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quarta-feira, 11 de outubro de 2017
A Mais-Valia de Alonso
Imagem de Fernando Alonso e seus seguidores.
O piloto espanhol segue negociando a renovação de seu contrato com a McLaren.
Pelo lado da escuderia de Woking, Zak Brown gostaria de ter Ferdi em suas fileiras
por mais três temporadas.
O que está pegando aqui é o dinheiro.
A McLaren fez de tudo para se livrar da Honda.
A equipe acha que seu chassi não é digno de um motor com tanto problemas.
A chegada da unidade de força da Renault está repleta de esperança.
Um detalhe importante.
Os bólidos de Alonso e Vandoorne possuem uma bela aerodinâmica graças aos
investimentos maciços dos japoneses.
Assim.
Ganharam um motor mais promissor.
Entretanto deverão perder no desenvolvimento ao longo da temporada sem a
derrama de valores de Sakura.
Isso traz efeito também na hora de organizar o orçamento e definir o salários
dos pilotos.
Quando trocou Maranello por Woking, Alonso obteve um aumento salarial
de 15 milhões de euros.
Se tornando assim o piloto mais bem pago do grid em 2015 com 35 milhões
de euros anuais.
Aproveitando o desejo da Honda em contar com um campeão, a trupe do
espanhol soube negociar os valores.
Luis Garcia Abad e Flavio Briatore conseguiram um ótimo contrato seguindo
o caminho que é trilhado para a Alonso há mais de dez anos.
Ou seja, gerenciamento da mídia de forma incessante com forte valorização
da imagem de Ferdi.
Nos dois anos seguintes (2016 / 2017) os ganhos ficariam em 30 milhões
de euros por temporada pelo acordo.
Em sua quarta tentativa de retomar o título mundial, depois da McLaren,
Renault e Ferrari, Ferdi parece ter entrado em seu ocaso.
Briatore sempre estimou que seu protegido deixaria a Fórmula 1 em 2020.
Com portas fechadas nas equipes mais desejadas, pode ser que a profecia
do empresário, que intermediou o acordo da Pirelli e trouxe a pista de Baku
para a categoria máxima do automobilismo, se realize.
Portas fechadas por culpa do próprio piloto que costuma explodir pontes por
onde passa.
Quando Alonso deixou a Scuderia Italiana, Marco Mattiacci chegou a afirmar
que a vinda de Vettel traria "motivação, entusiasmo, disciplina e trabalho" para
a Ferrari.
Flecha lançada em direção ao asturiano bicampeão.
A Renault hesita em ter os mesmos problemas, enquanto que a Mercedes nem
cogita a hipótese de ter Alonso entre os seus.
OK.
Então o que Fernando tem em suas mãos hoje?
Uma conversa (real) com a Williams que serviu para agregar valor ao seu talento.
(no caso, 25 milhões de euros)
E a McLaren.
Zak Brown está cortando na carne.
Jenson Button será dispensado de seu acordo para que Lando Norris (mais barato)
possa assumir o desenvolvimento do carro a partir de 2018.
Economizando para poder aliviar as contas que serão geradas pelo motor Renault.
Alonso quer liberdade.
Em tudo.
Participação em provas extras (24 horas de Daytona?) e poder sonhar com opções.
Para isso um acordo de apenas um ano poderia encerrar o assunto.
Deixando-o solto no mercado ao final de 2018.
A parte financeira deverá resolvida com ganhos por produtividade.
Um salário fixo em torno de 10 milhões de euros mais bônus por pontuação e vitórias
que poderiam chegar aos vencimentos atuais de 30 milhões de euros (um teto).
O mundo gira.
É a mesma proposta que Abad fez a Ferrari na tentativa de achar uma renovação
para Alonso.
Dispensada por Maranello.
Pois naquela altura Vettel já estava arrumando suas malas para comandar o exército
vermelho.
Postado por
Humberto Corradi
às
16:29
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quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Rascunho Magoado
O Tordo riu!
Pra quem ainda questionava o fato de Fernando Alonso ter sido demitido da
Ferrari, aí está a prova.
Depois que Marco Matiacci (que desligou o espanhol da Scuderia Italiana) foi
mandado embora, Ferdi e Briatore não perderam a oportunidade de tripudiar
da situação com uma foto.
Como o novo chefe de gestão esportiva de Maranello (Maurizio Arrivabene) é
um executivo da Marlboro (patrocinadora da equipe) o recado ficou bem claro.
A dupla, que continua ligadíssima desde os tempos da Renault, não deve ter
digerido bem ao ver Sebastian Vettel ocupar o nobre lugar na Fórmula 1.
A imagem revela a mágoa pura de quem foi preterido.
Em tempo.
Tudo leva a crer que Mattiacci não deverá ficar desempregado por muito tempo.
Ainda sobre a Ferrari.
Um rumor surgiu indicando que Valtteri Bottas poderia estar na mira dos vermelhos
para 2016.
Lembra daquela conversa do último Rascunho falando na possibilidade de uma vaga
no time de Maranello? Então.
Acabou a história da pontuação dobrada.
Vergne já se despediu da Toro Rosso (um francês na Williams?) .
Enquanto que o atual campeão da GP2, Jolyon Palmer, se aproxima da Force India
para tentar se colocar como piloto de testes.
Fontes diferentes indicam que a Caterham negocia novamente com um comprador.
Por fim.
A primeira ideia do que seria a Marussia em 2015.
Um modelo em escala para os testes em túnel de vento.
O Manor MNR1-Ferrari nasceu morto.
Postado por
Humberto Corradi
às
13:41
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terça-feira, 7 de outubro de 2014
Rascunho com Escolhas
Um dos maiores erros que você pode cometer na vida é menosprezar os outros.
Fernando Alonso achava que estava acima do bem e do mal.
Fez pouco caso quando Marco Mattiacci assumiu o lugar de Stefano Domenicali.
A chegada do administrador vinha com a chancela da FIAT.
A empresa começava uma pequena revolução que varreria Luca di Montezemolo
do mapa.
Tudo para se alinhar com as metas futuras.
Ferdi boiava no seu ilusório mar de tranquilidade.
A especulação inicial era que Montezemolo ainda continuaria no controle.
Quando as cortinas foram abertas o cenário do show era outro.
Podemos dizer que Fernando Alonso foi demitido.
Sem dó.
A Ferrari já havia assinado com Sebastian Vettel e não precisava mais do
espanhol.
A data?
O Tordo fala que tudo aconteceu na época do GP de Cingapura.
A Scuderia Italiana prepara o ninho para a chegada do campeão alemão.
Uma dezena de novos engenheiros está sendo adicionada às suas fileiras.
Os italianos estão arrancando material humano da Toro Rosso, Red Bull,
Mercedes, McLaren e Lotus.
Nomes indicados pelo projetista James Allison.
E também pelo cobiçado Pedro de La Rosa (referência na parte de simulação).
E Alonso?
McLaren um ano e depois Mercedes?
Um ano sabático?
Esperar um movimento de Lewis Hamilton?
Quase 3 anos atrás o Blog publicou um post sobre as decisões do piloto
espanhol.
Clique aqui.
Ainda atual.
Mudando de assunto.
Apesar de todos os problemas, a Caterham segue com o projeto de seu carro
para 2015.
Sei que grandes modificações aerodinâmicas estão sendo feitas.
Vale notar.
Com a saída de Vettel e a chegada de Danill Kvyat o pessoal do energético
vai poupar bastante na próxima temporada quando pagar os salários de seus
motoristas.
Essa política de criar pilotos desde o ventre deve se tornar uma tendência no
futuro da categoria.
Interessante.
Depois de dançar com as menores, o bilionário Lawrence Stroll se aproximou
da McLaren.
Talvez haja um proposta de participação.
Por fim.
A situação médica de Jules Bianchi é um assunto que não será discutido por
aqui.
Mesma postura usada no caso de Michael Schumacher.
Postado por
Humberto Corradi
às
10:28
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