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quinta-feira, 19 de maio de 2022

O Rei Abstruso


 












Fernando Alonso tomou o trono de Michael Schumacher. 

Todos se perguntavam qual piloto alcançaria tal façanha.

O asturiano lutou e derrubou as barreiras.

Estava acostumado.

Sempre havia sido assim.

Desde a base, matou um leão por corrida para garantir o apoio de seus patrocinadores.

Dois títulos na Fórmula 1.

Anos de glória.

Passado.

Eternos somente para as fanáticas. 

Imprensa e torcida espanhola.

Que idolatram o piloto.

O depois não foi gentil com ele.

Uma primeira passagem desastrosa na McLaren.

Um erro crasso ao subestimar um jovem e noviço Lewis Hamilton.

Não estava sozinho.

Todos os mecânicos sob o comando de Ron Dennis queriam estar futucando o carro de Ferdi naquela temporada.

Ele era o cara.

Não era.

Retornou para a Renault e para a acolhida de Flavio Briatore.

Nada aconteceu.

E para piorar, surge a mancha no muro de Singapura.

Um escândalo.

Como consequência desses descaminhos, vários aventureiros ocuparam a cadeira do rei.

Raikkonen, Hamilton, Button...

A ordem precisava ser reestabelecida.

As coisas foram organizadas e acordos foram selados.

Alonso e a Ferrari estavam prontos para voltar ao palácio.

Mas o campeonato de 2010 foi um dos mais disputados de todos os tempos.

E qualquer erro ao final seria fatal.

Mônaco, Spa-Francorchamps e a inépcia atrás de Petrov cobraram seu preço.

A nova chance em 2012 também escaparia.

Bélgica (novamente) e a pista japonesa.

A Fórmula 1 vivia sob reinado de Sebastian, implacável em seu tempo.

Alonso continuava desmoronando.

Não era um agregador dentro das equipes.

Há dois fatos simbólicos.

A demissão abrupta em 2011 de Aldo Costa (Ferrari) na Espanha.

Quando, em casa, Alonso tomou uma volta de Vettel.

Ross Brawn rapidamente convocou  Aldo para as fileiras da Mercedes.

Costa é uma das peças responsáveis pelos oito títulos das Flechas de Prata.

O segundo foi na McLaren.

Quando a equipe renovou sua antiga parceria com os japoneses.

O piloto não suportou o período de aprendizado.

E dava munição para as críticas.

Para lembrar.

Schumacher de 1996 até 1999 aguentou os anos difíceis para colher frutos históricos.

Alonso ajudou a Honda a cair nos braços da Red Bull.

E assim viu Max Verstappen conquistar a fortaleza imbatível de Hamilton.

Escolhas.

Caminhos.

Lá se vão 16 anos do último título de Alonso.

O piloto no crepúsculo de sua carreira precisa testemunhar os times de fábrica fechando as portas na sua cara.

Mercedes descarta Alonso.

Ferrari não tem em seus planos o retorno do espanhol.

Red Bull está feliz com sua dupla.

São as manchetes.

Ao mesmo tempo, jovens da academia Alpine / Renault pedem passagem.

O ocaso de uma estrela.

Um piloto, quase sem defeito algum, que foi derrotado por um personagem difícil.

O talento permanece.

Mas ninguém hoje quer lidar com a carga (Briatore e os bajuladores) que vem junto do pacote.

Maquiavel define bem e ajuda a entender.

"A melhor maneira para estimar a inteligência de um rei é olhar para 

os homens que estão à sua volta.”

quinta-feira, 5 de maio de 2022

Tá doido!























Pow!

Posição de largada importa e muito!

Para escapar desse tipo de confusão.

E são esses pontos perdidos que causam a derrota ao final do campeonato...

sábado, 3 de julho de 2021

Zetec
























Bom dia petrolheads!

Um jovem Fernando Alonso realizando testes com a Minardi.

Jerez de la Frontera.

1999!

sábado, 8 de maio de 2021

Adaptação















Quem acompanha o Blog ou nossos comentários no twitter há mais tempo sabe que muitas vezes pedimos calma nos julgamentos.

Pois o primeiro impulso pode trazer uma visão turva.

E isso é bem comum na Fórmula 1 entre os milhares de fãs.

Calma.

Até porque a categoria máxima do automobilismo, apesar de sua absurda velocidade, é mais do que tudo calma.

Ou você acha que um afobado conseguiria ficar naquele invólucro apertado colocando o pneu no mesmo lugar nas curvas de forma repetida?

E sem direito a erros.

Tudo isso para tratarmos do assunto deste post.

Adaptação.

Que, segundo o dicionário, é o ajuste de uma coisa a outra.

No nosso caso, o ajuste de um piloto a sua nova equipe.

E ainda, a chegada de um estreante na F1.

O tempo tem mostrado que existe um período necessário de adaptação.

De ajuste.

Vamos exemplificar.

Lewis Hamilton desembarcou na Fórmula 1 em 2007.

Ao lado do já duas vezes campeão, Fernando Alonso.

Difícil, não?

Mas houve uma cuidadosa preparação para que o piloto inglês sentisse o mínimo no impacto da mudança da GP2.

Hamilton executou um programa brutal com a McLaren.

Testes e mais testes.

Na época podia.

Lewis rodou o equivalente a 24 GPs nas mais diversas pistas durante seis meses em 2006.

Por pouco Sebastian Vettel não faturou o título de 2009.

Acho que duas coisas pesaram também para que Button vencesse.

A primeira briga de verdade da Red Bull pelo título.

O que exige um minucioso planejamento.

E o fato de Vettel ser um novato no time principal.

Mais experiente, o time do energético passou a colecionar títulos nos anos seguinte com seu piloto mais ajustado.

Sabendo lidar melhor com os desafios, principalmente em 2010 e 2012.

Penso que o tempo de adaptação pode ser de uma ou duas temporadas.

Dependendo das circunstâncias.

Lembremos de Valtteri Bottas.

Pego no laço pela Mercedes após a saída abrupta de Nico Rosberg.

Foram duas temporadas complicadas.

Depois, mais ajustado, dois vice-campeonatos.

Michael Schumacher fez um retorno para a mesma Mercedes.

E sofreu para se encaixar.

E ainda tendo como referência um subestimado (na época) Rosberg. 

Tenso.

A história parece se repetir na Alpine com Alonso e, o mal avaliado, Esteban Ocon.

Vettel pena na Aston Martin.

Sergio Perez na Red Bull.

Carlos Sainz Jr. na Ferrari.

E Daniel Ricciardo na McLaren.

Todos os citados com momentos impressionantes na Fórmula 1.

Entretanto a coisa exige trabalho.

Repetição.

Pense em Mick Schumacher, Tsunoda e Mazepin.

Ou em alguns erros primários de Russell.

Não se guie por comentaristas afobados.

O tempo é cruel.

Sim.

Porém o tempo não apaga o que o talento já gravou.

Mais.

No caso, o tempo deverá aclarar.

E tende a nos lembrar do que é verdadeiro.

quinta-feira, 11 de março de 2021

A Saga de Lawrence















Começamos nas vésperas do outono europeu.

O ano era 2014.

Caterham, Marussia, Sauber e Lotus estavam em maus lençóis financeiros.

Lawrence Stroll estava caçando uma escuderia na Fórmula 1 para chamar de sua.

Durante a demanda, Gerhard Berger era seu guia.

Lotus e Sauber foram eleitas.

Bernie Ecclestone se aproximou do empresário canadense e sugeriu que ele pedisse conselhos para um velho conhecido.

Flavio Briatore.

O italiano, empresário de Fernando Alonso (já voltamos no piloto), apontou a Lotus.

O que se revelou ser mais difícil.

Havia o cheiro do dinheiro de Pastor Maldonado derramado por todos os cantos da equipe.

Era um empecilho.

A Sauber, parceira da Ferrari (academia de Lance), se mostrou mais viável.

Já no final daquela temporada (2014), Stroll e Peter Sauber não se entenderam.

Nem com quase 80 milhões de euros sobre a mesa.

O tempo passou.

Chegamos até 2017.

Com Lance conduzindo a Williams, seu pai apontou cada vez mais seus canhões para o time de Frank.

Na Casa de Grove, ele falou para Claire sobre uma proposta ousada.

Trazer Fernando Alonso (eu disse que ele voltaria) para correr ao lado de seu filho e ainda aumentar seu aporte financeiro na tradicional equipe.

Lawrence bancaria o salário de Ferdi (25 milhões euros) e assinaria um cheque de 40 milhões de euros para a Williams.

Claire recusou.

Em 2018 Stroll estava encantado pela Haas.

Pelo modelo seco.

Assim ele tornou a falar nos ouvidos da filha de Frank.

Um cheque de 80 milhões de euros, uma parceria mais estreita com a Mercedes e um sensível corte nos gastos (demissão de 200 cabeças).

A Williams ainda acreditava no sonho de ser grande sozinha.

E novamente disse não.

O fim nós já sabemos.

Lawrence foi embora e montou seu acampamento na conturbada Force India.

Nascia a Racing Point.

A ideia de ter a dupla de pilotos formada por Alonso e Stroll seguia no horizonte.

Além das pistas, Stroll queria repetir o sucesso da Tommy Hilfiger na marca Kimoa do piloto espanhol.

O horizonte seria 2020 por causa de acordos firmados com Sergio Perez.

O acidente em Austin e as declarações de Alonso sobre Stroll (piloto amador) acabam com tudo.

Palavras são flechas lançadas.















Briatore deve ter coçado a cabeça.

As temporadas de 2019/2020 foram de investimentos no time.

Stroll queria brigar pelo terceiro posto já em 2020.

Conseguiu.

Com a chegada dos novos regulamentos, o objetivo era estar sempre no pódio.

Acordos firmes de patrocínio foram selados (BWT).

Toto Wolff se tornou o melhor amigo.

A intimidade era tanta que, em Gstaad na Suíça, até tramaram um plano B (uma nova categoria) com Ecclestone e Montezemolo, caso a Liberty não atendessem seus interesses.

Stroll já investiu mais de 150 milhões de euros com a Racing Point.

A cartada final veio com a Aston Martin.

Direito de usar por 10 anos deste nome tradicional do mundo do automobilismo na Fórmula 1.

Com 17% de controle da marca.

Selou a parceria com Wolff e a Daimler.

E ainda possui 120 cabeças para construção de sua própria unidade de força.

Com projeção para apresentar o primeiro protótipo ainda nesta temporada.

Stroll construiu sua escuderia. 

Com um nome inquestionável.

Boas parcerias.

E com Sebastian Vettel.

Um piloto experiente, agregador e que caiu do céu graças a uma doideira da Ferrari.

Sorte?

Pode ser.

Mas sabemos que sem preparo, nem a sorte ajuda.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Jacky Ickx




























Sua carreira começou desinteressada.

O belga Jacky Ickx não ligava para os autódromos.

Havia o incentivo da família para que ele fosse para as pistas.

Parecia tudo em vão.

Seu pai, um jornalista que cobria as corridas, mesmo assim não desistia.

Sua última cartada foi uma motocicleta.

No alvo.

A doença da velocidade tomou conta do rapaz.

Com apenas 22 anos já estava na Fórmula 1.

Em seu sétimo GP conquistava sua primeira vitória.

Nasceu pra coisa.

E seus feitos não paravam.

Com seu Ford GT venceu as 24 horas de Le Mans.

Jacky tinha 24 anos.

Sem respeito algum, andou para seu carro.

Ao contrário dos outros pilotos.

Um protesto contra o tipo tradicional de largadas no Endurance.

Saiu da última posição.

E triunfou.

A primeira de seis vitórias em La Sarthe.

Em sua coleção de troféus também aparece um do Rally Paris-Dakar.

Talento de sobra.

Fãs ao redor do planeta.

Tem até um piloto capixaba que foi registrado com um nome em sua homenagem.

Dieckle Icklis.

Mas por que esse piloto não foi campeão mundial na Fórmula 1?

Há motivos.

Pra ser campeão é preciso fazer as escolhas certas.

Uma lição que o mestre Juan Manuel Fangio ensinou muito bem.

Outra.

A Fórmula 1 exige presença.

Prioridade total.

Com o tempo as distrações parecem que enfraqueceram o espírito de Ickx.

Enfraqueceram a vontade.

Tudo ficou fácil.

Duas lembranças recentes de 2010.

Sebastian Vettel jogando seu Red Bull contra Mark Webber na Turquia.

Fernando Alonso empurrando a Ferrari de Felipe Massa para a grama na entrada
dos boxes na China.

Dois atos cheios de exageros.

Que dizem muito.

Pois é assim que se nota a determinação de quem quer ser campeão.

terça-feira, 12 de maio de 2020

Para onde irá Vettel?



























Um movimento de mercado que agita toda a Fórmula 1.

Sebastian Vettel se separa da Ferrari ao final da temporada
de 2020.

A proposta?

Apenas mais um ano de contrato.

Redução salarial.

O piloto escolheu seguir outro caminho.

A razão?

Dinheiro?

Não.

A parte financeira poderia ser solucionada.

O curto período do acordo proposto pela Scuderia Italiana
foi o gatilho.

Vettel sabe que a Ferrari não vai vencer em apenas um ano.

2020

Ou dois.

Em 2021.

Necessita de mais trabalho.

E sua dedicação ao projeto, os gastos de energia tentando
melhorar a performance do carro, desgastaram sua imagem.

Enquanto que Charles Leclerc voava, se preocupando
apenas com sua pilotagem.

Chamando muita atenção.

Leclerc me lembra Senna...

E para onde vai Sebastian.

Minha visão é que ele deverá retornar para a Red Bull.

Ele é amado ainda por lá.

Marko e Horner pensam num equilíbrio ao lado de
Max Verstappen.

Podendo assim, disputarem novamente os dois títulos.

De pilotos e construtores.

A Honda aprovaria a empreitada.

Uma redução de salário deverá ocorrer.

De 35 milhões de euros anuais para 20.

McLaren? 

Renault??

Seria dar murro em ponta de faca.

E para o seu lugar na Ferrari?

Leonildo aponta Sainz Jr.

Com Ricciardo, Giovinazzi e até Bottas (!) sendo citados.

Ver a Scuderia sem um campeão mundial será estranho.

Mas as opções são estranhas e mirabolantes.

Raikkonen.

(ressuscitar) Alonso.

Ou (desencavar) Rosberg (quem dera!!)

De qualquer forma a notícia do tetra campeão mundial
foi excelente.

Agitou a categoria máxima do automobilismo.

E retornou a mente aquela velha certeza.

A única.

Que tudo vai sempre mudar.

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Meio



























Nico Hulkenberg está com dificuldade de encontrar um cockpit na Fórmula 1.

Por isso seu nome se tornou motivo de debate.

O piloto alemão não é novinho.

E hoje possui um salário respeitável na Renault.

Valor?

8 milhões de euros.

Daniel Ricciardo, seu companheiro, recebe 20 milhões de euros.

Alain Prost declarou que Hulk é um pessimista.

Um pessimista caro...

A motivação aqui é orçamento.

Não se engane.

Esteban Ocon vai ser bem mais barato.

Basta saber que Charles Leclerc ganha 3 milhões de euros na Scuderia
Italiana.

Mais.

Nico não possui sequer um pódio na categoria máxima do automobilismo.

O salário (o mesmo de Bottas!) e a idade (tempo de contrato) atrapalham
um acordo com outra escuderia.

Fiquei pensando como Nico chegou nessa situação.

Matutando sobre a questão.

Principalmente mirando os resultados.

Fui rever os dados.

Mais especificamente as últimas três temporadas.

E acho que ele não foi mal.

Vem comigo.

Tirando os pilotos das três principais equipes (Red Bull, Mercedes e Ferrari),
repare a classificação do sétimo ao décimo lugar.

Com destaques.

Na ordem.

2016 - Sergio Perez, Valtteri Bottas (ainda na Williams), Hulkenberg
            e Fernando Alonso.

2017 - Sergio Perez, Esteban Ocon, Carlos Sainz Jr. e Hulkenberg.

2018 - Hulkenberg, Sergio Perez, Kevin Magnussen e Carlos Sainz Jr.

Convido você a retornar para a foto que se encontra no topo do post.

Viu esses caras que iniciam todas as provas no miolo?

Escapar ileso na primeira curva em cada GP já seria um feito, não?

Perceba que são sobreviventes.

Assista a qualquer vídeo onboard de largada de um piloto na miuca
do grid.

Tá doido!

Não tem moleza.

A vida de Hulkenberg na Fórmula 1 foi essa.

"Ah, mas outros chegaram entre os três primeiros."

Sim.

Eventos pontuais.

Exceções.

Quebraram 200 lá na frente e o cara chegou.

Porém o normal é sexto, sétimo...

Se tudo funcionar 100%.

Quero dizer que Hulkenberg nunca teve uma chance real.

E o tempo passou.

É isso.

Peço clemência.

Outro nome que chama atenção nos resultados é o de Sergio Perez.

O mexicano é constante.

E também não teve oportunidade numa grande equipe.

A McLaren?

Carro apenas mediano.

Perez tinha um bólido melhor na Sauber no ano anterior a sua mudança.

O tempo está correndo contra o piloto da Racing Point.

A história se repete.

Enfim.

Se o piloto não estiver dentro das três maiores equipes, estará no meio.

Onde chegar em sétimo é vitória.

Pulando para a elite, a coisa muda de figura.

A meta é sair na primeira posição.

Ou nunca será campeão.

Veja os números de poles de Sebastian Vettel em comparação com
Mark Webber.

Nico Rosberg só alcançou o topo quando disputou a primeira fila
a tapa com Lewis Hamilton.

O que também explica parte do fracasso de Fernando na Ferrari.

Alonso nunca foi um poleman.

O espanhol se meteu em muitas enrascadas e acidentes por largar
um pouco mais atrás.

E deixou pontos preciosos pelo caminho.

Por outro lado, Leclerc nasceu para colecionar poles.

Vai ser monstro.

Escapar do meio, largar na frente fugindo da confusão e sair ileso na
primeira curva não é tudo.

Mas sem isso ninguém chega a qualquer lugar.

Pior.

Ficará esquecido pelo caminho.


quarta-feira, 20 de junho de 2018

Red Bull, Honda e McLaren






























Você já sabe da confirmação do acordo entre Red Bull e Honda.

Mas talvez existam coisas que não são do conhecimento de todos.

O contrato é por quatro temporadas.

Dois anos com uma opção para mais dois anos.

A unidade de força japonesa já entrega tanta potência quanto
a da Renault.

A Honda cresce hoje sob o olhar de Mario Ilien e o chefe de engenharia
Axel Wendorff.

Este último contratado entre as fileiras da Mercedes.

Entre motores e dinheiro vivo, os japoneses colocarão 300 milhões de euros
por ano na casa dos energéticos (Red Bull / Toro Rosso).

Sem nomear o motor, a Aston Martin continuará como patrocinadora.

A McLaren?

Perdeu a grana e deixou de ser uma equipe de fábrica.

Porém o fato de atender todos os desejos de Fernando Alonso deve estar
compensando tudo, não?

terça-feira, 8 de maio de 2018

Mercado e uma ou outra coisa






























Fiquei com a sensação de algo fora do lugar.

A vitória de Fernando Alonso com a Toyota nas 6 horas de
Spa-Francorchamps foi estranha pra mim.

Nada contra o Endurance.

Muito menos contra o grande talento do espanhol.

Mas estava tudo errado.

Coadjuvantes para todos os lados.

Dividindo os carros com figuras obscuras.

A montadora japonesa lutava contra o vento e a imprevisibilidade.

Só.

Me lembrei das partidas espetaculosas dos Harlem Globetrotters.

Todo mundo sabia como iria acabar.

Parte da imprensa espanhola estava histérica.

Pior.

Mike Conway (com o outro Toyota) deixou bem claro na pista quem
era o mais rápido.

Ordens são ordens.

E Flavio Briatore deve ter definido bem o roteiro na minuta que gerou
o contrato de Ferdi com a montadora da província de Aichi.

Assim, na quadra belga, Conway estava defendendo o Washington Generals.

O time que é sempre surrado pelos heróis do Harlem noite após noite ao
redor do planeta.

Foi um ensaio.

O objetivo é Ferdi brilhar no palco de Le Mans.

Na Fórmula 1 a coisa apita diferente.

Briatore caça um lugar para que Alonso tenha chance de uma última vitória
na categoria máxima do automobilismo.

Pois está claro que nada vai acontecer sob o teto da McLaren.

O empresário italiano já procurou as protagonistas do circo.

Na Mercedes Briatore tenta romper o vínculo de Valtteri Bottas e encaixar
seu pupilo.

Niki Lauda está sentado ao fundo da sala com um olhar de reprovação
sombrio diante da possibilidade.

É clara a sua oposição.

O velho campeão que sobreviveu as chamas acha que Alonso fará mal
ao sólido ambiente da equipe.

Ao se virar para a Ferrari, Flavio delira.

Fernando para o lugar de Kimi Raikkonen?

Não.

Pela conversa, ele acha que a Scuderia Italiana deveria substituir Sebastian
Vettel pelo Herói das Astúrias!

Parei.

Não.

Tem mais.

Briatore também pisou na Red Bull.

Daniel Ricciardo não tem espaço.

Portanto deixaria sua casa e Alonso mediria forças com Max Verstappen.

Flavio acredita que Ferdi é mais confiável que a estrela holandesa.

E que o filho de Jos precisa ainda amadurecer.

Um acordo para Alonso ser algo como o tutor do rapaz.

Ferdi se aposentaria em duas temporadas e Max, preparado, assumiria
o posto de primeiro piloto dos energéticos e brilharia solitário na próxima
década.

The End.

Parece desespero?

É isso mesmo.

Por outro lado, Cyril Abiteboul (chefe da equipe Renault) se volta para
Daniel Ricciardo.

Os franceses sabem que está na hora de buscar o ponta de lança de seu projeto.

Até aqui Carlos Sainz Jr. está perdendo na comparação com Nico Hulkenberg.

Me lembrei de Sergio Perez e Jenson Button uns anos atrás nas fileiras da McLaren.

Hoje o mexicano pergunta a razão de nenhuma das grandes citar seu nome.

Sainz Jr. precisa se cuidar para que a história não se repita em sua carreira.

Já Ricciardo não precisa provar mais nada.

Creio que um bom acordo (longo e lucrativo) o moveria para o lado amarelo da
força.

Ah, sim.

A Renault não foi procurada.

E também não pensa em Alonso.

sábado, 28 de abril de 2018

Mágoa

































Na conta.

São dois títulos a menos.

Além do desprezo demonstrado pela Ferrari na troca.

Feridas que não cicatrizaram.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

As Brumas de Milton Keynes






















Na imagem acima.

O passado e o futuro lado a lado.

Ainda esperando pelo início da temporada.

A Red Bull segue numa bruma indecifrável.

Newey apresentará um milagre?

A unidade de força da Renault vai brilhar?

Por outro lado a Mercedes caminha tranquila.

Toto Wolff e sua trupe esperam que a confiabilidade e potência continuem
ao seu lado.

O objetivo são os sete títulos de Schumacher.

A Ferrari?

Em Maranello procuraram reduzir o peso de tudo no motor.

Funcionou.

Nos testes a macchina mostrou mil cavalos.

E tudo foi bem no túnel de vento.

Atenção.

Os novos bólidos de Vettel e Raikkonen miram a pole position.

Largar em primeiro é a prioridade.

Na atual F1, no equilíbrio, ninguém ultrapassa.


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Clipping























História pura.

México.

1965.

Quem Fica?

Existem dois lugares para 2018 sendo disputados na Fórmula 1.

Um é o de companheiro de Lance Stroll na Williams.

O outro é na Toro Rosso.

Já que Pierre Gasly é nome certo no time de Faenza.

Na Williams aconteceram os testes de Robert Kubica.

Fique sabendo que o polonês não foi tão bem assim.

Paul di Resta estava lá para servir de referência.

E não é que o primo de Dario Franchitti obteve tempos melhores!

Claro que Kubica e di Resta rodaram em dias diferentes, mas não deixa
de ser surpreendente o resultado.

Paul di Resta tem chance?

O britânico está fazendo de tudo para conseguir a vaga.

Nos bastidores anda colado com a turma do Lance Stroll.

Marcação cerrada.

Tipo assim: estamos juntos...

Kubica parece ter um patrocinador no bolso.

Massa?

É coisa nossa.

A vantagem do brasileiro é ser da casa.

Um bom resultado no México, ajudaria.

O brasileiro duvida da capacidade de Robert Kubica e Paul di Resta em
cumprir as metas da Williams.

Pascal Wehrlein está no canto esperando que alguém olhe para ele.

Mas apareceram umas novidades.

Daniil Kvyat não tem mais futuro na família Red Bull.

O cara que quebrou o recorde de Vettel como piloto mais novo a pontuar
em um Grande Prêmio e foi eleito o rookie of de year na temporada de
2014.

O russo tem contra si o problema da idade (propaganda Martini).

Mas possui 15 milhões (euros) de qualidades segundo seus apoiadores.

E, quem sabe, (preciso dizer) Nico Rosberg não queira se divertir outra vez...

Nos lados da Toro Rosso, Brendon Hartley caiu nas graças de Helmut Marko.

Marko considerou o vencedor de Le Mans constante e de fácil trato com os
engenheiros.

O neozelandês se tornou favorito para o lugar disponível.

Programa

Quem está de volta é o nosso amigo Alfonso Celis Jr.

Ele aparecerá nos treinos livre do México conduzindo pela Force India.

(carro de Ocon)

Outros que também farão a festa são Sean Gelael (pela Toro Rosso), Antonio
Giovinazzi (pela Haas) e Charles Leclerc (pela Sauber).

Outro Americano

Michael está interessado na categoria máxima do automobilismo.

A ideia de se criar uma nova equipe não é devaneio.

Entretanto o filho de Mario Andretti espera para que se definam os rumos
da Fórmula 1 após 2020.

Só então, com as novas regras em mãos, decidirá se é viável ou não seu plano.

Liberado

Fernando Alonso pode tudo na McLaren.

Vai para as 24 horas de Daytona ao lado de Lando Norris defender o United
Autosports do seu chefe, Zak Brown.

Se houver um convite da Toyota, o espanhol mergulhará em Le Mans.

500 milhas de Indianápolis...

Acredite, nas horas de folga ele é ainda piloto de Fórmula 1.

Calma

Sergio Marchionne prega a estabilidade na Ferrari.

Bom.

Plano A e B

A Renault vai priorizar de vez a Fórmula 1.

Após a temporada 2017 / 2018 deixará a Fórmula E nas mãos da Nissan.

Esperado.

Contratando como ninguém (mais de 80 novos funcionários), o time francês quer
brigar pelo título até o final desta década.

Interessante ver como a turma de Viry-Châtillon vem trabalhando.

A ideia inicial no retorno da Renault como equipe era trilhar um caminho parecido
com o da Mercedes.

Repare nas semelhanças.

Adquirir um time (Lotus / Brawn).

Fazer uma temporada de transição (2016 / 2010).

Depois completar uma primeira temporada real como time de fábrica (2017 / 2011).

Contar com uma dupla de pilotos capaz de fazer a diferença.

Aqui houve uma ruptura.

Enquanto que a Mercedes apresentou Michael Schumacher (um campeão) e
Nico Rosberg (uma promessa), a Renault não conseguiu copiar o modelo.

Fernando Alonso (campeão) e Nico Hulkenberg (a promessa) seriam os nomes.

Então veio o plano B.

Carlos Sainz Jr. aparece.

Note.

Hulkenberg (contrato até o fim de 2019) assume agora o papel de referência.

Sainz Jr. será o novo (jovem) campeão "Fernando Alonso" pela mesma Renault?

As palavras de Alain Prost indicam que a aposta é real.

Mesmo que Sainz Jr. ainda seja funcionário da Red Bull.

Com Max Verstappen assumindo a herança de Milton Keynes nos próximos
anos.

(até que a Ferrari venha atrás do holandês)

Fica a dúvida se Daniel Ricciardo ficará estático (até 2020) com a turma do
energético ou buscará seu lugar ao sol em outra equipe.

As coisas parecem ligadas.

Sainz Jr. precisa mostrar que pode ser a ponta de um projeto ou repetirá a
história de Sergio Perez com a McLaren.

No caso de infortúnio do jovem espanhol, Ricciardo viraria opção para Enstone.

A ver.

Por fim

A Liberty estuda novas (?) ideias para trazer mais emoção.

Uma das sugestões cita o retorno do modelo de alinhamento de 3-2-3-2...

Ao contrário do pareamento atual.

Fico imaginando o trio Verstappen, Vettel e Hamilton alinhado e esperando
as luzes vermelhas se apagarem.




segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Americanas

























Retratos.

Todos seguiram as cores da Force India.

O espanhol texano.

Hartley tentando impressionar.

E o belo lusco-fusco de Austin.

sábado, 14 de outubro de 2017

Tá Doido!






















Parece até que as coisas não estão ligadas, mas por conta das mazelas de
Fernando Alonso na McLaren...

Jolyon Palmer perdeu seu lugar na Renault e não poderá terminar a temporada.

Carlos Sainz Jr. ganhou sua chance numa equipe de fábrica.

Robert Kubica viu escapar uma grande oportunidade de retorno.

E o vencedor das 24 horas de Le Mans, Brendon Hartley, vai poder realizar seu
sonho de participar de um GP de Fórmula 1.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

A Mais-Valia de Alonso





























Imagem de Fernando Alonso e seus seguidores.

O piloto espanhol segue negociando a renovação de seu contrato com a McLaren.

Pelo lado da escuderia de Woking, Zak Brown gostaria de ter Ferdi em suas fileiras
por mais três temporadas.

O que está pegando aqui é o dinheiro.

A McLaren fez de tudo para se livrar da Honda.

A equipe acha que seu chassi não é digno de um motor com tanto problemas.

A chegada da unidade de força da Renault está repleta de esperança.

Um detalhe importante.

Os bólidos de Alonso e Vandoorne possuem uma bela aerodinâmica graças aos
investimentos maciços dos japoneses.

Assim.

Ganharam um motor mais promissor.

Entretanto deverão perder no desenvolvimento ao longo da temporada sem a
derrama de valores de Sakura.

Isso traz efeito também na hora de organizar o orçamento e definir o salários
dos pilotos.

Quando trocou Maranello por Woking, Alonso obteve um aumento salarial
de 15 milhões de euros.

Se tornando assim o piloto mais bem pago do grid em 2015 com 35 milhões
de euros anuais.

Aproveitando o desejo da Honda em contar com um campeão, a trupe do
espanhol soube negociar os valores.

Luis Garcia Abad e Flavio Briatore conseguiram um ótimo contrato seguindo
o caminho que é trilhado para a Alonso há mais de dez anos.

Ou seja, gerenciamento da mídia de forma incessante com forte valorização
da imagem de Ferdi.

Nos dois anos seguintes (2016 / 2017) os ganhos ficariam em 30 milhões
de euros por temporada pelo acordo.

Em sua quarta tentativa de retomar o título mundial, depois da McLaren,
Renault e Ferrari, Ferdi parece ter entrado em seu ocaso.

Briatore sempre estimou que seu protegido deixaria a Fórmula 1 em 2020.

Com portas fechadas nas equipes mais desejadas, pode ser que a profecia
do empresário, que intermediou o acordo da Pirelli e trouxe a pista de Baku
para a categoria máxima do automobilismo, se realize.

Portas fechadas por culpa do próprio piloto que costuma explodir pontes por
onde passa.

Quando Alonso deixou a Scuderia Italiana, Marco Mattiacci chegou a afirmar
que a vinda de Vettel traria "motivação, entusiasmo, disciplina e trabalho" para
a Ferrari.

Flecha lançada em direção ao asturiano bicampeão.

A Renault hesita em ter os mesmos problemas, enquanto que a Mercedes nem
cogita a hipótese de ter Alonso entre os seus.

OK.

Então o que Fernando tem em suas mãos hoje?

Uma conversa (real) com a Williams que serviu para agregar valor ao seu talento.

(no caso, 25 milhões de euros)

E a McLaren.

Zak Brown está cortando na carne.

Jenson Button será dispensado de seu acordo para que Lando Norris (mais barato)
possa assumir o desenvolvimento do carro a partir de 2018.

Economizando para poder aliviar as contas que serão geradas pelo motor Renault.

Alonso quer liberdade.

Em tudo.

Participação em provas extras (24 horas de Daytona?) e poder sonhar com opções.

Para isso um acordo de apenas um ano poderia encerrar o assunto.

Deixando-o solto no mercado ao final de 2018.

A parte financeira deverá resolvida com ganhos por produtividade.

Um salário fixo em torno de 10 milhões de euros mais bônus por pontuação e vitórias
que poderiam chegar aos vencimentos atuais de 30 milhões de euros (um teto).

O mundo gira.

É a mesma proposta que Abad fez a Ferrari na tentativa de achar uma renovação
para Alonso.

Dispensada por Maranello.

Pois naquela altura Vettel já estava arrumando suas malas para comandar o exército
vermelho.





quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Italianas




























Retratos.

O colorido da vitória.

Curva decisória.

Uma geração que está passando.

Passeio.

E ainda há esperança.

Por fim.

A primeira fila.

Há muito tempo atrás...


quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Clipping



































Tudo indica que o campeonato de 2017 será decidido nos detalhes.

A impressão deixada pela Ferrari em Spa-Francorchamps assustou a Mercedes.

Sebastian Vettel e Gina não deixaram Lewis Hamilton respirar.

O time das Flechas de Prata precisou fazer malabarismos para impedir a vitória
dos vermelhos.

A jogada do quarto motor prateado na Bélgica para continuar usufruindo da regra
antiga do consumo de óleo pareceu brilhante no primeiro olhar.

Porém seria inocente pensar que há idiotas na Scuderia Italiana.

O limite de consumo de óleo perde importância perante a possibilidade de
desenvolvimento que trará melhor confiabilidade e potência para Gina.

E a próxima atualização da Scuderia Italiana pode decidir de vez quem ficará
com o título desta temporada.

A evolução apresentada por Maranello em Spa-Francorchamps, principalmente
após as dificuldades de Silverstone, se deram por culpa da mecânica e design.

Houve trabalho duro para atingir a perfeição no trabalho de suspensão.

A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.

Sim.

Em Monza a Mercedes continua favorita.

Mas não pode cometer nenhum erro.

Como gosta de dizer Helmut Marko, Vettel já sentiu o cheiro de sangue.

Privilegiados

Apenas três pilotos completaram todas as provas de 2017 até aqui.

Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Esteban Ocon.

Toro Rosso

Sean Gelael estará conduzindo pelo Time de Faenza nos treinos livres de
Cingapura, Malásia, Estados Unidos e México.

Parece que alguém está preparando um piloto para o ano que vem, não?

Toro Rosso 2

A Red Bull parece estar dificultando o acordo entre a Toro Rosso e a Honda.

As discussões então avançadas.

O que tem pegado é a questão financeira.

Os japoneses sonham em continuar com a McLaren.

Mas os cabeças da família dos energéticos entendem que a Honda está sem
opções e endureceram o jogo.

(eles querem vender a Toro Rosso, OK?)

A McLaren quer a Renault.

A Renault (através de Alain Prost) diz ser um negócio inviável.

Tem mais pimenta.

Há outros interessados na Toro Rosso.

O pai de Sean Gelael (dono da KFC da Indonésia) é um deles.

A indonésia é um mercado com uma população maior que a brasileira num
espaço quatro vezes menor.

Outro é a Ferrari.

Faenza é logo ali e seria uma ótima solução para o retorno da Alfa Romeo.

A Honda precisa se decidir.

Sauber

Charles Leclerc vem vindo.

Pascal Wehrlein está saindo.

Dos Males

Vão trocar elementos no carro e ele deverá assim enfrentar punições no grid
de largada.

Entretanto a situação está tão esquisita para Max Verstappen que se ele
conseguir terminar a corrida em Monza já está bom.

Renault

Cyril Abiteboul disse com todas as letras que não quer Fernando Alonso vestindo
amarelo.

A razão é que o time ainda está em construção e um piloto frustrado não agregaria
nada.

Ferdi está queimado.

Por outro lado veio a notícia que Robert Kubica deverá conduzir o bólido da equipe
de Viry-Chatillon / Enstone no treino livre da Malásia.

Dilema

Fernando Alonso colocou a McLaren para escolher entre ele e os benefícios que
recebe da Honda.

Um problema que oferece duas soluções, sendo ambas insatisfatórias.

Fácil

Com os pneus mais largos e o downforce do carro atual, Vettel afirmou que passar
pela Eau Rouge ficou bem mais tranquilo do que em anos anteriores.

Falastrão

Depois de ter dito que Vettel não gostaria de ser seu companheiro de equipe
na Mercedes, Hamilton diz que abriu mão de seu sonho de pilotar pela Ferrari
após a renovação de Sebastian.

Emoção

Foi legal ver Mick Schumacher com a Benetton em Spa.

E ele se preparou.

Foram dois dias de testes para não fazer feio.

Reforço

Quem também testou foi Lance Stroll.

Em Hockenheim o piloto da Williams afiou as garras num modelo de 2014.

Novas Praças

Argentina e Vietnam se apresentaram como opções para o calendário da
Fórmula 1.

Os hermanos chegam com o retorno do Autódromo Oscar Alfredo Gálvez
numa nova configuração.

Uma alternativa para o Brasil.

Já os vietnamitas ofereceram as ruas de Hanói.

Assim como os dinamarqueses já fizeram com Copenhagen.

Bate-Bate

Depois de ter dito que Sergio Perez tentou assassiná-lo duas vezes em Spa,
Esteban Ocon se desculpou pelas palavras numa nota.

Por fim

Faz tempo.

Mas a primeira vez num Fórmula 1 deve ser inesquecível.













sábado, 26 de agosto de 2017

Alonso, Williams e os Strolls























A notícia que invadiu o paddock em Spa-Francorchamps falava sobre
a negociação entre Fernando Alonso e a Williams.

Quem acompanha o Blog não está surpreso.

Explico.

Desde 2015 vigiamos os passos de Lawrence Stroll na Fórmula 1.

E você já havia lido aqui que foi Flavio Briatore quem mostrou os
caminhos para o bilionário canadense.

Nesta temporada detectamos a aproximação do time de Claire e Frank
em direção ao piloto espanhol.

(Post de 18 de maio de 2017)
























Pois bem.

Uma proposta está sobre a mesa.

E o pai de Lance Stroll está por trás de toda operação financeira.

Salário em torno de 26 milhões de euros / ano para Ferdi sair da McLaren.

Além disso há mais um presente para a Williams.

Um aporte de 40 milhões de euros em 2018 para a escuderia britânica.

(um aumento de 25% em relação ao valor de 2017)

Claro.

A segundo cheque de Lawrence é para manter seu filho.

A McLaren, que espera a decisão da Honda (com Mario Ilien), e
também negocia abertamente com a Renault, ganhou uma rival na
briga pelo Asturiano.

Movimentos interessantes.

Conclusão.

Existe uma vaga na Williams (Felipe Massa) e pode surgir uma na
McLaren.

Estaremos atentos.