segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Isle of Man



A ilha é muito conhecida pela histórica prova de motos.

Mas existem os karts também!

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Nas ruas de Pau




























Circuito de Pau. França.

Duas largadas.

Fórmula 2 e F3000.

Na porta de casa.

Acrylic on Canvas













































Ensaio.

A arte e da criatividade de alguns impressos que envolvem o automobilismo.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Luigi Villoresi



























As imagens acima mostram pedaços da carreira de Luigi Villoresi.

Piloto que faz parte da linhagem histórica dos nobres da Fórmula 1.

Se dividíssemos por categoria, a foto desse italiano poderia ser colocada
facilmente ao lado de figuras como Mike Hawthorn e Alfonso de Portago.

Os nascidos em berço de ouro.

Não existia preocupações com o dinheiro.

Com apenas 22 anos ele já participava de corridas usando seus carros
particulares.

Seu maior companheiro era seu irmão: Emílio.

Estamos falando da louca década de 30.

Coppa Acerbo, Trípoli, Mille Miglia, Coppa Ciano...

A rica dupla de irmãos acelerou em todas.

Em 1938, veio a separação.

Emílio despertou o interesse de Enzo Ferrari.

Luigi seguiu para a Maserati.

Veio então a sombra da morte.

Numa demonstração em Monza, Emílio perdeu a vida.

Luigi (que já havia perdido os outros irmãos por doença, suicídio e acidente)
ficou transtornado.

Quis respostas sobre a causa do acidente.

O Commendatore foi seco.

"Ele comeu demais no almoço.

Deve ter tido uma indigestão enquanto pilotava."

Se deu o intervalo.

O hiato da Segunda Guerra Mundial cessou quase todas as corridas.

Ah, nada melhor que o tempo para curar feridas.

Cicatrizar.

Com a paz, Luigi Villoresi ressurgiu.

Dessa vez com um novo amigo e companheiro nas pistas.

Alberto Ascari.

1947, 1948...

A dupla da Scuderia Ambrosiana destruiu os adversários com seus Maseratis.

E se alternaram colecionando vitórias.

Estavam impossíveis.

Até no Brasil.

A prova é que em 1949 Villoresi venceu o Grande Prêmio do Rio de Janeiro.

No mesmo ano um jornalista se aproximou de Villoresi para lhe entregar um recado.

Enzo Ferrari queria tê-lo na sua Scuderia.

Carregado de sentimentos, Villoresi foi conversar com o Commendatore.

Havia muita carga.

Uma vida havia sido perdida.

Porém o passado acabou sendo resolvido.

E deixado para trás.

Depois da conversa, Villoresi deixou a Ferrari com um contrato.

E levou mais dois.

Um para Alberto Ascari e outro para Nino Farina.

A Era da Fórmula 1 não trouxe vitórias em corridas oficiais para Villoresi.

Sua carreira nos novos tempos foi pontuada por graves acidentes.

Mesmo assim ele conquistou alguns triunfos em provas extras.

Fora da maior categoria, Villoresi faturou a Mille Miglia e o Rally da Acrópole.

Esse último já no final de carreira.

Fica claro que esse italiano foi um dos grandes pilotos do seu tempo.

Penso que a guerra tenha lhe tirado seus melhores anos.

Talvez por isso as grandes vitórias na Fórmula 1 tenham ido para o jovem Ascari.

Villoresi viu seu amigo ser bicampeão mundial.

Viu também sua morte prematura.

Luigi morreu bem mais tarde.

Já com 88 anos.

Em Modena.

Mas a Maserati nunca esqueceu seus feitos.

E o cobriu de homenagens durante toda a sua vida.

Justas

E, sem dúvidas, mais do que merecidas.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

terça-feira, 21 de agosto de 2018

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

domingo, 12 de agosto de 2018

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Clipping






























Caminhos diferentes.

Escolhas.

Faz parte.

Daniel Ricciardo escolheu a Renault.

Coisa que havíamos comentado ser a melhor opção ainda no ano passado.

Um cenário que víamos como inevitável.

Clique aqui para lembrar.

A equipe francesa precisou alterar seu plano original de copiar a trajetória
da Mercedes.

Nico Hulkenberg seria Nico Rosberg.

E Fernando Alonso assumiria o papel de Michael Schumacher.

Não deu certo por várias razões.

Financeiras principalmente.

O orçamento da Renault é algo perto da metade da dupla
Ferrari / Mercedes.

Há um atraso.

Tecnológico.

Chassi e unidade de força.

A meta agora é conquistar pódios com Ricciardo.

Repetindo o caminho de Kimi Raikkonen com a Lotus.

E quem sabe um terceiro lugar no mundial de pilotos ao final
de 2019/20.

Acha pouco?

Os franceses entenderam que não há como enfrentar Ferrari e Mercedes.

Por enquanto.

A Red Bull ficou com um lugar vago ao lado de Max Verstappen.

Eu diria que Carlos Sainz Jr. ocupará tal espaço.

Acho que o time de Milton Keynes quer a dupla mais forte possível em
seus carros principais.

Se Sainz Jr. recusar, e optar pela McLaren (se houver uma oferta...),
por exemplo, eu veria como um erro.

A McLaren pertence a Fernando Alonso.

A quem Chistian Horner disse dispensar para evitar o caos dentro
da Red Bull.

Sainz Jr. ir para uma escuderia que pertence a outro piloto seria enterrar
sua carreira.

Já temos o interessante nome de Pierre Gasly na Toro Rosso.

Ficando assim com um certo equilíbrio de jovens pilotos.

Penso que Helmut Marko e Horner enxergam com bons olhos tal combinação
após o dano causado pela surpreendente (palavras de Horner) saída de Ricciardo.

Interessante.

Estive pensando na McLaren.

Mudo de entendimento.

Talvez Stoffel Vandoorne fique mais uma temporada.

Por três motivos.

Alonso gosta dele.

Alonso é dono da equipe (já disse isso).

E Lando Norris é um inimigo desconhecido.

Na Force India podemos ter um conjunto formado com Lance Stroll
depois do investimento do seu pai e Esteban Ocon por conta da parceria
com a Mercedes.

Sérgio Perez me parece estar dizendo adeus para a Fórmula 1.

Na Williams (precisando de dinheiro) teríamos a chegada de Nikita Mazepin,
que cansou de testar pela Force India.

Dmitry, pai do piloto russo, é um bilionário russo que também está investindo
na carreira do seu rebento.

Assim teríamos uma dupla da Rússia conduzindo os bólidos de Frank.

Falta entender o que será da Scuderia Italiana.

O Tordo me disse que Raikkonen encerrou conversas há tempos com suas
alternativas externas.

Por seu desejo de permanecer ao lado de Sebastian Vettel.

Creio que fica.

A Haas e a Sauber são incógnitas.

Kevin Magnussen e Charles Leclerc não serão dispensados, claro.

Mas Marcus Ericsson e Romain Grosjean ninguém sabe.

Lembrando que estamos apenas tentando entender e não prever as
mudanças na categoria máxima do automobilismo.

Pois não devemos especular.

Principalmente sobre o futuro!

terça-feira, 7 de agosto de 2018