sábado, 25 de maio de 2013

Pai

























Bom dia a todos.

Rosberg em Mônaco.

O outro.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Fireball



























E aí?

Alguém saberia dizer quem é o piloto todo tranquilo perto do fogo?

Ricardo























Bom dia a todos.

Ricardo em Monza.

1961.

O primeiro dos irmãos a chamar atenção de Enzo Ferrari.

Mais?

Só clicar aqui.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Terceira Via






















A italiana Lella Lombardi enfrentando o karussell.

1976.

A gente já volta nela.

Hoje existem dois caminhos para se chegar e permanecer na Fórmula 1
como piloto.

Primeiro o mais nobre.

Pelo talento.

É o caso daquele piloto que desperta interesse desde o Kart.

Passa pelas categorias de base colecionando vitórias e boas performances.

E ainda cedo é moldado por uma grande escuderia.

As academias estão aí procurando um novo Sebastian Vettel.

Ou Lewis Hamilton.

Estrelas.

Lotus, Ferrari, McLaren e Red Bull espalham seus olheiros por toda a
Europa.

Todas querem contar com os futuros campeões mundiais em sua fileiras.

O segundo caminho para se chegar a categoria máxima do automobilismo
é o do interesse.

Você me ajuda e eu te ajudo.

Funciona de várias maneiras.

O piloto pode ter um saco de dinheiro pronto para entregar para a equipe
interessada.

E necessitada.

Ilustrando.

Max Chilton na Marussia e Gierdo Van de Garde na Caterham.

Outra forma é ter um sobrenome famoso.

Conhecido no mundo da velocidade.

Olha o caso do Bruno Senna.

Ser sobrinho de Ayrton facilitou e muito a vida da extinta HRT.

Sua passagem por lá, três temporadas atrás, trouxe milhões de Euros para
os cofres do time.

Muitos quiseram anunciar no carro do "novo" Senna.

Mais uma maneira?

Um lugar em troca de uma parceria técnica.

Veja os triângulos.

Ferrari - Jules Bianchi - Marussia.

Mercedes - Adrian Sutil - Force India.

E a mais comum.

O piloto chega apoiado por um patrocinador fortíssimo.

Taí o Pastor Maldonado.

No entanto pode ser que testemunhemos o surgimento de um novo caminho.

O do sexo.

Feminino.

Bernie Ecclestone não esconde de ninguém seu desejo de ter uma mulher
na Fórmula 1.

Fique atento.

Há um movimento silencioso nesse sentido.

Ainda mais quando o velho chefão observa o interesse da mídia mundial
nas peripécias de Danica Patrick no outro lado do Atlântico.

O nome da vez é o de Susie Wolff.

Susie entraria pela porta dos interesses.

E não é difícil avaliar que a equipe que a acolhesse contaria com vários holofotes
e flashs iluminando as portas de seu box.

Seria um ímã de patrocinadores.

Alguns podem considerar isso uma injustiça.

Seus resultados nunca justificariam uma contratação.

Mas o mundo é injusto.

E a Fórmula 1 também.

Tirando os talentosos Jenson Button, Kimi Raikkonen, Fernando Alonso, Nico
Rosberg, Felipe Massa e os já citados Vettel e Hamilton, quem merece estar ali?

Os sonhos de Ecclestone costumam se realizar.

Não é prudente duvidar de quem já fez uma prova atrás da antiga Cortina de Ferro
Comunista e está prestes a correr com o skyline dos edifícios da ilha de Manhattan
como cenário.

Creio que o fato de uma mulher no grid não vai demorar a acontecer.

E a Williams tem tudo para ser uma peça importante nessa jogada.

Fundamental.

Além de ter laços estreitos com Toto, marido de Susie, a equipe conversa para
ser mais uma a receber os motores da Mercedes...

Lembrando que não seria a primeira vez de uma mulher por lá.

Lella Lombardi fez um pequeno ensaio no time de Frank Williams em meados
dos anos 70.

Mal sucedido, diga-se de passagem.

Mas o mundo era outro.

Lella não contava com as forças poderosas que hoje movem Susie Wolff.

Muito menos com suas mechas, que brilham como ouro sob a luz do sol da
Fórmula 1.

Vamos acompanhar.

Os Tolemans


























Bom dia a todos.

Os bonitos carros da Toleman.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Mágica






















Outro dia fiz um post sobre a pilotagem perfeita de Jackie Stewart em
Nurburgring.

Um assombro.

Hoje o personagem é Stirling Moss.

Em 1961 ele fez mágicas no principado de Mônaco.

O Inglês já havia causado surpresa ao conquistar a pole position com a
Lotus particular de Rob Walker.

Um feito.

Deixou para trás as poderosas Ferraris e ninguém menos que Jim Clark
com o carro oficial da equipe.

Romolo Tavoni, o estrategista da Scuderia Italiana, tinha o plano na cabeça
para derrotar Moss.

Não havia motivo para desespero.

No meio da prova ele seria uma presa fácil.

Phil Hill, Richie Ginther e Wolfgang Von Trips seguem à risca as ordens do
comandante vermelho.

Assim Stirling Moss conservou a liderança após a largada.

Após algumas voltas, Tavoni deu o sinal para seus pilotos acabarem
com o inglês.

E começou a caçada.

Moss pilotou bravamente.

Estava fazendo a corrida da sua vida.

Perfeita.

E um a um os pilotos da Scuderia Italiana foram ficando para trás.

Wolfgang Von Trips rodou.

Depois foi a vez de Phil Hill.

Restou apenas Ginther.

O duelo entre os dois foi espetacular.

A cada volta os tempos foram caindo.

Despencando, na verdade.

Ambos fizeram a melhor volta da prova.

1.36.300

Inacreditável!

Os cronômetros pareciam mentir.

Eles haviam atingido um tempo 3 segundos melhor que o da pole 
position!
 
Mas Moss estava impossível.

Inalcançável.

Por isso a Ferrari fracassou.

O plano de Tavoni era perfeito.

Seus carros eram melhores.

Mas o piloto inglês recorreu ao sobrenatural.

Como lutar contra isso?

Um dos momentos mais belos de toda a história da Fórmula 1.

Tesouro de Mônaco.

A etapa especial.

Quase uma corrida extra-campeonato no calendário.

Diferente.

Mágica.

Talvez essa coisa de outra dimensão no principado tenha mesmo um
fundo de verdade...

Antes










































Bom dia a todos.

Preparativos.

Ensaio.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Ida & Volta



























Nurburgring.

Lembrei dessa aqui.

Up to Date





























Bom dia a todos.

Bom Negócio

Os boatos sobre a BMW e a Toyota retornando à Fórmula 1 na nova Era Turbo
possuem uma raiz em comum.

Os custos.

Nunca a categoria foi tão barata para as montadoras.

Pode esperar que outros nomes aparecerão.

Para Investidores

A SporsPro, que avalia o potencial de marketing de um atleta, colocou quatro pilotos
na lista dos 50 mais promissores dos próximos 3 anos.

Interessante os nomes.

Lewis Hamilton, Sebastian Vettel, Sérgio Perez e... Robert Kubica!

Made in USA

Bernie Ecclestone está pronto para adquirir o controle sobre o circuito de New
Jersey.

O plano para a Fórmula 1 nos Estados Unidos é audacioso.

Bernie pretende colocar três etapas do calendário em terras ianques.

Austin, New Jersey e Los Angeles.

Cobrindo assim todas as regiões do país.

Mais.

Nos bastidores costura um acordo no qual a família France (Nascar) assumiria
a organização das provas.

A Indy que se cuide...

El Camiño

Ao apoiar a McLaren substituindo a Vodafone, e se ainda continuar a investir
na Sauber, a TelMex se tornará uma das maiores patrocinadoras da Fórmula 1.

Não faltará lugar para os apadrinhados de Carlos Slim...

Xadrez dos Motores

Em Monte Carlo, a Toro Rosso deverá anunciar oficialmente sua parceria a partir
de 2014 com a Renault.

Lello

Dica.

Olho em Rafaelle Marciello.

O piloto, destaque da Academia da Ferrari, vem obtendo ótimos resultados na F3
européia.

Na foto: F1 na América.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Tradição























Claro que ninguém pode afirmar com certeza.

Porém do jeito que a coisa está caminhando com Josh e Pietro, não será surpresa se daqui
alguns anos testemunharmos os sobrenomes Hill e Fittipaldi de volta à Fórmula 1.