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quinta-feira, 4 de junho de 2020
Palmeira
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 27 de maio de 2020
Salem
Já fiz uma série sobre a história das pistas americanas de madeira.
Os Motordromes do início do Século XX.
Até leões correram nessas arenas.
A imagem acima mostra o Rockingham Speedway em outubro de 1928.
Os carros chegavam a atingir 200 km/h nessa coisa.
As partes escuras na foto não são apenas manchas.
Revelam onde a pista estava cedendo.
Poucos meses depois, em 1929, o circuito foi interditado e demolido.
A madeira estava completamente apodrecida.
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Humberto Corradi
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sábado, 16 de maio de 2020
Spokane & Bluegrass
Olhando a internet outro dia tropecei nessas duas coisinhas que
aparecem nas fotos.
Mais em cima o Spokane Raceway.
E logo abaixo o Bluegrass Motorsports Park.
Ambos localizados nos Estados Unidos.
Um em Washington e outro no Kentucky.
Fui buscar os sites das pistas.
Vi que o primeiro possui um calendário cheio de eventos locais dos mais diversos tipos, todos envolvendo algum tipo de esporte a motor, claro.
Já o segundo se encontra fechado.
Uma pena.
Dois traçados interessantes.
Sim.
Ainda cabem descobertas neste mundo...
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 15 de maio de 2020
Pires
Outro dia fiz uma postagem aqui no Blog , falando sobre a importância de Los Angeles para o automobilismo norte americano no início do Século XX.
Citei inclusive alguns autódromos.
Deixei de fora o Motordrome Playa del Rey, de forma proposital, pois achei que merecia um post à parte.
A pista circular de uma milha, foi resultado da união de três cabeças: Jack Prince, projetista de velódromos, Fred Moskovics, engenheiro automotivo e ex-gerente da equipe Daimler-Mercedes e Frank Garbutt, o dono do dinheiro, que vinha de família rica do ramo petrolífero e imobiliário, e que também era piloto.
Finalizados os projetos para o circuito em 1909, as obras foram iniciadas em janeiro do ano seguinte.
Aproveitando, assim, a agitação em torno da recém inaugurada pista de Indianápolis.
Terminado em abril de 1910, o Motordrome, que foi todo feito de madeira, consumiu cerca de 28 toneladas de pregos na sua construção.
O autódromo fez muio sucesso e atraiu os maiores pilotos da época.
As diversas corridas de motos e carros realizadas serviram para que vários recordes de velocidade fossem quebrados.
Até que, em 1913, um incêndio destruiu quase que totalmente o Motordrome.
Pra se ter uma idéia do tamanho do perigo e o número de fatalidades que aconteciam ali, um famoso jornalista esportivo, Damon Runyon escreveu:
"O fogo em Playa del Rey vai poupar muitas vidas".
Um ano depois, o fim.
Os jornais da Califórnia davam a notícia que o restante do Motordrome estava sendo demolido.
A pista daria lugar a uma plantação de beterrabas, visando a produção de açúcar.
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Humberto Corradi
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domingo, 26 de abril de 2020
Hollywood
O impressionante autódromo acima não existe mais.
Hoje em seu lugar se encontra o Aeroporto Internacional de Los Angeles,
na Califórnia.
O circuito, misto de oval com estrada, se chamava Miners Field
e recebeu diversas corridas na década de 30.
Pelo tamanho dos carros e pessoas na foto, a pista parecia ser gigantesca.
Los Angeles foi um dos locais mais importantes para o automobilismo
norte americano no início do século XX.
A cidade chegou a possuir diversos circuitos pequenos e perigosos.
Entre eles o Legion Ascot Speedway, que ceifou 24 vidas entre 1924 e 1936,
e recebeu o singelo apelido de Matador.
Era uma época na qual os pilotos zombavam da segurança.
A falta de consciência ficou evidente quando o piloto Wilbur Shaw,
3 vezes vencedor das 500 milhas de Indianápolis, foi correr nas pistas
da Califórnia.
Ele usou um capacete feito de material rígido!
Pelo feito chegou a ser chamado pelos outros pilotos e pelo público
de galinha por sua "covardia".
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 23 de abril de 2020
Willow Springs International Raceway
Conhece?
Esse aí em cima é o Willow Springs International Raceway.
A principal das 6 pistas que fazem parte do Motor Sport Park de mesmo nome.
Fica na Califórnia.
Pouco mais de uma hora de Los Angeles.
É considerada uma das pistas mais seguras e rápidas dos Estados Unidos.
Impressionante é que conservou seu traçado.
O mesmo desde sua criação em 1963.
Inspirado nas corridas de estrada europeias.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 6 de abril de 2020
Linas-Montlhéry
Amo essas coisas!
Quatro imagens do Circuito francês de Linas-Montlhéry.
Preciosidade inaugurada na década de 20 pra rivalizar com Brooklands, Monza
e Indianápolis.
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Humberto Corradi
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sábado, 2 de novembro de 2019
Xis
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quinta-feira, 14 de março de 2019
Hanoi Hanoi
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Humberto Corradi
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domingo, 30 de dezembro de 2018
Trois-Rivières
Canadá.
Duas imagens do circuito de Trois-Rivières.
Pra quem não conhece, se trata de um circuito de rua.
Já recebeu diversas competições importantes.
Trans-Am, American Le Mans Series, Can-Am, Fórmula Atlantic...
São algumas das categorias que realizaram provas lá.
Já falei que gosto muito de pistas de rua.
Tem coisa mais legal que uma corrida na porta de casa?
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 27 de agosto de 2018
Monza
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Humberto Corradi
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terça-feira, 21 de agosto de 2018
Marca
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 20 de junho de 2018
Sol
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 22 de março de 2018
Albert Park
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Clipping
Quando a coisa parece impossível.
É aí que os simuladores aparecem para ajudar na solução.
Para o GP do México o italiano Antonio Fuoco ficou responsável em Maranello
pela condução dos testes que indicaram o caminho da pole de Sebastian Vettel.
Um dos muitos heróis anônimos da Fórmula 1.
Test Drive
Falando nisso, Alfonso Celis Jr. (velho conhecido do Blog) e Charles Leclerc
trabalharam pela Force India e Sauber respectivamente nos últimos dias.
Testes da Pirelli no Hermanos Rodriguez.
O próximo experimento será feito pela McLaren em Interlagos.
Investimento
A meta da Williams para 2018 é ter o orçamento 250 milhões de euros.
Algo em torno de sessenta milhões de euros a mais em relação ao disponível
para a temporada atual.
Lance Stroll possui um acordo para três anos.
Pagando 105 milhões de euros ao todo.
Parcelado assim.
30 milhões (2017) ,35 milhões (2018) e 40 milhões (2019).
A Martini entregará 15 milhões de euros anuais (até 2019) após ter renovado
seu patrocínio.
A Unilever (Rexona) também deixa 15 milhões de euros.
Mas a gigante não estendeu seu apoio até o momento (termina ao final de 2017).
Está no ar uma mudança (McLaren, Renault...).
Fora a grana dos parceiros menores e do (ótimo) prêmio da FOM.
Quem sabe para o lugar de Felipe Massa não apareça um piloto com os recursos
que faltam?
Contrato
Parece que Lewis Hamilton acertou sua aventura com a Mercedes.
Mais três temporadas juntos (2018 / 19 / 20).
Max Valor
Ao contrário do que muitos pesam, o novo contrato de Max Verstappen
com a Red Bull não trouxe um caminhão de dinheiro para o rapaz.
Pelo menos ao ser comparado com as cifras recentes de Lewis Hamilton,
Sebastian Vettel e Fernando Alonso.
Christian Horner deixou evidente que gastou mais nos últimos três anos de
Vettel no time dos energéticos.
Sebastian ganhou mais de 70 milhões de euros neste período.
Incluindo aí a premiação (vitórias e títulos).
Verstappen, que hoje recebe seis milhões de euros / ano, dobrará seu salário
na próxima temporada e atingirá quinze milhões de euros anuais em 2019.
Jovem, em 2020 estará com as portas abertas na Ferrari e Mercedes.
Onde o céu será o limite.
Resiliente
Na atual Era Mercedes, Sebastian Vettel foi o piloto que obteve mais vitórias
e pódios.
(fora os que conduziram as Flechas de Prata).
Nesta temporada ele vem liderando a votação do Driver of Day.
Venceu 7 até aqui.
Não está contente.
Já disse que abrirá mão do convite de participar da tradicional Race of Champions.
Quer dedicar o máximo de tempo possível para o simulador da Scuderia Italiana.
A guerra de 2018 já começou.
Ninguém Quer
Interessante.
Se a Liberty Media pensava que seria fácil achar outras praças para a F1
dentro dos Estados Unidos estava redondamente enganada.
O plano é ter três provas.
Uma no centro (Austin), uma na costa leste e outra na costa oeste.
Na costa leste o destino seria a Flórida.
Uma pista de rua na região de Miami.
Pois bem.
A comunidade local se levantou contra a categoria máxima do automobilismo.
Com anúncios de página inteira em jornais, declarou guerra.
A razão?
Algumas associações organizadas da vizinhança reclamam de tudo sobre o
projeto.
No entendimento deles, a F1 só traria barulho, ruas interditadas, construções sem
benefícios para os moradores e ainda o dinheiro do contribuinte seria jogado fora
ao invés de reparar suas estradas.
Tenso.
Do outro lado, na costa oeste, o empresário William Yao iniciou um projeto na
pequena cidade de San Juan Bautista ao sul de San Francisco.
Sim, estamos falando da famosa região do Vale do Silício.
Yao quer construir em suas terras um centro de excelência e tecnologia voltada
para o mundo do motor.
O que, claro, envolveria o surgimento de uma pista própria para a Fórmula 1
entre condomínios, hotéis e restaurantes num complexo de mais de cinco milhões
de metros quadrados.
Projeto, complexo, pista...
OK.
Já falaram no nome de Hermann Tilke.
Mas posso afirmar que nenhuma linha foi riscada na prancheta.
A coisa ainda é bem embrionária.
E pode ficar por aí, pois os cidadãos da bucólica San Juan Bautista não estão
animados com o troço.
Uma petição em nome da fauna, flora e valores locais foi feita para impedir a ação
automobilística / Imobiliária na região onde, segundo os revoltados, falta água e
policiamento decentes.
Sei que o troço é caro.
Com menos de 250 milhões de dólares não dá para pensar num Grand Prix.
(asfalto, pits, arquibancadas, estrutura...)
Fora a manutenção.
As pessoas pensam que esse recurso poderia ser gasto em melhorias para suas
vidas.
Enquanto isso, Max Verstappen se dirigiu para Las Vegas com a Red Bull para
uma demonstração.
Quem sabe uns zerinhos no asfalto consiga trazer mais amor pela F1 em Terras
Ianques?
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017
Comunidade
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Clipping
Tudo indica que o campeonato de 2017 será decidido nos detalhes.
A impressão deixada pela Ferrari em Spa-Francorchamps assustou a Mercedes.
Sebastian Vettel e Gina não deixaram Lewis Hamilton respirar.
O time das Flechas de Prata precisou fazer malabarismos para impedir a vitória
dos vermelhos.
A jogada do quarto motor prateado na Bélgica para continuar usufruindo da regra
antiga do consumo de óleo pareceu brilhante no primeiro olhar.
Porém seria inocente pensar que há idiotas na Scuderia Italiana.
O limite de consumo de óleo perde importância perante a possibilidade de
desenvolvimento que trará melhor confiabilidade e potência para Gina.
E a próxima atualização da Scuderia Italiana pode decidir de vez quem ficará
com o título desta temporada.
A evolução apresentada por Maranello em Spa-Francorchamps, principalmente
após as dificuldades de Silverstone, se deram por culpa da mecânica e design.
Houve trabalho duro para atingir a perfeição no trabalho de suspensão.
A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.
Sim.
Em Monza a Mercedes continua favorita.
Mas não pode cometer nenhum erro.
Como gosta de dizer Helmut Marko, Vettel já sentiu o cheiro de sangue.
Privilegiados
Apenas três pilotos completaram todas as provas de 2017 até aqui.
Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Esteban Ocon.
Toro Rosso
Sean Gelael estará conduzindo pelo Time de Faenza nos treinos livres de
Cingapura, Malásia, Estados Unidos e México.
Parece que alguém está preparando um piloto para o ano que vem, não?
Toro Rosso 2
A Red Bull parece estar dificultando o acordo entre a Toro Rosso e a Honda.
As discussões então avançadas.
O que tem pegado é a questão financeira.
Os japoneses sonham em continuar com a McLaren.
Mas os cabeças da família dos energéticos entendem que a Honda está sem
opções e endureceram o jogo.
(eles querem vender a Toro Rosso, OK?)
A McLaren quer a Renault.
A Renault (através de Alain Prost) diz ser um negócio inviável.
Tem mais pimenta.
Há outros interessados na Toro Rosso.
O pai de Sean Gelael (dono da KFC da Indonésia) é um deles.
A indonésia é um mercado com uma população maior que a brasileira num
espaço quatro vezes menor.
Outro é a Ferrari.
Faenza é logo ali e seria uma ótima solução para o retorno da Alfa Romeo.
A Honda precisa se decidir.
Sauber
Charles Leclerc vem vindo.
Pascal Wehrlein está saindo.
Dos Males
Vão trocar elementos no carro e ele deverá assim enfrentar punições no grid
de largada.
Entretanto a situação está tão esquisita para Max Verstappen que se ele
conseguir terminar a corrida em Monza já está bom.
Renault
Cyril Abiteboul disse com todas as letras que não quer Fernando Alonso vestindo
amarelo.
A razão é que o time ainda está em construção e um piloto frustrado não agregaria
nada.
Ferdi está queimado.
Por outro lado veio a notícia que Robert Kubica deverá conduzir o bólido da equipe
de Viry-Chatillon / Enstone no treino livre da Malásia.
Dilema
Fernando Alonso colocou a McLaren para escolher entre ele e os benefícios que
recebe da Honda.
Um problema que oferece duas soluções, sendo ambas insatisfatórias.
Fácil
Com os pneus mais largos e o downforce do carro atual, Vettel afirmou que passar
pela Eau Rouge ficou bem mais tranquilo do que em anos anteriores.
Falastrão
Depois de ter dito que Vettel não gostaria de ser seu companheiro de equipe
na Mercedes, Hamilton diz que abriu mão de seu sonho de pilotar pela Ferrari
após a renovação de Sebastian.
Emoção
Foi legal ver Mick Schumacher com a Benetton em Spa.
E ele se preparou.
Foram dois dias de testes para não fazer feio.
Reforço
Quem também testou foi Lance Stroll.
Em Hockenheim o piloto da Williams afiou as garras num modelo de 2014.
Novas Praças
Argentina e Vietnam se apresentaram como opções para o calendário da
Fórmula 1.
Os hermanos chegam com o retorno do Autódromo Oscar Alfredo Gálvez
numa nova configuração.
Uma alternativa para o Brasil.
Já os vietnamitas ofereceram as ruas de Hanói.
Assim como os dinamarqueses já fizeram com Copenhagen.
Bate-Bate
Depois de ter dito que Sergio Perez tentou assassiná-lo duas vezes em Spa,
Esteban Ocon se desculpou pelas palavras numa nota.
Por fim
Faz tempo.
Mas a primeira vez num Fórmula 1 deve ser inesquecível.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Thundercats
Monarch era um leão bem alegre e esperto.
O felino pulou pela primeira vez para um carro com 3 semanas
de vida.
Quem contou como tudo começou foi o Destemido Egbert.
Seu dono.
A reportagem do jornal data de 1931.
Egbert era um showman.
Um britânico que arriscava sua vida nos Silodromes.
Um muro da morte.
A versão pocket dos motordromes americanos.
Alguns já até viraram posts aqui no Blog.
Playa del Rey, Saint Louis, Legion Ascot.
Como a matéria prima era madeira, todos praticamente desapareceram
após a Segunda Guerra Mundial.
Porém logo surgiu uma versão para parques de diversão.
O tal Silodrome.
O nome vem do formato parecido com um silo de armazenagem
de grãos.
Na verdade apenas retiraram as retas dos antigos motordromes.
Eram baldes gigantes de madeira.
Numa versão bem compacta para facilitar o transporte que a vida
circense exigia.
Dentro da coisa motos e carros giravam para delírio do público
que assistia a tudo de cima.
Uma festa regada a algodão doce e pipoca.
A cada ano os espetáculos ficavam mais ousados.
É justamente nesta parte da história que entraram os leões.
Egbert adaptou o seu carro para que seu leão participasse do show.
Monarch não usava qualquer tipo de cinto.
Um repórter do Yorkshire Evening Post foi ver algumas apresentações.
E notou as atitudes curiosas do grande gato.
"Todas as vezes em que sua jaula era aberta ele ia imediatamente para
sua posição ao lado do piloto.
Caso Egbert demorasse a dar a partida, Monarch logo soltava um rugido
para demonstrar sua impaciência.
Se parasse o carro cedo demais, durante o número, o leão africano não
descia do veículo.
O felino também ficava entediado com tantos giros.
Egbert sabia a hora de parar, pois a cabeça de Monarch ia se aproximando
de seu rosto..."
Havia variações do número em outros parques.
Alguns usavam Sidecars.
Isso mesmo.
Leões de moto!
Outros soltavam o leão no Silodrome para caçar as motos que
giravam ao seu redor na horizontal.
Felizmente, apesar das tentativas, não há registro que alguma moto
tenha sido alcançada.
A festa acabou em 1964.
Quando um outro leão chamado King revidou uma provocação.
Um bêbado maluco colocou a mão dentro de sua jaula.
Para salvar o sujeito a polícia atirou e matou o animal.
King era o último leão de sua espécie.
Aquela que não tinha medo da velocidade.
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terça-feira, 11 de julho de 2017
Clipping
Fernando.
Olhadinha básica.
Alonso e a Ferrari
Sim.
O presidente Sergio Marchionne disse com todas as letras que não há
interesse no piloto espanhol.
Sei que as partes estiveram juntas e conversaram.
Nada feito, por agora.
O Asturiano não aceita receber pouco como Raikkonen e a Ferrari não
vai pagar a outro piloto nada perto do que Sebastian Vettel recebe.
Jump Start
Apareceu até joguinho para que qualquer um pudesse mostrar suas habilidades
de reação após as luzes vermelhas se apagarem.
Fato é que o carro de Bottas se moveu pouco antes do que deveria.
Na avaliação dos comissários, o piloto da Mercedes ficou dentro da tolerância.
Uma margem que não aparece e muito menos é especificada em nenhuma linha
do regulamento.
O artigo 8.6.1 do Código Esportivo Internacional da FIA define que uma largada
falsa se dá quando um veículo:
8.6.1.b avança da posição determinada antes do sinal de início ser dado;
8.6.1.c está se movendo quando o sinal de início é dado durante uma largada
parada.
Não há menção de tolerância.
Quer dizer, a decisão de punir ou não o piloto não foi baseada nas regras.
Acho razoável haver uma tolerância.
(apesar que, depois de 9 etapas, apenas um se moveu...)
O que penso não ser correto é não existir uma norma que determine qual
é o limite.
Já pensou todo mundo soltando o carro pouco antes das luzes se apagarem?
Falta transparência.
Livre
“Max Verstappen tem um contrato até 2019.
Depois disso estará no mercado.”
Christian Horner (Red Bull)
Toro Rosso
Danill Kvyat e Carlos Sainz Jr. (bem queimado depois da história sobre Max)
deverão ser os titulares da escuderia de Faenza no ano que vem.
Pierre Gasly, que estava esperando uma chance, deve buscar lugar
na Fórmula E.
Red Bull
Melhorias gritantes na aerodinâmica (túnel de vento ajustado) e um
motor Renault mais confiável e que permite um setup mais ambicioso.
O time de Milton Keynes deve fazer bonito no restante da temporada.
Stefan GP
O nome de Zoran Stefanovic voltou a aparecer no paddock.
O mesmo que tentou plantar uma equipe na F1 com uma tentativa frustrada
de utilizar os restos da Toyota sete anos atrás.
Há também o caso da tentativa de compra da Manor.
Aqui o que acontece é uma nova empreitada.
Primeiro estão tentando uma permissão da FIA.
(a ideia de franquias como nos esportes americanos desperta interesse)
Picareta?
Desonesto?
Não acho que chegue a tanto.
Mas é preciso mostrar o dinheiro para participar da brincadeira.
Saco de Gatos
A McLaren pode ter feito um pré-acordo com a Mercedes.
Válido até setembro, data em que as equipes da Fórmula 1 precisam
revelar suas unidades de força para a próxima temporada.
Enquanto isso a Honda trabalha.
Houve ganhos de potência na Áustria.
Boatos (desmentidos pelos japoneses) falam que o contrato com a Sauber
seria rasgado.
Na imprensa italiana surge algo impensável.
A Ferrari fornecendo motores para a McLaren.
Do outro lado, a Renault se diz pronta para fornecer para outro cliente.
E ninguém ficaria espantado se a Haas passasse a correr com uma unidade
chamada Alfa Romeo em 2018.
Uma ou outra coisa (só para não passar em branco o assunto).
Sucessor
Antonio Giovinazzi estará guiando uma Haas (de Grosjean) no primeiro treino
livre em Silverstone.
Primeira de sete.
O Trabalho para o Retorno de Kubica
A saga continua.
O polonês estará novamente no cockpit do E20 (antiga Lotus) em Paul Ricard
nos próximos dias.
Mas a seguir ele deverá finalmente encarar o RS17 nos testes de Hungaroring.
Não haverá muitas surpresas pois Kubica já conheceu o bólido no simulador.
Na Hungria ele terá seus tempos comparados com os de Nico Hulkenberg.
Alain Prost disse que a Renault está avaliando Kubica.
Entretanto a última palavra será da FIA.
Precisamos lembrar que cada piloto precisa estar habilitado fisicamente para
atender todas as normas de segurança.
Reparei
A tal proibição da mistura de óleo com gasolina parece não ter prejudicado
a Ferrari.
Mais.
Pelas características da pista e com as inovações testadas pela Haas, a
Scuderia Italiana está muito otimista para Silverstone.
Vencer na terra alheia quebraria a Flecha de Prata.
Gold and Silver shine
A BRDC, a entidade que controla o circuito de Silverstone, colocou um
ponto final no acordo que viabilizava o GP da Inglaterra de Fórmula 1 na
famosa pista.
(assim teríamos corrida somente até 2019 ao invés de 2026)
A intenção seria firmar um novo acordo, mais vantajoso, com a FIA.
E se existisse outra opção?
Pois é.
Na região de Royal Docks (Londres) há algo interessante acontecendo.
Um investimento chinês de mais de um bilhão de euros está fazendo florescer
toda uma parte da cidade abandonada que antes era uma zona industrial.
Coisa que já estava rolando desde as Olimpíadas de 2012.
O Asian Business Port será um novo distrito residencial e comercial para
a cidade.
Com muita facilidade de acesso.
Li todo o planejamento (bem explicado) num documento de 52 páginas.
E daí?
Daí que a região abrigaria sem dificuldade uma prova da categoria máxima
do automobilismo nas ruas da região.
Sem se preocupar com barulho já que o London City Airport fica ao lado.
Existe a ideia, a proposta e o dinheiro.
Faltava a oportunidade.
Pode ser...
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 7 de julho de 2017
Clipping
Quem será o campeão de 2017?
Kevin Magnussen deixou a pergunta sem resposta...
Paz
Não.
Pausa.
O duelo Vettel x Hamilton subiu um tom.
Dose de Realidade
Outro dia comentei que o custo para um piloto ir do Kart até à Fórmula 1
gira em torno de seis milhões de euros.
Pois bem.
Christian Horner tratou de lembrar isso para Carlos Sainz Jr.
O piloto espanhol fez um balão de ensaio com declarações que deixavam
em aberto seu futuro para a próxima temporada.
Não colou.
Horner (que é seco como o deserto do Atacama) respondeu na tampa.
O diretor da Red Bull declarou que Sainz Jr. só está na Fórmula 1 graças
ao investimento do time do energético.
E ainda que o piloto está sob um contrato que o vincula até 2019.
Uma dose de realidade pra quem acha que sem dinheiro alguém poderia
alcançar um cockpit na F1.
Testes e Testes
Falando nisso, a Williams tratou de rebater as afirmações de Jacques Villeneuve.
Villeneuve criticou seu ex-time por organizar testes particulares em um carro
de 2014 para o Lance Stroll.
Ele acha injusto Stroll ter esse privilégio por conta do dinheiro.
Claire Williams não enxerga malefícios em aprimorar o jovem piloto de sua
escuderia.
Interessante que Villeneuve esqueceu o passado.
Mas eu lembro.
Antes de ingressar na F1, Jacques rodou mais de 6.000 km com a própria
Williams durante sua preparação para sua estreia na categoria máxima do
automobilismo.
Treinos Livres
O mexicano Alfonso Celis Jr. (Force India) e o russo Sergey Sirotkin (Renault)
estiveram conduzindo no Red Bull Ring.
Vários interesses envolvidos.
Xerox
A Haas vai utilizar a unidade com especificação mais recente da Ferrari na
Áustria.
Promessa de um desempenho melhor.
Eu só queria ver o time de Grosjean e Magnussen desenvolvendo e buscando
soluções aerodinâmicas diferentes da Scuderia Italiana.
Só copia.
Alonso
"Eu estou feliz com meu companheiro de equipe."
"Eu prefiro Kimi."
Lewis Hamilton e Sebastian Vettel.
Respectivamente.
Time dos Sonhos
O comandante da McLaren, Zak Brown, revelou como seria seu time ideal.
Pilotos: Ayrton Senna e Mario Andretti.
Chefe de equipe: Colin Chapman.
Projetista: Adrian Newey.
Motor: V12.
Escuderia: McLaren.
Onde?
Numa pista de rua: Nova York.
Dica
Está com dinheiro?
A Mercedes vai vender um W04.
Bólido que foi guiado por Lewis Hamilton e Nico Rosberg em 2013.
Você sabia?
Que até aqui, a Force India é a equipe que mais rodou em 2017?
Que Vettel e Hamilton são os pilotos que possuem mais giros?
Que a Red Bull é a escuderia que possui menos voltas?
E que Verstappen rodou menos que Fernando Alonso?
Novas Fronteiras
Uma etapa na Dinamarca é praticamente certa no calendário da F1
nos próximos anos.
Pista de rua com forte apoio estatal.
A rua também deve abrigar um futuro segundo GP nos Estados Unidos.
Futuro
Muitas presenças significativas na discussões sobre as novas unidades de
força a partir de 2020.
Audi (Domenicali), Porsche, Alfa Romeo, Aston Martin, Cosworth, Ilmor
e McLaren Automotive.
Além, claro, de Honda, Ferrari, Mercedes e Renault.
Várias ideias sobre a mesa.
Um único mapeamento de motor para cada final de semana.
Sem diferença entre classificação e corrida.
Conceito híbrido mais simples (sem o complicado MGU-H).
Ross Brawn falou sobre diminuição nas punições por troca de componentes,
aumento do número de motores a serem utilizados e o cuidado para evitar
longas supremacias.
O Trabalho para o Retorno de Kubica
A Renault não consegue esconder a empolgação.
Alegria
Fernando Alonso é a prova que felicidade é momento.
Ou seja, nada tem a ver com uma média matemática e muito menos com
o passado.
Bicampeão mundial e com salários exorbitantes ao longo dos anos, poderíamos
avaliar que o espanhol é feliz.
Ganhos obtidos, diga-se de passagem, graças a habilidade de Flavio Briatore
em costurar bons acordos.
Os anos na McLaren sem poder lutar por vitórias têm sido uma decepção.
Por isso ele se oferece (sem condicionantes!) para os times que estão no
topo.
Horner (Atacama...) afirma que só se Ferdi for para GP2, pois na Red Bull
não há lugar.
Niki Lauda se mostra horrorizado com qualquer possibilidade do Asturiano
ir parar na Mercedes.
A Ferrari permanece em silêncio.
É uma espera.
Relato
"Eu estava ao lado de Mika Hakkinen no avião.
Na nossa frente estava Sebastian Vettel.
Escrevia todos detalhes técnicos em um caderno.
E ele havia acabado de vencer a corrida.
Virei para Mika e comentei.
O cara ganhou e continua trabalhando duro."
Toto Wolff.
O mesmo que acredita que Vettel é um dos fatores que possibilitaram
o salto da Ferrari em 2017.
Por Fim
A arte de Elia Bonetti.
Postado por
Humberto Corradi
às
10:42
8
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