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sexta-feira, 15 de março de 2019

Melbourne 14














































Arte.

Nico Rosberg, Kevin Magnussen e Jenson Button no pódio.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Clipping





























C'est la vie.

DTM, WEC, WTCC...

Não importa muito a sigla.

São menores.

Auf Wiedersehen

A Mercedes anunciou de forma abrupta que deixará a tradicional categoria
de carros de turismo da Alemanha e moverá suas forças para a Fórmula E.

Depois do acontecido, faz sentido.

A noviça categoria elétrica ainda oferece menos visibilidade que a Deutsche
Tourenwagen Masters.

Mas demonstra capacidade de crescimento por desejar atingir todo o planeta
com seu calendário.

Invadindo as ruas das cidades.

E ainda permite o ganho de mais uma plataforma para preparação de pilotos
numa categoria de monoposto.

Lembre-se que Pascal Wehrlein e Esteban Ocon tiveram passagem pela DTM.

Nos próximos anos os meninos cuidados pela Estrela de Prata deverão estagiar
nos elétricos.

Detalhe.

A mudança está sendo feita de forma cuidadosa.

Pois o plano da marca alemã é dominar tanto a F1 quanto a Fórmula E.

Olhando os pilotos da marca que competem na DTM, somente os austríaco
Lucas Auer possui possibilidade de ascensão hoje.

Auer estará nos testes de Hungaroring da Fórmula 1 pilotando uma Force India.

Repare que BWT (que pinta os carros de rosa) já sabendo de toda a movimentação
(Mercedes - DTM) se antecipou e fechou acordo de patrocínio com o time de Vijay
Mallya (Force India).

Garantindo assim sua presença num time ligado a Mercedes na F1.

Para fechar, o nome de Nico Rosberg foi citado como sendo ligado nessa tomada.

Será?

Senta e Toma um Café

A Honda diz duas coisas.

Que fica com a McLaren em 2018.

E que ainda conversa com a Sauber.

A Vaga na Williams

Foi interessante ouvir de Jenson Button que ele possui proposta da Williams.

Outro dia falei de Alonso.

Claire parece buscar uma estrela para atrair patrocinadores.

Em suas palavras.

"Qualquer motorista que fizer o mesmo que Felipe (Massa), estará apto
a tomar o cockpit no próximo ano."

Assim nada certo para 2018.

Filho Pródigo

Falando nisso, Valtteri Bottas precisa confirmar seu posto na Mercedes.

Pelo que eu entendi, não há volta para Grove.

Teste

Mais uma da Williams.

Luca Ghiotto foi escalado ao lado de Felipe Massa nos testes da Hungria.

Italiano e piloto da F2.

Registros.

Ghiotto disputou de forma ferrenha o título da GP3 com Esteban Ocon
em 2015.

E por pouco não teve uma chance com a Red Bull depois disso.

(Helmut Marko, por vezes, é severo demais)

Futuquei a história e não achei nada demais.

Porém eu sei que tem coisa aí.

Ninguém consegue um teste do nada sem mais nem menos.

Conta

"Não entendo como temos (F1) apenas 5 patrocinadores e a Nascar possui 43."

Chase Carey.

Conta 2

A UPS renovou seu acordo com a Ferrari.

A Philip Morris continua sendo o maior apoiador.

Se você não sabe, a dona da marca Marlboro ainda tem contrato até 2019
com a Scuderia Italiana.

Hungria

Sem pânico.

Nós ainda temos algo.

A tendência é vermos Ferrari e Mercedes mais próximas.

Por conta das características do autódromo.

Que é bem diferente de Silverstone.

Mais.

Como a potência do motor não deverá ser o fator determinante, e nessa
altura do campeonato, todos esperam que Red Bull e McLaren apresentem
uma performance melhor do que nas praças anteriores devido ao fator
aerodinâmico.

O crescimento das Flechas de Prata é evidente.

Trouxe sucessivas melhorias no peso, aerodinâmica e mecânica em Barcelona
e Montreal.

Outro fator que fez diferença contra a Ferrari, depois da Áustria, é o questionamento
na FIA sobre o fundo do carro, que acabou tendo que ser alterado com uma pequena
vedação que deixou Gina mais instável.

Achar o setup ficou difícil e trabalhar no limite dificulta o trato dos pneus.

Mostrar que acharam o caminho novamente é essencial para os italianos.

O Holandês Voador

A movimentação do mercado deve obrigar a Red Bull a rever seus planos
com Max Verstappen.

Sim.

Há um contrato sem brechas até 2019.

Entretanto ele precisa receber tratamento de estrela para continuar.

E isso significa novos valores.

Já aconteceu algo parecido no passado na mesma casa do energético
quando Vettel começou a colecionar vitórias.

E títulos.

Os novos vencimentos de Verstappen não devem chegar ainda aos
30 ou 40 milhões de euros anuais dos campeões.

Algo em torno de 20 milhões de euros a partir do ano que vem, com
uma renovação para mais três temporadas deve fechar o acordo.

Assim o holandês estaria com 100 milhões de euros na conta ao final
do novo ciclo (2022).

Nada mal.




















quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Clipping



















































A expectativa pela grande final!

Pronto Falei

Button disse que Rosberg se tornará campeão em Abu Dhabi.

"A não ser que Hamilton pague algum dos pilotos para enfiar o carro no
meio da Mercedes de Nico!

Pois dinheiro não falta para Lewis."

Jenson (futuro aposentado) anda com a língua afiada.

Investidores

Os russos podem ser a salvação de Silverstone.

Comparação

Alguns estão surpresos com a performance de Raikkonen perante Vettel.

Uma das explicações é que as preocupações de Kimi são menores.

Sebastian vem sacrificando toda sua preparação nesta temporada para
ajudar a Scuderia Italiana a desenvolver o bólido de 2017.

O Novo Mexicano

Alfonso Celis Jr. estará encerrando seu programa com a Force India em
Abu Dhabi.

O piloto aparecerá novamente nos primeiros treinos livres.

O grupo Martiga (que coordena a carreira de mexicano) fez realmente um
investimento pesado.

Simpatia

Quem andou interagindo com a gente na internet foram as jovens promessas
Sette Câmara e Lando Norris.

A empáfia passa longe das duas figuras!

Plano

A Sauber quer dinheiro.

O plano é reconstruir a equipe nos próximos três anos.

Com isso em mente, a figura de Rio Haryanto ganha força.

Repito.

Precisa mostrar o dinheiro.

Impressionante.

Ao ouvirmos o paddock fica claro que, apesar de tudo, aquilo que mais vem
prejudicando Nasr nessa briga pelo segundo cockpit no time suíço é a sua
relação com a equipe.

Plano II

A Mercedes não vai paga qualquer coisa para Pascal Wehrlein ficar.

Mais claro?

Ninguém vai rasgar dinheiro.

Foi trágico para o alemão a ida de Esteban Ocon para Force India.

Desafio

O MRF Challenge é um campeonato de fórmula realizado fora da temporada
comum organizado pela Madras Motor Sports Club da Índia.

A coisa funciona desde 2011 e Pietro Fittipaldi foi o campeão do ano passado
depois de 14 rodadas em quatro circuitos diferentes: Dubai, Bahrein, Abu Dahbi
e Chennai.

Nomes conhecidos já competiram desde que a coisa foi elaborada.

Conor Daly (primeiro campeão), Jordan King (reserva Manor),  Carmen Jordá,
Narain Karthikeyan, Nikita Mazepin, Mathias Lauda, Nobuharu Matsushita, Mick
Schumacher, Harrison Newey, Josh Hill (filho de Damon) e Manuel Maldonado
(primo de Pastor).

Interessante notar a presença de brasileiros em todas as temporadas.

Além de Fittipaldi, Pedro Cardoso, Vinicius Papareli, Gustavo Myasava, Renan
Guerra, Henrique Baptista, Enzo Bortoleto, Matheus Leist (lembra dele?), Bruna
Tomaselli e Moraes Cardoso (3° em 2016 - campeão Schumacher).

Como o troço não é muito divulgado por aqui (e conta com brazucas) resolvi fazer
um adendo.

Por Fim

Muitos culpam as falhas no equipamento de Hamilton por sua condição na briga
pelo título.

Atrás de Rosberg, no caso.

Hamilton sofreu cinco problemas mecânicos até aqui em 2016.

Quatro em classificação (China, Rússia, Baku e Cingapura) e apensa um durante
corrida (Malásia).

Avaliando o histórico de perdas da Mercedes de problemas mecânicos no
domingo, ou seja, em corridas (que é quando a coisa realmente interessa)
temos a seguinte tabela.

Lewis HamiltonNico Rosberg
201303
201423
201512
201610
Total48


Quem é o azarado?

A perspectiva das coisas muda, não?

sábado, 19 de novembro de 2016

Notícias de Woking



















O recorte acima é de um Rascunho daqui mesmo do Blog.

De 30 de setembro de 2015.

Clique aqui para ver o post completo

Pois bem.

Pouco mais de um ano se passou e Ron Dennis deixou o comando da McLaren.

A tentativa de compra através de uma parceria com investidores chineses não
deu certo.

O fundo de investimento do Bahrein, Mumtalakat, e Mansour Ojjeh, que juntos
controlam 75 % das ações da empresa, fizeram valer suas vontades.

Isso explica em parte outras negociações que corriam em paralelo.

A Ferrari fez três propostas diferentes para convencer Eric Boullier a ocupar
o lugar de Maurizio Arrivabene.

Todas recusadas.

Pode ser um indicativo um aumento de poder do francês em Woking com a
saída de Dennis.

Futuro?

Max Verstappen estava nos planos.

Mas sua repentina promoção da Toro Rosso para a Red Bull e os resultados
recentes mostram que seria muito improvável que a turma do energético
pensaria em perder sua joia.

O paddock espera um aumento de atrito entre o holandês e Daniel Ricciardo.

Exemplificando.

A Mercedes que tentou Verstappen no passado vigia agora os passos do piloto
australiano.

Um seguro.

Caso Rosberg confirme o título, dificilmente continuará além de seu contrato
sob o comando de Toto Wolff.

Difícil também é decifrar que piloto comandará a McLaren nos próximos anos.

A permanência de Jenson Button na reserva revela tal insegurança.

Cairia do céu uma temporada avassaladora de Stoffel Vandoorne frente
Fernando Alonso.

Entretanto é complicado para o menino com a retirada da proteção de Ron
Dennis.

No outro lado da sala, a Honda assiste a tudo isso de forma atenta.

Nós também.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Chegadas & Partidas


























Claro.

A manchete é a aposentadoria de Felipe Massa.

Indy, Stock car...

Não o vejo em nenhuma dessas coisas.

Talvez num Endurance, de vez em quando, com amigos.

O brasileiro deixa a categoria máxima do automobilismo com uma mágoa.

A de não ter sido campeão (segundo suas palavras) por causa do Crashgate 
de Cingapura no qual Nelsinho Piquet esteve mais do que envolvido.

Coisa que Massa não aceita.

Felipe sai da Fórmula 1 porque não possui mais recursos disponíveis para
conseguir um bom cockpit.

E, sobre recursos, não estou falando apenas de dinheiro.

Havia opções menores (como a Sauber) que não tiveram peso frente a
aposentadoria.

Cada um deve saber o que melhor para si.

Vida que segue.

No elegante formato da despedida, fiquei com a impressão que a Williams
prepara o caminho para a chegada de Jenson Button.

Para que não haja a impressão que um estava tomando o lugar do outro.

Sergio Perez está alegre.

E a Renault é o motivo.

O que Vettel faz ali em cima?

Seb afirmou que a Ferrari não será sua última equipe.

O pródigo não quer mais gastar seu tempo.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Clipping



























Imagem do passado.

Logo voltaremos ao assunto.

Faça sua parte.

Este é um bom conselho.

Alguns podem dizer que Lewis Hamilton teve sorte com os acidentes na Bélgica.

Safety-car e tal.

Mas a verdade é que o piloto inglês cumpriu seu papel.

Fez a parte dele e por isso alcançou uma bela colocação no final.

A Fórmula 1 é isso.

As escuderias precisam fazer a sua parte.

Um bom projeto, material humano qualificado, estratégia, política, dinheiro e
evolução constante.

Já os pilotos precisam dar o seu melhor dentro do cockpit.

Lembro de 2010.

Fernando Alonso ficou preso atrás de Petrov.

Vettel foi campeão contra as probabilidades.

Bernie Ecclestone havia falado algo ao jovem alemão antes da largada.

E quando soube do resultado, já voando em seu jato (ele nunca fica para ver
o fim das corridas) revelou suas palavras.

"Eu disse para ele não cometer erros."

Hamilton faz sua parte.

Rosberg também cumpriu sua ordem.

Quem fizer o melhor, será campeão.

Seguindo com seu programa, Alfonso Celis Jr. comandará uma Force India
no primeiro treino livre de Monza.

Voltando ao assunto inicial.

Sergio Perez caminha para a Renault.

Sobre a mesa está um contrato até 2019 para o piloto mexicano.

A permanência Valtteri Bottas na Williams é dada como certa por mais dois
anos.

Porém a turma de Grove vai precisar aumentar os vencimentos do finlandês.

(existe uma minuta da Renault com um salário maior)

Esteban Ocon ainda não sabe quais as cores vai defender no ano que vem.

A atual amarela (que pode se tornar azul) ou laranja/verde/branca de Vijay.

Vandoorne na McLaren já ultrapassa a lógica.

Jenson Button pode ir para a Williams.

Mas a segunda vaga parece depender da decisão de Lance Stroll.

Pular para a categoria máxima do automobilismo de uma vez ou continuar
devagar passando pela GP2 com muitos treinos livres de sexta-feira na F1
em 2017 (para se preparar melhor para 2018).

Kvyat tenta um lugar na Sauber.

A visita de Nasr fez a Temer rendeu a continuidade do apoio do Banco do
Brasil.

Com menos aporte financeiro.

Nasr aposta tudo em uma ida para a Haas.

Por fim.

Felipe Massa?

Trocou olhares e sorrisos com a Sauber.

Estão ficando.

Pode ser que daí renasça um velho amor.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Over Again



























Imagem dos responsáveis por conduzir a McLaren em 2013.

Hum.

Boatos de passagens recentes por Grove.

A mesma dupla poderia se repetir na Williams em 2017.

Enquanto isso, de forma discreta, a McLaren em sua loja colocou o nome e o
número de Stoffel Vandoorne nos primeiros produtos.

Ah sim.

E a linha de 2016 já está em liquidação...


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Clipping


























Quebra-cabeça.

É isto que me vem a mente quando analiso o mercado de pilotos para 2017.

Peças soltas que precisam ser decifradas para formar um cenário.

Entretanto são muitas peças.

E elas se encaixam de maneiras diferentes.

Sendo assim, algumas acabarão sobrando.

Uma das peças se chama Jenson Button.

A Williams está de portas abertas esperando o piloto inglês.

"Ele é um grande talento.

Precisamos de um piloto como ele."

Palavras de Claire Williams.

Rasgando.

Porém a equipe de Grove quer uma decisão rápida do piloto.

Não quer esperar que ele seja descartado da McLaren.

Ao mesmo tempo, Ron Dennis não demonstra pressa.

Como você já leu por aqui, o chefe da McLaren não aprecia a ida de seu
piloto para outra equipe britânica.

Na outra ponta, Valtteri Bottas pressiona com uma proposta da Renault
sobre sua mesa.

Assim entendemos que a posição da Williams é delicada.

Basta imaginar que Button renove com a McLaren e Bottas se mude para
Viry-Chatillon.

Literalmente dois pássaros voando.

Para não ficar vendida, a Williams cita o nome do mexicano Sergio Perez
como opção.

Mas me parece que não é o desfecho sonhado por Grove.

Acho que há o desejo de um piloto experiente (Button) ou que esteja familiarizado
com o time (Bottas) ao lado de Lance Stroll (em 2017 ou 2018?).

Por sua vez, a Renault também tem seus planos.

Frederic Vasseur (o chefe) admite que um dos pilotos de 2017 poderá ser um
pagante.

Os tempos são bicudos.

Aí entra o leilão.

E quem deu o primeiro lance foi Kevin Magnussen.

Para manter seu lugar no time ele mostrou que pode trazer um cheque de sete
milhões de euros prometido por seus patrocinadores.

E o nome de Sergio Perez entra na lista dos franceses também.

Quer embaralhar?

Vasseur é parceiro de Nicolas Todt.

O filho de Jean Todt que possui ligações com Felipe Massa e Charles Leclerc.

Além de Giuliano Raucci (brasileiro que vem fazendo bonito na F4).

Mas isso é esperança para um futuro mais distante.

Eje Elgh, assessor de Marcus Ericsson, declarou que existem três vagas em três
equipes diferentes na Fórmula 1.

Sendo que em qualquer uma delas seu piloto poderia entrar.

Blefe?

Pode ser.

Pois a estratégia de valorização sempre existiu.

Aí alguém pode perguntar.

E Pierre Gasly, Daniil Kvyat, Jordan King, Rio Haryanto, Alexander Rossi,
Esteban Ocon, Felipe Nasr, Stoffel Vandoorne, Jolyon Palmer?

É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.

Mas o legal é que o mercado está em movimento.

Mudando de assunto.

A Force India trouxe a proposta de divisão da Fórmula 1.

Nos moldes do Endurance (tipo LMP1 e LMP2).

Pois é fato que as fabricantes possuem uma vantagem gigantesca sobre suas
clientes.

Até no orçamento.

Existem times que gastam sete vezes mais dinheiro que outros para desenvolver
um bólido.

Desenvolvimento contínuo.

A Mercedes, por exemplo, apresentas novas peças aerodinâmicas a cada novo
GP.

Alguém acredita que a Haas consegue acompanhar?

Na reunião em que estavam todas as clientes, Toro Rosso e Williams votaram
contra e assim a proposta dos indianos foi enterrada.

Lembro que levantamos a questão não faz muito tempo.

Clique aqui para lembrar

Por fim.

Nos testes em Fiorano, Sebastian Vettel e Esteban Gutierrez rodaram 285 voltas
ao todo com os novos pneus da Pirelli.

Agora é a vez de Sebastien Buemi (campeão da FE) assumir a Red Bull em Mugello
para também experimentar os novos compostos.

Interessante que apenas Ferrari, Red Bull e Mercedes (seis dias cada) farão os testes
antes de Abu Dhabi, quando todos as escuderias irão rodar juntas num teste final.

A McLaren abriu mão de participar dessa fase.

Acredite.

Para reduzir custos.





















terça-feira, 26 de julho de 2016

Deixa Rolar

























Bom dia petrolheads!

Conversa de final de semana.

"E aí?"

Pergunto.

"Pode cravar! Pode cravar!!"

Falo nada.

domingo, 24 de julho de 2016

Pacote

























Interessante.

Com Lance Stroll apresentando uma proposta de mais de 25 milhões de euros
para a Williams, os destinos da dupla Felipe Massa e Vatteri Bottas pode
parecer ameaçado.

Entretanto um dos cenários apontados no horizonte parece ser bem reconfortante.

Os titulares da escuderia de Frank desembarcariam na Renault em 2017 tendo
Kevin Magnussen como piloto reserva.

Um negócio de oportunidade que tiraria dos planos o piloto Mercedes Esteban
Ocon.

Que reviravolta!

Assim os franceses estariam monitorando de forma atenta as negociações de Grove
com Jenson Button / Lance Stroll.

Quem disse que o mercado de pilotos não está aquecido?

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Clipping

























Hamilton nos braços do povo!

A renovação de Kimi Raikkonen deixou muitos admiradores do automobilismo
indignados.

Não é pra tanto!

O piloto finlandês se encontra na terceira posição do campeonato.

O que não é pouco, principalmente quando olhamos a fragilidade da máquina da
Scuderia Italiana.

Vale notar que Sergio Marchionne tem muita consideração por Kimi.

E no momento ele não enxerga que algum outro piloto disponível no grid poderia
fazer um trabalho melhor.

Disponível.

Vijay Mallya deu as caras em Silverstone.

O dono da Force India confirmou que Sergio Perez e Nico Hulkenberg estarão
defendendo seu time também em 2017.

Interessante que o empresário indiano está sendo investigado por transações de
duas décadas atrás dentro da Fórmula 1.

Período em que seu dinheiro patrocinava a Benetton de Flavio Briatore.

Se eu tivesse uma marca mundial, patrocinaria o safety-car.

A lista de quem vai pilotar nos dois dias de testes de Silverstone.

Mercedes: Esteban Ocon e Pascal Wehrlein

Ferrari: Charles Leclerc e Kimi Raikkonen

Red Bull: Pierre Gasly

Williams: Valtteri Bottas e Alex Lynn

Renault: Sergey Sirotkin e Jolyon Palmer

Toro Rosso: Carlos Sainz Jr. e Sergio Sette Câmara

McLaren: Fernando Alonso e Stoffel Vandoorne

Force India: Nikita Mazepin

Manor: Rio Haryanto e Jordan King

Haas: Santino Ferrucci

Mesmo depois de ser vaiado no pódio, Nico Rosberg participou da festa com
os fãs após a corrida da Inglaterra.

Pastor Maldonado parece bem próximo da Indy.

Lembrando que o venezuelano atualmente trabalha para a Pirelli no desenvolvimento
dos novos compostos para 2017.

Foi Lewis Hamilton quem obrigou Niki Lauda a desmentir o que havia dito.

O fenômeno Max Verstappen triplicou a audiência da TV holandesa na Fórmula 1
em um ano.

O novo contrato de Nico Rosberg com a Mercedes pode deixar o piloto ligado
ao seu atual time até 2020.

Explico.

Haveria um extensão até o final de 2018, com opções a serem confirmadas pela
Mercedes para 2019/20.

Assim Toto Wolff teria a garantia de um piloto top de linha, caso haja dificuldade
na escolha de um substituto mais jovem.

(veja o caso atual da Ferrari / Raikkonen)

Ao mesmo tempo daria também uma oportunidade (brecha) para Nico sair se
surgir uma outra porta interessante (pós-2018).

A IBM renovou seu acordo com a Red Bull até 2020.

As negociações entre Felipe Massa e a Williams parecem paradas.

O motivo deve ser Jenson Button.

O inglês pretende ficar na categoria máxima do automobilismo por mais dois (!) anos.

Existe a porta no time de Frank.

Mas Ron Dennis continua odiando a ideia de ver seu piloto defendendo outra escuderia
inglesa.

Por outro lado, tudo indica que Bottas irá renovar.

Quem sorriu para a Sauber neste final de semana foi Felipe Nasr.

O mercado não deve estar bonito.

Por fim.

Lembrei do halo.


















quinta-feira, 7 de julho de 2016

Clipping
























Monumental.

Enquanto que a atual temporada parece que novamente será decidida entre
Lewis Hamilton e Nico Rosberg, o futuro ainda se mostra obscuro.

As novas regras poderão colocar fim ao domínio absoluto da Mercedes.

Sendo assim, seria a última chance da dupla da flecha de prata obter um
título de forma tão fácil.

Talvez por isso a disputa neste ano esteja tão sangrenta.

O novo regulamento recebeu sugestões diretas da Red Bull.

E a escuderia de Milton Keynes não esconde sua empolgação.

Adrian Newey já se dedica em tempo integral ao bólido de 2017.

Com as unidades de força saindo das restrições de desenvolvimento impostas
pelas leis atuais, a aerodinâmica voltará a ter um papel principal no circo.

E ninguém envelopa melhor um bólido que o projetista da turma dos energéticos.

Adicione aí o desenvolvimento do motor Renault que já conta com investimento
pesado da marca francesa.

Interessante.

Porque Max Verstappen quer ser o novo Vettel.

Só que Daniel Ricciardo não é Mark Webber.

Após a reunião com seus pilotos, Toto Wolff partiu para outra conversa.

Dessa vez com Valtteri Bottas, que possui a carreira ligada a ACES Management.

(empresa que conta com os sócios Toto Wolff- Didier Cotton- Mika Hakkinen)

No paddock dão como certo que mais cedo ou mais tarde o finlandês irá desembarcar
na Mercedes.

O Tordo (que enxerga tudo de perto) diz que seus sorrisos fáceis entregam sua
segurança em relação ao futuro.

"Meu sonho e minha missão é trilhar o meu caminho até a F1 e me tornar campeão
mundial."

As palavras acima estão no site oficial de Petr Ptácek Jr.

O menino (Kart) da República Tcheca estava até bem pouco tempo no programa
de jovens pilotos da Lotus.

Seu pai (rico) está sendo figura habitual circulando no mundo da Fórmula 1.

Pode ser um ensaio para um novo patrocinador de uma equipe na categoria máxima
do automobilismo.

Claro, para dar continuidade aos estudos de seu filho.

A famosa Ray-Ban passou a patrocinar a Ferrari.

Haryanto garantiu sua permanência na Manor até o fim de seu contrato.

Agora os novatos.

Pierre Gasly (Red Bull) e Santino Ferrucci (Haas) estarão nos testes de Silverstone.

Charles Leclerc (Haas) no primeiro treino livre em Silverstone.

Por fim.

Voltando a falar de Renault, a proposta de Nicolas Todt pode não dar em nada.

O empresário de Felipe Massa ofereceu o talento do brasileiro com salário de
iniciante.

Só que a recente mudança no comando do time não foi boa para o negócio.

Frederic Vasseur assumiu o comando em Viry Chatilllon.

O foco do novo comandante está em pilotos mais jovens.

E juventude não é o forte de Massa.

Pra você saber, somente um hecatombe tiraria uma das vagas de Esteban Ocon
no time amarelo em 2017.

Complicado.

Apenas Kimi Raikkonen e Jenson Button são mais velhos que Massa no grid.

Mas diferente de Felipe, ambos são campeões mundiais.

O que pesa muito nesta balança.

A Ferrari está enrolada em arrumar um desculpa válida para dispensar o finlandês.

Enquanto que Button demonstra estar tranquilo em relação ao seu futuro.

A ponto de dizer uma frase reveladora sobre a corrida em Silverstone.

"Acho que este não será meu último GP em casa..."













sexta-feira, 1 de julho de 2016

Clipping





































A Manor sempre apresenta um poster legal a cada corrida.

Falando nisso, a Mercedes escalou Pascal Werhlein para os testes da Pirelli
após o GP de Silverstone.

A Sauber colocou todas as suas contas em dia numa tacada só.

A conversa em Hinwil é que o time arrumou um comprador.

Não se sabe ainda quem seria.

Mas se fala que o mesmo grupo andou sondando outras opções no grid antes
de fechar com a equipe de Monisha.

Carlos Sainz Jr. foi confirmado pela Toro Rosso para o ano que vem.

Não quer dizer que o piloto estará defendendo o time de Faenza em 2017.

A Red Bull apenas fez valer a opção que tinha sobre o contrato do piloto.

As tratativas entre Helmut Marko e a Renault continuam.

Na mesa está a proposta de um motor francês mais barato em troca de um
piloto (Sainz Jr.) que continuaria vinculado a Red Bull.

Mais.

Na Rússia os ventos dizem que dificilmente Daniil Kvyat deixará a Toro
Rosso.

Palavras.

Preste atenção.

"Sergio Perez é o melhor candidato para se juntar Ferrari em 2017."

Helmut Marko

"Eu escolheria Valtteri Bottas, ao invés de Romain Grosjean para ir
para a Ferrari em 2017."

Toto Wolff.

Viu?

Não?

Eu mostro.

Marko joga as luzes em direção de Sergio Perez para que Daniel Ricciardo
possa sair de vez do radar da Ferrari.

A razão está no receio de desmontar o interessante time principal.

(Ricciardo-Verstappen).

Já Toto Wolff tenta elevar o valor do passe de Valtteri Bottas para permaneça
na Williams.

Sinal que as conversas com Jenson Button (caso ele deixe a McLaren)e Frank
vão bem.

Button é valiosíssimo comercialmente falando, OK?

Não só isso.

Wolff desvenda que Romain Grosjean continua sendo o nome principal para
o lugar de Raikkonen, no caso de desligamento do finlandês.

Por fim.

A proteção Halo deu problema.

No teste realizado em Spielberg foram necessários 12 minutos para retirar
Sebastian Vettel do carro.

Tempo demais.

Lembrando que a armação deverá ser usada em todas as categorias Fórmula
da FIA.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Rascunho Casino













































Imagem de Baku.

Um bólido da GP3 experimentou as linhas do nova pista de rua da Fórmula 1.

Lewis Hamilton fez sua parte e venceu.

(os pneus Pirelli macios, supermacios e ultramacios são iguais, não?)

Na transmissão, o Leme disse que a estrela inglesa é sempre favorecida nas decisões.

Concordo.

Dou um exemplo.

Já houve várias ocasiões em que Hamilton liderava e a direção de prova optava por
um safety car virtual (que preserva as distâncias) ao invés do carro de segurança real
que costuma embolar tudo.

A coisa costuma se inverter quando Lewis precisa ganhar posições.

Mas isso sempre aconteceu com os protagonistas.

Charlie Whiting (que foi funcionário de Ecclestone na Brabham) sabe preservar os
atores especiais e agradar quem manda no circo.

No Principado, Hamilton ainda foi auxiliado pelo erro horroroso da Red Bull na parada
de Daniel Ricciardo e protegido na disputa com Nico Rosberg.

O líder do campeonato (obedecendo ordens) abriu caminho para seu companheiro.

Rosberg cometeu uma falha, no meu entender.

Principalmente se ele esperar um reciprocidade no futuro.

Ainda sobre Nico, a Mercedes abriu tratativas com ele para uma renovação.

Antes do tempo.

Sinal que Rosberg possui uma proposta real (e boa) de outra equipe.

Quem não tinha obrigação nenhuma em permitir passagem era Felipe Massa.

E assim a corrida de Sebastian Vettel foi pro sal.

Verstappen bateu.

Mas antes do infortúnio, passava os outros como se estivesse num circuito normal.

Impressionante.

A prova foi uma tragédia para Sauber.

Devendo a Ferrari, com complicações junto a TelMex e sifrendo um processo movido
por Adrian Sutil, a escuderia suíça se encontra numa situação periclitante.

A Red Bull e a Toro Rosso usarão motores Renault em 2017.

Entretanto o projeto Aston Martin-Red Bull se encontra adiantado.

Adrian Newey vai desenhar um esportivo para a marca.

E já se fala na construção de motores de competição através da parceria.

Jenson Button possui duas opções neste instante para permanecer na F1.

McLaren e Williams.

A Williams colocou na mesa um contrato de 8 milhões de euros para o campeão
de 2009 substituir Felipe Massa.

Button recebe o dobro disso hoje.

Sua situação na McLaren permanece aberta.

Ele conta com a simpatia da Honda e do banco Santander.

Jenson é o garoto propaganda da instituição financeira na Inglaterra.

Além disso, apesar da insistência, Stoffel Vandoorne não tem conseguido obter
uma resposta final sobre sua situação para 2017.

Com o desejo declarado de Button em permanecer sob a tutela de Ron Dennis
por mais uma temporada, fico com a impressão que o belga Stoffel Vandoorne
(ainda sob contrato na McLaren) está mais perto de uma reserva do que de uma
titularidade.

Manter o status quo se mostra uma tendência.

Inclusive no caso de Kimi Raikkonen.

Por enquanto.

Por fim.

O piloto americano Alexander Rossi escreveu seu nome na história ao vencer as
500 Millhas de Indianápolis.

Fiquei pensando no feito de Nico Hulkenberg em Le Mans.

No caso de Nico, nada mudou.

(como previmos, apesar do oba-oba da imprensa na época)

Acho que a situação de Rossi é diferente.

A mídia americana cultua seus ídolos e adora uma história.

Um Rookie vencer em Indianápolis preenche todos os quesitos.

O reserva da Manor se encontra numa posição favorável para um retorno à
categoria máxima do automobilismo.

Reconhecido pelo público ianque (um importante mercado) e com reais
possibilidades de despertar os corações de grandes anunciantes.

Villeneuve (o Jacques), Montoya...

Posso imaginar Bernie cerrando os olhos e imaginando outra oportunidade
de invadir o coração da América.

Dessa vez com um piloto americano (herói!) puxando a turma.












terça-feira, 10 de maio de 2016

Notinhas de Terça

























A Renault é a equipe.

Primeiro porque está tendo um retorno fabuloso com a publicidade graças à
Fórmula 1.

Segundo porque é uma escuderia de fábrica que ainda está com as portas
abertas.

Digo para pilotos que estão buscando o sonho.

A possibilidade de ser campeão.

Os franceses também sonham com isso.

Sabem que ainda não é o momento.

Porém querem preparar o caminho e encontrar um nome para quando as
condições estiverem propícias.

Candidatos?

Carlos Sainz (um pé fora da família Red Bull), Felipe Nasr, Nico Rosberg?

Jenson Button??

Button é citado por causa do seu desejo e permanecer na categoria máxima
do automobilismo.

O piloto inglês parece não se imaginar mais como aposentado.

Principalmente depois da partida de seu pai e do fim do relacionamento estável
com Michibata.

Jenson quer um carro que o possibilite ter bons resultados.

Lembro que a Williams abriu tratativas com ele pouco tempo atrás.

Na Ferrari não há vaga (para competição).

A Scuderia Italiana pertence a Sebastian Vettel.

Se Raikkonen ficar ou partir, as opções são para ocupar o cargo de segundo
piloto.

Os italianos querem construir um time perfeito no entorno do multi campeão.

A imprensa fala no retorno de Aldo Costa (hoje na Mercedes).

Entretanto o Tordo me diz que um convite para Ross Brawn (com carta branca)
já foi feito também.

Nikita Mazepin (16 anos) vai cuidar do desenvolvimento do time de Vijay.

Nikita é filho de do bilionário russo Dmitry Mazepin (amigo de Bernie).

Toro Rosso de Honda?

Pode ser.

Contrato seria para quatro temporadas.

Outra da filial da Red Bull.

A volta de Daniil Kvyat poderá coincidir com a chegada de patrocinadores russos
em Faenza.

Por fim.

Os testes em Barcelona (17 e 18 de maio).

Alfonso Celis Jr. vai guiar pela Force India nos dois dias.

(lembra que eu disse que o programa do piloto mexicano era bom pra caramba?)

Rosberg vai dividir a Mercedes com Esteban Ocon.

Curioso que Ocon estará também com a Renault ao lado de Magnussen.

Alonso está fora.

Button e Vandoorne comandam a McLaren.

A Haas vai com seus titulares.

Alex Lynn e Felipe Massa experimentarão pela Williams.

Red Bull, Manor, Toro Rosso e Ferrari ainda não apresentaram seus pilotos.

E a Sauber não vai testar.

domingo, 1 de maio de 2016

Rascunho Glasnost



Durante a prova, a Red Bull disse a Daniel Ricciardo que a culpa do acidente
havia sido de Sebastian Vettel.

O australiano estranhou.

Pois sabia as posições que os carros estavam a pista.

No momento do safety car, o piloto principal do time dos energéticos viu
em um dos telões que tudo havia sido causado por seu companheiro.

Depois da bandeirada final, Christian Horner resumiu sua frustração numa
frase.

"Ele ferrou nossa corrida."

Kvyat pediu desculpas a todos (telefonou para Vettel) e disse que essas
coisas acontecem.

Está se fritando.

Verstappen sorri.

Esteban Ocon estará nos treinos livre de Barcelona pela Renault.

Jolyon Palmer cederá o lugar.

Fritando também.

Pois Sergey Sirotkin está chegando na mesa de negociação dos franceses
com muito dinheiro.

O apoio da instituição financeira russa SMP para Sirotkin, avalizado pela
Genii Capital é fortíssimo.

Lembrando que a Genii Capital, após vender o controle da Lotus, ainda
manteve 10 % da nova Renault para si.

Outra.

A Renault procura um líder para a equipe.

Falou-se em Fernando Alonso, lembra?

Mas neste momento a turma de Viry Chatillon monitora principalmente os
movimentos entre Nico Rosberg e a Mercedes.

Rosberg que não está apenas com jeito, já possui números de campeão.

Estão sabotando Lewis?

"Bullshit!"

Lauda, Niki.

Por obrigação, Raikkonen deveria ter largado na primeira fila.

Isso conta.

Pontos.

Grosjean de novo e Alonso, o novo.

Stoffel Vandoorne no exílio japonês.

Enquanto isso Jenson Button declara abertamente que quer estar na McLaren
em 2017 para utilizar o novo motor Honda.

Por fim.

Os números.


























Massa terminou o GP da Rússia com excelentes números nos setores.

Nico (o da Mercedes) foi absoluto.

Ruim a velocidade máxima de Hamilton, não?

Perez e Magnussen.

O que eu reparei.

Vocês conseguirão notar mais coisas.

Como sempre.

Comentários abertos!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Rascunho Oxalá



























As indumentárias do pilotos da McLaren ficaram mais branquinhas com o passar
dos anos, não?

Mas há boas notícias.

A escuderia inglesa renovou seu acordo com o Banco Santander por mais cinco
anos.

Apesar de ser espanhola, a instituição financeira (mirando o mercado inglês) usará
a imagem de Jenson Button em suas propagandas.

Faz sentido.

Button é um ícone na Inglaterra.

Tanto que na Life in the UK, prova para obter passaporte britânico, uma das
informações que o candidato acha na apostila de estudos é sobre o piloto
campeão de 2009.

Saber quem é Button é precedente para se tornar súdito da Rainha!

Ainda sobre a McLaren.

Tudo indica que, diferente da Williams, a turma de Woking não fará revoluções
em seus bólidos.

A palavra na McLaren é evolução.

Segundo Ron Dennis, os testes virtuais e no túnel de vento mostram que eles
estão no caminho certo.

Sobre Fernando Alonso.

É certo que o piloto pensou em deixar a McLaren, tirar um ano sabático
ou tentar outra equipe.

Tudo isso.

A mudança parece ter machucado o asturiano.

Porém ele nunca irá admitir o erro de ter dado a brecha para a Ferrari
receber Sebastian Vettel.

A pergunta é uma só.

Ferdi aguentará mais uma temporada de choro e ranger de dentes?

Uma última sobre o espanhol.

Palavras de Helmut Marko (Red Bull) sobre a substituição de Vettel.

"Se contratássemos um piloto como Alonso? Provavelmente ele reclamaria o
tempo todo. Kvyat é um piloto jovem, muito mais motivado."

Interessante.

Pelas novas regras, as equipes precisam comunicar as escolhas dos pneus que
irão utilizar 14 semanas antes de um GP fora da Europa.

Assim as escuderias da Fórmula 1 tem até sexta-feira para dizer que compostos
utilizarão no GP da Austrália, primeira etapa do calendário 2016.

Isso mesmo, sem testes!

A Ferrari irá entregar um bônus de 5.000 euros para seus funcionários.

Um amigo ficou feliz.

Por fim.

A imprensa inglesa continua batendo na mesma tecla.

Toto Wolff perdeu a paciência com Nico Rosberg e Lewis Hamilton.

A ponto de ameaçar dispensá-los.

O comandante parece querer que seus pilotos entendam que eles não são
maiores que a Mercedes AMG F1.

E que a razão do sucesso do time é a engenharia.

Todos os pilotos no grid acreditam que poderiam ter sido campeões com o
W06.

Wolff sabe disso e quer mostrar aos seus drivers que eles estão numa posição
de submissão em relação a marca da estrela de prata.

Tudo isso por conta da guerra entre Rosberg e Hamilton.

O receio de Wolff é que a coisa contamine o projeto vencedor.

E não é hora disso.

Pois a Ferrari ameaça.

E as  recentes ações nos bastidores contra a Scuderia Italiana demonstram
que a Mercedes não quer saber de concorrentes.

Note que as informações chegam da pátria do campeão mundial.

Justamente as fontes que querem ver Hamilton brilhar, por isso se tornam
ainda mais curiosas.

Se viessem da Itália, alguém diria que a imprensa da bota vem tentando
plantar a semente da discórdia.

O que não é o caso.

Perguntas.

Estaria Toto Wolff somente ameaçando ou realmente planejando mudanças
no line-up do time para 2017?

Com um Rosberg tentando sobreviver de qualquer maneira depois de duas
derrotas?

A próxima temporada começa a se desenhar mais instigante que as duas
anteriores.

Tomara!


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Rascunho de Tamanho































Sempre ácido e perspicaz.

O talentoso Riko.

GP Brasil?

Não foi lá essas coisas.

Entretanto parafraseando Barbosa.

A pior corrida de Fórmula 1 é preferível à melhor partida de Futebol.

Sempre, OK?

Difícil analisar esse final de temporada.

Porque as coisas estão decididas.

Williams em terceiro.

Force India em quinto.

O que chama atenção é o desempenho de Nico Rosberg sobre Lewis Hamilton.

Claro, não vale mais nada.

Mas o filho de Keke, após ações miseráveis de pasmaceira, parece ter adquirido
uma nova atitude.

E como criticamos Nico pela falta de atitude!

Um Rosberg mais agressivo era tudo que queríamos.

Espero que ele tenha reencontrado o desejo de viver.

Ou, melhor, vencer na Fórmula 1.

Toto Wolff acha que o piloto alemão aprendeu com os erros.

Existe outra teoria também.

Que a Mercedes retirou certos privilégios de Lewis.

Com as coisas mais equilibradas, Rosberg se aproximou.

(lógico que o talento natural do inglês é inegável)

E se tudo isso for realidade?

Aí teremos um 2016 mais disputado e alegre!

De qualquer forma, Hamilton precisa ser menos arrogante e reconhecer
as qualidades de seu companheiro.

Inventar desculpas a cada derrota e ainda desmerecer Nico acabam por
diminuir seus próprios títulos.

A imprensa está fazendo alarde sobre a mudança da Tag Heuer.

A famosa marca de relógios está trocando a McLaren pela Red Bull.

Terminando assim uma parceria de 30 anos.

Calma.

A Tag Heuer pertence ao grupo Louis Vuitton.

O mesmo grupo que colocou a marca de vinho Chandon nos bólidos da
McLaren nesta temporada.

Entra um e sai o outro.

Pra mim nada mais que uma ação estratégica de imagem com seus produtos
dentro do mundo da Fórmula 1.

Ainda McLaren.

A mudança de pensamento de Jenson Button em relação a sua aposentadoria
pode ter muito a ver com o lado dos negócios.

Não estamos falando somente de ganhos salariais.

Button investe muito no projeto de promover um jovem piloto inglês para seu
lugar na McLaren.

Talvez aí esteja a verdadeira razão do bloqueio da ascensão de Vandoorne e
Magnussen dentro da equipe de Woking.

Falando nisso.

Apesar de ter ido muito bem nos testes com a Porsche, Kevin Magnussen
ainda sonha com a categoria máxima do automobilismo.

Como bem lembrou Breder certa vez, se a PURE de Craig Pollock trabalhou
direitinho, a F1 já possui o seu motor alternativo.

Com a chegada de Stroll na Williams, Adrian Sutil não sabe ainda como será
seu futuro após o fim de seu contrato com o time de Frank.

Passou em branco.

Sebastian Vettel bateu o recorde de pódios de um piloto estreante na Ferrari.

A marca anterior pertencia a Kimi Raikkonen.

Por fim.

Assim como a McLaren Honda fez, a Renault está sondando o mercado atrás
de um piloto de primeira linha para comandar seu retorno.

A marca francesa esteve reunida com Fernando Alonso em São Paulo.

Pra começar, o piloto espanhol mostrou sua pedida salarial.

O valor foi considerado alto pelos franceses.


domingo, 15 de novembro de 2015

Piada Sem Graça
























É estranho criar um Blog.

Mostrar seus pensamentos e convicções a todos não é fácil.

Mas também é interessante.

Você aprende a receber críticas e conviver com elas.

Muitos são ignorantes.

Por isso ignorados.

Mas a maioria traz bons argumentos.

O que acaba enriquecendo a ideia original.

Ontem assisti a internet fazendo piadas sobre a situação da McLaren.

Todo riram.

Inacreditável.

Os próprios pilotos puxaram as anedotas.

Fernando Alonso e Jenson Button dançaram sobre a terra assolada.

Me coloquei no lugar de outros.

Dos comandantes da Honda e McLaren.

O investimento dos japoneses foi extraordinário.

Despejaram dinheiro e trabalho para construírem um motor do nada.

A escuderia fez questão de contratar o que havia de melhor no mercado.

Alonso veio para comandar.

Já a manutenção de Button a peso de ouro foi em nome da continuidade.

Os resultados até aqui foram decepcionantes.

A ponto de espantarem patrocinadores.

Onde está a graça?

O time pode ter dado sorrisos amarelos nas redes sociais.

No entanto ser o palhaço da Fórmula 1 deverá custar caro.

A Honda não retornou para brincar.

A meta é conquistar ainda mais o mercado.

McLaren?

É uma empresa que, além de carros de corridas e esportivos, produz
tecnologia de ponta.

Manchas demoram a ser removidas.

Motivo para que todos devam estar comprometidos.

Por isso condeno as atitudes de Alonso e Button.

Está errado

Eles são a vitrine.

E a McLaren Honda não é a Andrea Moda.

Existe uma história muito maior que os dois drivers.

E ela deve ser respeitada.

Assim como todos os que estão trabalhando duro para que a unidade de força
funcione de forma correta.

Vencer na Fórmula 1 não é fácil.

Demora.

Lembremos do tempo que a Mercedes levou para colher frutos com seu time
de fábrica.

Não cabe escárnio.

"Você está muito mau humorado."

"Todos acharam tudo muito engraçado."

OK.

Entretanto penso diferente.

Se não fosse assim, este Blog não existiria.