terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Volta

































Frank Williams é um lutador.

Sempre foi.

Desde a criação da sua equipe (que começou na compra de uma Brabham em 1969)
em todo momento superou adversidades.

No tempo das vacas magras, aceitava praticamente qualquer patrocínio que
aparecesse, mesmo que fosse para uma única corrida.

A virada na sua trajetória na Fórmula 1 se deu quando se associou aos árabes
e seus petrodólares em meados de 1978.

Houve em troca mudanças até nos costumes da equipe  em respeito à religião
mulçumana a ponto de seus pilotos não estourarem mais champanhe no pódio.

Mas valeu a pena.

Em 1980 um piloto seu, Alan Jones, se tornou campeão mundial.

A curiosidade é que a primeira opção de Frank Williams, ainda em 1978, era
Emerson Fittipaldi.

Tanto que chegou a fazer uma proposta dentro do trailer da Copersucar.

Porém foi posto pra fora por Wilson Fittipaldi.

Não era possível que aquela pessoa (que vendia cronômetros para pagar seus
mecânicos) pudesse contratar um bicampeão mundial.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Delta Wing
























Daytona.

Mudança na pintura.

A Ilha
























"O que o Tordo está fazendo nas Ilhas Canárias?

Esse lugar não tem nada a ver com a Fórmula 1.

Ou tem?"

Isso estava no final de um Rascunho passado.

A verdade é que o Circuit Tenerife Island iniciou sua construção.

O ousado projeto conta com a proximidade de um aeroporto e será feito dentro de
todas as exigências da FIA.

Agressivo.

Pois o Plano inicial é roubar os testes de inverno da Fórmula 1 que hoje são realizados
na Espanha.

E quem sabe um Grande Prêmio no futuro.

























As altas temperaturas da ilha são um ponto a favor para a realização de testes, por
serem mais próximas da realidade desejada pelas escuderias.

Contando com uma infinidade de variantes de uso, o traçado principal terá cerca de
quatro quilômetros de extensão.

Abaixo algumas imagens interessantes para facilitar seu julgamento.





quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

COTA

























A Porsche em Austin.

Ensaio

Rascunho Difícil
























Da situação da Sauber pode-se falar tudo.

Menos que é algo inesperado.

Durante a temporada passada (ou antes) o Rascunho foi contando uma história.

No final de 2013 (dezembro) o Blog disse que a tentativa de Felipe Nasr entrar
na equipe se dava por conta do dinheiro e nada tinha a ver com talento.

Em agosto do ano passado, ficou claro que o plano que envolvia os patrocinadores
russos (e Sirotkin) não vingaria.

A crise política envolvendo a Russia e a Europa impediu qualquer evolução de
um acordo.

No mesmo mês conversamos que os atrasos nos pagamentos para a Ferrari
dificultavam até mesmo o orçamento da Scuderia Italiana, que contava com
esse dinheiro para o contínuo desenvolvimento do motor.

Os pilotos para 2015, que já estavam definidos (Sutil e Giedo), passaram a
ter um horizonte nebuloso.

O dinheiro precisava entrar e os cockpits seriam boas fontes, já que não havia
perspectiva de um patrocinador.

(o sonho de ter a grana do bilionário Lawrence Stroll se findava).

Nada deu certo.

Veja quantas coisas e quantos nomes:  Sirotkin, russos, Lawrence Stroll, Simona
de Silvestro (que achou que conseguiria levantar 25 milhões de dólares!)...

Em novembro o leilão dos pilotos terminou.

A equipe respirou.

Pois "nasce um otário todos os dias".

No site do Grande Prêmio veio a atualização desse cenário.

Ainda falta dinheiro e Peter Sauber vive do favor e benevolência da Ferrari.

Falando em complicações.

Marussia e Haas, vai?

Lembra que você leu aqui sobre a surpresa de Hockenheim ao ser citada por Bernie
Ecclestone no imbróglio com Nurburgring ?

Agora sabemos o porquê.

Não há acordo com nenhuma das pistas.

Interessante.

Olhando os resultados dos últimos anos (Mercedes e Red Bull), está claro o tamanho
do investimento para chegar ao título nestes novos tempos.

Algo em torno de 1 bilhão de euros (num período de três ou quatro anos) antes de obter
uma conquista.

O planejamento dos alemães mostra a continuidade da derrama de valores para
perpetuar seu domínio (mais 5 temporadas).

E os japoneses da Honda estão na mesma toada.

Lewis Hamilton colocou panos quentes em sua negociação com a Mercedes.

"Eles querem e eu também quero a renovação..."


































Sim, mas não devemos esquecer que Toto Wolff já citou os substitutos Fernando
Alonso e Valteri Bottas (caso precise).

Muitas pontas soltas, não?

A Force India apresentou seu carro, porém vai se atrasar nos testes.

A verdade é que o novo túnel de vento utilizado pelo time mostrou muitas falhas
no projeto original.

Por fim, o novo projeto de Jacques Villeneuve.

A Área 27.

Um complexo no Canadá que envolve circuitos (Karts também), hotel, clube e
restaurantes.

A coisa pretende ser um centro para aprendizado, exibições, test track e competição.

Tudo respeitando a atual regulamentação da FIA.

Humm...

Você pode ter uma ideia da proposta aqui no site oficial.

Tem até um vídeo do traçado da pista principal abaixo.


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Move

























Movimento.

Ensaio.

Rascunho Claro
























A felicidade é inegável.

Dias românticos (retornaram???) na Fórmula 1.

Acho que que pode ser isso.

Até aqui a Lotus aguentou bem as batidas da FIA no crash-test.

Mudaram os donos de Nurburgring.

E mudou a conversa.

Bernie Ecclestone não gostou e (a surpresa e desprevenida!) Hockenheim está
de volta.

Falando em circuitos, com o novo plano de urbanização, Mônaco (!) deverá ter
seu traçado alterado nos próximos anos.

McLaren (depois de encerradas as conversas com a Telefonica) deverá vir lisa
novamente.

Mais mídia para a Honda.

Ainda sobre o pessoal de Woking.

Antes de ter seu acordo renovado, ao buscar alternativas, Jenson Button abriu
conversas com a Williams e com a Lotus.

Apenas a segunda opção ofereceu um contrato.

Nada perto (compreensível, dada a condição da Casa de Estone) de valores
aceitáveis.

Do outro lado, Ron Dennis ofereceu 6 milhões de salário mais bônus por produtividade.

Baixo.

Button tinha um sinal da Toyota (concorrente da Honda, claro) o apontando para
Le Mans.

O que levou a grande virada.

Os japoneses (da Honda) não queriam ver o piloto nas linhas inimigas.


























Assim a parceria foi renovada.

Com 8 milhões de euros de salários mais bônus (melhores que os anteriores).

OK.

Nada perto dos antigos 16 milhões euros.

Fechando dessa maneira a porta para o promissor Magnussen.

(e seus números extraordinários)

Olhando agora, me parece que faltou um "empresário" para Kevin poder continuar
no jogo.

Ou, se preferir, não basta ser bom jogador, é preciso conhecer bem as regras.