessoas sombrias."

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Exportação



















As fotos acima são de um pedaço muito legal na história do automobilismo
brasileiro.

E uma aventura difícil de imaginar nos dias de hoje.

O ano é 1982.

Organizados por Reinaldo Campello, 20 pilotos da Stock Car do Brasil
e seus carros embarcaram em um navio.

O destino era Portugal.

Mais precisamente o autódromo de Estoril, onde participariam  de duas
corridas de uma hora de duração cada no circuito português.

A empreitada foi um sucesso.

Nos dias 4 e 18 de julho daquele ano, com a participação de quatro pilotos
portugueses convidados, os brasileiros e seus Opalas à álcool não fizeram
feio no velho continente.

Os carros foram apenas 2 segundos mais lentos que os Porsches 911 que
já haviam corrido na pista lusitana.

Um feito.

Pra constar, as duas provas foram vencidas por Paulo Gomes, que não deu
chances a ninguém.

terça-feira, 20 de outubro de 2020

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Enrique Mansilla

























Duas imagens.

Duas figuras.

Ayrton Senna e Enrique Mansilla.

Dois caminhos completamente diferentes.

Companheiros de equipe na Fórmula Ford em 1981.

"Ele era melhor, mas nenhum dos dois entregava a posição..."

Mansilla lembra com carinho de ter vencido o brasileiro em Caldwell Park.

A briga era boa.

Dura.

Mansilla chegou a testar na Fórmula 1.

Pela McLaren.

Mas aí aconteceu algo inesperado.

Veio a Guerra das Malvinas.

E as portas se fecharam para o argentino.

Conseguiu ainda vencer na Fórmula 3.

Mas no pódio a bandeira do seu país não foi hasteada.

Estava em território inimigo.

Foi uma decepção não continuar na Europa por motivos alheios à
sua vontade.

O jeito foi ir para os Estados Unidos.

Cruzou o oceano para tentar salvar sua carreira no asfalto.

Primeiro foi a Can-Am e depois a Indy.

E fim.

Depois da aposentadoria nas pistas, virou uma espécie de caçador de diamantes
na África.

Isso mesmo.

Com muitas aventuras.

Na Libéria, em meio a uma guerra civil, foi sequestrado por 5 meses.

Porém suas melhores lembranças estão em seu tempo de piloto.

Confessa sem hesitar.

Em especial guarda com carinho na memória a temporada de 1985.

Quando alinhou com AJ Foyt, Mario Andretti e Emerson Fittipaldi.

Não há diamante que se compare.

"Foi inesquecível."

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Pequenas Passagens























Zandvoort, 1960.

Quarta etapa daquela temporada da Fórmula 1.

Campeonato que foi vencido por Jack Brabham.

A foto acima é do inglês Lance Reventlow.

Foi abreviado.

São seis palavras que formam seu nome todo.

Assim como seis são o número de casamentos da sua mãe, a socialite Barbara
Hutton, uma milionária de sua época.

Seu progenitor fazia parte da nobreza européia, por isso Lance herdou o título.

Conde.

Seus pais viveram um casamento conturbado e em poucos anos se separaram.

Logo o jovem conde teria como padrasto o ator Cary Grant que o arrastou
para Los Angeles.

Hollywood.

O glamour do cinema.

Não durou muito.

Rapidamente sua mãe arrumou um novo amor: o príncipe Igor Troubetzkoy.

Foi neste momento que Lance, ainda adolescente, descobriu o automobilismo.

A razão foi simples.

O tal príncipe havia vencido nada mais nada menos que a edição da Targa Florio
de 1948 a bordo de uma Ferrari.

Foi a fome com a vontade de comer.

O garoto (rico) cresceu apaixonado pela velocidade.

Tanto que por conta disso se envolveu de vez no mundo das quatro rodas
construindo sua própria equipe a Scarab.

A equipe teve um início promissor, mas tentou um passo maior que a perna
ao correr na Fórmula 1.

Apesar de seu fracasso em sua aventura na Europa, o conde não se abateu
e passou então a se concentrar nos modelos esportivos na América.

Assim participou e ganhou diversas corridas nos Estados Unidos no final
dos anos 50 e início dos 60.

Nada mau.

Entre seus amigos e incentivadores estava o ator James Dean, um outro
apaixonado pela velocidade.

Dentre as pessoas que trabalharam com Lance estão pilotos como Carroll 
Shelby, que chegou a ter pelo menos uma vitória a bordo de um Scarab, e
AJ Foyt.

Como tinha muito dinheiro, Reventlow nunca precisou fazer carros para
venda.

Por esse motivo existem poucos Scarabs.

Apenas aqueles que foram utilizados em corridas.

São verdadeiras raridades.

Aos 36 anos, num acidente de avião, o Conde Lance Reventlow perdeu
sua vida nas montanhas do Colorado, próximo a Aspen.

Porém 10 anos antes, em 1962, ele já havia se desligado dos autódromos.

Essa brincadeira foi deixada de lado pelo garoto rico.

Nesse instante toda a equipe técnica e suas instalações foram assumidas por
Shelby.

Ninguém melhor.

Assim Carroll Shelby começou a criar ali seus lendários Cobras e Mustangs.

Roteiro de filme.

domingo, 4 de outubro de 2020

Roça

























Uma raridade. 

Duas fotos de Emerson Fittipaldi e outros pilotos de Fórmula 1 correndo de trator!

A cena inusitada aconteceu em 1972 no circuito de Brands Hatch.

Na "categoria" trator, o melhor foi o argentino Carlos Reutemann.

Já na corrida de verdade o brasileiro não deu chances a ninguém...

Rio 400

 



Vídeo da vitória de André Ribeiro, no Rio de Janeiro em 1996

Brasileiro não faltava no grid. 

Além do vencedor: Gil de Ferran, Emerson Fittipaldi, 
Roberto P. Moreno, Marco Greco, Maurício Gugelmin, 
Raul Boesel e Christian Fittipaldi correram naquele dia.

Foi uma festa!