sexta-feira, 21 de julho de 2017

United Colors

























Chegamos ao meio da temporada da Fórmula 1.

E o amigo Emerson Pippi novamente coloca seu apoio para realizarmos mais
uma promoção por aqui.

Assim o Blog terá outra oportunidade de presentear um de seus leitores!

E o presente, como não poderia deixar de ser, é outra maravilha da coleção
do excelente Fórmula Retrô.

Uma camisa que presta homenagem a uma das escuderias que se eternizou
entre os ícones do automobilismo.

A grande Benetton.

Para concorrer basta responder nos comentários a uma pergunta simples:

A qual temporada (ano) da Fórmula 1 o modelo da camisa da promoção 
faz referência?

(Uma dica? Clique aqui )

Na sua resposta não esqueça de colocar seu nome e o mail para o contato.

E não adianta mandar várias mensagens.

Apenas uma por pessoa, OK?

A primeira mensagem será a nº 1, a segunda a n° 2 e assim por diante.

Como sempre acontece, usarei o Random, que é um site que faz sorteios,
para definir o vencedor.

Concorrerão as mensagens que chegarem até às 12:00 (meio-dia) de domingo
(23/07/2017).

Fácil de ganhar, não?

Participem!


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Jacques Laffite







Ele foi o piloto mais bem sucedido da Ligier.

Foi lá que Jacques Laffite conquistou suas seis vitórias.

Do começo.

Ele entrou no automobilismo como mecânico de Jean-Pierre Jabouille.

Aí veio a oportunidade.

Assim sua carreira decolou após uma iniciativa da Shell em descobrir novos
talentos.

Depois ele venceu a Fórmula 3 em seu país.

Saindo da França, continuou a trajetória ascendente com a conquista da
Fórmula 2 europeia.

Em 1974 ele estreou na Fórmula 1 pela equipe de Frank Williams.

Apesar dos 30 anos, aparentava ser um garoto.

Sempre bem humorado.

Sempre carismático.

Em 1976 venceu a disputa com o velho Beltoise pela vaga na escuderia
de Guy Ligier.

A França ganhou um símbolo na Fórmula 1.

Vieram os altos e baixos.

Desse tempo ele gosta de recordar da vitória no Brasil em 1979.

Laffite era determinado.

E humilde.

Mas amava, e muito, os prazeres que a vida de piloto proporcionava.

Mais até do que a Ligier.

Sua maior decepção nas pistas foi com a Williams em 1984.

Dois anos antes do acidente na Inglaterra que encerraria sua carreira
na Fórmula 1.

Fica a impressão que, com o equipamento certo, ele poderia ter obtido
mais vitórias.

Porém Laffite se considera uma pessoa feliz.

As pescarias, as taças de vinho e as partidas de golf colocam sempre um
sorriso no seu rosto.

Quando perguntado sobre quem foi o maior piloto de todos os tempos,
ele não hesita em responder.

"Laffite!"

Sempre bem humorado, não?


Pequenas Passagens






















Fórmula 3.

1990.

Na foto acima aparecem Mika Hakkinen em primeiro plano, com o carro número 2,
sendo seguido de perto por ninguém menos que Michael Schumacher.

Grande Prêmio de Macau.

Entretanto na última volta da prova as posições estavam invertidas.

O finlandês perseguia de forma implacável o alemão.

Quando chegaram na reta principal, o finlandês ficou na sombra do alemão.

Parecia que Hakkinen iria fazer a ultrapassagem.

OK.

No vídeo abaixo você poderá ver o final da história.

Sim.

O escorpião não perde sua natureza.


terça-feira, 18 de julho de 2017

Clipping
























Imagem de Charles Leclerc.

Piloto que estará conduzindo a Ferrari ao lado de Kimi Raikkonen nos testes
na Hungria.

Todos apontavam para Jules.

Mas próprio Bianchi dizia que Leclerc era o fenômeno.

Meninos

Nikita Mazepin e Lucas Auer são os escolhidos da Force India para assumirem
os cockpits do time rosa nos experimentos em Hungaroring.

A Mercedes vai com George Russell (GP3).

Red Bull anunciou Max Verstappen e o substituto de Buemi nas etapas da
Fórmula E em Nova York, Pierre Gasly.

O "novato" Gary Paffett e Felipe Massa são os favoritos na Williams.

A McLaren deve colocar Lando Norris e Stoffel Vandoorne.

O americano Santino Ferrucci provará a Haas.

Sean Gelael (lembra dele?) levará a Toro Rosso num dia e os titulares
no outro.

Preste atenção nas nacionalidades pois a Sauber vai com o sueco
Gustav Malja e o japonês Nobuharu Matsushita.

Pela Renault deverão estar presentes Nicholas Latifi e, se tudo der certo,
Robert Kubica.

Se você é daqueles que implica com Lance Stroll, anote o nome de Latifi.

Família rica (rica mesmo!) e canadense.

OK?

S.H.I.E.L.D.

Depois do teste de Vettel, poucos acreditam no Escudo para 2018.

Mercado

Na Inglaterra, Christian Horner deixou claro que toda a movimentação do
mercado de pilotos depende da decisão de Sebastian Vettel.

Ele possui um acordo com a Mercedes.

Acertado diretamente com Toto Wolff.

(que inclusive participou da comemoração privada do aniversário de Seb)

Há também uma proposta da Ferrari para a renovação.

Mais três temporadas e um caminhão de dinheiro.

Na espera, Wolff cozinha o rápido e impressionante Valtteri Bottas.

E ainda pede para a Williams não tomar qualquer decisão sobre Felipe Massa.

Um lugar no time de Grove pode ser necessário.

(Williams que ainda sonha com Alonso)

Toto entrega que a decisão sobre o line-up de sua equipe envolve não apenas
a temporada de 2018, mas as de 2019 e 2020.

Rumores indicam que Wolff também trabalha com a hipótese de contar com
Vettel a partir de 2019.

Sendo assim, o multi campeão assinaria um contrato com a Ferrari somente
por uma temporada a mais.

A mudança de Vettel para a Casa de Brackley parece questão de tempo.

Do outro lado, Sergio Marchionne já conversou com Kimi Raikkonen.

Em caso de renovação, seu salário deverá ser menor.

Nada decidido.

O campeão de 2007 segue no ar.

Voltando para Horner, fico com a impressão que a Red Bull considera
aceitável a perda de Daniel Ricciardo no futuro (2019).

Bem diferente da situação de Max Verstappen.

O holandês é aquele que arrasta multidões vestidas de laranja para os
autódromos.

A turma do energético fará de tudo para segurar sua estrela.

Com o movimento em direção à Honda, os titulares da Toro Rosso para
2018 (que estavam definidos) poderão ser alterados.

Carlos Sainz Jr. (visto no paddock como problemático) e Daniil Kvyat
estão com uma neblina sob suas carreiras.

Neste caso, olhando no longo prazo.

Fernando Alonso tem tratado com a Renault, assim como a McLaren na sua
busca por uma unidade de força, entretanto existe um polonês em teste.

E aí Sergio Perez vai ficando de lado e pra piorar sofrendo comparações com
um Esteban Ocon sete anos mais novo ao seu lado.

Se não estou enganado Ocon é hoje o maior piloto da categoria máxima do
automobilismo com 1,86m de altura.

Não sei como ficaria a Haas por conta do desejo da Ferrari por Giovanazzi.

O italiano em seu primeiro treino livre na equipe americana foi quase meio
segundo mais lento que Grosjean.

Hoje, em Silverstone, Giovanazzi retomou a Haas no teste para a Pirelli.

Foram 119 voltas.

(Lance Stroll também estava lá e deu 106)

Já a Sauber está sob nova direção.

Frederic Vasseur (ex-Renault).

Que chega com muita autonomia.

Vamos ver os rumos.

Olho da Rua

"O GP da Grã-Bretanha não precisa ser em Silverstone."

Chase Carey (Liberty)

Ficou

Petronas garantiu que o seu futuro na F1 não está comprometido.

Mesmo com a retirada do Grande Prêmio da Malásia do calendário,
a estatal estendeu seu acordo de patrocínio com a Mercedes.

(apesar de Eddie Jordan ter noticiado o contrário)

Desde 2010 a empresa vem investindo algo em torno de 40 milhões
de euros por temporada no time de Toto Wolff.

Com o apoio, a Petronas tem obtido um retorno midiático de mais de
800 milhões de euros anuais.

(pra quem duvida do tamanho da Fórmula 1...)

A empresa não deve aumentar a verba.

Por outro lado tem garantido relevância cada vez maior na parte técnica.

O investimento no moderno centro de pesquisa e desenvolvimento de
Villastellone (Turim) na Itália tem rendido frutos para a equipe na F1.

Excelente para os alemães.

Pois a gasolina Petronas é uma das principais colunas do ousado plano
da Mercedes.

Que consiste em dominar a categoria até o final do atual Acordo de
Concorde em 2020.

E, depois de atropelar Audi e BMW em casa, se tornar não apenas uma
das melhores marcas do segmento premium, mas uma lenda mundial.

Como a Ferrari.

Sábado

Sebastian Vettel acusou o qualifying da Mercedes como a maior dificuldade
da Ferrari.

Sim.

Largar na frente faz toda a diferença.

A Ferrari perdeu, mas ainda não está tão longe.

Sempre olho para Valtteri Bottas.

Enquanto um bólido vermelho estiver entre as duas Flechas de Prata ainda
temos um campeonato.

Se o viés de alta da Mercedes continuar, aí será quase impossível recuperar.

Parecia que não, entretanto Silverstone foi totalmente favorável para
a Mercedes.

Houve muita dificuldade na Scuderia Italiana para achar o setup correto.

Diferente das primeiras provas.

A esperança reside na exigência aerodinâmica da Hungria.

A Ferrari tem que mostrar nas próximas semanas que o SF70H tem espaço
significativo para o desenvolvimento.

Se Gina mostrar fôlego será um alento.

Algumas das novas especificações da unidade de força testadas pela Haas
na Áustria foram utilizadas na corrida da Grã-Bretanha.

Mas só veremos o real poder de forma completa em Monza.

A Empresa austríaca AVL tem auxiliado no desenvolvimento.

Ao mesmo tempo a unidade da próxima temporada já está sendo formatada.

A saída de Lorenzo Sassi pode indicar que ele não estivesse conseguindo
gerenciar as duas equipes de engenheiros.

Pois o modelo 2018 da máquina promete ser bem audacioso.

Dias cruciais.

Por fim

Penso que as clientes são uma forma de ver (sem tanta influência aero)
o poder do motor.

Por isso gosto de comparar Haas, Force India e Williams.












segunda-feira, 17 de julho de 2017

Britânicas




























Retratos.

A espera.

Em casa: o herói nos braços do seu povo.

Uma família feliz de estar na Fórmula 1.

E o revés.

domingo, 16 de julho de 2017

Grã-Bretanha - 2017





























Mais uma boa corrida no campeonato!

Está claro a importância da classificação de sábado.

Problema que a Ferrari precisa solucionar o mais rápido possível.

É muito perigoso dividir a primeira curva com Max Verstappen.

Ah, sim.

Vamos falar do qualifying.

Lewis Hamilton atrapalhou Romain Grosjean.

E existe a regra.

Mas também existe a luz para que possamos ler e entender.

Alguém pode imaginar que o piloto inglês agiu de forma proposital?

Existe a letra.

Mas há também a luz do entendimento.

Olhando com compreensão, não vi motivação para pena severa.

Ponto.

Entretanto, Toto Wolff deveria medir suas palavras ao desmerecer
o questionamento do piloto da Haas.

E ainda desqualificar seu talento.

O campeonato é longo e os carros se cruzam nos sábados e domingos.

Criar inimigos não é boa política.

Hamilton tem muito a perder.

Já Romain...

Dominando de forma absoluta, Lewis fez a festa em casa.

Com os infortúnios da Scuderia Italiana, ganhou muito mais do que
poderia desejar.

São coisas de corrida.

Acontece.

Foi muito legal ver o duelo de Vettel e Verstappen.

O alemão se esquivou de qualquer declaração polêmica.

Apenas lamentou a largada estranha por conta do fogo nos freios.

Valtteri Bottas é o piloto do ano.

Poderia estar comandando e brilhando em qualquer equipe.

(os anos na Williams mostram quanto Felipe Massa merece crédito pelo talento)

A mudança no câmbio foi reveladora.

Você se lembra do problema de peso das Flechas de Prata?

Materiais mais leves muitas vezes vão contra a durabilidade.

Resumo.

Campeonato empatado.

E a Ferrari precisa vencer em Hungaroring.

Ricciardo fez muito bem.

Ainda falta (mais) motor.

Porém a Red Bull provou nas partes sinuosas de Silverstone que sua
aerodinâmica está em dia.

A presença de Nico Hulkenberg a frente dos dois carros da Force India
reforça a ideia de que a Renault encontrou um caminho.

Eles falam em 2019.

Eu ainda creio que no ano que vem já serão fortes.

Um dia tranquilo (sob ordens) para Ocon e Perez.

E o representante brasileiro encontrou mais um ponto.

Quanto desgoverno na Toro Rosso, em pista e nos bastidores.

Já estão em 2018.

Com a Honda...(!?!)

Num Clipping (08.06.2017) a gente havia comentado:

A Red Bull, que procura desesperadamente se desvencilhar dos
grilhões da Renault, não abriria tratativas com os japoneses?

Interessante ver Vandoorne perto de pontuar.

Na Inglaterra, a McLaren ficou mais perto da Renault e Ferrari.

Muito bom.

Não entendeu?

Fizeram um poster também.








1923




















Algumas imagens da temporada do automobilismo de 1923.

Destacando a turma enfrentando a parede do Circuito de Sitges na Espanha
e as fotos da equipe Bugatti.

Mais de 90 anos atrás...

sábado, 15 de julho de 2017

sexta-feira, 14 de julho de 2017

A Força da Unidade
















































O tema é motor.

Primeiro a Sauber.

O time suíço parece ter entendido que não existem muitos cockpits
disponíveis no grid.

E quase sempre quando algo é raro acaba se tornando valioso.

Ferrari, Honda e Mercedes procuram espaço para suas esperanças
mais jovens.

Alguns nomes?

Esteban Ocon, Pascal Wehrlein, Antonio Giovanazzi, Charles Leclerc
e Nobuharu Matsushita.

Olhando o mercado, a Sauber resolveu ouvir propostas.

E por isso seu acerto com a Honda esfriou.

A McLaren tem um contrato com os japoneses.

Um acordo tão bom, financeiramente falando, que permite que
a equipe nem precise de um patrocinador master.

Ainda acredito que em algum momento a boa performance virá.

Há capacidade e dinheiro suficiente para isso.

Romper uma parceria como essa seria uma lástima apesar dos
resultados até aqui.

A razão?

Ser um time de fábrica é o mais importante hoje na categoria máxima
do automobilismo.

A Red Bull está louca por uma unidade de força só sua.

As cabeças de Milton Keynes sabem que sem isso não haverá vitórias
no futuro.

Uma notícia é que a Honda decidirá nas últimas provas de 2017 se vai
permanecer ou não na Fórmula 1.

O comando da categoria (Liberty) não quer perder tal marca.

Seria um sinal muito ruim para outras fabricantes que estudam uma
entrada após 2020.

Aqui a conversa se move para a Porsche.

A Volkswagen entendeu que o Endurance não dá mídia.

E depois de cansar de vencer nas 24 horas de Le Mans as únicas coisas
novas que podem vir são a mesmice ou a derrota.

Participando de todas as reuniões que definirão como será a unidade
de força da F1 a partir de 2021, a Porsche vai nas próximas semanas
resolver seu futuro.

Endurance, Fórmula E ou Fórmula 1.

Sendo que a opção de mesclar a Fórmula E com uma das outras duas
deve também está sobre a mesa.

A favor da F1 pesa o fato do motor híbrido ser bem conhecido pelos
engenheiros da Porsche.

Fornecer unidades para a categoria não seria algo tão difícil.

Nem encontrar clientes.

As peças no tabuleiro estão se movendo.

Provável entrada da Porsche.

Caminhos da Honda.

Sauber e McLaren (Unidades da Renault) especulando seus destinos.

E tudo acaba atingindo o mercado de pilotos.

Os próximos dias serão importantes.


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Espetáculo



































Imagens do grandioso evento da Fórmula 1 nas ruas de Londres.

Todas as equipes estiveram presentes.

Além dos pilotos titulares, Jenson Button e o atual campeão Nico Rosberg
fizeram a alegria do público.

Carros históricos dividiram espaço com as máquinas contemporâneas.

Um show!

Destaque para a ausência de Lewis Hamilton.