segunda-feira, 20 de maio de 2019

Casa de Palha

























Mônaco. 1967.

O fim dos fardos de feno na Fórmula 1.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Tá doido!


























O empolgado Luca di Montezemolo vendo Niki Lauda vencer.

1975.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Mercado e uma ou outra coisa






























Fiquei com a sensação de algo fora do lugar.

A vitória de Fernando Alonso com a Toyota nas 6 horas de
Spa-Francorchamps foi estranha pra mim.

Nada contra o Endurance.

Muito menos contra o grande talento do espanhol.

Mas estava tudo errado.

Coadjuvantes para todos os lados.

Dividindo os carros com figuras obscuras.

A montadora japonesa lutava contra o vento e a imprevisibilidade.

Só.

Me lembrei das partidas espetaculosas dos Harlem Globetrotters.

Todo mundo sabia como iria acabar.

Parte da imprensa espanhola estava histérica.

Pior.

Mike Conway (com o outro Toyota) deixou bem claro na pista quem
era o mais rápido.

Ordens são ordens.

E Flavio Briatore deve ter definido bem o roteiro na minuta que gerou
o contrato de Ferdi com a montadora da província de Aichi.

Assim, na quadra belga, Conway estava defendendo o Washington Generals.

O time que é sempre surrado pelos heróis do Harlem noite após noite ao
redor do planeta.

Foi um ensaio.

O objetivo é Ferdi brilhar no palco de Le Mans.

Na Fórmula 1 a coisa apita diferente.

Briatore caça um lugar para que Alonso tenha chance de uma última vitória
na categoria máxima do automobilismo.

Pois está claro que nada vai acontecer sob o teto da McLaren.

O empresário italiano já procurou as protagonistas do circo.

Na Mercedes Briatore tenta romper o vínculo de Valtteri Bottas e encaixar
seu pupilo.

Niki Lauda está sentado ao fundo da sala com um olhar de reprovação
sombrio diante da possibilidade.

É clara a sua oposição.

O velho campeão que sobreviveu as chamas acha que Alonso fará mal
ao sólido ambiente da equipe.

Ao se virar para a Ferrari, Flavio delira.

Fernando para o lugar de Kimi Raikkonen?

Não.

Pela conversa, ele acha que a Scuderia Italiana deveria substituir Sebastian
Vettel pelo Herói das Astúrias!

Parei.

Não.

Tem mais.

Briatore também pisou na Red Bull.

Daniel Ricciardo não tem espaço.

Portanto deixaria sua casa e Alonso mediria forças com Max Verstappen.

Flavio acredita que Ferdi é mais confiável que a estrela holandesa.

E que o filho de Jos precisa ainda amadurecer.

Um acordo para Alonso ser algo como o tutor do rapaz.

Ferdi se aposentaria em duas temporadas e Max, preparado, assumiria
o posto de primeiro piloto dos energéticos e brilharia solitário na próxima
década.

The End.

Parece desespero?

É isso mesmo.

Por outro lado, Cyril Abiteboul (chefe da equipe Renault) se volta para
Daniel Ricciardo.

Os franceses sabem que está na hora de buscar o ponta de lança de seu projeto.

Até aqui Carlos Sainz Jr. está perdendo na comparação com Nico Hulkenberg.

Me lembrei de Sergio Perez e Jenson Button uns anos atrás nas fileiras da McLaren.

Hoje o mexicano pergunta a razão de nenhuma das grandes citar seu nome.

Sainz Jr. precisa se cuidar para que a história não se repita em sua carreira.

Já Ricciardo não precisa provar mais nada.

Creio que um bom acordo (longo e lucrativo) o moveria para o lado amarelo da
força.

Ah, sim.

A Renault não foi procurada.

E também não pensa em Alonso.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Azerbaidjão 2018






























Foi uma prova emocionante até o final.

Excelente.

Pra quem está assistindo.

O qualifying foi interessante.

Mostrou que os dois carros da Scuderia Italiana deveriam ter dividido
a primeira fila.

O erro de Kimi Raikkonen no último setor impediu que a Ferrari dominasse
a classificação.

Sebastian Vettel chegou a afirmar que preferia largar em segundo a ter as
duas Flechas de Prata contra ele.

No último setup os italianos carregaram na carga aerodinâmica.

Sacrificando um pouco a velocidade em reta e melhorando as ações na
parte sinuosa.

De quebra facilitou o aquecimento dos pneus em relação a Mercedes.

O que explica a cuidadosa relargada de Vettel após a saída do primeiro
Safety Car na corrida do domingo.

A SF71H é uma máquina maravilhosa.

Pois mostrou sua superioridade mesmo com (finalmente) Lewis Hamilton
e Valtteri Bottas contando com suas unidades de força em potência máxima
nesta temporada.

O que revela o principal motivo da melhora de performance de Williams e
Force India.

Já a Red Bull continua limitada nos cavalos do motor Renault.

Entretanto Max Verstappen poderia ter alcançado a posição de Daniel Ricciardo.

O domingo começou tranquilo para Vettel.

Manteve a ponta e respondia sempre que Hamilton tentava uma aproximação
mais aguda.

Baku é uma pista dificílima.

Alguns pequenos erros de Lewis na sua perseguição ao carro da Ferrari,
entregam o desafio.

Não dá pra ficar de bobeira entre os muros e super retas do circuito de rua.

Avaliar os erros de estratégia da Scuderia Italiana fica mais fácil depois da prova.

A verdade é que a Mercedes não tinha nada a perder com Valtteri Bottas.

Manter o finladês na pista poderia tirar proveito do imponderável.

Fizeram certo.

A pressão (desnecessária) exercida por Vettel na última relargada, e por
consequência a perda de três posições, completaram o dia da Mercedes.

Mais de Hamilton, claro.

Pois logo depois Bottas deixava a corrida com um pneu furado.

Lamentável.

O atual campeão assistiu tudo de camarote e alcançou primeira vitória
em 2018.

Mérito dele por ter sobrevivido.

Raikkonen cruzou a linha de chegada logo depois e Sergio Perez, com
pneu vermelho, superou Seb para colocar a Force India no pódio.

Carlos Sainz Jr. respirou na Renault.

Charles Leclerc levantou sua mão e vai ser difícil Marcus Ericsson
superar a marca.

Fernando Alonso novamente chegou nos pontos.

Até aqui só o espanhol e os dois líderes do campeonato pontuaram em
todas.

Porém precisamos dizer que Ferdi faz o dele, só que precisa contar quase
sempre com as mazelas dos outros.

Essa McLaren não disse nada por enquanto.

Lance Stroll, Stoffel Vamdoorne e Brendo Hartley selaram a lista dos
dez melhores de Baku.

Agora somente Romain Grosjean e Sergey Sirotkin ainda não contabilizaram
pontos.

Uma nota sobre a Red Bull.

Não pode.

Não pode desperdiçar uma etapa dessa maneira.

Desde o início Max Verstappen e Daniel Ricciardo estavam ensaiando
miséria.

Isso já aconteceu antes na Fórmula 1.

Ayrton Senna e Alain Prost.

Lewis Hamilton e Nico Rosberg.

Fernando Alonso e Lewis Hamilton.

Sebastian Vettel e Mark Webber.

No primeiro caso houve a separação.

No segundo, a superioridade da máquina acabava diminuindo os ânimos.

No terceiro caso custou um título.

No quarto, na mesma Red Bull, a superioridade de Vettel resolveu a crise.

Um era muito melhor que o outro.

Há no problema atual uma diferença gritante.

Ricciardo não é Webber e Verstappen não é Vettel.

Max possui contrato assinado até 2020.

É a estrela do time.

E Ricciardo?

O australiano não teve tratativas maiores com a Ferrari.

As conversas com a Mercedes estavam bem mais adiantadas.

E a Red Bull o quer em suas fileiras.

Minha opinião, desde sempre, é que ele deveria sair e reinar absoluto
na Renault.

É sempre melhor estar numa equipe de fábrica.

Ainda mais como piloto número um.

Voltando.

A Ferrari possui um conjunto melhor.

Mas Lewis Hamilton lidera.

Parece a temporada passada.

Invertida.

sábado, 28 de abril de 2018

Mágoa

































Na conta.

São dois títulos a menos.

Além do desprezo demonstrado pela Ferrari na troca.

Feridas que não cicatrizaram.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Mitologia






















Agosto de 1957.

Nurburgring.

Apesar de ter ido bem nos treinos Juan Manuel Fangio sabia que sua
Maserati não era páreo para as Ferraris.

Os bem educados Mike Hawthorn e Peter Collins estavam com a vantagem.

Seus pneus Englebert eram melhores que os Pirelli que calçavam o carro do
argentino.

Isso exigiu um plano da Maserati para derrotar a Ferrari.

Simples.

Fangio largou com metade do tanque de combustível.

Queria abrir vantagem na primeira parte da corrida.

Tudo teria que ser cumprido à risca.

Sem erros.

A estratégia ia bem.

Na décima segunda volta o argentino entrou nos boxes para reabastecer.

Estava com quase 30 segundos de vantagem.

Mas algo deu errado.

A parada se prolongou além do esperado.

As Ferraris passaram e ficaram com quase 50 segundos de vantagem.





















Fangio que era um piloto comedido e cauteloso ficou transtornado.

E começou a conduzir seu carro como nunca.

Aos olhos das testemunhas, ele parecia voar.

Cada vez mais rápido.

Superou seu tempo dos treinos.

Da pole position.

Desespero.

A cada passagem de seus pilotos, o box da Ferrari implorava com placas e
bandeiras.

Vendo o perigo se aproximar.

Queria que eles fizessem apenas uma coisa: que acelerassem mais e mais.

Inútil.

Pois logo ocorreu o encontro.



















Registrado na foto logo acima.

Duas ultrapassagens.

Primeiro Collins e depois Hawthorn.

Fangio venceu.

Sua última vitória na Fórmula 1.

Uma das três mais belas pilotagens de toda história.

As outras duas?

Já contei no Blog.

Clique aqui para lembrar da mágica de Stirling Moss em Mônaco.

aqui para ler sobre a corrida perfeita de Jackie Stewart na temporada
de 1968.

Máquinas, asfalto, óleo e borracha.

Uma linguagem diferente essa da velocidade.

No entanto muito bela.

Poesia pura.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

China 2018


Tivemos uma etapa surpreendente na China.

Por várias razões.

Desde que entramos na Era do Motor Híbrido, foi a primeira vez que
a Mercedes perdeu três corridas de forma consecutiva.

A estratégia ganha cada vez mais importância.

Saber entender o que está acontecendo na pista é fundamental.

A Ferrari foi imbatível no qualifying.

Mas ao hesitar na tomada de decisões viu a vitória escapar por entre
seus dedos.

Após uma largada agressiva de Sebastian Vettel, Kimi Raikkonen ficou
numa posição delicada e perdeu segunda posição para Valtteri Bottas.

Com Mercedes e Ferrari em estratégias semelhantes, bastava a Scuderia
Italiana marcar sua adversária e conduzir até a linha de chegada.

Nem isso.

Perdeu tempo e Bottas assumiu a liderança.

Para vencer.

Repito.

Em condições semelhantes ninguém passa nesta Fórmula 1.

Sebastian nunca passaria Valtteri.

Nem com o sacrifício de Kimi.

Entretanto veio o acaso.

As duas Toro Rosso ficaram loucas e deram cabeçadas.

Safety Car por conta de detritos.

Reviravolta.

A Red Bull, sem nada a perder, arriscou tudo numa troca dupla.

Dica da estação.

Troca dupla vai virar moda.

Os touros Max Verstappen e Daniel Ricciardo entraram na festa
com dois canhões.

Verstappen é um piloto menor.

Já havia tentado tirar Lewis Hamilton nas vezes em que se encontraram
neste campeonato.

Um tonto.

Vettel não havia ainda tido o desprazer de cruzar com o limitado em
carreira.

A corrida do líder do campeonato, já prejudicada pela falta de visão
dos italianos, se tornou um pesadelo após a falta de inteligência de
Max.

Por outro lado o "Touro Ferdinando" Ricciardo veio cheirando as flores
a cada ultrapassagem.

Venceu com autoridade.

Aproveitando a bela oportunidade.

Uma surpresa após um final de semana tão difícil.

Bottas chegou em segundo mais uma vez.

Repare que por pouco o piloto número dois da Mercedes não consegue
duas vitórias seguidas.

Hamilton esteve mais apagado, porém não cometeu erros.

Com as desventuras de Vettel e Verstappen, Raikkonen subiu ao pódio.

A escolha por uma parada permitiu que Fernando Alonso e Kevin Magnussen
chegassem aos pontos.

Williams e Sauber necessitam de muitas tragédias para aparecerem entre
as dez.

Nico Hulkenberg continua a falar mais alto que Carlos Sainz Jr
dentro do seu time.

A Renault é a quarta força e deve atropelar a McLaren em breve.

Já a Force India espera um novo pacote aerodinâmico na Espanha.

Sem resposta sobre o futuro da qualidade da unidade força da Renault,
Daniel Ricciardo está sem definição sobre o seu futuro.

A provável adoção do motor Honda por parte da Red Bull em 2019 coloca
ainda mais nuvens no horizonte.

Verstappen já está assinado com o time dos energéticos até o final de 2020.

Uma troca entre Ricciardo e Carlos Sainz Jr. seria lógica.

O jovem espanhol ainda pertence a Red Bull e a Renault teria o seu tão
sonhado líder.

Ricciardo sinaliza para a Mercedes ao tecer críticas sobre Bottas.

Valtteri que, caso deixasse as Flechas de Prata, poderia estar sendo
substituído somente por um nome: Fernando Alonso.

Outra troca, com o finlandês terminando na McLaren.

Entretanto os interesses comerciais de Ferdi (Kimoa) e a liberdade
(Endurance) dentro da Casa de Woking o deixam muito feliz.

O jogo está sendo jogado.

Por fim.

A paciência de Sebastian Vettel no trato com as estultícias de Verstappen
na pista revelam a calma de quem tem um conjunto vencedor.

Maquiavel cria que um dos princípios essenciais da sabedoria é o de se abster
das ameaças verbais ou insultos.

A Ferrari é hoje o carro a ser batido.

Basta calma.

Pois Loria parece destinada à realeza.














quinta-feira, 12 de abril de 2018

Um Pensamento sobre a Fórmula E






























Ninguém é obrigado a gostar de uma coisa.

Mesmo que ela esteja na moda.

Já vi algumas provas da Fórmula E.

Não gostei.

Achei as corridas chatas.

Me lembrando a Indy em circuitos mistos.

Carros com um design padronizado.

Artificial.

Paradas para que o piloto possa trocar seu bólido por outro.

Esquisito.

A bateria é a solução.

Mas ela não é suficiente para uma prova completa.

A coisa esquenta demais.

Por isso tantas curvas.

É lenta.

E ainda tem o Fanboost.

Para interagir com o público jovem e moderno.

Uma vantagem para os mais queridos da prova.

Para entender.

É tipo assim.

Imagine a final dos 100 metros rasos nas Olimpíadas.

O Fanboost daria um doping autorizado por corredor mais votado
no Facebook.

Uma injeção na veia.

Aí ele poderia correr mais um pouquinho.

Esse tipo de coisa vai contra todos os meus princípios.

É ótimo haver interação e aproximação com as pessoas.

Entretanto, na minha visão, confundiram as bolas.

OK.

Tenho elogios também para a categoria elétrica.

A busca por circuitos de rua é excelente.

Aí está algo que eu acredito.

Invade.

Coloca a vibração da corrida no meio da vida das pessoas.

Para as marcas é um negócio bom, bonito e barato.

Há uma exposição mundial com baixo custo.

E ainda posando de antenadas com o futuro.

Por isso tantas estão colocando seus nomes na parada.

Um show room que ajuda a vender e realizar negócios numa
plataforma chic.

Mas os elétricos não são o futuro?

Não.

Olhe mais para os híbridos.

E sobre o futuro pense em outra forma de energia.

Quando Donald Trump taxou o aço, ele usou os interesses dos países
em derrubarem a barreira a seu favor.

Negociou para obter vantagens em outros setores.

Com o Brasil não foi diferente.

Trump apontou para o Etanol.

Que deverá ser elevado em  15% na mistura do combustível americano
nas refinarias.

Renovável com tecnologia funcional.

Acho que a Fórmula E cumpre um papel.

Permite que com um baixo investimento (comparado com a F1) as
grandes montadoras tenham uma bela vitrine para suas mercadorias.

Facilitando muitas ações de merchandising.

É simpática, pode se arriscar com regras birutas e ainda contar com
ex-pilotos da categoria máxima do automobilismo.

(note o ex)

Mas não dá pra comparar a Fórmula E com a Fórmula 1.

São coisas diferentes.

Sabe Ping-Pong e Tênis?

Quando vejo as pessoas dizendo que a novata vai superar a F1,
eu não consigo enxergar como isso poderia ocorrer.

Há espaço para a Fórmula E conviver com a categoria máxima do
automobilismo.

Basta continuar seu script de motor show, feira e sem se levar muito
a sério.

Será mais feliz e se tornará longeva assim.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Bahrain 2018






































Uma segunda etapa emocionante até o final.

Não devemos esquecer que nestes novos tempos um GP começa a
ser vencido no sábado.

A Ferrari entendeu isso.

Um tempo atrás comentamos que o carro vermelho seria construído
para conquistar poles.

A Scuderia Italiana foi sempre mais rápida que sua rival prateada no
deserto.

A unidade de força que empurrou os carros de Sebastian Vettel e
Kimi Raikkonen se mostrou ótima.

Além disso, os bólidos italianos estavam bem mais equilibrados do
que na Austrália.

Podendo assim lidar muito melhor com a parte sinuosa do circuito.

Por outro lado a Mercedes não achou seu melhor setup.

Penou com os pneus aquecendo demais e a falta de entendimento do
tipo do asfalto.

Mesmo com um motor menos potente, a Red Bull mostrou mais
agressividade do que na primeira etapa.

O qualifying indicou um carro bem ajustado.

Porém os pontos são ganhos no domingo.

Sebastian Vettel começou sua jornada sem problemas após as luzes
vermelhas serem desligadas.

Mas o ganho de posição de Valtteri Bottas em cima de Raikkonen
deu a primeira vitória na batalha do final de semana para a equipe
de Toto Wolff.

Com uma das peças no lugar certo, a Mercedes ainda tinha que
executar uma estratégia perfeita e necessitava contar com um pouco
de sorte para atrapalhar Vettel.

A segunda vitória veio com o blefe na parada de box.

A precipitação da Ferrari permitiu que Hamilton e Bottas partissem
para uma só parada.

E ainda veio a sorte.

O revés (quase mortal) na saída de Kimi trouxe várias baixas no
exército vermelho.

O plano da Mercedes equilibrou o jogo.

Sozinho, Vettel teve que conduzir seu carro até o final.

Com um Valtteri Bottas sedento por vitórias na sua sombra.

Seb venceu.

Entretanto poderia ter sido mais tranquilo.

Numa situação de igualdade (paradas, pneus) a Mercedes não seria
páreo.

A beleza está aí.

A inteligência, o fator humano podem influenciar o jogo.

O ocaso da Red Bull de Daniel Ricciardo foi lamentável.

Max Verstappen hoje (digo hoje) é um problema.

Parece aquela piada contada pela terceira vez.

Não há graça em suas ações.

Ver Pierre Gasly conduzir a Toro Rosso / Honda quase ao pódio
foi impressionante.

A McLaren abriu mão do dinheiro e de ser um time de fábrica.

Seu teto é a quinta posição.

Isso contando com chuva, desgraças e infortúnios alheios.

Ver Kevin Magnussen brilhando não me surpreende.

Quem acompanha o Blog há mais tempo sabe disso.

(apesar da apatia de Grosjean)

E ainda estou com expectativas de que o jovem piloto da Haas
repita performances memoráveis em pistas molhadas, assim
como fez nas categorias de base.

A oportunidade passa e vai embora.

Marcus Ericsson pegou a sua e não soltou.

Bom para a Sauber Alfa Romeo.

Marchionne sorri ao ver a marca italiana nos pontos.

A Force India vai realizando testes.

E a Williams de Paddy Lowe não tem nada de bom.

Me lembra um carro da Indy de tanto que balança.

Todos esperavam um Sainz marcando território.

Não está funcionando.

Experiente, Nico Hulkenberg quer se tornar o número um na Renault.

Acho que essa história ainda vai render.

Temos um campeonato.

Pois ninguém duvida da capacidade de reação da Mercedes.

Bom pra gente.

Aguardemos o próximo capítulo.

Enquanto isso a mimada Loria não sabe ainda o que é derrota.

domingo, 8 de abril de 2018