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terça-feira, 24 de setembro de 2019
Desejo
Engraçado como as pessoas despejam suas frustrações mais íntimas
de forma desprezível.
Fiquem tranquilos.
Mercedes será campeã novamente em 2019.
Assim como Hamilton.
Não tenho dúvidas.
Ainda mais testemunhando como a Casa de Brackley trata bem seu
principal piloto.
Tanto que Valtteri Bottas recebeu ordens de reduzir seu ritmo para não
ultrapassar seu companheiro após sua parada em Singapura...
Lamento que a Ferrari tenha encontrado seu caminho tarde demais.
Porém algo aponta para uma esperança.
Em 2020.
Os vermelhos sendo dominantes numa luta épica entre Sebastian
Vettel e Charles Leclerc pelo título.
Com brigas internas, divisão na equipe e olhares atravessados.
Uma luta temperada por Lewis e Verstappen.
Desejo.
Quero sangue!
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Contratos, Poderes e Afins
Tempo faz falta.
E é dinheiro.
Realmente.
Queria ter mais para escrever no Blog.
Falando nisso.
Lewis Hamilton deve estabelecer um novo acordo com a Mercedes em breve.
Casamento inabalável.
As duas partes buscando de forma feroz os números de Michael Schumacher.
O atual contrato de 2015 se encerra em 2018.
O novo acordo deverá ir até 2020.
A base girará em torno de 40 milhões de euros anuais.
Um pouco menos.
Um fixo mais premiação por vitórias.
(proposta de Toto Wolff)
Ou um fixo mais bônus por título mundial.
Do outro lado da fronteira, a Ferrari ofereceu o mesmos 40 milhões / ano
para que Sebastian Vettel permanecesse.
Amplamente divulgado no paddock.
Seb recebeu 32 milhões de euros em 2017.
Sua proposta de extensão até 2020 (ainda em 2016) foi recusada pela
Scuderia Italiana.
Sergio Marchionne não aceitou que a ideia partisse de seu piloto.
E deixou o tempo passar.
(é dinheiro, lembra?)
A Ferrari é o mito e deve estar sempre no controle.
Entretanto duas coisas aconteceram.
A baixa performance de Margherita deu poderes para Vettel.
E a saída abrupta de Nico Rosberg.
Tudo isso levou a Mercedes entrar em contato com o multi campeão.
Estabelecida uma situação aberta com Valtteri Bottas (2017 / 18), Vettel
poderia estar numa das Flechas de Prata em 2019.
O início de 2017 muda o cenário novamente.
Gina se mostra competitiva.
A Ferrari se encontra numa situação delicado por ser o último ano de acordo
com Sebastian.
E o piloto ganha um protagonismo que influencia as negociações.
Com a vantagem, Vettel assina o contrato com Maranello.
Com cláusulas de saída!
Assim, até o seu final (2020), o piloto precisará acionar sua opção a cada verão
europeu.
Ao contrário do que Marchionne queria, Vettel possui a decisão de permanecer,
ou não, nos próximos anos de acordo com a performance de seu bólido.
Uma situação inusitada.
Buscando uma alternativa, os italianos se moveram em direção à Max Verstappen.
Porém o holandês optou pelo projeto da Red Bull até o início da próxima década.
Ficando em casa.
Onde foi criado.
E já conhece tudo e todos.
Querendo construir uma carreira sólida num ambiente familiar e seguro.
Esperto.
Você deve estar pensando que o menino será tratado como primeiro piloto.
E acho que não estará errando.
Sem conseguir o garoto prodígio, a Ferrari foi até Daniel Ricciardo.
Pelo menos viu um grande sorriso depois de perceber que as duas máquinas
vermelhas poderão estar com seus cockpits vazios em janeiro de 2019.
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Clipping
Quando a coisa parece impossível.
É aí que os simuladores aparecem para ajudar na solução.
Para o GP do México o italiano Antonio Fuoco ficou responsável em Maranello
pela condução dos testes que indicaram o caminho da pole de Sebastian Vettel.
Um dos muitos heróis anônimos da Fórmula 1.
Test Drive
Falando nisso, Alfonso Celis Jr. (velho conhecido do Blog) e Charles Leclerc
trabalharam pela Force India e Sauber respectivamente nos últimos dias.
Testes da Pirelli no Hermanos Rodriguez.
O próximo experimento será feito pela McLaren em Interlagos.
Investimento
A meta da Williams para 2018 é ter o orçamento 250 milhões de euros.
Algo em torno de sessenta milhões de euros a mais em relação ao disponível
para a temporada atual.
Lance Stroll possui um acordo para três anos.
Pagando 105 milhões de euros ao todo.
Parcelado assim.
30 milhões (2017) ,35 milhões (2018) e 40 milhões (2019).
A Martini entregará 15 milhões de euros anuais (até 2019) após ter renovado
seu patrocínio.
A Unilever (Rexona) também deixa 15 milhões de euros.
Mas a gigante não estendeu seu apoio até o momento (termina ao final de 2017).
Está no ar uma mudança (McLaren, Renault...).
Fora a grana dos parceiros menores e do (ótimo) prêmio da FOM.
Quem sabe para o lugar de Felipe Massa não apareça um piloto com os recursos
que faltam?
Contrato
Parece que Lewis Hamilton acertou sua aventura com a Mercedes.
Mais três temporadas juntos (2018 / 19 / 20).
Max Valor
Ao contrário do que muitos pesam, o novo contrato de Max Verstappen
com a Red Bull não trouxe um caminhão de dinheiro para o rapaz.
Pelo menos ao ser comparado com as cifras recentes de Lewis Hamilton,
Sebastian Vettel e Fernando Alonso.
Christian Horner deixou evidente que gastou mais nos últimos três anos de
Vettel no time dos energéticos.
Sebastian ganhou mais de 70 milhões de euros neste período.
Incluindo aí a premiação (vitórias e títulos).
Verstappen, que hoje recebe seis milhões de euros / ano, dobrará seu salário
na próxima temporada e atingirá quinze milhões de euros anuais em 2019.
Jovem, em 2020 estará com as portas abertas na Ferrari e Mercedes.
Onde o céu será o limite.
Resiliente
Na atual Era Mercedes, Sebastian Vettel foi o piloto que obteve mais vitórias
e pódios.
(fora os que conduziram as Flechas de Prata).
Nesta temporada ele vem liderando a votação do Driver of Day.
Venceu 7 até aqui.
Não está contente.
Já disse que abrirá mão do convite de participar da tradicional Race of Champions.
Quer dedicar o máximo de tempo possível para o simulador da Scuderia Italiana.
A guerra de 2018 já começou.
Ninguém Quer
Interessante.
Se a Liberty Media pensava que seria fácil achar outras praças para a F1
dentro dos Estados Unidos estava redondamente enganada.
O plano é ter três provas.
Uma no centro (Austin), uma na costa leste e outra na costa oeste.
Na costa leste o destino seria a Flórida.
Uma pista de rua na região de Miami.
Pois bem.
A comunidade local se levantou contra a categoria máxima do automobilismo.
Com anúncios de página inteira em jornais, declarou guerra.
A razão?
Algumas associações organizadas da vizinhança reclamam de tudo sobre o
projeto.
No entendimento deles, a F1 só traria barulho, ruas interditadas, construções sem
benefícios para os moradores e ainda o dinheiro do contribuinte seria jogado fora
ao invés de reparar suas estradas.
Tenso.
Do outro lado, na costa oeste, o empresário William Yao iniciou um projeto na
pequena cidade de San Juan Bautista ao sul de San Francisco.
Sim, estamos falando da famosa região do Vale do Silício.
Yao quer construir em suas terras um centro de excelência e tecnologia voltada
para o mundo do motor.
O que, claro, envolveria o surgimento de uma pista própria para a Fórmula 1
entre condomínios, hotéis e restaurantes num complexo de mais de cinco milhões
de metros quadrados.
Projeto, complexo, pista...
OK.
Já falaram no nome de Hermann Tilke.
Mas posso afirmar que nenhuma linha foi riscada na prancheta.
A coisa ainda é bem embrionária.
E pode ficar por aí, pois os cidadãos da bucólica San Juan Bautista não estão
animados com o troço.
Uma petição em nome da fauna, flora e valores locais foi feita para impedir a ação
automobilística / Imobiliária na região onde, segundo os revoltados, falta água e
policiamento decentes.
Sei que o troço é caro.
Com menos de 250 milhões de dólares não dá para pensar num Grand Prix.
(asfalto, pits, arquibancadas, estrutura...)
Fora a manutenção.
As pessoas pensam que esse recurso poderia ser gasto em melhorias para suas
vidas.
Enquanto isso, Max Verstappen se dirigiu para Las Vegas com a Red Bull para
uma demonstração.
Quem sabe uns zerinhos no asfalto consiga trazer mais amor pela F1 em Terras
Ianques?
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Humberto Corradi
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terça-feira, 31 de outubro de 2017
México - 2017
Tudo conspirou para a vitória de Max Verstappen no México.
Sua largada espetacular corrigiu o erro cometido no qualifying.
Olhando o que seria a volta ideal, o holandês deveria ter ficado com a pole.
Errou.
Lewis Hamilton não fez seu melhor também, entretanto a Mercedes não era
páreo na briga pela primeira fila.
Sebastian Vettel foi perfeito e tirou tudo de sua Ferrari.
Disse desde o início da temporada que os intrépidos fariam a diferença.
Max não precisa ter cuidado.
Parte para cima de Hamilton e Vettel com muito menos a perder.
Cruzar a primeira volta em primeiro foi tudo.
Explico.
A configuração adotada pela Renault em suas unidades de força na altitude
da capital mexicana foi muito agressiva.
Isso causou um problema de temperatura.
Assim os pilotos que precisaram lidar com o tráfego não conseguiram resfriar
de forma adequada seus motores franceses.
Testemunhamos por isso um festival de problemas para aqueles empurrados
pela Renault.
Menos Verstappen.
De cara pro vento, conseguiu manter seu bólido competitivo.
Vencendo com larga vantagem.
A Mercedes já levantou a suspeita para que a FIA fique de olho no time dos
energéticos.
Os alemães acham que a suspensão usada por Ricciardo e Verstappen após
Hungaroring possa estar ferindo as regras.
Entenda.
Feliz 2018!
De qualquer maneira a mão de Adrian Newey se faz presente.
O novo chassi mais alongado (Hungria) e a atualização da mensuração dos
dados de simulação obtidos na fábrica que não estavam casando com o
que acontecia na pista fizeram o RB13 se entender com os pneus.
A diferença para a Mercedes (benchmark) caiu sensivelmente.
Mesmo assim, em uma situação ideal, o motor das Flechas de Prata ainda
está 3 décimos mais rápido que o Renault no modo corrida.
Voltando para a prova.
O encontro com Vettel fez Hamilton perder muito tempo.
Seu retorno para o box foi lento.
O difusor danificado, que livra o carro da turbulência causada pelos pneus,
custou décimos preciosos por volta no restante da corrida do inglês.
Vettel, calçado com ultrasofts, foi até onde deu.
Depois de tanto esforço ("Mamma mia!") se deparou com mais de vinte
segundos entre ele e Kimi Raikkonen.
A dupla finlandesa Valtteri Bottas e Raikkonen permaneceu toda a prova
sem possibilidade de atacar Max.
O resto?
Esteban Ocon brilhou na casa de seu companheiro.
Lance Stroll trouxe pontos preciosos para a Williams.
E o subestimado Kevin Magnussen estava num excelente dia.
Hamilton e Alonso completaram os que pontuaram.
Foi interessante ver o espanhol dificultando para Vettel e Lewis.
Diferente das vezes anteriores.
Sergio Perez ainda lidera a segunda divisão, assim como a Force India.
(continuidade é o segredo o time rosa...)
Stroll passou Felipe Massa.
Repare na diferença nas últimas sete corridas.
De Spa-Francorchamps para cá, os meninos de Frank Williams fizeram
35 pontos para a equipe de Grove.
Abrindo boa vantagem para os patinadores Toro Rosso (14), Haas (18)
e Renault (22) na briga da Terra Média.
Por fim.
Os números.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Clipping
Não adianta inventar.
Não há muitas histórias novas para contar.
Sempre tem alguma coisa aqui e ali.
Mas nada muito relevante.
Alonso renovar com a McLaren é notícia?
OK.
Existem alguns rastros.
Fumaças.
Notícias que estão amadurecendo.
Mas é preciso ver o cenário clarear.
Enquanto isso, umas notinhas.
Kubica
Robert Kubica testou com a Williams (2014).
Paul di Resta esteve por perto para efeito de comparação.
Me disseram que o polonês pode aparecer em um treino livre no Brasil
ou em Abu Dhabi.
A briga é com Felipe Massa.
Contra Kubica vejo três coisas.
Primeira.
A Williams quer dinheiro e perguntou se haveria a possibilidade de Robert
trazer um novo patrocinador.
(estratégia comercial antiga - lembra da Susie Wolff?)
Segunda.
A Renault não abandonou à toa seu projeto com ele.
Os franceses fizeram um investimento para testar a viabilidade do piloto
e desistiram.
Terceira.
O risco.
Não sabemos como o mundo da Fórmula 1 reagiria caso Kubica se envolvesse
em um acidente grave com outro piloto durante uma prova oficial.
Volta
Pascal Wehrlein pode estar retornando para o DTM na próxima temporada.
Laranjas
Interessante ver a Red Bull oferecer um projeto de longo prazo para Max
Verstappen.
Ouvir o Horner falar em construir o time ao redor do holandês, foi surpreendente.
Fica claro que existe uma proposta séria de outra escuderia.
Penso na Ferrari, como já escrevi.
Outros falam na Mercedes.
Lembrando que Max só foi para a Red Bull porque não havia um lugar disponível
nas Flechas de Prata.
Batalha
A Mercedes entrou com uma nova acusação sobre a unidade de força da Ferrari.
Aquela história da queima de óleo.
Parece que os italianos acharam uma solução engenhosa com dois tanques com
óleos diferentes que seriam misturados apenas no modo qualificação.
2018
A Mercedes estuda a possibilidade de apresentar um projeto totalmente novo
para o W09 em relação ao W08.
Uma mudança de conceito.
Resumindo, um carro mais curto.
(semelhante a dupla Red Bull / Ferrari).
O que poderia trazer dificuldades nas primeiras provas do ano que vem por conta
de uma ideia tão nova.
Empolgado
Brendon Hartley viu seu mundo virar de cabeça para baixo.
Eu sei que o cara venceu as 24 horas de Le Mans.
Mas a Fórmula 1 é maior do que tudo.
A oportunidade na Toro Rosso pode se transformar numa vaga em 2018.
Pra quem estava se movendo para a Indy...
Por Fim
Tantos nomes citados e ninguém lembrou de chamar o Nasr para o jogo.
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Humberto Corradi
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21:22
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Overtake
Se piscar o olho, perde!
Sebastian Vettel passando Max Verstappen em Abu Dhabi.
Esses caras são extraordinários.
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Humberto Corradi
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terça-feira, 10 de outubro de 2017
Japão - 2017
O final de semana da Fórmula 1 na Terra do Sol Nascente prometia.
Os treinos livres foram movimentados.
E duas das três principais equipes fizeram opções inusitadas para o qualifying.
Diferente de Spa-Francorchamps (pista com características semelhantes)
Mercedes e Red Bull escolheram colocar mais downforce.
Enquanto que a Ferrari foi pelo mesmo caminho escolhido na Bélgica.
Mas a Scuderia Italiana não conseguiu brigar pela pole.
(diferente de Singapura e Malásia)
Com a potência da unidade de força fazendo diferença devido ao traçado
de Suzuka, a Mercedes com seu motor número quatro teve mais tranquilidade.
Lewis Hamilton fez a diferença no setor onde o motor importava mais.
Sabendo da punição de Valtteri Bottas, Sebastian Vettel arriscou tudo tentando
tirar alguns décimos.
Podia.
Sem uma unidade de força ideal a Red Bull não tinha como alcançar a Ferrari.
A aposta maior de Vettel ficaria para a corrida.
Sua simulação de corrida com pneu amarelo da Pirelli foi fortíssima.
Raikkonen, com o vermelho (supermacio), havia ficado bem perto dos tempos
de Lewis.
Ainda no sábado, ao terminar a classificação, a Mercedes imediatamente trocou
uma das velas do bólido de Hamilton.
Antes das luzes vermelhas serem apagadas o time de Toto Wolff já havia largado
na frente.
O mesmo problema atingiria a Ferrari de Vettel.
No grid foi impossível resolver.
Por diversas razões.
Gina tem um envelopamento melhor dos que as Flechas de Prata.
Principalmente na parte de trás.
Entretanto o "aperto" dificulta na hora de se mudar algo imprevisto.
O que normalmente se troca em 15 minutos, leva 40.
Com apenas cinco cilindros funcionando, Vettel ficou sem potência.
Abandonar foi questão de tempo.
O duelo ficaria entre Hamilton e Max Verstappen com uma surpreendente
Red Bull.
Sem problema com temperatura, o W08 foi bem na primeira parte da prova.
O drama veio na segunda parte.
O pneu amarelo não funcionou para Lewis como deveria.
(lembra da simulação de corrida da Ferrari?)
Com o tanque mais leve (menos combustível) a Mercedes viu o carro de Lewis
se comportar de forma bem diferente ao de Bottas que largou com o mesmo
composto.
Acontece que o carro mais pesado de Valtteri (mais gasolina) assentou melhor
no começo da prova com o soft (amarelo).
Verstappen aproveitou para sonhar com a vitória.
Protegendo Hamilton, Valtteri (com razão) e Alonso (?!?) seguraram Max.
Cada um no seu momento.
E assim Lewis venceu.
Daniel Ricciardo completou o pódio.
Valtteri "Kovalainen" Bottas e "Heikki" Kimi Raikkonen chegaram em seguida.
(o papel de coadjuvantes entristece)
Em ordem (obedecidas) Esteban Ocon e Sergio Perez colocaram a Force India
nos pontos.
O agressivo (é um elogio) Kevin Magnussen e (o lutador) Romain Grosjean
trouxeram a bandeira da Haas.
Felipe Massa fechou a lista daqueles que pontuaram.
Adeus para Jolyon Palmer.
(apesar do contrato, a pressão devia estar insuportável dentro da Renault)
E grande mudança para Carlos Sainz Jr.
A briga no meio do mundial de construtores está intensa.
Williams, Toro Rosso, Haas e Renault lutam pela quinta posição.
No mundial de pilotos, só uma combinação maluca tira o campeonato de Hamilton.
E devolve o sono para Maurizio Arrivabene.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017
Dissonia
Cuidado.
Pois é sempre difícil falar do futuro.
Cenários desenhados costumam mudar.
Acontece.
Mas é impossível deixar passar em branco as movimentações nos bastidores.
A Red Bull sabe que Max Verstappen está no mercado.
Para 2019.
A Ferrari tem tudo para ser seu destino final.
Já há uma proposta em torno de 25 milhões de euros por temporada.
Acordo plurianual.
Formando uma dupla fortíssima com Sebastian Vettel.
Sonho antigo.
Lembro que Maranello tentou ter em sua casa Seb e Fernando Alonso.
O espanhol deveria ficar com Felipe Massa apenas uma temporada...
(lembre que o brasileiro teve seu lugar ameaçado também por Robert Kubica)
Independente de qualquer decisão sobre Max, Vettel segue o plano.
Reconquistar o mundo novamente quatro vezes seguidas.
(2017-20)
Desta vez com a Scuderia Italiana.
Existem outros ruídos vindos de Milton Keynes.
Daniel Ricciardo está sob contrato até 2018.
O time dos energéticos se move para buscar uma alternativa para seu nome.
Assim como Verstappen, o australiano tende a trocar suas cores.
Uma voz me diz para olhar para a McLaren.
Porém o apelo de um time de fábrica deve falar mais alto.
Eu acredito que o cockpit da Renault estará esperando o garoto sorridente.
Como Carlos Sainz Jr. será apenas emprestado para os franceses, retornará
para a Red Bull ocupando uma das vagas.
Tudo isso apenas analisando o plano de fundo que está ainda num rascunho.
Efeito da insone corrida de madrugada?
Pode ser.
Em 2013 foi assim também.
Clique aqui para Lembrar
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Malásia - 2017
Sim, existe o medo.
E Max Verstappen usa isso em seu favor.
Lewis Hamilton e Sebastian Vettel têm tudo a perder.
Assim o piloto holandês não hesita em disputar posições.
Se quiser bater, o problema é dos outros.
Nas primeiras corridas da temporada avisei sobre os intrépidos.
Fato é que a Red Bull achou um caminho de desenvolvimento.
A Ferrari está liderando a corrida armamentista.
O bólido da Scuderia Italiana é imbatível.
Hoje, OK?
Está tropeçando em seus próprios pneus.
Se parar com os erros, poderemos ter um final de campeonato mais apertado.
Sim.
A Mercedes segue favorita com Lewis e seus 34 pontos de vantagem.
Entretanto o W08 causa preocupação.
Está claro que a máquina prateada só funciona 100% em certas condições.
Asfalto menos abrasivo, temperaturas mais baixas e quando há menos exigência
de downforce.
Explicando.
As pistas com maior rugosidade e que exigem que se ande na trilha favorecem de
forma impressionante a Red Bull e a Ferrari.
A Mercedes escorrega direto.
O que causa um pior aproveitamento dos pneus.
Temperaturas de asfalto mais altas fazem as Flechas de Prata sobreaquecerem
as borrachas da Pirelli.
(recorde que a chuva em Singapura fez Hamilton ressuscitar)
A exigência de downforce trava o W08 e o coloca em maus lençóis contra suas
adversárias diretas.
Pra piorar, o pacote aerodinâmico que o time trouxe para a Malásia foi uma lástima.
Hamilton ficou até as duas da manhã de sábado com seus engenheiros restaurando
a configuração antiga.
Valtteri Bottas teve que se virar com as novidades mesmo.
Fora que Lewis por ser mais rápido que seu companheiro quase sempre consegue
um desempenho melhor em meio aos problemas.
A Mercedes está perdendo a guerra das atualizações.
O que pode indicar que o W08 chegou ao seu limite.
Na prova, tivemos um Daniel Ricciardo bem agressivo contra Bottas no início.
Depois se apagou.
Sebastian Vettel veio da última posição escalando o pelotão.
Um a um seus adversários iam sendo ultrapassados.
Quer saber um segredo?
Gina estava com o mínimo de combustível possível.
Quando chegou na Red Bull de Ricciardo teve que levantar o pé.
Teve que diminuir o consumo para poder completar a prova.
Nunca houve chance real de pódio.
O acidente com Stroll após a corrida foi esquisito.
A caixa de câmbio está ilesa (segundo foi verificado em Maranello) e vai
para o Japão.
O teste final será no primeiro treino livre de Suzuka.
O resto.
Sergio Perez foi o primeiro da outra divisão com a Force India.
Stoffel Vandoorne foi favorecido com as doidices da Williams.
Stroll e Massa ficaram em oitvo e nono respectivamente por ordem da equipe.
E Esteban Ocon fechou a turma dos pontos.
O estreante Pierre Gasly sumiu depois de boa classificação.
E aquele bueiro que quase matou Romain Grosjean na sexta-feira?
Fernando Alonso?
Merece um post.
(breve)
Por fim.
Espionagem.
Sinal de receio.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Frames
O acidente de Cingapura.
Quadro a quadro.
Primeira Imagem
Vettel e Verstappen largam e direcionam os bicos de seus carros buscando
o centro da pista.
Um quer tomar a frente do outro.
Fernando Alonso toma a mesma atitude ao sair melhor que Bottas.
Kimi parte com tudo e está na sombra de Max.
Segunda Imagem
Verstappen continua sua trajetória.
Vettel segue em vantagem.
Hamilton busca a lateral da pista vendo a passividade de Ricciardo.
Raikkonen enxerga a oportunidade e acelera ao ver Verstappen se dirigir para
o meio.
Terceira Imagem
Hamilton vai engolir Ricciardo.
Verstappen percebe que não vai alcançar Vettel através do plano inicial.
Quarta Imagem
Raikkonen já está em melhor situação que Verstappen.
A mudança de curso de Max é nítida.
A defesa se faz necessária.
Kimi está passando.
O destino está traçado.
Verstappen marca um encontro com Kimi ali na frente.
Quinta Imagem
Por outro ângulo podemos ver que a situação de Verstappen é de presa.
As Ferraris vão chegar na primeira curva nas primeiras posições.
Note a distância de Vettel para o carro de Max.
Sexta Imagem
Pela câmera do carro de Hamilton temos mais um ponto de vista da briga.
Vettel não está lado a lado com Max.
Já foi.
O problema de Verstappen é a outra Ferrari.
Sétima Imagem
Hamilton já está ao lado de Ricciardo.
Veja que Raikkonen segue numa trajetória reta.
Verstappen aponta para o lado.
O encontro é questão de tempo.
Insisto na distância entre Vettel e Max.
Oitava, Nona e Décima e Décima Primeira Imagens
Sebastian já havia passado.
(a nona e décima imagem estão separadas apenas pelo ângulo)
Dependendo da vista podemos errar e achar que Vettel toca em Max.
Apontado para o lado (oitava foto), Verstappen acerta a roda traseira esquerda
de Raikkonen (décima foto).
(repare na posição dos pneus de Max em relação aos de Kimi na oitava)
O carro do finlandês é lançado sobre Vettel.
Gina não tem qualquer contato com a Red Bull.
Por Fim - Últimas Fotos
No meu entender, a mudança de trajetória de Verstappen causou o acidente.
(seu pneu traseiro aparece na segunda imagem abaixo por ele ter alterado a direção)
Sem poder / saber se defender, Max acabou batendo em Raikkonen.
E ele não alterou seu rumo por conta de ter sido fechado.
Me pareceu que ficou perdido mesmo.
Sem desculpas.
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Humberto Corradi
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terça-feira, 19 de setembro de 2017
Cingapura - 2017
Foi um presente para a Mercedes.
A equipe de Brackley tentou durante todo o final de semana de Cingapura
apenas diminuir os danos.
A vitória foi mais que um bônus.
E ainda utilizando a segunda unidade de força.
(lembrando que a quarta foi apresentada em Monza)
Toto Wolff sabia que Ferrari e Red Bull seriam imbatíveis na tórrida noite.
A classificação foi surreal.
Sebastian Vettel raspou o muro e deixou Christian Horner com uma expressão
desconcertante.
Havia decepção por não ver Verstappen ou Ricciardo na pole.
Entretanto todos podiam ver um certo orgulho por seu ex comandado, que hoje
veste vermelho, fazer o impossível.
O time dos energéticos não digeriu bem a derrota.
Helmut Marko falou em nervosismo na condução de seus pilotos.
E completou que já sabia que Seb consegue realizar proezas incríveis.
Horner respondeu com uma ameaça ao dizer que Vettel é quem tinha tudo
a perder no domingo.
Mas aí veio a chuva.
A pista molhada deu esperança para que Lewis Hamilton pudesse compensar
em parte a desvantagem e conseguir algo a mais.
Niki Lauda ainda apostava na imprevisibilidade de Max ao lado de Vettel.
Ricciardo chegou a afirmar que seu companheiro tiraria Vettel...
Todo mundo viu a largada.
O que eu acho.
Pela imagem acima vemos como Gina já passou e buscava a tomada da primeira
curva.
Movimento natural.
Alonso em 2010 executou a mesma manobra sobre Vettel.
Verstappen adota uma linha em direção a Vettel ao apagar das luzes.
Ao não surtir efeito, percebeu que Raikkonen estava bem melhor e tentou
preservar sua posição.
Repare no vídeo (primeiro segundos).
Max larga pra cima de Vettel e volta pra cima de Kimi, atingindo o finlandês.
É fácil de ver.
O jovem piloto participou de outros acidentes neste ano.
E em todas as largadas complicadas ele estava envolvido.
Desde o início do campeonato venho alertando sobre o cuidado que Seb e Lewis
estão adotando no início.
O que não justifica certas críticas.
Eles estão brigando pelo mundo.
A ação de Max (alimentada por sua equipe) era previsível.
Aconteceria mais cedo ou mais tarde e influenciaria a luta principal.
Comentamos sobre isso (Hungria) no início de agosto.
Uma lástima.
E não desejo que Hamilton passe por algo parecido.
O fator estranho (imprudência dos outros) não deveria decidir uma disputa
tão linda.
Lewis e Vettel estão muito acima de todos os outros e não precisam disso.
Daniel Ricciardo não conseguiu acompanhar Hamilton.
Valtteri Bottas trouxe o carro de volta para casa.
Carlos Sainz Jr. colocou mais umas linhas impressionantes em seu currículo.
Jolyon Palmer desceu do carro olhando nos seus olhos.
Vandoorne fez bom uso de sua McLaren.
Lance Stroll teve uma melhor estratégia de pneus do que Massa e colheu
frutos por isso.
Grosjean levou a Haas para os pontos.
E as duas Force India pontuaram.
Sobreviventes.
Quase metade do grid não terminou a corrida.
Acabou o campeonato?
Pode ser.
Porém algo mudou.
Importante.
Se você não percebeu, Sebastian Vettel não tem mais nada a perder.
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Italianas
Retratos.
O colorido da vitória.
Curva decisória.
Uma geração que está passando.
Passeio.
E ainda há esperança.
Por fim.
A primeira fila.
Há muito tempo atrás...
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Humberto Corradi
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Clipping
Tudo indica que o campeonato de 2017 será decidido nos detalhes.
A impressão deixada pela Ferrari em Spa-Francorchamps assustou a Mercedes.
Sebastian Vettel e Gina não deixaram Lewis Hamilton respirar.
O time das Flechas de Prata precisou fazer malabarismos para impedir a vitória
dos vermelhos.
A jogada do quarto motor prateado na Bélgica para continuar usufruindo da regra
antiga do consumo de óleo pareceu brilhante no primeiro olhar.
Porém seria inocente pensar que há idiotas na Scuderia Italiana.
O limite de consumo de óleo perde importância perante a possibilidade de
desenvolvimento que trará melhor confiabilidade e potência para Gina.
E a próxima atualização da Scuderia Italiana pode decidir de vez quem ficará
com o título desta temporada.
A evolução apresentada por Maranello em Spa-Francorchamps, principalmente
após as dificuldades de Silverstone, se deram por culpa da mecânica e design.
Houve trabalho duro para atingir a perfeição no trabalho de suspensão.
A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.
Sim.
Em Monza a Mercedes continua favorita.
Mas não pode cometer nenhum erro.
Como gosta de dizer Helmut Marko, Vettel já sentiu o cheiro de sangue.
Privilegiados
Apenas três pilotos completaram todas as provas de 2017 até aqui.
Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Esteban Ocon.
Toro Rosso
Sean Gelael estará conduzindo pelo Time de Faenza nos treinos livres de
Cingapura, Malásia, Estados Unidos e México.
Parece que alguém está preparando um piloto para o ano que vem, não?
Toro Rosso 2
A Red Bull parece estar dificultando o acordo entre a Toro Rosso e a Honda.
As discussões então avançadas.
O que tem pegado é a questão financeira.
Os japoneses sonham em continuar com a McLaren.
Mas os cabeças da família dos energéticos entendem que a Honda está sem
opções e endureceram o jogo.
(eles querem vender a Toro Rosso, OK?)
A McLaren quer a Renault.
A Renault (através de Alain Prost) diz ser um negócio inviável.
Tem mais pimenta.
Há outros interessados na Toro Rosso.
O pai de Sean Gelael (dono da KFC da Indonésia) é um deles.
A indonésia é um mercado com uma população maior que a brasileira num
espaço quatro vezes menor.
Outro é a Ferrari.
Faenza é logo ali e seria uma ótima solução para o retorno da Alfa Romeo.
A Honda precisa se decidir.
Sauber
Charles Leclerc vem vindo.
Pascal Wehrlein está saindo.
Dos Males
Vão trocar elementos no carro e ele deverá assim enfrentar punições no grid
de largada.
Entretanto a situação está tão esquisita para Max Verstappen que se ele
conseguir terminar a corrida em Monza já está bom.
Renault
Cyril Abiteboul disse com todas as letras que não quer Fernando Alonso vestindo
amarelo.
A razão é que o time ainda está em construção e um piloto frustrado não agregaria
nada.
Ferdi está queimado.
Por outro lado veio a notícia que Robert Kubica deverá conduzir o bólido da equipe
de Viry-Chatillon / Enstone no treino livre da Malásia.
Dilema
Fernando Alonso colocou a McLaren para escolher entre ele e os benefícios que
recebe da Honda.
Um problema que oferece duas soluções, sendo ambas insatisfatórias.
Fácil
Com os pneus mais largos e o downforce do carro atual, Vettel afirmou que passar
pela Eau Rouge ficou bem mais tranquilo do que em anos anteriores.
Falastrão
Depois de ter dito que Vettel não gostaria de ser seu companheiro de equipe
na Mercedes, Hamilton diz que abriu mão de seu sonho de pilotar pela Ferrari
após a renovação de Sebastian.
Emoção
Foi legal ver Mick Schumacher com a Benetton em Spa.
E ele se preparou.
Foram dois dias de testes para não fazer feio.
Reforço
Quem também testou foi Lance Stroll.
Em Hockenheim o piloto da Williams afiou as garras num modelo de 2014.
Novas Praças
Argentina e Vietnam se apresentaram como opções para o calendário da
Fórmula 1.
Os hermanos chegam com o retorno do Autódromo Oscar Alfredo Gálvez
numa nova configuração.
Uma alternativa para o Brasil.
Já os vietnamitas ofereceram as ruas de Hanói.
Assim como os dinamarqueses já fizeram com Copenhagen.
Bate-Bate
Depois de ter dito que Sergio Perez tentou assassiná-lo duas vezes em Spa,
Esteban Ocon se desculpou pelas palavras numa nota.
Por fim
Faz tempo.
Mas a primeira vez num Fórmula 1 deve ser inesquecível.
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Humberto Corradi
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Interrogação
Existe algo ali.
Uma pergunta.
Esqueça qualquer bobagem dita sobre Sebastian Vettel determinar quem será
seu companheiro de equipe.
Elogiar não é escolher.
Pois quem manda na Scuderia Italiana é Sergio Marchionne.
A tal questão?
As partes já conversaram.
Mas ninguém sabe a decisão.
E só Max Verstappen poderia responder.
Ele trocará a Red Bull pela Ferrari para a temporada de 2019 ou não?
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Humberto Corradi
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terça-feira, 25 de julho de 2017
Clipping
C'est la vie.
DTM, WEC, WTCC...
Não importa muito a sigla.
São menores.
Auf Wiedersehen
A Mercedes anunciou de forma abrupta que deixará a tradicional categoria
de carros de turismo da Alemanha e moverá suas forças para a Fórmula E.
Depois do acontecido, faz sentido.
A noviça categoria elétrica ainda oferece menos visibilidade que a Deutsche
Tourenwagen Masters.
Mas demonstra capacidade de crescimento por desejar atingir todo o planeta
com seu calendário.
Invadindo as ruas das cidades.
E ainda permite o ganho de mais uma plataforma para preparação de pilotos
numa categoria de monoposto.
Lembre-se que Pascal Wehrlein e Esteban Ocon tiveram passagem pela DTM.
Nos próximos anos os meninos cuidados pela Estrela de Prata deverão estagiar
nos elétricos.
Detalhe.
A mudança está sendo feita de forma cuidadosa.
Pois o plano da marca alemã é dominar tanto a F1 quanto a Fórmula E.
Olhando os pilotos da marca que competem na DTM, somente os austríaco
Lucas Auer possui possibilidade de ascensão hoje.
Auer estará nos testes de Hungaroring da Fórmula 1 pilotando uma Force India.
Repare que BWT (que pinta os carros de rosa) já sabendo de toda a movimentação
(Mercedes - DTM) se antecipou e fechou acordo de patrocínio com o time de Vijay
Mallya (Force India).
Garantindo assim sua presença num time ligado a Mercedes na F1.
Para fechar, o nome de Nico Rosberg foi citado como sendo ligado nessa tomada.
Será?
Senta e Toma um Café
A Honda diz duas coisas.
Que fica com a McLaren em 2018.
E que ainda conversa com a Sauber.
A Vaga na Williams
Foi interessante ouvir de Jenson Button que ele possui proposta da Williams.
Outro dia falei de Alonso.
Claire parece buscar uma estrela para atrair patrocinadores.
Em suas palavras.
"Qualquer motorista que fizer o mesmo que Felipe (Massa), estará apto
a tomar o cockpit no próximo ano."
Assim nada certo para 2018.
Filho Pródigo
Falando nisso, Valtteri Bottas precisa confirmar seu posto na Mercedes.
Pelo que eu entendi, não há volta para Grove.
Teste
Mais uma da Williams.
Luca Ghiotto foi escalado ao lado de Felipe Massa nos testes da Hungria.
Italiano e piloto da F2.
Registros.
Ghiotto disputou de forma ferrenha o título da GP3 com Esteban Ocon
em 2015.
E por pouco não teve uma chance com a Red Bull depois disso.
(Helmut Marko, por vezes, é severo demais)
Futuquei a história e não achei nada demais.
Porém eu sei que tem coisa aí.
Ninguém consegue um teste do nada sem mais nem menos.
Conta
"Não entendo como temos (F1) apenas 5 patrocinadores e a Nascar possui 43."
Chase Carey.
Conta 2
A UPS renovou seu acordo com a Ferrari.
A Philip Morris continua sendo o maior apoiador.
Se você não sabe, a dona da marca Marlboro ainda tem contrato até 2019
com a Scuderia Italiana.
Hungria
Sem pânico.
Nós ainda temos algo.
A tendência é vermos Ferrari e Mercedes mais próximas.
Por conta das características do autódromo.
Que é bem diferente de Silverstone.
Mais.
Como a potência do motor não deverá ser o fator determinante, e nessa
altura do campeonato, todos esperam que Red Bull e McLaren apresentem
uma performance melhor do que nas praças anteriores devido ao fator
aerodinâmico.
Trouxe sucessivas melhorias no peso, aerodinâmica e mecânica em Barcelona
e Montreal.
Outro fator que fez diferença contra a Ferrari, depois da Áustria, é o questionamento
na FIA sobre o fundo do carro, que acabou tendo que ser alterado com uma pequena
vedação que deixou Gina mais instável.
Achar o setup ficou difícil e trabalhar no limite dificulta o trato dos pneus.
Mostrar que acharam o caminho novamente é essencial para os italianos.
O Holandês Voador
A movimentação do mercado deve obrigar a Red Bull a rever seus planos
com Max Verstappen.
Sim.
Há um contrato sem brechas até 2019.
Entretanto ele precisa receber tratamento de estrela para continuar.
E isso significa novos valores.
Já aconteceu algo parecido no passado na mesma casa do energético
quando Vettel começou a colecionar vitórias.
E títulos.
Os novos vencimentos de Verstappen não devem chegar ainda aos
30 ou 40 milhões de euros anuais dos campeões.
Algo em torno de 20 milhões de euros a partir do ano que vem, com
uma renovação para mais três temporadas deve fechar o acordo.
Assim o holandês estaria com 100 milhões de euros na conta ao final
do novo ciclo (2022).
Nada mal.
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Humberto Corradi
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terça-feira, 11 de julho de 2017
Clipping
Fernando.
Olhadinha básica.
Alonso e a Ferrari
Sim.
O presidente Sergio Marchionne disse com todas as letras que não há
interesse no piloto espanhol.
Sei que as partes estiveram juntas e conversaram.
Nada feito, por agora.
O Asturiano não aceita receber pouco como Raikkonen e a Ferrari não
vai pagar a outro piloto nada perto do que Sebastian Vettel recebe.
Jump Start
Apareceu até joguinho para que qualquer um pudesse mostrar suas habilidades
de reação após as luzes vermelhas se apagarem.
Fato é que o carro de Bottas se moveu pouco antes do que deveria.
Na avaliação dos comissários, o piloto da Mercedes ficou dentro da tolerância.
Uma margem que não aparece e muito menos é especificada em nenhuma linha
do regulamento.
O artigo 8.6.1 do Código Esportivo Internacional da FIA define que uma largada
falsa se dá quando um veículo:
8.6.1.b avança da posição determinada antes do sinal de início ser dado;
8.6.1.c está se movendo quando o sinal de início é dado durante uma largada
parada.
Não há menção de tolerância.
Quer dizer, a decisão de punir ou não o piloto não foi baseada nas regras.
Acho razoável haver uma tolerância.
(apesar que, depois de 9 etapas, apenas um se moveu...)
O que penso não ser correto é não existir uma norma que determine qual
é o limite.
Já pensou todo mundo soltando o carro pouco antes das luzes se apagarem?
Falta transparência.
Livre
“Max Verstappen tem um contrato até 2019.
Depois disso estará no mercado.”
Christian Horner (Red Bull)
Toro Rosso
Danill Kvyat e Carlos Sainz Jr. (bem queimado depois da história sobre Max)
deverão ser os titulares da escuderia de Faenza no ano que vem.
Pierre Gasly, que estava esperando uma chance, deve buscar lugar
na Fórmula E.
Red Bull
Melhorias gritantes na aerodinâmica (túnel de vento ajustado) e um
motor Renault mais confiável e que permite um setup mais ambicioso.
O time de Milton Keynes deve fazer bonito no restante da temporada.
Stefan GP
O nome de Zoran Stefanovic voltou a aparecer no paddock.
O mesmo que tentou plantar uma equipe na F1 com uma tentativa frustrada
de utilizar os restos da Toyota sete anos atrás.
Há também o caso da tentativa de compra da Manor.
Aqui o que acontece é uma nova empreitada.
Primeiro estão tentando uma permissão da FIA.
(a ideia de franquias como nos esportes americanos desperta interesse)
Picareta?
Desonesto?
Não acho que chegue a tanto.
Mas é preciso mostrar o dinheiro para participar da brincadeira.
Saco de Gatos
A McLaren pode ter feito um pré-acordo com a Mercedes.
Válido até setembro, data em que as equipes da Fórmula 1 precisam
revelar suas unidades de força para a próxima temporada.
Enquanto isso a Honda trabalha.
Houve ganhos de potência na Áustria.
Boatos (desmentidos pelos japoneses) falam que o contrato com a Sauber
seria rasgado.
Na imprensa italiana surge algo impensável.
A Ferrari fornecendo motores para a McLaren.
Do outro lado, a Renault se diz pronta para fornecer para outro cliente.
E ninguém ficaria espantado se a Haas passasse a correr com uma unidade
chamada Alfa Romeo em 2018.
Uma ou outra coisa (só para não passar em branco o assunto).
Sucessor
Antonio Giovinazzi estará guiando uma Haas (de Grosjean) no primeiro treino
livre em Silverstone.
Primeira de sete.
O Trabalho para o Retorno de Kubica
A saga continua.
O polonês estará novamente no cockpit do E20 (antiga Lotus) em Paul Ricard
nos próximos dias.
Mas a seguir ele deverá finalmente encarar o RS17 nos testes de Hungaroring.
Não haverá muitas surpresas pois Kubica já conheceu o bólido no simulador.
Na Hungria ele terá seus tempos comparados com os de Nico Hulkenberg.
Alain Prost disse que a Renault está avaliando Kubica.
Entretanto a última palavra será da FIA.
Precisamos lembrar que cada piloto precisa estar habilitado fisicamente para
atender todas as normas de segurança.
Reparei
A tal proibição da mistura de óleo com gasolina parece não ter prejudicado
a Ferrari.
Mais.
Pelas características da pista e com as inovações testadas pela Haas, a
Scuderia Italiana está muito otimista para Silverstone.
Vencer na terra alheia quebraria a Flecha de Prata.
Gold and Silver shine
A BRDC, a entidade que controla o circuito de Silverstone, colocou um
ponto final no acordo que viabilizava o GP da Inglaterra de Fórmula 1 na
famosa pista.
(assim teríamos corrida somente até 2019 ao invés de 2026)
A intenção seria firmar um novo acordo, mais vantajoso, com a FIA.
E se existisse outra opção?
Pois é.
Na região de Royal Docks (Londres) há algo interessante acontecendo.
Um investimento chinês de mais de um bilhão de euros está fazendo florescer
toda uma parte da cidade abandonada que antes era uma zona industrial.
Coisa que já estava rolando desde as Olimpíadas de 2012.
O Asian Business Port será um novo distrito residencial e comercial para
a cidade.
Com muita facilidade de acesso.
Li todo o planejamento (bem explicado) num documento de 52 páginas.
E daí?
Daí que a região abrigaria sem dificuldade uma prova da categoria máxima
do automobilismo nas ruas da região.
Sem se preocupar com barulho já que o London City Airport fica ao lado.
Existe a ideia, a proposta e o dinheiro.
Faltava a oportunidade.
Pode ser...
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Humberto Corradi
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23:06
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domingo, 9 de julho de 2017
Grazie, Boss!
Com a palavra o comandante supremo, Sergio Marchionne.
"Nós não negociamos com Max Verstappen e muito menos estamos
interessados em Alonso para a próxima temporada."
O presidente esclarece o boato plantado pela família de Carlos Sainz Jr.
na imprensa espanhola.
Treta interna da Red Bull que fez Christian Horner e Helmut Marko
colocar o jovem em seu lugar.
A palavra sobre Alonso é reveladora.
Uma decisão que precisava ser tomada.
Mais.
Pode ser a razão das doçuras que estão saindo da boca de Ferdi sobre
a Honda no Red Bull Ring.
O Asturiano baixou o tom.
Penso que também foi enquadrado pelos japoneses que pagam seu
milionário salário.
Uma demissão sumária poderia ter sido cogitada.
"Raikkonen é um bravo que se dedica muito em seu trabalho.
Ele é necessário para vencer o Mundial de Construtores."
Marchionne colocando as coisas como ela são.
Vettel é o primeiro piloto.
Por fim a alegria das novas especificações do motor.
A Haas está testando a máquina para a Scuderia italiana na Áustria.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 16 de junho de 2017
Clipping
O cavalo amarelo.
Uma Nova Escuderia?
Surgiu um forte rumor sobre o aparecimento de uma nova equipe na Fórmula 1.
Sede na Inglaterra (próximo de Renault, Williams, Mercedes...).
E dinheiro chinês.
A base seria o material humano da falecida Manor.
Christian Horner (Red Bull) admitiu que membros de sua escuderia
receberam convites nos últimos dias.
Apesar de muitos interessados, não houve nenhum pedido oficial de licença
para a FIA.
Ou seja, para a próxima temporada seria impossível.
Uma nota.
Você não vai ler nada do que está escrito abaixo em outro lugar.
Se houver um plano sendo elaborado, o motor será Ferrari.
Pois o modelo da Haas, pioneiro e de baixo custo, pode ser considerado
um sucesso.
Outra.
A Scuderia Italiana não se incomodaria em ter outra unidade de força
sua funcionando no grid e fornecendo informações.
Fiquemos de olho.
Não é a Hora
A aventura (ou desventura) da Honda está assustando os aventureiros.
A Hyundai estava estudando uma abordagem mais forte no automobilismo.
Entenda F1.
Recuou.
Vai ficar apenas no TCR (turismo).
Preto no Branco
A Red Bull tratou de esclarecer o vínculo com seus principais pilotos.
Pra não deixar dúvidas.
Daniel Ricciardo tem acordo até o final de 2018 com opção automática.
Max Verstappen vai ainda mais além com cláusulas bem mais rígidas.
Carlos Sainz Jr. também possui vínculos fortes.
Helmut Marko joga ainda mais luz sobre o assunto.
Os contratos são longos e somente nós (Red Bull) podemos rompê-los.
Proteção Dupla
A Ferrari não hesitou em se oferecer para testar a nova proteção para
os pilotos.
Aquela que foi denominada escudo.
Nós devemos ver o apetrecho no carro vermelho já em Silverstone.
A bondade vem com o desejo de entender primeiro o efeito aerodinâmico
do troço sobre o carro.
Sim.
A irmã de Gina já está sendo planejada.
Williams ou Red Bull?
Se for abandonada pela McLaren, a Honda não deverá ficar sem par
na próxima dança.
Descaminho da Honda
A Honda parece perdida.
Nada dá certo.
Alguns apontam a falta de intercâmbio.
Na Fórmula 1 é importante a divisão do conhecimento.
Isso ocorre ao contratar membros do exército inimigo.
A informação flui.
Exemplos não faltam.
Jock Clear trocou a Mercedes pela Ferrari.
Peter Prodromou saiu da Red Bull e fez morada na McLaren.
Bob Bell trouxe a filosofia da Mercedes para a Renault.
James Allison, que até ontem vestia vermelho, agora recebe ordens
de Toto Wolff.
E saindo do forno, Peter Machin (primeiro nome abaixo de Adrian Newey)
está se mudando para a Renault.
Essas alterações permitem que todos possam se aprimorar.
Melhorar conceitos.
O pensamento é que a Honda tem dificuldade nessa metodologia de trabalho.
Os japoneses tem orgulho de formar seus vencedores.
Pode estar aí a causa do fracasso até aqui?
Boa pergunta.
Mas podemos ir mais além.
Existem sempre dois caminhos para o sucesso.
A história ensina.
O primeiro é a continuidade.
Palavra fortíssima e essencial dentro da categoria máxima do automobilismo.
A Honda abdicou dela.
Ao contrário da Renault.
Os francese nunca tiraram seus olhos completamente da Fórmula 1.
Seja apenas como fornecedora de motores ou com participação em projetos
como Supertec ou Mecachrome.
A continuidade permitiu que a Renault retornasse como equipe na atual
Era Híbrida.
A segunda trilha exige sacrifício.
A Ferrari abriu mão da temporada de 2016 já nos últimos meses de 2015.
Só assim foi possível criar um bólido de primeira linha em 2017.
A Mercedes fez algo semelhante em 2013 ao preparar seu domínio nas
temporadas seguintes.
Lotus, Williams e McLaren já fizeram o mesmo no passado.
Voltemos.
A Honda não fez nem uma coisa e nem outra.
Após deixar a categoria ao final de 2008, não fez questão de preservar
uma unidade de monitoramento visando um retorno competitivo no
futuro.
No alvo!
Ao voltar, encontrou um abismo tecnológico entre ela e suas concorrentes:
Ferrari, Mercedes e Renault.
Pior.
Ao deixar de abrir mão de uma temporada, apostou na modificação de conceito
em sua unidade de força.
Uma eterna metamorfose que busca resultados sem uma devida maturação.
Hoje os japonese estão na sua terceira geração de motores.
Três gerações de unidades de força com diferentes conceitos em três temporadas
seguidas.
Sem resultado.
Com custos que beiram a marca de 1 bilhão de euros (total de três anos).
E um terrível efeito colateral.
O de assustar todo membro da indústria automobilística que pensa em investir
na Fórmula 1.
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Humberto Corradi
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18:23
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sexta-feira, 26 de maio de 2017
Clipping
"Ele pode continuar conosco pelo tempo que quiser."
As palavras são de Sergio Marchionne.
O 'Ele' é Sebastian Vettel.
Vem Pra Rua (do bem)
Toto Wolff defendeu um calendário com mais pistas de rua para a Fórmula 1.
Destacando a boa experiência da Fórmula E.
Sempre gostei disso.
É impressionante ver o clima de corrida invadir as avenidas de uma cidade.
Riscos
Wolff entregou a dificuldade de se trabalhar nesta temporada em relação
ao anos anteriores.
"Por causa da Ferrari estamos tendo que trabalhar no limite absoluto das
unidades de força."
Isso significa temperaturas mais altas e maior fadiga de material.
Tanto que a segunda geração de motores da Mercedes não foi projetado
para mais dar mais poder as Flechas de Prata.
A conversa aqui é garantir maior confiabilidade.
A unidade (versão 1) de Bottas já estourou.
Hamilton continuará usando a dele nas primeiras sessões de Mônaco.
Mito
Impressionante.
É a categoria máxima do automobilismo desembarcar em Mônaco e os
jornais (de lá) só falam de Ayrton Senna.
Também no principado, homenagens e honrarias ao brasileiro.
2018
Distribuição das unidades de força para a próxima temporada.
McLaren e Sauber com a Honda
Ferrari continuará na Haas.
Mercedes fornecerá para Force India e Williams.
Red Bull e Toro Rosso seguem com a Renault.
Pra Chamar de Seu
A Red Bull pressiona para que haja uma mudança na regulamentação
em relação as unidades de força no próximo Acordo de Concorde.
Estamos falando para além de 2020.
A turma do energético quer um padrão de bateria e Kers para todos.
Com custo definido.
O plano é simplificar para que empresas independentes possam entrar
no jogo hoje dominado por Mercedes, Ferrari, Renault e Honda.
Tipo a Cosworth.
A ideia da Red Bull reduz custos e ataca o segredo que faz a diferença
na Fórmula 1, a interação entre o sistema de recuperação de energia e
o motor.
Por trás da proposta da Red Bull está o desejo de se libertar das fabricantes
e poder, finalmente, completar seu objetivo de construir seu próprio motor.
Em 2015 já falávamos sobre o assunto: clique aqui para lembrar.
Cuidando
A Red Bull contratou Jos Vertappen como caçador de talentos oficial.
A manobra visa criar mais laços com a família e remediar o assédio das
concorrentes sobre Max.
Nova Escuderia
Paul Stoddart (ex-Minardi) foi encarregado da missão de entregar um bólido
de dois lugares para um experiência de pista diferente na Fórmula 1.
(coisa que já existe na Indy)
Mas ele foi além.
Stoddart acabou fazendo uma 11ª equipe!
O novo projeto recriou uma experiência de equipe completa com garagem
de trabalho.
Para isso ele procurou a empresa de leilões que iria vender os equipamentos
da Manor para obter permissão e comprou várias coisas do falecido time de
forma antecipada.
Até mesmo novos uniformes foram confeccionados, imitando assim os times
oficiais.
Mecânicos, engenheiros, eletricistas e caminhões de apoio fazem parte do
pacote.
Tudo para que os fãs possam ter uma experiência real dentro de uma
escuderia e entender melhor como é a vida na F1.
Repete
Mario Andretti é uma lenda.
Venceu praticamente em todas as categorias imagináveis de esporte a motor.
Piloto duro nas pistas.
Suas largadas na F1 costumavam amedrontar os adversários.
(jogava pra fora mesmo para abrir caminho)
Com personalidade forte, se recusava a assinar contratos que vinculavam
sua imagem.
Assim costumava aparecer com um macacão com cores que divergiam das
de sua equipe.
Em nome de seus interesses financeiros, abriu mão de etapas da Fórmula 1
para pilotar na Can-Am e nas 500 Milhas de Indianápolis.
Por isso, não causa espanto sua apreciação por Fernando Alonso e sua
aventura em terras ianques.
"Ele deveria considerar uma temporada completa na Indy porque sua
oportunidade de encontrar um carro vencedor na F1 é mínima."
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Humberto Corradi
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10:14
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