segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Americanas

























Retratos.

Todos seguiram as cores da Force India.

O espanhol texano.

Hartley tentando impressionar.

E o belo lusco-fusco de Austin.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Raiz
















































O Blog voltando a suas origens.

De cima para baixo.

Primeira.

James Hunt e Niki Lauda juntos.

O primeiro já havia sido campeão em Fuji.

A imagem é de 1978.

Segunda.

Resgate histórico.

O início da aventura da Honda na Fórmula 1.

Terceira.

Spa-Francorchamps numa visão diferente.

Quarta.

Monte Carlo.

Bruce McLaren com a mão na massa.

Entretanto um vazamento de óleo acabaria com seu final de semana.

Quinta.

Ickx conversando com Frank Williams.

Empurrado pelo motor Ford, o piloto belga não conseguiu sequer classificar
seu bólido para a etapa em Long Beach.

Falta de sorte?

Jacky Ickx então é um azarado que venceu seis vezes as 24 horas de Le Mans,
o Rally Dakar e foi campeão na Can-Am.

Pilotou pela Ferrari, Williams, Brabham, Ligier, McLaren e Lotus na F1 e
subiu no degrau mais alto do pódio da categoria máxima do automobilismo
em oito oportunidades.

Coisas ruins também acontecem.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Clipping



























Não adianta inventar.

Não há muitas histórias novas para contar.

Sempre tem alguma coisa aqui e ali.

Mas nada muito relevante.

Alonso renovar com a McLaren é notícia?

OK.

Existem alguns rastros.

Fumaças.

Notícias que estão amadurecendo.

Mas é preciso ver o cenário clarear.

Enquanto isso, umas notinhas.

Kubica

Robert Kubica testou com a Williams (2014).

Paul di Resta esteve por perto para efeito de comparação.

Me disseram que o polonês pode aparecer em um treino livre no Brasil
ou em Abu Dhabi.

A briga é com Felipe Massa.

Contra Kubica vejo três coisas.

Primeira.

A Williams quer dinheiro e perguntou se haveria a possibilidade de Robert
trazer um novo patrocinador.

(estratégia comercial antiga - lembra da Susie Wolff?)

Segunda.

A Renault não abandonou à toa seu projeto com ele.

Os franceses fizeram um investimento para testar a viabilidade do piloto
e desistiram.

Terceira.

O risco.

Não sabemos como o mundo da Fórmula 1 reagiria caso Kubica se envolvesse
em um acidente grave com outro piloto durante uma prova oficial.

Volta

Pascal Wehrlein pode estar retornando para o DTM na próxima temporada.

Laranjas

Interessante ver a Red Bull oferecer um projeto de longo prazo para Max
Verstappen.

Ouvir o Horner falar em construir o time ao redor do holandês, foi surpreendente.

Fica claro que existe uma proposta séria de outra escuderia.

Penso na Ferrari, como já escrevi.

Outros falam na Mercedes.

Lembrando que Max só foi para a Red Bull porque não havia um lugar disponível
nas Flechas de Prata.

Batalha

A Mercedes entrou com uma nova acusação sobre a unidade de força da Ferrari.

Aquela história da queima de óleo.

Parece que os italianos acharam uma solução engenhosa com dois tanques com
óleos diferentes que seriam misturados apenas no modo qualificação.

2018

A Mercedes estuda a possibilidade de apresentar um projeto totalmente novo
para o W09 em relação ao W08.

Uma mudança de conceito.

Resumindo, um carro mais curto.

(semelhante a dupla Red Bull / Ferrari).

O que poderia trazer dificuldades nas primeiras provas do ano que vem por conta
de uma ideia tão nova.

Empolgado

Brendon Hartley viu seu mundo virar de cabeça para baixo.

Eu sei que o cara venceu as 24 horas de Le Mans.

Mas a Fórmula 1 é maior do que tudo.

A oportunidade na Toro Rosso pode se transformar numa vaga em 2018.

Pra quem estava se movendo para a Indy...

Por Fim

Tantos nomes citados e ninguém lembrou de chamar o Nasr para o jogo.



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Overtake



Se piscar o olho, perde!

Sebastian Vettel passando Max Verstappen em Abu Dhabi.

Esses caras são extraordinários.

sábado, 14 de outubro de 2017

Tá Doido!






















Parece até que as coisas não estão ligadas, mas por conta das mazelas de
Fernando Alonso na McLaren...

Jolyon Palmer perdeu seu lugar na Renault e não poderá terminar a temporada.

Carlos Sainz Jr. ganhou sua chance numa equipe de fábrica.

Robert Kubica viu escapar uma grande oportunidade de retorno.

E o vencedor das 24 horas de Le Mans, Brendon Hartley, vai poder realizar seu
sonho de participar de um GP de Fórmula 1.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

A Mais-Valia de Alonso





























Imagem de Fernando Alonso e seus seguidores.

O piloto espanhol segue negociando a renovação de seu contrato com a McLaren.

Pelo lado da escuderia de Woking, Zak Brown gostaria de ter Ferdi em suas fileiras
por mais três temporadas.

O que está pegando aqui é o dinheiro.

A McLaren fez de tudo para se livrar da Honda.

A equipe acha que seu chassi não é digno de um motor com tanto problemas.

A chegada da unidade de força da Renault está repleta de esperança.

Um detalhe importante.

Os bólidos de Alonso e Vandoorne possuem uma bela aerodinâmica graças aos
investimentos maciços dos japoneses.

Assim.

Ganharam um motor mais promissor.

Entretanto deverão perder no desenvolvimento ao longo da temporada sem a
derrama de valores de Sakura.

Isso traz efeito também na hora de organizar o orçamento e definir o salários
dos pilotos.

Quando trocou Maranello por Woking, Alonso obteve um aumento salarial
de 15 milhões de euros.

Se tornando assim o piloto mais bem pago do grid em 2015 com 35 milhões
de euros anuais.

Aproveitando o desejo da Honda em contar com um campeão, a trupe do
espanhol soube negociar os valores.

Luis Garcia Abad e Flavio Briatore conseguiram um ótimo contrato seguindo
o caminho que é trilhado para a Alonso há mais de dez anos.

Ou seja, gerenciamento da mídia de forma incessante com forte valorização
da imagem de Ferdi.

Nos dois anos seguintes (2016 / 2017) os ganhos ficariam em 30 milhões
de euros por temporada pelo acordo.

Em sua quarta tentativa de retomar o título mundial, depois da McLaren,
Renault e Ferrari, Ferdi parece ter entrado em seu ocaso.

Briatore sempre estimou que seu protegido deixaria a Fórmula 1 em 2020.

Com portas fechadas nas equipes mais desejadas, pode ser que a profecia
do empresário, que intermediou o acordo da Pirelli e trouxe a pista de Baku
para a categoria máxima do automobilismo, se realize.

Portas fechadas por culpa do próprio piloto que costuma explodir pontes por
onde passa.

Quando Alonso deixou a Scuderia Italiana, Marco Mattiacci chegou a afirmar
que a vinda de Vettel traria "motivação, entusiasmo, disciplina e trabalho" para
a Ferrari.

Flecha lançada em direção ao asturiano bicampeão.

A Renault hesita em ter os mesmos problemas, enquanto que a Mercedes nem
cogita a hipótese de ter Alonso entre os seus.

OK.

Então o que Fernando tem em suas mãos hoje?

Uma conversa (real) com a Williams que serviu para agregar valor ao seu talento.

(no caso, 25 milhões de euros)

E a McLaren.

Zak Brown está cortando na carne.

Jenson Button será dispensado de seu acordo para que Lando Norris (mais barato)
possa assumir o desenvolvimento do carro a partir de 2018.

Economizando para poder aliviar as contas que serão geradas pelo motor Renault.

Alonso quer liberdade.

Em tudo.

Participação em provas extras (24 horas de Daytona?) e poder sonhar com opções.

Para isso um acordo de apenas um ano poderia encerrar o assunto.

Deixando-o solto no mercado ao final de 2018.

A parte financeira deverá resolvida com ganhos por produtividade.

Um salário fixo em torno de 10 milhões de euros mais bônus por pontuação e vitórias
que poderiam chegar aos vencimentos atuais de 30 milhões de euros (um teto).

O mundo gira.

É a mesma proposta que Abad fez a Ferrari na tentativa de achar uma renovação
para Alonso.

Dispensada por Maranello.

Pois naquela altura Vettel já estava arrumando suas malas para comandar o exército
vermelho.





terça-feira, 10 de outubro de 2017

Japão - 2017

























O final de semana da Fórmula 1 na Terra do Sol Nascente prometia.

Os treinos livres foram movimentados.

E duas das três principais equipes fizeram opções inusitadas para o qualifying.

Diferente de Spa-Francorchamps (pista com características semelhantes)
Mercedes e Red Bull escolheram colocar mais downforce.

Enquanto que a Ferrari foi pelo mesmo caminho escolhido na Bélgica.

Mas a Scuderia Italiana não conseguiu brigar pela pole.

(diferente de Singapura e Malásia)

Com a potência da unidade de força fazendo diferença devido ao traçado
de Suzuka, a Mercedes com seu motor número quatro teve mais tranquilidade.

Lewis Hamilton fez a diferença no setor onde o motor importava mais.

Sabendo da punição de Valtteri Bottas, Sebastian Vettel arriscou tudo tentando
tirar alguns décimos.

Podia.

Sem uma unidade de força ideal a Red Bull não tinha como alcançar a Ferrari.

A aposta maior de Vettel ficaria para a corrida.

Sua simulação de corrida com pneu amarelo da Pirelli foi fortíssima.

Raikkonen, com o vermelho (supermacio), havia ficado bem perto dos tempos
de Lewis.

Ainda no sábado, ao terminar a classificação, a Mercedes imediatamente trocou
uma das velas do bólido de Hamilton.

Antes das luzes vermelhas serem apagadas o time de Toto Wolff já havia largado
na frente.

O mesmo problema atingiria a Ferrari de Vettel.

No grid foi impossível resolver.

Por diversas razões.

Gina tem um envelopamento melhor dos que as Flechas de Prata.

Principalmente na parte de trás.

Entretanto o "aperto" dificulta na hora de se mudar algo imprevisto.

O que normalmente se troca em 15 minutos, leva 40.

Com apenas cinco cilindros funcionando, Vettel ficou sem potência.

Abandonar foi questão de tempo.

O duelo ficaria entre Hamilton e Max Verstappen com uma surpreendente
Red Bull.

Sem problema com temperatura, o W08 foi bem na primeira parte da prova.

O drama veio na segunda parte.

O pneu amarelo não funcionou para Lewis como deveria.

(lembra da simulação de corrida da Ferrari?)

Com o tanque mais leve (menos combustível) a Mercedes viu o carro de Lewis
se comportar de forma bem diferente ao de Bottas que largou com o mesmo
composto.

Acontece que o carro mais pesado de Valtteri (mais gasolina) assentou melhor
no começo da prova com o soft (amarelo).

Verstappen aproveitou para sonhar com a vitória.

Protegendo Hamilton, Valtteri (com razão) e Alonso (?!?) seguraram Max.

Cada um no seu momento.

E assim Lewis venceu.

Daniel Ricciardo completou o pódio.

Valtteri "Kovalainen" Bottas e "Heikki" Kimi Raikkonen chegaram em seguida.

(o papel de coadjuvantes entristece)

Em ordem (obedecidas) Esteban Ocon e Sergio Perez colocaram a Force India
nos pontos.

O agressivo (é um elogio) Kevin Magnussen e (o lutador) Romain Grosjean
trouxeram a bandeira da Haas.

Felipe Massa fechou a lista daqueles que pontuaram.

Adeus para Jolyon Palmer.

(apesar do contrato, a pressão devia estar insuportável dentro da Renault)

E grande mudança para Carlos Sainz Jr.

A briga no meio do mundial de construtores está intensa.

Williams, Toro Rosso, Haas e Renault lutam pela quinta posição.

No mundial de pilotos, só uma combinação maluca tira o campeonato de Hamilton.

E devolve o sono para Maurizio Arrivabene.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Japonesas





























Retratos.

Onde está Wally?

A tradição de tomar café da manhã sempre juntos.

A simbólica roda.

E a dor.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dissonia

























Cuidado.

Pois é sempre difícil falar do futuro.

Cenários desenhados costumam mudar.

Acontece.

Mas é impossível deixar passar em branco as movimentações nos bastidores.

A Red Bull sabe que Max Verstappen está no mercado.

Para 2019.

A Ferrari tem tudo para ser seu destino final.

Já há uma proposta em torno de 25 milhões de euros por temporada.

Acordo plurianual.

Formando uma dupla fortíssima com Sebastian Vettel.

Sonho antigo.

Lembro que Maranello tentou ter em sua casa Seb e Fernando Alonso.

O espanhol deveria ficar com Felipe Massa apenas uma temporada...

(lembre que o brasileiro teve seu lugar ameaçado também por Robert Kubica)

Independente de qualquer decisão sobre Max, Vettel segue o plano.

Reconquistar o mundo novamente quatro vezes seguidas.

(2017-20)

Desta vez com a Scuderia Italiana.

Existem outros ruídos vindos de Milton Keynes.

Daniel Ricciardo está sob contrato até 2018.

O time dos energéticos se move para buscar uma alternativa para seu nome.

Assim como Verstappen, o australiano tende a trocar suas cores.

Uma voz me diz para olhar para a McLaren.

Porém o apelo de um time de fábrica deve falar mais alto.

Eu acredito que o cockpit da Renault estará esperando o garoto sorridente.

Como Carlos Sainz Jr. será apenas emprestado para os franceses, retornará
para a Red Bull ocupando uma das vagas.

Tudo isso apenas analisando o plano de fundo que está ainda num rascunho.

Efeito da insone corrida de madrugada?

Pode ser.

Em 2013 foi assim também.

Clique aqui para Lembrar

quinta-feira, 5 de outubro de 2017