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sexta-feira, 31 de março de 2017
Reservas
Outro dia estava olhando algumas listas antigas de pilotos da Fórmula 1.
É curioso ver quem eram os pilotos reservas e os de testes de algumas equipes.
Uns se tornaram logo titulares.
Outros foram brilhar em outras categorias.
Destaquei alguns nomes interessantes.
Vamos lá!
2002
Ryan Briscoe aparece na lista da Toyota e um tal de Fernando Alonso, após sua
passagem pela Minardi, está nas fileiras da Mild Seven Renault.
O espanhol era o reserva de Jarno Trulli e Jenson Button.
2003
O chinês Ho-Pin Tung, vencedor da versão asiática da Formula BMW,
como premiação arruma um teste pela Williams.
Quase 10 anos antes do Ma Qing Hua (Caterham).
Naquele ano chama atenção a turma verde e amarela entre os suplentes
e testadores.
Felipe Massa (Ferrari), Antonio Pizzonia e Ricardo Sperafico (Williams)
e o Ricardo Zonta (Toyota).
2004
Scott Dixon, aquele mesmo da Indy, deu o ar da graça na Williams fazendo
uma figura.
2005
Ainda durante sua parceria com os motores alemães, a Williams faz o favor
de apresentar Sebastian Vettel e Nico Rosberg ao mundo da Fórmula 1.
2006
O piloto venezuelano Ernesto Viso e Adrian Sutil foram parar na Spyker.
Neste mesmo ano, o nome de Lewis Hamilton aparece pela primeira vez
na McLaren.
2007
Ricardo Zonta e Nelsinho Piquet formam a dupla brasileira de reservas da
Renault.
Mike Conway (Honda) Kamui Kabayashi (Toyota) e Giedo van der Garde
(Spyker) também estão nas listas daquela época.
2008
Na temporada vencida por Hamilton, Romain Grosjean e Lucas di Grassi
brigam por um espaço na Renault.
Nico Hulkenberg aparece na Williams.
2009
Paul di Resta inicia sua ligação com a Force India.
2010
Aqui a coisa pega, pelo menos na quantidade.
Muitos nomes conhecidos nessa safra.
Valtteri Bottas nasce na equipe de Frank Williams.
Esteban Gutierrez surge na Sauber e Luiz Razia na Virgin.
Daniel Ricciardo começa sua escalada na Toro Rosso.
Ho-Ping Tung, aquele chinês de 2003, reaparece testando pela
Renault.
Sei lá por que...
2011
Os italianos da Ferrari mostram o primeiro fruto de sua academia:
Jules Bianchi.
Enquanto isso, Jean-Éric Vergne tentava marcar seu território na
Toro Rosso
2012
Max Chilton tem seu nome citado pela Marussia.
2013
Heikki Kovalainen e o americano Alexander Rossi aparecem no
banco da Caterham.
E o venezuelano Rodolfo Gonzalez tinha esperança de seguir os
passos de Maldonado.
2014
Felipe Nasr e Susie Wolff eram os nomes na Williams caso houvesse
algum problema com a dupla Massa / Bottas.
Um menino chamado Max Verstappen é o reserva da Toro Rosso.
Esteban Ocon estva no banco da Lotus-Renault.
Alexander Rossi vagueia entre a Caterham e Marussia.
Giedo van der Garde (que traria problemas jurídicos) e Sergey Sirotkin
(que anos depois se juntaria a Renault) têm seus nomes relacionados pela
Sauber.
2015
Aparece Jolyon Palmer como reserva da Lotus-Mercedes.
2016
O mexicano Alfonso Celis Jr. inicia um programa com a Force India.
Jordan King (com altas expectativas de titularidade no ano seguinte)
fica vinculado com a Marussia.
Esteban Ocon e o russo Sergey Sirotkin esfregam as mãos na Renault.
Porém o destino traria surpresas...
E aí?
Lembrou de mais algum personagem interessante?
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Humberto Corradi
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11:00
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terça-feira, 19 de abril de 2016
Pequenas Passagens
A Sauber está lutando outra vez para sobreviver.
Mais uma temporada e o time de Hinwil busca alternativas para resolver seus
problemas financeiros.
Participações no time estão sendo oferecidas no mercado.
O controle (Peter Sauber 2/3 e Monisha Kalterborn 1/3) da escuderia poderá
ganhar mais um nome.
Pelas conversas (e geografia do dinheiro), Marcus Ericsson parece estar envolvido
na busca por soluções.
Enquanto isso, a Sauber fará pequenas parcerias a cada GP para completar seu
orçamento.
Não é de hoje que a escuderia suíça tenta se equilibrar.
Talvez a solução mais curiosa tenha sido quase realizada em 2013.
Do meio para o final daquela temporada, Andrei Tscheglakow (Marussia) e a
Sauber abriram tratativas para uma fusão.
O nome seria Marussia F1 Team Sauber.
O plano era promover uma interação entre os grupos técnicos utilizando as
instalações da Sauber, incluíndo aí seu túnel de vento para desenvolvimento
do carro.
Tscheglakow entraria com um investimento de 10 milhões de euros anuais e
ainda se comprometeu a trazer parcerias russas.
Avisado pelas partes, Bernie Ecclestone deu sinal verde para a concretização
do negócio.
Faltava apenas uma coisa.
Os pilotos.
O consenso indicou dois nomes.
Jules Bianchi (revelando que o motor da nova equipe seria Ferrari) e venezuelano
Pastor Maldonado.
Pastor e seus milhões de euros da PDVSA seriam essenciais para o time poder
iniciar sua caminhada.
Com o francês tudo foi bem.
O projeto foi apresentado para Maldonado.
E o trabalho pelo convencimento da Venezuela de entrar na empreitada foi intenso.
Entretanto o piloto latino e seu apoiador escolheram salvar a Lotus.
Enterrando qualquer possibilidade da fusão Marussia / Sauber se concretizar.
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Humberto Corradi
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13:30
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Rascunho Difícil
Da situação da Sauber pode-se falar tudo.
Menos que é algo inesperado.
Durante a temporada passada (ou antes) o Rascunho foi contando uma história.
No final de 2013 (dezembro) o Blog disse que a tentativa de Felipe Nasr entrar
na equipe se dava por conta do dinheiro e nada tinha a ver com talento.
Em agosto do ano passado, ficou claro que o plano que envolvia os patrocinadores
russos (e Sirotkin) não vingaria.
A crise política envolvendo a Russia e a Europa impediu qualquer evolução de
um acordo.
No mesmo mês conversamos que os atrasos nos pagamentos para a Ferrari
dificultavam até mesmo o orçamento da Scuderia Italiana, que contava com
esse dinheiro para o contínuo desenvolvimento do motor.
Os pilotos para 2015, que já estavam definidos (Sutil e Giedo), passaram a
ter um horizonte nebuloso.
O dinheiro precisava entrar e os cockpits seriam boas fontes, já que não havia
perspectiva de um patrocinador.
(o sonho de ter a grana do bilionário Lawrence Stroll se findava).
Nada deu certo.
Veja quantas coisas e quantos nomes: Sirotkin, russos, Lawrence Stroll, Simona
de Silvestro (que achou que conseguiria levantar 25 milhões de dólares!)...
Em novembro o leilão dos pilotos terminou.
A equipe respirou.
Pois "nasce um otário todos os dias".
No site do Grande Prêmio veio a atualização desse cenário.
Ainda falta dinheiro e Peter Sauber vive do favor e benevolência da Ferrari.
Falando em complicações.
Marussia e Haas, vai?
Lembra que você leu aqui sobre a surpresa de Hockenheim ao ser citada por Bernie
Ecclestone no imbróglio com Nurburgring ?
Agora sabemos o porquê.
Não há acordo com nenhuma das pistas.
Interessante.
Olhando os resultados dos últimos anos (Mercedes e Red Bull), está claro o tamanho
do investimento para chegar ao título nestes novos tempos.
Algo em torno de 1 bilhão de euros (num período de três ou quatro anos) antes de obter
uma conquista.
O planejamento dos alemães mostra a continuidade da derrama de valores para
perpetuar seu domínio (mais 5 temporadas).
E os japoneses da Honda estão na mesma toada.
Lewis Hamilton colocou panos quentes em sua negociação com a Mercedes.
"Eles querem e eu também quero a renovação..."
Sim, mas não devemos esquecer que Toto Wolff já citou os substitutos Fernando
Alonso e Valteri Bottas (caso precise).
Muitas pontas soltas, não?
A Force India apresentou seu carro, porém vai se atrasar nos testes.
A verdade é que o novo túnel de vento utilizado pelo time mostrou muitas falhas
no projeto original.
Por fim, o novo projeto de Jacques Villeneuve.
A Área 27.
Um complexo no Canadá que envolve circuitos (Karts também), hotel, clube e
restaurantes.
A coisa pretende ser um centro para aprendizado, exibições, test track e competição.
Tudo respeitando a atual regulamentação da FIA.
Humm...
Você pode ter uma ideia da proposta aqui no site oficial.
Tem até um vídeo do traçado da pista principal abaixo.
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Humberto Corradi
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terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Rascunho Fogo
Mudanças...
Grandes pneus, valorização do braço do piloto e restrições aerodinâmicas.
O futuro da categoria máxima do automobilismo (3 anos).
Os boatos dizem que a McLaren virá laranja.
Ou branca.
Ou os dois!
Você pode ter lido por aí que a PDVSA pode estar perto de dizer adeus para
a Fórmula 1.
Na verdade o que deverá ocorrer é uma redução dos investimentos.
Os venezuelanos tendem a continuar, mas com algo entre 15 e 20 milhões de
euros nos próximos anos.
Hoje a coisa está em trinta.
Marussia ainda respira o sonho (quinze dias ou será o fim).
Force India ou México?
Estranho é ver a Mercedes dizendo que Fernando Alonso (primeira opção) ou
Valtteri Bottas (segunda opção) poderiam substituir Lewis Hamilton na temporada
que vem.
Estranho porque estamos a menos de um mês dos primeiros testes do ano e estamos
falando do atual campeão mundial.
É momento de se discutir isso?
As pontes estão queimadas?
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Humberto Corradi
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12:18
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Rascunho de Novo
Peterson.
Alguns ventos dizem que a Genii Capital está negociando a venda da Lotus.
Os boatos aumentam quando vemos que o time negro ainda não passou no
crash test da FIA.
Coisa que levanta ainda mais suspeitas, claro.
Assim como a situação caótica de outra frente de investimentos.
A De Tomaso.
O plano não deu certo.
Clique aqui neste link de 2013 para lembrar.
Outro indício é o interesse crescente da Genii pelo Futebol...
Mas o Tordo me conta um segredo.
Existe um contato adiantado com um patrocinador master.
O que mudaria o nome da Lotus.
Aguardemos.
Quer dizer se Hamilton não quiser, vem o Alonso.
E se Ferdi não quiser, vem o Bottas.
Anotado no bloquinho da Mercedes.
Adrian Sutil está num dilema.
Descansar ou trabalhar nas 24 horas de Le Mans?
Na lista de dívidas da Marussia notamos que a escuderia deixou contas na
Ferrari (mais de 20 milhões de Euros) pelo uso do motor e na McLaren
(quase 10 milhões de euros) por conta da utilização do simulador.
Falando em Ferrari, a Scuderia Italiana firmou contrato com a AVL.
Empresa austríaca referência no desenvolvimento de motores.
E grande parceira da Red Bull.
Dê uma olhada neste link.
Parece que quando Sebastian Vettel fala, os italianos ouvem com atenção.
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Humberto Corradi
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09:58
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Rascunho Spy vs Spy
Duas da série BMW M1 ProCar.
Desintoxicando.
Confirmando a nossa imagem exclusiva, Lewis Hamilton declarou em entrevista
que dormiu apenas 4 horas de sábado para domingo em Abu Dhabi.
Claro.
Contratamos o fotógrafo que conseguiu o click espetacular!
Falando em fotografia, a Ferrari colocou um dos membros da sua equipe com uma
câmera infravermelha para acompanhar todos os procedimentos da Mercedes.
O objetivo é entender a distribuição de calor nos flechas de prata.
Instruída por rádio, a agente secreta italiana só deixou seu posto quando um indivíduo
do time alemão chegou para acabar com a festa.
Tá doido!
Interessante.
Na opinião do comando da Red Bull não havia mal algum em liberar Sebastian
Vettel para testar com a Scuderia Italiana em Abu Dhabi.
Estava tudo certo e autorizado.
Quem deu a última palavra e vetou qualquer possibilidade disso acontecer foi
Adrian Newey.
Ninguém pode ficar surpreso se a Forza Rossa alinhar no grid da Austrália em
2015.
Tá fácil.
Já que, durante toda a confusão que envolveu a equipe verde, os caras tiveram
acesso a todos os projetos do carro da Caterham com as especificações da
próxima temporada.
Lembrando que o grupo estratégico (formado pelas seis maiores escuderias da
Fórmula 1) permitiu que a Caterham e a Marussia utilizem as versões atuais de
seus motores (2014) no ano que vem.
Assim fica claro que as fotos liberadas do bólido da Marussia em escala para testes
no túnel de vento são na verdade um anúncio para atrair compradores.
Espertos.
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Humberto Corradi
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10:08
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quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Rascunho Magoado
O Tordo riu!
Pra quem ainda questionava o fato de Fernando Alonso ter sido demitido da
Ferrari, aí está a prova.
Depois que Marco Matiacci (que desligou o espanhol da Scuderia Italiana) foi
mandado embora, Ferdi e Briatore não perderam a oportunidade de tripudiar
da situação com uma foto.
Como o novo chefe de gestão esportiva de Maranello (Maurizio Arrivabene) é
um executivo da Marlboro (patrocinadora da equipe) o recado ficou bem claro.
A dupla, que continua ligadíssima desde os tempos da Renault, não deve ter
digerido bem ao ver Sebastian Vettel ocupar o nobre lugar na Fórmula 1.
A imagem revela a mágoa pura de quem foi preterido.
Em tempo.
Tudo leva a crer que Mattiacci não deverá ficar desempregado por muito tempo.
Ainda sobre a Ferrari.
Um rumor surgiu indicando que Valtteri Bottas poderia estar na mira dos vermelhos
para 2016.
Lembra daquela conversa do último Rascunho falando na possibilidade de uma vaga
no time de Maranello? Então.
Acabou a história da pontuação dobrada.
Vergne já se despediu da Toro Rosso (um francês na Williams?) .
Enquanto que o atual campeão da GP2, Jolyon Palmer, se aproxima da Force India
para tentar se colocar como piloto de testes.
Fontes diferentes indicam que a Caterham negocia novamente com um comprador.
Por fim.
A primeira ideia do que seria a Marussia em 2015.
Um modelo em escala para os testes em túnel de vento.
O Manor MNR1-Ferrari nasceu morto.
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Humberto Corradi
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13:41
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Rascunho Pós
Ontem, no início do dia, o Tordo havia me avisado.
"Não coloque nenhum comentário sobre Fórmula 1 no Blog.
Espere.
Há mudanças no ar."
O alerta veio pois colocaria um post comentando sobre o grid de 2015.
Equipes e pilotos.
Obedeci.
Postei só um 'Tá doido!"
Aí três coisas aconteceram.
A primeira.
Felipe Nasr atropelou Adrian Sutil, Giedo Van der Garde e Sergey Sirotkin.
O brasileiro veio por fora e arrematou a vaga na Sauber.
Arrematou porque houve um leilão pelo cockpit.
O Banco do Brasil derramou uma grana para ter o piloto entre a turma titular
da próxima temporada.
A instituição financeira abraçará o time suíço e deverá dizer adeus para a Williams.
A segunda.
Jean Éric-Vergne virou favorito na luta pelo posto de companheiro de Max
Verstappen na Toro Rosso.
O francês está revertendo um quadro que era desfavorável para si.
A terceira.
O @PitlaneTalk encerrou sua conta no twitter.
A turma (que primeiro indicou a ida de Fernando Alonso para a McLaren)
havia feito uma promessa após a informação.
Se o destino do espanhol não fosse Woking, eles deixariam a Rede Social.
É isso.
Na lista publicada pela FIA sobre as equipes que estarão na F1 em 2015
aparece a Caterham e a Manor F1 (Marussia).
Esta última com um asterisco.
Pois carece de confirmação (ou pagar o que deve).
A Lotus está próxima de confirmar o companheiro de Pastor Maldonado.
Grosjean segue favorito.
A não ser que a propriedade da escuderia troque de mãos.
E a Porsche negou qualquer contato com Jenson Button.
Mentiu?
Por fim.
Uma pergunta.
E agora Nasr?
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Humberto Corradi
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07:41
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terça-feira, 4 de novembro de 2014
Rascunho com Pequenos Sonhos
Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet também são chegados numa Mercedes.
A grande vencedora da temporada 2014 da Fórmula 1.
Que tem em seu DNA a Brawn GP, a Honda F1 Team, a BAR e a Tyrrell.
Tyrrell que quando foi adquirida pela BAR em 1997 contava com apenas duas
dezenas de pessoas trabalhando.
A coisa nasce pequena e se torna grande.
Lembre-se da Stewart (que após a Jaguar) se tornou Red Bull.
Um pouco de investimento pode transformar uma estrutura existente em algo de
real valor.
Pense nos embriões que são hoje a Caterham e a Marussia.
A ameaça de boicote das pequenas equipes nos Estados Unidos era real.
Mas uma solução parece ter sido encontrada.
A CVC Capital Partners (controladora da Fórmula 1) abriu o caixa.
Algo em torno de 100 milhões de euros.
Vamos esperar os efeitos do acordo.
Fernando Alonso está com o futuro encaminhado na McLaren.
No entanto cabe uma nota sobre a proposta da Lotus para o piloto espanhol.
Ao invés de salários, a escuderia negra ofereceu para Ferdi uma fatia (1/3) da
equipe em troca de um contrato em que Alonso assumiria o cockpit até 2017.
A Lotus ainda se comprometeu a dar um cargo de chefia para seu empresário
Luis Abad.
Proposta claramente costurada por Flavio Briatore.
E recusada.
O que não impediu da Burn (patrocinadora da Lotus) criar esperanças durante
o processo.
E sonhar com a possibilidade (de forma oficial) nas redes sociais...
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Humberto Corradi
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15:04
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segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Rascunho Acordado
Só para registro.
Watkins Glen.
1980.
Na Ásia existem interessados em adquirir a problemática Marussia.
Os valores para um acordo estão próximos.
A diferença entre a pedida e o que foi oferecido é de 10 milhões de Euros.
Falando em acordos.
Duas coisas.
A primeira.
Lembra do bilionário (e sedento por entrar na Fórmula 1) Lawrence Stroll?
Aquele que andou sondando equipes dentro da categoria máxima do automobilismo
recentemente?
Então.
O cara esteve em Woking.
Foi servido uma participação na McLaren junto com chá e torradas.
A segunda.
A parceria entre o TNT e a Ferrari termina junto com esta temporada.
Algum energético se candidataria a substituir a marca no carro vermelho?
Enquanto você pensa, um post de 2012.
Abra por aqui.
Coisa do Tordo.
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Humberto Corradi
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14:13
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Dependência ou Morte
As pequenas.
É comum não percebermos seu papel no meio ambiente da Fórmula 1.
Mas elas ajudam a reciclar os nomes.
Fornecem novos técnicos, engenheiros e pilotos.
São a porta de entrada.
Participam do desenvolvimento das maiores equipes com diferentes e preciosas
informações sobre o comportamento dos motores.
Acima coloquei três exemplos.
Fernando Alonso ganhando experiência na Minardi.
Michael Schumacher quando aproveitou para apresentar seu cartão de visita na
Jordan.
E Riccardo Patrese "pagando por seus crimes" na Arrows.
Patrese esperava uma oportunidade já que, após o acidente que vitimou Peterson,
a Ferrari (estava tudo certo!) rompeu as negociações com o italiano.
Uma espécie de sabático.
Hoje acompanhamos a confusão na Caterham (seu valor está na licença da F1).
E a situação da Marussia (que ameaça não ir para o GP de Austin).
Portas que estão se fechando.
Importantes por exercerem certas funções (como as citadas acima) na categoria
máxima do automobilismo.
E a Hass F1 Team?
Gene Hass está chegando na Fórmula 1 como a equipe B da Ferrari.
Seguindo o modelo Red Bull / Toro Rosso.
Com todo o apoio da Scuderia Italiana na sua construção.
O interesse no mercado americano fala alto ao coração dos italianos.
(Perceba que Bernie Ecclestone tentando emplacar mais uma prova nas terras
Ianques - New York, Long Beach e Las Vegas - não é à toa)
No entanto parece não haver espaço para os times menores (independentes) no
atual cenário.
Lembrando que não existem inocentes ou coitadinhos nesta história.
O futuro desenha a abertura de três carros por equipe?
Não sei.
É necessário um pouco mais de tempo para termos uma visão mais clara.
Mas as coisas estão mudando.
E a receita de parceria e integração das pequenas com as grandes escuderias
deverá ser a palavra de ordem.
Red Bull / Toro Rosso, Mercedes/Williams, Ferrari/Hass...
Dependência ou morte.
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Humberto Corradi
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08:38
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quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Rascunho SC
"Acho que é melhor deixá-los ir."
Bernie Ecclestone sobre a situação da Caterham.
A fábrica em Leafield amanheceu com os portões fechados.
Quem acompanha o Blog não deve estar surpreendido.
Interessante é que Marcus Ericsson, com 15 milhões de Euros na mochila, estará
flutuando no mercado.
Podia ir para a Marussia?
Bem...
A Ferrari já não está passando dados da atualização de seu motor 2015 para a
sua afilhada russa.
E a imprensa divulga que a Red Bull já concordou com a história de três carros
por equipe.
O tempo de duração do contrato de Fernando Alonso com a McLaren ainda está
pegando.
O piloto parece realmente sonhar com a Mercedes em 2016.
Ao mesmo tempo a espanhola Movistar conversa com a turma de Woking.
Um caminhão de dinheiro de patrocínio.
Por fim.
Pela situação das pequenas escuderias, o Safety-Car deve ter sido acionado nos
bastidores da categoria máxima do automobilismo.
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Humberto Corradi
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08:33
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sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Rascunho de Telas
Aquarela.
Sei que o assunto do momento é Fernando Alonso.
Mas desde ontem o Tordo (sempre ele!) vem me chamando atenção para as
movimentações na Red Bull.
Primeiro foi Kenny Handkammer.
O chefe dos mecânicos (junto da equipe desde 2006) deixou o barco.
Se você não sabe, Handkammer era o general que comandava com mão de ferro
os bastidores do time dos energéticos.
E não vai nem estar em Suzuka.
Estranho o desligamento repentino de um homem que trabalhou ativamente nos
quatro títulos de Sebastian Vettel.
O segundo está sendo Riccardo Adami.
O engenheiro da Toro Rosso (estava com Vettel em 2008) está se mudando
para a Ferrari.
Adami que atualmente era responsável pelo simulador usado pelas duas equipes
irmãs.
Mudanças e movimentos nos bastidores.
Interessante.
Perguntaram pra Vettel se estava garantida sua permanência na Red Bull em 2015.
A resposta do piloto.
"Não, claro que não!
Eu poderia cair da escada e me machucar."
Vettel nunca mostra suas cartas.
Fórmula 1 no Japão.
Via Alina.
A ideia de um retorno da Alfa Romeo para a Fórmula 1 passa pelas cabeças que
hoje comandam o mundo FIAT.
Mas o objetivo não é apenas vender motores.
E sim reviver a marca com resultados expressivos na pista.
Cabe a interpretação que é preciso buscar escuderias mais fortes no grid para usar
as unidades de força fornecidas pelos italianos.
Sergio Marcchione foi claro.
"Não podemos nos dar ao luxo de continuar a fornecer para equipes fracas.."
Um cenário bonito para Sauber, Marussia e Haas.
Só que não.
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Humberto Corradi
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08:31
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Rascunho do Lado Errado
O Circuito de Suzuka.
E a evolução.
Pergunto ao Tordo sobre sua expectativa do Caso Alonso.
Poderia ocorrer um retorno para a McLaren?
O pequeno pássaro começou sua resposta lembrando daqueles que partiram e
retornaram.
"Hill (o pai) e Ronnie com a Lotus.
O engraçado Laffite na Ligier.
O Leão com a Williams.
Raikkonen e a Ferrari..."
Mas e a McLaren? - Questiono.
Mais história.
"Woking fez de tudo para que o professor voltasse após a morte de Senna."
OK.
Há precedentes.
Preciso reconhecer.
Ele continua.
"Você não pode obrigar ninguém a ficar.
E as mudanças nos próximos anos serão gigantescas em Maranello.
A escolha está aí."
Haverá a troca de equipe?
"Como disse Briatore:
'Todo mundo muda.'
E chega.
Estou do lado errado do mundo."
Mudando de assunto.
Simona de Silvestro (que bancou com seus apoiadores os testes em Fiorano)
disse adeus ao seu sonho de entrar na Fórmula 1 pela Sauber.
Como acabou o dinheiro, o amor também se foi.
Falando em pequenas.
Roberto Mehri na Caterham e Will Stevens na Marussia estarão nos primeiros
treinos no Japão.
Segundo Toto Wolff, Lewis Hamilton está 99% certo para pilotar pela Mercedes
em 2015.
Espero que o 1% que falta não seja por causa dos blogueiros.
Por fim.
Tem muita gente chata nas redes sociais.
Vou bloquear sem dó.
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Humberto Corradi
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14:42
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Rascunho de Fuso
Um espaço para os fumantes.
Normal.
Ainda mais na equipe patrocinada pela Philip Morris.
Lembra que o bilionário canadense Lawrence Stroll fez uma proposta para a
Sauber?
A coisa não evoluiu.
Os valores foram considerados baixos.
Mas Stroll não desistiu da Fórmula 1.
Agora resolveu apontar sua artilharia para outra escuderia: a Marussia.
Que coincidentemente também usa motor Ferrari.
Ferrari que tem um academia de pilotos da qual o filho de Stroll faz parte.
É muita coincidência, não?
Após a demissão de Montezemolo, a Ferrari pode tomar o caminho da Bolsa de
Valores de Nova Iorque.
O presidente Sergio Marcchione sabe o valor da empresa italiana e quantos bilhões
a marca pode trazer para os cofres da FIAT.
Sendo assim, a Scuderia Italiana alcançaria sua terceira fase.
A primeira foi a do nascimento.
Que envolve o período de sua criação (e controle) pelo Commendatore Enzo Ferrari.
A segunda fala do tempo em que passou para as mãos da FIAT.
A terceira deverá trazer novos investidores que pela primeira vez na história poderiam
tirar o controle das mãos dos italianos.
O que mudaria?
Perderia o encanto e a magia?
Não sei.
Mas há o precedente da Lamborghini, hoje controlada pela Volkswagen.
Já sobre Fernando Alonso só ouço (por enquanto) boatos estranhos.
Aguardando esclarecimentos do Tordo (que está com o fuso horário trocado...).
Diferente do português Felix da Costa que desistiu da Fórmula 1, Carlos Sainz JR.
ainda acredita que a Red Bull lhe dará uma oportunidade.
Primeiro foram as comunicações por rádio.
(pode mudar as regras no meio do campeonato?)
Agora Bernie Ecclestone quer acabar com a telemetria.
Interessante.
Claire Williams revela que a rápida confirmação de Valtteri Bottas no time por mais
uma temporada se deu por uma pressão dos patrocinadores.
A turma do dinheiro não queria saber de surpresas (desagradáveis) no time de Frank
em 2015.
A (confusa) Lotus assinou um contrato de apenas três corridas com a Hisense.
Depois de aparecer em Monza, a marca chinesa estará na lateral dos carros negros
também no Texas e em Abu Dhabi.
Falando nisso.
A categoria máxima do automobilismo fechou um acordo com a britânica Diageo.
A marca Johnny Walker será o whisky oficial (!) da fórmula 1.
"Never drink and drive".
Sei.
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Humberto Corradi
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09:50
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quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Rascunho Lotteria
Chuva em Monza?
Como disse meu amigo Paulo Abreu (do Volta Rápida):
"Aí é Lotteria..."
Fernando Alonso andou negando tudo.
Negou que estivesse negociando com Ron Dennis.
Negou o talento de Vettel ao colocá-lo num patamar abaixo de Lewis Hamilton e
Robert Kubica.
E ainda negou que irá faturar 35 milhões de euros por temporada na Ferrari, caso
confirme o novo contrato.
O espanhol diz que receberá 10 milhões de euros a menos que o valor que vem
sendo divulgado.
Vamos lá.
Quem negocia com a McLaren é seu empresário.
Mas o piloto segue os conselhos de Flavio Briatore (que nunca se deu com Woking).
O constante desmerecimento da trajetória de Sebastian Vettel tem motivo e merece
um post mais detalhado.
Quanto ao dinheiro, a grana é essa mesmo.
Ferdi está apenas jogando com as palavras.
Ele não menciona os ganhos de seu empresário e a fatia que ficará nos impostos.
Sauber e Marussia continuam a atrasar os pagamentos para a Ferrari.
A Marussia procura abertamente um substituto (com dinheiro) para Max Chilton.
A Sauber está com seus pilotos definidos para 2015.
Adrian Sutil e Giedo Van der Garde.
Apesar dos boatos que Sutil anda com atrasos...
Por falar nisso, os pilotos americanos estão com os pires nas mãos.
Alexander Rossi e Conor Daly penam sem apoio.
E Sochi segue ameaçada.
Voltando para a Ferrari, a Scuderia Italiana segue cheia de cuidados com a
Haas F1 Team.
Será a sua Toro Rosso.
Por fim.
Nunca é cedo demais para começar.
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Humberto Corradi
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08:00
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quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Rascunho Gráfico
Um gráfico.
As mudanças trazidas pelo novo regulamento estão sendo uma tragédia para
a Sauber.
Kobayashi parece não ter absorvido bem o golpe de perder seu lugar em
Spa-Francorchamps.
A Caterham fala que Andre Lotterer (que não vai sair da Audi) vem para ajudar
no desenvolvimento do carro.
Tanto que usará um equipamento bem diferente em relação ao de Ericsson.
Interessante.
O alemão não era a primeira opção da escuderia verde.
E também não está pagando para correr.
Outros pilotos foram sondados, inclusive motoristas que já estiveram na Fórmula 1.
Mas por que tirar Kamui e não Marcus Ericsson?
Porque Ericsson ajuda mais o time financeiramente e pronto.
Sir Jackie Stewart elegeu seus melhores do grid atual na categoria máxima do
automobilismo.
Fernando Alonso, Lewis Hamilton, Nico Rosberg e Sebastian Vettel.
Com louvores para o espanhol, o mais completo em sua opinião.
Lotus se aproximando cada vez mais da Mercedes.
As sanções financeiras impostas à Rússia estão dificultando a vida financeira
(patrocinadores) da Marussia e do menino Sergey Sirotkin.
A coisa não está bonita.
Por fim.
Os altos e baixos de Spa.
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Humberto Corradi
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11:33
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quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Rascunho dos Contratos
Zebra.
Interessante.
Os contratos de Kobayashi e Ericsson são bem semelhantes na Caterham.
A equipe precisa ativar a opção de renovação no meio da atual temporada.
Sendo assim, uma troca nos dois cockpits pode acontecer sem dores de cabeça
ainda em 2014.
Situação bem diferente ocorre na Marussia.
Chilton tem contrato até o final do ano que vem e Jules Bianchi até o fim desta
temporada (com a Ferrari).
Lembrando que o francês tem acordo com a Scuderia Italiana que o cedeu para
a Marussia.
Na Sauber está tudo aberto.
A assinatura com Gutierrez só tem validade até dezembro.
Sutil ainda tem uma opção para 2015 (o que hoje não quer dizer nada).
Na Lotus: Maldonado fica.
Grosjean precisa ver o que o time vai resolver com a Total (petrolífera francesa
que o patrocina).
Outro francês, o Vergne, precisa ver o que a Toro Rosso vai fazer com ele, pois
não tem nada garantido.
Já o menino Kvyat está seguro para 2015.
Estabilidade é a cara da Force India.
Seus dois motoristas possuem pontes com o time até 2016.
Perez está acordado para o ano que vem com opção para a temporada seguinte.
E Hulkenberg tem contrato certo, sem opções.
Mas o piloto alemão colocou uma cláusula curiosa antes de assinar.
Caso apareça uma chance numa das top, ele pode optar em deixar a equipe.
Na McLaren está a nuvem da dúvida.
Button para ficar precisa chegar a um acordo.
Magnussen possui vínculo com Woking até 2016.
Mas Ron Dennis pode dispensar o menino quando bem entender sem qualquer
necessidade de ressarcimento.
Uma notinha.
Button parece mesmo estar atrás da Williams.
O que leva a crer que a McLaren pode ter encontrado seu nome...
Felipe Massa está garantido para o ano que vem e com o apoio da Petrobras
sua opção para 2016 deve ocorrer sem problemas.
Valtteri Bottas também já tem contrato para 2015. E só.
Fernando Alonso termina seu acordo com a Ferrari nesta temporada.
O que há são opções (baseadas em performances do time) para os dois anos
seguintes.
Os italianos o querem até 2019.
O piloto espanhol já deu seu preço.
2019... hum...
A Ferrari vai pagar a fábula dos 100 milhões e ainda abrir mão de tentar contar
com Sebastian Vettel no futuro?
Já o segundo piloto de Maranello tem a opção para o ano que vem.
Ricciardo fica na Red Bull (se a equipe quiser) até 2017.
Vettel (que tem acordo para 2015) fica na Red Bull (se o piloto quiser) até 2017
também.
Na Mercedes Nico Rosberg renovou (2015-16-17 sendo esse último ano uma opção)
outro dia.
E sobre Lewis Hamilton não posso comentar.
Seus defensores entraram com uma ação que me impede de falar qualquer coisa sobre
o piloto inglês.
Só digo que a chave é novembro.
Postado por
Humberto Corradi
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22:19
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quinta-feira, 17 de abril de 2014
Rascunho com Esperança
Eu gosto dessas corridas de madrugada.
O entorno fica mais tranquilo.
Difícil é colocar tranquilidade e Marussia na mesma frase.
Os planos de negócios que envolviam a escuderia foram pro sal.
Havia sonhos ambiciosos.
Clique aqui para lembrar.
Mas aí tudo mudou.
O projeto do agressivo carro esportivo de rua naufragou.
Pois a esperança de ter uma parceria com a Ferrari para além das pistas da
Fórmula 1 se revelou uma grande ilusão.
Os italianos não se interessaram.
Mais.
O contrato que visava fornecer novos carros oficiais para o governo russo
também não vingou.
Vladimir Putin não gostou do conceito Limousine da marca.
Fora isso ainda há a suspeita de que a administração desviou recursos dos
investidores da marca.
Nikolai Fomenko está sozinho e sem dinheiro.
E a Marussia está morta.
Ou melhor, esperando um milagre.
Bob Bell, que ocupava o cargo de diretor técnico, está deixando a Mercedes.
Bell já trabalhou com James Allison na Fórmula 1.
Lembrando que Allison é o projetista da Ferrari.
Ligou as pontas?
Sobrou uma?
Eu sei.
Bell foi contratado por Stefano Domenicali.
Será que a Scuderia Italiana vai seguir com o plano?
Falando em Ferrari, o nome de Gerhard Berger esquentou.
Na McLaren, Jenson Button fala em parceria com Fernando Alonso.
A nova equipe Haas segue gerando muitas dúvidas.
Principalmente sobre como o carro será construído (a ideia de motor Ferrari
e chassi Dallara continua).
Por conta do tempo.
Outra coisa.
Talvez Gene Haas tenha a certeza que haverá a padronização de algumas peças
para redução de custos na categoria.
O que facilitaria sua vida.
De certeza mesmo na Haas existem apenas duas coisas.
O desejo de ter pelo menos um piloto mais experiente.
E que a dupla titular vai pagar caro para andar nos carros do time.
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Humberto Corradi
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10:32
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terça-feira, 15 de abril de 2014
Rascunho Amargo
Imagem de um solitário acelerando naquela pista das dunas.
Vamos lá.
Jean Todt e Mercedes de um lado.
Ferrari e Bernie Ecclestone de outro.
Infelizmente essa é a grande disputa do ano.
A Scuderia Italiana manda recadinhos atravessados através de entidades amigas.
O último foi do presidente do Comitê Olímpico Italiano
O cara disse que "não gosta desta nova Fórmula 1".
Quem se importa com a opinião desse sujeito?
Porém permanece o ataque.
Niki Lauda, pelo lado da Mercedes, responde.
Acusando.
"Estão destruindo o nosso esporte!"
A Red Bull não obteve êxito na sua apelação.
Assim, Daniel Ricciardo perde o pódio conquistado na Austrália.
Mas a Mercedes fez questão de enviar seu advogado para confirmar a decisão.
As outras equipes participaram apenas como ouvintes.
A Red Bull não sofrerá maiores punições (como queriam os alemães).
Não convém.
A Fórmula 1 está frágil demais.
Nada que não possa ficar pior.
A União Europeia pode colocar barreiras contra investimentos russos.
E essas sanções, infelizmente, viriam numa hora excelente para dizimar de vez
a Sauber e a Marussia.
Times que contam com investimentos daquele país.
Depois que a WSBK (motos) retirou a etapa russa do calendário, acho que tudo
pode acontecer.
Ou não, falando do GP de Sochi.
Com tantas coisas assim acontecendo, eu ando meio desconfiado de tudo.
Pedro Piquet, 15 anos, está dominando a F3 Brasil.
Venceu todas.
Mas na prova inaugural, quando seu carro engasgou na pole (sendo ultrapassado
por todos os outros competidores), me veio um mal estar.
Como num enredo de Hollywood, a nova esperança de Nelson veio de trás,
superou seus adversários e venceu.
Parece um filme.
Melhor, uma reprise.
Porque minha mente viajou até alguns anos atrás.
Para a últma prova que nelsinho piquet participou no Brasil antes de partir de vez
para a sua aventura na Europa.
Foi em 2002 se não me engano.
O júnior havia dominado a Fórmula 3 Sul-Americana.
Na última etapa, precisou largar em último.
Justamente a que seria transmitida ao vivo pela Globo.
nelsinho (é minúsculo mesmo) foi escalando as posições, mas não conseguiu
vencer.
Com certeza não foi o final programado.
A tentativa de supervalorizar o piloto ficou evidente.
Não se enganem, a receita (com apoio gigante e presente do pai) está sendo
repetida.
A McLaren firmou parceria com a Gillette.
Steve Robertson, empresário de Kimi Raikkonen, está aborrecido com a Lotus.
Ainda aquela questão salarial.
Linhas amargas.
Peço desculpas.
Mas as coisas não estão muito divertidas no mundo da velocidade.
Postado por
Humberto Corradi
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12:24
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