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sexta-feira, 29 de abril de 2022

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Meio



























Nico Hulkenberg está com dificuldade de encontrar um cockpit na Fórmula 1.

Por isso seu nome se tornou motivo de debate.

O piloto alemão não é novinho.

E hoje possui um salário respeitável na Renault.

Valor?

8 milhões de euros.

Daniel Ricciardo, seu companheiro, recebe 20 milhões de euros.

Alain Prost declarou que Hulk é um pessimista.

Um pessimista caro...

A motivação aqui é orçamento.

Não se engane.

Esteban Ocon vai ser bem mais barato.

Basta saber que Charles Leclerc ganha 3 milhões de euros na Scuderia
Italiana.

Mais.

Nico não possui sequer um pódio na categoria máxima do automobilismo.

O salário (o mesmo de Bottas!) e a idade (tempo de contrato) atrapalham
um acordo com outra escuderia.

Fiquei pensando como Nico chegou nessa situação.

Matutando sobre a questão.

Principalmente mirando os resultados.

Fui rever os dados.

Mais especificamente as últimas três temporadas.

E acho que ele não foi mal.

Vem comigo.

Tirando os pilotos das três principais equipes (Red Bull, Mercedes e Ferrari),
repare a classificação do sétimo ao décimo lugar.

Com destaques.

Na ordem.

2016 - Sergio Perez, Valtteri Bottas (ainda na Williams), Hulkenberg
            e Fernando Alonso.

2017 - Sergio Perez, Esteban Ocon, Carlos Sainz Jr. e Hulkenberg.

2018 - Hulkenberg, Sergio Perez, Kevin Magnussen e Carlos Sainz Jr.

Convido você a retornar para a foto que se encontra no topo do post.

Viu esses caras que iniciam todas as provas no miolo?

Escapar ileso na primeira curva em cada GP já seria um feito, não?

Perceba que são sobreviventes.

Assista a qualquer vídeo onboard de largada de um piloto na miuca
do grid.

Tá doido!

Não tem moleza.

A vida de Hulkenberg na Fórmula 1 foi essa.

"Ah, mas outros chegaram entre os três primeiros."

Sim.

Eventos pontuais.

Exceções.

Quebraram 200 lá na frente e o cara chegou.

Porém o normal é sexto, sétimo...

Se tudo funcionar 100%.

Quero dizer que Hulkenberg nunca teve uma chance real.

E o tempo passou.

É isso.

Peço clemência.

Outro nome que chama atenção nos resultados é o de Sergio Perez.

O mexicano é constante.

E também não teve oportunidade numa grande equipe.

A McLaren?

Carro apenas mediano.

Perez tinha um bólido melhor na Sauber no ano anterior a sua mudança.

O tempo está correndo contra o piloto da Racing Point.

A história se repete.

Enfim.

Se o piloto não estiver dentro das três maiores equipes, estará no meio.

Onde chegar em sétimo é vitória.

Pulando para a elite, a coisa muda de figura.

A meta é sair na primeira posição.

Ou nunca será campeão.

Veja os números de poles de Sebastian Vettel em comparação com
Mark Webber.

Nico Rosberg só alcançou o topo quando disputou a primeira fila
a tapa com Lewis Hamilton.

O que também explica parte do fracasso de Fernando na Ferrari.

Alonso nunca foi um poleman.

O espanhol se meteu em muitas enrascadas e acidentes por largar
um pouco mais atrás.

E deixou pontos preciosos pelo caminho.

Por outro lado, Leclerc nasceu para colecionar poles.

Vai ser monstro.

Escapar do meio, largar na frente fugindo da confusão e sair ileso na
primeira curva não é tudo.

Mas sem isso ninguém chega a qualquer lugar.

Pior.

Ficará esquecido pelo caminho.


terça-feira, 24 de setembro de 2019

Desejo



























Engraçado como as pessoas despejam suas frustrações mais íntimas
de forma desprezível.

Fiquem tranquilos.

Mercedes será campeã novamente em 2019.

Assim como Hamilton.

Não tenho dúvidas.

Ainda mais testemunhando como a Casa de Brackley trata bem seu
principal piloto.

Tanto que Valtteri Bottas recebeu ordens de reduzir seu ritmo para não
ultrapassar seu companheiro após sua parada em Singapura...

Lamento que a Ferrari tenha encontrado seu caminho tarde demais.

Porém algo aponta para uma esperança.

Em 2020.

Os vermelhos sendo dominantes numa luta épica entre Sebastian
Vettel e Charles Leclerc pelo título.

Com brigas internas, divisão na equipe e olhares atravessados.

Uma luta temperada por Lewis e Verstappen.

Desejo.

Quero sangue!

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Alfa Sauber Ferrari




























Alfa Romeo.

Ensaio.

A partir de 2018 a marca italiana aparece como protagonista ao colocar
seu nome na Sauber.

Não devemos falar em retorno.

Pois a Alfa já patrocinava a Ferrari desde 2015.

Na nova parceria, que abrange a cooperação estratégica, comercial e
tecnológica, tudo virá da Ferrari.

Acordo de três temporadas.

A Scuderia Italiana cederá os motores e a transmissão.

Além disso uns 20 milhões de euros / ano também irão para a Sauber.

(lembra da Genii Capital / Lotus?)

Assim encontraram um lugar para Charles Leclerc.

(que estava em final de contrato e sendo assediado pela concorrência)

E ainda para Antonio Giovinazzi.

Marcus Ericsson permanece na conta da dona Longbow Finance.

Haverá uma exploração de marketing sobre o túnel de vento de Hinwill
e segue o roteiro de lançar ações da equipe na Bolsa de Valores daqui
alguns anos.

(tipo Williams)

Apesar de ter tentado evitar, a Sauber se tornará um time B da Ferrari.

(o acordo com a Honda era muito mais vantajoso)

Para compensar os novos gastos, Sergio Marchionne deverá aumentar
o aporte em Maranello.

Acrescentando nas próximas temporadas 10% aos 200 milhões de euros
anuais que a FCA coloca na Ferrari.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Clipping



































Tudo indica que o campeonato de 2017 será decidido nos detalhes.

A impressão deixada pela Ferrari em Spa-Francorchamps assustou a Mercedes.

Sebastian Vettel e Gina não deixaram Lewis Hamilton respirar.

O time das Flechas de Prata precisou fazer malabarismos para impedir a vitória
dos vermelhos.

A jogada do quarto motor prateado na Bélgica para continuar usufruindo da regra
antiga do consumo de óleo pareceu brilhante no primeiro olhar.

Porém seria inocente pensar que há idiotas na Scuderia Italiana.

O limite de consumo de óleo perde importância perante a possibilidade de
desenvolvimento que trará melhor confiabilidade e potência para Gina.

E a próxima atualização da Scuderia Italiana pode decidir de vez quem ficará
com o título desta temporada.

A evolução apresentada por Maranello em Spa-Francorchamps, principalmente
após as dificuldades de Silverstone, se deram por culpa da mecânica e design.

Houve trabalho duro para atingir a perfeição no trabalho de suspensão.

A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.

Sim.

Em Monza a Mercedes continua favorita.

Mas não pode cometer nenhum erro.

Como gosta de dizer Helmut Marko, Vettel já sentiu o cheiro de sangue.

Privilegiados

Apenas três pilotos completaram todas as provas de 2017 até aqui.

Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Esteban Ocon.

Toro Rosso

Sean Gelael estará conduzindo pelo Time de Faenza nos treinos livres de
Cingapura, Malásia, Estados Unidos e México.

Parece que alguém está preparando um piloto para o ano que vem, não?

Toro Rosso 2

A Red Bull parece estar dificultando o acordo entre a Toro Rosso e a Honda.

As discussões então avançadas.

O que tem pegado é a questão financeira.

Os japoneses sonham em continuar com a McLaren.

Mas os cabeças da família dos energéticos entendem que a Honda está sem
opções e endureceram o jogo.

(eles querem vender a Toro Rosso, OK?)

A McLaren quer a Renault.

A Renault (através de Alain Prost) diz ser um negócio inviável.

Tem mais pimenta.

Há outros interessados na Toro Rosso.

O pai de Sean Gelael (dono da KFC da Indonésia) é um deles.

A indonésia é um mercado com uma população maior que a brasileira num
espaço quatro vezes menor.

Outro é a Ferrari.

Faenza é logo ali e seria uma ótima solução para o retorno da Alfa Romeo.

A Honda precisa se decidir.

Sauber

Charles Leclerc vem vindo.

Pascal Wehrlein está saindo.

Dos Males

Vão trocar elementos no carro e ele deverá assim enfrentar punições no grid
de largada.

Entretanto a situação está tão esquisita para Max Verstappen que se ele
conseguir terminar a corrida em Monza já está bom.

Renault

Cyril Abiteboul disse com todas as letras que não quer Fernando Alonso vestindo
amarelo.

A razão é que o time ainda está em construção e um piloto frustrado não agregaria
nada.

Ferdi está queimado.

Por outro lado veio a notícia que Robert Kubica deverá conduzir o bólido da equipe
de Viry-Chatillon / Enstone no treino livre da Malásia.

Dilema

Fernando Alonso colocou a McLaren para escolher entre ele e os benefícios que
recebe da Honda.

Um problema que oferece duas soluções, sendo ambas insatisfatórias.

Fácil

Com os pneus mais largos e o downforce do carro atual, Vettel afirmou que passar
pela Eau Rouge ficou bem mais tranquilo do que em anos anteriores.

Falastrão

Depois de ter dito que Vettel não gostaria de ser seu companheiro de equipe
na Mercedes, Hamilton diz que abriu mão de seu sonho de pilotar pela Ferrari
após a renovação de Sebastian.

Emoção

Foi legal ver Mick Schumacher com a Benetton em Spa.

E ele se preparou.

Foram dois dias de testes para não fazer feio.

Reforço

Quem também testou foi Lance Stroll.

Em Hockenheim o piloto da Williams afiou as garras num modelo de 2014.

Novas Praças

Argentina e Vietnam se apresentaram como opções para o calendário da
Fórmula 1.

Os hermanos chegam com o retorno do Autódromo Oscar Alfredo Gálvez
numa nova configuração.

Uma alternativa para o Brasil.

Já os vietnamitas ofereceram as ruas de Hanói.

Assim como os dinamarqueses já fizeram com Copenhagen.

Bate-Bate

Depois de ter dito que Sergio Perez tentou assassiná-lo duas vezes em Spa,
Esteban Ocon se desculpou pelas palavras numa nota.

Por fim

Faz tempo.

Mas a primeira vez num Fórmula 1 deve ser inesquecível.













sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Clipping

























Pronto para disparar.

Mercado

Parece que as coisas estão se definindo.

Para 2018.

Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen na Ferrari.

Max Verstappen e Daniel Ricciardo na Red Bull.

Lewis Hamilton e Valtteri Bottas na Mercedes.

A expectativa é que Fernando Alonso continue com a McLaren.

A permanência da Sauber no universo da Scuderia Italiana abre espaço para
que jovens talentos possam ser encaixados.

No cenário atual, Charles Leclerc está mais próximo de um lugar no time suíço
do que Antonio Giovinazzi.

Explico.

Precisamos lembrar que Frédéric Vasseur (Sauber) possui ótimo relacionamento
com Nicolas Todt que é responsável pela carreira de Leclerc.

E as conversas nos últimos dias entre os dois se tornaram mais intensas.

Leclerc é um jovem promissor que poderá render dividendos numa negociação
futura.

Há apenas uma vaga.

Já que Marcus Ericsson é intocável pois, apesar de Vasseur ter comando total,
o dono da Sauber é sueco.

Por certo, Pascal Wehrlein está em busca de um cockpit para o ano que vem.

Com a Haas (a outra unidade Ferrari) fechada com Kevin Magnussen e Romain
Grosjean, Giovinazzi pode continuar como piloto de testes e reserva por mais
uma temporada.

A porta para Wehrlein poderia ser a Force India.

Saiba que existe um movimento da Renault entorno de Esteban Ocon.

(Perez permanecerá na Force India)

Apesar do investimento em Robert Kubica?

Kubica só perde o lugar em 2018 se realmente não tiver condições físicas.

Posso estar enganado, mas vejo as coisas se desenvolvendo de uma maneira
específica.

McLaren fechando com a Renault (acordo de três temporadas) e Ocon
substituindo Vandoorne ao lado de Alonso.

Tudo depende do acordo de motorização para dizer o momento certo desse
movimento.

(2018 ou 19?)

Chegamos na Toro Rosso.

Antes tudo é necessário dizer que o time de Faenza começa a tomar novos
caminhos.

Começando com a parceria com a Honda.

Interessante notar que a presença do indonésio Sean Gelael não é figurativa.

Muito rico (seu pai controla a cadeia KFC em seu país) o piloto pode estar
disputando uma vaga já para o ano que vem.

Trazendo vinte milhões de euros na sacola, Galael repetiria uma programação
semelhante a que Lance Stroll realizou na Williams até aqui.

O maior ameaçado neste caso seria Danill Kvyat.

A Williams espera os ventos do mercado para decidir sobre Felipe Massa.

Depois?

Ninguém pode prever o futuro.

Vou dizer o que eu penso com as informações até aqui.

2019.

Sebastian Vettel (se a renovação com a Ferrari for de um ano) na Mercedes.

Contrato de dois anos (2019/20).

(antes da mudança das regras de motorização)

Fernando Alonso (que estava em Maranello semana passada) ou Lewis
Hamilton (para quem Sergio Marchionne abriu as portas) na Ferrari.

Os italianos sempre querem um campeão pronto.

Vamos ver.

Unidades de Força

A tendência é que quase tudo deva ficar com está para o ano que vem.

Exceção para a Honda.

McLaren indo com a Renault (já falamos acima) poderia ser o acontecimento
imediato.

A Haas e a Sauber deverão correr com o motor Ferrari sob o nome da
Alfa Romeo.

O acordo com a Sauber acabou livrando a Ferrari de ser obrigada pela FIA
(três equipes) a fornecer sua unidade para a McLaren.

A Maserati seria a marca escolhida para representar a Famiglia na Fórmula E.

Depois do acordo com a Toro Rosso a Honda tem tudo para se casar com a
Red Bull, OK?

Mais ou menos.

Helmut Marko hesita, Franz Tost é a favor e Christian Horner é a voz contrária.

Por enquanto.

Testes

Muitos nomes interessantes experimentaram a Fórmula 1 em Hungaroring.

No primeiro dia a sensação foi Charles Leclerc.

A Ferrari aproveitou o dia para testar um novo fundo.

Sean Gelael conduziu a Toro Rosso e deu 100 giros no circuito.

(superlicença?)

No segundo dia todos os olhos estavam em Robert Kubica.

Temperatura bem alta e circuito exigente.

O polonês cumpriu um programa pesado e completou 142 voltas.

Algo equivalente a dois Grand Prix.

Mesmo com tanta comoção por Kubica, Lando Norris se fez notar na
McLaren com uma excelente performance.

Podemos ver também que a nova asa dianteira que a Red Bull trouxe
para a Hungria sofreu alterações.

Um suporte de titânio apareceu nos testes para impedir que ela flexione
além do permitido pela regras.

É a FIA atendendo Mercedes e Ferrari.

Raikkonen usou muitas alterações no carro.

Sempre andando com o pneu soft (amarelo).

Composto que tem sido mais afinado com a Mercedes.

Para não passar em branco, Antonio Giovinazzi e Charle Leclerc ainda
testam com a Ferrari no programa da Pirelli em Barcelona.

Mudança de programação.

Pois Leclerc, que não estava escalado, foi chamado de última hora.

Cuidado

Massa sentiu tonturas na sexta-feira e no sábado em Hungaroring.

Principalmente após as primeiras voltas.

A substituição por Paul di Resta se fez necessária.

Pode ter sido um mal estar passageiro.

Tomara.

Entretanto se for algo mais sério pode significar o adeus do brasileiro.

Comando

Luta pelo poder entre  Maurizio Arrivabene e Mattia Binotto dentro da Ferrari?

Por Fim

A Cosworth começou a trabalhar em um possível retorno para a F1 em 2021.

Final do atual Acordo de Concorde.

Nome que possui 176 vitórias na categoria máxima do automobilismo.

A FIA e a Liberty (dona da F1) apoiam a entrada de unidades independentes
para diminuir o poder das grandes fabricantes.

O segredo para que a coisa possa vingar é o custo.


Húngaras




























Retratos.

Não foi só a corrida.

Dificuldade para a geração de Magnussen e Vandoorne.

A tensão da torcida embolou os lugares.

E ainda aconteceram os testes.

Há muita qualidade vindo por aí.

O simpático e humilde Lando Norris.

A esperança de Robert Kubica.

E o talentoso Charles Leclerc.

Acho que todos estarão em breve no grid da Fórmula 1.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Clipping
























Imagem de Charles Leclerc.

Piloto que estará conduzindo a Ferrari ao lado de Kimi Raikkonen nos testes
na Hungria.

Todos apontavam para Jules.

Mas próprio Bianchi dizia que Leclerc era o fenômeno.

Meninos

Nikita Mazepin e Lucas Auer são os escolhidos da Force India para assumirem
os cockpits do time rosa nos experimentos em Hungaroring.

A Mercedes vai com George Russell (GP3).

Red Bull anunciou Max Verstappen e o substituto de Buemi nas etapas da
Fórmula E em Nova York, Pierre Gasly.

O "novato" Gary Paffett e Felipe Massa são os favoritos na Williams.

A McLaren deve colocar Lando Norris e Stoffel Vandoorne.

O americano Santino Ferrucci provará a Haas.

Sean Gelael (lembra dele?) levará a Toro Rosso num dia e os titulares
no outro.

Preste atenção nas nacionalidades pois a Sauber vai com o sueco
Gustav Malja e o japonês Nobuharu Matsushita.

Pela Renault deverão estar presentes Nicholas Latifi e, se tudo der certo,
Robert Kubica.

Se você é daqueles que implica com Lance Stroll, anote o nome de Latifi.

Família rica (rica mesmo!) e canadense.

OK?

S.H.I.E.L.D.

Depois do teste de Vettel, poucos acreditam no Escudo para 2018.

Mercado

Na Inglaterra, Christian Horner deixou claro que toda a movimentação do
mercado de pilotos depende da decisão de Sebastian Vettel.

Ele possui um acordo com a Mercedes.

Acertado diretamente com Toto Wolff.

(que inclusive participou da comemoração privada do aniversário de Seb)

Há também uma proposta da Ferrari para a renovação.

Mais três temporadas e um caminhão de dinheiro.

Na espera, Wolff cozinha o rápido e impressionante Valtteri Bottas.

E ainda pede para a Williams não tomar qualquer decisão sobre Felipe Massa.

Um lugar no time de Grove pode ser necessário.

(Williams que ainda sonha com Alonso)

Toto entrega que a decisão sobre o line-up de sua equipe envolve não apenas
a temporada de 2018, mas as de 2019 e 2020.

Rumores indicam que Wolff também trabalha com a hipótese de contar com
Vettel a partir de 2019.

Sendo assim, o multi campeão assinaria um contrato com a Ferrari somente
por uma temporada a mais.

A mudança de Vettel para a Casa de Brackley parece questão de tempo.

Do outro lado, Sergio Marchionne já conversou com Kimi Raikkonen.

Em caso de renovação, seu salário deverá ser menor.

Nada decidido.

O campeão de 2007 segue no ar.

Voltando para Horner, fico com a impressão que a Red Bull considera
aceitável a perda de Daniel Ricciardo no futuro (2019).

Bem diferente da situação de Max Verstappen.

O holandês é aquele que arrasta multidões vestidas de laranja para os
autódromos.

A turma do energético fará de tudo para segurar sua estrela.

Com o movimento em direção à Honda, os titulares da Toro Rosso para
2018 (que estavam definidos) poderão ser alterados.

Carlos Sainz Jr. (visto no paddock como problemático) e Daniil Kvyat
estão com uma neblina sob suas carreiras.

Neste caso, olhando no longo prazo.

Fernando Alonso tem tratado com a Renault, assim como a McLaren na sua
busca por uma unidade de força, entretanto existe um polonês em teste.

E aí Sergio Perez vai ficando de lado e pra piorar sofrendo comparações com
um Esteban Ocon sete anos mais novo ao seu lado.

Se não estou enganado Ocon é hoje o maior piloto da categoria máxima do
automobilismo com 1,86m de altura.

Não sei como ficaria a Haas por conta do desejo da Ferrari por Giovanazzi.

O italiano em seu primeiro treino livre na equipe americana foi quase meio
segundo mais lento que Grosjean.

Hoje, em Silverstone, Giovanazzi retomou a Haas no teste para a Pirelli.

Foram 119 voltas.

(Lance Stroll também estava lá e deu 106)

Já a Sauber está sob nova direção.

Frederic Vasseur (ex-Renault).

Que chega com muita autonomia.

Vamos ver os rumos.

Olho da Rua

"O GP da Grã-Bretanha não precisa ser em Silverstone."

Chase Carey (Liberty)

Ficou

Petronas garantiu que o seu futuro na F1 não está comprometido.

Mesmo com a retirada do Grande Prêmio da Malásia do calendário,
a estatal estendeu seu acordo de patrocínio com a Mercedes.

(apesar de Eddie Jordan ter noticiado o contrário)

Desde 2010 a empresa vem investindo algo em torno de 40 milhões
de euros por temporada no time de Toto Wolff.

Com o apoio, a Petronas tem obtido um retorno midiático de mais de
800 milhões de euros anuais.

(pra quem duvida do tamanho da Fórmula 1...)

A empresa não deve aumentar a verba.

Por outro lado tem garantido relevância cada vez maior na parte técnica.

O investimento no moderno centro de pesquisa e desenvolvimento de
Villastellone (Turim) na Itália tem rendido frutos para a equipe na F1.

Excelente para os alemães.

Pois a gasolina Petronas é uma das principais colunas do ousado plano
da Mercedes.

Que consiste em dominar a categoria até o final do atual Acordo de
Concorde em 2020.

E, depois de atropelar Audi e BMW em casa, se tornar não apenas uma
das melhores marcas do segmento premium, mas uma lenda mundial.

Como a Ferrari.

Sábado

Sebastian Vettel acusou o qualifying da Mercedes como a maior dificuldade
da Ferrari.

Sim.

Largar na frente faz toda a diferença.

A Ferrari perdeu, mas ainda não está tão longe.

Sempre olho para Valtteri Bottas.

Enquanto um bólido vermelho estiver entre as duas Flechas de Prata ainda
temos um campeonato.

Se o viés de alta da Mercedes continuar, aí será quase impossível recuperar.

Parecia que não, entretanto Silverstone foi totalmente favorável para
a Mercedes.

Houve muita dificuldade na Scuderia Italiana para achar o setup correto.

Diferente das primeiras provas.

A esperança reside na exigência aerodinâmica da Hungria.

A Ferrari tem que mostrar nas próximas semanas que o SF70H tem espaço
significativo para o desenvolvimento.

Se Gina mostrar fôlego será um alento.

Algumas das novas especificações da unidade de força testadas pela Haas
na Áustria foram utilizadas na corrida da Grã-Bretanha.

Mas só veremos o real poder de forma completa em Monza.

A Empresa austríaca AVL tem auxiliado no desenvolvimento.

Ao mesmo tempo a unidade da próxima temporada já está sendo formatada.

A saída de Lorenzo Sassi pode indicar que ele não estivesse conseguindo
gerenciar as duas equipes de engenheiros.

Pois o modelo 2018 da máquina promete ser bem audacioso.

Dias cruciais.

Por fim

Penso que as clientes são uma forma de ver (sem tanta influência aero)
o poder do motor.

Por isso gosto de comparar Haas, Force India e Williams.












sexta-feira, 14 de julho de 2017

A Força da Unidade
















































O tema é motor.

Primeiro a Sauber.

O time suíço parece ter entendido que não existem muitos cockpits
disponíveis no grid.

E quase sempre quando algo é raro acaba se tornando valioso.

Ferrari, Honda e Mercedes procuram espaço para suas esperanças
mais jovens.

Alguns nomes?

Esteban Ocon, Pascal Wehrlein, Antonio Giovanazzi, Charles Leclerc
e Nobuharu Matsushita.

Olhando o mercado, a Sauber resolveu ouvir propostas.

E por isso seu acerto com a Honda esfriou.

A McLaren tem um contrato com os japoneses.

Um acordo tão bom, financeiramente falando, que permite que
a equipe nem precise de um patrocinador master.

Ainda acredito que em algum momento a boa performance virá.

Há capacidade e dinheiro suficiente para isso.

Romper uma parceria como essa seria uma lástima apesar dos
resultados até aqui.

A razão?

Ser um time de fábrica é o mais importante hoje na categoria máxima
do automobilismo.

A Red Bull está louca por uma unidade de força só sua.

As cabeças de Milton Keynes sabem que sem isso não haverá vitórias
no futuro.

Uma notícia é que a Honda decidirá nas últimas provas de 2017 se vai
permanecer ou não na Fórmula 1.

O comando da categoria (Liberty) não quer perder tal marca.

Seria um sinal muito ruim para outras fabricantes que estudam uma
entrada após 2020.

Aqui a conversa se move para a Porsche.

A Volkswagen entendeu que o Endurance não dá mídia.

E depois de cansar de vencer nas 24 horas de Le Mans as únicas coisas
novas que podem vir são a mesmice ou a derrota.

Participando de todas as reuniões que definirão como será a unidade
de força da F1 a partir de 2021, a Porsche vai nas próximas semanas
resolver seu futuro.

Endurance, Fórmula E ou Fórmula 1.

Sendo que a opção de mesclar a Fórmula E com uma das outras duas
deve também está sobre a mesa.

A favor da F1 pesa o fato do motor híbrido ser bem conhecido pelos
engenheiros da Porsche.

Fornecer unidades para a categoria não seria algo tão difícil.

Nem encontrar clientes.

As peças no tabuleiro estão se movendo.

Provável entrada da Porsche.

Caminhos da Honda.

Sauber e McLaren (Unidades da Renault) especulando seus destinos.

E tudo acaba atingindo o mercado de pilotos.

Os próximos dias serão importantes.


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Clipping

























Filhos.

De Keke, de Michael e de Mika.

Monza vai pagar e assim vai continuar no calendário por mais quatro
temporadas.

Pascal Werhlein está completamente entregue.

A Mercedes define totalmente os rumos de sua carreira.

Sabe aquela história de mudança na largada com safety-car?

Fica tudo como está.

Os sensores que vigiam os limites da pista estarão presentes também em
Hockenheim.

Bem em cima da linha mesmo.

O rigor, em comparação com Hungaroring, será maior.

Como o Tordo havia adiantado, o projetista James Allison deixou a
Scuderia Italiana.

Mattia Binotto assumiu o cargo de diretor técnico.

Sobre isso o Tordo conta três coisas.

A primeira é que Binotto é um homem que sabe lidar melhor com as pessoas.

A segunda é que ele é um interino.

(existe a busca por uma solução definitiva)

A terceira é Wolf Zimmermann.

Já em Maranello, um dos criadores da unidade de força da Mercedes ganha
ainda mais influência dentro da Ferrari.

McLaren contará com uma nova mistura elaborada pela Mobil.

Vem mais potência por aí.

Esteban Ocon (pela Renault) e Charles Leclerc (pela Haas) vão aparecer
do primeiro treino livre na Alemanha.

No último Clipping, a gente destacou o fato de Pierre Gasly ter assumido
a liderança da GP2.

No pior momento de Daniil Kvyat, Gasly mostra serviço e aparece como
uma opção real para seu lugar na Toro Rosso.

Mais.

Os ventos da Rússia dizem que a turma dos energéticos já descartou Kvyat.

A Longbow (Tetra Pak), que adquiriu a Sauber, possui planos bem definidos
para o time.

No início, a instituição financeira irá garantir o dinheiro para sustentar a
Sauber pelos próximos três anos.

Durante esse período, há a expectativa de surgir um patrocinador master.


O departamento de design será incrementado para poder criar em outros
seguimentos da indústria (tipo a Williams).

A Sauber tem um histórico de inovação na Fórmula 1.

Sua tecnologia pioneira permitiu que times menores pudessem construir
bólidos para a categoria mesmo sem dispor de um túnel de vento,

Tudo isso através do software que calcula a dinâmica dos fluidos.

A Caterham, por exemplo, foi uma das escuderias que usufruiu dessa
tecnologia.

E por falar em túnel de vento, a Sauber conta com um monstro desses
para chamar de seu.

E de primeira.

Tanto que a Audi utilizou o ventilador de Hinwil para construir o poderoso
R18.

Tudo isso para dizer que (com o dinheiro da Longbow) a Sauber se tornou
um lugar interessante para se estar nas próximas temporadas.

Frases.

"Uma equipe não funciona, se dentro dela existirem dois times diferentes."

Kimi Raikkonen sobre 2014 (quando estava ao lado de Fernando Alonso).

"Rosberg tem um companheiro difícil.

Forte, rápido e que não erra.

E fora da pista ele tem uma influência significativa...

Boa sorte para Nico ao lidar com isso!"

Fernando Alonso, rindo.

Por fim.

Design 2017.





















quinta-feira, 14 de julho de 2016

Clipping























Imagem do teste em Silverstone.

Destaque para Santino Ferrucci conduzindo a Haas.

A luz verde indica que o piloto ainda não possui a super licença.

Nos últimos tempos tenho dado destaque para a nova geração de pilotos.

Não é à toa.

Penso que nas próximas temporadas as escuderias da Fórmula 1 deverão
trazer muitas caras novas para o grid.

Kevin Magnussen revelou que não abriu tratativas com a Renault sobre sua
renovação.

Tenso, devido a concorrência.

Pois o time de Viry Chatillon / Enstone possui um dos cockpits mais desejados
da categoria máxima do automobilismo.

Enquanto isso, Stoffel Vandoorne não admite ficar fora da F1 em 2017.

Mas o belga (sete anos mais velho que Verstappen) já aceita a ideia de procurar
opções além da McLaren.

Na Ferrari, Charles Leclerc conta com o apoio total do time italiano.

Tentando repetir a experiência de formação "Bianchi".

É o único dos novatos que leva debaixo do braço um acordo de vários anos
com a Scuderia Italiana.

Quem continua forte em sua formação é Lance Stroll.

(figurinha do Blog)

Seu pai vai bancar um programa particular de testes para ele.

Algo inédito.

Stroll utilizará um bólido da Fórmula 1 (de 2014) em circuitos em que o menino
ainda não possui experiência.

Luca Baldisserri (seu mentor) parece estar criando um monstro.

Talentoso e com dinheiro, Stroll tende a ser o rival de Verstappen no futuro da
categoria máxima do automobilismo.

Interessante.

Felipe Massa tem clareado sua permanência na Williams.

(por falta de opções para o time, vide o caso Raikkonen)

O piloto brasileiro tenta negociar seu futuro sozinho, direto com a escuderia
britânica.

(sem Nicolas Todt)

Repetindo Kimi, que resolveu com os italianos seu novo, e derradeiro, acordo
sem o dedo de Steven Robertson.

(neste caso, com a imprescindível interferência do amigo Sebastian Vettel)

Por fim.

No calendário da Fórmula E (2016/2017) aparece Nova York.

A prova se daria em Porto Imperial, onde a Fórmula 1 esteve perto de realizar
um Grand Prix.

(lembra?)

Mas Bernie Ecclestone pode estar perto de anunciar outra etapa nos Estados
Unidos.

Em Las Vegas.

Já existe o dinheiro, as pessoas certas estão envolvidas e Hermann Tilke já
desenhou o traçado nas ruas da cidade de Nevada.

Seria um retorno.

Já que a Fórmula 1 já passou por lá.

Bem diferente do passado, claro.


























quinta-feira, 7 de julho de 2016

Clipping
























Monumental.

Enquanto que a atual temporada parece que novamente será decidida entre
Lewis Hamilton e Nico Rosberg, o futuro ainda se mostra obscuro.

As novas regras poderão colocar fim ao domínio absoluto da Mercedes.

Sendo assim, seria a última chance da dupla da flecha de prata obter um
título de forma tão fácil.

Talvez por isso a disputa neste ano esteja tão sangrenta.

O novo regulamento recebeu sugestões diretas da Red Bull.

E a escuderia de Milton Keynes não esconde sua empolgação.

Adrian Newey já se dedica em tempo integral ao bólido de 2017.

Com as unidades de força saindo das restrições de desenvolvimento impostas
pelas leis atuais, a aerodinâmica voltará a ter um papel principal no circo.

E ninguém envelopa melhor um bólido que o projetista da turma dos energéticos.

Adicione aí o desenvolvimento do motor Renault que já conta com investimento
pesado da marca francesa.

Interessante.

Porque Max Verstappen quer ser o novo Vettel.

Só que Daniel Ricciardo não é Mark Webber.

Após a reunião com seus pilotos, Toto Wolff partiu para outra conversa.

Dessa vez com Valtteri Bottas, que possui a carreira ligada a ACES Management.

(empresa que conta com os sócios Toto Wolff- Didier Cotton- Mika Hakkinen)

No paddock dão como certo que mais cedo ou mais tarde o finlandês irá desembarcar
na Mercedes.

O Tordo (que enxerga tudo de perto) diz que seus sorrisos fáceis entregam sua
segurança em relação ao futuro.

"Meu sonho e minha missão é trilhar o meu caminho até a F1 e me tornar campeão
mundial."

As palavras acima estão no site oficial de Petr Ptácek Jr.

O menino (Kart) da República Tcheca estava até bem pouco tempo no programa
de jovens pilotos da Lotus.

Seu pai (rico) está sendo figura habitual circulando no mundo da Fórmula 1.

Pode ser um ensaio para um novo patrocinador de uma equipe na categoria máxima
do automobilismo.

Claro, para dar continuidade aos estudos de seu filho.

A famosa Ray-Ban passou a patrocinar a Ferrari.

Haryanto garantiu sua permanência na Manor até o fim de seu contrato.

Agora os novatos.

Pierre Gasly (Red Bull) e Santino Ferrucci (Haas) estarão nos testes de Silverstone.

Charles Leclerc (Haas) no primeiro treino livre em Silverstone.

Por fim.

Voltando a falar de Renault, a proposta de Nicolas Todt pode não dar em nada.

O empresário de Felipe Massa ofereceu o talento do brasileiro com salário de
iniciante.

Só que a recente mudança no comando do time não foi boa para o negócio.

Frederic Vasseur assumiu o comando em Viry Chatilllon.

O foco do novo comandante está em pilotos mais jovens.

E juventude não é o forte de Massa.

Pra você saber, somente um hecatombe tiraria uma das vagas de Esteban Ocon
no time amarelo em 2017.

Complicado.

Apenas Kimi Raikkonen e Jenson Button são mais velhos que Massa no grid.

Mas diferente de Felipe, ambos são campeões mundiais.

O que pesa muito nesta balança.

A Ferrari está enrolada em arrumar um desculpa válida para dispensar o finlandês.

Enquanto que Button demonstra estar tranquilo em relação ao seu futuro.

A ponto de dizer uma frase reveladora sobre a corrida em Silverstone.

"Acho que este não será meu último GP em casa..."













sexta-feira, 24 de junho de 2016

New Kids




























As imagens acima podem mostrar o futuro da Fórmula 1.

Nelas estão jovens pilotos que parecem estar em caminhos que findarão na
categoria máxima do automobilismo.

Alfonso Celis Jr. é um deles.

O mexicano conseguiu um programa de testes espetacular com a Force India.

Na próxima etapa (Áustria) ele estará mais uma vez conduzindo o carro do time
de Vijay no primeiro treino livre.

Pelo plano, Fonz fechará a temporada de 2016 com participação em 7 treinos
livres.

(lembrando que no início do ano ele conduziu dois dias nos testes de Barcelona)

Parece claro que nos próximos anos haverá mais um conterrâneo de Gutierrez
e Perez no grid.

Outro que penso estar fazendo tudo certo é o brasileiro Sérgio Sette Câmara.

Por outra via.

Aqui a vereda se chama Red Bull.

Câmara (competindo na F3) está no programa de pilotos do time do energético.

O menino é agressivo e possui talento.

(quem acompanha o espaço sabe que não puxo sardinha pra brazuca)

Com Pierre Gasly vacilando, talvez surja uma boa oportunidade para o brasileiro
aparecer e se tornar uma aposta na interessante pra Toro Rosso daqui alguns anos.

Agora é vez de falarmos do monegasco Charles Leclerc.

Membro da academia de pilotos da Ferrari e piloto de desenvolvimento da Scuderia
Italiana.

Leclerc foi selecionado para mergulhar de vez no mundo da Fórmula 1.

Nos próximos finais de semana de 2016 da F1, ele estará conduzindo em 5 treinos
livres o bólido da Haas.

Coloque em sua mente a esperança de repetir Jules Bianchi.

(um jovem piloto, companheiro ideal e um plano B para reserva emergencial)

Essa é a função da academia.

Se Leclerc entender seu papel, repetirá Massa e Barrichello.

Por último, mas não menos importante, Lance Stroll.

Rico, talentoso e com uma ligação com a Mercedes.

Stroll atualmente lidera a F3 europeia com atuações sólidas.

Nos últimos dias ele colheu elogios de Toto Wolff que disse que ele será o
próximo canadense na Fórmula 1.

Toto sabe do que fala.

Pois está muito bem informado.

É ele quem fornece os motores Mercedes (através da sua empresa HWA AG)
para o time de Stroll, a Prema.

Lance ocupa a função de piloto de desenvolvimento da Williams e não causaria
espanto se ocupasse um dos cockpits do time de Frank daqui uns anos antes de
desembarcar na Mercedes.

Entenda.

Não estamos falando aqui do mercado para 2017.

Até porque nenhum desses nomes citados chegou sequer na GP2.

Entretanto são jovens que claramente traçaram uma meta.

E com cuidado vão subindo a montanha.

Para não chegar de qualquer jeito.

Mas da maneira certa.

Para tentar o mais difícil.

Ficar na Fórmula 1.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Rascunho Autossuficiente




























Teste.

Verstappen (pai) numa Ligier sendo empurrada por um Honda.

Experimentando a borracha da japonesa Bridgestone.

Quase 20 anos atrás.

Em Abu Dhabi também há testes.

Da Pirelli.

Destaque para os novatos.

Stoffel Vandoorne na McLaren, Alfonso Celis na Force India, Jolyon Palmer
na Lotus, Adderly Fong na Sauber e a dupla Rio Haryanto / Jordan King na
Manor.

Falando em Manor, duas notinhas.

A primeira, uma lógica.

Stephen Fitzpatrick (que salvou a escuderia da falência) pediu formalmente
permissão da FIA para que haja uma troca de nome para 2016.

O time hoje recebe a alcunha de Manor F1 Team (Marussia).

Manor por conta de John Booth e Graeme Lowdon, que não estão mais na
equipe.

E Marussia que era a antiga patrocinadora.

Fitzpatrick deverá rebatizar a escuderia com um nome completamente novo.

Que não seja OVO.

Nome da milionária empresa de energia que o empresário britânico comanda
fora das pistas.

A segunda notinha é sobre dinheiro.

A Mercedes não quer bancar a pedida de 10 milhões de dólares para que Pascal
Wehrlein se torne titular da Manor.

Toto Wolff acha o valor alto demais.

Aproveitando, uma frase do comandante da Mercedes.

"A relação difícil entre nossos pilotos é uma das nossas fraquezas."

Existem boatos dizendo que o jovem piloto Charles Leclerc pode assumir o papel
de piloto de testes na Haas.




























Com apensa 18 anos e apoiado pelo empresário Nicolas Todt (Massa e Maldonado),
o rapaz que acaba de entrar para o programa Ferrari Drive Academy deverá competir
na GP3 na próxima temporada.

Toro Rosso entregando um cheque de mais de vinte milhões de euros para ter o direito
de usar a unidade de força da Ferrari no próximo ano.

Pelo menos o time de Faenza economizou bastante nesta temporada.

Veja só.

Por cada ponto conquistado por Max Verstappen, a Toro Rosso desembolsou
cerca de cinco mil euros.

Uma pechincha!

Pense na McLaren que pagou algo em torno de três milhões de euros por ponto
alcançado por Fernando Alonso!

A declaração de Christian Horner, chefe da Red Bull pareceu enigmática.

“Espere para ver qual será o nome do motor da Red Bull em 2016...

Creio que Ron Dennis não ficará nada feliz..."

Existem indícios que Mansour Ojjeh, proprietário da TAG e um dos donos da
McLaren, possa estra movendo seus recursos para o time dos energéticos.

Seu relacionamento com Ron Dennis não tem sido fácil.

Por isso Mansour estaria se desfazendo das ações que possui da escuderia de
Woking.

A recente saída da marca de relógios TAG Reuer da McLaren seria mais uma
pista.

Ainda mais que ela desembarcou justamente na Red Bull.

Com as complicações do acordo com a Renault, a Red Bull poderia usar um
motor com nome TAG em 2016.

A equipe receberia o ICE (motor de combustão interna) da Renault e desenvolveria
as outras partes em Milton Keynes sob o comando de Mario Illien (Ilmor).

Interessante saber que a Red Bull vem se preparando desde o ano passado para se
tornar independente dos fabricantes de motor.

Para isso precisaria fazer alterações em sua planta de fábrica para poder realizar testes.

Como qualquer mudança de uma edificação na Inglaterra precisa ser aprovada pelas
autoridades locais, fica fácil achar documentos sobre o assunto.

O prédio que teve seu pedido de alteração de planta (ainda no ano passado) está
destacado na imagem abaixo.
























As mudanças incluem novas seções e andares como podemos ver no desenho
a seguir.

























Após a aprovação, houve muitas reformas que incluíram dois pavimentos subterrâneos
para executar todo o tipo de testes a fim de encontrar soluções para o comportamento
de unidades de força nas mais diferentes condições.

Até autorizações referentes ao barulho provocado pelos novos experimentos tiveram
que ser adquiridas.



































Com um motor próprio e as novas especificações aerodinâmicas que entrarão
em vigor em 2017, parece que estamos testemunhando o renascimento do
monstro que dominou a categoria entre 2010 e 2013.

A Red Bull quer iniciar uma nova era na categoria máxima do automobilismo.

Autossuficiente e sem necessidade de prestar contas a ninguém!