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sexta-feira, 15 de julho de 2022

Pequenas Passagens


























Fórmula 3.

1990.

Na foto acima aparecem Mika Hakkinen em primeiro plano, com o carro número 2,
sendo seguido de perto por ninguém menos que Michael Schumacher.

Grande Prêmio de Macau.

Entretanto na última volta da prova as posições estavam invertidas.

O finlandês perseguia de forma implacável o alemão.

Quando chegaram na reta principal, o finlandês ficou na sombra do alemão.

Parecia que Hakkinen iria fazer a ultrapassagem.

OK.

No vídeo abaixo você poderá ver o final da história.

Sim.

O escorpião não perde sua natureza.


sexta-feira, 6 de maio de 2022

Básicos

































Esses carrinhos F3 da Lotus do início dos anos 70 são uma das poucas coisas
que me tiram do sério!

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Enrique Mansilla

























Duas imagens.

Duas figuras.

Ayrton Senna e Enrique Mansilla.

Dois caminhos completamente diferentes.

Companheiros de equipe na Fórmula Ford em 1981.

"Ele era melhor, mas nenhum dos dois entregava a posição..."

Mansilla lembra com carinho de ter vencido o brasileiro em Caldwell Park.

A briga era boa.

Dura.

Mansilla chegou a testar na Fórmula 1.

Pela McLaren.

Mas aí aconteceu algo inesperado.

Veio a Guerra das Malvinas.

E as portas se fecharam para o argentino.

Conseguiu ainda vencer na Fórmula 3.

Mas no pódio a bandeira do seu país não foi hasteada.

Estava em território inimigo.

Foi uma decepção não continuar na Europa por motivos alheios à
sua vontade.

O jeito foi ir para os Estados Unidos.

Cruzou o oceano para tentar salvar sua carreira no asfalto.

Primeiro foi a Can-Am e depois a Indy.

E fim.

Depois da aposentadoria nas pistas, virou uma espécie de caçador de diamantes
na África.

Isso mesmo.

Com muitas aventuras.

Na Libéria, em meio a uma guerra civil, foi sequestrado por 5 meses.

Porém suas melhores lembranças estão em seu tempo de piloto.

Confessa sem hesitar.

Em especial guarda com carinho na memória a temporada de 1985.

Quando alinhou com AJ Foyt, Mario Andretti e Emerson Fittipaldi.

Não há diamante que se compare.

"Foi inesquecível."

terça-feira, 2 de junho de 2020

Ivan Capelli
























Interessante.

Tentando desvendar a história de um piloto descobrimos muito sobre toda uma categoria.

O piloto é Ivan Capelli.

A categoria é a Fórmula 1.

Ainda criança ele teve uma experiência marcante.

Seu pai produzia comerciais para a Parmalat.

Certa vez levou o filho até Fiorano.

O garoto, bem comportado, chamou a atenção de Ermano Cuoghi.

O mecânico-chefe do carro de Niki Lauda.

Num instante o menino estava dentro da Ferrari.

Capelli tinha 11 anos.

Esse italiano passou por todas as etapas de formação.

Kart, Fórmula 3, Fórmula 3000...

Em 1985 fez sua estréia na categoria máxima do automobilismo.

Nada heróico.

A pista de Brands Hatch ele nem conhecia.

Ken Tyrrell foi seco.

"Se você quiser é assim: sentar e dirigir!"

No ano seguinte pilotou algumas vezes pela AGS.

Um time que possuía 7 funcionários.

Já na March teve sua melhor época.

Foi quando guiou um desenho de Adrian Newey.

Em 1992, 17 anos depois, ele voltou a sentar numa Ferrari.

Mas nada deu certo.

Capelli estava acostumado ao ambiente das pequenas equipes.

Familiar.

Onde todos falam com todos.

O excesso de burocracia da Scuderia Italiana arrasou com sua motivação.

Sua sinceridade é reveladora.

"Não tinha concentração.

Depois de 4 horas de trabalho meus pensamentos estavam em outro lugar."

Outro fator foi a pressão de uma equipe grande por resultados.

O desconforto foi imenso.

Os jornais italianos chegaram a dizer que ele não tinha glóbulos vermelhos suficientes para estar na equipe.

Foi uma decepção.

Aqueles que trabalharam com ele na March tinham a certeza que ele no futuro seria um campeão.

Estavam enganados.

Ainda houve uma tentativa pela Jordan.

Em vão.

Sua carreira havia terminado.

Com o passar dos anos a tristeza o deixou.

Nada melhor que o tempo para curar feridas.

Se tornou um bom comentarista na TV italiana.

Hoje ele se empolga quando perguntado quem foi o melhor.

"Senna".

Sem hesitar.

"Eu o conhecia desde o Kart.

Era impressionante.

Ele sempre fez coisas diferentes na pista...

Só ele conseguia fazer aquilo!"

E quando vai descrever as manobras, com seu jeito alegre, quase cai da cadeira.

Talento, oportunidade...

Ivan Capelli não pode reclamar.

Sua biografia mostra um pouco de que são feitos os campeões na Fórmula 1.

Talento e oportunidades não bastam.

É preciso muito trabalho duro.

Dedicação.

Suportar a pressão.

E até mesmo um pouquinho de sorte.

Não falo da ventura comum.

Mas aquela que acompanha os que se esforçam e lutam mais do que os outros.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Comboio


































Bom dia petrolheads!

A Fórmula 3 no circuito de Rouen-Les-Essarts.

França, 1984.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Tá doido!
























Oulton Park.

F3.

Ameya Vaidyanathan.

Só o susto.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Jacques Laffite







Ele foi o piloto mais bem sucedido da Ligier.

Foi lá que Jacques Laffite conquistou suas seis vitórias.

Do começo.

Ele entrou no automobilismo como mecânico de Jean-Pierre Jabouille.

Aí veio a oportunidade.

Assim sua carreira decolou após uma iniciativa da Shell em descobrir novos
talentos.

Depois ele venceu a Fórmula 3 em seu país.

Saindo da França, continuou a trajetória ascendente com a conquista da
Fórmula 2 europeia.

Em 1974 ele estreou na Fórmula 1 pela equipe de Frank Williams.

Apesar dos 30 anos, aparentava ser um garoto.

Sempre bem humorado.

Sempre carismático.

Em 1976 venceu a disputa com o velho Beltoise pela vaga na escuderia
de Guy Ligier.

A França ganhou um símbolo na Fórmula 1.

Vieram os altos e baixos.

Desse tempo ele gosta de recordar da vitória no Brasil em 1979.

Laffite era determinado.

E humilde.

Mas amava, e muito, os prazeres que a vida de piloto proporcionava.

Mais até do que a Ligier.

Sua maior decepção nas pistas foi com a Williams em 1984.

Dois anos antes do acidente na Inglaterra que encerraria sua carreira
na Fórmula 1.

Fica a impressão que, com o equipamento certo, ele poderia ter obtido
mais vitórias.

Porém Laffite se considera uma pessoa feliz.

As pescarias, as taças de vinho e as partidas de golf colocam sempre um
sorriso no seu rosto.

Quando perguntado sobre quem foi o maior piloto de todos os tempos,
ele não hesita em responder.

"Laffite!"

Sempre bem humorado, não?


terça-feira, 4 de julho de 2017

Slim Fit



























História pura do automobilismo sul-americano.

(pode até brincar de identificar lugares e pilotos)

Imagens dos anos 70, 80 e 90 gentilmente cedidas por Tony Watson.

F2, F3...

Degraus de evolução que hoje faltam por aqui após os primeiros passos no
Kart.

Realidade.

Fernando Plata, que além da escuderia Telmex de Carlos Slim, coordena
a carreira de Pietro Fittipaldi, diz que quase não há apoio financeiro para
os jovens talentos do continente.

Sim.

Entretanto existe uma porta.

Slim é na atualidade o grande mecenas do automobilismo latino.

Foi através de seus recursos que Sergio Perez alcançou um lugar na Fórmula 1.

Outros?

Esteban Gutierrez (Fórmula E / Indy), Tatiana Calderon (GP3 / Sauber F1)
Alfonso Celis Jr. (FV8 3.5 / Force India F1) são nomes apoiados pelo
bilionário mexicano que estão em evidência no cenário internacional.

Carlos Slim possui vários interesses no Brasil.

Embratel e Claro são empresas dele que volta e meia tem seu nome associado
no mercado com propostas de compra da Rede Globo.

(Slim já possui participações na Globopar e NET)

Um dos homens mais ricos do mundo que se tornou um caminho para a categoria
máxima do automobilismo.

Numa estimativa por alto, custa mais ou menos seis milhões de euros a carreira
de um piloto do Kart até a Fórmula 1.

Isso.

Não há mágica.

É preciso bancar essa a conta.

E não implique com os pilotos pagantes.

Você vai comprar brigar com Ronnie Peterson, Niki Lauda, James Hunt,
Michael Schumacher,  Ayrton Senna e com um monte de japonenses.

O dinheiro pode vir de um energético, de uma estatal ou da própria família.

Austríaco, venezuelano, canadense...

Sendo lícita, não importa a origem.

Agora.

Melhor ainda se o cara conhecer alguém com recursos e vontade para tal feito,
não?

Um amigo.

Então.

O Fittipaldi conhece.





sexta-feira, 14 de abril de 2017

Novinhos































Que foto!

Piquet, Schumacher, Fittipaldi, Senna, Newey, Prost e Lauda.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Clipping





















Sharknado!

Pra te ver Melhor

Sebastian Vettel, Kimi Raikkonen e Antonio Giovinazzi testaram em Fiorano.

O carro de 2015 foi a máquina utilizada.

Interessante que o detentor de quatro títulos mundiais testou um novo tipo
de viseira especial.

Coisa para melhorar a percepção visual.

Troca de Pele

Deverá ser assim.

Pela nova administração da F1, a GP2 se tornará F2, a GP3 se transformará
em F3 e assim por diante.

Aí você me pergunta.

E a F3 atual?

Ah, essa terá o mesmo fim dos dinossauros.

As alterações não terão empecilhos, já que Bruno Michel (GP2) trabalha agora
para a Liberty (dona da F1).

Laranja








Prato servido Frio

Para o lugar de Bernie Ecclestone colocaram três pessoas.

Uma da Fox.

Uma da ESPN.

E a uma terceira que o odeia de todo coração.

Pela Lógica

A chegada de Paddy Lowe deve facilitar o entendimento da relação entre
bólido da Williams e a unidade de força da Mercedes.

Combustível

Renault com a BP.

McLaren com Castrol.

Red Bull com ExxonMobil.

E a Total?

Fica a questão.

Vale notar que o acordo da Renault com a British Petroleum tem previsão
para cinco temporadas com valores em torno de 150 milhões de euros.

Adaptação

A turma que trabalha nas trocas acelerou os treinamentos.

Os novos jogos de pneus são bem mais pesados que os do ano passado.

Muda Alguma Coisa?

As impressões de Furbatto.

As grandes escuderias devem abrir ainda mais vantagem sobre as menores.

Mas será legal ver o comportamento dos carros em alguns circuitos.

Pois pela nova configuração será muito difícil ter o mesmo desempenho
nas pistas travadas em comparação com outras como Red Bull Ring.

Será preciso escolher a melhor performance em um ou outro.

Importante também é o consumo de combustível.

A eficiência da unidade de força nesse quesito fará diferença.

Potência e economia precisam ser equilibradas.

Mais.

Os novos bólidos serão duas vezes mais dependentes da asa móvel.

O DRS será ainda mais necessário do que em outras temporadas para
as ultrapassagens e ainda servirá para auxiliar na gestão do combustível.

Provavelmente veremos pilotos se segurando abaixo de um segundo atrás
do carro da frente (DRS) para não sofrer pane seca no final.

É esperado que Red Bull e Mercedes briguem o ano todo.

O segredo do campeonato será o desenvolvimento durante a temporada.






segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Clipping























O Novo

Na imagem acima está Matheus Leist.

Piloto brasileiro que conquistou neste final de semana o título da F3 inglesa.

Dez pontos no bolso para a super-licença da FIA e um belo cartão de visita
para evoluir em novas categorias.

Acho que o passo natural seria a F3 Europa.

Com certeza o jovem (18 anos) e seu empresário Danilo Dirani já devem estar
estudando cuidadosamente todas as opções.

Duas coisas importantes.

A primeira.

Leist parece realmente talentoso.

Principalmente quando olhamos seus resultados e as circunstâncias de competição
em que foram obtidos.

A segunda.

O rapaz (que tem um irmão no Kart americano) deve contar com um apoio
financeiro forte.

Sua família está ligada ao grupo Paquetá, do sul do país.

Um gigante dos calçados (Dumond, Ortopé) que emprega 18 mil pessoas e
que possui fábricas no Brasil e exterior.

Seus interesses também atingem operações financeiras e o setor imobiliário.

Estamos falando de mais de dois bilhões de faturamento.

Leist é um brazuca que tem tudo para ir longe no automobilismo.

Haryanto Vive

Piers Hunnisett (o empresário de Rio) disse que seu pupilo conseguiu
patrocinadores (privados) para seguir na Fórmula 1.

O problema foi o prazo dado pela Manor.

Assim, o asiático segue otimista em conquistar um lugar no grid na próxima
temporada.

Magnussen e...

Havia uma expectativa de que a Renault revelaria seus pilotos.

Mas os franceses seguraram a decisão.

Kevin Magnussen mantém suas esperanças em continuar.

Palmer

Jolyon Palmer possui baixa expectativa do mercado.

Interessante que Jonathan (pai de Jolyon) se mostrou interessado em adquirir
o circuito de Silverstone.

Se você não sabe, o velho Palmer já é dono de Brands Hatch, Oulton Park,
Snetterton e Cadwell Park.

Detectando Movimentos

O russo Artem Markelov (GP2) está cavucando na Fórmula 1.

Valores Materiais

A Sauber diz que o dinheiro não vai influenciar a escolha de quem irá ocupar
seus cockpits.

Segredo

Ninguém sabe a duração do contrato de Stoffel Vandoorne com a McLaren.

Parceria

A Ferrari pediu auxílio para a Dallara no desenvolvimento do seu bólido para
2017.

Fabricante italiano que produziu o chassi para Haas nesta temporada.

Depois de perder James Allison, Antonio Spagnolo (Williams) e Corrado Lanzone
(não confundir com Roberto Corradi, ex-Ferrari, mas ainda na FIAT - Maserati), a
Scuderia Italiana deve estar mesmo precisando de reforços...















domingo, 11 de setembro de 2016

Indo























Daytona.

O menino com a Ganassi no início deste ano.

Impressionando o dono da equipe.

Nas três etapas da F3 realizadas em Nurburgring neste final de semana,
Lance Stroll faturou duas e chegou em terceiro na última.

O título parece ser questão de tempo.

Tudo indica que seu pai se tornou acionista da Williams numa operação financeira
recente.

No próximo mês Lance vai iniciar seu treinamento intensivo com um bólido de 2014
do time de Frank em diversas pistas do calendário da Fórmula.

O foco será aquelas nas quais o jovem piloto canadense ainda não conheceu.

Parece atropelado?

Mas o plano não é novo.

Lembra de 2015?

Clique aqui.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Super Licence





















A tabela acima (clique para aumentar) revela a pontuação concedida pela FIA para
os pilotos nas mais diversas categorias do automobilismo.

Claro.

Aí está o caminho para se obter a sonhada Super Licença de piloto através dos 40
pontos necessários e assim alcançar a possibilidade de chegar a disputada Fórmula 1.

Repare que a futura Fórmula 2 (sucessora da GP2) será a principal porta de entrada.

Com os dados em mãos fui procurar quem está bem na fita.

Para citar nomes usei alguns critérios como idade, patrocinadores e ligações com
escuderias da categoria máxima do automobilismo.

Ou alguém aqui espera que um título da Fórmula E vai abrir alguma porta para
Lucas di Grassi na F1?

Vem comigo!

Na GP2 aparece o nome de Artem Markelov, companheiro de equipe de Raffaele
Marciello.

Líder do campeonato.

Russo.

O que é sempre uma possibilidade de bons apoiadores.

Outro é Nobuharu Matsushita.

O japonês que é piloto de desenvolvimento da McLaren, pode muito bem arrumar
um cockpit caso a Honda comece a fornecer motores para outras equipes.

E, finalizando a GP2, Alex Lynn.

Responsável pelo desenvolvimento da Williams, um driver inglês é sempre bem
cotado.

Lynn e Matsushita precisam continuar (já venceram nesta temporada) suas trajetórias
com bons resultados.

Na F3 quem manda é Lance Stroll.

Absoluto.

Já cantei aqui que o sujeito é rico e talentoso.

Além disso conta com a mão de Luca Baldisserri.

Seu mentor.

O engenheiro italiano que esteva ao lado de Michael Schumacher e Kimi Raikkonen
em suas conquistas na Ferrari.

Baldisserri não esconde que o objetivo neste ano é alcançar a pontuação da Super
Licença e atiçar o paddock da Fórmula 1.

Com cinco vitórias e nove pódios, Stroll está 84 pontos a frente do segundo colocado,
Maximilian Günther (o alemão que é seu companheiro de equipe).

O britânico Callum ilott (que ano passado foi desligado do programa da Red Bull)
segue em terceiro no campeonato.

O endurance com a WEC (LMP1), a Indy e a Fórmula E não trazem novidades.

Geralmente são pilotos mais velhos que competem nessas categorias.

Pode ser feita uma exceção para Sebastien Buemi (27 anos) por conta de ainda
estar ligado à Red Bull.

Achou que os nomes são poucos?

As vagas também.

Red Bull, Mercedes e Ferrari não vão abrir espaços para a nova geração no
momento.

A Toro Rosso ainda segura Kvyat por não ter um substituto imediato.

Já a Force India assinou um acordo com o (endinheirado) russo Nikita Mazepin
(F3) de longo prazo.

Muito novo (nasceu em 1999), parece estar apenas adquirindo experiência e
se encontra atualmente na 20ª colocação atrás dos filhos de Adrian Newey e
Nelson Piquet.

A Williams sonha com Jenson Button e um rapaz rico.

McLaren tem Vandoorne.

Estagiar na Haas pode ser interessante.

Talvez nem tanto na Manor ou Sauber.

A única que vejo procurando um campeão a longo prazo é a Renault.

Equipe de fábrica e que tem usado a atual temporada para desenvolver ideias
para 2017.

Obter a Super Licença é como receber o diploma de curso superior.

Mas aí o cara se depara com um fechado mercado de trabalho.

Com poucas oportunidades.

Duro.

No qual se precisa provar a cada final de semana que é merecedor do seu emprego.

Fez 40 pontos?

OK.

Entra na fila.














segunda-feira, 23 de maio de 2016

Notinhas de Segunda
























Boatos.

Eles sempre aparecem aqui e ali.

Lewis Hamilton seria substituído por Pascal Wehrlein em Mônaco.

De onde sairia uma coisa dessa?

De uma sucessão de fatos.

Primeiro foi o choque entre Rosberg e Hamilton em Barcelona.

Segundo foi a recusa do piloto inglês em participar dos testes na Espanha.

Terceiro foi a declaração de Wehrlein sobre estar pronto para assumir o cockpit
da Mercedes.

Quarto foi uma história sobre um confusão envolvendo Hamilton em Cannes.

A Mercedes tratou tudo como uma imensa bobagem.

E Lewis publicou uma foto se exercitando em uma bicicleta.

Para selar a paz, o time alemão quer demonstrar força no principado.

Outro enrosco entre seus pilotos está fora de questão.

Pelo o que eu entendi, Daniil Kvyat não vai ficar na família Red Bull em 2017.

Entretanto poderemos ver seus talentos servindo outra escuderia do grid.

Rio Haryanto admitiu não ter ainda os recursos para completar a atual temporada.

Dos 18 milhões de euros necessários para correr na Manor, falta algo em torno
de 5 a 6 milhões para o piloto indonésio fechar a conta.

Interessante.

Nelsinho Piquet Jr. havia pedido para participar da etapa de Pau (França) da F3
europeia.

A FIA vetou a ideia através de Stefano Domenicali (presidente da comissão).

Por  ir contra o princípio de um campeonato para jovens pilotos.

Já o irmão dele (Pedro) escapou ileso de um acidente feio (na mesma categoria)
neste final de semana.

Por fim.

A McLaren vai continuar a arriscar.

Aproveitando que Sauber, Haas, Toro Rosso e Williams estarão deixando de lado a
atual temporada para pensar e investir em 2017.

Ron Dennis abrirá os cofres para que sua equipe tenha o melhor desempenho possível
neste ano.

Claro.

Existe um trabalho sendo feito para o ano que vem.

Porém o investimento pesado no presente vai permanecer.

As razões para tal estratégia?

Impressionar e atrair novos patrocinadores.

E colocar seus pilotos campeões brigando por posições melhores nas provas.

Falei em arriscar.

Porque a turma de Woking repete algo que não deu certo num passado recente.

(contra a Red Bull no início desta década)

E ainda amarga perdas por tal escolha.

Mas a teimosia faz parte do cérebro da McLaren.



















sábado, 14 de novembro de 2015

Tá doido!



O recém aposentado Alexander Wurz.

Avus. 1995.

Prova da Fórmula 3.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Dallara




















E aí?

Alguém saberia dizer quem é o piloto que aparece na imagem acima?

sábado, 13 de setembro de 2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Uma Ajuda!


























Fórmula 3.

Interlagos.

1971?

Wilson Fittipaldi, Jose Carlos Pace e Luis Pereira Bueno?

Alguém poderia ajudar a identificar as fotos?

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

F3 Europa


























Imagens da atual Fórmula 3 Européia.

Zandvoort, Norisring, Brands Hatch e Osterreichring, o circuito da Red Bull
e futuro palco da Fórmula 1.

A categoria ainda visita Paul Ricard, Silverstone, Nurburgring, Hockenheim
e Monza

Belos cenários e bem interessantes pra meninada aprender, não?

sábado, 22 de junho de 2013