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sexta-feira, 19 de junho de 2020
terça-feira, 9 de junho de 2020
Ar Quente
Bom dia a todos.
Uma coisa que eu gosto é o tal do balão.
O francês Alain Prost com sua McLaren Porsche no Rio de Janeiro.
Jacarepaguá. 1985.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 5 de junho de 2020
Paternidade
Num espaço de discussões no Facebook apareceu o tema.
Quem é o pai dos aquecedores de pneus?
A cultura popular aponta Nelson Piquet.
Outro dia fiz um post aqui que trouxe dúvidas.
A foto em que aparece a McLaren de Emerson Fittipaldi com cobertores nos pneus.
A data: setembro de 1974.
Mosport Park.
Mas qual é a história disso?
Começa ainda na sexta-feira, durante os treinos para a prova.
Fazia muito frio.
Fittipaldi havia discutido com a equipe o problema do aquecimento dos pneus.
A solução veio com Teddy Mayer.
O cara improvisou um forno!
Mandou comprar um aquecedor a gás.
O troço aquecia os pneus dentro de uma caixa de madeira.
Tudo construído pelos mecânicos da McLaren.
O plano foi colocado em prática no domingo.
Três horas antes do inicio da corrida.
O sigilo era total.
Não queriam que nenhuma outra equipe percebesse a manobra.
No warm-up, Emerson chegou a sair com os pneus frios.
Faltando duas horas para a largada a Ferrari descobriu o segredo.
Desespero!
Tentaram até solucionar o problema.
Os italianos colocaram seus pneus dentro de dois carros e ligaram os aquecedores.
Claro que não deu certo.
Os pneus foram colocados sem a temperatura adequada nos carros de
Niki Lauda e Clay Regazzoni.
O frio era intenso.
Por isso, mesmo após a volta da apresentação, a McLaren cobriu
seus pneus com cobertores.
Daí a foto...
O relato é da época.
Do próprio Emerson Fittipaldi.
O vencedor da prova.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 29 de maio de 2020
James Hunt
Festas.
Mulheres.
Álcool.
Cigarro.
Aquele que vomitava de tensão antes de cada Grande Prêmio.
São essas coisas que passam na cabeça das pessoas ao se falar sobre James Hunt.
Mas não foi isso?
Foi.
Mas houve a sorte também.
Sorte de escapar de diversos acidentes.
Até em um lago ele caiu durante uma prova da Fórmula Ford.
Saiu facilmente do carro.
O cinto de segurança não era sua prioridade.
Mais?
Sorte de encontrar um Mecenas das Pistas.
Lord Hesketh era exatamente isso.
Mesmo que os resultados demorassem a aparecer.
A aventura iniciada na tediosa F2 logo chegaria à Fórmula 1.
E o improvável aconteceu.
1975.
Em Zandvoort, Hunt terminou em primeiro com o carro branco.
Porém a fonte de dinheiro secou.
E Hunt parecia que estava sem futuro.
Mas a sorte cuidaria de tudo.
Não abandonaria assim o piloto inglês.
Para espanto de todos Emerson Fittipaldi deixou a McLaren para seguir sua
própria sorte.
Sorte?
Eu não disse que ela estava ao lado de Hunt?
O piloto festeiro passou então a ocupar o cockpit vago na equipe de Teddy Mayer.
1976.
O duelo entre Ferrari e McLaren prometia.
Mas Niki Lauda estava impossível.
Nas nove primeiras etapas foram 5 vitórias, 2 segundos lugares e 1 terceiro.
Hunt precisaria de muita sorte para ser campeão.
Isso.
Sorte.
Em Nurburgring, Lauda sofreu o terrível acidente.
Hunt venceu.
E repetiu a dose na Holanda, no Canadá e nos Estados Unidos.
Lauda retornou do mundo dos desenganados.
No Japão, palco da última etapa, apenas 3 pontos separavam os dois pilotos.
A sorte fez chover.
Muito.
Lauda abandonou.
Tudo ainda estava fresco.
Recente demais.
O acidente na Alemanha havia mudado sua vida.
Ninguém enxergava nada no circuito de Fuji.
Hunt estava mais nervoso do que nunca.
Ainda mais que a sorte decidiu mostrar que ela estava no comando.
Faltando dez voltas o pneu da McLaren furou.
Ao sair dos boxes o inglês estava na nona colocação.
Sem ver direito ele ultrapassou todas as manchas na pista.
A corrida terminou.
James Hunt se tornou o novo campeão mundial.
Ele não saudou a sorte.
Mesmo assim ela ainda insistiu.
E ainda lhe deu de presente três vitórias no ano seguinte.
Porém nessa mesma temporada Hunt decidiu abandonar tudo.
A sorte continuou na Fórmula 1.
Decidindo destinos.
Observando de longe James Hunt.
Um de seus escolhidos.
Em 14 de junho de 1993 ela resolveu visitar o ex-piloto em sua casa.
Uma última vez.
Apenas para dizer adeus.
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Humberto Corradi
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terça-feira, 26 de maio de 2020
Clipping
Um Clipping!
Fazia tempo...
Mão
Uma pequena história.
Financeira.
Quando a Mercedes abriu negociações salariais para que
Lewis Hamilton se mudasse de Woking em 2012, a coisa
esbarrou nos valores.
Eram 34 milhões de euros.
Muito.
A Petronas ajudou.
A petroleira malasiana contribuiu com uma parte.
6 milhões.
Lembrando que os alemães bancavam o salário do piloto
inglês em seus tempos de McLaren.
Perguntar não ofende
Falando nisso.
Em dezembro de 2019 a Ferrari encerrou as tratativas com
Hamilton para ele ocupar o lugar de Sebastian Vettel.
Só depois confirmou com Carlos Sainz Jr.
El Dinero
A ida de Sainz Jr. para a Ferrari movimenta o mercado
televisivo espanhol.
Briga feia entre a Movistar e a DAZN.
Carlos assinou um contrato de dois anos com a Scuderia
Italiana.
Os vencimentos?
Serão 6 milhões de euros na primeira temporada e 7,5 milhões
na segunda.
Seu patrocinador, Estrella Galicia, vai acompanhá-lo.
Serão 3 milhões de euros para colocar seu nome na Ferrari.
(provavelmente no capacete)
Vettel e a Mercedes
Assim.
2021.
Toto Wolff diz que o quer:
Hamilton / Russell.
A Daimler (dona da Mercedes) fala em:
Hamilton / Vettel
Fazendo muitas estimativas com o marketing da coisa.
Decisão só daqui dois meses.
Quem?
Valtteri Bottas?
Ninguém fala mais nele.
Se ele for campeão em 2020??
Vocês perguntam cada coisa...
Dificuldades Financeiras
A McLaren e a Renault estão fazendo contas.
Os ingleses demitem e colocam carros lendários e seus
imóveis em garantias para empréstimos.
Já os franceses contam com o socorro estatal.
Trocas e Mudanças
No início de 2018, Daniel Ricciardo pediu 20 milhões
de euros para renovar com a Red Bull.
O Time dos Energéticos disse não.
Sabendo que o australiano estava no mercado, a McLaren
ofereceu o valor desejado pelo piloto.
Mas a performance do carro laranja não empolgou o aussie.
A Renault entrou na jogada.
Entregou a pedida salarial com mais dois bônus.
Se fosse campeão, o piloto receberia mais 5 milhões de euros.
E se a escuderia alcançasse o quarto lugar no Mundial de
Construtores, outros 5 milhões de euros.
No início deste ano houve uma discussão sobre redução nos
valores do acordo.
Ricciardo não gostou.
A presença de Esteban Ocon também lhe deixou incomodado.
A gente sempre sente a mudança nos ventos futuros.
(pra você entender: Ocon é o Leclerc e Ricciardo é o Vettel...)
Só que o nobre Carlos Sainz Jr. já havia avisado seu chefe na
McLaren que iria se mudar para Maranello.
Então Zack Brown chamou Ricciardo para tomar um chá.
Daniel confirmou seu acordo com a McLaren.
Dois mais um.
2021 e 2022 (podendo ser estendido para 2023).
Salário de 10 milhões de euros.
Com um extra de 400 mil euros por ponto alcançado.
E um bônus de 1 milhão em caso de vitória.
Ah, sim.
E o status de primeiro piloto.
Por Fim
Faz tempo que a Ferrari já sabia (procurou Lewis).
Faz tempo que a McLaren já sabia (procurou Ricciardo).
OK.
E você acha que Sebastian Vettel não sabe seu destino?
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 18 de maio de 2020
A Grana de David Coulthard
David Coulthard sempre foi para mim uma figura curiosa na Fórmula 1.
Valorizado, apesar de não fazer mal à ninguém.
Tá, e quanto será que o cara faturou na categoria?
Vem comigo.
Em sua primeira temporada na Fórmula 1, o piloto escocês conseguiu que Frank
Williams lhe pagasse 570 mil Euros.
Porém o talento do rapaz logo despertou a cobiça de Ron Dennis.
E na temporada seguinte, o namorado da Barbie desembarcaria em Woking.
OK.
Mas a McLaren teve que deixar 2,5 milhões de Euros nos cofres da Williams pelo
rompimento contratual.
Um lucro.
Assim de 1996 até 2004, Couthard defendeu a escuderia por onde passaram Ayrton
Senna, Niki Lauda e Alain Prost.
Nesse período, a McLaren para contar com seus serviços, pagou ao todo 39 milhões
de Euros.
Em 2005 Coulthard decidiu se mudar para um time mais midiático.
A noviça Red Bull.
Ali o cara ganhou dinheiro.
Por apenas quatro anos o pessoal do energético deixou Coulthard 37 milhões de
Euros mais rico.
Quase o mesmo valor das nove temporadas em que esteve sob a batuta de Ron
Dennis.
Somando tudo temos algo próximo de 77 milhões de Euros.
Lembrando que estamos falando apenas dos salários e que os valores estão
atualizados.
Tá bom, não?
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Humberto Corradi
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Propaganda
A Fórmula 1 dentro de casa.
Muto legal.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 13 de maio de 2020
James
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Humberto Corradi
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terça-feira, 5 de maio de 2020
Esforço
Final de 1990.
Primeira temporada de Gerhard Berger na McLaren.
O piloto austríaco assistiu seu companheiro ser campeão de forma absoluta.
A falta de vitórias o deixou inconformado.
Ele sentia que poderia ser melhor que aquilo.
Tinha capacidade.
Resolveu então trabalhar duro.
Diferente de Senna, abriu mão de suas férias.
Praticamente se mudou para Woking, sede da equipe.
Procurou melhorar seu condicionamento físico.
E foi para a pista.
Sessões e mais sessões de treinos.
Parecia um leão.
Incansável.
Veio a primeira etapa da temporada de 1991.
Phoenix, nos Estados Unidos.
Berger estava preparado.
Não só na parte física mas também mentalmente.
Chegava a hora da verdade.
O qualifying.
Era o momento de colher os frutos de seu esforço.
O final da classificação foi inacreditável.
O que era aquilo?
Senna fez a pole position.
E colocou 2,5 segundos no companheiro.
Um monstro.
O austríaco parecia ter levado um soco bem no meio da cara.
Não acreditava.
Ficou atordoado.
Sem rumo.
Suas palavras são reveladoras.
"Levei quatro ou cinco corridas para me recuperar..."
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 15 de abril de 2020
Pequenas Passagens
Interessante como os pilotos precisam tomar importantes decisões tão cedo
em suas carreiras.
Escolhas que podem definir se terão sucesso ou não nas pistas.
Lewis Hamilton teve que passar por isso pouco mais de uma década atrás.
2005.
Um ano antes (2004) Frank Williams já havia tentado trazer o jovem talento
para a Fórmula 1.
Uma joia.
Novo, inglês e ainda seria o primeiro piloto negro da categoria.
História, mídia e talento num pacote só.
Entretanto Williams falhou ao tentar convencer a BMW em bancar a aposta.
Apesar disso os alemães grifaram o nome do menino e passaram a acompanhar
mais atentamente seus passos.
Quando Lewis venceu o Europeu de Fórmula 3, ninguém tinha mais dúvidas
que havia um belo futuro ali.
A BMW, que no ano seguinte (2006) assumiria a Sauber, então finalmente
fez sua proposta.
O convite era pra que Hamilton se tornasse piloto de testes da nova escuderia.
Lewis recusou a parceria.
(que acabaria nas mãos de Robert Kubica)
Pouco tempo depois ele e seu pai firmaram um acordo com a McLaren.
Acordo que previa um lugar de titular na categoria máxima do automobilismo
em 2007.
Importante lembrar que na mesma época do contrato do piloto inglês, Ron Dennis
havia conseguido fechar com Fernando Alonso também para 2007!
Contando ainda com Kimi Raikkonen e Juan Pablo Montoya, a McLaren se viu
com um problema.
Quem sairia para dar lugar a Hamilton?
A solução foi elaborar um plano B.
Ron Dennis começou a trabalhar para trazer uma nova equipe para a Fórmula 1.
A Direxiv da GP2.
Assim as obrigações contratuais da McLaren com Hamilton seriam cumpridas.
A coisa foi evoluindo e a ideia era ter Pedro de La Rosa ou Gary Paffett como um
dos companheiros do novato.
Mas a perda do principal patrocinador da Direxiv (a japonesa Akiyama) colocou
um fim no projeto.
Flavio Briatore (Renault e maior conselheiro de Alonso) foi procurado.
Mas não se moveu a respeito do caso.
Sabendo que Ron Dennis procurava um encaixe para Lewis, o paddock se
agitou.
A Spyker tentou vender um cockpit por uma fábula de dinheiro e ouviu
um não.
A turma dos energéticos também encostou e ofereceu uma saída.
Um contrato de três temporadas: um ano na Toro Rosso e dois na Red Bull.
Com a possibilidade da McLaren resgatar Hamilton para suas fileiras a qualquer
momento durante a vigência do acordo.
Ron Dennis não respondeu.
E esperou.
(o big boss da McLaren muitas vezes me parece ter dificuldade com mudanças)
E o tempo solucionou tudo.
As coisas acabaram se resolvendo com a ida de Raikkonen para a Ferrari e a
(previsível) saída de Montoya para a Nascar.
Assim, finalmente, o dream team estava formado o pronto para grandes realizações
em 2007...
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Humberto Corradi
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terça-feira, 10 de março de 2020
Pequenas Passagens
Monza.
1987.
Coletiva de imprensa para apresentação do time da McLaren.
Ron Dennis poderia ter resumido bem o discurso.
Poucas palavras bastariam.
Talvez algo assim:
"Reunimos vocês aqui para avisar que nós venceremos tudo nos próximos anos.
Obrigado."
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 18 de outubro de 2019
BPR
Bom dia a todos.
Olha aí as preciosidades enviadas pelo amigo Fernando via mail.
As fotos da passagem da BPR por Curitiba em dezembro de 1996.
Pra quem não sabe a BPR Global GT Series foi a categoria predecessora da atual
FIA GT.
Destaque para os brasileiros Nelson Piquet, que foi parceiro de Johnny Ceccoto,
e pro veloz Maurizio Sandro Sala.
Valeu demais Fernando!
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 1 de agosto de 2019
Asinha
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Humberto Corradi
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sábado, 4 de agosto de 2018
Lauda
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 20 de junho de 2018
Red Bull, Honda e McLaren
Você já sabe da confirmação do acordo entre Red Bull e Honda.
Mas talvez existam coisas que não são do conhecimento de todos.
O contrato é por quatro temporadas.
Dois anos com uma opção para mais dois anos.
A unidade de força japonesa já entrega tanta potência quanto
a da Renault.
A Honda cresce hoje sob o olhar de Mario Ilien e o chefe de engenharia
Axel Wendorff.
Este último contratado entre as fileiras da Mercedes.
Entre motores e dinheiro vivo, os japoneses colocarão 300 milhões de euros
por ano na casa dos energéticos (Red Bull / Toro Rosso).
Sem nomear o motor, a Aston Martin continuará como patrocinadora.
A McLaren?
Perdeu a grana e deixou de ser uma equipe de fábrica.
Porém o fato de atender todos os desejos de Fernando Alonso deve estar
compensando tudo, não?
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Emiradenses
Retratos.
Cenário espetacular.
As habitações locais.
O pensamento em 2018.
E uma alegre despedida para todos. (para todos...)
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Clipping
História pura.
México.
1965.
Quem Fica?
Existem dois lugares para 2018 sendo disputados na Fórmula 1.
Um é o de companheiro de Lance Stroll na Williams.
O outro é na Toro Rosso.
Já que Pierre Gasly é nome certo no time de Faenza.
Na Williams aconteceram os testes de Robert Kubica.
Fique sabendo que o polonês não foi tão bem assim.
Paul di Resta estava lá para servir de referência.
E não é que o primo de Dario Franchitti obteve tempos melhores!
Claro que Kubica e di Resta rodaram em dias diferentes, mas não deixa
de ser surpreendente o resultado.
Paul di Resta tem chance?
O britânico está fazendo de tudo para conseguir a vaga.
Nos bastidores anda colado com a turma do Lance Stroll.
Marcação cerrada.
Tipo assim: estamos juntos...
Kubica parece ter um patrocinador no bolso.
Massa?
É coisa nossa.
A vantagem do brasileiro é ser da casa.
Um bom resultado no México, ajudaria.
O brasileiro duvida da capacidade de Robert Kubica e Paul di Resta em
cumprir as metas da Williams.
Pascal Wehrlein está no canto esperando que alguém olhe para ele.
Mas apareceram umas novidades.
Daniil Kvyat não tem mais futuro na família Red Bull.
O cara que quebrou o recorde de Vettel como piloto mais novo a pontuar
em um Grande Prêmio e foi eleito o rookie of de year na temporada de
2014.
O russo tem contra si o problema da idade (propaganda Martini).
Mas possui 15 milhões (euros) de qualidades segundo seus apoiadores.
E, quem sabe, (preciso dizer) Nico Rosberg não queira se divertir outra vez...
Nos lados da Toro Rosso, Brendon Hartley caiu nas graças de Helmut Marko.
Marko considerou o vencedor de Le Mans constante e de fácil trato com os
engenheiros.
O neozelandês se tornou favorito para o lugar disponível.
Programa
Quem está de volta é o nosso amigo Alfonso Celis Jr.
Ele aparecerá nos treinos livre do México conduzindo pela Force India.
(carro de Ocon)
Outros que também farão a festa são Sean Gelael (pela Toro Rosso), Antonio
Giovinazzi (pela Haas) e Charles Leclerc (pela Sauber).
Outro Americano
Michael está interessado na categoria máxima do automobilismo.
A ideia de se criar uma nova equipe não é devaneio.
Entretanto o filho de Mario Andretti espera para que se definam os rumos
da Fórmula 1 após 2020.
Só então, com as novas regras em mãos, decidirá se é viável ou não seu plano.
Liberado
Fernando Alonso pode tudo na McLaren.
Vai para as 24 horas de Daytona ao lado de Lando Norris defender o United
Autosports do seu chefe, Zak Brown.
Se houver um convite da Toyota, o espanhol mergulhará em Le Mans.
500 milhas de Indianápolis...
Acredite, nas horas de folga ele é ainda piloto de Fórmula 1.
Calma
Sergio Marchionne prega a estabilidade na Ferrari.
Bom.
Plano A e B
A Renault vai priorizar de vez a Fórmula 1.
Após a temporada 2017 / 2018 deixará a Fórmula E nas mãos da Nissan.
Esperado.
Contratando como ninguém (mais de 80 novos funcionários), o time francês quer
brigar pelo título até o final desta década.
Interessante ver como a turma de Viry-Châtillon vem trabalhando.
A ideia inicial no retorno da Renault como equipe era trilhar um caminho parecido
com o da Mercedes.
Repare nas semelhanças.
Adquirir um time (Lotus / Brawn).
Fazer uma temporada de transição (2016 / 2010).
Depois completar uma primeira temporada real como time de fábrica (2017 / 2011).
Contar com uma dupla de pilotos capaz de fazer a diferença.
Aqui houve uma ruptura.
Enquanto que a Mercedes apresentou Michael Schumacher (um campeão) e
Nico Rosberg (uma promessa), a Renault não conseguiu copiar o modelo.
Fernando Alonso (campeão) e Nico Hulkenberg (a promessa) seriam os nomes.
Então veio o plano B.
Carlos Sainz Jr. aparece.
Note.
Hulkenberg (contrato até o fim de 2019) assume agora o papel de referência.
Sainz Jr. será o novo (jovem) campeão "Fernando Alonso" pela mesma Renault?
As palavras de Alain Prost indicam que a aposta é real.
Mesmo que Sainz Jr. ainda seja funcionário da Red Bull.
Com Max Verstappen assumindo a herança de Milton Keynes nos próximos
anos.
(até que a Ferrari venha atrás do holandês)
Fica a dúvida se Daniel Ricciardo ficará estático (até 2020) com a turma do
energético ou buscará seu lugar ao sol em outra equipe.
As coisas parecem ligadas.
Sainz Jr. precisa mostrar que pode ser a ponta de um projeto ou repetirá a
história de Sergio Perez com a McLaren.
No caso de infortúnio do jovem espanhol, Ricciardo viraria opção para Enstone.
A ver.
Por fim
A Liberty estuda novas (?) ideias para trazer mais emoção.
Uma das sugestões cita o retorno do modelo de alinhamento de 3-2-3-2...
Ao contrário do pareamento atual.
Fico imaginando o trio Verstappen, Vettel e Hamilton alinhado e esperando
as luzes vermelhas se apagarem.
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Humberto Corradi
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sábado, 14 de outubro de 2017
Tá Doido!
Parece até que as coisas não estão ligadas, mas por conta das mazelas de
Fernando Alonso na McLaren...
Jolyon Palmer perdeu seu lugar na Renault e não poderá terminar a temporada.
Carlos Sainz Jr. ganhou sua chance numa equipe de fábrica.
Robert Kubica viu escapar uma grande oportunidade de retorno.
E o vencedor das 24 horas de Le Mans, Brendon Hartley, vai poder realizar seu
sonho de participar de um GP de Fórmula 1.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 11 de outubro de 2017
A Mais-Valia de Alonso
Imagem de Fernando Alonso e seus seguidores.
O piloto espanhol segue negociando a renovação de seu contrato com a McLaren.
Pelo lado da escuderia de Woking, Zak Brown gostaria de ter Ferdi em suas fileiras
por mais três temporadas.
O que está pegando aqui é o dinheiro.
A McLaren fez de tudo para se livrar da Honda.
A equipe acha que seu chassi não é digno de um motor com tanto problemas.
A chegada da unidade de força da Renault está repleta de esperança.
Um detalhe importante.
Os bólidos de Alonso e Vandoorne possuem uma bela aerodinâmica graças aos
investimentos maciços dos japoneses.
Assim.
Ganharam um motor mais promissor.
Entretanto deverão perder no desenvolvimento ao longo da temporada sem a
derrama de valores de Sakura.
Isso traz efeito também na hora de organizar o orçamento e definir o salários
dos pilotos.
Quando trocou Maranello por Woking, Alonso obteve um aumento salarial
de 15 milhões de euros.
Se tornando assim o piloto mais bem pago do grid em 2015 com 35 milhões
de euros anuais.
Aproveitando o desejo da Honda em contar com um campeão, a trupe do
espanhol soube negociar os valores.
Luis Garcia Abad e Flavio Briatore conseguiram um ótimo contrato seguindo
o caminho que é trilhado para a Alonso há mais de dez anos.
Ou seja, gerenciamento da mídia de forma incessante com forte valorização
da imagem de Ferdi.
Nos dois anos seguintes (2016 / 2017) os ganhos ficariam em 30 milhões
de euros por temporada pelo acordo.
Em sua quarta tentativa de retomar o título mundial, depois da McLaren,
Renault e Ferrari, Ferdi parece ter entrado em seu ocaso.
Briatore sempre estimou que seu protegido deixaria a Fórmula 1 em 2020.
Com portas fechadas nas equipes mais desejadas, pode ser que a profecia
do empresário, que intermediou o acordo da Pirelli e trouxe a pista de Baku
para a categoria máxima do automobilismo, se realize.
Portas fechadas por culpa do próprio piloto que costuma explodir pontes por
onde passa.
Quando Alonso deixou a Scuderia Italiana, Marco Mattiacci chegou a afirmar
que a vinda de Vettel traria "motivação, entusiasmo, disciplina e trabalho" para
a Ferrari.
Flecha lançada em direção ao asturiano bicampeão.
A Renault hesita em ter os mesmos problemas, enquanto que a Mercedes nem
cogita a hipótese de ter Alonso entre os seus.
OK.
Então o que Fernando tem em suas mãos hoje?
Uma conversa (real) com a Williams que serviu para agregar valor ao seu talento.
(no caso, 25 milhões de euros)
E a McLaren.
Zak Brown está cortando na carne.
Jenson Button será dispensado de seu acordo para que Lando Norris (mais barato)
possa assumir o desenvolvimento do carro a partir de 2018.
Economizando para poder aliviar as contas que serão geradas pelo motor Renault.
Alonso quer liberdade.
Em tudo.
Participação em provas extras (24 horas de Daytona?) e poder sonhar com opções.
Para isso um acordo de apenas um ano poderia encerrar o assunto.
Deixando-o solto no mercado ao final de 2018.
A parte financeira deverá resolvida com ganhos por produtividade.
Um salário fixo em torno de 10 milhões de euros mais bônus por pontuação e vitórias
que poderiam chegar aos vencimentos atuais de 30 milhões de euros (um teto).
O mundo gira.
É a mesma proposta que Abad fez a Ferrari na tentativa de achar uma renovação
para Alonso.
Dispensada por Maranello.
Pois naquela altura Vettel já estava arrumando suas malas para comandar o exército
vermelho.
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Humberto Corradi
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16:29
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017
Dissonia
Cuidado.
Pois é sempre difícil falar do futuro.
Cenários desenhados costumam mudar.
Acontece.
Mas é impossível deixar passar em branco as movimentações nos bastidores.
A Red Bull sabe que Max Verstappen está no mercado.
Para 2019.
A Ferrari tem tudo para ser seu destino final.
Já há uma proposta em torno de 25 milhões de euros por temporada.
Acordo plurianual.
Formando uma dupla fortíssima com Sebastian Vettel.
Sonho antigo.
Lembro que Maranello tentou ter em sua casa Seb e Fernando Alonso.
O espanhol deveria ficar com Felipe Massa apenas uma temporada...
(lembre que o brasileiro teve seu lugar ameaçado também por Robert Kubica)
Independente de qualquer decisão sobre Max, Vettel segue o plano.
Reconquistar o mundo novamente quatro vezes seguidas.
(2017-20)
Desta vez com a Scuderia Italiana.
Existem outros ruídos vindos de Milton Keynes.
Daniel Ricciardo está sob contrato até 2018.
O time dos energéticos se move para buscar uma alternativa para seu nome.
Assim como Verstappen, o australiano tende a trocar suas cores.
Uma voz me diz para olhar para a McLaren.
Porém o apelo de um time de fábrica deve falar mais alto.
Eu acredito que o cockpit da Renault estará esperando o garoto sorridente.
Como Carlos Sainz Jr. será apenas emprestado para os franceses, retornará
para a Red Bull ocupando uma das vagas.
Tudo isso apenas analisando o plano de fundo que está ainda num rascunho.
Efeito da insone corrida de madrugada?
Pode ser.
Em 2013 foi assim também.
Clique aqui para Lembrar
Postado por
Humberto Corradi
às
15:16
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