domingo, 12 de outubro de 2014

Rascunho Inocente


































Dia das crianças.

Filhota.

A guerra dos fabricantes de motor está declarada.

De um lado estão Renault, Ferrari (e Honda) clamando pelo descongelamento.

Do outro está a Mercedes dizendo que tudo fica como está.

Lembrando que é preciso unanimidade para que haja mudanças.

Jean-Eric Vergne ganhou um aliado.

Franz Tost adotou a postura de defender a permanência do piloto para 2015.

Mas apesar de comandar a Toro Rosso, dizem que a opinião do dirigente não
faz tanta diferença na escolha de quem irá ocupar o cockpit vago.

Tost usa como principal argumento a experiência do francês.

Quem deseja experiência também é o pessoal da Haas.

A nova equipe deve anunciar seus motoristas no verão europeu do ano que
vem.

A ideia de ter um americano entre os escolhidos não é descartada.

Entretanto ela não é fundamental.

Porém ser for esse o caminho, o nome deverá vir da Indy.

Sergey Sirotkin andou falando pra quem quisesse ouvir que estará no grid
da Fórmula 1 em 2015.

Lembrei de Vitaly Petrov (um ano atrás) dizendo que estaria disputando a
primeira corrida em Sochi.

A confiança de Sirotkin está baseada no acordo da Sauber com os patrocinadores
russos.

Coisa de mais de 300 milhões de Euros.

Uns dizem que já fechou.

Outros afirmam que ainda seguem as tratativas de Fernando Alonso com
a McLaren.

A equipe estaria endurecendo sua posição perante o espanhol.

E a Mercedes?

Um ano absoluto!

Por fim.

Notas vermelhas.

A Ferrari tenta uma nova carga sobre Adrian Newey.

E o plano "Ross Brawn" foi totalmente descartado pela Scuderia Italiana.

Dizem que as recusas de Brawn para Mattiacci podem estar associadas a
algum problema de saúde.

Tomara que não.











8 comentários:

Renato Santos disse...

Tomara que a Sauber consiga tirar o pneu do barro, a presença do Puthin, inchado e com aparência doente, me pareceu um sinal de que as coisas não são tão feias como dizem. Mas também pode não ser.

Alfredo Aguiar disse...

Corradi
O que muitos esquecem é que quem "planta" o espanhol na Mercedes são jornais alemães, ligados a Mercedes.
Então a Mercedes quer o espano? A Mercedes quer somente mostrar ao Lewis que existe outra opção, na hora de negociar a grana para a extensão do atual compromisso.
Hoje Hamilton parabenizou a equipe pelo "primeiro" campeonato, disse que estão fazendo história juntos e mostrou que pode conviver bem com o Rosberg, mesmo os dois disputando o campeonato palmo a palmo.
Há essa alturas do campeonato em 2007 os dois pilotos da McLaren já usavam adjetivos para se referir a genitora um do outro. O britânico mostra que não é só dinheiro, paz de espírito tem preço. Se fosse outro o companheiro do Rosberg talvez a Red Bull levasse por fora enquanto sobrassem chaves de boca voando nos boxes das estrelas de três pontas.
Enquanto isso o Marca solta misseis sem alvo, onde pegar pegou, melhor que ficar a pé. Tem muita gurizada nova boa. A fila anda e convencer o resto do mundo que o cara é o melhor, o mais completo e que ficou a pé, está cada vez mais difícil. Sempre tem o conselho do Massa, ainda existem vagas na Caterham e Marussia, quem sabe até na Sauber. Receber uma fechada de porta da Williams e da Lótus deve machucar o ego!!!

Alfredo Aguiar disse...

Feliz dias da crianças para as nossas crianças e todas as crianças do mundo!!!

Anônimo disse...

Alguns pitavos...


* Vergne

Cultura inútil...
Com o GP de hoje, Jean-Éric Vergne, juntamente com Sébastien Buemi, é o piloto que mais conduziu um carro da Toro Rosso.

Os número:

Vergne:
55 GPs, 14.269,175 km percorridos (em 16.675,074 km disputados).
Tem 2 sextos lugares como melhores resultados.

Buemi:
55 GPs, 13.354,350 km percorridos (em 16.633,291 km disputados).
Tem 2 sétimos lugares como melhores resultados, mas tem 1 volta de GP liderada (GP do Canadá 2010, volta 14).


* Petrov

Se não me engano, ele pilotou um mercedes na inauguração da pista... isso conta?

==>> http://www.caranddriverthef1.com/sites/default/files/node_articulof1_imagen/petrov2_1.jpg


* Ron Dennis

O chefe/dono McLariano afirmou em entrevista a Martin Brundle que valoriza muito a lealdade ao time por parte de seus pilotos...
Fernando Alonso não foi muito leal ao pessoal de Woking em sua passagem por lá, não é mesmo?


* Ross Brawn

O tal problema de saúde de Ross ocorreria se ele voltasse a Maranello, não?





um abraço,
Renato Breder

Iain Larsen disse...

Falando de motores:

Antes do GP do Japão Ron Dennis fez uma acusação publica contra a Mercedes: "recebemos motores com rendimento nitidamente inferior aos usados pelo time do fabricante".

Apos, e durante as corridas do Japão e Russia vimos uma McLaren renascida, com Button em 5to. 4to lugares respectivamente.

Muita diferença para atribui-la a aprimoramentos de chassis, principalmente nestes circuitos que exigem potentes PU, prova disto as RBRs arrastando lentamente suas eficazes carrocerias.

Um tuning de software feito muito discretamente para tranquilizar os clientes (que reclamam) seria um cenário absurdo?

Renato Santos disse...

Breder, cadê o seu blog? Você já está pronto!

Humberto Corradi disse...

Iain Larsen

Boa pergunta.

Apenas a Williams tem acesso a todas as informações da unidade de força da Mercedes.

Privilégio que a Force India e a McLaren não podem desfrutar.

O time de Ron Dennis menos ainda pois usará o motor Honda no ano que vem.

Não custa nada esconder informações dos japoneses.

Valeu

Humberto Corradi disse...

Iain Larsen

Boa pergunta.

Apenas a Williams tem acesso a todas as informações da unidade de força da Mercedes.

Privilégio que a Force India e a McLaren não podem desfrutar.

O time de Ron Dennis menos ainda pois usará o motor Honda no ano que vem.

Não custa nada esconder informações dos japoneses.

Valeu