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quinta-feira, 21 de maio de 2020

Alfa






















Bom dia petrolheads!

Começando com o americano Eddie Cheever e sua belíssima Benetton, que ganhava vida graças a um motor V8 Alfa Romeo.

Brands Hatch,

1985.

quarta-feira, 13 de maio de 2020

18 Metros















































Espanha. 1992.

Imagens de Perry McCarthy descobrindo as mazelas de dirigir uma Andrea
Moda.

(pra quem não sabe, McCarthy foi o primeiro Stig do programa Top Gear)

Além da passagem pela equipe amadora de Andrea Sassetti, esse britânico
também testou pela Williams e Benetton.

Sem espaço na Fórmula 1, a partir de meados da década de 90 ele retornou
para o Endurance.

Lembrando que anos antes ele havia participado da série americana IMSA
onde conquistou a única vitória de sua carreira.
























Nesse período, com participações nas 24 horas de Le Mans, McCarthy
teve suas melhores oportunidades e chegou a pilotar por times como
Oreca, DAMS e Audi.

No entanto não obteve qualquer resultado relevante.

Quando questionado se ele é o driver mais azarado do mundo, McCarthy
costuma responder de forma bem humorada.

"Dick Vigarista teve mais sorte do que eu!"






sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Alpha & Ômega
























A imagem de um carro estampado com o nome da Benetton se faz necessária.

Pois este post fala sobre a decisão da Red Bull de mudar o nome da
Toro Rosso para Alpha Tauri em 2020.

(pode saber que as outras equipes já aprovaram)

Acho que todo mundo já sabe que a Alpha Tauri se refere a uma parte
do império dos energéticos que se dedica ao mundo da moda.

Moda...

Fórmula 1...

Benetton...

Pegou o lance?

E daí?

Tipo assim.

A Benetton deixou suas marcas na categoria máxima do automobilismo.

Um ícone.

Que deu os primeiros dois títulos para Michael Schumacher.

Lembrando que o alemão montado numa Benetton perseguia Senna
em Ímola, antes do acidente que matou o brasileiro em 1994.

E venceu a prova.

Simbólico.

Indicando uma nova era que viria.

A marca italiana trouxe sua identidade e controvérsia para o mundo
do automobilismo.

Vendendo um estilo de vida.

Um pensamento.

Uma ideia.

E é exatamente o que a Red Bull quer resgatar com a decisão.

Interessante que a marca austríaca também trilhou um caminho semelhante
ao da Casa de Luciano Benetton.

Trazendo algo muito maior que apenas um patrocínio.

E assim como o outro, um projeto vitorioso.

Entretanto a Fórmula 1 sugou a alma da Red Bull.

(mais uma semelhança com a Benetton)

O diferente se tornou mais um.

Uma equipe de primeira linha, claro.

Porém sem refletir um algo mais.

A Alpha Tauri vem para um renascimento.

Raiz.

Para ganhar dinheiro.

(lógico!)

Com um tempero para dar sabor ao que está insípido.

Barulho, moda, mídia.

Talvez, com um pouco mais de ousadia e dinheiro, até um salto competitivo.

Tirando do baú um velho sonho.

De dominar as pistas com duas escuderias.

Atenção.

Os próximos passos apontarão a direção que a coisa seguirá.

Inclusive não ficaria surpreso se anunciassem a contratação de um piloto
talentoso em meados de 2020 para comandar a Alpha Tauri em 2021.

E além.

Novo e promissor.

Assim como fez a Benetton.


sexta-feira, 21 de julho de 2017

United Colors

























Chegamos ao meio da temporada da Fórmula 1.

E o amigo Emerson Pippi novamente coloca seu apoio para realizarmos mais
uma promoção por aqui.

Assim o Blog terá outra oportunidade de presentear um de seus leitores!

E o presente, como não poderia deixar de ser, é outra maravilha da coleção
do excelente Fórmula Retrô.

Uma camisa que presta homenagem a uma das escuderias que se eternizou
entre os ícones do automobilismo.

A grande Benetton.

Para concorrer basta responder nos comentários a uma pergunta simples:

A qual temporada (ano) da Fórmula 1 o modelo da camisa da promoção 
faz referência?

(Uma dica? Clique aqui )

Na sua resposta não esqueça de colocar seu nome e o mail para o contato.

E não adianta mandar várias mensagens.

Apenas uma por pessoa, OK?

A primeira mensagem será a nº 1, a segunda a n° 2 e assim por diante.

Como sempre acontece, usarei o Random, que é um site que faz sorteios,
para definir o vencedor.

Concorrerão as mensagens que chegarem até às 12:00 (meio-dia) de domingo
(23/07/2017).

Fácil de ganhar, não?

Participem!


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Pequenas Passagens





























Curioso como os patrocinadores da Fórmula 1 revelam histórias.

Conseguimos detectar movimentos estratégicos, experiências e os primeiros sinais
de grandes projetos apenas olhando fotos do passado recente da categoria máxima
do automobilismo.

Selecionei algumas imagens.

Na primeira, de cima para baixo, podemos ver a Subaru com o nome estampado na
carenagem da Coloni.

Era o início dos anos 90.

A pequena escuderia italiana estava quase morta no final de 1989.

Então a Subaru chegou como o raiar de um novo dia.

A montadora japonesa assumiu o controle da equipe (e das dívidas) e ainda
trouxe um motor que prometia ser competitivo.

Ilusão pura.

A máquina oriental era um lixo e antes do meio da temporada a Subaru já havia
devolvido suas ações para Enzo Coloni.

Destruída, a Coloni sobreviveu por mais uma temporada com somente seis pessoas
e um carro baseado num projeto estudantil.

Ainda em 1991, Enzo Coloni vendeu sua equipe para um aventureiro.

Nascia assim a lendária Andre Moda.

Na segunda imagem temos a Martini em destaque.

A marca de bebidas patrocinou a Ferrari por duas temporadas (2007/2008).

Um retorno depois da Brabham e Lotus nos anos 70.

Talvez uma experiência que trouxe a conclusão que era necessário uma exposição
maior para obter o retorno ideal.

A terceira foto mostra a Minardi de 2003.

Destacando a marca da Gazprom.

A poderosa estatal russa que domina o fornecimento de gás da Europa.

As palavras oficiais da empresa (de 13 anos atrás) não deixam dúvidas.

"A Fórmula Um é, sem dúvida, o auge do motorsport. O aparecimento de uma
bandeira russa no mundo lendário e de alto perfil desta categoria vai dar a Rússia
um imenso prestígio e abrir oportunidades significativas para os jovens pilotos do
nosso grande país."

Verdade.

E também um Grande Prêmio em Sochi!

Na quarta, e última, imagem surge a cervejaria Kingfisher na pele da
Benetton.

Isso mesmo.

Em 1996, Flavio Briatore fez Vijay Mallya sentir o gostinho das vaidades da F1.

Quem imaginaria, naquela época, que a Índia acolheria uma etapa e ainda contaria
com um time no circo?

Coincidência?

Pois fique sabendo que já em 1997 Bernie Ecclestone abriu tratativas para que a
Fórmula 1 fosse para o país.

Começou com uma conversa sobre uma corrida de rua em Calcutá.

(mas se o governo construísse um circuito, seria bem melhor)

Daí para o cartão de Hermann Tilke ter chegado até as autoridades locais deve
ter sido um pulo!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Autopolis



























Bom dia petrolheads!

O brasileiro Nelson Piquet conduzindo sua Benetton.

1990.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Rascunho (e um pouquinho de história!)























Muita história!

Imagem da Eau Rouge.

Apenas dois anos após o fim da Segunda Guerra Mundial.

A Genni Capital (atual proprietária da Lotus) pretende vender o controle da equipe
para a Renault.

Porém o grupo de investimento deseja ficar ainda com uma parte da escuderia.

A Grand Prix Drivers Association (GPDA) colocou uma questão em sua pesquisa.

"Por favor, nomeie as primeiras cinco marcas ou empresas que patrocinam corridas,
equipes ou pilotos que vêm à sua mente no universo da F1."

O que deu?

Na ordem: Red Bull, Shell, Marlboro, Martini, Petronas, Santander, Pirelli, Ferrari,
Mercedes e Rolex.

Interessante que a Renault (ou Infiniti) não ficou entre as dez favoritas.

Repare também a força das marcas (Marlboro!!) que apoiam a Scuderia Italiana.

O energético (com dois times e um circuito particular no calendário) parece estar
tendo seu esforço e investimento recompensado, não?

A Williams reclamando que a abordagem da Ferrari sobre Bottas foi muito agressiva.

E que isso desestabilizou o piloto e o time.

Não sei vocês, mas a mim parece uma tentativa de justificar uma bela indenização.

Se alguém quiser comprar a Sauber da foto abaixo (que foi pilotada pela última
vez por Simona de Silvestro num teste em Fiorano), ela está à venda.

Preço?

250.000 dólares.






























A Haas (que em algumas semanas pretende começar a fabricação de suas peças)
está negociando atualmente com 10 pretendentes aos seus cockpits.

Leilão, né?

Por fim uma historinha.

Final da temporada de 1992.

Na Inglaterra, Flavio Briatore faz um convite verbal para Ayrton Senna.

A ideia é contar com a estrela na Benetton pelas duas temporadas seguintes.

Senna (que viu a raposa italiana tratar Piquet como um lixo) pede que a proposta
venha por escrito.

Assim não haveria espaços para brechas.

Briatore nunca retornou.

Sabia que não poderia atender os pedidos de Senna.

Flavio notou logo que a conversa era diferente com aquele ali.

Entretanto (no futuro) não faltariam Piquets no caminho do empresário...























sexta-feira, 11 de abril de 2014

A Grana do Schumacher























O piloto mais bem sucedido da Fórmula 1 com certeza também possui números
impressionantes quando o assunto é dinheiro.

Preparada milimetricamente, a carreira de Michael Schumacher foi vitoriosa em
todos os sentidos.

E você pode conferir isso olhando seus vencimentos nas 19 temporadas em que
esteve presente na F1.

Os números, atualizados, estão em Euro.

Em 1991 o piloto alemão estreou na Benetton recebendo 200 mil.

Seu salário foi aumentando à medida que os frutos de seu talento eram reconhecidos.

Depois de cinco anos e dois títulos mundiais, Schumacher deixou a equipe com
21 milhões no bolso.

Não havia maneira de continuar.

Já em 1996, a Ferrari fechou um acordo de 27 milhões com o cara para sua
primeira temporada na nova casa.

Ao todo, Schumacher ganhou 300 milhões da Scuderia Italiana nos onze anos
em que lá esteve.

Dinheiro bem gasto.

Os cinco títulos mundiais trouxeram muitas alegrias para a Casa de Maranello.

Após o hiato, o multicampeão retornou para a Fórmula 1 nos braços da Mercedes.

Foram três temporadas sem vitórias.

Então, 40 milhões mais rico, Michael Schumacher foi aposentado compulsoriamente.

Sem volta.

Apesar de sua tentativas de continuar por mais um ano (recebeu um não da Ferrari)
na categoria máxima do automobilismo.

Somando todos os vencimentos teremos a montante de 361 milhões de Euros só de
salários.

Foi digno, não?


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Rascunho Vespertino























A UBS deverá deixar a Fórmula 1.

A instituição financeira suíça não deverá renovar seu acordo de patrocínio com a
categoria ao final desta temporada.

Nova direção e novas políticas.

Pelos testes em Jerez você vai saber a preferência de cada escuderia em relação
aos seus pilotos.

Olhe a ordem e descobrirá.

Os últimos serão os primeiros...

Sobre a Sony.

A proposta da Lotus é melhor do que a da McLaren.

O México continua abrindo portas na F1.

Agora foi a vez do Esteban Gutierrez na Sauber.

Os mexicanos da financeira Unifin colocarão o nome da empresa nos bicos dos
carros de Hinwil.

A Toro Rosso renovou por mais três temporadas o apoio da Nova Chemicals.

E também chamou a atenção a empolgação dos espanhóis da Cepsa com o
lançamento do carro.

Desde a saída de Jaime Alguersuari havia um boato que a petrolífera deixaria o
time italiano.

Claro, aí está a nova criança (um menino) da Toro Rosso.






















Muito se espera do projeto de James Key.

Fala-se até numa nova Benetton.

Quero muito ver a ideia de Adrian Newey.

Pra comparar.

Ainda mais que os dois bólidos foram desenvolvidos nas instalações de Milton Keynes.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Pagando o Preço























Estou acompanhando algumas discussões na internet sobre os pilotos pagantes.

Neste período em que os últimos lugares nas equipes vão sendo ocupados é
comum que um ou outro piloto mais querido fique de fora.

Ano passado foi Kamui Kobayashi.

Agora o nome gritado pela multidão é o de Nico Hulkenberg.

Vamos lá.

Sei que não é o ideal, mas dando uma passada de olho no grid a coisa não parece
tão feia como pintam.

Jenson Button, Sebastian Vettel, Lewis Hamilton, Felipe Massa, Nico Rosberg,
Kimi Raikkonen e Fernando Alonso não precisam desembolsar nada para correr
na Fórmula 1.

São os melhores.

Assim como Daniel Ricciardo e Jean-ÉricVergne por estarem num programa de
pilotos.

Alguns outros, tipo Jules Bianchi e Valtteri Bottas, por conta de parcerias,
também se dão bem.

Enfim os pagantes.

Aí aparecem Max Chilton, Gierdo Van der Garde, Charles Pic e o vilão
Pastor Maldonado.

Vilão?

Tratado assim por muitos por estar tirando o lugar que deveria ser de
Hulkenberg na Lotus.

Por direito.

Injustiças das injustiças...

Calma.

Assim como pedi paciência com Romain Grosjean no ano passado,
peço que ninguém coloque o bom piloto alemão de 26 anos acima de
suas possibilidades.

Já esqueceu do Sergio Perez?

O tempo, sempre sábio, ajudará a avaliar melhor essa figura.

Assim como Pastor.

Ter um piloto agressivo (Depois de ter visto Mansell e Montoya), e imprevisível,
brigando por vitórias novamente pode ser bem interessante para a competição.

E pra quem assiste.

Portanto entre Hulkenberg e Maldonado, escolho o segundo.

Acho que está na vez do venezuelano, que é um pouco mais velho. Nico terá
outras chances.

Mais.

Perdoem as pequenas.

E as médias também.

A vida de Marussia, Caterham, Williams, Force India, Lotus e Sauber não
está fácil.

Os custos para o ano que vem estão altíssimos.

Ao mesmo tempo que a dificuldade em se encontrar grandes patrocinadores
não termina.

Essas escuderias menores precisam fazer malabarismos para conseguir fechar as
contas.

Nos casos específicos da Lotus e Sauber, a chegada da PDVSA e do investimento
russo, respectivamente, vai dar um ótimo refresco. As duas estão a ponto de pedir
falência!

A situação da Lotus é a que me deixa mais decepcionado.

Contrataram um ótimo piloto (Raikkonen), tanto para as pistas como para a
mídia, conseguiram montar uma excelente imagem e no entanto nenhum grande
patrocinador se apresentou.

O que fazer mais?

O erro está no sistema?

A culpa é da crise econômica europeia?

Precisamos lembrar que a coisa sempre foi mais ou menos assim.

Equipes grandes com mais recursos e equipes pequenas inventando formas de
sobreviver com as sobras.

Recordo a passagem de Nelson Piquet pela Benetton.

Se você não sabe, o tricampeão nos dois anos em que esteve por lá não recebeu
salário.

O acordo do time com o brasileiro era de 100.000 dólares por ponto conquistado.

Na primeira temporada Piquet faturou 4,3 milhões, na segunda apenas 2,7 milhões.

Naquele antigo sistema de pontuação.

Uma solução equilibrada que levava em consideração a produtividade do motorista
e a colocação da equipe no Mundial de Construtores ao final de cada ano.

Hoje ainda existe criatividade.

A diferença do momento atual para o passado é que as contas cresceram demais e
as sobras parecem ter desaparecido na categoria.

A Williams vende tecnologia e busca parceiros em diferentes partes do mundo.

A Caterham se associou a Renault e se tornou uma importante parceira comercial.

Só que apesar de tudo as dívidas continuam.

Aí as escuderias recorrem aos "Pay Drivers".

Claro.

Não é bonito e muito menos edificante.

Porém está na regra do jogo da sobrevivência na categoria máxima do automobilismo.


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Up to Date























Vencer ou Vencer

O genial  Rory Byrne, responsável por projetos vencedores na Benetton
e Ferrari na Era Schumacher, está de volta.

O sujeito esteve trabalhando por mais de três meses em Maranello.

O motivo?

O projeto do carro da Ferrari de 2014.

Deve vir coisa muito boa por aí.

Faltou a Prata

Kimi Raikkonen rasgou o verbo.

Deixou a Lotus por motivos financeiros.

Mundial de Construtores

Falando no Kimi, as pessoas esquecem que o finlandês não vai substituir
Fernando Alonso na Ferrari.

Prost x Mansell

Pergunta.

Será que na primeira reunião técnica em Maranello Fernando vai falar em
italiano?

Plano

Está notando que nos últimos dias Jenson Button não saiu da mídia?

Faz parte do processo de valorização do passe na sua negociação com
a McLaren.

Vento Sul

Numa entrevista o pai do Felipe Massa disse que os carros da extinta Fórmula
Futuro não estão mais no Brasil.

Foi tudo pro Uruguai.

A categoria será reiniciada lá.

Sem o envolvimento da família Massa, claro.

Na foto: Michael testando um foguete em Fiorano.

terça-feira, 19 de março de 2013

200th


























Itália. 1991.

Imagem de festa.

Nelson Piquet comemora 200 GPs na Fórmula 1.

Flavio Briatore, Nigel Mansell, Michael Schumacher...

Nada melhor que estar cercado de amigos, não?

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Benetton






















Bom dia a todos.

Nelson Piquet com a marcante Benetton.

1990.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Colorido











































Bom dia a todos.

Pro feriado não passar em branco!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Logos






































Fosse mais novo ia correndo comprar Papel Contact para fazer adesivo...

sábado, 14 de abril de 2012

Nelson

























Fotos e mais fotos.

Tripleta com o grande Nelson Piquet.

Aquele que não era mago...

quarta-feira, 28 de março de 2012

Boutsen























Bom dia a todos.

O dia começa melhor cheio de balões.

Thierry Boutsen no Brasil. 1987.