Mostrando postagens com marcador Raikkonen. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Raikkonen. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Devaneios

















Não é informação.

São apenas pensamentos.

Achismos.

Eu não acho que Lewis Hamilton fique em 2022 na Fórmula 1.

Seguindo a ideia, temos um buraco na Mercedes.

Com o principal time da categoria precisando de uma estrela.

Pode subir George Russell.

E continuar com Valtteri Bottas.

A saída do multicampeão inglês seria a única alternativa para uma possível permanência do finlandês conduzindo uma das Flechas de Prata.

Possível.

Pois Russell (a estrela) talvez combine mais com um piloto campeão ao seu lado.

Surge então o nome de Sebastian Vettel.

Já está na família (Aston Martin - Toto Wolff)...

Para seu posto a Aston Martin buscaria um nome de peso e mídia para correr com Lance Stroll.

Penso em Kimi Raikkonen.

Aí abriríamos duas vagas.

Na Williams (lugar Russell) e na Alfa Romeo (lugar de Raikkonen). 

Com Bottas voando.

No próximo box, Sergio Perez precisa mostrar muito serviço na Red Bull.

Os cabeças dos energéticos estão apaixonados por Yuki Tsunoda.

Max Verstappen é uma incógnita para mim.

A história precisa andar mais.

Se a Red Bull continuar competitiva e não conseguir o título, a coisa poderia pesar.

Climão, entende?

Helmut Marko já deu sinais de não confiar 100% no talento do holandês perante Hamilton.

Aliás, Marko só tem paciência com Vettel.

Depois das dificuldades enfrentadas na primeira etapa no Bahrein pelo piloto alemão em sua estreia no carro verde, ele foi um dos poucos a dizer que em algumas corridas Sebastian vai estar voando novamente.

Pode ser efeito as boas lembranças dos bons tempos.

Voltando, Max não parece ser uma figura fácil de lidar.

Pode estar cansando.

Um título perdido pode entornar o caldo da latinha.

Pensou na Mercedes?

Esquece Russell e Verstappen num mesmo time.

Toto nunca mais irá trabalhar com uma dupla de pilotos que lembre a treta entre Rosberg e Hamilton.

Ele já deixou bem claro isso.

Pensamentos, OK?

Mas 2021 / 2022 pode ser mais interessante do que imaginamos...

terça-feira, 12 de maio de 2020

Para onde irá Vettel?



























Um movimento de mercado que agita toda a Fórmula 1.

Sebastian Vettel se separa da Ferrari ao final da temporada
de 2020.

A proposta?

Apenas mais um ano de contrato.

Redução salarial.

O piloto escolheu seguir outro caminho.

A razão?

Dinheiro?

Não.

A parte financeira poderia ser solucionada.

O curto período do acordo proposto pela Scuderia Italiana
foi o gatilho.

Vettel sabe que a Ferrari não vai vencer em apenas um ano.

2020

Ou dois.

Em 2021.

Necessita de mais trabalho.

E sua dedicação ao projeto, os gastos de energia tentando
melhorar a performance do carro, desgastaram sua imagem.

Enquanto que Charles Leclerc voava, se preocupando
apenas com sua pilotagem.

Chamando muita atenção.

Leclerc me lembra Senna...

E para onde vai Sebastian.

Minha visão é que ele deverá retornar para a Red Bull.

Ele é amado ainda por lá.

Marko e Horner pensam num equilíbrio ao lado de
Max Verstappen.

Podendo assim, disputarem novamente os dois títulos.

De pilotos e construtores.

A Honda aprovaria a empreitada.

Uma redução de salário deverá ocorrer.

De 35 milhões de euros anuais para 20.

McLaren? 

Renault??

Seria dar murro em ponta de faca.

E para o seu lugar na Ferrari?

Leonildo aponta Sainz Jr.

Com Ricciardo, Giovinazzi e até Bottas (!) sendo citados.

Ver a Scuderia sem um campeão mundial será estranho.

Mas as opções são estranhas e mirabolantes.

Raikkonen.

(ressuscitar) Alonso.

Ou (desencavar) Rosberg (quem dera!!)

De qualquer forma a notícia do tetra campeão mundial
foi excelente.

Agitou a categoria máxima do automobilismo.

E retornou a mente aquela velha certeza.

A única.

Que tudo vai sempre mudar.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Pequenas Passagens































 Imagens dos pilotos finlandeses contemporâneos Mika Hakkinen e Mika Salo.

A Ferrari sempre buscou os vencedores para compor seu time de pilotos.

Principalmente após a Era Schumacher.

A exceção foi Felipe Massa.

Mais por conta do sobrenome Todt de seu empresário do que pelos méritos do
brasileiro.

Porém ainda quando Michael reinava absoluto houve duas tentativas de se montar
uma linha de primeira na Scuderia Italiana.

Na primeira, Luca di Montezemolo abriu tratativas com Mika Hakkinen para que
ele deixasse a McLaren e dividisse Maranello com o Barão Vermelho.

Mas a oposição a ideia era forte na casa italiana.

Jean Todt e Schumacher vetaram terminantemente a possibilidade de se ter "dois
galos de briga" no mesmo ambiente.

(os mitos vão caindo, não?)

Interessante que Mika Salo chegou lá.

Por vias tortuosas e por pouco tempo, claro.

Na segunda vez (curiosamente), Montezemolo buscou novamente um piloto finlandês
para ocupar o segundo cockpit ao lado de Michael Schumacher.

Dois galos de briga...

O veto se repetiu.

Dessa vez com um ultimato do alemão.

"Ou ele ou eu!"

(apesar de o próprio Michael ter induzido Montezemolo ao dizer que Kimi era melhor
que Fernando Alonso para ser seu sucessor)

Luca não hesitou.

Assim Raikkonen assumiu o volante do carro vermelho.

E Michael se despediu.














terça-feira, 10 de outubro de 2017

Japão - 2017

























O final de semana da Fórmula 1 na Terra do Sol Nascente prometia.

Os treinos livres foram movimentados.

E duas das três principais equipes fizeram opções inusitadas para o qualifying.

Diferente de Spa-Francorchamps (pista com características semelhantes)
Mercedes e Red Bull escolheram colocar mais downforce.

Enquanto que a Ferrari foi pelo mesmo caminho escolhido na Bélgica.

Mas a Scuderia Italiana não conseguiu brigar pela pole.

(diferente de Singapura e Malásia)

Com a potência da unidade de força fazendo diferença devido ao traçado
de Suzuka, a Mercedes com seu motor número quatro teve mais tranquilidade.

Lewis Hamilton fez a diferença no setor onde o motor importava mais.

Sabendo da punição de Valtteri Bottas, Sebastian Vettel arriscou tudo tentando
tirar alguns décimos.

Podia.

Sem uma unidade de força ideal a Red Bull não tinha como alcançar a Ferrari.

A aposta maior de Vettel ficaria para a corrida.

Sua simulação de corrida com pneu amarelo da Pirelli foi fortíssima.

Raikkonen, com o vermelho (supermacio), havia ficado bem perto dos tempos
de Lewis.

Ainda no sábado, ao terminar a classificação, a Mercedes imediatamente trocou
uma das velas do bólido de Hamilton.

Antes das luzes vermelhas serem apagadas o time de Toto Wolff já havia largado
na frente.

O mesmo problema atingiria a Ferrari de Vettel.

No grid foi impossível resolver.

Por diversas razões.

Gina tem um envelopamento melhor dos que as Flechas de Prata.

Principalmente na parte de trás.

Entretanto o "aperto" dificulta na hora de se mudar algo imprevisto.

O que normalmente se troca em 15 minutos, leva 40.

Com apenas cinco cilindros funcionando, Vettel ficou sem potência.

Abandonar foi questão de tempo.

O duelo ficaria entre Hamilton e Max Verstappen com uma surpreendente
Red Bull.

Sem problema com temperatura, o W08 foi bem na primeira parte da prova.

O drama veio na segunda parte.

O pneu amarelo não funcionou para Lewis como deveria.

(lembra da simulação de corrida da Ferrari?)

Com o tanque mais leve (menos combustível) a Mercedes viu o carro de Lewis
se comportar de forma bem diferente ao de Bottas que largou com o mesmo
composto.

Acontece que o carro mais pesado de Valtteri (mais gasolina) assentou melhor
no começo da prova com o soft (amarelo).

Verstappen aproveitou para sonhar com a vitória.

Protegendo Hamilton, Valtteri (com razão) e Alonso (?!?) seguraram Max.

Cada um no seu momento.

E assim Lewis venceu.

Daniel Ricciardo completou o pódio.

Valtteri "Kovalainen" Bottas e "Heikki" Kimi Raikkonen chegaram em seguida.

(o papel de coadjuvantes entristece)

Em ordem (obedecidas) Esteban Ocon e Sergio Perez colocaram a Force India
nos pontos.

O agressivo (é um elogio) Kevin Magnussen e (o lutador) Romain Grosjean
trouxeram a bandeira da Haas.

Felipe Massa fechou a lista daqueles que pontuaram.

Adeus para Jolyon Palmer.

(apesar do contrato, a pressão devia estar insuportável dentro da Renault)

E grande mudança para Carlos Sainz Jr.

A briga no meio do mundial de construtores está intensa.

Williams, Toro Rosso, Haas e Renault lutam pela quinta posição.

No mundial de pilotos, só uma combinação maluca tira o campeonato de Hamilton.

E devolve o sono para Maurizio Arrivabene.


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Frames


































O acidente de Cingapura.

Quadro a quadro.

Primeira Imagem

Vettel e Verstappen largam e direcionam os bicos de seus carros buscando
o centro da pista.

Um quer tomar a frente do outro.

Fernando Alonso toma a mesma atitude ao sair melhor que Bottas.

Kimi parte com tudo e está na sombra de Max.

Segunda Imagem

Verstappen continua sua trajetória.

Vettel segue em vantagem.

Hamilton busca a lateral da pista vendo a passividade de Ricciardo.

Raikkonen enxerga a oportunidade e acelera ao ver Verstappen se dirigir para
o meio.

Terceira Imagem

Hamilton vai engolir Ricciardo.

Verstappen percebe que não vai alcançar Vettel através do plano inicial.

Quarta Imagem

Raikkonen já está em melhor situação que Verstappen.

A mudança de curso de Max é nítida.

A defesa se faz necessária.

Kimi está passando.

O destino está traçado.

Verstappen marca um encontro com Kimi ali na frente.

Quinta Imagem

Por outro ângulo podemos ver que a situação de Verstappen é de presa.

As Ferraris vão chegar na primeira curva nas primeiras posições.

Note a distância de Vettel para o carro de Max.

Sexta Imagem

Pela câmera do carro de Hamilton temos mais um ponto de vista da briga.

Vettel não está lado a lado com Max.

Já foi.

O problema de Verstappen é a outra Ferrari.

Sétima Imagem

Hamilton já está ao lado de Ricciardo.

Veja que Raikkonen segue numa trajetória reta.

Verstappen aponta para o lado.

O encontro é questão de tempo.

Insisto na distância entre Vettel e Max.

Oitava, Nona e Décima  e Décima Primeira Imagens

Sebastian já havia passado.

(a nona e décima imagem estão separadas apenas pelo ângulo)

Dependendo da vista podemos errar e achar que Vettel toca em Max.

Apontado para o lado (oitava foto), Verstappen acerta a roda traseira esquerda
de Raikkonen (décima foto).

(repare na posição dos pneus de Max em relação aos de Kimi na oitava)

O carro do finlandês é lançado sobre Vettel.

Gina não tem qualquer contato com a Red Bull.

Por Fim - Últimas Fotos

No meu entender, a mudança de trajetória de Verstappen causou o acidente.

(seu pneu traseiro aparece na segunda imagem abaixo por ele ter alterado a direção)

Sem poder / saber se defender, Max acabou batendo em Raikkonen.

E ele não alterou seu rumo por conta de ter sido fechado.

Me pareceu que ficou perdido mesmo.

Sem desculpas.



terça-feira, 19 de setembro de 2017

Cingapura - 2017



























































Foi um presente para a Mercedes.

A equipe de Brackley tentou durante todo o final de semana de Cingapura
apenas diminuir os danos.

A vitória foi mais que um bônus.

E ainda utilizando a segunda unidade de força.

(lembrando que a quarta foi apresentada em Monza)

Toto Wolff sabia que Ferrari e Red Bull seriam imbatíveis na tórrida noite.

A classificação foi surreal.

Sebastian Vettel raspou o muro e deixou Christian Horner com uma expressão
desconcertante.

Havia decepção por não ver Verstappen ou Ricciardo na pole.

Entretanto todos podiam ver um certo orgulho por seu ex comandado, que hoje
veste vermelho, fazer o impossível.

O time dos energéticos não digeriu bem a derrota.

Helmut Marko falou em nervosismo na condução de seus pilotos.

E completou que já sabia que Seb consegue realizar proezas incríveis.

Horner respondeu com uma ameaça ao dizer que Vettel é quem tinha tudo
a perder no domingo.

Mas aí veio a chuva.

A pista molhada deu esperança para que Lewis Hamilton pudesse compensar
em parte a desvantagem e conseguir algo a mais.

Niki Lauda ainda apostava na imprevisibilidade de Max ao lado de Vettel.

Ricciardo chegou a afirmar que seu companheiro tiraria Vettel...

Todo mundo viu a largada.















O que eu acho.

Pela imagem acima vemos como Gina já passou e buscava a tomada da primeira
curva.

Movimento natural.

Alonso em 2010 executou a mesma manobra sobre Vettel.

Verstappen adota uma linha em direção a Vettel ao apagar das luzes.

Ao não surtir efeito, percebeu que Raikkonen estava bem melhor e tentou
preservar sua posição.

Repare no vídeo (primeiro segundos).

Max larga pra cima de Vettel e volta pra cima de Kimi, atingindo o finlandês.



É fácil de ver.

O jovem piloto participou de outros acidentes neste ano.

E em todas as largadas complicadas ele estava envolvido.

Desde o início do campeonato venho alertando sobre o cuidado que Seb e Lewis
estão adotando no início.

O que não justifica certas críticas.

Eles estão brigando pelo mundo.

A ação de Max (alimentada por sua equipe) era previsível.

Aconteceria mais cedo ou mais tarde e influenciaria a luta principal.

Comentamos sobre isso (Hungria) no início de agosto.














Uma lástima.

E não desejo que Hamilton passe por algo parecido.

O fator estranho (imprudência dos outros) não deveria decidir uma disputa
tão linda.

Lewis e Vettel estão muito acima de todos os outros e não precisam disso.

Daniel Ricciardo não conseguiu acompanhar Hamilton.

Valtteri Bottas trouxe o carro de volta para casa.

Carlos Sainz Jr. colocou mais umas linhas impressionantes em seu currículo.

Jolyon Palmer desceu do carro olhando nos seus olhos.

Vandoorne fez bom uso de sua McLaren.

Lance Stroll teve uma melhor estratégia de pneus do que Massa e colheu
frutos por isso.

Grosjean levou a Haas para os pontos.

E as duas Force India pontuaram.

Sobreviventes.

Quase metade do grid não terminou a corrida.

Acabou o campeonato?

Pode ser.

Porém algo mudou.

Importante.

Se você não percebeu, Sebastian Vettel não tem mais nada a perder.







quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Clipping

























Assim como nos anos anteriores, Kimi Raikkonen foi mais uma vez confirmado
na Ferrari.

Último campeão vermelho.

Não se pode criticar sua tocada.

Pois a pole position em Mônaco coloca todos os argumentos dos que não gostam
da condução do finlandês no lixo.

Raikkonen permanece por não haver um substituto claro entre os novos.

Destaques estão sob contrato.

E Romain Grosjean ou Sergio Perez seria trocar seis por meia dúzia.

Sem falar nos riscos do imprevisível.

Decisão compreensível.

Também Ficam

Stoffel Vandoorne na McLaren e o projetista James Key da Toro Rosso.

Um poderia ficar sem lugar.

E o outro se mudar para a Williams.

Ferrari

Há otimismo e cautela em Maranello para o restante do campeonato.

Existe a previsão de melhorias para a Bélgica e Itália.

(claro que a Mercedes também não vai ficar parada)

A razão indica que não se pode confiar em vitórias.

Sebastian Vettel trabalhará na diminuição dos danos.

Chegar em segundo em Spa Francorchamps e em Monza seria ótimo.

Olhando as circunstâncias.

Mercedes

Lewis Hamilton devolveu a posição para Valtteri Bottas na Hungria.

Nas entrelinhas fica claro que a confiança do time prateado é enorme.

Nas contas (deles), o campeonato é do inglês.

Comparação

Na Haas.

Grosjean quase sempre se qualifica melhor.

Entretanto a quantidade de posições ganhas por Kevin Magnussen a cada
largada chama atenção.

Na Renault.

Jolyon Palmer tem sido em média pouco mais de um segundo mais lento
que Nico Hulkenberg no sábado.

A equipe diz que ainda vai analisar derradeira parte do ano para decidir se
Palmer fica ou não em 2018.

Conversa.

Só um incentivo para ver se o piloto consegue alguns pontos para melhorar
a situação dos franceses no mundial de construtores.

Na Sauber.

Interessante.

Pascal Wehrlein aposta na agressividade da borracha para se destacar na
vitrine.

E sobre Marcus Ericsson.

Sua escolha quase sempre recai pelos pneus ultramacios na maioria das vezes.

Vapor

A Aston Martin não deverá estar presente na Fórmula 1 como uma fabricante
de motores.

Halo

A proteção escolhida pela FIA está dando dor de cabeça no paddock.

O motivo é que muitos começaram a desenvolver os bólidos da próxima
temporada apostando no outro modelo.

O tal Escudo.

Assim muitos projetos foram parar no lixo.

O giro dado por Vettel em Silverstone com o Escudo, e sua sensação ruim,
enterraram a ideia por enquanto.

A palavra do alemão tem peso dois.

Olho

Sabe o Nicholas Latifi?

O canadense da F2?

Então.

Minha Opinião

Estão quietos.

Porém a Renault deve ser um excelente lugar para se estar em 2018.

Newey Trabalha

A Red Bull apresentou dois modelos diferentes do RB13 em Hungaroring.

Daniel Ricciardo largou com um carro com uma distância entre eixos maior
do que a máquina utilizada por Max Verstappen.

Na nova configuração, Adrian Newey deixa o desenho mais semelhante ao
da Ferrari.

Sim.

Ainda longe dos longos Force India e Mercedes.

Curioso para ver se as diferenças para efeito de comparação estarão rodando
na Bélgica.

Unidades de Força

A Honda planeja trazer uma nova especificação em Suzuka para seu motor.

A conversa aqui é sobre potência.

Tentando fazer bonito em casa.

O plano é apresentar uma unidade mais poderosa que a da Renault no Japão.

Esperemos.

Spa-Francorchamps

As configurações dos carros para Spa deverão ser mais semelhantes aquelas
utilizadas em Silverstone.

Portanto as Flechas de Prata possuem vantagem.

Entretanto penso que com a evolução da Scuderia Italiana não veremos uma
vantagem tão gritante quanto foi na Inglaterra.

Lembre-se que houve testes nesse meio tempo.

A Red Bull fez uma escolha bem agressiva dos pneus se olharmos para suas
concorrentes.

Mesmo com a evolução não deveria ser páreo para Ferrari e Mercedes  na
Bélgica.

Talvez uma chuva para dar emoção...

Por Fim

No clima.


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Britânicas




























Retratos.

A espera.

Em casa: o herói nos braços do seu povo.

Uma família feliz de estar na Fórmula 1.

E o revés.

domingo, 9 de julho de 2017

Grazie, Boss!
























Com a palavra o comandante supremo, Sergio Marchionne.

"Nós não negociamos com Max Verstappen e muito menos estamos
interessados em Alonso para a próxima temporada."

O presidente esclarece o boato plantado pela família de Carlos Sainz Jr.
na imprensa espanhola.

Treta interna da Red Bull que fez Christian Horner e Helmut Marko
colocar o jovem em seu lugar.

A palavra sobre Alonso é reveladora.

Uma decisão que precisava ser tomada.

Mais.

Pode ser a razão das doçuras que estão saindo da boca de Ferdi sobre
a Honda no Red Bull Ring.

O Asturiano baixou o tom.

Penso que também foi enquadrado pelos japoneses que pagam seu
milionário salário.

Uma demissão sumária poderia ter sido cogitada.

"Raikkonen é um bravo que se dedica muito em seu trabalho.

Ele é necessário para vencer o Mundial de Construtores."

Marchionne colocando as coisas como ela são.

Vettel é o primeiro piloto.

Por fim a alegria das novas especificações do motor.

A Haas está testando a máquina para a Scuderia italiana na Áustria.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Pacificador
























Alguns arregalaram os olhos quando o Blog comentou sobre uma das opções
do mercado de pilotos.

Kimi Raikkonen retornar para a McLaren.

O empresário Steve Robertson sondou a equipe de Woking sobre seu line-up
para 2018.

A alternativa permanece.

O finlandês sempre foi tratado como uma joia no paddock.

Ainda em 2001, Jean Todt (então na Ferrari) já havia levantado a ficha do
piloto com Peter Sauber.

Na época, Kimi estava na Red Bull Sauber Petronas.

O desejo de Todt era garantir a qualidade dentro da Scuderia Italiana após
uma futura aposentadoria de Michael Schumacher.

História que se repete hoje com Vettel - Max Verstappen...

Entretanto a McLaren (West Mercedes) colocou mais dinheiro sobre a mesa.

Assim, por cinco temporadas, Raikkonen esteve sob a tutela de Ron Dennis.

Foram dois vice-campeonatos e nove vitórias.

A Ferrari não desistiu e voltou a carga com um contrato para cinco temporadas.

(ainda em 2005)

Ao todo, 272 milhões de dólares.

Sendo que as dois últimos anos seriam opcionais.

A McLaren retrucou e tentou prolongar o acordo com sua estrela por mais
três temporadas.

Algo em torno de 60 milhões de dólares anuais.

(repare como o dinheiro corria livre)

A Red Bull também entrou na briga.

Contando com a presença de Adrian Newey (ex-McLaren), a turma do
energético tentou seduzir Kimi com a metade do valor que havia sido
oferecido pela McLaren.

O trunfo aqui era Newey.

Kimi tinha um ótimo relacionamento com o projetista.

Mas como já sabemos, Raikkonen foi para Maranello e se tornou
campeão mundial em 2007.

Interessante.

Ainda em 2006, Kimi assinou um pré-acordo com Flavio Briatore.

O conselheiro de Fernando Alonso, já sabendo de sua ida para a Ferrari,
quis garantir para a Renault a prioridade em uma negociação caso os italianos
abrissem mão do piloto.

(veja só como a coisa funciona)

A chave aqui foi Michael..

Briatore não acreditava numa dupla Raikkonen - Schumacher.

Principalmente por ser cara demais.

Essa conversa com a Renault foi usada para solidificar o trato com a Ferrari.

Ou seja, para manter os valores bem altos ao adicionar as premiações por
vitórias e títulos.

Com um ambiente ruim após a metade de 2008, não foi surpresa Kimi sair
da Ferrari ao final de 2009.

Fernando alonso assumiria o posto.

Raikkonen recusou propostas da Renault, Toyota e Mercedes
(McLaren e time de fábrica) para permanecer na F1.

Note que ele era a primeira opção - de estrela - para ficar ao lado de
Nico Rosberg.

(Kimi foi se dedicar ao Rally e ainda se aventurou na Nascar)

Mas a Fórmula 1 não se esqueceu dele.

Houve então a volta com a Lotus.

Não existe nada mais prestigioso do que um título mundial.

Em 12 de julho de 2012, Raikkonen já havia recebido convite da Ferrari
para 2014.

Revelação que foi considerada louca na época.

clique aqui

A Lotus queria prorrogar o acordo com ele.

E a Red Bull novamente tentou...

Hoje Raikkonen ocupa uma posição secundária na Scuderia Italiana.

A diferença salarial para Vettel entrega.

Nos dias que correm, Kimi recebe 8 milhões de euros.

Quatro vezes menos que seu atual companheiro.

Uma mudança de ares talvez fizesse bem para sair da sombra de
Sebastian.

Aí entraria a McLaren.

Ainda mais com o inquieto Fernando Alonso com um pé fora da equipe.

Como eu disse, as portas para aqueles que carregam um título estão sempre
abertas.

(ah, a tragédia de Massa em Interlagos 2008...)

Sei que há muita impaciência e sentido de urgência pros lados de Woking.

Fiquei pensando.

E acho que seria ótimo para todos uma volta de Raikkonen para a McLaren.

Torço.

Pois um piloto mais pacato daria um pouco mais de tempo para a Honda.

E, principalmente, paz.



quarta-feira, 21 de junho de 2017

Clipping


























Olhando para frente.

Casa

De boa fonte, Sebastian Vettel estará na Ferrari em 2018.

De outra, que não conheço, vem a informação que Raikkonen continuaria
também.

Nova Escuderia

No último Clipping eu disse ao falar sobre a nova equipe na Fórmula 1 que
o motor Ferrari seria o escolhido.

Engano.

A conversa aqui caminha para Renault (forte) ou Mercedes.

Estranho.

Pois fui levado ao erro por conta de que é um ex-membro da Scuderia
Italiana um dos principais envolvidos na empreitada.

Lenha?

Jean Todt confirmou que a FIA recebeu uma sondagem recente sobre
um novo time.

Pink

O austríaco Lucas Auer está sendo cotado para o testes de jovens pilotos
da F1 em Hungaroring.

O sobrinho de Gerard Berger conduziria a Force India.

A adaptação deverá ser rápida.

Auer também pilota um carro rosa na DTM sob o mesmo patrocínio da
BWT que hoje também envelopa o time de Vijay Mallya.

Mais Force India

Por trás da conversa sobre a alteração do nome da equipe está um patrocinador.

Algo em torno de 30 milhões de euros anuais.

Calendário

Ímola?

Não há dinheiro.

Esqueça.

Quanto?

Equipe de fábrica.

Grande e tal.

Mas Toto Wolff esclareceu que a opção por Valtteri Bottas para o lugar
de Nico Rosberg foi facilitada porque o ex-piloto da Williams chegou com
seu patrocinador.

"O objetivo da equipe é gerar renda.

Um piloto com apoio sempre terá vantagem."

A fala de Wolff mostra um pouquinho da realidade.

Se na Mercedes é assim, imagine o resto.

Unidades de Força

O debate sobre como serão os motores da categoria máxima do automobilismo
após 2020 continuam.

A Renault acredita ter encontrado o caminho para diminuir a distância entre ela
e a dupla Ferrari / Mercedes.

E por isso os franceses clamam pela continuidade e estabilidade.

Ou seja, nada de mudanças bruscas.

A Porsche acompanha todas as discussões.

A presença dos alemães no WEC (LMP1) está garantida em 2018.

Para além, não.

Em Le Mans, Chase Carey conversou com a marca da Volkswagen.

Houve tratativas com a Toyota também.

A Liberty está tentando trazer outras opções para a Fórmula 1.

E iniciar uma nova era ao final do atual Acordo de Concorde.

Tem Contrato

A Renault deverá manter Jolyon Palmer até o final da atual temporada.

Em 2018 veremos um novo nome ao lado de Nico Hulkenberg.

Fritando

Na briga por um lugar na Toro Rosso, Daniil Kvyat e Carlos Sainz Jr.
estão com a vantagem.

As performances de Pierre Gasly na Super Fórmula decepcionam.

Gasly precisa logo mudar esse quadro.

Por fim

Baku.

Maranello não parece otimista.

Deve ser apertado?

Sim.










terça-feira, 30 de maio de 2017

Clipping





























Estou gostando.

Felipe Massa vem fazendo um campeonato mais do que digno
nesta temporada.

Preciso dizer que o carro da Williams é bem limitado.

Padece nas curvas.

Mas o piloto brasileiro tem aproveitado cada oportunidade.

Apesar de ter tido problemas com seus freios em Mônaco, usou
sua experiência para arrancar pontos da adversidade.

Teve paciência para esperar.

E Monte Carlo recompensa os longânimos.

Não sei ao certo.

Mas fico com a impressão que seu trabalho não está passando
despercebido.

Ferradura

Massa notou em Mônaco que o bólido da Ferrari rodou colado
na pista.

De forma impressionante.

A forma como a máquina da Scuderia Italiana vem tratando os
pneus é o segredo.

Observadores atentos colocam parte do mérito em Sebastian Vettel.

Enquanto muitos pilotos (e até mesmo equipes) menosprezaram os
testes da Pirelli, Seb fez questão de estar sempre presente.

No final do ano passado, Stefan Johansson já alertava sobre a falta
de interesse de outros pilotos sobre o entendimento dos novos
compostos.

Uma oportunidade desperdiçada.

Ainda mais que cada palavra dos pilotos que participaram dos
experimentos foi colhida pela Pirelli.

Lembrando que estamos falando de uma categoria em que cada
detalhe faz toda a diferença.

Veja as palavras de Marco Tronchetti Provera (Pirelli).

"Vettel sempre vinha com humildade, pronto para testar quando
os outros não estavam disponíveis.

E os resultados que estamos vendo na Ferrari são fruto do muito
trabalho apaixonado de uma equipe totalmente focada em vencer."

Outra coisa que qualquer piloto poderia ter feito é ter buscado mais
conhecimento dentro da fábrica da Pirelli.

Entretanto apenas um deles fez várias visitas a casa que constrói os
pneus da Fórmula 1.

Consegue imaginar quem foi?

Estratégia

Muitos defendem a ideia de que a Ferrari favoreceu Vettel em Mônaco.

Inclusive Lewis Hamilton.

Toto Wolff duvida.

Até porque ninguém sabia como os compostos supermacios iriam
se comportar naquelas condições.

O que eu acho?

Se existiu realmente um plano elaborado pelos italianos foi o pior
do mundo.

Pois obrigar o seu maior candidato ao título forçar o carro ao máximo
(com pneus castigados após 40 voltas) numa pista que se passa a meio
centímetro do guard rail não é uma coisa muito inteligente, certo?

Rumo

A Mercedes quer acertar o novo contrato de Lewis Hamilton o mais
rápido possível.

Assim o compromisso que terminaria em 2018 deverá ser estendido.

Depois do caso Rosberg, os alemães não querem mais surpresas no
seu planejamento.

Perez Amarelo

Após parte da equipe estar dividida quanto a opção de lutar por
Fernando Alonso, a Renault passou a trabalhar para contar com
Sergio Perez.

Além de ser um time de fábrica, a Renault pode pagar um salário
bem mais alto do que a Force India.

E está usando tais atrativos para seduzir o mexicano e seus
patrocinadores a trocarem de lado.

Nico Hulkenberg segue seguro.

Kimi quer Mais

Interessante ver o adversário tentar plantar discórdia.

Nas próximas etapas veremos a postura de Raikkonen.

O objetivo é continuar onde está.

De qualquer maneira, o empresário Steve Robertson vem sondando
outras opções nos últimos meses.

E já foi visto conversando até atrás das linhas inimigas.

Porém Valtteri Bottas me parece muito seguro em sua posição.


















domingo, 16 de abril de 2017

Bahrein - 2017

























Rádio.

"Yes guys!

Buona Pasqua, grazie mille, la macchina è stata un piacere oggi!

Woohoo"

Uma vitória maiúscula.

Novamente Sebastian Vettel e sua Ferrari mostraram sua força.

Corrida emocionante.

Ainda durante os treinos livres de sexta-feira a Scuderia Italiana percebeu
que não estava longe de ser vitoriosa no domingo.

Sim.

Houve dificuldades no sábado.

Mas o time italiano já detectou que a resposta está com a Shell para fechar
a lacuna e buscar a primeira pole.

Valtteri Bottas foi brilhante na classificação.

Porém sua corrida foi difícil.

E ter que aturar ordens de equipe quando se sonha com a vitória foi um golpe.

Seu semblante no pódio denunciava.

Conquistou pontos importantes.

Digo, pontos com a Mercedes.

E Bottas pode crescer muito ainda em 2017.

A largada de Vettel foi fundamental.

Quebrar as flechas de prata ao meio era parte do plano.

Depois veio a opressão sobre Valtteri.

Troca.

Não havia tempo a perder.

Vettel ultrapassou Perez, Sainz e Hulkenberg em uma volta!

Safety-Car.

Mercedes nos pits.

Hamilton reconheceu seu erro.

Reduziu para 57 km/h e aumentou de forma brusca para 75 km/h.

E os vermelhos estavam na frente.

O final foi tenso.

Lewis com pneus mais novos tentando como um leão alcançar Seb.

Tenso para os que não sabiam dos dados.

"Eu tinha reserva."

Revela o vencedor.

"Sem preocupação. Ele apenas administrou o final."

Completa Binotto.

"Eles estão muito rápidos. O desafio será difícil."

Afirmou Hamilton.

Os outros?

Foi bom ver Grosjean nos pontos.

Como demora a aquecer os pneus essa Red Bull!

Ricciardo sofreu.

Massa colocou a Williams perto da Force India.

Entretanto ele precisa da ajuda de Stroll.

Alonso continua impressionando com a McLaren nas curvas.

Se continuar assim, Bottas e Raikkonen serão decisivos para definir
o mundial de construtores.

E espero que continue.






domingo, 9 de abril de 2017

China - 2017


























Foi uma corrida maravilhosa.

Com ultrapassagens duras e reveladoras.

Ao final houve o triunfo de Lewis Hamilton.

O piloto inglês fez o que se espera dele.

Após perder o título do ano passado, as distrações parecem ter sido deixadas
de lado.

Como comenta Briatore.

"Ao tentar ser DJ, deixou o mundo escapar (para Rosberg)"

A dedicação (muita) no simulador da Mercedes trouxe bons frutos.

Não há margem para equívocos.

Lewis reconhece.

"Sebastian é incrivelmente rápido.

Ele me empurra até o limite.

Vitórias contra ele valem mais porque eu não posso errar."

Com a bandeirada final, o time das Flechas de Prata conseguiu respirar.

"Estou aliviado", disse Lauda.

A Ferrari, apesar dos infortúnios, demonstrou força mais uma vez.

Reconhecendo ter problemas, Raikkonen poderia ter facilitado para Vettel.

Sebastian entendeu a senha vinda do box.

Numa mensagem a equipe queria saber se deveria haver ordens ou não.

Cifrada.

Entretanto ele não deixou que houvesse intromissão.

(preservou o bom relacionamento)

A dificuldade se deu para encontrar um brecha entre Kimi e Ricciardo.

Depois nem foi preciso caçar Verstappen por conta do erro do holandês.

(Max que vinha fazendo uma prova brilhante)

Vettel chegou em segundo, porém parecia ter vencido.

Há motivos para tal impressão.

Constatamos ao ouvir o piloto alemão conversar com o restante da Scuderia.

"Nós somos mais rápidos!"

Devido a muito trabalho, digo.

Antonio Fuoco, Charles Leclerc e Antonio Giovinazzi praticamente dormem
no simulador de Maranello.

E dessa forma ajudam Sebastian a não deixar a máquina parada na busca
por soluções.

Filosofia de vitória.

Valtteri Bottas cometeu um erro terrível.

Precisa se recuperar logo para o mal ser esquecido.

É muita responsabilidade.

Toto Wolff ainda culpa a ausência de Nico Rosberg por parte das dificuldades
enfrentadas pela Mercedes.

Atenção.

Fernando Alonso é um grande piloto.

Mas a McLaren Honda não é a desgraça que pintaram.

Falta confiabilidade e está longe de brigar com Ferrari e Mercedes.

Só que está fazendo frente a Hass, Force India, Williams e Renault.

Com um olhar aguçado, Bob Fernley (Force India) admite que o carro laranja
está no bolo.

Cheio de problemas como os outros.

(Williams é um bólido desequilibrado, a Renault frágil e por aí vai...)

Assim.

Eu digo que meu time de Futebol é horrível.

Se eu marcar um gol, serei gênio.

Ou (em espanhol) Más grande de todos...

Entendeu?

Lamento que nada tenha dado certo para Romain Grosjean.

(apesar das belas ultrapassagens)

A Haas pode muito ainda.

Kevin Magnussen aproveitou a oportunidade e marcou seus pontos.

Esteban Ocon (que também marcou, outra vez) e Sergio Perez formam uma
dupla guerreira no grid.

Bom para Force India.

E a Toro Rosso vai bem, obrigado.

Hulkenberg e Palmer não conseguiram levar a Renault até os pontos.

Zero, por enquanto.

Giovinazzi, Stroll.

Essa nova Fórmula 1 castiga os novatos.

Eles aprendem.

Sergio Marchionne (Ferrari) fala em "dar tempo aos jovens."

Também diz que "se Vettel está feliz, somos todos felizes."

E que "Raikkonen (na corrida na China) parecia ter outros compromissos..."

Frittura.

























quinta-feira, 6 de abril de 2017

Clipping



















































"Pode ficar tranquilo.

Se precisar, o Bottas vai te ajudar, OK?"

O Império Conta-Ataca

A etapa chinesa tem a cara da Mercedes.

As retas mais longas devem favorecer a maior distância entre eixos
das Flechas de Prata.

Mas a Mercedes precisa exibir um equilíbrio melhor.

Lewis Hamilton sofreu muito na Austrália por conta disso.

Duros

Os novos carros são difíceis.

A fala ofegante de alguns pilotos no rádio durante a prova de Albert
Park demonstrou isso.

Mão Amiga

Na briga pelo campeonato a Ferrari conta com um aliado de peso.

A alemã Mahle.

A empresa de Stuttgart está diretamente ligada ao desempenho e a
confiabilidade da nova unidade de força que move a poderosa SF70H.

A parceira desenvolveu novas patentes e colocou em ação soluções
inovadoras para a temporada de 2017.

A Scuderia Italiana não veio para brincar.

Olhos atentos consideram o motor que move Gina o mais potente
do grid.

Opinião

Interessante saber o que pensam aqueles que já estiveram dentro da
categoria máxima do automobilismo.

Gerhard Berger acha que a Mercedes ainda é o melhor bólido.

Entretanto ele ressalta que a Ferrari está perto o suficiente para que
Sebastian Vettel possa fazer a diferença.

"O carro foi feito para ele."

Mark Webber, que cravou a vitória do ex-companheiro de Red Bull
na Austrália, diz que cuidar dos pneus é especialidade de Sebastian.

E mesmo que a Ferrari seja derrotada na China, no Bahrein ela voltará
com tudo devido as altas temperaturas e a sobrecarga na parte de trás
dos carros.

Completando o pensamento de Webber, o projetista Mauro Forghieri,
acrescenta.

"Maranello fez um excelente trabalho, especialmente na suspensão
traseira."

Disse Não

Antes do adeus.

Bernie Ecclestone confirmou que dispensou um acordo que colocaria
o Vietnã no calendário da categoria máxima do automobilismo.

Com valores acima de 370 milhões de dólares, o contrato de 10 anos
estava pronto.

A nação asiática queria com isso promover seu turismo e sua indústria.

Interessante.

Com mais de 90 milhões de habitantes e um mercado consumidor bem
interessante, a Heineken era a mais entusiasmada com a ideia que não
vingou.

A Igualdade é Branca

A Renault segue um plano de desenvolvimento no qual avança aos
poucos.

Buscando confiança e experiência.

O objetivo é começar 2018 brigando pelas primeiras colocações.

Quem sabe com um piloto mais...

Ondas na Superfície

Antonio Giovinazzi não sai da mídia.

O piloto italiano provoca a imaginação.

A esperança é ter outra sensação como Max Verstappen.

Quem está atento a tudo é Marcus Ericsson.

O titular da Sauber parece querer dar um resposta aos saltos de
Giovinazzi no seu quintal.

Mais.

Uma informação nova sempre pode mudar a tendência.

Anotem que Sergio Marchionne (diretor executivo da Ferrari) ama
a promessa italiana.

Outra.

Kimi Raikkonen quer permanecer mais tempo na F1.

Basta alguma equipe procurar seus serviços.

Mais ainda.

Vettel será piloto da Mercedes em 2018, se quiser.

E por último.

Ainda ouço sobre Rosberg vestir vermelho.

As portas estão abertas.

(plano B para Vettel?)

Se quiser também, claro.

terça-feira, 28 de março de 2017

Clipping




























Imagem feita em Le Mans.

1967.

Motores e Afins

As pessoas, vendo o drama da Honda, questionaram se não teria sido possível
a marca japonesa copiar o modelo da unidade de força da Mercedes que
trabalhava nos carros da McLaren ao invés de adotar um conceito original

A resposta é não.

A relação entre as fabricantes e suas clientes é muito peculiar.

Primeiro que todos os componentes e peças da unidade de força são construídos
dentro das fábricas.

Brixworth (Mercedes), Maranello (Ferrari) e Viry-Chatillon (Renault).

As equipes que resolvem adquirir uma dessas unidades recebem os desenhos
e especificações assim que o projeto para o ano seguinte é concluído.

Nesse instante cada cliente pode então ajustar seus carros para envelopar
o motor.

Repare a vantagem das fabricantes.

Elas constroem seus bólidos numa interação única.

Numa interdependência entre a aerodinâmica e a unidade de força.

Já as clientes fazem na verdade adaptações em seus chassis.

Geralmente as escuderias clientes só recebem suas unidade de força na
pista.

A cada final de semana.

Todos os motores tem o mesmo design (time principal e clientes).

O software que regula as especificações de limite de funcionamento do motor
também é igual para todos.

Isso determina quantas voltas podem ser feitas em cada modo do motor e
define as margens operacionais de segurança.

Interessante que durante um final de semana de GP, a empresa responsável
pelos fluidos e combustível monitora o tempo todo o desempenho tanto da
equipe principal como das clientes.

Centenas de amostras são recolhidas pelos técnicos durante os dias de testes,
qualifying e corrida.

Tudo isso ajuda entender o desgaste do motor e traçar os limites operacionais.

Ao término de cada etapa todas as unidades de força (time principal e clientes)
são inspecionadas e seladas.

Dependendo do tempo elas retornam para a fábrica ou são enviadas para a
próxima sede de GP.

(veja a dificuldade em se tentar roubar um projeto)

A interação entre as informações do time principal e as clientes ajuda a melhorar
o desempenho.

Daí se percebe a importância de se ter clientes.

Mais informação.

Assim a chance de se tomar as melhores decisões aumentam.

Fumaça e Fogo

Durante os testes de Barcelona a Red Bull acusou a Mercedes de usar óleos no
combustível para melhorar o rendimento do motor.

Como as unidades de força da Fórmula 1 funcionam num sistema fechado, a
possibilidade de utilizar óleo como combustível aumentou.

Isso violaria as regras que limitam os produtos químicos que podem ser utilizados
para alimentar os motores.

A Mercedes negou que houvesse feito tal ação.

E Toto Wolff declarou que a Time dos Energéticos estaria vendo fantasmas.

Pois bem.

No paddock de Albert Park ficou claro que a fonte da informação utilizada
pela Red Bull foram técnicos e engenheiros que trocaram a Mercedes por
outras equipes nos últimos anos.

Repare que as fontes estão no plural.

Ninguém mais duvida que a prática era corriqueira na Mercedes durante a
classificação.

Com a denúncia, as diferenças entre os tempos de largada não deverão ser
mais tão gritantes.

Formiga e Cigarra

Niki Lauda sempre teve obsessão pela perfeição em seu trabalho quando
era piloto.

Cuidava do físico numa época em que poucos pensavam nisso.

Perseguia o detalhe.

Não havia vitória sem esforço, sem testar de forma exaustiva.

Ao olhar Kimi Raikkonen na Austrália, o velho homem não se conteve.

"Veja como está comodamente sentado com seus óculos de sol.

Não há uma gota de suor!"



Fiquei com pena do Ricciardo e seus problemas.

Cruel acontecer essas coisas em casa.

Também cortou o coração o abandono de Romain Grosjean.

Fez uma bela classificação (a frente da Williams) e chegaria fácil nos pontos.

Lance Stroll

Calma.

Trocas

A cada dia ferve mais o caldeirão McLaren / Honda.

Não importando as melhorias, algumas vozes importantes já dão o ano
de 2017 como perdido.

Yusuke Hasegawa reconhece a pressão da equipe e dos pilotos.

Um acordo poderia estar sendo costurado.

Veja algumas informações.

Primeira.

A McLaren poderia romper o contrato e indenizar os japoneses.

Com isso a Honda desembarcaria na Sauber.

E a escuderia de Woking novamente utilizaria os motores Mercedes.

Niki Lauda (contra) e Toto Wolff (a favor) parecem ainda discordar.

Segunda.

Force India (conversas mais adiantadas) e Williams (no início ainda) poderiam
trocar a unidade de força da Mercedes pela Honda.

Terceira.

(essa só aqui)

Surpreendentemente, a McLaren já sentou na mesa com a Renault.

Vamos ver o que vai sair desse balaio de gatos.

Colando Cacos

Interessante.

Na Austrália houve uma reaproximação entre Jos Verstappen e Toto Wolff.

Max foi um sonho que acabou para o contrariado chefe da Mercedes.

Nas tratativas, a opção de Verstappen pela Red Bull deixou mágoas.

Como eu disse, interessante.

Ultrapassagens

Na China deverá ser mais fácil, não?





















domingo, 26 de março de 2017

Austrália - 2017




























A vitória de Sebastian Vettel em Albert Park foi marcante.

Pelos tempos esquecidos.

Apagados.

Quando foi que a Ferrari havia ganho na Austrália?

E chegado ao triunfo numa primeira etapa de campeonato?

Alguém se lembrava da última vitória?

Tudo foi renovado.

A história começou a ser escrita após a classificação do sábado.

Na Scuderia Italiana estavam todos inconformados.

Lewis Hamilton não deveria estar no topo da lista.

A noite chegou.

Pouca movimentação.

Apenas a segurança e alguns gatos pingados permaneciam no palco da corrida.

Quem esteve por lá naquele momento testemunhou Vettel deixando Albert Park.

O último.

O trabalho precisava ser concluído para o domingo ser brilhante.

A primeira oportunidade viria no momento em que as luzes vermelhas se
apagassem.

Entretanto Hamilton fez o que se espera de um grande piloto.

E não cometeu erros.

Começou assim o segundo ato.

A perseguição.

Lewis seguiu seguro e firme.

Vettel, muito rápido, não deixou o adversário desgarrar.

Valtteri Bottas e Kimi Raikkonen, principalmente o segundo, tinham dificuldades
para acompanhar.

A Mercedes percebeu que o carro vermelho confirmava seus cálculos.

A nova máquina italiana era fortíssima.

(os recursos extras - centenas de milhões de dólares a mais - foram bem gastos)

Assim a situação começou a ficar arriscada.

A telemetria indicava que os pneus do bólido de Hamilton não aguentariam
tal pressão.

Uma parada se fez necessária para tentar equilibrar o jogo.

Sebastian passou reto por uma, duas, três voltas.

Terceiro ato.

Quando finalmente saiu do box, não havia mais nada a sua frente.

Toto Wolff tentou quebrar a mesa com seu punho.

O carro de Vettel se entendeu com os novos compostos.

A troca também fez bem para Bottas e Raikkonen e ainda fez surgir uma
Red Bull, de Max Verstappen, no horizonte.

Para Lewis foi um desastre.

Sua flecha de prata rejeitou a nova borracha.

Após a corrida, Wolff admitiu a dificuldade de lidar com o atual produto
da Pirelli.

Por outro lado a Ferrari de Vettel pedia mais.

Monstro.

Venceu.

Com uma diferença de mais de 20 segundos sobre Raikkonen.

Marcando território sobre o amigo.

Entre as dificuldades, Kimi teve que economizar combustível.

A Mercedes acusou o golpe.

Pela primeira vez, após três temporadas dominantes, precisou andar no
limite o tempo todo.

Na ponta da faca.

Sem a segurança da vantagem de um ou dois segundos sobre seus inimigos.

Quando sempre poupava tudo.

Sem riscos.

Os problemas não são mais exclusivamente internos.

O inimigo agora é outro.

Faminto e perigoso.

Novos tempos que pedem uma adaptação urgente.

A próxima etapa na China tende a favorecer os longos carros de Bottas
e Lewis.

(e que bom trabalho fez o substituto de Nico Rosberg!)

O campeonato é uma maratona.

Vamos ver se Rory Byrne, Simone Resta, Mattia Binotto, Enrico Cardile e
Lorenzo Sassi vão conseguir continuar desenvolvendo o poderoso SF70H.

Do outro lado, James Allison e Aldo Costa tentarão demolir sua antiga casa.

A corrida armamentista já começou.

Não dá pra imaginar quem irá vencer.

Mas estou gostando.

Muito.








sábado, 25 de fevereiro de 2017

Ferrari


























Vamos ao que interessa.

A Scuderia Italiana trouxe para a luz a novíssima SF70-H.

De forma discreta.

Sem estardalhaço.

Uma primeira versão curta (!!!).

Comparada com a Mercedes.

E até mesmo com a Renault.

Falo da distância entre os eixos.

Existe outra ideia bem mais longa guardada.

Vettel e Raikkonen puderam experimentar a máquina.

As condições não eram ideiais.

Pneus Pirelii de demonstração.

Asfalto gelado.

Úmido.

Kimi acelerou um pouco e ficou apenas a dois segundos do recorde de Fiorano.

De Michael Schumacher (2004), claro.

Impressionante.