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quarta-feira, 5 de outubro de 2022

オートポリス - Autopolis


















































Essa beleza aí em cima se chama Autopolis.

Autódromo construído por um milionário japonês e inaugurado em 1990.

O projeto foi feito por Yoshitoshi Sakurai, que comandou a equipe Honda
na Fórmula 1 dos anos 60.

A única grande corrida internacional que a pista recebeu foram os 430 km
de Autopolis em 1991.

Prova da World Sportcar Championship, vencida por ninguém menos que  
Michael Schumacher, fazendo dupla com Karl Wendlinger a bordo de
uma Mercedes C291 Sauber.

Com intenção de se tornar sede de corridas da Fórmula 1, patrocinou a  
Benetton por duas temporadas para promover o autódromo.

Mas os organizadores acharam que o local não possuía infraestrutura necessária
para realização de um Grande Prêmio, já que fica em uma área muito montanhosa
e remota.

Após diversos problemas financeiros de seu proprietário, o circuito mudou de mãos
várias vezes.

Hoje a pista pertence a Kawasaki, que a adquiriu em 2005.

domingo, 5 de junho de 2022

Cultura















Perto do final dos anos 80, os quatro cavaleiros fizeram um acordo.

Eles eram as estrelas.

Nenhum deles receberia menos de US$ 5 milhões de salário / temporada.

Valores da época.

Uma desordem.

Um problema.

Para Bernie Ecclestone.

O poderoso chefe comercial da Fórmula 1 viu o mercado travar e inflacionar com a ação de Ayrton Senna, Nelson Piquet, Alain Prost e Nigel Mansell.

Medidas precisavam ser tomadas.

"Nunca se deve deixar que aconteça uma desordem para evitar uma guerra (...)"

Quebrar essa fortaleza das estrelas significaria manter o poder e o controle sobre a categoria máxima do automobilismo.

A primeira parte do plano de Bernie foi fazer surgir uma nova estrela.

Assim, de forma surpreendente, Michael Schumacher assumiu o controle do volante da Benetton.

Mais tarde, o mesmo piloto alemão desembarcaria na Ferrari, ouvindo Willi Weber, seu empresário, que havia ouvido Ecclestone...

Senna desapareceria.

E Piquet envelheceria.

Bernie conseguiu bloquear Prost (1996) na Scuderia Italiana com Schumacher e ao mesmo tempo incentivou Ron Dennis e a McLaren a buscar novos talentos ao invés de reviver uma aventura com o campeão francês.

Outra cartada já havia sido dada.

Ecclestone estendeu o tapete para Jacques Villeneuve.

Estrela da Indy, com um sobrenome maravilhoso e novato sem as contaminações das ideias dos antigos quatro cavaleiros.

A lição foi aprendida.

Bernie Ecclestone sabia que um campeão não deveria envelhecer no trono.

E, pior, começar a pensar por si próprio.

Um jovem deveria surgir e quebrar hegemonias.

A busca pelo novo se tornou a palavra de ordem.

Com isso vieram Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Jenson Button, Sebastian Vettel e Felipe Massa.

O brasileiro, por força do destino, único a não ser campeão.

O processo continuou com Max Verstappen.

Aí, interessante, sem qualquer imposição.

Pois a cultura já estava estabelecida.

Perceba.

Lando Norris, George Russell e Esteban Ocon são frutos dela.

Mais.

Acho graça quando Alonso, Vettel e Hamilton começam a emitir opiniões demais.

Alguém disse que a história se repete pois os homens continuam os mesmos.

Não estava errado.



 

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Feito






















Foto do carro vitorioso de Roberto Pupo Moreno na Fórmula 
Atlantic. 

No final de 1981, o piloto conseguiu com seu Ralt cinco vitórias 
em seis corridas na Copa Pacífico

As etapas do campeonato foram realizadas em autódromos da 
Malásia, Austrália, Macau e Nova Zelândia.

Na Austrália, Moreno derrotou 24 pilotos. 

Entre eles. um tal de Nelson Piquet

Além disso, ao vencer a corrida,  melou os planos para a festa 
que os organizadores haviam feito na despedida das pistas de 
Alan Jones

O campeão Mundial de Fórmula 1 do ano anterior foi apenas 
mais um batido pelo brasileiro na pista.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Grama

























Circuito de Hungaroring nos anos oitenta.

Zebrinha e grama alta, parecendo mais um canteiro.

Interessante.

Historicamente os brasileiros costumam se dar bem na Hungria.

Piquet, Senna e Barrichello já subiram no lugar mais alto do pódium por lá.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Paternidade



























Num espaço de discussões no Facebook apareceu o tema.

Quem é o pai dos aquecedores de pneus?

A cultura popular aponta Nelson Piquet.

Outro dia fiz um post aqui que trouxe dúvidas.


A foto em que aparece a McLaren de Emerson Fittipaldi com cobertores nos pneus.

A data: setembro de 1974.

Mosport Park.

Mas qual é a história disso?

Começa ainda na sexta-feira, durante os treinos para a prova.

Fazia muito frio.

Fittipaldi havia discutido com a equipe o problema do aquecimento dos pneus.

A solução veio com Teddy Mayer.

O cara improvisou um forno!

Mandou comprar um aquecedor a gás.

O troço aquecia os pneus dentro de uma caixa de madeira.

Tudo construído pelos mecânicos da McLaren.

O plano foi colocado em prática no domingo.

Três horas antes do inicio da corrida.

O sigilo era total.

Não queriam que nenhuma outra equipe percebesse a manobra.

No warm-up, Emerson chegou a sair com os pneus frios.

Faltando duas horas para a largada a Ferrari descobriu o segredo.

Desespero!

Tentaram até solucionar o problema.

Os italianos colocaram seus pneus dentro de dois carros e ligaram os aquecedores.

Claro que não deu certo.

Os pneus foram colocados sem a temperatura adequada nos carros de
Niki Lauda e Clay Regazzoni.

O frio era  intenso.

Por isso, mesmo após a volta da apresentação, a McLaren cobriu
seus pneus com cobertores.

Daí a foto...

O relato é da época.

Do próprio Emerson Fittipaldi.

O vencedor da prova.

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

BPR


























Bom dia a todos.

Olha aí as preciosidades enviadas pelo amigo Fernando via mail.

As fotos da passagem da BPR por Curitiba em dezembro de 1996.

Pra quem não sabe a BPR Global GT Series foi a categoria predecessora da atual
FIA GT.

Destaque para os brasileiros Nelson Piquet, que foi parceiro de Johnny Ceccoto,
e pro veloz Maurizio Sandro Sala.

Valeu demais Fernando!

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Novinhos































Que foto!

Piquet, Schumacher, Fittipaldi, Senna, Newey, Prost e Lauda.

terça-feira, 14 de março de 2017

Jim Clark
































O melhor de todos.

Jim Clark foi sempre tratado assim.

Aqueles que puderam testemunhar a Fórmula 1 dos anos 60 não carregam
nenhuma dúvida sobre o assunto no coração.

Ele parecia aperfeiçoar o que Alberto Ascari e Juan Manuel Fangio já haviam
realizado.

Um colecionador de pole-positions.

E dono de uma condução impecável.

Os outros pilotos o admiravam.

Numa época de incertezas, devido a falta de informação, o tratamento carinhoso
que Clark dava aos seus bólidos fazia toda a diferença.

Preservar o equipamento era uma grande vantagem.

Na época tudo podia quebrar a qualquer momento.

A categoria era empírica.

Por isso que, mesmo com todo o cuidado, o escocês perdeu dois títulos mundiais
por causa das falhas nas engrenagens.

No entanto nada tirava sua determinação.

Era evidente que seu talento o colocava acima dos demais.

Na prova de Spa-Francorchamps, em 1967, ele cruzou a primeira volta tão  à
frente dos outros que a organização chegou a pensar que algum acidente terrível
havia acontecido.

Exagero?

Poucos anos antes ele já havia feito algo parecido.

Abriu 3 segundos de vantagem pro resto ainda na primeira volta do GP de Mônaco.

E os 9 segundos que ele colocou no segundo colocado para conquistar a pole-position
em Nurburgring?

A superação de seu tempo de classificação em Monza durante a corrida

Performances memoráveis na chuva.

Esses momentos de sua carreira assombraram o mundo do automobilismo.

Estranho que sua trajetória não foi nada tranquila até a Fórmula 1.

Sua família não simpatizava com a ideia da velocidade.

Foi o talento que o carregou mundo afora.

Talento que despertou o olhar aguçado de Colin Chapman.

E aí o casamento com a Lotus durou para sempre.

Até que a morte os separou.

Apesar disso seu legado permaneceu.

Nas gerações que vieram depois sempre surgiu um piloto que assim como
Clark parecia desenhar os circuitos.

Posso até citar dois brasileiros.

Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet.

Sem comparações.

Porque Clark faz parte de outra categoria.

O que dizer de um condutor que não alterava a configuração feita por seus
mecânicos?

Pois independente do setup ele conseguia tirar o melhor do carro.

Em qualquer situação.

Fosse nas 500 milhas de Indianápolis, na Nascar ou nas 24 horas de Le Mans.

Por isso que quando aparece um piloto vencedor e muito superior ao outros o
nome Clark volta a ser citado.

Por ter criado um alto padrão de qualidade.

Ainda que sua carreira tenha sido encerrada de forma precoce.

Não prejudicou a avaliação de seus feitos.

Mais ainda .

Sua história se tornou ainda mais importante quando novos parâmetros foram
estabelecidos por um certo piloto brasileiro.

Que assim como o gênio escocês teve seu tempo abreviado nas pistas.

Dessa forma ficou até mais fácil compreender o tamanho de suas conquistas.

Havia um precedente ideal.



sexta-feira, 10 de março de 2017

Istrana


























Início dos anos 80.

Fotos de algumas equipes da Fórmula 1 utilizando o Aeroporto de Istrana para
exibições e testes.

A instalação fica na província de Treviso, norte da Itália.

Atualmente ainda fazem testes em linha reta nesse tipo de pista.

As mais utilizadas são a de Idiada na Espanha e de Duxford no Reino Unido. 

Lembrando que foi nessa última que Maria de Villota sofreu o acidente com a 
Marussia em 2012.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Tempo de Kart



Braga, Portugal.

Ano 2000.

Imagens do Campeonato Mundial de Kart.

Uma coleção de nomes conhecidos no grid de largada.

Entre os estrangeiros.

Heikki Kovalainen.

Ryan Briscoe.

Vitantonio Liuzzi.

Robert Kubica.

Giedo Van der Garde.

Lewis Hamilton.

Loic Duval.

Nico Rosberg.

Ernesto Viso.

Pastor Maldonado.

E Susie Stoddart.

Susie que anos mais tarde se casaria com Toto e adotaria o sobrenome
Wolff.

Os brasileiros também estavam presentes.

Augusto Santos (ou se preferir Farfus).

Roberto Streit (Campeão da Fórmula Renault italiana em 2001).

Julio Campos (Stock Car).

Sergio Jimenez (GP2, A1GP e Stock Car).

Ruben Carrapatoso.

Lucas di Grassi.

Bia Figueiredo.

Nelsinho Piquet.

Entre outros.

Valia uma passadinha com a máquina do tempo, não?


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Camelo

























Bom dia petrolheads!

Piquet de Lotus.

1989.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Duelo








































Bom dia petrolheads!

Ayrton Senna e Nelson Piquet.

1986.

Hungria.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Premiado






















Bom dia Petrolheads!

Especial para Marcos Passamani.

Foi ele quem faturou no sorteio a bela camisa que homenageia a Brabham
de 1978 de Nelson Piquet.

Agradeço a todos pela participação e ao Emerson Pippi que através da
Fórmula Retrô  permite ao Blog entregar prêmios tão legais!

Valeu!

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Venusta da Brabham



























O amigo Emerson Pippi novamente coloca seu apoio para realizarmos mais uma
promoção.

Assim o Blog terá outra oportunidade de presentear um de seus leitores!

E o presente dessa vez é um dos itens mais belos da nova coleção do excelente
Fórmula Retrô.

Uma camisa que presta homenagem a Brabham com motor Alfa Romeo guiada
por Nelson Piquet.

Linda demais!
































Quer correr o risco de ganhar essa beleza?

Fácil!

Para concorrer basta responder nos comentários a uma pergunta simples:

Em que ano Nelson Piquet pilotou a Brabham Alfa BT46A?

(uma dica? Clique Aqui )

Na sua resposta não esqueça de colocar seu nome e o mail para o contato.

E não adianta mandar várias mensagens.

Apenas uma por pessoa, OK?

A primeira mensagem será a nº 1, a segunda a n° 2 e assim por diante.

Como sempre acontece, usarei o Random, que é um site que faz sorteios, para
definir o vencedor.

Concorrerão as mensagens que chegarem até as 12:00 (meio-dia) de sexta-feira 
(24/06/2016).

Facinho de ganhar, não?

Participem!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Notinhas de Segunda
























Boatos.

Eles sempre aparecem aqui e ali.

Lewis Hamilton seria substituído por Pascal Wehrlein em Mônaco.

De onde sairia uma coisa dessa?

De uma sucessão de fatos.

Primeiro foi o choque entre Rosberg e Hamilton em Barcelona.

Segundo foi a recusa do piloto inglês em participar dos testes na Espanha.

Terceiro foi a declaração de Wehrlein sobre estar pronto para assumir o cockpit
da Mercedes.

Quarto foi uma história sobre um confusão envolvendo Hamilton em Cannes.

A Mercedes tratou tudo como uma imensa bobagem.

E Lewis publicou uma foto se exercitando em uma bicicleta.

Para selar a paz, o time alemão quer demonstrar força no principado.

Outro enrosco entre seus pilotos está fora de questão.

Pelo o que eu entendi, Daniil Kvyat não vai ficar na família Red Bull em 2017.

Entretanto poderemos ver seus talentos servindo outra escuderia do grid.

Rio Haryanto admitiu não ter ainda os recursos para completar a atual temporada.

Dos 18 milhões de euros necessários para correr na Manor, falta algo em torno
de 5 a 6 milhões para o piloto indonésio fechar a conta.

Interessante.

Nelsinho Piquet Jr. havia pedido para participar da etapa de Pau (França) da F3
europeia.

A FIA vetou a ideia através de Stefano Domenicali (presidente da comissão).

Por  ir contra o princípio de um campeonato para jovens pilotos.

Já o irmão dele (Pedro) escapou ileso de um acidente feio (na mesma categoria)
neste final de semana.

Por fim.

A McLaren vai continuar a arriscar.

Aproveitando que Sauber, Haas, Toro Rosso e Williams estarão deixando de lado a
atual temporada para pensar e investir em 2017.

Ron Dennis abrirá os cofres para que sua equipe tenha o melhor desempenho possível
neste ano.

Claro.

Existe um trabalho sendo feito para o ano que vem.

Porém o investimento pesado no presente vai permanecer.

As razões para tal estratégia?

Impressionar e atrair novos patrocinadores.

E colocar seus pilotos campeões brigando por posições melhores nas provas.

Falei em arriscar.

Porque a turma de Woking repete algo que não deu certo num passado recente.

(contra a Red Bull no início desta década)

E ainda amarga perdas por tal escolha.

Mas a teimosia faz parte do cérebro da McLaren.



















quarta-feira, 6 de abril de 2016

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Mais Noites de Cingapura



Ensaiando?

No aeroporto, horas após a patifaria na prova de Cingapura, um jornalista brincou
sobre como o acidente de Piquet Jr. (cérebro lavado) acabou favorecendo a vitória
de Fernando Alonso.

Insinuações.

Briatore respondeu:

"Impossível!

O filho de Nelson é uma besta.

Se tivéssemos elaborado um  plano, ele nunca seria capaz de executá-lo..."