Mostrando postagens com marcador Minardi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Minardi. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de julho de 2021

Zetec
























Bom dia petrolheads!

Um jovem Fernando Alonso realizando testes com a Minardi.

Jerez de la Frontera.

1999!

domingo, 23 de abril de 2017

Barbazza





O italiano Fabrizio Barbazza nasceu próximo a um local sagrado para
o automobilismo.

O Circuito de Monza.

Ainda novo se destacou na Fórmula 3 de seu país.

Foi para os Estados Unidos a fim de desbravar as pistas da América.

Chegou a CART.

Conseguiu um terceiro lugar nas 500 milhas de Indianápolis em 1987.

O que lhe rendeu o título de Rookie of the Year.

No início da década de 90 foi para a Fórmula 3000.

Na temporada seguinte ingressou na Fórmula 1 contratado pela equipe
AGS.

Já em 1993 foi para a Minardi para ser companheiro do brasileiro
Christian Fittipaldi.

Competiu contra equipes bem mais poderosas.

E a excelente turma da época.

Alain Prost, Michael Schumacher e Ayrton Senna.

Mesmo assim ele pontuou em duas das primeiras quatro provas do campeonato
daquele ano.

Alguns tempo depois direcionou sua carreira para o mundo dos Protótipos.

Daytona, Sebring...

Em Road Atlanta sofreu um acidente qa bordo de uma Ferrari 333 SP.

Muito feio!

O ano era 1995.

Tentou voltar.

Chegou a participar ainda das 24 horas de Le Mans.

Mas sabe aquela história que certos acidentes mudam a vida do piloto?

Isso.

Barbazza não abandonou as pistas.

Trabalhou fora do cockpit.

Passou a desenvolver projetos de segurança para autódromos.

Entendia do negócio.

Tanto que ficou rico.

E até abriu um Resort em Cuba.

La Villa Clara.

Vida nova.

Sol e vento na cara.

Sobreviveu.

E enquanto você estiver lendo esse post, provavelmente ele deverá
estar pescando.

sexta-feira, 4 de março de 2016

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Pequenas Passagens





























Curioso como os patrocinadores da Fórmula 1 revelam histórias.

Conseguimos detectar movimentos estratégicos, experiências e os primeiros sinais
de grandes projetos apenas olhando fotos do passado recente da categoria máxima
do automobilismo.

Selecionei algumas imagens.

Na primeira, de cima para baixo, podemos ver a Subaru com o nome estampado na
carenagem da Coloni.

Era o início dos anos 90.

A pequena escuderia italiana estava quase morta no final de 1989.

Então a Subaru chegou como o raiar de um novo dia.

A montadora japonesa assumiu o controle da equipe (e das dívidas) e ainda
trouxe um motor que prometia ser competitivo.

Ilusão pura.

A máquina oriental era um lixo e antes do meio da temporada a Subaru já havia
devolvido suas ações para Enzo Coloni.

Destruída, a Coloni sobreviveu por mais uma temporada com somente seis pessoas
e um carro baseado num projeto estudantil.

Ainda em 1991, Enzo Coloni vendeu sua equipe para um aventureiro.

Nascia assim a lendária Andre Moda.

Na segunda imagem temos a Martini em destaque.

A marca de bebidas patrocinou a Ferrari por duas temporadas (2007/2008).

Um retorno depois da Brabham e Lotus nos anos 70.

Talvez uma experiência que trouxe a conclusão que era necessário uma exposição
maior para obter o retorno ideal.

A terceira foto mostra a Minardi de 2003.

Destacando a marca da Gazprom.

A poderosa estatal russa que domina o fornecimento de gás da Europa.

As palavras oficiais da empresa (de 13 anos atrás) não deixam dúvidas.

"A Fórmula Um é, sem dúvida, o auge do motorsport. O aparecimento de uma
bandeira russa no mundo lendário e de alto perfil desta categoria vai dar a Rússia
um imenso prestígio e abrir oportunidades significativas para os jovens pilotos do
nosso grande país."

Verdade.

E também um Grande Prêmio em Sochi!

Na quarta, e última, imagem surge a cervejaria Kingfisher na pele da
Benetton.

Isso mesmo.

Em 1996, Flavio Briatore fez Vijay Mallya sentir o gostinho das vaidades da F1.

Quem imaginaria, naquela época, que a Índia acolheria uma etapa e ainda contaria
com um time no circo?

Coincidência?

Pois fique sabendo que já em 1997 Bernie Ecclestone abriu tratativas para que a
Fórmula 1 fosse para o país.

Começou com uma conversa sobre uma corrida de rua em Calcutá.

(mas se o governo construísse um circuito, seria bem melhor)

Daí para o cartão de Hermann Tilke ter chegado até as autoridades locais deve
ter sido um pulo!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Pastor Maldonado
























"Hoy con la mayor humildad les informo que no estaré presente a la parrilla de
salida de la F1..."

Assim Pastor Maldonado iniciou sua nota de despedida da Fórmula 1.

Ele não estará no grid de 2016 e será substituído pelo talentoso Kevin Magnussen
na Renault.

Estou monitorando o caso Maldonado a vários dias.

A melhor fonte venezuelana (quando o assunto é o Pastor) só entregou que ele se
desligaria do time francês nas últimas horas.

Até pouco tempo atrás tudo parecia bem.

O que mudou?

Para entender precisamos voltar no tempo.

Vem comigo.

No início de janeiro, Magnussen teve uma reunião com a Renault em Enstone.

Kevin foi acompanhado do seu principal patrocinador (Bestseller).

A princípio, a conversa seria para tornar o jovem dinamarquês piloto reserva
da Renault.

Não só isso.

O time francês abriu a possibilidade de Magnussen se tornar titular no próximo
ano.

Uma oferta tentadora.

Mas que deve ter causado desconfiança em Kevin por seu histórico recente
com a McLaren.

Poucos dias depois houve outra reunião entre as partes.

E a conversa mudou.

Abriu-se a possibilidade de titularidade para Magnussen, caso o piloto
dinamarquês conseguisse aumentar a proposta com seu apoiador.

Notem amigos que as tratativas sempre envolveram muito dinheiro.

Não se iludam.

Talento está em segundo lugar por aqui.

Valores?

Algo em torno de 7,5 milhões de euros.

Pouco tempo depois, Maldonado tomou conhecimento da negociação.

E comunicou tudo a PDVSA.

Uma das parcelas de patrocínio venezuelano estava atrasada.

(uma coisa comum que já havia acontecido em anos anteriores)
























Justamente neste ponto a Renault e a petrolífera venezuelana sentaram na mesa
para tratar do rompimento do contrato.

Nunca houve possibilidade de retorno.

Digo isso apesar de haver alternativas (outras estatais) no caso da Renault
querer contar com os serviços de Pastor.

Dessa maneira a Renault vai alinhar com o estreante Jolyon Palmer e Kevin
Magnussen.

Dois pilotos pagantes, que fique claro.

Mas quais seriam os motivos por trás da fabricante francesa apressadamente
abrir mão do valioso contrato com a PDVSA?

São duas as razões.

A primeira é a empresa de petróleo francesa Total.

Com a saída da PDVSA, a carenagem amarela da Renault ganhará vários
espaços vazios para patrocinadores.

E a Total deverá explorar essas brechas para aumentar sua participação.

Diferente da PDVSA que derramava 40 milhões de euros na Lotus, a Total
colocava apenas 3 milhões de euros por ano.

Esse montante deverá aumentar significativamente, assim como o aparecimento
do nome Total nos carros da dupla Magnussen / Palmer.

A segunda razão é poder.

Apesar de ter vendido o controle da Lotus para a Renault, a Genii Capital ainda
continuou com uma participação na escuderia.

Mas a venda se deu contando com o aporte financeiro da PDVSA.

Com o rompimento, a Genni Capital terá que honrar os valores perdidos.

A pressão financeira para que haja um desligamento dos antigos donos subiu.

Com a manobra, a Renault ganhou ainda mais poder e quem sabe 100% de
controle sobre o time.

Interessante.

O plano original da PDVSA era permanecer na Fórmula 1 até 2019.

Mostrando a força de Caracas.

Com Pastor, claro.

A recente crise da Venezuela e a chegada da Renault puseram uma pedra
sobre tal objetivo.

Li muitas críticas duras sobre Maldonado.

Sobre como ele não merecia estar na categoria máxima do automobilismo e
que estava ali somente pelo dinheiro.
























As pessoas esquecem que Pastor foi campeão da GP2 de forma absoluta.

E que foi cobiçado por diversas equipes da categoria máxima do automobilismo
bem antes desse título acontecer.

Quando testou pela Minardi em 2004, Pastor foi elogiado pelo lendário Giancarlo.

Minardi (conhecido descobridor de talentos) o queria em suas fileiras.

Entretanto quando outras escuderias (com mais recursos técnicos) sondaram
Maldonado, se desmanchou qualquer possibilidade disso acontecer.

Muitos ficaram surpresos quando Pastor venceu aquele GP da Espanha em 2012.

(de forma magistral, diga-se de passagem)

Porém Giancarlo Minardi não era um deles.

Outro que elogia Pastor é Xevi Pujolar, que foi engenheiro de pista do venezuelano
na Williams.

"Ele sempre foi subestimado.

Entretanto ele é rápido, se dá bem com a equipe e tem sensibilidade para dizer
o que há com o carro."

Claro que a velocidade de Maldonado é inquestionável.

E é certo que existem deficiências também.

Grandes.

A falta de evolução, como ocorreu no caso de seu ex-companheiro de equipe
Romain Grosjean, é uma delas.

Faltou o amadurecimento para auto-preservação.

Ficou a imprevisibilidade.

Enxergo a passagem de Pastor pela Fórmula 1 como histórica e marcante.

Não apenas pela sua vitória.

Ou ainda por escrever seu nome entre os raros nove pilotos que conseguiram
subir no lugar mais alto do pódio desde a temporada de 2011.

(ano de estréia de Maldonado)

O que me impressiona é fato que o venezuelano salvou duas escuderias de irem
à falência.

A primeira foi a Williams.

Quando a Philips deixou de patrocinar o time de Grove em 2010, a situação
ficou mais do que no vermelho.

A chegada de Maldonado trazendo consigo a PDVSA mudou tudo.

Frank Williams aprendeu com os erros passados (BMW, Helwett Packard) e
preparou seu time para se tornar menos dependente de uma parceria única.

Abriu seu capital, passou a vender tecnologia em diversos setores e se diversificou
industrialmente.

O período em que a PDVSA derramou a prata foi essencial para que Frank
respirasse e alinhasse sua escuderia para o futuro.

Foram trés anos.

Para sobreviver.

Se a Williams não tivesse assinado com Pastor em 2011, ela nunca poderia ter
uma promessa como Valtteri Bottas, um motor da qualidade Mercedes e ainda
conseguir dois terceiros lugares consecutivos no Mundial de Construtores nas
últimas temporadas.

E melhor, poder sonhar novamente em vencer!

A segunda equipe que deve as calças a Pastor é a Lotus.























Maldonado chegou a colocar algo em torno de 80 milhões de euros nas mãos
da Genii Capital durante as duas últimas temporadas.

Mesmo período em que Gerard Lopez (cabeça da Genii) passou a diminuir
seus investimentos na Fórmula 1.

Bernie Ecclestone ficou surpreso ao ver a Lotus viva por tanto tempo.

Como comentamos no início deste texto, o anúncio de Pastor para a temporada
de 2016 era apenas para valorizar a Lotus.

Afinal, colocar uma equipe na vitrine de vendas com um patrocinador como a
PDVSA deveria atrair um comprador com certeza.

E atraiu.

O cenário hoje mostra duas boas escuderias no grid graças a Pastor.

A Williams como a melhor equipe cliente e com a ambição de se tornar campeã
nos próximos anos.

E a Renault que retorna com seu time de fábrica almejando o topo e balançando
o mercado ao caçar abertamente pilotos como Fernando Alonso.

Por fim.

É uma pena perder uma figura como Maldonado.

Apaixonado, autêntico, irado.

Que desperta sentimentos reais.

Que faz acreditar que poderíamos também ter ganho uma corrida na categoria
máxima do automobilismo.

O que me vem a mente?

Mansell, Montoya...

Doidices.

Algo colorido entre tanto branco, prata e preto.

Um latino.

Genuíno.

Imperfeito.

Como definiu, na mosca, Pino.

"Ele dirige um fórmula 1 como se tivesse acabado de roubá-lo!"

Ruim?

Incompreendido?

Bom?

Quem somos nós para julgar?

Aquele que nunca errou ao volante, que atire a primeira pedra!















terça-feira, 27 de outubro de 2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

M193























Bom dia petrolheads!

Imagem de Christian Fittipaldi no Brasil.

1993.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dependência ou Morte

























As pequenas.

É comum não percebermos seu papel no meio ambiente da Fórmula 1.

Mas elas ajudam a reciclar os nomes.

Fornecem novos técnicos, engenheiros e pilotos.

São a porta de entrada.

Participam do desenvolvimento das maiores equipes com diferentes e preciosas
informações sobre o comportamento dos motores.

Acima coloquei três exemplos.

Fernando Alonso ganhando experiência na Minardi.

Michael Schumacher quando aproveitou para apresentar seu cartão de visita na
Jordan.

E Riccardo Patrese "pagando por seus crimes" na Arrows.

Patrese esperava uma oportunidade já que, após o acidente que vitimou Peterson,
a Ferrari (estava tudo certo!) rompeu as negociações com o italiano.

Uma espécie de sabático.

Hoje acompanhamos a confusão na Caterham (seu valor está na licença da F1).

E a situação da Marussia (que ameaça não ir para o GP de Austin).

Portas que estão se fechando.

Importantes por exercerem certas funções (como as citadas acima) na categoria
máxima do automobilismo.

E a Hass F1 Team?

Gene Hass está chegando na Fórmula 1 como a equipe B da Ferrari.

Seguindo o modelo Red Bull / Toro Rosso.

Com todo o apoio da Scuderia Italiana na sua construção.

O interesse no mercado americano fala alto ao coração dos italianos.

(Perceba que Bernie Ecclestone tentando emplacar mais uma prova nas terras
Ianques - New York, Long Beach e Las Vegas - não é à toa)

No entanto parece não haver espaço para os times menores (independentes) no
atual cenário.

Lembrando que não existem inocentes ou coitadinhos nesta história.

O futuro desenha a abertura de três carros por equipe?

Não sei.

É necessário um pouco mais de tempo para termos uma visão mais clara.

Mas as coisas estão mudando.

E a receita de parceria e integração das pequenas com as grandes escuderias
deverá  ser a palavra de ordem.

Red Bull / Toro Rosso, Mercedes/Williams, Ferrari/Hass...

Dependência ou morte.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Estrelas


























Algumas apresentações contam com figuras mais interessantes do que outras...

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Up to Date
























Bom dia a todos.

Analisando

Gian Carlo Minardi fez uma avaliação outro dia da situação financeira da Formula 1.

Disse que se querem reduzir custos os carros da categoria devem ser menos sofisticados,
com menos eletrônica e aerodinâmica.

Outra coisa dita por ele foi a importância de favorecer o desenvolvimento de mais soluções
que possam chegar até os carros de rua.

O homem que deu as primeiras oportunidades a Fernando Alonso e Alessandro Zanardi
também destacou que a redução no número de testes não trouxe uma economia real já que
os recursos acabaram sendo investidos na simulação.

Dupla

Toyota e BMW cada vez mais juntas.

Lançam um esportivo numa parceria ao final deste ano.

Viva

Marussia firmou acordo com Bernie Ecclestone.

Mais dinheiro para a equipe.

Mulher

Sabe quem vai experimentar primeiro a nova Williams?

Ela mesma: Susie Wolff!

Fará testes aerodinâmicos na pista de Idiada.

Na foto: uma mulher de volta ao grid 2014?

sábado, 26 de janeiro de 2013

Fases
























Tripleta.

Pinturas diferentes.

Mas é tudo Minardi!

domingo, 1 de abril de 2012

Seabiscuit




















Minardi.  2001.

Tarso Marques e Fernando Alonso.

Alguns, no início, gostam de correr emparelhados.

Lado a lado.

Se preparando.

Dizem que assim vão ganhando confiança para os desafios maiores.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Os Outros






















Outros nomes brasileiros.

Raul Boesel, Maurício Gugelmin e Tarso Marques.

Todos com passagens significativas nas categorias de base.

Todos chegaram a categoria máxima do automobilismo.

Nenhum dos três em equipes de ponta.

Vida dura.

Marques fez seu primeiro teste na Minardi em Fiorano.

Com neve.

Foi um segundo mais rápido que o titular Fisichella.

Mas quem tinha o dinheiro era o italiano.

Boesel chegou a testar pela McLaren.

Mas a volta de Niki Lauda as pistas atrapalhou sua vida na equipe.

Seus tempos foram bons.

Tanto que chamaram a atenção da March.

Gugelmin na mesma March conseguiu um feito.

O histórico pódium no Brasil em 1989.

Esperava muito da Jordan em 1992.

O time havia feito uma boa temporada no ano anterior.

Mas o motor Yamaha se revelou uma bomba.

Uma pena.

Bons pilotos.

Todos correram depois nos Estados Unidos.

E em outras categorias.

Duas coisas.

É dificil as coisas darem certo na Fórmula 1.

E existe vida fora dela.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Roda






























A simpática Minardi passando por um momento difícil no Brasil. Equipe que, além dos
pilotos brasileiros Roberto Moreno, Christian Fittipaldi e Tarso Marques, contou também
em outros tempos com Fernando Alonso e Mark Webber no seu cockpit.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Bandeiras




















Bandeiras do Brasil e uma Minardi. E aí? Em que circuito foi feita a bela fotografia?