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sábado, 8 de maio de 2021

Adaptação















Quem acompanha o Blog ou nossos comentários no twitter há mais tempo sabe que muitas vezes pedimos calma nos julgamentos.

Pois o primeiro impulso pode trazer uma visão turva.

E isso é bem comum na Fórmula 1 entre os milhares de fãs.

Calma.

Até porque a categoria máxima do automobilismo, apesar de sua absurda velocidade, é mais do que tudo calma.

Ou você acha que um afobado conseguiria ficar naquele invólucro apertado colocando o pneu no mesmo lugar nas curvas de forma repetida?

E sem direito a erros.

Tudo isso para tratarmos do assunto deste post.

Adaptação.

Que, segundo o dicionário, é o ajuste de uma coisa a outra.

No nosso caso, o ajuste de um piloto a sua nova equipe.

E ainda, a chegada de um estreante na F1.

O tempo tem mostrado que existe um período necessário de adaptação.

De ajuste.

Vamos exemplificar.

Lewis Hamilton desembarcou na Fórmula 1 em 2007.

Ao lado do já duas vezes campeão, Fernando Alonso.

Difícil, não?

Mas houve uma cuidadosa preparação para que o piloto inglês sentisse o mínimo no impacto da mudança da GP2.

Hamilton executou um programa brutal com a McLaren.

Testes e mais testes.

Na época podia.

Lewis rodou o equivalente a 24 GPs nas mais diversas pistas durante seis meses em 2006.

Por pouco Sebastian Vettel não faturou o título de 2009.

Acho que duas coisas pesaram também para que Button vencesse.

A primeira briga de verdade da Red Bull pelo título.

O que exige um minucioso planejamento.

E o fato de Vettel ser um novato no time principal.

Mais experiente, o time do energético passou a colecionar títulos nos anos seguinte com seu piloto mais ajustado.

Sabendo lidar melhor com os desafios, principalmente em 2010 e 2012.

Penso que o tempo de adaptação pode ser de uma ou duas temporadas.

Dependendo das circunstâncias.

Lembremos de Valtteri Bottas.

Pego no laço pela Mercedes após a saída abrupta de Nico Rosberg.

Foram duas temporadas complicadas.

Depois, mais ajustado, dois vice-campeonatos.

Michael Schumacher fez um retorno para a mesma Mercedes.

E sofreu para se encaixar.

E ainda tendo como referência um subestimado (na época) Rosberg. 

Tenso.

A história parece se repetir na Alpine com Alonso e, o mal avaliado, Esteban Ocon.

Vettel pena na Aston Martin.

Sergio Perez na Red Bull.

Carlos Sainz Jr. na Ferrari.

E Daniel Ricciardo na McLaren.

Todos os citados com momentos impressionantes na Fórmula 1.

Entretanto a coisa exige trabalho.

Repetição.

Pense em Mick Schumacher, Tsunoda e Mazepin.

Ou em alguns erros primários de Russell.

Não se guie por comentaristas afobados.

O tempo é cruel.

Sim.

Porém o tempo não apaga o que o talento já gravou.

Mais.

No caso, o tempo deverá aclarar.

E tende a nos lembrar do que é verdadeiro.

terça-feira, 26 de maio de 2020

Clipping
























Um Clipping!

Fazia tempo...

Mão

Uma pequena história.

Financeira.

Quando a Mercedes abriu negociações salariais para que
Lewis Hamilton se mudasse de Woking em 2012, a coisa
esbarrou nos valores.

Eram 34 milhões de euros.

Muito.

A Petronas ajudou.

A petroleira malasiana contribuiu com uma parte.

6 milhões.

Lembrando que os alemães bancavam o salário do piloto
inglês em seus tempos de McLaren.

Perguntar não ofende

Falando nisso.

Em dezembro de 2019 a Ferrari encerrou as tratativas com
Hamilton para ele ocupar o lugar de Sebastian Vettel.

Só depois confirmou com Carlos Sainz Jr.

El Dinero

A ida de Sainz Jr. para a Ferrari movimenta o mercado
televisivo espanhol.

Briga feia entre a Movistar e a DAZN.

Carlos assinou um contrato de dois anos com a Scuderia
Italiana.

Os vencimentos?

Serão 6 milhões de euros na primeira temporada e 7,5 milhões
na segunda.

Seu patrocinador, Estrella Galicia, vai acompanhá-lo.

Serão 3 milhões de euros para colocar seu nome na Ferrari.

(provavelmente no capacete)

Vettel e a Mercedes

Assim.

2021.

Toto Wolff diz que o quer:

Hamilton / Russell.

A Daimler (dona da Mercedes) fala em:

Hamilton / Vettel

Fazendo muitas estimativas com o marketing da coisa.

Decisão só daqui dois meses.

Quem?

Valtteri Bottas?

Ninguém fala mais nele.

Se ele for campeão em 2020??

Vocês perguntam cada coisa...

Dificuldades Financeiras

A McLaren e a Renault estão fazendo contas.

Os ingleses demitem e colocam carros lendários e seus
imóveis em garantias para empréstimos.

Já os franceses contam com o socorro estatal.

Trocas e Mudanças

No início de 2018, Daniel Ricciardo pediu 20 milhões
de euros para renovar com a Red Bull.

O Time dos Energéticos disse não.

Sabendo que o australiano estava no mercado, a McLaren
ofereceu o valor desejado pelo piloto.

Mas a performance do carro laranja não empolgou o aussie.

A Renault entrou na jogada.

Entregou a pedida salarial com mais dois bônus.

Se fosse campeão, o piloto receberia mais 5 milhões de euros.

E se a escuderia alcançasse o quarto lugar no Mundial de
Construtores, outros 5 milhões de euros.

No início deste ano houve uma discussão sobre redução nos
valores do acordo.

Ricciardo não gostou.

A presença de Esteban Ocon também  lhe deixou incomodado.

A gente sempre sente a mudança nos ventos futuros.

(pra você entender: Ocon é o Leclerc e Ricciardo é o Vettel...)

Só que o nobre Carlos Sainz Jr. já havia avisado seu chefe na
McLaren que iria se mudar para Maranello.

Então Zack Brown chamou Ricciardo para tomar um chá.

Daniel confirmou seu acordo com a McLaren.

Dois mais um.

2021 e 2022 (podendo ser estendido para 2023).

Salário de 10 milhões de euros.

Com um extra de 400 mil euros por ponto alcançado.

E um bônus de 1 milhão em caso de vitória.

Ah, sim.

E o status de primeiro piloto.

Por Fim

Faz tempo que a Ferrari já sabia (procurou Lewis).

Faz tempo que a McLaren já sabia (procurou Ricciardo).

OK.

E você acha que Sebastian Vettel não sabe seu destino?

terça-feira, 12 de maio de 2020

Para onde irá Vettel?



























Um movimento de mercado que agita toda a Fórmula 1.

Sebastian Vettel se separa da Ferrari ao final da temporada
de 2020.

A proposta?

Apenas mais um ano de contrato.

Redução salarial.

O piloto escolheu seguir outro caminho.

A razão?

Dinheiro?

Não.

A parte financeira poderia ser solucionada.

O curto período do acordo proposto pela Scuderia Italiana
foi o gatilho.

Vettel sabe que a Ferrari não vai vencer em apenas um ano.

2020

Ou dois.

Em 2021.

Necessita de mais trabalho.

E sua dedicação ao projeto, os gastos de energia tentando
melhorar a performance do carro, desgastaram sua imagem.

Enquanto que Charles Leclerc voava, se preocupando
apenas com sua pilotagem.

Chamando muita atenção.

Leclerc me lembra Senna...

E para onde vai Sebastian.

Minha visão é que ele deverá retornar para a Red Bull.

Ele é amado ainda por lá.

Marko e Horner pensam num equilíbrio ao lado de
Max Verstappen.

Podendo assim, disputarem novamente os dois títulos.

De pilotos e construtores.

A Honda aprovaria a empreitada.

Uma redução de salário deverá ocorrer.

De 35 milhões de euros anuais para 20.

McLaren? 

Renault??

Seria dar murro em ponta de faca.

E para o seu lugar na Ferrari?

Leonildo aponta Sainz Jr.

Com Ricciardo, Giovinazzi e até Bottas (!) sendo citados.

Ver a Scuderia sem um campeão mundial será estranho.

Mas as opções são estranhas e mirabolantes.

Raikkonen.

(ressuscitar) Alonso.

Ou (desencavar) Rosberg (quem dera!!)

De qualquer forma a notícia do tetra campeão mundial
foi excelente.

Agitou a categoria máxima do automobilismo.

E retornou a mente aquela velha certeza.

A única.

Que tudo vai sempre mudar.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Mercado e uma ou outra coisa






























Fiquei com a sensação de algo fora do lugar.

A vitória de Fernando Alonso com a Toyota nas 6 horas de
Spa-Francorchamps foi estranha pra mim.

Nada contra o Endurance.

Muito menos contra o grande talento do espanhol.

Mas estava tudo errado.

Coadjuvantes para todos os lados.

Dividindo os carros com figuras obscuras.

A montadora japonesa lutava contra o vento e a imprevisibilidade.

Só.

Me lembrei das partidas espetaculosas dos Harlem Globetrotters.

Todo mundo sabia como iria acabar.

Parte da imprensa espanhola estava histérica.

Pior.

Mike Conway (com o outro Toyota) deixou bem claro na pista quem
era o mais rápido.

Ordens são ordens.

E Flavio Briatore deve ter definido bem o roteiro na minuta que gerou
o contrato de Ferdi com a montadora da província de Aichi.

Assim, na quadra belga, Conway estava defendendo o Washington Generals.

O time que é sempre surrado pelos heróis do Harlem noite após noite ao
redor do planeta.

Foi um ensaio.

O objetivo é Ferdi brilhar no palco de Le Mans.

Na Fórmula 1 a coisa apita diferente.

Briatore caça um lugar para que Alonso tenha chance de uma última vitória
na categoria máxima do automobilismo.

Pois está claro que nada vai acontecer sob o teto da McLaren.

O empresário italiano já procurou as protagonistas do circo.

Na Mercedes Briatore tenta romper o vínculo de Valtteri Bottas e encaixar
seu pupilo.

Niki Lauda está sentado ao fundo da sala com um olhar de reprovação
sombrio diante da possibilidade.

É clara a sua oposição.

O velho campeão que sobreviveu as chamas acha que Alonso fará mal
ao sólido ambiente da equipe.

Ao se virar para a Ferrari, Flavio delira.

Fernando para o lugar de Kimi Raikkonen?

Não.

Pela conversa, ele acha que a Scuderia Italiana deveria substituir Sebastian
Vettel pelo Herói das Astúrias!

Parei.

Não.

Tem mais.

Briatore também pisou na Red Bull.

Daniel Ricciardo não tem espaço.

Portanto deixaria sua casa e Alonso mediria forças com Max Verstappen.

Flavio acredita que Ferdi é mais confiável que a estrela holandesa.

E que o filho de Jos precisa ainda amadurecer.

Um acordo para Alonso ser algo como o tutor do rapaz.

Ferdi se aposentaria em duas temporadas e Max, preparado, assumiria
o posto de primeiro piloto dos energéticos e brilharia solitário na próxima
década.

The End.

Parece desespero?

É isso mesmo.

Por outro lado, Cyril Abiteboul (chefe da equipe Renault) se volta para
Daniel Ricciardo.

Os franceses sabem que está na hora de buscar o ponta de lança de seu projeto.

Até aqui Carlos Sainz Jr. está perdendo na comparação com Nico Hulkenberg.

Me lembrei de Sergio Perez e Jenson Button uns anos atrás nas fileiras da McLaren.

Hoje o mexicano pergunta a razão de nenhuma das grandes citar seu nome.

Sainz Jr. precisa se cuidar para que a história não se repita em sua carreira.

Já Ricciardo não precisa provar mais nada.

Creio que um bom acordo (longo e lucrativo) o moveria para o lado amarelo da
força.

Ah, sim.

A Renault não foi procurada.

E também não pensa em Alonso.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Clipping























História pura.

México.

1965.

Quem Fica?

Existem dois lugares para 2018 sendo disputados na Fórmula 1.

Um é o de companheiro de Lance Stroll na Williams.

O outro é na Toro Rosso.

Já que Pierre Gasly é nome certo no time de Faenza.

Na Williams aconteceram os testes de Robert Kubica.

Fique sabendo que o polonês não foi tão bem assim.

Paul di Resta estava lá para servir de referência.

E não é que o primo de Dario Franchitti obteve tempos melhores!

Claro que Kubica e di Resta rodaram em dias diferentes, mas não deixa
de ser surpreendente o resultado.

Paul di Resta tem chance?

O britânico está fazendo de tudo para conseguir a vaga.

Nos bastidores anda colado com a turma do Lance Stroll.

Marcação cerrada.

Tipo assim: estamos juntos...

Kubica parece ter um patrocinador no bolso.

Massa?

É coisa nossa.

A vantagem do brasileiro é ser da casa.

Um bom resultado no México, ajudaria.

O brasileiro duvida da capacidade de Robert Kubica e Paul di Resta em
cumprir as metas da Williams.

Pascal Wehrlein está no canto esperando que alguém olhe para ele.

Mas apareceram umas novidades.

Daniil Kvyat não tem mais futuro na família Red Bull.

O cara que quebrou o recorde de Vettel como piloto mais novo a pontuar
em um Grande Prêmio e foi eleito o rookie of de year na temporada de
2014.

O russo tem contra si o problema da idade (propaganda Martini).

Mas possui 15 milhões (euros) de qualidades segundo seus apoiadores.

E, quem sabe, (preciso dizer) Nico Rosberg não queira se divertir outra vez...

Nos lados da Toro Rosso, Brendon Hartley caiu nas graças de Helmut Marko.

Marko considerou o vencedor de Le Mans constante e de fácil trato com os
engenheiros.

O neozelandês se tornou favorito para o lugar disponível.

Programa

Quem está de volta é o nosso amigo Alfonso Celis Jr.

Ele aparecerá nos treinos livre do México conduzindo pela Force India.

(carro de Ocon)

Outros que também farão a festa são Sean Gelael (pela Toro Rosso), Antonio
Giovinazzi (pela Haas) e Charles Leclerc (pela Sauber).

Outro Americano

Michael está interessado na categoria máxima do automobilismo.

A ideia de se criar uma nova equipe não é devaneio.

Entretanto o filho de Mario Andretti espera para que se definam os rumos
da Fórmula 1 após 2020.

Só então, com as novas regras em mãos, decidirá se é viável ou não seu plano.

Liberado

Fernando Alonso pode tudo na McLaren.

Vai para as 24 horas de Daytona ao lado de Lando Norris defender o United
Autosports do seu chefe, Zak Brown.

Se houver um convite da Toyota, o espanhol mergulhará em Le Mans.

500 milhas de Indianápolis...

Acredite, nas horas de folga ele é ainda piloto de Fórmula 1.

Calma

Sergio Marchionne prega a estabilidade na Ferrari.

Bom.

Plano A e B

A Renault vai priorizar de vez a Fórmula 1.

Após a temporada 2017 / 2018 deixará a Fórmula E nas mãos da Nissan.

Esperado.

Contratando como ninguém (mais de 80 novos funcionários), o time francês quer
brigar pelo título até o final desta década.

Interessante ver como a turma de Viry-Châtillon vem trabalhando.

A ideia inicial no retorno da Renault como equipe era trilhar um caminho parecido
com o da Mercedes.

Repare nas semelhanças.

Adquirir um time (Lotus / Brawn).

Fazer uma temporada de transição (2016 / 2010).

Depois completar uma primeira temporada real como time de fábrica (2017 / 2011).

Contar com uma dupla de pilotos capaz de fazer a diferença.

Aqui houve uma ruptura.

Enquanto que a Mercedes apresentou Michael Schumacher (um campeão) e
Nico Rosberg (uma promessa), a Renault não conseguiu copiar o modelo.

Fernando Alonso (campeão) e Nico Hulkenberg (a promessa) seriam os nomes.

Então veio o plano B.

Carlos Sainz Jr. aparece.

Note.

Hulkenberg (contrato até o fim de 2019) assume agora o papel de referência.

Sainz Jr. será o novo (jovem) campeão "Fernando Alonso" pela mesma Renault?

As palavras de Alain Prost indicam que a aposta é real.

Mesmo que Sainz Jr. ainda seja funcionário da Red Bull.

Com Max Verstappen assumindo a herança de Milton Keynes nos próximos
anos.

(até que a Ferrari venha atrás do holandês)

Fica a dúvida se Daniel Ricciardo ficará estático (até 2020) com a turma do
energético ou buscará seu lugar ao sol em outra equipe.

As coisas parecem ligadas.

Sainz Jr. precisa mostrar que pode ser a ponta de um projeto ou repetirá a
história de Sergio Perez com a McLaren.

No caso de infortúnio do jovem espanhol, Ricciardo viraria opção para Enstone.

A ver.

Por fim

A Liberty estuda novas (?) ideias para trazer mais emoção.

Uma das sugestões cita o retorno do modelo de alinhamento de 3-2-3-2...

Ao contrário do pareamento atual.

Fico imaginando o trio Verstappen, Vettel e Hamilton alinhado e esperando
as luzes vermelhas se apagarem.




sábado, 14 de outubro de 2017

Tá Doido!






















Parece até que as coisas não estão ligadas, mas por conta das mazelas de
Fernando Alonso na McLaren...

Jolyon Palmer perdeu seu lugar na Renault e não poderá terminar a temporada.

Carlos Sainz Jr. ganhou sua chance numa equipe de fábrica.

Robert Kubica viu escapar uma grande oportunidade de retorno.

E o vencedor das 24 horas de Le Mans, Brendon Hartley, vai poder realizar seu
sonho de participar de um GP de Fórmula 1.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dissonia

























Cuidado.

Pois é sempre difícil falar do futuro.

Cenários desenhados costumam mudar.

Acontece.

Mas é impossível deixar passar em branco as movimentações nos bastidores.

A Red Bull sabe que Max Verstappen está no mercado.

Para 2019.

A Ferrari tem tudo para ser seu destino final.

Já há uma proposta em torno de 25 milhões de euros por temporada.

Acordo plurianual.

Formando uma dupla fortíssima com Sebastian Vettel.

Sonho antigo.

Lembro que Maranello tentou ter em sua casa Seb e Fernando Alonso.

O espanhol deveria ficar com Felipe Massa apenas uma temporada...

(lembre que o brasileiro teve seu lugar ameaçado também por Robert Kubica)

Independente de qualquer decisão sobre Max, Vettel segue o plano.

Reconquistar o mundo novamente quatro vezes seguidas.

(2017-20)

Desta vez com a Scuderia Italiana.

Existem outros ruídos vindos de Milton Keynes.

Daniel Ricciardo está sob contrato até 2018.

O time dos energéticos se move para buscar uma alternativa para seu nome.

Assim como Verstappen, o australiano tende a trocar suas cores.

Uma voz me diz para olhar para a McLaren.

Porém o apelo de um time de fábrica deve falar mais alto.

Eu acredito que o cockpit da Renault estará esperando o garoto sorridente.

Como Carlos Sainz Jr. será apenas emprestado para os franceses, retornará
para a Red Bull ocupando uma das vagas.

Tudo isso apenas analisando o plano de fundo que está ainda num rascunho.

Efeito da insone corrida de madrugada?

Pode ser.

Em 2013 foi assim também.

Clique aqui para Lembrar

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Clipping

























Existe uma questão que só poderá ser respondida ao final do GP de Cingapura.

Um mistério.

Onde estará a Red Bull?

A Ferrari considera o time dos energéticos o grande adversário na prova noturna.

Monza foi o sacrifício.

Foi duro abrir mão totalmente da corrida italiana.

Mas os vermelhos estão mirando o mundo.

Vettel será competitivo contra a Mercedes no resto.

A pergunta é se a evolução apresentada pela Red Bull em Monza se transformará
em vitória em Marina Bay.

E, pior, num fator imprevisível para Sebastian e Lewis no restante do calendário.

Certidão de Nascimento

A idade está pesando.

Está complicado achar um lugar para Pascal Wehrlein em 2018.

Com seu cockpit na Sauber prometido para Charles Leclerc, o jovem alemão
se encontra até o momento sem alternativas.

As equipes clientes da Mercedes estão com as portas fechadas.

Isso porque há a necessidade de um piloto com mais de 25 anos por conta
dos patrocinadores envolvidos com bebidas alcoólicas.

Assim os times que recebem unidades de força fabricados pela Mercedes,
Williams (Martini - 15 milhões de euros / ano) e a surpreendente
Force India (Johnnie Walker e Kingfisher - 4 milhões de euros / ano),
irão sempre buscar um piloto que atenda este quesito.

Nas duas opções já há pilotos novos (Stroll e Ocon).

Tudo indica que Wehrlein será um reserva de luxo na próxima temporada.

Recordação

25 anos?

Você lembrou de Felipe Nasr?

Infelizmente, só você.

Lobby

Fique atento.

Parte da imprensa britânica tenta criar um factóide fazendo uma ligação entre
Jolyon Palmer e a Williams.

No lugar de Felipe Massa, claro.

Jogo

A McLaren queria se livrar da Honda e poder utilizar um dos outros três motores
disponíveis.

Mercedes, Ferrari e Renault disseram não.

Toto Wolff chegou a rasgar que não cederia a qualquer pressão.

O comandante de Brackley tinha o regulamento ao seu lado.

Os prazos para definição dos fornecedores de 2018 já havia expirado.

Aconteceram muitas reuniões.

A McLaren mirou o motor francês.

A Toro Rosso queria a unidade japonesa e o apoio que vem com ela.

(e uma provável parceria de fábrica para Milton Keynes)

E a Renault desejava uma compensação para permitir a troca.

A recompensa veio através do nome de Carlos Sainz Jr.

Assim a equipe de Enstone / Viry-Châtillon ganhou um piloto mais competitivo
para suas fileiras.

(um empréstimo por duas temporadas)

Sainz Jr. poderá retornar para Red Bull no caso de uma saída de Max Verstappen
ou Daniel Ricciardo.

Perceba que a Renault também mantém suas opções abertas para o futuro.

Outro beneficiado poderá ser Pierre Gasly.

Fica claro que o maior prejudicado em toda essa transação foi Robert Kubica.

Complicou para o polonês.

Grana

Na nova parceria com a Renault, a McLaren ficará sem apoio da Honda.

Perder 300 milhões de euros por temporada não vai ser fácil.

Os acionistas Mansour Ojjeh e Bahrain Mumtalakat disseram que vão
cobrir o buraco por enquanto (um ano).

Nesse período a McLaren vai caçar novos patrocinadores no mercado.

Ninguém ficou rico rasgando dinheiro.



































Grid

Tirando a Williams, parece que tudo está definido para 2018.

Números

Nico Hulkenberg alcançou a marca de 128 largadas sem chegar ao pódio.

Monstrinho

Trevor Carlin é uma figura que está há mais de 25 anos no automobilismo.

Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel são exemplos de nomes que passaram
na sua unha.

Interessante.

Na hora de apontar o futuro ele não hesita em dizer o nome de Lando Norris.

Hoje na Fórmula 3 e sob o guarda-chuva da McLaren, Carlin afirma que a
jovem promessa é ainda melhor que Vettel e Ricciardo.

E posso dizer que é simpático também.

Acessível, foi bem fácil receber informações da futura estrela.

Olho nele!


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Clipping


























Quem será o campeão de 2017?

Kevin Magnussen deixou a pergunta sem resposta...

Paz

Não.

Pausa.

O duelo Vettel x Hamilton subiu um tom.

Dose de Realidade

Outro dia comentei que o custo para um piloto ir do Kart até à Fórmula 1
gira em torno de seis milhões de euros.

Pois bem.

Christian Horner tratou de lembrar isso para Carlos Sainz Jr.

O piloto espanhol fez um balão de ensaio com declarações que deixavam
em aberto seu futuro para a próxima temporada.

Não colou.

Horner (que é seco como o deserto do Atacama) respondeu na tampa.

O diretor da Red Bull declarou que Sainz Jr. só está na Fórmula 1 graças
ao investimento do time do energético.

E ainda que o piloto está sob um contrato que o vincula até 2019.

Uma dose de realidade pra quem acha que sem dinheiro alguém poderia
alcançar um cockpit na F1.

Testes e Testes

Falando nisso, a Williams tratou de rebater as afirmações de Jacques Villeneuve.

Villeneuve criticou seu ex-time por organizar testes particulares em um carro
de 2014 para o Lance Stroll.

Ele acha injusto Stroll ter esse privilégio por conta do dinheiro.

Claire Williams não enxerga malefícios em aprimorar o jovem piloto de sua
escuderia.

Interessante que Villeneuve esqueceu o passado.

Mas eu lembro.

Antes de ingressar na F1, Jacques rodou mais de 6.000 km com a própria
Williams durante sua preparação para sua estreia na categoria máxima do
automobilismo.

Treinos Livres

O mexicano Alfonso Celis Jr. (Force India) e o russo Sergey Sirotkin (Renault)
estiveram conduzindo no Red Bull Ring.

Vários interesses envolvidos.

Xerox

A Haas vai utilizar a unidade com especificação mais recente da Ferrari na
Áustria.

Promessa de um desempenho melhor.

Eu só queria ver o time de Grosjean e Magnussen desenvolvendo e buscando
soluções aerodinâmicas diferentes da Scuderia Italiana.

Só copia.

Alonso

"Eu estou feliz com meu companheiro de equipe."

"Eu prefiro Kimi."

Lewis Hamilton e Sebastian Vettel.

Respectivamente.

Time dos Sonhos

O comandante da  McLaren, Zak Brown, revelou como seria seu time ideal.

Pilotos: Ayrton Senna e Mario Andretti.

Chefe de equipe: Colin Chapman.

Projetista: Adrian Newey.

Motor: V12.

Escuderia: McLaren.

Onde?

Numa pista de rua: Nova York.

Dica

Está com dinheiro?

A Mercedes vai vender um W04.

Bólido que foi guiado por Lewis Hamilton e Nico Rosberg em 2013.

Você sabia?

Que até aqui, a Force India é a equipe que mais rodou em 2017?

Que Vettel e Hamilton são os pilotos que possuem mais giros?

Que a Red Bull é a escuderia que possui menos voltas?

E que Verstappen rodou menos que Fernando Alonso?

Novas Fronteiras

Uma etapa na Dinamarca é praticamente certa no calendário da F1
nos próximos anos.

Pista de rua com forte apoio estatal.

A rua também deve abrigar um futuro segundo GP nos Estados Unidos.

Futuro

Muitas presenças significativas na discussões sobre as novas unidades de
força a partir de 2020.

Audi (Domenicali), Porsche, Alfa Romeo, Aston Martin, Cosworth, Ilmor
e McLaren Automotive.

Além, claro, de Honda, Ferrari, Mercedes e Renault.

Várias ideias sobre a mesa.

Um único mapeamento de motor para cada final de semana.

Sem diferença entre classificação e corrida.

Conceito híbrido mais simples (sem o complicado MGU-H).

Ross Brawn falou sobre diminuição nas punições por troca de componentes,
aumento do número de motores a serem utilizados e o cuidado para evitar
longas supremacias.

O Trabalho para o Retorno de Kubica

A Renault não consegue esconder a empolgação.

Alegria

Fernando Alonso é a prova que felicidade é momento.

Ou seja, nada tem a ver com uma média matemática e muito menos com
o passado.

Bicampeão mundial e com salários exorbitantes ao longo dos anos, poderíamos
avaliar que o espanhol é feliz.

Ganhos obtidos, diga-se de passagem, graças a habilidade de Flavio Briatore
em costurar bons acordos.

Os anos na McLaren sem poder lutar por vitórias têm sido uma decepção.

Por isso ele se oferece (sem condicionantes!) para os times que estão no
topo.

Horner (Atacama...) afirma que só se Ferdi for para GP2, pois na Red Bull
não há lugar.

Niki Lauda se mostra horrorizado com qualquer possibilidade do Asturiano
ir parar na Mercedes.

A Ferrari permanece em silêncio.

É uma espera.

Relato

"Eu estava ao lado de Mika Hakkinen no avião.

Na nossa frente estava Sebastian Vettel.

Escrevia todos detalhes técnicos em um caderno.

E ele havia acabado de vencer a corrida.

Virei para Mika e comentei.

O cara ganhou e continua trabalhando duro."

Toto Wolff.

O mesmo que acredita que Vettel é um dos fatores que possibilitaram
o salto da Ferrari em 2017.

Por Fim

A arte de Elia Bonetti.


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Clipping
























O cavalo amarelo.

Uma Nova Escuderia?

Surgiu um forte rumor sobre o aparecimento de uma nova equipe na Fórmula 1.

Sede na Inglaterra (próximo de Renault, Williams, Mercedes...).

E dinheiro chinês.

A base seria o material humano da falecida Manor.

Christian Horner (Red Bull) admitiu que membros de sua escuderia
receberam convites nos últimos dias.

Apesar de muitos interessados, não houve nenhum pedido oficial de licença
para a FIA.

Ou seja, para a próxima temporada seria impossível.

Uma nota.

Você não vai ler nada do que está escrito abaixo em outro lugar.

Se houver um plano sendo elaborado, o motor será Ferrari.

Pois o modelo da Haas, pioneiro e de baixo custo, pode ser considerado
um sucesso.

Outra.

A Scuderia Italiana não se incomodaria em ter outra unidade de força
sua funcionando no grid e fornecendo informações.

Fiquemos de olho.

Não é a Hora

A aventura (ou desventura) da Honda está assustando os aventureiros.

A Hyundai estava estudando uma abordagem mais forte no automobilismo.

Entenda F1.

Recuou.

Vai ficar apenas no TCR (turismo).

Preto no Branco

A Red Bull tratou de esclarecer o vínculo com seus principais pilotos.

Pra não deixar dúvidas.

Daniel Ricciardo tem acordo até o final de 2018 com opção automática.

Max Verstappen vai ainda mais além com cláusulas bem mais rígidas.

Carlos Sainz Jr. também possui vínculos fortes.

Helmut Marko joga ainda mais luz sobre o assunto.

Os contratos são longos e somente nós (Red Bull) podemos rompê-los.

Proteção Dupla

A Ferrari não hesitou em se oferecer para testar a nova proteção para
os pilotos.

Aquela que foi denominada escudo.

Nós devemos ver o apetrecho no carro vermelho já em Silverstone.

A bondade vem com o desejo de entender primeiro o efeito aerodinâmico
do troço sobre o carro.

Sim.

A irmã de Gina já está sendo planejada.

Williams ou Red Bull?

Se for abandonada pela McLaren, a Honda não deverá ficar sem par
na próxima dança.

Descaminho da Honda

A Honda parece perdida.

Nada dá certo.

Alguns apontam a falta de intercâmbio.

Na Fórmula 1 é importante a divisão do conhecimento.

Isso ocorre ao contratar membros do exército inimigo.

A informação flui.

Exemplos não faltam.

Jock Clear trocou a Mercedes pela Ferrari.

Peter Prodromou saiu da Red Bull e fez morada na McLaren.

Bob Bell trouxe a filosofia da Mercedes para a Renault.

James Allison, que até ontem vestia vermelho, agora recebe ordens
de Toto Wolff.

E saindo do forno, Peter Machin (primeiro nome abaixo de Adrian Newey)
está se mudando para a Renault.

Essas alterações permitem que todos possam se aprimorar.

Melhorar conceitos.

O pensamento é que a Honda tem dificuldade nessa metodologia de trabalho.

Os japoneses tem orgulho de formar seus vencedores.

Pode estar aí a causa do fracasso até aqui?

Boa pergunta.

Mas podemos ir mais além.

Existem sempre dois caminhos para o sucesso.

A história ensina.

O primeiro é a continuidade.

Palavra fortíssima e essencial dentro da categoria máxima do automobilismo.

A Honda abdicou dela.

Ao contrário da Renault.

Os francese nunca tiraram seus olhos completamente da Fórmula 1.

Seja apenas como fornecedora de motores ou com participação em projetos
como Supertec ou Mecachrome.

A continuidade permitiu que a Renault retornasse como equipe na atual
Era Híbrida.

A segunda trilha exige sacrifício.

A Ferrari abriu mão da temporada de 2016 já nos últimos meses de 2015.

Só assim foi possível criar um bólido de primeira linha em 2017.

A Mercedes fez algo semelhante em 2013 ao preparar seu domínio nas
temporadas seguintes.

Lotus, Williams e McLaren já fizeram o mesmo no passado.

Voltemos.

A Honda não fez nem uma coisa e nem outra.

Após deixar a categoria ao final de 2008, não fez questão de preservar
uma unidade de monitoramento visando um retorno competitivo no
futuro.

No alvo!

Ao voltar, encontrou um abismo tecnológico entre ela e suas concorrentes:
Ferrari, Mercedes e Renault.

Pior.

Ao deixar de abrir mão de uma temporada, apostou na modificação de conceito
em sua unidade de força.

Uma eterna metamorfose que busca resultados sem uma devida maturação.

Hoje os japonese estão na sua terceira geração de motores.

Três gerações de unidades de força com diferentes conceitos em três temporadas
seguidas.

Sem resultado.

Com custos que beiram a marca de 1 bilhão de euros (total de três anos).

E um terrível efeito colateral.

O de assustar todo membro da indústria automobilística que pensa em investir
na Fórmula 1.






















terça-feira, 13 de junho de 2017

Clipping



































Tudo francês.

Fala Baixo

A sutileza é uma das coisas que me levaram a comentar notícias no Blog.

Achava interessante como certas coisas passavam em branco nos sites de
informação apesar de se poder ver claramente que havia algo mais em uma
nota ou numa entrevista.

Ninguém disse nada.

Mas houve uma mudança evidente no comportamento de Carlos Sainz Jr.
nas últimas semanas.

Nada a ver com sua desastrosa participação no Canadá.

Falo de antes.

O espanhol se comportava como se a Toro Rosso / Red Bull estivesse
podando sua carreira.

Inclusive impedido sua mudança para a Renault ou outra escuderia de
primeira linha (Ferrari?).

Pois bem.

Sainz Jr. declarou agora que está muito feliz onde está e ainda que vai
esperar por uma oportunidade na Red Bull.

O que alterou o pensamento do piloto de 22 anos?

Acho que primeiro alguém deve tê-lo aconselhado a não explodir pontes.

Ainda mais quando se está em cima delas.

Segundo que o mercado não está para peixe.

A vaga na Renault (Palmer) está lotada de bons candidatos.

E outras portas de fábrica parecem fechadas.

Na McLaren, se Zak Brown fosse substituir Vandoorne (por exemplo),
o nome no topo da lista é o de Lando Norris.

Mercedes e Ferrari vão bem, obrigado.

E aqui entre nós ninguém sonha com Haas ou Sauber.

Terceiro.

Pra piorar, existem sombras dentro de casa.

Na própria família do energético.

Pierre Gasly está ralando como nunca no simulador de Milton Keynes.

E Sebastien Buemi não esconde de ninguém o desejo de retornar para
a categoria máxima do automobilismo.

O campeão da Fórmula E saltou de alegria com o convite de liderar o
teste da Red Bull / Pirelli em Paul Ricard no final de julho com o atual
carro (RB13).

Lembrando que Buemi é terceiro piloto do time.

E que ambiente dentro da Toro Rosso não é bom.

Os dois pilotos titulares estão em constante atrito.

Ninguém é obrigado a tolerar a insatisfação de ninguém.

Ainda mais quando existem opções próximas e fáceis.

Talvez Sainz Jr. tenha percebido que primeiro precisa sobreviver
para depois evoluir.

Rosberg e a Ferrari

Toto Wolff levantou a hipótese numa entrevista.

Em dezembro do ano passado o Blog já havia cogitado a mesma coisa.

Mas como dissemos meses atrás, deveríamos estar sob certas condições.

Vettel indo para a Mercedes seria uma delas.

A fala de Wolff visa mais tumultuar o ambiente da Scuderia Italiana.

Astúcia de Toto.

Posso afirmar (hoje) que Raikkonen está bem perto de outra renovação.

Assim como Sebastian.

Convidado

Rosberg pilotará novamente uma Mercedes F1 (2014) em Goodwood
no próximo mês.

Uma oportunidade de ver novamente o atual campeão mundial na pista.

Tudo Meu

Lewis Hamilton revelou que a Mercedes está mais unida do que nunca na
luta contra a Ferrari.

"Todos os engenheiros estão dando o máximo."

É bom ter uma equipe, depois de tantos anos, só pra si novamente.

Stroll

"Ele está fazendo um bom trabalho.

Com apenas 18 anos e tantas críticas, eu sei que a temporada tem sido
difícil para ele."

Lewis Hamilton

O mesmo que chamou o carro da atual Fórmula 1 de surreal, de tão difícil
que é de controlar.

(Clipping 02.05.2017) Zelo*

O cuidado excessivo de Sebastian Vettel na largada facilitou a vida de Valtteri
Bottas em Sochi.

Deve ser considerado um erro do piloto da Ferrari não ter modificado sua linha
de forma mais agressiva para defender sua posição.

Isso pode ser visto também em certas atitudes de Lewis Hamilton.

A atenção demasiada de ambos é reflexo de um campeonato que tende a ser
decidido nos detalhes.

Sem riscos desnecessários.

Pois deixar de marcar pontos pode ser doloroso demais.

Uma brecha para os intrépidos.

*...continua valendo!

Machucada

Como era e como ficou o carro de Vettel após os incidentes de largada em
Montreal.

Foram 60 giros com dois décimos de perda a cada volta.

Fez a conta?

Gina é valente.














Kubica

O piloto polonês mostrou que está pronto para um retorno para a F1.

Entretanto os próximos passos não dependem mais dele.

A Renault precisa primeiro esclarecer seu plano para FIA.

(todos os testes foram elaborados pela marca do diamante)

E aí a entidade determinará se há condições de segurança para Kubica
correr todo o campeonato.

Se tudo der certo, a Renault será o time mais amado do grid.

E o braço bom de Robert ficará lesado de tanto conceder autógrafos.

Um tempo para a Honda

Cresce o barulho sobre a McLaren trocar a Honda pela Mercedes.

Alguns colocam uma possibilidade inusitada.

O time inglês usaria as unidades de força alemãs apenas por uma
temporada (2018).

Retornando com os japoneses no ano seguinte (2019).

Dando um espaço para o desenvolvimento.

Sei que tem contrato, multa e que a marca do Japão, que está sim
recebendo ajuda externa, não está gostando nada dessa conversa.

Só confusão.

Vou falar que esse troço pode dar qualquer coisa.

Qualquer coisa!

Vingança

No início da atual temporada, durante a apresentação das equipes,
Cyril Abiteboul da Renault alfinetou a Force India e a Haas.

O francês afirmou que a temporada seria para aqueles que tivessem mais
recursos.

E que as duas escuderias citadas não teriam meios de fazer frente perante
a competição na Fórmula 1 em 2017.

Chegou a dizer ainda que todo orçamento da Force India já teria se esgotado
somente para construir os carros.

Vijay Mallya (que negou qualquer negociação com Brabham) não gostou.

E rebateu na tampa ao chefe da Renault.

"Bem, boa sorte para ele.

Talvez ele venha a ter que engolir suas palavras.

Nossa equipe não está preocupada com a quantidade e sim com a qualidade."

OK.

O tempo passou.

Sete etapas já foram realizadas em 2017.

A Force India tem 71 pontos no mundial de construtores enquanto que a
Renault tem 18.

Prato frio.


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Mônaco - 2017

























Os pilotos da Fórmula 1 são espetaculares.

Passar em altíssima velocidade tirando tinta das quinas de Mônaco deixa
qualquer um boquiaberto.

O final de semana?

Foi um passeio da Ferrari nas ruas do principado.

Primeira fila após a classificação e domínio total num dos circuitos mais
traiçoeiros do planeta.

Kimi Raikkonen foi perfeito no sábado.

Já no domingo, Sebastian Vettel fez o que se espera de um primeiro piloto
da Scuderia Italiana.

Sem erros.

Seu novo contrato com a Ferrari já está pronto.

Mais três temporadas de casamento.

Com algo em torno de 35 milhões de euros anuais de salário.

Fora os bônus.

Tudo sendo acordado, a renovação será anunciada no Templo de Monza.

Voltando ao asfalto.

Valtteri Bottas ficou rendido na pista de rua ao ter que lidar com as duas
Red Bulls.

Com estratégias diferentes, o time do energético envolveu a Mercedes e
colocou Daniel Ricciardo no pódio.

Claro.

Max Verstappen queria ter sido o escolhido.

Porém havia dívidas passadas (por erros) a serem pagas ao australiano.

Lewis Hamilton (de mãos atadas) fez o que podia para diminuir os danos.

Com os infortúnios de outros pilotos conseguiu um sétimo lugar.

Na briga pelo título, Vettel e Lewis precisam chegar em segundo sempre
que o outro vencer.

(não se pode ganhar todas)

Não deixar o adversário desgarrar pode ser o segredo do título.

O resto?

Eu disse que a Williams era um carro desequilibrado desde os testes em
Barcelona no início do ano.

No comparativo com os melhores, o bólido de Felipe Massa parecia que
ia desmontar nos esses de tanto que sacudia.

O brasileiro ainda levou os pontos da nona posição para Grove.

Sergio Perez estava ensandecido.

Muito impaciente.

Não é característica dos grandes.

(apesar do mexicano já estar com uma proposta de equipe de fábrica no bolso)

Muito legal ver a Haas pontuando com ambos os carros.

Carlos Sainz Jr. brilhou.

Vandoorne podia ter ganho uma moral com a McLaren.

Pontos preciosos perdidos.

(para a carreira)

Button?

Passo.

Na guerra do campeonato, a Ferrari mostra ter fôlego para evoluir.

Binotto afirma que Gina tinha o necessário para ser campeã na Austrália
e após seis etapas continua tendo.

Vettel diz que não quer disputar com as Flechas de Prata.

Quer estar na frente.

Maurizio Arrivabene não tem tempo de comemorar.

Os dados fornecidos pelo carro já estão sendo analisados e a cabeça
de todos está no Canadá.

Na terça-feira, Adami e Vettel estarão trabalhando no simulador.

É daí que saem os frutos.

Ninguém pode fraquejar.

Pois do outro lado está a poderosa Mercedes.

E um Lewis Hamilton sedento pelo topo do pódio.

Por fim.

Os números.
















sexta-feira, 17 de março de 2017

Clipping





























Um post da conta oficial da McLaren.

A perfeição envolve a Mercedes.

Honda x McLaren x Mercedes

A notícia que o time de Woking negocia com os alemães está varrendo toda
imprensa especializada.

Ao mesmo tempo se fala na renovação de Fernando Alonso.

Mika Hakkinen acaba de assumir o cargo de Embaixador de Parcerias.

O finlandês que pilotou pela McLaren sendo empurrado pela Mercedes.

E também tendo seus salários pagos (na época) pela estrela de prata.

Um retorno?

Zak Brown (McLaren) sondou a possibilidade com a Mercedes.

Para 2018.

E Toto Wolff não fez oposição.

Parece haver uma urgência em começar o reinado (após a era Ron Dennis)
com números positivos na pista.

E a Honda não parece oferecer nada de bom.

Pelo menos no curto prazo.

Mas lembro que a Fórmula 1 é continuidade.

Gosto de dizer que a secretária de Briatore continua em Enstone.

Isso depois de Benetton, Renault, Lotus e Renault novamente.

Nenhuma mente sensata espera que a parceria entre os japoneses e a
McLaren possibilite títulos antes de 2019.

Contra.

Além das falhas, o bólido laranja nasceu nervoso.

O olhar apurado de De la Rosa revelou Ferdi brigando para domar a
máquina.

Dificuldade com os novos pneus Pirelli.

Tudo errado.

Difícil.

A tentação por um caminho mais suave é grande demais.

A troca de unidades de força mostraria que Zak Brown irá alterar toda
a estratégia para o futuro.

Por outro lado a Honda diz estar 100% comprometida com a McLaren.

A ideia de retomar a parceria com a marca japonesa começou com
Whitmarsh ainda em 2011.

Um tempo de turbulência.

Já que Ron Dennis trabalhava em outra frente.

Construir o próprio motor (estilo TAG-Porsche).

Em pouco tempo a McLaren perderia sua estrela, Lewis Hamilton, e ainda
sua maior patrocinadora, a Vodafone, que entregava 70 milhões de euros
por ano.

Garantir o futuro era essencial.

A Honda tirou a McLaren da posição prostrada de cliente (Mercedes) e
ainda injetou 100 milhões de euros anuais.

Foi incrível o ressurgimento dessa parceria.

Desde a Ford com a Stewart (20 anos atrás), não vemos uma fábrica construir
algo nesses moldes com uma escuderia.

Com desenvolvimento contínuo e comprometido.

Numa integração entre as partes com muita tecnologia envolvida.

Algumas perguntas precisam ser respondidas.

A Sauber possui um contrato assinado com a Honda para 2018, e aí?

A Mercedes tem um excelente motor, mas suas clientes não ameaçam sua
superioridade.

Ou alguém aqui sonha que Force India ou Williams irá derrotá-los?

A estrela de prata oferece um caminho mais largo e perfumado do que a Honda.

E até a possibilidade de chegar em segundo lugar.

Entretanto é só isso.

Para quem tem Alonso e uma história tão brilhante, acho pouco, não?

Endurance

Jean-Eric Vergne se juntou a Manor para disputar o WEC nesta atual
temporada.

Inclusive as 24 horas de Le Mans.

Mágoa

Niki Lauda ainda não digeriu a saída de Nico Rosberg.

Chegou

Paddy Lowe (Mercedes) finalmente se juntou as fileiras da Williams.

Pela porta da frente.

Como diretor técnico e com participação acionária na Casa de Grove.

Vale mencionar que pouco mais de duas décadas atrás, Adrian Newey fez
uma proposta semelhante.

Permanecer, mas sendo dono de parte minoritária da Williams.

Frank disse não.

E assim Newey foi embora em busca de novas aventuras com quatro campeonatos
e dezenas de vitórias na bagagem.

Lowe chega trazendo muitas esperanças.

Um sujeito que (diferente de Newey) nunca idealizou um projeto do zero até o topo.

Sempre pegou o bonde andando.

Vamos ver.

Recado

"Quero ir bem em 2017 para conquistar uma grande equipe."

Carlos Sainz Jr.

Sem Açúcar

Aeroporto de Barcelona.

Café.

Para ouvidos atentos, um engenheiro da Mercedes confessa.

"Os cálculos mostram que precisamos correr para alcançar a Ferrari."






















terça-feira, 11 de outubro de 2016

Clipping


























A comemoração.

Reparou nos gestos e olhares?

Velozes e Furiosos

A Mercedes finalmente retirou suas camisetas comemorativas das caixas.

Entretanto nem tudo são flores.

Há claramente um mal estar pela situação no campeonato de pilotos.

Por que?

A razão é que Lewis Hamilton é o piloto número 1.

Seu salário e tratamento dizem isso.

Só que Nico Rosberg continua vencendo.

Interessante examinarmos a situação gerada pelo caso Verstappen-Lewis
em Suzuka.

Hamilton não conseguiria ultrapassar nunca.

Porque o bólido da Red Bull brinca com as curvas.

Adrian Newey sabe lidar como ninguém com o ar.

Depois de cada parte sinuosa, Max saia com vantagem.

Por fim o inglês tentou no desespero ganhar a posição.

Passou reto.

Nas redes sociais Hamilton disse que a disputa foi limpa.

E que não haveria protesto.

E ainda completou que um idiota havia falado sobre isso (protesto), porém
que não era verdade.

Logo depois ele apagou as duras palavras.

E publicou um novo post com dizeres mais amenos.

Gary Connely (comissário principal) estava inclinado a punir Verstappen.

Seus pares, Emanuele Pirro, Enzo Spano e Takashi Mitarashi eram contra
a posição de Connely.

Já dentro do avião, informado de toda a situação, Toto Wolff retirou a queixa.

O poderoso dono da equipe estava furioso.

(irritado com a largada, Lewis e por ser chamado de idiota)

E suas palavras foram contrárias a visão de Hamilton.

"O livro de regras diz que você não pode mover-se na freada."

Sobre a vantagem de Rosberg, Wolff soltou essa:

"São muitos pontos, mas sempre pode acontecer um problema técnico ..."

Nico que se cuide.

Scuderia Italiana

"Ferrari e Mercedes são duas equipes lendárias do automobilismo.

É óbvio que a Ferrari seria interessante para mim no futuro.

Se eu iria para lá?

Claro que sim."

Nico Rosberg

Eu ia

Carlos Sainz Jr. queria ir para a Renault em 2017.

A Red Bull impediu mostrando seu contrato.

Em 2018 ele estará de amarelo.

Futuro

A McLaren colocou sobre a mesa uma proposta para Fernando Alonso
até 2020.

Tem ainda Vandoorne e Button.

Entretanto Ron Dennis segue acompanhando os feitos de Max Verstappen.

Marvel

O rumor Hulk pode estar verde.

Digo sobre sua mudança de escuderia.

Porém não está longe da verdade.

Assim com Valtteri Bottas com a Williams, Hulkenberg já possui um contrato
para 2017 com a Force India.

Então qual a razão do boato sobre sua mudança para a Renault?

Hulkenberg provavelmente já assinou com os franceses.

Isso é certo.

Se não for para o ano que vem, talvez para 2018...

Por fim

Seria um dupla interessante.


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Clipping



































Richie Ginther sob o olhar da mecânica da Honda.

1966.

Honda que não quer fazer feio em casa.

Unidade de Força...

A Sauber (em sua nova etapa de vida) decidiu utilizar motores Ferrari versão
2016 na próxima temporada.

Faz sentido?

Faz, pois facilita o trabalho.

As dimensões e todo resto da unidade italiana já são familiares.

Com este conhecimento fica mais rápido arrumar soluções na hora de construir
um Fórmula 1.

E Pilotos

Falando no time suíço.

Marcus Ericsson espera permanecer na Sauber.

Massa Espeta

"O problema de Hamilton me fez lembrar o que eu tive na Hungria em 2008.

Mas os problemas mecânicos fazem parte do esporte.

Isso é fácil de aceitar comparado ao que sofri em Cingapura (2008)."

Mistura

Para evitar novas surpresas, a Mercedes usará um combustível mais conservador
em Suzuka.

Iguais

A disponibilidade de motores para Nico Rosberg e Lewis Hamilton até o final
da temporada é a mesma.

Dramalhão Mexicano

Sergio Perez permanece na Force India e sonha com a Ferrari.

Quero Ser Grande

Carlos Sainz Jr. deu seu recado para a Red Bull.

Ou estará no time principal em 2018 ou vai caçar outra turma.

Kvyat deve permanecer também.

Por fim

Durante os treinos de Cingapura Kimi Raikkonen reclamou que havia algum
problema com seu bólido.

A falha foi detectada quando a Ferrari do finlandês chegou ao box.

Um mecânico deixou cair uma lanterna dentro do seu carro.

O objeto ficou bloqueando o pedal do acelerador.

Lembrei de outra história.

Kyalami, 1975.

Depois de largar na pole-position, um piloto brasileiro não conseguiu
o mesmo desempenho dos treinos com sua Brabham.

Tudo por causa de um chaveiro.

O troço havia caído dentro do cockpit e impediu que o acelerador
chegasse até o seu limite durante toda a prova...

domingo, 2 de outubro de 2016

Clipping







































Campeão!

Lance Stroll confirmou seu favoritismo e se sagrou campeão da Fórmula 3 Europa.

Interessante notar alguns detalhes na sua preparação para chegar até a Fórmula 1.

(não me fale de dinheiro, o pai de Ayrton Senna também financiou sua carreira)

O que eu quero assinalar são os testes com a Williams.

Um carro de 2014 sendo utilizado em diversos circuitos do velho continente.

Não é uma operação qualquer.

Para que isso esteja acontecendo foi necessário um acordo com a Mercedes.

(mão de Toto Wolff)

Pois uma unidade de força com as especificações de dois anos atrás, somente
com a colaboração da marca alemã.

Isso sem falar dos pneus.

A Pirelli deve ter fornecido a borracha específica de corrida, ao invés de pneus
de demonstração.

Obrigando a marca italiana a se empenhar no programa Stroll.

Ainda é preciso ressaltar as despesas para se fechar um autódromo categoria A
somente para um teste exclusivo.

Por aí se tem uma noção que ninguém está brincando e que há um sério projeto
em andamento.

Fico

A Renault bem que tentou.

Porém Valtteri Bottas escolheu permanecer na Williams por mais duas temporadas.

Tentando

Renault que também quis abraçar Sergio Perez, Nico Hulkenberg, Carlos Sainz Jr.

Aliás, este último ainda foi objeto de discussão com a Red Bull em Sepang.

Entretanto a turma do energético quer contar com o espanhol na Toro Rosso no
ano que vem.

Com as novas regras, ter um piloto rodado é essencial.

Estoril

Portugal que voltar a receber a categoria máxima do automobilismo.

Ferrari

Largadas questionáveis e coisas esquecidas no carro bloqueando o pedal do
acelerador.

Tenso.

Morto

Impressão minha ou a Globo ignorou a corrida de Felipe Massa?

Titulares

Nada de Pascal Wehrlein.

Nico e Lewis comandam a Mercedes no próximo teste do time com a Pirelli
em Barcelona.

Teoria da Conspiração

Hamilton levantou a lebre depois que sua unidade de força virou um lança-chamas
na Malásia.

"Alguém não quer que eu a ganhe neste ano.

Apenas meus motores estão falhando."

Um ofendido Niki Lauda respondeu na tampa.

"Falar sobre sabotagem é ridículo."

Entendo a indignação de Lauda.

Lewis foi desrespeitoso com as pessoas que trabalham na Mercedes.

Você não pode agradecer a equipe quando as coisas dão certo, e em seguida
tratar seu time como idiota quando algo dá errado.

Sei que a coisa pesou para o atual campeão na briga pelo título.

(existem caixas de camisas prontas com uma estampa de tetra)

Mas nada justifica tal atitude.

A escuderia que lhe entregou dois títulos mundiais exigiu retratação.

E no comunicado oficial da Mercedes, Hamilton dobrou a língua e tratou de
tentar desmanchar o mal estar criado por ele mesmo.

Falhas podem acontecer.

Com todos.

Até mesmo nos momentos mais decisivos.


sexta-feira, 1 de julho de 2016

Clipping





































A Manor sempre apresenta um poster legal a cada corrida.

Falando nisso, a Mercedes escalou Pascal Werhlein para os testes da Pirelli
após o GP de Silverstone.

A Sauber colocou todas as suas contas em dia numa tacada só.

A conversa em Hinwil é que o time arrumou um comprador.

Não se sabe ainda quem seria.

Mas se fala que o mesmo grupo andou sondando outras opções no grid antes
de fechar com a equipe de Monisha.

Carlos Sainz Jr. foi confirmado pela Toro Rosso para o ano que vem.

Não quer dizer que o piloto estará defendendo o time de Faenza em 2017.

A Red Bull apenas fez valer a opção que tinha sobre o contrato do piloto.

As tratativas entre Helmut Marko e a Renault continuam.

Na mesa está a proposta de um motor francês mais barato em troca de um
piloto (Sainz Jr.) que continuaria vinculado a Red Bull.

Mais.

Na Rússia os ventos dizem que dificilmente Daniil Kvyat deixará a Toro
Rosso.

Palavras.

Preste atenção.

"Sergio Perez é o melhor candidato para se juntar Ferrari em 2017."

Helmut Marko

"Eu escolheria Valtteri Bottas, ao invés de Romain Grosjean para ir
para a Ferrari em 2017."

Toto Wolff.

Viu?

Não?

Eu mostro.

Marko joga as luzes em direção de Sergio Perez para que Daniel Ricciardo
possa sair de vez do radar da Ferrari.

A razão está no receio de desmontar o interessante time principal.

(Ricciardo-Verstappen).

Já Toto Wolff tenta elevar o valor do passe de Valtteri Bottas para permaneça
na Williams.

Sinal que as conversas com Jenson Button (caso ele deixe a McLaren)e Frank
vão bem.

Button é valiosíssimo comercialmente falando, OK?

Não só isso.

Wolff desvenda que Romain Grosjean continua sendo o nome principal para
o lugar de Raikkonen, no caso de desligamento do finlandês.

Por fim.

A proteção Halo deu problema.

No teste realizado em Spielberg foram necessários 12 minutos para retirar
Sebastian Vettel do carro.

Tempo demais.

Lembrando que a armação deverá ser usada em todas as categorias Fórmula
da FIA.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Clipping


































Algumas curvas do circuito de Baku foram considerada bem desafiadoras pelos
pilotos.

Segundo Vettel, em certos momentos "você não vê nada.."

A vaga de Felipe Massa na Williams continua sendo cobiçada.

Nasr é candidato.

Steve Robertson possui um grande desafio, já que o piloto brasileiro deverá perder
o apoio do Banco do Brasil.

Perez sonda suas possibilidades.

E a própria Williams admite estar em tratativas com Jenson Button.

A situação de Daniil Kvyat na Toro Rosso pode ter virado.

Por conta dos resultados fracos de Pierre Gasly.

E do assédio (declarado) da Renault em cima de Carlos Sainz Jr.

O espanhol pode ser seduzido pelo time francês.

Principalmente após a renovação da dupla Verstappen-Ricciardo.

(Franz Tost quer contar com o russo em 2017)

Entretanto Kvyat procura outras portas.

Briatore reconhece ter sido um erro a mudança para a McLaren.

Rosberg.

Pelo menos, desta vez, ele parece estar fazendo tudo pelo sonho.




domingo, 12 de junho de 2016

Notinhas de Domingo
























Pingando aqui e ali.

Já havia ruídos sobre o retorno de Las Vegas ao calendário.

A tal etapa na costa oeste americana.

Pista de rua com dinheiro chinês.

Movimentações de mercado.

Ou não.

Sebastian Vettel prestes a assinar um novo acordo com a Ferrari.

Permanecendo assim mais quatro temporadas com a Scuderia Italiana.

A Force India indica que irá ativar a opção do contrato de Sergio Perez.

Frustrando as pretensões da Williams.

A Red Bull também mostra que não vai liberar Daniel Ricciardo.

Entretanto quem esteve procurando vaga é Carlos Sainz Jr.

Na Ferrari.

A ponte seria o banco espanhol Santander.

Não vai rolar (diz o Tordo).

Falando nisso, a Red Bull vai estreitar ainda mais seu desenvolvimento
com a Toro Rosso.

A solução (semelhante a Ferrari-Haas) considerada mais barata e prática
(sem tanta independência) parece consenso no time do energético.

Gerhard Berger trabalha todo o tempo pelos interesses de Nico Rosberg.

Dinheiro, tempo de contrato e a posição do piloto dentro da equipe são
os pontos.

Aumento (grande) de salário, três anos de acordo e tratamento comum em
comparação a Lewis Hamilton são os desejos.

(inclusive com indiretas sobre a estabilidade de um e a instabilidade de outro)

A Mercedes?

Quer pagar menos (e usa o nome de Pascal Wehrlein), deseja um período
menor de vínculo (para pagar menos também) e não define sua política de
preferências em relação aos seus pilotos (abertamente).

Surgiu um rumor sobre a ida de James Allison (Ferrari) para a Renault.

Os franceses realmente assediaram o projetista.

Mas o interessante é que a indicação pode ter vindo de conversas com
Fernando Alonso.

sábado, 9 de abril de 2016

Gerações Espanholas























Bom dia petrolheads!

Fernando Alonso e Carlos Sainz Jr.