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terça-feira, 9 de abril de 2024

Pequenas Passagens


 













Imagem de Greg Moore

Piloto sensação nos Estados Unidos  na segunda metade dos anos 90.

Seu talento era tão impressionante que até mesmo seu pai duvidava se ele estava tendo algum tipo de vantagem com o equipamento.

O menino canadense era bom mesmo.

Tinha habilidade em dirigir com seu Kart com pneus de pista seca no piso molhado.

Imitando seu ídolo Ayrton Senna.

Precoce, ele foi entrando no automobilismo e criando marcas.

Foi o mais jovem pole position da Indy Lights, superando Paul Tracy.

Em 1995 ele dominou o campeonato vencendo dez das doze corridas.

E ainda quebrou os recordes de vitórias consecutivas e o maior número de vitórias em uma temporada da Indy Lights, ambos também detidos por Paul Tracy até aquele momento.

No ano seguinte ele subiu para a categoria principal americana.

Conseguiu três pódios e sua performance o fez se destacar como segundo melhor estreante daquela temporada atrás de Alex Zanardi.

Sendo empurrado pelo motor Mercedes (destacado pela seta na foto), Moore começou a ser especulado no ano seguinte pela Fórmula 1.

A McLaren, também movida pela Mercedes, havia vencido a primeira prova de 1997 com David Coulthard.

Depois houve um hiato de 11 corridas até o GP de Monza, quando Coulthard voltou a cruzar a linha de chegada em primeiro e a McLaren venceu outra vez.

Nesse período sem vitórias aconteceu uma forte pressão para que Mika Hakkinen fosse substituído pelo canadense Greg Moore.

Ron Dennis, grande chefe da McLaren, resistiu a pressão e bancou Hakkinen.

O acidente do finlandês na Austrália em 1995, quando por pouco não perdeu a vida, criou uma ligação entre Mika e Ron.

Hakkinen já estava na Fórmula 1 por seis temporadas. 

Aquele ano de 1997 era o quinto ano dele com a McLaren.

Em Jerez, última etapa daquele ano, após Villeneuve e Schumacher se embolarem, Mika conheceu a vitória na categoria máxima do automobilismo.

As duas temporadas seguintes seriam dominadas por ele.

Dois títulos.

Adrian Newey desenhou em 1998 uma McLaren que fazia o vento se ajoelhar perante ela.

Já em 1999 ele não precisou lutar com Michael Schumacher e sim com Eddie Irvine. 

Fácil.

Greg Moore?

Foi um sussurro.

Ron Dennis ainda estava traumatizado por Michael Andretti.

E ele havia visto o que Mika fizera com Senna em Estoril.

Tudo gritava contra, mas Ron Dennis, depois de Ayrton, sabia que tinha um outro campeão em casa.



domingo, 16 de outubro de 2022

Mika Hakkinen


























Havia um trato entre ele e Ron Dennis.

Um pacto.

Após o grave acidente em Adelaide.

Hakkinen quase morreu ao bater no guard rail com sua McLaren.

Chegou a ficar sem respirar.

No seu retorno o finlandês não reclamou.

Foi difícil.

Uma luta.

Ele mesmo admitiu.

Mas Hakkinen sabia que não há lugar para os fracos na Fórmula 1.

Depois disso o time inglês passou a trabalhar para ele.

Bastou esperar.

E na temporada de 1998 veio a compensação.

Adrian Newey, aquele da Red Bull, desenhou um foguete.

Oito vitórias.

O título.

E Mika ensina.

"Precisei esperar. 

Mas a Fórmula 1 é um casamento

Não se abandona na primeira decepção."

sábado, 23 de maio de 2020

Exercício
























Em 2011 a Sony fez uma proposta a Adrian Newey, o poderoso projetista
da Red Bull.

Construir um carro de corrida livre de regras e regulamentos.

O mais rápido do mundo.

Como seria?

A resposta podemos ver nas imagens acima.

Feito em conjunto com o designer Kazunori Yamauchi, a máquina,
que possui as rodas cobertas, de forma curiosa revela a genialidade
do passado ao buscar soluções no Chaparral 2J e da Brabaham BT46
com seu ventilador traseiro.

A velocidade final seria em torno de 450 km/h, com seu motor turbo V6.

Seus criadores revelam que o protótipo possui um problema.

Poderia matar o piloto, já que a Força G seria superior a 8,75.

Tá doido!

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Olhando



























A Red Bull Honda está surpreendendo.

Com uma máquina rápida e confiável, Max Verstappen está lutando
mais vezes por vitórias.

Não.

Não acredito que o título de Lewis Hamilton esteja ameaçado.

A Mercedes é um carro de exceções.

Em certos momentos, em certas circunstâncias, o bólido prateado não
é um foguete comparado aos outros.

E isso não poderá atrapalhar sua trajetória vitoriosa em 2019.

A Ferrari?

A lentidão gritante na Hungria não deixa dúvidas que Lina está doente.

O SF90 possui problemas aerodinâmicos, de temperatura e consumo
de combustível.

As próximas duas etapas, Spa-Francorchmaps e  Monza, devem favorecer
a Scuderia Italiana.

Se acontecer.

Mesmo assim é muito pouco.

A categoria máxima do automobilismo pode ser definida numa palavra.

Continuidade.

E neste ponto está chave do sucesso.

Perceba que, quando há oportunidade, Toto Wolff contrata um engenheiro
ou projetista da Ferrari.

Por que?

Porque a mão-de-obra especializada é escassa na Fórmula 1.

De vez em quando o Burti não comenta na TV que aquele engenheiro
que apareceu na tela trabalhou com ele mil anos atrás?

É isso.

Se continuidade é a palavra, A Red Bull e a Mercedes estão em vantagem
sobre a Ferrari para 2020.

Basta evoluir,

Aperfeiçoar.

Os italianos precisam inventar.

Acho (um pensamento, sem adivinhações, claro!) que Verstappen poderá
brigar pelo título na próxima temporada de forma real.

Adrian Newey não costuma perder oportunidades.

E a Honda deve estar enxergando a chance de voltar a triunfar e por isso
não vai poupar recursos.

Talvez testemunhemos experimentos escandalosos com a Toro Rosso nas
últimas etapas...

Sim.

O ano de 2020 promete.

Menos para Romain Grosjean e Robert Kubica.

Parece que já deu pro francês.

E o polonês (apesar do dinheiro) tem um concorrente talentoso
(e com mais dinheiro ainda) olhando pro seu lugar: Nicholas Latifi.

No aguardo.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Clipping

























Assim como nos anos anteriores, Kimi Raikkonen foi mais uma vez confirmado
na Ferrari.

Último campeão vermelho.

Não se pode criticar sua tocada.

Pois a pole position em Mônaco coloca todos os argumentos dos que não gostam
da condução do finlandês no lixo.

Raikkonen permanece por não haver um substituto claro entre os novos.

Destaques estão sob contrato.

E Romain Grosjean ou Sergio Perez seria trocar seis por meia dúzia.

Sem falar nos riscos do imprevisível.

Decisão compreensível.

Também Ficam

Stoffel Vandoorne na McLaren e o projetista James Key da Toro Rosso.

Um poderia ficar sem lugar.

E o outro se mudar para a Williams.

Ferrari

Há otimismo e cautela em Maranello para o restante do campeonato.

Existe a previsão de melhorias para a Bélgica e Itália.

(claro que a Mercedes também não vai ficar parada)

A razão indica que não se pode confiar em vitórias.

Sebastian Vettel trabalhará na diminuição dos danos.

Chegar em segundo em Spa Francorchamps e em Monza seria ótimo.

Olhando as circunstâncias.

Mercedes

Lewis Hamilton devolveu a posição para Valtteri Bottas na Hungria.

Nas entrelinhas fica claro que a confiança do time prateado é enorme.

Nas contas (deles), o campeonato é do inglês.

Comparação

Na Haas.

Grosjean quase sempre se qualifica melhor.

Entretanto a quantidade de posições ganhas por Kevin Magnussen a cada
largada chama atenção.

Na Renault.

Jolyon Palmer tem sido em média pouco mais de um segundo mais lento
que Nico Hulkenberg no sábado.

A equipe diz que ainda vai analisar derradeira parte do ano para decidir se
Palmer fica ou não em 2018.

Conversa.

Só um incentivo para ver se o piloto consegue alguns pontos para melhorar
a situação dos franceses no mundial de construtores.

Na Sauber.

Interessante.

Pascal Wehrlein aposta na agressividade da borracha para se destacar na
vitrine.

E sobre Marcus Ericsson.

Sua escolha quase sempre recai pelos pneus ultramacios na maioria das vezes.

Vapor

A Aston Martin não deverá estar presente na Fórmula 1 como uma fabricante
de motores.

Halo

A proteção escolhida pela FIA está dando dor de cabeça no paddock.

O motivo é que muitos começaram a desenvolver os bólidos da próxima
temporada apostando no outro modelo.

O tal Escudo.

Assim muitos projetos foram parar no lixo.

O giro dado por Vettel em Silverstone com o Escudo, e sua sensação ruim,
enterraram a ideia por enquanto.

A palavra do alemão tem peso dois.

Olho

Sabe o Nicholas Latifi?

O canadense da F2?

Então.

Minha Opinião

Estão quietos.

Porém a Renault deve ser um excelente lugar para se estar em 2018.

Newey Trabalha

A Red Bull apresentou dois modelos diferentes do RB13 em Hungaroring.

Daniel Ricciardo largou com um carro com uma distância entre eixos maior
do que a máquina utilizada por Max Verstappen.

Na nova configuração, Adrian Newey deixa o desenho mais semelhante ao
da Ferrari.

Sim.

Ainda longe dos longos Force India e Mercedes.

Curioso para ver se as diferenças para efeito de comparação estarão rodando
na Bélgica.

Unidades de Força

A Honda planeja trazer uma nova especificação em Suzuka para seu motor.

A conversa aqui é sobre potência.

Tentando fazer bonito em casa.

O plano é apresentar uma unidade mais poderosa que a da Renault no Japão.

Esperemos.

Spa-Francorchamps

As configurações dos carros para Spa deverão ser mais semelhantes aquelas
utilizadas em Silverstone.

Portanto as Flechas de Prata possuem vantagem.

Entretanto penso que com a evolução da Scuderia Italiana não veremos uma
vantagem tão gritante quanto foi na Inglaterra.

Lembre-se que houve testes nesse meio tempo.

A Red Bull fez uma escolha bem agressiva dos pneus se olharmos para suas
concorrentes.

Mesmo com a evolução não deveria ser páreo para Ferrari e Mercedes  na
Bélgica.

Talvez uma chuva para dar emoção...

Por Fim

No clima.


terça-feira, 2 de maio de 2017

Clipping



































Eles querem um sistema de franquia.

Reduzir custos seria a chave para as pequenas sobreviverem financeiramente
e competitivamente.

Sauber & Honda

Umas coisas.

O acordo entre a Sauber e a Honda para fornecimento de unidades de força
vai até 2020.

Os japoneses também entrarão com dinheiro.

Algo em torno de 15 milhões de euros em 2018 e o dobro disso no ano seguinte.

Essa parte financeira pesou muito na hora de escolher qual motor moveria os
carros do time suíço.

Além disso, a Honda vai fornecer pessoal que será agregado ao material humano
da Sauber.

Para atender as duas escuderias (McLaren e Sauber) as instalações japonesas
na Inglaterra foram ampliadas.

Parte do contrato reza que pilotos do Japão poderão participar de testes com
a Sauber.

Assim um programa de desenvolvimento para os jovens deverá ser estabelecido.

Coisa que pode beneficiar diretamente Nobuharu Matsushita, hoje na F2.

Yusuke Hasegawa continuará tomando conta da McLaren, que contará com
status de time principal, enquanto que outro nome da fábrica será designado
para a Sauber (equipe cliente).

Para unificar o projeto, a Sauber receberá a mesma gasolina e óleo da McLaren
fornecidos pela Castrol / BP.

Para onde vai Alonso?

Essa é uma grande pergunta para 2018.

O espanhol possui a opção de permanecer na McLaren.

E está com a proposta da Renault nas mãos.

Como perguntar não ofende, a Williams (que tentou Jenson Button no passado)
também se insinuou para Ferdi.

E um ano sabático (e milionário) na Indy (se vencer as 500 milhas)?

Interessante que Alonso não poderá estar em dois lugares ao mesmo tempo.

E temos duas vagas voando em equipes de fábrica...

Newey

A Red Bull trabalha em sua nova versão para Barcelona.

Necessária.

A máquina não lida bem com a temperatura dos pneus.

Mas como sempre acontece nos projetos de Adrian Newey, o conceito
original vai permanecer.

Mudará o processo de desenvolvimento.

Inclusive sanando as falhas nos dados do túnel de vento e simuladores.

Acho que veremos o melhor da Red Bull nas pistas mais para o fim da
temporada.

E um bólido poderoso em 2018.

Um pensamento.

Zelo

O cuidado excessivo de Sebastian Vettel na largada facilitou a vida de Valtteri
Bottas em Sochi.

Deve ser considerado um erro do piloto da Ferrari não ter modificado sua linha
de forma mais agressiva para defender sua posição.

Isso pode ser visto também em certas atitudes de Lewis Hamilton.

A atenção demasiada de ambos é reflexo de um campeonato que tende a ser
decidido nos detalhes.

Sem riscos desnecessários.

Pois deixar de marcar pontos pode ser doloroso demais.

Uma brecha para os intrépidos.

Ensaios?

Depois de ter andado com um carro da GP3 na Itália, Robert Kubica experimentou
uma máquina da Fórmula E em Donington Park.

Por fim

Uma pergunta.

Mesmo após uma traumática separação, por que a McLaren ainda mantém uma
referência da Marlboro (desde os anos 80) em sua logomarca?













segunda-feira, 1 de maio de 2017

Russia - 2017






















"Espero que esta seja a primeira vitória de muitas.

Meu objetivo é ser campeão do mundo!"

Valtteri Bottas.

É sempre interessante ver um novo vencedor.

O piloto da Mercedes foi impecável na corrida em Sochi.

Largou de forma fantástica.

Um relâmpago ao passar por Raikkonen e Vettel.

Conduziu com maestria.

O bólido construído pela Mercedes é excelente.

Mas ele não admite erros.

Precisa da sensibilidade para os ajustes no setup.

A janela de troca dos pneus é apertada.

Por isso levar os pneus até a hora exata de troca é importantíssimo.

Valtteri faz isso de forma superior ao ser comparado com a estrela do time.

Lauda já havia confidenciado nos treinos livres.

"Bottas conduz a Mercedes melhor que Hamilton, por isso é mais rápido."

Wolff concluiu o pensamento.

"O setup (ajuste do piloto) de Lewis está errado em algum lugar, o que causa 
diferença entre companheiros. 

Está acontecendo em todas as equipes."

Vale notar que as mudanças nas condições de temperatura causaram problemas
para todos.

Adaptar-se se fez necessário.

Alguns jornalistas que frequentam paddock durante toda a temporada foram duros
com Lewis nas críticas.

Falaram em apatia.

E sobre ele ter sido derrotado facilmente pela adversidade.

Bottas está muito ajustado com seus novos engenheiros desde o começo deste ano.

Exercitou cada saída para eliminar suas fraquezas e erros de largadas do passado.

Trabalha duro esse finlandês.

Fica claro que o sucesso não está vindo por sorte.

Hamilton precisa responder rapidamente na próxima etapa.

A Ferrari não esperava a derrota.

Não foi muita surpresa os dois carros vermelhos na primeira fila.

Estava no plano.

A pista russa é bem difícil de ultrapassar.

Começar na frente parecia ser a receita infalível.

Nos testes do Bahrein os olhos mais atentos detectaram que a Scuderia Italiana
alterou várias configurações em suas máquinas.

Principalmente a parte frontal.

Em busca da pole position.

OK.

Entretanto faltou combinar com os alemães.

Vettel fez de tudo para vencer, mas Bottas estava em seu dia.

Na emoção, Seb foi até deselegante com Massa.

Massa riu.

Entende a sede por vitórias.

Os outros?

Perez e Ocon continuam pontuando com a Force India.

O mexicano (pilotos) e sua equipe (construtores) lideram a segunda divisão.

Mais uma vez Grosjean teve um final de semana embaçado.

Stroll conseguiu terminar a corrida.

O canadense admitiu ter dificuldade com as configurações do carro da Fórmula 1
e a gestão dos compostos da Pirelli.

E ainda ter que lidar com pistas desconhecidas.

Podemos afirmar que Felipe tem ajudado muito o novato no seu aprendizado.

Lembrando que todos esperam pela nova Red Bull.

Um tempo para Adrian Newey.

Alonso ficou a pé novamente.

Se a Honda não mostrar uma evolução real nesta temporada, ele vai embora.






















segunda-feira, 24 de abril de 2017

Clipping

























Avaliando o novo território.

Já até fez seu assento na fábrica da Andretti.

Indy

O brasileiro Gil de Ferran (embaixador da Honda) vai auxiliar Fernando Alonso
em sua aventura na Indy.

Está sendo tratado como um mentor pelo espanhol.

Ainda não sei onde vai dar a participação do piloto da McLaren nas 500 milhas.

É certo que a categoria americana receberá um retorno midiático fabuloso.

(assim como aconteceu com Le Mans - Hulkenberg)

Fico me perguntando se surgiria uma parceria entre a Indy e a F1 num futuro
próximo.

(coisa que não deu certo entre Ecclestone e a família France, dona da NASCAR)

Sei que nada está sendo de graça.

Ferdi e sua equipe estão recebendo 5 milhões de dólares (pagos pelos japoneses).

Pode ser somente uma estratégia para seduzir Alonso a continuar com o time
por mais tempo.

A proposta da Renault é séria.

Luis Garcia Abad (empresário de Fernando) teve uma reunião a portas fechadas
com Cyril Abiteboul (Renault) no Bahrein.

Os franceses não prometeram milagres, mas estão convictos que brigarão pelo
título em 2019.

Abiteboul acredita que, com o tempo, haverá mais paridade entre as escuderias
na briga pelo campeonato.

E que os pilotos farão a verdadeira diferença.

Entretanto é necessário alguém (talentoso) que espere o período de desenvolvimento.

Por outro lado a Honda busca sanar seus problemas.

Nos testes do Bahrein foi notada a presença de engenheiros de fora da equipe.

Que nem uniformes usavam.

A FIA já havia dito que se após três etapas houvesse uma diferença grande demais
entre as fabricantes o Grupo de Estratégia deveria fazer uma intervenção.

O procedimento já pode ter sido iniciado.

O foco seria na confiabilidade.

Para que os carros da McLaren ao menos possam terminar as corridas.

No caso, existe a ideia da Mercedes ceder (em troca de dinheiro) tecnologia na
parte eletrônica aos técnicos da Honda.

Lembrando que em Sakhir, Alonso não abandonou por falha em sua unidade
de força.

Foi uma pane seca.

Decisões

Falando nisso, o Grupo de Estratégia se reúne nesta semana.

Na mesa estarão sendo discutidas questões sobre a T-Wing, as barbatana dos
carros e as unidades de força (se serão três ou quatro para 2018).

Sauber e Honda

Fique atento.

Em meados de maio termina o prazo para as escuderias da Fórmula 1 se
comprometeram com um fornecedor de motores para 2018.

Um anúncio logo será feito, já disse.

Gosta de Sol

A Williams se entende bem com os pneus da Pirelli.

Não demoram a aquecer (Red Bull) e nem sofrem superaquecimento (Mercedes).

Porém em pistas frias e úmidas o bólido de Grove simplesmente não anda.

Estão ainda tentando entender a razão disso acontecer.

Uma dificuldade antiga.

Detalhes

Na classificação no Bahrein que deu a pole para Valtteri Bottas, Hamilton cometeu
um pequeno erro.

Acionou o seu DRS antes da linha e por isso o mesmo não funcionou.

Foi mais um deslize num final de semana que teve Vettel como vencedor.

Preocupante.

Pois a Mercedes já entendeu que precisa ser perfeita para derrotar Seb e Gina.

Plano

A Ferrari começou a realizar os primeiros testes de partes que seriam utilizadas
no SF70H nos treinos livres em Austin (outubro) no ano passado.

Salários

Até mesmo nos vencimentos existe equilíbrio entre Vettel e Hamilton em 2017.

Valores iguais.

Lisa?

Adrian Newey parece ter se rendido.

Deve vir por aí uma Red Bull toda espetada na Espanha.

Mendonza

Ele perdeu para Button na McLaren (2013) e para Hulkenberg
já na Force India (2014)

Deu o troco e derrotou o mesmo Hulkenberg nos dois anos seguintes.

Mas foi seu companheiro que se mudou para um time de fábrica.

Tem muita gente elogiando o Mexicano.

Uma opinião.

Não sei se Sergio Perez achará espaço na categoria para tentativas mais
promissoras.

Meu pensamento.

Por Fim

A Williams chegando com sua mudança em Sochi.


sexta-feira, 14 de abril de 2017

Novinhos































Que foto!

Piquet, Schumacher, Fittipaldi, Senna, Newey, Prost e Lauda.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Clipping




























Reparou na diferença?

A largura do pneu do ano que vem chama a atenção!

E muda tudo.

Por isso os times já estão trabalhando firme para a próxima temporada.

Adrian Newey não esconde sua empolgação.

Para não passar em branco, nos últimos dias, Pierre Gasly conduziu o RB10
no circuito de Valellunga seguindo com a programação de testes da Pirelli.

A Force India anda fazendo experimentos no túnel de vento da Toyota
localizado na Alemanha.

Falando nisso, a relação (ou a falta dela) túnel de vento / pista tem sido a
causa dos maiores problemas da Williams em 2016.

A Petrobras parece firme em continuar na categoria máxima do automobilismo.

Além da tentativa de criar um vínculo com a Renault através da Toro Rosso,
os números mostram que seus investimentos tendem a crescer na Fórmula 1.

Do ano passado pra cá, já houve um aumento de 8 milhões de euros no
seu aporte.

A procura por novas frentes demonstra que o montante pode ultrapassar
facilmente 30 milhões de euros anuais em 2017.

Esteban Ocon, figurinha carimbada na Renault para o ano que vem, foi
confirmado no primeiro treino livre na Hungria.

Aliás, os atuais dois pilotos da escuderia francesa seguem com o futuro
incerto.

Hungaroring com novos sensores em algumas curvas.

A FIA pode ter gostado da brincadeira de vigiar quem gosta de ultrapassar
os limites da pista.

Com todas as portas fechadas, Felipe Nasr parece abraçar a Sauber.

(apesar de um boato - boato!! - com a Haas)

O brasileiro admite a necessidade do patrocínio do Banco do Brasil para
seguir ao lado de Marcus Ericsson na próxima temporada.

Sauber que foi vendida para a Longbow Finance S.A.

Empresa que é o braço financeiro da Tetra Pak.

Mas por que uma instituição financeira compraria o time de Hinwil?

Lembra da Genii Capital com a Lotus?

É a mesma coisa.

O luxuoso paddock da Fórmula 1 é um dos melhores ambientes do mundo
para fomentação de novos negócios.

Um lugar mágico para encantar clientes.

Atrair novos investidores a olharem para sua vitrine e adquirirem seu produto.

Simples.

O Tordo diz que James Allison pode dizer adeus a qualquer momento para
a Ferrari.

O projetista inglês tem ido pouco em Maranello.

Suas faltas são constantes.

Talvez os motivos estejam na atual situação da Scuderia Italiana mais a
perda recente de sua esposa.

Ou uma proposta da McLaren.

Não sei.

O que sei é que James Key (Toro Rosso) recebeu uma proposta dos italianos.

Recusada.

(assim como fez Ross Brawn)

Brawn que chegou a dizer que a Ferrari precisa de tranquilidade.

Um recado.

Sebastian Vettel não está indiferente para a falta de rumo.

É de sua estirpe (assim como Alonso e Hamilton) querer vencer sempre.

Ele vai esperar o bólido do ano que vem.

E ver os resultados.

Mas em todo caso já sondou Toto Wolff para saber até quando ele pretende
contar com Nico Rosberg.

Lewis pode não ter gostado da aproximação do rival.

E, marcando território, disse querer ficar na Mercedes por mais cinco
temporadas.

Interessante.

O mercado de pilotos?

Lance Stroll e Jenson Button colocam suas sombras sobre a Williams.

Sergio Perez se recusa a confirmar sua permanência na Force India,
apesar de Vijay Mallya ter dito que ele continua.

(o mexicano trata de uma possibilidade com a Renault)

E a Manor já começou a leiloar o lugar de Haryanto.

Por fim.

Um exemplo de ousadia para o ano que vem.

Asas da imaginação!












quinta-feira, 7 de julho de 2016

Clipping
























Monumental.

Enquanto que a atual temporada parece que novamente será decidida entre
Lewis Hamilton e Nico Rosberg, o futuro ainda se mostra obscuro.

As novas regras poderão colocar fim ao domínio absoluto da Mercedes.

Sendo assim, seria a última chance da dupla da flecha de prata obter um
título de forma tão fácil.

Talvez por isso a disputa neste ano esteja tão sangrenta.

O novo regulamento recebeu sugestões diretas da Red Bull.

E a escuderia de Milton Keynes não esconde sua empolgação.

Adrian Newey já se dedica em tempo integral ao bólido de 2017.

Com as unidades de força saindo das restrições de desenvolvimento impostas
pelas leis atuais, a aerodinâmica voltará a ter um papel principal no circo.

E ninguém envelopa melhor um bólido que o projetista da turma dos energéticos.

Adicione aí o desenvolvimento do motor Renault que já conta com investimento
pesado da marca francesa.

Interessante.

Porque Max Verstappen quer ser o novo Vettel.

Só que Daniel Ricciardo não é Mark Webber.

Após a reunião com seus pilotos, Toto Wolff partiu para outra conversa.

Dessa vez com Valtteri Bottas, que possui a carreira ligada a ACES Management.

(empresa que conta com os sócios Toto Wolff- Didier Cotton- Mika Hakkinen)

No paddock dão como certo que mais cedo ou mais tarde o finlandês irá desembarcar
na Mercedes.

O Tordo (que enxerga tudo de perto) diz que seus sorrisos fáceis entregam sua
segurança em relação ao futuro.

"Meu sonho e minha missão é trilhar o meu caminho até a F1 e me tornar campeão
mundial."

As palavras acima estão no site oficial de Petr Ptácek Jr.

O menino (Kart) da República Tcheca estava até bem pouco tempo no programa
de jovens pilotos da Lotus.

Seu pai (rico) está sendo figura habitual circulando no mundo da Fórmula 1.

Pode ser um ensaio para um novo patrocinador de uma equipe na categoria máxima
do automobilismo.

Claro, para dar continuidade aos estudos de seu filho.

A famosa Ray-Ban passou a patrocinar a Ferrari.

Haryanto garantiu sua permanência na Manor até o fim de seu contrato.

Agora os novatos.

Pierre Gasly (Red Bull) e Santino Ferrucci (Haas) estarão nos testes de Silverstone.

Charles Leclerc (Haas) no primeiro treino livre em Silverstone.

Por fim.

Voltando a falar de Renault, a proposta de Nicolas Todt pode não dar em nada.

O empresário de Felipe Massa ofereceu o talento do brasileiro com salário de
iniciante.

Só que a recente mudança no comando do time não foi boa para o negócio.

Frederic Vasseur assumiu o comando em Viry Chatilllon.

O foco do novo comandante está em pilotos mais jovens.

E juventude não é o forte de Massa.

Pra você saber, somente um hecatombe tiraria uma das vagas de Esteban Ocon
no time amarelo em 2017.

Complicado.

Apenas Kimi Raikkonen e Jenson Button são mais velhos que Massa no grid.

Mas diferente de Felipe, ambos são campeões mundiais.

O que pesa muito nesta balança.

A Ferrari está enrolada em arrumar um desculpa válida para dispensar o finlandês.

Enquanto que Button demonstra estar tranquilo em relação ao seu futuro.

A ponto de dizer uma frase reveladora sobre a corrida em Silverstone.

"Acho que este não será meu último GP em casa..."













segunda-feira, 11 de abril de 2016

Rascunho Cifrado

























Interessante as diferenças.

Os olhos mais aguçados elogiam a Mercedes pela elegância de suas linhas
aerodinâmicas.

As flechas de prata dizem pro vento para onde ele deve ir.

Já a Red Bull foi criada sob outro conceito.

Um design mais funcional.

Adrian Newey sabia as limitações de sua máquina.

E a envelopou de acordo.

Na turbulência do trânsito da Fórmula 1, Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat contam
com a ferramenta ideal para lidar com as dificuldades de transpor adversários.

Já Nico Rosberg e Lewis Hamilton precisam ver o horizonte sem obstáculos.

Assim, largar em primeiro é fundamental.

Ou terminar à frente de todos após a primeira curva.

Pois ultrapassar é um suplício para os atuais campeões.

As comunicações estão proibidas.

Entretanto novos códigos nas falas entre piloto e equipe surgem a todo momento.

Um segredo.

Vettel perdeu na Austrália porque o sagaz Toto Wolff decifrou as mensagens
cifradas da Scuderia Italiana.

Com a informação correta, o comandante soube a hora certa de mudar sua
estratégia.

Mick Schumacher venceu na F4.

Duas vezes.

Sabine Kehm (que também coordenou a carreira de Michael) estava lá cuidando
do menino.

A Sauber já colocou os salários em dia.

Seguindo o exemplo da Williams, Force India e Manor vão tentar usar uma unidade
de força a menos nesta temporada.

E, claro, economizar com isso.

Por fim.

Fernando Alonso já está na China.

O espanhol espera ser liberado pelos médicos da FIA.


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Rascunho da Volta do Domador de Ventos





























Sem pneus.

E na chuva...

Mas havia Graham Hill!

Uma galera vai testar os carros da Mercedes na DTM em Jerez.

Jazeman Jaafar (você conhece daqui do Blog).

O britânico Jake Dennis, vencedor do McLaren Autosport BRDC
Award de 2012 e piloto Mercedes da F3.

Giedo Van der Garde.

E, surpresa, Kevin Magnussen.

Pertinho de acertar com a Porsche, Magnussen recebeu o convite de
Toto Wolff para experimentar o bólido da categoria alemã.

"...mas não há nada definido para 2016."

Informa Toto, o manda-chuva da equipe campeã da Fórmula 1.

Com expectativa de mudança do atual campeão, Pascal Wehrlein, para
a Manor, o time da estrela de prata deverá ter um lugar vago em 2016.

Nesta semana a FIA anunciou que fará a verificação dos motores Mercedes
e Ferrari.

Foram selecionadas duas unidades de força.

A que deu o título para Lewis Hamilton em Austin e a que empurrou Sebastian
Vettel para a vitória em Cingapura.

Enquanto não for concluída a tal inspeção, o título de 2015 permanecerá em
aberto.

As unidades de Renault e Honda não serão verificadas.

OK.

A FIA faz uma demonstração de força logo após Bernie Ecclestone ver sua
proposta do motor alternativo ser vetada.

É isso.

Mas as mudanças virão.

De outra forma.

Lewis Hamilton já reclama aos quatro ventos como as alterações previstas
para 2017 serão prejudiciais para a categoria.

O piloto inglês fala da principal: a aerodinâmica.

A previsão é que os carros fiquem bem mais rápidos do que são hoje.

Tá companhando?

Pois o melhor vem agora.

Todas as modificações seguem as sugestões propostas pela Red Bull.

Red Bull que já fez seu acordo em relação ao motor para a próxima
temporada.

Assim, 2016 deverá ser um ano de transição pra o time do energético.

Um ano.

Tempo suficiente para Adrian Newey planejar a melhor forma de envelopar,
sob as novas regras técnicas que ele mesmo criou, o motor de 2017.

Um novo foguete feito pelo domador de ventos.

E o piloto?

Ricciardo?

Verstappen??

Alonso???

Hamilton, claro, não quer nada disso.

A tendência com a mudança, e pelo ciclo natural, é a Mercedes cair após
três anos (com 2016) de hegemonia.

Já vimos isso acontecer antes na história da Fórmula 1.

Analisando desta forma, os principais opositores deverão estar em Maranello
e Woking.

Esperamos que James Allison possa mostrar todo o seu talento e apresentar
uma Ferrari que faça frente a Newey.

E que Peter Prodromou (McLaren), ex-braço direito de Adrian na Red Bull,
consiga brigar de igual pra igual com seu antigo parceiro.

Pelo bem do campeonato.

E nossa diversão!

A luta começa na prancheta.










segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Rascunho Texas


























Três imagens de Lewis Hamilton.

Terceiro título.

Absoluto em 2015.

Conjunto perfeito.

Piloto, máquina e equipe.

O projeto iniciado por Ross Brawn, e que convenceu Michael Schumacher a
deixar sua aposentadoria, rende frutos maravilhosos.

Mais uma vez o campeão foi conhecido nos Estados Unidos.

A última vez foi em 1982, com Keke Rosberg.

Ironia do destino?

É difícil analisar Nico Rosberg.

Existe o talento.

As poles sobre seu companheiro evidenciam isso.

Ainda mais em situações críticas como no sábado em Austin.

Porém Nico precisa de um time pra chamar de seu.

Para poder dividir curvas sem culpa ou medo.

A Mercedes tem dono.

Niki Lauda deixa isso bem claro ao afirmar que "Lewis alcançará mais títulos."

(e mais ainda quando a transmissão flagra ele rindo com Toto Wolff ao testemunhar
o erro de Rosberg)

A corrida foi maravilhosa.

Com a pista ainda úmida, os projetos dos carros ficaram na vitrine.

A Red Bull mostrou que Adrian Newey só precisa de um empurrãozinho.

Ou de um motor decente.

A turma de Milton Keynes não exagerou nas críticas à unidade de força da Renault.

Realmente é um lixo.

A Toro Rosso trouxe à luz o talento de James Key.

As linhas desenhadas pelo britânico permitiram que Max Verstappen e Carlos Sainz
pudessem exibir seus talentos e todas as suas ousadias.

Por outro lado, o design da Williams (não apenas no Texas) tem deixado a desejar.

Nico Hulkenberg anda perdido nos últimos tempos.

Muitos acidentes.

Começam a silenciar aqueles que clamavam por uma chance maior para o vencedor
das 24 horas de Le Mans.

Austin se mostrou bondosa com os sobreviventes.

Os que costumam se preservar puderam se dar bem.

Jenson Button estava lá.

Atrás dele, na chegada, os cegos, os mancos e os aleijados.

Tanto que até Alexander Rossi sonhou com os pontos!

Impagável ver Raikkonen na terra brigando com a placa para se libertar.

Vettel?

Fez o que se espera dele.

Nada mais.

O que falta?

Apenas que James Allison consiga estabelecer o equilíbrio entre as máquinas
nas entranhas de Maranello.

Então Sebastian poderá parar a escalada de Hamilton.

E assim assistiríamos uma disputa espetacular em 2016.

Quem sabe, o campeonato da década!

















quarta-feira, 11 de março de 2015

Rascunho Aussie
























Entendo que ele está sofrendo com o fuso horário.

Mas mesmo assim insisto com o Tordo.

Alguma coisa.

Uma linha (pelo menos).

"Fernando Alonso não corre na Malásia."

OK.

Vai dormir.

Rob Taylor (ex-Red Bull) será o projetista chefe do Team Haas F1 enquanto que
Ben Agathangelou (ex- Ferrari-Benetton-Red Bull) assumirá a parte aerodinâmica.

Adrian Newey enfrenta atrasos para entregar sua interpretação ideal do regulamento
de 2015.

O bico da Red Bull (bem curto) idealizado pelo projetista não passou no crash test
da FIA.

O Santander não renovou o patrocínio que havia nos GPs da Alemanha e Inglaterra.

Motivo foi o custo / benefício.

Por fim uma pergunta.

Os contratos de Nasr e Ericsson obrigam a Sauber a colocá-los como
titulares?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Rascunho Convite


























Imagens da trajetória de Valtteri Bottas no automobilismo.

O nome da vez no jogo.

Por que?

Alguns motivos.

Ferrari, Mercedes, Williams e McLaren.

O piloto de 25 anos está na alça de mira das maiores escuderias da Fórmula 1.

Bottas é o mais promissor motorista do grid atual.

Explico.

Além de seguro e talentoso está com as portas abertas para negociar com as
grandes.

Tem tudo para se tornar campeão mundial nos próximos anos.

Só precisa fazer as escolhas corretas.

Lembra do Pascal Wehrlein?

Não?

No ano passado falamos dele num post que nem recebeu muita atenção.

Clique aqui.

Pois bem.

Ele será um dos pilotos que conduzirá a Force India (carro de 2014) nos
testes de Barcelona (no primeiro e terceiro dia).

Susie Wolff (Williams - primeiro dia) e Joylon Palmer (Lotus - segundo dia)
serão os outros nomes "não titulares" que irão rodar nos quatro dias dos
últimos testes antes da estreia na Austrália.

Os desenhos que chegam de Maranello não deixam dúvidas que a Ferrari
quer mudar a categoria máxima do automobilismo.
















Interessantes as ideias.

Pelo menos pensaram em dar mais espaço para os patrocinadores.

O Tordo diz que as figurass são idênticas aos do último cartão de natal
que Adrian Newey recebeu proveniente da Itália.

Por fim.

É esperar nos próximos dias:

Um assombroso desempenho da Mercedes na pista da Catalunha.

Descobrir se a Scuderia Italiana se encontrou de verdade.

Se a Red Bull se embolou com a Renault.

E ainda descortinar a McLaren / Honda.

Tá bom?














quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Rascunho Esperança
















Depois de quatro dias de testes ficam algumas impressões.

A Mercedes (quase 2,500 km rodados) parece indestrutível.

Com Lewis Hamilton querendo assinar seu contrato antes de alinhar na
Austrália, as flechas de prata devem continuar a dizer qual a música
deverá tocar na temporada 2015.

O que falta para o acerto?

Toto Wolff não quer uma diferença salarial grande entre seus pilotos.

Isso é um ponto.

O outro diz respeito a imagem da empresa.

A marca deve estar acima de tudo.

Inclusive da vaidade do atual campeão mundial.

Arestas.

A Red Bull foi mal?

Consultei o Tordo.

Ele me diz para não ir atrás do senso comum.

Os ajustes aparecerão nos testes da Catalunha e após as primeiras provas
do calendário.

Entre a China e Barcelona poderemos avaliar de verdade o trabalho de
Adrian Newey.

Ninguém notou.

Mas a Williams apostou na ousadia.

O carro veio durante todo o período de testes se arriscando na parte
aerodinâmica.

Buscando o tempo todo soluções.

Em silêncio.

Frank me passa a impressão que está sonhando alto.

Não será surpresa para mim se, do meio para o final do campeonato, o
pessoal de Grove definir um primeiro piloto (olhando os resultados) e
apostar tudo nisso.

A alegria da Sauber mostra que a Ferrari acertou muitas coisas.

O carro vermelho está com a cara de Sebastian Vettel.

Sorte que Kimi Raikkonen possui gostos semelhantes.

O desenho de James Allison deixou o bólido da Scuderia Italiana bonito
nas curvas, entenda.

Há a esperança de que teremos uma boa temporada.

Por fim, uma imagem para comparar.

Os nomes da Fórmula 1 dez anos atrás.

E hoje.


sábado, 31 de janeiro de 2015

Avulsas




























Imagens.

De cima para baixo.

O circuito africano de Phakisa.

O segredo da Ferrari.

E a turma chegando para os testes em terras espanholas.

Enquanto isso a McLaren ainda esconde suas cores.

Assim como Adrian Newey encobre suas soluções (até o último momento) para o
carro da Red Bull.

(dizem que se conseguir uma volta em Jerez será muito....)

A derradeira criação (solitária) do maior projetista.

E que interessante ver o símbolo da Alfa Romeo na carenagem do bólido da
Scuderia Italiana!






quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Rascunho Spy vs Spy


























Duas da série BMW M1 ProCar.

Desintoxicando.

Confirmando a nossa imagem exclusiva, Lewis Hamilton declarou em entrevista
que dormiu apenas 4 horas de sábado para domingo em Abu Dhabi.

Claro.

Contratamos o fotógrafo que conseguiu o click espetacular!










Falando em fotografia, a Ferrari colocou um dos membros da sua equipe com uma
câmera infravermelha para acompanhar todos os procedimentos da Mercedes.

O objetivo é entender a distribuição de calor nos flechas de prata.

Instruída por rádio, a agente secreta italiana só deixou seu posto quando um indivíduo
do time alemão chegou para acabar com a festa.

Tá doido!


Interessante.

Na opinião do comando da Red Bull não havia mal algum em liberar Sebastian
Vettel para testar com a Scuderia Italiana em Abu Dhabi.

Estava tudo certo e autorizado.

Quem deu a última palavra e vetou qualquer possibilidade disso acontecer foi
Adrian Newey.

Ninguém pode ficar surpreso se a Forza Rossa alinhar no grid da Austrália em
2015.

Tá fácil.

Já que, durante toda a confusão que envolveu a equipe verde, os caras tiveram
acesso a todos os projetos do carro da Caterham com as especificações da
próxima temporada.

Lembrando que o grupo estratégico (formado pelas seis maiores escuderias da
Fórmula 1) permitiu que a Caterham e a Marussia utilizem as versões atuais de
seus motores (2014) no ano que vem.

Assim fica claro que as fotos liberadas do bólido da Marussia em escala para testes
no túnel de vento são na verdade um anúncio para atrair compradores.

Espertos.

domingo, 12 de outubro de 2014

Rascunho Inocente


































Dia das crianças.

Filhota.

A guerra dos fabricantes de motor está declarada.

De um lado estão Renault, Ferrari (e Honda) clamando pelo descongelamento.

Do outro está a Mercedes dizendo que tudo fica como está.

Lembrando que é preciso unanimidade para que haja mudanças.

Jean-Eric Vergne ganhou um aliado.

Franz Tost adotou a postura de defender a permanência do piloto para 2015.

Mas apesar de comandar a Toro Rosso, dizem que a opinião do dirigente não
faz tanta diferença na escolha de quem irá ocupar o cockpit vago.

Tost usa como principal argumento a experiência do francês.

Quem deseja experiência também é o pessoal da Haas.

A nova equipe deve anunciar seus motoristas no verão europeu do ano que
vem.

A ideia de ter um americano entre os escolhidos não é descartada.

Entretanto ela não é fundamental.

Porém ser for esse o caminho, o nome deverá vir da Indy.

Sergey Sirotkin andou falando pra quem quisesse ouvir que estará no grid
da Fórmula 1 em 2015.

Lembrei de Vitaly Petrov (um ano atrás) dizendo que estaria disputando a
primeira corrida em Sochi.

A confiança de Sirotkin está baseada no acordo da Sauber com os patrocinadores
russos.

Coisa de mais de 300 milhões de Euros.

Uns dizem que já fechou.

Outros afirmam que ainda seguem as tratativas de Fernando Alonso com
a McLaren.

A equipe estaria endurecendo sua posição perante o espanhol.

E a Mercedes?

Um ano absoluto!

Por fim.

Notas vermelhas.

A Ferrari tenta uma nova carga sobre Adrian Newey.

E o plano "Ross Brawn" foi totalmente descartado pela Scuderia Italiana.

Dizem que as recusas de Brawn para Mattiacci podem estar associadas a
algum problema de saúde.

Tomara que não.