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terça-feira, 26 de maio de 2020

Clipping
























Um Clipping!

Fazia tempo...

Mão

Uma pequena história.

Financeira.

Quando a Mercedes abriu negociações salariais para que
Lewis Hamilton se mudasse de Woking em 2012, a coisa
esbarrou nos valores.

Eram 34 milhões de euros.

Muito.

A Petronas ajudou.

A petroleira malasiana contribuiu com uma parte.

6 milhões.

Lembrando que os alemães bancavam o salário do piloto
inglês em seus tempos de McLaren.

Perguntar não ofende

Falando nisso.

Em dezembro de 2019 a Ferrari encerrou as tratativas com
Hamilton para ele ocupar o lugar de Sebastian Vettel.

Só depois confirmou com Carlos Sainz Jr.

El Dinero

A ida de Sainz Jr. para a Ferrari movimenta o mercado
televisivo espanhol.

Briga feia entre a Movistar e a DAZN.

Carlos assinou um contrato de dois anos com a Scuderia
Italiana.

Os vencimentos?

Serão 6 milhões de euros na primeira temporada e 7,5 milhões
na segunda.

Seu patrocinador, Estrella Galicia, vai acompanhá-lo.

Serão 3 milhões de euros para colocar seu nome na Ferrari.

(provavelmente no capacete)

Vettel e a Mercedes

Assim.

2021.

Toto Wolff diz que o quer:

Hamilton / Russell.

A Daimler (dona da Mercedes) fala em:

Hamilton / Vettel

Fazendo muitas estimativas com o marketing da coisa.

Decisão só daqui dois meses.

Quem?

Valtteri Bottas?

Ninguém fala mais nele.

Se ele for campeão em 2020??

Vocês perguntam cada coisa...

Dificuldades Financeiras

A McLaren e a Renault estão fazendo contas.

Os ingleses demitem e colocam carros lendários e seus
imóveis em garantias para empréstimos.

Já os franceses contam com o socorro estatal.

Trocas e Mudanças

No início de 2018, Daniel Ricciardo pediu 20 milhões
de euros para renovar com a Red Bull.

O Time dos Energéticos disse não.

Sabendo que o australiano estava no mercado, a McLaren
ofereceu o valor desejado pelo piloto.

Mas a performance do carro laranja não empolgou o aussie.

A Renault entrou na jogada.

Entregou a pedida salarial com mais dois bônus.

Se fosse campeão, o piloto receberia mais 5 milhões de euros.

E se a escuderia alcançasse o quarto lugar no Mundial de
Construtores, outros 5 milhões de euros.

No início deste ano houve uma discussão sobre redução nos
valores do acordo.

Ricciardo não gostou.

A presença de Esteban Ocon também  lhe deixou incomodado.

A gente sempre sente a mudança nos ventos futuros.

(pra você entender: Ocon é o Leclerc e Ricciardo é o Vettel...)

Só que o nobre Carlos Sainz Jr. já havia avisado seu chefe na
McLaren que iria se mudar para Maranello.

Então Zack Brown chamou Ricciardo para tomar um chá.

Daniel confirmou seu acordo com a McLaren.

Dois mais um.

2021 e 2022 (podendo ser estendido para 2023).

Salário de 10 milhões de euros.

Com um extra de 400 mil euros por ponto alcançado.

E um bônus de 1 milhão em caso de vitória.

Ah, sim.

E o status de primeiro piloto.

Por Fim

Faz tempo que a Ferrari já sabia (procurou Lewis).

Faz tempo que a McLaren já sabia (procurou Ricciardo).

OK.

E você acha que Sebastian Vettel não sabe seu destino?

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Brincadeira



















Levando em consideração a negativa da Red Bull, minhas
considerações sobre as vantagens de um retorno de Sebastian 
Vettel para o time dos energéticos fizeram água.

As opções expostas são deprimentes.

Uma McLaren cliente.

Ou uma Renault longe de seus tempos áureos.

E aí?

Quem disse não poder deixar passar em branco um
piloto como Vettel no mercado foi Toto Wolff.

Ele pode.

Dentro da Fórmula 1 atual ele pode tudo.

Desde o longínquo ano de 2014, o comandante da
Mercedes não conhece derrota.

Foram seis títulos seguidos.

Seus carro são o reflexo de um trabalho perfeito.

Se Lewis Hamilton não fosse campeão em 2019,
Valtteri Bottas teria chegado ao título.

E por quatro temporadas o fenômeno se repetiu.

Com seus dois pilotos, desde a época de Nico Rosberg,
lutando entre si.

E em apenas duas oportunidades houve um intruso.

Sebastian Vettel foi vice em 2017 e 2018.

Toto está seguro.

Será campeão novamente nesta (2020) e na próxima
temporada (2021).

Mas...

E se ele colocasse Vettel ao lado de Lewis?

Não seria interessante fechar um ciclo com chave de
ouro?

Contar com dois dos maiores campeões da história ao
mesmo tempo em suas fileiras?

Duelando em condições de igualdade?

Ah, se estivesse ativo, Bernie Ecclestone não hesitaria
em pegar o telefone e ajeitar as coisas.

Convenceria Toto.

Diria que ele venceria de qualquer forma.

Porém na melhor das temporadas em muitos anos...

Para a categoria máxima do automobilismo seria um
estrondo.

Para a Mercedes, toneladas de mídia cairiam do céu.

Se quiser, Toto pode brincar.

E ver o circo pegar fogo.

Quem sabe?

Fica claro que, se ele quiser, todos nós nos divertiríamos
bastante, não?

terça-feira, 12 de maio de 2020

Para onde irá Vettel?



























Um movimento de mercado que agita toda a Fórmula 1.

Sebastian Vettel se separa da Ferrari ao final da temporada
de 2020.

A proposta?

Apenas mais um ano de contrato.

Redução salarial.

O piloto escolheu seguir outro caminho.

A razão?

Dinheiro?

Não.

A parte financeira poderia ser solucionada.

O curto período do acordo proposto pela Scuderia Italiana
foi o gatilho.

Vettel sabe que a Ferrari não vai vencer em apenas um ano.

2020

Ou dois.

Em 2021.

Necessita de mais trabalho.

E sua dedicação ao projeto, os gastos de energia tentando
melhorar a performance do carro, desgastaram sua imagem.

Enquanto que Charles Leclerc voava, se preocupando
apenas com sua pilotagem.

Chamando muita atenção.

Leclerc me lembra Senna...

E para onde vai Sebastian.

Minha visão é que ele deverá retornar para a Red Bull.

Ele é amado ainda por lá.

Marko e Horner pensam num equilíbrio ao lado de
Max Verstappen.

Podendo assim, disputarem novamente os dois títulos.

De pilotos e construtores.

A Honda aprovaria a empreitada.

Uma redução de salário deverá ocorrer.

De 35 milhões de euros anuais para 20.

McLaren? 

Renault??

Seria dar murro em ponta de faca.

E para o seu lugar na Ferrari?

Leonildo aponta Sainz Jr.

Com Ricciardo, Giovinazzi e até Bottas (!) sendo citados.

Ver a Scuderia sem um campeão mundial será estranho.

Mas as opções são estranhas e mirabolantes.

Raikkonen.

(ressuscitar) Alonso.

Ou (desencavar) Rosberg (quem dera!!)

De qualquer forma a notícia do tetra campeão mundial
foi excelente.

Agitou a categoria máxima do automobilismo.

E retornou a mente aquela velha certeza.

A única.

Que tudo vai sempre mudar.

terça-feira, 7 de abril de 2020

O Faro



























A impressão.

“Não há dúvida sobre as habilidades de Sebastian Vettel.

Infelizmente, porém, muitas vezes a vontade não é suficiente.

Hamilton e a Mercedes dominam há anos.

Se a temporada tivesse começado, provavelmente estaríamos falando sobre
as vitórias das Flechas de Prata.

Após a parada, vencer a dupla Hamilton - Mercedes não será nada fácil.

Assim como reduzir a diferença ... "

Palavras de Robert Kubica.

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Meio



























Nico Hulkenberg está com dificuldade de encontrar um cockpit na Fórmula 1.

Por isso seu nome se tornou motivo de debate.

O piloto alemão não é novinho.

E hoje possui um salário respeitável na Renault.

Valor?

8 milhões de euros.

Daniel Ricciardo, seu companheiro, recebe 20 milhões de euros.

Alain Prost declarou que Hulk é um pessimista.

Um pessimista caro...

A motivação aqui é orçamento.

Não se engane.

Esteban Ocon vai ser bem mais barato.

Basta saber que Charles Leclerc ganha 3 milhões de euros na Scuderia
Italiana.

Mais.

Nico não possui sequer um pódio na categoria máxima do automobilismo.

O salário (o mesmo de Bottas!) e a idade (tempo de contrato) atrapalham
um acordo com outra escuderia.

Fiquei pensando como Nico chegou nessa situação.

Matutando sobre a questão.

Principalmente mirando os resultados.

Fui rever os dados.

Mais especificamente as últimas três temporadas.

E acho que ele não foi mal.

Vem comigo.

Tirando os pilotos das três principais equipes (Red Bull, Mercedes e Ferrari),
repare a classificação do sétimo ao décimo lugar.

Com destaques.

Na ordem.

2016 - Sergio Perez, Valtteri Bottas (ainda na Williams), Hulkenberg
            e Fernando Alonso.

2017 - Sergio Perez, Esteban Ocon, Carlos Sainz Jr. e Hulkenberg.

2018 - Hulkenberg, Sergio Perez, Kevin Magnussen e Carlos Sainz Jr.

Convido você a retornar para a foto que se encontra no topo do post.

Viu esses caras que iniciam todas as provas no miolo?

Escapar ileso na primeira curva em cada GP já seria um feito, não?

Perceba que são sobreviventes.

Assista a qualquer vídeo onboard de largada de um piloto na miuca
do grid.

Tá doido!

Não tem moleza.

A vida de Hulkenberg na Fórmula 1 foi essa.

"Ah, mas outros chegaram entre os três primeiros."

Sim.

Eventos pontuais.

Exceções.

Quebraram 200 lá na frente e o cara chegou.

Porém o normal é sexto, sétimo...

Se tudo funcionar 100%.

Quero dizer que Hulkenberg nunca teve uma chance real.

E o tempo passou.

É isso.

Peço clemência.

Outro nome que chama atenção nos resultados é o de Sergio Perez.

O mexicano é constante.

E também não teve oportunidade numa grande equipe.

A McLaren?

Carro apenas mediano.

Perez tinha um bólido melhor na Sauber no ano anterior a sua mudança.

O tempo está correndo contra o piloto da Racing Point.

A história se repete.

Enfim.

Se o piloto não estiver dentro das três maiores equipes, estará no meio.

Onde chegar em sétimo é vitória.

Pulando para a elite, a coisa muda de figura.

A meta é sair na primeira posição.

Ou nunca será campeão.

Veja os números de poles de Sebastian Vettel em comparação com
Mark Webber.

Nico Rosberg só alcançou o topo quando disputou a primeira fila
a tapa com Lewis Hamilton.

O que também explica parte do fracasso de Fernando na Ferrari.

Alonso nunca foi um poleman.

O espanhol se meteu em muitas enrascadas e acidentes por largar
um pouco mais atrás.

E deixou pontos preciosos pelo caminho.

Mesmo defeito que noto em Max Verstappen.

Por outro lado, Leclerc nasceu para colecionar poles.

Vai ser monstro.

Escapar do meio, largar na frente fugindo da confusão e sair ileso na
primeira curva não é tudo.

Mas sem isso ninguém chega a qualquer lugar.

Pior.

Ficará esquecido pelo caminho.


terça-feira, 24 de setembro de 2019

Desejo



























Engraçado como as pessoas despejam suas frustrações mais íntimas
de forma desprezível.

Fiquem tranquilos.

Mercedes será campeã novamente em 2019.

Assim como Hamilton.

Não tenho dúvidas.

Ainda mais testemunhando como a Casa de Brackley trata bem seu
principal piloto.

Tanto que Valtteri Bottas recebeu ordens de reduzir seu ritmo para não
ultrapassar seu companheiro após sua parada em Singapura...

Lamento que a Ferrari tenha encontrado seu caminho tarde demais.

Porém algo aponta para uma esperança.

Em 2020.

Os vermelhos sendo dominantes numa luta épica entre Sebastian
Vettel e Charles Leclerc pelo título.

Com brigas internas, divisão na equipe e olhares atravessados.

Uma luta temperada por Lewis e Verstappen.

Desejo.

Quero sangue!

quarta-feira, 13 de março de 2019

domingo, 20 de janeiro de 2019

Revolución


































"O revolucionário deve sempre ser integral.

Ele deverá trabalhar todas as horas, todos os minutos de sua vida,
com um interesse sempre renovado e sempre crescente.

Esta é uma qualidade fundamental."

segunda-feira, 16 de julho de 2018

sábado, 28 de abril de 2018

Mágoa

































Na conta.

São dois títulos a menos.

Além do desprezo demonstrado pela Ferrari na troca.

Feridas que não cicatrizaram.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Contratos, Poderes e Afins


























Tempo faz falta.

E é dinheiro.

Realmente.

Queria ter mais para escrever no Blog.

Falando nisso.

Lewis Hamilton deve estabelecer um novo acordo com a Mercedes em breve.

Casamento inabalável.

As duas partes buscando de forma feroz os números de Michael Schumacher.

O atual contrato de 2015 se encerra em 2018.

O novo acordo deverá ir até 2020.

A base girará em torno de 40 milhões de euros anuais.

Um pouco menos.

Um fixo mais premiação por vitórias.

(proposta de Toto Wolff)

Ou um fixo mais bônus por título mundial.

Do outro lado da fronteira, a Ferrari ofereceu o mesmos 40 milhões / ano
para que Sebastian Vettel permanecesse.

Amplamente divulgado no paddock.

Seb recebeu 32 milhões de euros em 2017.

Sua proposta de extensão até 2020 (ainda em 2016) foi recusada pela
Scuderia Italiana.

Sergio Marchionne não aceitou que a ideia partisse de seu piloto.

E deixou o tempo passar.

(é dinheiro, lembra?)

A Ferrari é o mito e deve estar sempre no controle.

Entretanto duas coisas aconteceram.

A baixa performance de Margherita deu poderes para Vettel.

E a saída abrupta de Nico Rosberg.

Tudo isso levou a Mercedes entrar em contato com o multi campeão.

Estabelecida uma situação aberta com Valtteri Bottas (2017 / 18), Vettel
poderia estar numa das Flechas de Prata em 2019.

O início de 2017 muda o cenário novamente.

Gina se mostra competitiva.

A Ferrari se encontra numa situação delicado por ser o último ano de acordo
com Sebastian.

E o piloto ganha um protagonismo que influencia as negociações.

Com a vantagem, Vettel assina o contrato com Maranello.

Com cláusulas de saída!

Assim, até o seu final (2020), o piloto precisará acionar sua opção a cada verão
europeu.

Ao contrário do que Marchionne queria, Vettel possui a decisão de permanecer,
ou não, nos próximos anos de acordo com a performance de seu bólido.

Uma situação inusitada.

Buscando uma alternativa, os italianos se moveram em direção à Max Verstappen.

Porém o holandês optou pelo projeto da Red Bull até o início da próxima década.

Ficando em casa.

Onde foi criado.

E já conhece tudo e todos.

Querendo construir uma carreira sólida num ambiente familiar e seguro.

Esperto.

Você deve estar pensando que o menino será tratado como primeiro piloto.

E acho que não estará errando.

Sem conseguir o garoto prodígio, a Ferrari foi até Daniel Ricciardo.

Pelo menos viu um grande sorriso depois de perceber que as duas máquinas
vermelhas poderão estar com seus cockpits vazios em janeiro de 2019.



segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Brasileiras











































Interlagos 2017.

Retratos.

Caminhando para  fim.

O clima de incerteza.

A fauna local curiosa com os invasores.

E a ação que definiu a prova.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Clipping


































Quando a coisa parece impossível.

É aí que os simuladores aparecem para ajudar na solução.

Para o GP do México o italiano Antonio Fuoco ficou responsável em Maranello
pela condução dos testes que indicaram o caminho da pole de Sebastian Vettel.

Um dos muitos heróis anônimos da Fórmula 1.

Test Drive

Falando nisso, Alfonso Celis Jr. (velho conhecido do Blog) e Charles Leclerc
trabalharam pela Force India e Sauber respectivamente nos últimos dias.

Testes da Pirelli no Hermanos Rodriguez.

O próximo experimento será feito pela McLaren em Interlagos.

Investimento

A meta da Williams para 2018 é ter o orçamento 250 milhões de euros.

Algo em torno de sessenta milhões de euros a mais em relação ao disponível
para a temporada atual.

Lance Stroll possui um acordo para três anos.

Pagando 105 milhões de euros ao todo.

Parcelado assim.

30 milhões (2017) ,35 milhões (2018) e 40 milhões (2019).

A Martini entregará 15 milhões de euros anuais (até 2019) após ter renovado
seu patrocínio.

A Unilever (Rexona) também deixa 15 milhões de euros.

Mas a gigante não estendeu seu apoio até o momento (termina ao final de 2017).

Está no ar uma mudança (McLaren, Renault...).

Fora a grana dos parceiros menores e do (ótimo) prêmio da FOM.

Quem sabe para o lugar de Felipe Massa não apareça um piloto com os recursos
que faltam?

Contrato

Parece que Lewis Hamilton acertou sua aventura com a Mercedes.

Mais três temporadas juntos (2018 / 19 / 20).

Max Valor

Ao contrário do que muitos pesam, o  novo contrato de Max Verstappen
com a Red Bull não trouxe um caminhão de dinheiro para o rapaz.

Pelo menos ao ser comparado com as cifras recentes de Lewis Hamilton,
Sebastian Vettel e Fernando Alonso.

Christian Horner deixou evidente que gastou mais nos últimos três anos de
Vettel no time dos energéticos.

Sebastian ganhou mais de 70 milhões de euros neste período.

Incluindo aí a premiação (vitórias e títulos).

Verstappen, que hoje recebe seis milhões de euros / ano, dobrará seu salário
na próxima temporada e atingirá quinze milhões de euros anuais em 2019.

Jovem, em 2020 estará com as portas abertas na Ferrari e Mercedes.

Onde o céu será o limite.

Resiliente

Na atual Era Mercedes, Sebastian Vettel foi o piloto que obteve mais vitórias
e pódios.

(fora os que conduziram as Flechas de Prata).

Nesta temporada ele vem liderando a votação do Driver of Day.

Venceu 7 até aqui.

Não está contente.

Já disse que abrirá mão do convite de participar da tradicional Race of Champions.

Quer dedicar o máximo de tempo possível para o simulador da Scuderia Italiana.

A guerra de 2018 já começou.

Ninguém Quer

Interessante.

Se a Liberty Media pensava que seria fácil achar outras praças para a F1
dentro dos Estados Unidos estava redondamente enganada.

O plano é ter três provas.

Uma no centro (Austin), uma na costa leste e outra na costa oeste.

Na costa leste o destino seria a Flórida.

Uma pista de rua na região de Miami.

Pois bem.

A comunidade local se levantou contra a categoria máxima do automobilismo.

Com anúncios de página inteira em jornais, declarou guerra.

A razão?

Algumas associações organizadas da vizinhança reclamam de tudo sobre o
projeto.

No entendimento deles, a F1 só traria barulho, ruas interditadas, construções sem
benefícios para os moradores e ainda o dinheiro do contribuinte seria  jogado fora
ao invés de reparar suas estradas.

Tenso.

Do outro lado, na costa oeste, o empresário William Yao iniciou um projeto na
pequena cidade de San Juan Bautista ao sul de San Francisco.

Sim, estamos falando da famosa região do Vale do Silício.

Yao quer construir em suas terras um centro de excelência e tecnologia voltada
para o mundo do motor.

O que, claro, envolveria o surgimento de uma pista própria para a Fórmula 1
entre condomínios, hotéis e restaurantes num complexo de mais de cinco milhões
de metros quadrados.

Projeto, complexo, pista...

OK.

Já falaram no nome de Hermann Tilke.

Mas posso afirmar que nenhuma linha foi riscada na prancheta.

A coisa ainda é bem embrionária.

E pode ficar por aí, pois os cidadãos da bucólica San Juan Bautista não estão
animados com o troço.

Uma petição em nome da fauna, flora e valores locais foi feita para impedir a ação
automobilística / Imobiliária na região onde, segundo os revoltados, falta água e
policiamento decentes.

Sei que o troço é caro.

Com menos de 250 milhões de dólares não dá para pensar num Grand Prix.

(asfalto, pits, arquibancadas, estrutura...)

Fora a manutenção.

As pessoas pensam que esse recurso poderia ser gasto em melhorias para suas
vidas.

Enquanto isso, Max Verstappen se dirigiu para Las Vegas com a Red Bull para
uma demonstração.

Quem sabe uns zerinhos no asfalto consiga trazer mais amor pela F1 em Terras
Ianques?




segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Overtake



Se piscar o olho, perde!

Sebastian Vettel passando Max Verstappen em Abu Dhabi.

Esses caras são extraordinários.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Japão - 2017

























O final de semana da Fórmula 1 na Terra do Sol Nascente prometia.

Os treinos livres foram movimentados.

E duas das três principais equipes fizeram opções inusitadas para o qualifying.

Diferente de Spa-Francorchamps (pista com características semelhantes)
Mercedes e Red Bull escolheram colocar mais downforce.

Enquanto que a Ferrari foi pelo mesmo caminho escolhido na Bélgica.

Mas a Scuderia Italiana não conseguiu brigar pela pole.

(diferente de Singapura e Malásia)

Com a potência da unidade de força fazendo diferença devido ao traçado
de Suzuka, a Mercedes com seu motor número quatro teve mais tranquilidade.

Lewis Hamilton fez a diferença no setor onde o motor importava mais.

Sabendo da punição de Valtteri Bottas, Sebastian Vettel arriscou tudo tentando
tirar alguns décimos.

Podia.

Sem uma unidade de força ideal a Red Bull não tinha como alcançar a Ferrari.

A aposta maior de Vettel ficaria para a corrida.

Sua simulação de corrida com pneu amarelo da Pirelli foi fortíssima.

Raikkonen, com o vermelho (supermacio), havia ficado bem perto dos tempos
de Lewis.

Ainda no sábado, ao terminar a classificação, a Mercedes imediatamente trocou
uma das velas do bólido de Hamilton.

Antes das luzes vermelhas serem apagadas o time de Toto Wolff já havia largado
na frente.

O mesmo problema atingiria a Ferrari de Vettel.

No grid foi impossível resolver.

Por diversas razões.

Gina tem um envelopamento melhor dos que as Flechas de Prata.

Principalmente na parte de trás.

Entretanto o "aperto" dificulta na hora de se mudar algo imprevisto.

O que normalmente se troca em 15 minutos, leva 40.

Com apenas cinco cilindros funcionando, Vettel ficou sem potência.

Abandonar foi questão de tempo.

O duelo ficaria entre Hamilton e Max Verstappen com uma surpreendente
Red Bull.

Sem problema com temperatura, o W08 foi bem na primeira parte da prova.

O drama veio na segunda parte.

O pneu amarelo não funcionou para Lewis como deveria.

(lembra da simulação de corrida da Ferrari?)

Com o tanque mais leve (menos combustível) a Mercedes viu o carro de Lewis
se comportar de forma bem diferente ao de Bottas que largou com o mesmo
composto.

Acontece que o carro mais pesado de Valtteri (mais gasolina) assentou melhor
no começo da prova com o soft (amarelo).

Verstappen aproveitou para sonhar com a vitória.

Protegendo Hamilton, Valtteri (com razão) e Alonso (?!?) seguraram Max.

Cada um no seu momento.

E assim Lewis venceu.

Daniel Ricciardo completou o pódio.

Valtteri "Kovalainen" Bottas e "Heikki" Kimi Raikkonen chegaram em seguida.

(o papel de coadjuvantes entristece)

Em ordem (obedecidas) Esteban Ocon e Sergio Perez colocaram a Force India
nos pontos.

O agressivo (é um elogio) Kevin Magnussen e (o lutador) Romain Grosjean
trouxeram a bandeira da Haas.

Felipe Massa fechou a lista daqueles que pontuaram.

Adeus para Jolyon Palmer.

(apesar do contrato, a pressão devia estar insuportável dentro da Renault)

E grande mudança para Carlos Sainz Jr.

A briga no meio do mundial de construtores está intensa.

Williams, Toro Rosso, Haas e Renault lutam pela quinta posição.

No mundial de pilotos, só uma combinação maluca tira o campeonato de Hamilton.

E devolve o sono para Maurizio Arrivabene.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Japonesas





























Retratos.

Onde está Wally?

A tradição de tomar café da manhã sempre juntos.

A simbólica roda.

E a dor.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Malaias





























Retratos.

O crepúsculo do GP da Malásia.

Azul, mas a força é Ferrari.

O bueiro que quase matou Romain Grosjean e deu um prejuízo de 750.000 euros
para a Haas.

E o guarda-chuva da sorte (?) de Toto Wolff.

Por fim.

A tendência (90%) é que tudo permaneça como está em 2018...


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Malásia - 2017

























Sim, existe o medo.

E Max Verstappen usa isso em seu favor.

Lewis Hamilton e Sebastian Vettel têm tudo a perder.

Assim o piloto holandês não hesita em disputar posições.

Se quiser bater, o problema é dos outros.

Nas primeiras corridas da temporada avisei sobre os intrépidos.

Fato é que a Red Bull achou um caminho de desenvolvimento.

A Ferrari está liderando a corrida armamentista.

O bólido da Scuderia Italiana é imbatível.

Hoje, OK?

Está tropeçando em seus próprios pneus.

Se parar com os erros, poderemos ter um final de campeonato mais apertado.

Sim.

A Mercedes segue favorita com Lewis e seus 34 pontos de vantagem.

Entretanto o W08 causa preocupação.

Está claro que a máquina prateada só funciona 100% em certas condições.

Asfalto menos abrasivo, temperaturas mais baixas e quando há menos exigência
de downforce.

Explicando.

As pistas com maior rugosidade e que exigem que se ande na trilha favorecem de
forma impressionante a Red Bull e a Ferrari.

A Mercedes escorrega direto.

O que causa um pior aproveitamento dos pneus.

Temperaturas de asfalto mais altas fazem as Flechas de Prata sobreaquecerem
as borrachas da Pirelli.

(recorde que a chuva em Singapura fez Hamilton ressuscitar)

A exigência de downforce trava o W08 e o coloca em maus lençóis contra suas
adversárias diretas.

Pra piorar, o pacote aerodinâmico que o time trouxe para a Malásia foi uma lástima.

Hamilton ficou até as duas da manhã de sábado com seus engenheiros restaurando
a configuração antiga.

Valtteri Bottas teve que se virar com as novidades mesmo.

Fora que Lewis por ser mais rápido que seu companheiro quase sempre consegue
um desempenho melhor em meio aos problemas.

A Mercedes está perdendo a guerra das atualizações.

O que pode indicar que o W08 chegou ao seu limite.

Na prova, tivemos um Daniel Ricciardo bem agressivo contra Bottas no início.

Depois se apagou.

Sebastian Vettel veio da última posição escalando o pelotão.

Um a um seus adversários iam sendo ultrapassados.

Quer saber um segredo?

Gina estava com o mínimo de combustível possível.

Quando chegou na Red Bull de Ricciardo teve que levantar o pé.

Teve que diminuir o consumo para poder completar a prova.

Nunca houve chance real de pódio.

O acidente com Stroll após a corrida foi esquisito.

A caixa de câmbio está ilesa (segundo foi verificado em Maranello) e vai
para o Japão.

O teste final será no primeiro treino livre de Suzuka.

O resto.

Sergio Perez foi o primeiro da outra divisão com a Force India.

Stoffel Vandoorne foi favorecido com as doidices da Williams.

Stroll e Massa ficaram em oitvo e nono respectivamente por ordem da equipe.

E Esteban Ocon fechou a turma dos pontos.

O estreante Pierre Gasly sumiu depois de boa classificação.

E aquele bueiro que quase matou Romain Grosjean na sexta-feira?

Fernando Alonso?

Merece um post.

(breve)

Por fim.

Espionagem.

Sinal de receio.











quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Frames


































O acidente de Cingapura.

Quadro a quadro.

Primeira Imagem

Vettel e Verstappen largam e direcionam os bicos de seus carros buscando
o centro da pista.

Um quer tomar a frente do outro.

Fernando Alonso toma a mesma atitude ao sair melhor que Bottas.

Kimi parte com tudo e está na sombra de Max.

Segunda Imagem

Verstappen continua sua trajetória.

Vettel segue em vantagem.

Hamilton busca a lateral da pista vendo a passividade de Ricciardo.

Raikkonen enxerga a oportunidade e acelera ao ver Verstappen se dirigir para
o meio.

Terceira Imagem

Hamilton vai engolir Ricciardo.

Verstappen percebe que não vai alcançar Vettel através do plano inicial.

Quarta Imagem

Raikkonen já está em melhor situação que Verstappen.

A mudança de curso de Max é nítida.

A defesa se faz necessária.

Kimi está passando.

O destino está traçado.

Verstappen marca um encontro com Kimi ali na frente.

Quinta Imagem

Por outro ângulo podemos ver que a situação de Verstappen é de presa.

As Ferraris vão chegar na primeira curva nas primeiras posições.

Note a distância de Vettel para o carro de Max.

Sexta Imagem

Pela câmera do carro de Hamilton temos mais um ponto de vista da briga.

Vettel não está lado a lado com Max.

Já foi.

O problema de Verstappen é a outra Ferrari.

Sétima Imagem

Hamilton já está ao lado de Ricciardo.

Veja que Raikkonen segue numa trajetória reta.

Verstappen aponta para o lado.

O encontro é questão de tempo.

Insisto na distância entre Vettel e Max.

Oitava, Nona e Décima  e Décima Primeira Imagens

Sebastian já havia passado.

(a nona e décima imagem estão separadas apenas pelo ângulo)

Dependendo da vista podemos errar e achar que Vettel toca em Max.

Apontado para o lado (oitava foto), Verstappen acerta a roda traseira esquerda
de Raikkonen (décima foto).

(repare na posição dos pneus de Max em relação aos de Kimi na oitava)

O carro do finlandês é lançado sobre Vettel.

Gina não tem qualquer contato com a Red Bull.

Por Fim - Últimas Fotos

No meu entender, a mudança de trajetória de Verstappen causou o acidente.

(seu pneu traseiro aparece na segunda imagem abaixo por ele ter alterado a direção)

Sem poder / saber se defender, Max acabou batendo em Raikkonen.

E ele não alterou seu rumo por conta de ter sido fechado.

Me pareceu que ficou perdido mesmo.

Sem desculpas.