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quarta-feira, 17 de junho de 2020

SBT

 

Vídeo do piloto Andre Ribeiro narrando uma volta.

A Indy no Brasil. 

No falecido Jacarepaguá, Rio de Janeiro.

Via Silvio Santos...

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Quase na Indy










































O ano é 1986.

Enzo Ferrari estava extremamente contrariado com os rumos da Fórmula 1.

O problema maior era o regulamento.

Ele gostaria de alterar as regras em relação aos motores.

Aborrecido, resolveu criar um plano para deixar a categoria.

O destino?

A Indy.

Um sonho antigo que morava no coração do Commendatore.

Repetir o feito da Lotus.

Vencer as 500 milhas de Indianápolis.

O que parecia uma loucura começou a tomar forma.

Para começar a Scuderia Italiana contratou Steve Horne, chefe da Tasman
Motorsport, como consultor técnico.

A coisa se desenvolveu durante um ano.

E o carro ficou pronto!

Passou pelo túnel de vento e pela pista de testes com resultados impressionantes.

Na imagem acima vemos Michele Alboreto experimentando o bólido.

Chegou a ser estabelecida uma data e local para sua estréia em competições nos
Estados Unidos.

Outubro de 1986.

Laguna Seca.

A cartada de Enzo caiu como uma bomba no mundo da Fórmula 1.

A ameaça de perder a Ferrari fez com que as regras fossem revisadas.

Acabando com a briga.

Com isso John Barnard, que havia assumido o projeto no final, resolveu
cancelar tudo e continuar na F1.

E o carro?

Voltou para a garagem.

De lá seguiu para o museu da equipe.

Se tornou uma lembrança.

Não se deve duvidar dos italianos.

Eles não costumam blefar.




sábado, 30 de maio de 2020

Independentes



























1984.

Acima estão exemplos das pinturas usadas pela Tyrrell naquela temporada.

Inclusive chegou a correr com dois carros usando cores totalmente diferentes
numa mesma prova.

Certo.

Os melhores dias da equipe haviam ficado no passado.

A estratégia de corrida era baseada em pequenos golpes.

Ao invés de desenvolver o carro o time procurava brechas nas regras.

Tempos bicudos.

E qualquer dinheiro era bem vindo.

Mas essa coisa de correr com carros carregando patrocinadores diferentes 
pode ser uma boa.

Ideia já adotada pela Indy.

Facilita a identificação do piloto e valoriza a marca.

Outra vantagem.

Poder variar as propostas.

Exemplo.

Com dificuldade em arrumar um apoio de 20 milhões de Euros, uma escuderia
poderia oferecer duas cotas separadas de 13 ou 15 milhões em cada carro.

Interessante?

Daria certo?

Falta abrir o regulamento para essas alternativas.

Piso






















Uma foto de Indianápolis.

1952.

Reparem no piso!

Interessante que uma pequena faixa da pista ainda conserva
a cobertura original até hoje em nome da tradição.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Ralph De Palma






























As fotos acima são do piloto italiano Ralph De Palma.

Além de ser vencedor da lendária 500 milhas de Indianápolis é um dos recordistas de voltas lideradas.

De Palma fez sua história durante as loucas décadas de 20 e 30.

Seus números são assustadores.

O cara participou de 2889 provas na Europa e nos Estados Unidos.

Em 2557 ele terminou como vencedor.

Olhando a terceira foto dá pra notar que coragem não faltava.

Repare o Motordrome (pista de madeira) no fundo.

Na sua época era obrigatório correr com um mecânico ao lado nas 500 Milhas.

Coisa útil.

Ainda mais que o cara tinha a mesma vontade de De Palma na busca pela vitória.

Ou mais.

Já que a história conta que certa vez seu co-piloto pulou no capô do carro em movimento.

Para apagar um princípio de incêndio...

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Acrylic on Canvas













































Ensaio.

A arte e da criatividade de alguns impressos que envolvem o automobilismo.

domingo, 24 de setembro de 2017

Michael Andretti


























Cenas da passagem de Michael Andretti pela Fórmula 1.

Desastrosa.

Despedido antes do final da temporada de 1993.

Humilhado.

Chegou a andar próximo aos tempos de Ayrton Senna em alguns testes.

Depois tudo desabou.

O piloto americano não conseguia entender.

A McLaren tinha uma explicação.

Simples.

Dizia que Senna nunca andava no limite quando testava.

Michael tem outra teoria.

Acha que foi sabotado na categoria.

Um plano sórdido para desmerecer a Indy e seus pilotos.

Bernie Ecclestone?

Como saber?

Andretti voltou em 1994 para a categoria americana com a Chip-Ganassi.

Sua casa.

Tinha algo a provar.

Venceu a primeira etapa em Surfers Paradise.

Derrotou o leão Nigel Mansell no circuito australiano.

O atual campeão.

O homem que unificou os títulos das Indy e da Fórmula 1.

Michael ficou feliz.

"Uma das minhas maiores vitórias."

Declarou.

Deve ter sido.

Em todos os sentidos.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Clipping


















































As duas McLarens.

Melhorando.

Aos poucos.

Honda

Más notícias.

A terceira versão da unidade de força da Honda não será vista no Canadá.

O conceito original tinha a ideia de apresentar um motor mais leve e com alta
eficiência térmica.

Os japoneses conseguiram entregar uma unidade que não pesa tanto e ajuda
na construção aerodinâmica do carro.

Porém a coisa ainda padece na hora de mostrar potência.

Os problemas de vibração foram praticamente resolvidos com alterações tanto
no hardware quanto nos softwares dos carros.

Cada um vem fazendo sua parte.

A British Petroleum (Castrol) já fez duas alterações na mistura do combustível.

Uma na primeira etapa do campeonato e outra quando a Fórmula 1 retornou
para a Europa.

A segunda versão da unidade de força foi incorporada de forma plena na
corrida de Barcelona.

Um novo software melhorado para o mapeamento do motor e outras modificações
que trouxeram finalmente um ganho de potência para Stoffel Vandoorne e Fernando
Alonso.

Na terceira versão se espera que desapareça de vez os problemas que trazem
vibração.

Fornecedores também deverão ser trocados.

Exemplo.

Sai a Magneti Marelli e entra a Bosch nos injetores.

Espera-se que na nova versão haja um aumento na eficiência térmica e assim,
consequentemente, uma redução no consumo.

A McLaren aponta a causa no atraso no desenvolvimento: a cultura da Honda
de não aceitar ajuda externa.

Só que até isso vem mudando.

A Ricardo (empresa britânica que já trabalha com a McLaren) foi quem deu
a soluções de software para a Honda que trouxeram um melhor desempenho
para Vandoorne em Mônaco.

A compra das unidades de recuperação de energia da Mercedes parece ter
sido descartada.

Além da resistência dos japoneses, a Force India foi contrária a ideia da marca
alemã ajudar uma rival direta que pode entrar no bolo do meio da tabela.

Entretanto Mario Illien já está trabalhando para que o MGU-K e o MGU-H
tenham pelo menos mais durabilidade.

Tenso.

Pra você entender, o MGU-H (que recupera a energia térmica) original da
Honda não aguenta duas provas seguidas.

Existem conversas com a austríaca AVL também, devido sua experiência nos
testes com motores.

Para não passar em branco, Masashi Yamamoto, diretor da divisão de Motorsport
da Honda, esclareceu que somente a McLaren continuará desenvolvendo a parte
de motorização com a Honda.

Aquela construção conjunta chassi-unidade de força.

Falando de 2018.

A Sauber ficará mesmo como uma equipe cliente.

Inclusive a escuderia suíça receberá as atualizações com atraso (que beleza!).

Yamamoto ainda confirma que dobrará o número de empregados na sede de
Milton Keynes da Honda para a próxima temporada.

Kubica & F1

Robert Kubica irá testar em Valência com um Fórmula 1.

O polonês não entra num bólido da categoria máxima do automobilismo desde
o seu acidente.

Ele rodará com um Renault de 2012 (antiga Lotus).

O russo Sergey Sirotkin também estará presente.

Segredo do Sucesso

Interessante.

Outro dia destaquei o empenho de Vettel para entender os pneus que estão
sendo usados em 2017.

Nos testes (de 2016) dos compostos que a Pirelli vem utilizando nesta temporada
foi permitido que as equipes alterassem seus carros para ter uma noção do
downforce produzido.

Estamos falando de aumento de asas dianteiras e traseiras para se entender
o efeito sobre as novas regras.

Acredite.

Enquanto Mercedes e Red Bull fizeram um trabalho incompreensível adotando
elementos que nem seriam permitidos em 2017, a Ferrari fez uma obra perfeita.

E tudo nas medidas exatas do novo regulamento.

Claro que as concorrentes também retiraram frutos dos experimentos, mas a
Scuderia Italiana de forma clara saiu na frente.

Sem contar o desinteresse de suas estrelas principais.

Enquanto pilotos reservas passeavam, a Ferrari tratou de rodar com Vettel
e Raikkonen.

Chega a ser engraçado lembrar o que Lewis Hamilton disse no teste de
Abu-Dhabi.

"Estou tão feliz por não ter feito esse teste (com o pneu protótipo), porque
o carro é muito diferente.

Eu fiz algumas voltas no teste de Abu Dhabi no carro de 2015 e era muito
diferente do atual.

Teria sido um desperdício do meu tempo, estou feliz por não ter feito isso.

Não faz diferença."

Hoje a Mercedes W08 é uma diva cheia de vontades, difícil de ser tratada e por
vezes imprevisível.

Dando muito mais trabalho para a Casa de Brackley.

Ao todo, Hamilton rodou 50 km nos testes.

Vettel?

2.228 km.

Calendário

Programação de testes da Pirelli 2017:

18-19 Abril: Ferrari no Barein

16 e 17 de Maio: Renault e Toro Rosso em Barcelona

31 de Maio 01 de Junho: Red Bull Racing em Paul Ricard (pneu de chuva)

02 de junho: Ferrari em Fiorano (pneu de chuva)

29 e 30 de Junho: Red Bull Racing em Paul Ricard

18 e 19 Julho: Williams e Haas em Silverstone

19 e 20 de Julho: McLaren Honda em Magny-Cours

1 e 2 de Agosto: Mercedes em Hungaroring

3 e 4 de Agosto: Ferrari em Barcelona

7 e 8 de Setembro: Mercedes em Paul Ricard

31 de outubro e 1 Novembro: Sauber e Force India no México

14 e 15 de Novembro: McLaren-Honda em Interlagos

Programa

Falando nisso, Antonio Giovinazzi participará de sete sessões de treinos livres
com a Haas no restante desta temporada.

Inglaterra, Hungria, Itália, Malásia, México, Brasil e Abu Dhabi foram os locais
escolhidos.

Somente Kevin Magnussen cederá seu carro seis vezes para o terceiro piloto
da Ferrari.

Calma que o dinamarquês tem contrato até o final de 2018.

Perguntas

Ao final da temporada, quem estará mais valorizado?

Sergio Perez ou Esteban Ocon?

USA

Houve muita festa sobre a participação de Fernando Alonso nas 500 Milhas
de Indianápolis.

Porém um dado não foi muito notado.

A audiência americana caiu quase 10% em relação a edição do evento do
ano passado.

Por Fim

Metade do ano.

Metade.






















sábado, 3 de junho de 2017

Reparação



















Ele havia aberto as portas para o Brasil invadir a Fórmula 1.

Ninguém imaginava que aquele rapaz que desembarcou no aeroporto de Heathrow
 em 1969 faria história nas pistas da Inglaterra.

No início ele encantou Jim Russell e Colin Chapman.

Depois o mundo.

No início dos anos 80 ninguém mias se lembrava de nada.

Emerson Fittipaldi havia perdido tudo.

Sua reputação e seu dinheiro.

O amor pelas corridas parecia estar no fim.

Talvez por isso retornou ao Kart.

Um encontro com as raízes.

Em 1984 ele disse que queria voltar à Fórmula 1.

As grandes equipes se fizeram de surdas.

Apenas a pequena Spirit Hart demonstrou interesse.

Os testes em Jacarepaguá foram um desastre.

Faíscas para todos os lados.

Emerson acusou o motor.

A pequena escuderia inglesa falou que o brasileiro só queria se promover.

No box ao lado a Toleman havia montado seu acampamento.

Também equipada com o motor Hart.

Vibrou com os tempos de outro brasileiro.

Ayrton Senna destruiu.

E foi 4 segundos mais rápido do que o bicampeão.

Todos acharam ser o fim.

Mas Emerson pensava diferente.

"Eu ainda posso vencer."

Partiu então para os Estados Unidos.

Ele queria reescrever sua história.

Na Indy teve que aprender a domar os ovais americanos.

Ficava impressionado como Mario Andretti corria tirando tinta dos muros.

Os americanos o abraçaram.

Enxergaram a humildade.

Através disso a adaptação veio depressa.

E com ela vieram as vitórias.

Em 1989 ele terminou de construir a ponte que ligava a saga americana ao seu
passado vencedor.

O título foi importante.

Mas a vitória nas 500 milhas de Indianápolis foi o ápice.

Ele havia liderado mais de 150 do total de duzentas voltas.

Faltando 5 para o final, Al Unser Jr. conseguiu facilmente ultrapassá-lo.

A equipe havia colocado combustível demais em sua última parada.

O carro mais pesado se tornou uma presa fácil para o adversário.

No entanto o templo de Indianápolis já havia escolhido seu herói.

Faltando 3 voltas, Al Unser Jr. se complicou ao tentar passar os retardatários.

Fittipaldi apertou.

E chegou no americano.

Os carros ficaram lado a lado.

Paro por aqui.

E deixo para os dois pilotos terminarem de contar essa história...



sábado, 27 de maio de 2017

Smoke

























Pouca gente deve lembrar.

Essa figura aí em cima se chama Tony Stewart.

Piloto americano que possui títulos tanto na Nascar como na Indy.

E foi campeão mundial de Kart também.

E daí?

Umas curiosidades.

Em 1996 ele fez a pole nas 500 milhas de Indianápolis.

Pasmem: com 375,06 km/h.

De média...

Não vai surpreender ninguém se eu disser que na corrida o pé-de-chumbo
abandonou com 44 voltas.

Motor estourado.

Stewart também foi um dos que buscaram um feito.

Sem sucesso.

Por dois anos ele tentou completar as 500 milhas de Indianápolis
pela Indy e as 600 milhas de Charlotte pela Nascar.

1.100 milhas no mesmo dia!

As provas ocorriam uma a tarde e a outra a noite.

Engraçado é que uma corrida acontecia em Indiana e a outra na
Carolina do Norte.

Estados que não possuem divisas comuns.

O cara terminava uma, pegava o avião e alinhava na outra.

O piloto que realizasse a façanha de vencer as duas provas levaria
pra casa o prêmio de 20 milhões de dólares.

(valores da época)

E, com certeza, ficaria um mês com a cabeça girando.

Devido as mudanças nos horários, hoje ficou quase impossível
qualquer tentativa de realizar a epopeia maluca.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Williams na Indy

























Imagens da tentativa de transformar um projeto da Fórmula 1 num vencedor nas
pistas dos Estados Unidos.

Foi o visionário Bobby Hillin quem comprou os planos do Williams FW07 e o
adaptou para as regras da Indy.

Sendo que o próprio Patrick Head supervisionou a construção.

O resultado foi o Longhorn Cosworth pilotado por Al Unser nas 500 milhas de 
Indianápolis de 1981.

Nenhum resultado marcante.

OK.

Mas vale a história pela interação entre as duas categorias tão distantes nos nossos
dias.

Compare.
























O fim do Longhorn?

Parece que foi adaptado para a Can-Am e um tempo atrás apareceu sendo
vendido em um site por aí.

Merecia estar num museu, não?

sábado, 13 de maio de 2017

Quem dera!





























Vespeiro.

Felipe Massa cutucou.

Disse desaprovar a atitude de Fernando Alonso.

Considerou equivocada a decisão do piloto espanhol de abrir mão de
participar do GP de Mônaco em favor das 500 milhas de Indianápolis.

Entendo o pensamento do brasileiro.

Massa parece colocar a Fórmula 1 acima de qualquer outra categoria.

O que é verdade.

Nada se compara realmente.

Porém fico com a impressão de algo a mais na fala do brasileiro.

Como se ele se colocasse no lugar de Ferdi.

Um bicampeão mundial.

Idolatrado por tantos pelos seus feitos.

Por suas grandiosas conquistas.

Tipo assim.

"Ah, se fosse eu em seu lugar..."

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Clipping

























Avaliando o novo território.

Já até fez seu assento na fábrica da Andretti.

Indy

O brasileiro Gil de Ferran (embaixador da Honda) vai auxiliar Fernando Alonso
em sua aventura na Indy.

Está sendo tratado como um mentor pelo espanhol.

Ainda não sei onde vai dar a participação do piloto da McLaren nas 500 milhas.

É certo que a categoria americana receberá um retorno midiático fabuloso.

(assim como aconteceu com Le Mans - Hulkenberg)

Fico me perguntando se surgiria uma parceria entre a Indy e a F1 num futuro
próximo.

(coisa que não deu certo entre Ecclestone e a família France, dona da NASCAR)

Sei que nada está sendo de graça.

Ferdi e sua equipe estão recebendo 5 milhões de dólares (pagos pelos japoneses).

Pode ser somente uma estratégia para seduzir Alonso a continuar com o time
por mais tempo.

A proposta da Renault é séria.

Luis Garcia Abad (empresário de Fernando) teve uma reunião a portas fechadas
com Cyril Abiteboul (Renault) no Bahrein.

Os franceses não prometeram milagres, mas estão convictos que brigarão pelo
título em 2019.

Abiteboul acredita que, com o tempo, haverá mais paridade entre as escuderias
na briga pelo campeonato.

E que os pilotos farão a verdadeira diferença.

Entretanto é necessário alguém (talentoso) que espere o período de desenvolvimento.

Por outro lado a Honda busca sanar seus problemas.

Nos testes do Bahrein foi notada a presença de engenheiros de fora da equipe.

Que nem uniformes usavam.

A FIA já havia dito que se após três etapas houvesse uma diferença grande demais
entre as fabricantes o Grupo de Estratégia deveria fazer uma intervenção.

O procedimento já pode ter sido iniciado.

O foco seria na confiabilidade.

Para que os carros da McLaren ao menos possam terminar as corridas.

No caso, existe a ideia da Mercedes ceder (em troca de dinheiro) tecnologia na
parte eletrônica aos técnicos da Honda.

Lembrando que em Sakhir, Alonso não abandonou por falha em sua unidade
de força.

Foi uma pane seca.

Decisões

Falando nisso, o Grupo de Estratégia se reúne nesta semana.

Na mesa estarão sendo discutidas questões sobre a T-Wing, as barbatana dos
carros e as unidades de força (se serão três ou quatro para 2018).

Sauber e Honda

Fique atento.

Em meados de maio termina o prazo para as escuderias da Fórmula 1 se
comprometeram com um fornecedor de motores para 2018.

Um anúncio logo será feito, já disse.

Gosta de Sol

A Williams se entende bem com os pneus da Pirelli.

Não demoram a aquecer (Red Bull) e nem sofrem superaquecimento (Mercedes).

Porém em pistas frias e úmidas o bólido de Grove simplesmente não anda.

Estão ainda tentando entender a razão disso acontecer.

Uma dificuldade antiga.

Detalhes

Na classificação no Bahrein que deu a pole para Valtteri Bottas, Hamilton cometeu
um pequeno erro.

Acionou o seu DRS antes da linha e por isso o mesmo não funcionou.

Foi mais um deslize num final de semana que teve Vettel como vencedor.

Preocupante.

Pois a Mercedes já entendeu que precisa ser perfeita para derrotar Seb e Gina.

Plano

A Ferrari começou a realizar os primeiros testes de partes que seriam utilizadas
no SF70H nos treinos livres em Austin (outubro) no ano passado.

Salários

Até mesmo nos vencimentos existe equilíbrio entre Vettel e Hamilton em 2017.

Valores iguais.

Lisa?

Adrian Newey parece ter se rendido.

Deve vir por aí uma Red Bull toda espetada na Espanha.

Mendonza

Ele perdeu para Button na McLaren (2013) e para Hulkenberg
já na Force India (2014)

Deu o troco e derrotou o mesmo Hulkenberg nos dois anos seguintes.

Mas foi seu companheiro que se mudou para um time de fábrica.

Tem muita gente elogiando o Mexicano.

Uma opinião.

Não sei se Sergio Perez achará espaço na categoria para tentativas mais
promissoras.

Meu pensamento.

Por Fim

A Williams chegando com sua mudança em Sochi.


domingo, 23 de abril de 2017

Barbazza





O italiano Fabrizio Barbazza nasceu próximo a um local sagrado para
o automobilismo.

O Circuito de Monza.

Ainda novo se destacou na Fórmula 3 de seu país.

Foi para os Estados Unidos a fim de desbravar as pistas da América.

Chegou a CART.

Conseguiu um terceiro lugar nas 500 milhas de Indianápolis em 1987.

O que lhe rendeu o título de Rookie of the Year.

No início da década de 90 foi para a Fórmula 3000.

Na temporada seguinte ingressou na Fórmula 1 contratado pela equipe
AGS.

Já em 1993 foi para a Minardi para ser companheiro do brasileiro
Christian Fittipaldi.

Competiu contra equipes bem mais poderosas.

E a excelente turma da época.

Alain Prost, Michael Schumacher e Ayrton Senna.

Mesmo assim ele pontuou em duas das primeiras quatro provas do campeonato
daquele ano.

Alguns tempo depois direcionou sua carreira para o mundo dos Protótipos.

Daytona, Sebring...

Em Road Atlanta sofreu um acidente qa bordo de uma Ferrari 333 SP.

Muito feio!

O ano era 1995.

Tentou voltar.

Chegou a participar ainda das 24 horas de Le Mans.

Mas sabe aquela história que certos acidentes mudam a vida do piloto?

Isso.

Barbazza não abandonou as pistas.

Trabalhou fora do cockpit.

Passou a desenvolver projetos de segurança para autódromos.

Entendia do negócio.

Tanto que ficou rico.

E até abriu um Resort em Cuba.

La Villa Clara.

Vida nova.

Sol e vento na cara.

Sobreviveu.

E enquanto você estiver lendo esse post, provavelmente ele deverá
estar pescando.

sábado, 22 de abril de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Clipping
























Pode voltar?

Pode.

Reviravolta

Antes dos testes de Barcelona o pessimismo imperava.

Sem Nico Rosberg, muitos acreditavam que Hamilton poderia se tornar
campeão em Monza.

Quem diria?

Gina

"Se o carro anda bem em Barcelona, ele andará bem em qualquer
circuito."

Michael Schumacher

Monstrinho

Sexta-feira: dois treinos livres

Sábado: treino livre e qualifying.

Domingo: corrida.

Terça-feira:  130 voltas para a Pirelli (teste do composto 2018!)

Quarta-feira: 64 voltas para Ferrari.

Como disse Christian Horner certa vez:

"Vettel é um robô."

Segredo

Ferrari, Haas, Toro Rosso e Williams se entendem bem com os pneus.

Mercedes e Renault os desgastam rapidamente.

Force India e Red Bull demoram a atingir a temperatura ideal.

Nada

Há muitas perguntas.

Porém não enxergo nenhum cenário onde Felipe Nasr se encaixaria
novamente na Fórmula 1.

Bottas

Quando o segundo piloto ouve ordens da equipe para ajudar seu
companheiro, é sinal que está fazendo bem seu trabalho.

E a Mercedes sabe que errou mais na estratégia dele do que na de
Lewis.

Cortes

O orçamento da McLaren para a temporada atual é menor do que
o do ano passado.

Não vai sair Ninguém

"Não temos intenção de abrir mão de qualquer piloto em 2018.

Inclusive Carlos Sainz Jr."

Christian Horner

Números

Até aqui foram três etapas em 2017.

E Fernando Alonso girou menos de 500 milhas na categoria máxima
do automobilismo.

Replay

A Renault ofereceu um projeto (de longo prazo) e muito dinheiro
para Alonso retornar.

Para ser a estrela.

(pensei em Ricciardo, mas eles foram primeiro em Ferdi)

A contraproposta da McLaren inclui liberdade e diversão.

(em outras categorias, claro)

Qual você escolheria?




quarta-feira, 5 de abril de 2017

Richie Ginther




O californiano Richie Ginther aparece nas fotos deste post em três momentos
de sua carreira na Fórmula 1.

Seu físico era mirrado.

Jóquei.

Levinho.

Isso foi uma das coisas que influenciaram na hora em que Phil Hill precisou
escolher um parceiro.

Ginther também era mecânico.

Rodado.

Apesar de seus 23 anos.

Já havia mexido com graxa e engrenagens em oficinas dos Estados Unidos.

E também na Guerra da Coréia.

Quando criança deve ter sido aquele tipo de menino que olha embaixo do carrinho
para descobrir como funciona.

Os dois (Ginther e Hill) dividiram uma Ferrari na corrida Panamericana de 1953.

Depois disso Hill atravessou o Atlântico.

O real desafio estava na Europa.

Ginther ficou.

E viu sua fama crescer.

Se tornou o piloto.

As corridas da costa oeste americana passaram a ter dono.

Entrou na Fórmula 1 pela Scuderia Italiana.

Fez um bom papel.

Assim como na BRM.

Era piloto de equipe.

Que entendia de motores e sabia acertar os carros.

E isso era tudo que os japoneses da Honda queriam.

O sucesso veio no GP do México de 1965.

O time se preparou para vencer a corrida.

Em treinos privados eles adaptaram seu motor para que respondesse da melhor
forma possível ao encarar altitude e seus efeitos.

Foi um massacre.

Por pouco Ginther não terminou uma volta à frente de todos os outros pilotos.

Uma vitória histórica.

Única na vida do piloto na categoria máxima do automobilismo.

Logo a equipe não precisaria mais de seus serviços.

A entrada de Surtees no time encerrou a subida de Ginther na Fórmula 1.

Depois de um susto ele abandonaria as pistas de vez.

Foi em 1967 durante os preparativos das 500 milhas de Indianápolis.

Quando por acidente recebeu um banho de combustível, ele decidiu que era
hora de parar.

Seu retiro foi no Novo México.

Em 1989 ele morreu.

O coração já estava distante da velocidade.

Sem problema.

Ele sempre se divertiu mais preparando os carros.

Fazendo os ajustes.

Futucando.

Tentando descobrir os segredos.

Como na época de menino.


domingo, 2 de abril de 2017

Mestiços
























Estranhos.

Modificados.

Mas todos possuem o DNA da Ferrari.

Inclusive esse último.

Feito para ser Pace Car nas 500 milhas de Indianápolis.

Se alguém souber mais, fique à vontade para ajudar...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Beverly Hills 90210





Mais um pedaço da história dos Motordromes americanos.

As fotos mostram a Beverly Hills Speedway.

Toda construída em madeira.

Foi mais um projeto de Jack Prince.

O mesmo que idealizou o motordrome de Playa del Rey.

Clique aqui .

A diferença é que em Beverly Hills o dinheiro para a construção veio do cinema.

Parte da indústria do entretenimento em conjunto com alguns atores bancaram a
ideia.

Inaugurada em 1919, a pista só perdia em popularidade para Indianápolis.

Cerca de 80.000 pessoas lotavam as arquibancadas durante as provas realizadas
ali.

Com carros passando com velocidade média acima dos 180 km/h, o show estava
garantido.

Havia também corridas de motos.

A coisa durou 4 anos.

Mas aí a terra valorizou muito e veio a especulação imobiliária.

O circuito acabou mudando para Culver City.

Ficando vizinho ao estúdio da MGM (aquele do leão).

As imagens de Culver estão aí embaixo.




As corridas em Culver City começaram em 24 de fevereiro de 1924.

Algumas foram  até transmitidas por rádio tamanho era o interesse do
povo.

Entretanto, apesar do sucesso, depois de apenas 3 anos Los Angeles
perderia seu Motordrome para sempre.

Os estúdios de cinema reivindicaram a área para suas construções.

Uma parte da história do automobilismo americano praticamente esquecida.

Quem sabe não aparece um filme sobre as lendárias Board Tracks para
reparar o malfeito...

terça-feira, 28 de junho de 2016

Super Licence





















A tabela acima (clique para aumentar) revela a pontuação concedida pela FIA para
os pilotos nas mais diversas categorias do automobilismo.

Claro.

Aí está o caminho para se obter a sonhada Super Licença de piloto através dos 40
pontos necessários e assim alcançar a possibilidade de chegar a disputada Fórmula 1.

Repare que a futura Fórmula 2 (sucessora da GP2) será a principal porta de entrada.

Com os dados em mãos fui procurar quem está bem na fita.

Para citar nomes usei alguns critérios como idade, patrocinadores e ligações com
escuderias da categoria máxima do automobilismo.

Ou alguém aqui espera que um título da Fórmula E vai abrir alguma porta para
Lucas di Grassi na F1?

Vem comigo!

Na GP2 aparece o nome de Artem Markelov, companheiro de equipe de Raffaele
Marciello.

Líder do campeonato.

Russo.

O que é sempre uma possibilidade de bons apoiadores.

Outro é Nobuharu Matsushita.

O japonês que é piloto de desenvolvimento da McLaren, pode muito bem arrumar
um cockpit caso a Honda comece a fornecer motores para outras equipes.

E, finalizando a GP2, Alex Lynn.

Responsável pelo desenvolvimento da Williams, um driver inglês é sempre bem
cotado.

Lynn e Matsushita precisam continuar (já venceram nesta temporada) suas trajetórias
com bons resultados.

Na F3 quem manda é Lance Stroll.

Absoluto.

Já cantei aqui que o sujeito é rico e talentoso.

Além disso conta com a mão de Luca Baldisserri.

Seu mentor.

O engenheiro italiano que esteva ao lado de Michael Schumacher e Kimi Raikkonen
em suas conquistas na Ferrari.

Baldisserri não esconde que o objetivo neste ano é alcançar a pontuação da Super
Licença e atiçar o paddock da Fórmula 1.

Com cinco vitórias e nove pódios, Stroll está 84 pontos a frente do segundo colocado,
Maximilian Günther (o alemão que é seu companheiro de equipe).

O britânico Callum ilott (que ano passado foi desligado do programa da Red Bull)
segue em terceiro no campeonato.

O endurance com a WEC (LMP1), a Indy e a Fórmula E não trazem novidades.

Geralmente são pilotos mais velhos que competem nessas categorias.

Pode ser feita uma exceção para Sebastien Buemi (27 anos) por conta de ainda
estar ligado à Red Bull.

Achou que os nomes são poucos?

As vagas também.

Red Bull, Mercedes e Ferrari não vão abrir espaços para a nova geração no
momento.

A Toro Rosso ainda segura Kvyat por não ter um substituto imediato.

Já a Force India assinou um acordo com o (endinheirado) russo Nikita Mazepin
(F3) de longo prazo.

Muito novo (nasceu em 1999), parece estar apenas adquirindo experiência e
se encontra atualmente na 20ª colocação atrás dos filhos de Adrian Newey e
Nelson Piquet.

A Williams sonha com Jenson Button e um rapaz rico.

McLaren tem Vandoorne.

Estagiar na Haas pode ser interessante.

Talvez nem tanto na Manor ou Sauber.

A única que vejo procurando um campeão a longo prazo é a Renault.

Equipe de fábrica e que tem usado a atual temporada para desenvolver ideias
para 2017.

Obter a Super Licença é como receber o diploma de curso superior.

Mas aí o cara se depara com um fechado mercado de trabalho.

Com poucas oportunidades.

Duro.

No qual se precisa provar a cada final de semana que é merecedor do seu emprego.

Fez 40 pontos?

OK.

Entra na fila.