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quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Clipping
Tudo indica que o campeonato de 2017 será decidido nos detalhes.
A impressão deixada pela Ferrari em Spa-Francorchamps assustou a Mercedes.
Sebastian Vettel e Gina não deixaram Lewis Hamilton respirar.
O time das Flechas de Prata precisou fazer malabarismos para impedir a vitória
dos vermelhos.
A jogada do quarto motor prateado na Bélgica para continuar usufruindo da regra
antiga do consumo de óleo pareceu brilhante no primeiro olhar.
Porém seria inocente pensar que há idiotas na Scuderia Italiana.
O limite de consumo de óleo perde importância perante a possibilidade de
desenvolvimento que trará melhor confiabilidade e potência para Gina.
E a próxima atualização da Scuderia Italiana pode decidir de vez quem ficará
com o título desta temporada.
A evolução apresentada por Maranello em Spa-Francorchamps, principalmente
após as dificuldades de Silverstone, se deram por culpa da mecânica e design.
Houve trabalho duro para atingir a perfeição no trabalho de suspensão.
A Ferrari voltou a ser aquele carro perigoso do início do ano.
Sim.
Em Monza a Mercedes continua favorita.
Mas não pode cometer nenhum erro.
Como gosta de dizer Helmut Marko, Vettel já sentiu o cheiro de sangue.
Privilegiados
Apenas três pilotos completaram todas as provas de 2017 até aqui.
Sebastian Vettel, Lewis Hamilton e Esteban Ocon.
Toro Rosso
Sean Gelael estará conduzindo pelo Time de Faenza nos treinos livres de
Cingapura, Malásia, Estados Unidos e México.
Parece que alguém está preparando um piloto para o ano que vem, não?
Toro Rosso 2
A Red Bull parece estar dificultando o acordo entre a Toro Rosso e a Honda.
As discussões então avançadas.
O que tem pegado é a questão financeira.
Os japoneses sonham em continuar com a McLaren.
Mas os cabeças da família dos energéticos entendem que a Honda está sem
opções e endureceram o jogo.
(eles querem vender a Toro Rosso, OK?)
A McLaren quer a Renault.
A Renault (através de Alain Prost) diz ser um negócio inviável.
Tem mais pimenta.
Há outros interessados na Toro Rosso.
O pai de Sean Gelael (dono da KFC da Indonésia) é um deles.
A indonésia é um mercado com uma população maior que a brasileira num
espaço quatro vezes menor.
Outro é a Ferrari.
Faenza é logo ali e seria uma ótima solução para o retorno da Alfa Romeo.
A Honda precisa se decidir.
Sauber
Charles Leclerc vem vindo.
Pascal Wehrlein está saindo.
Dos Males
Vão trocar elementos no carro e ele deverá assim enfrentar punições no grid
de largada.
Entretanto a situação está tão esquisita para Max Verstappen que se ele
conseguir terminar a corrida em Monza já está bom.
Renault
Cyril Abiteboul disse com todas as letras que não quer Fernando Alonso vestindo
amarelo.
A razão é que o time ainda está em construção e um piloto frustrado não agregaria
nada.
Ferdi está queimado.
Por outro lado veio a notícia que Robert Kubica deverá conduzir o bólido da equipe
de Viry-Chatillon / Enstone no treino livre da Malásia.
Dilema
Fernando Alonso colocou a McLaren para escolher entre ele e os benefícios que
recebe da Honda.
Um problema que oferece duas soluções, sendo ambas insatisfatórias.
Fácil
Com os pneus mais largos e o downforce do carro atual, Vettel afirmou que passar
pela Eau Rouge ficou bem mais tranquilo do que em anos anteriores.
Falastrão
Depois de ter dito que Vettel não gostaria de ser seu companheiro de equipe
na Mercedes, Hamilton diz que abriu mão de seu sonho de pilotar pela Ferrari
após a renovação de Sebastian.
Emoção
Foi legal ver Mick Schumacher com a Benetton em Spa.
E ele se preparou.
Foram dois dias de testes para não fazer feio.
Reforço
Quem também testou foi Lance Stroll.
Em Hockenheim o piloto da Williams afiou as garras num modelo de 2014.
Novas Praças
Argentina e Vietnam se apresentaram como opções para o calendário da
Fórmula 1.
Os hermanos chegam com o retorno do Autódromo Oscar Alfredo Gálvez
numa nova configuração.
Uma alternativa para o Brasil.
Já os vietnamitas ofereceram as ruas de Hanói.
Assim como os dinamarqueses já fizeram com Copenhagen.
Bate-Bate
Depois de ter dito que Sergio Perez tentou assassiná-lo duas vezes em Spa,
Esteban Ocon se desculpou pelas palavras numa nota.
Por fim
Faz tempo.
Mas a primeira vez num Fórmula 1 deve ser inesquecível.
Postado por
Humberto Corradi
às
10:39
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sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Clipping
Pronto para disparar.
Mercado
Parece que as coisas estão se definindo.
Para 2018.
Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen na Ferrari.
Max Verstappen e Daniel Ricciardo na Red Bull.
Lewis Hamilton e Valtteri Bottas na Mercedes.
A expectativa é que Fernando Alonso continue com a McLaren.
A permanência da Sauber no universo da Scuderia Italiana abre espaço para
que jovens talentos possam ser encaixados.
No cenário atual, Charles Leclerc está mais próximo de um lugar no time suíço
do que Antonio Giovinazzi.
Explico.
Precisamos lembrar que Frédéric Vasseur (Sauber) possui ótimo relacionamento
com Nicolas Todt que é responsável pela carreira de Leclerc.
E as conversas nos últimos dias entre os dois se tornaram mais intensas.
Leclerc é um jovem promissor que poderá render dividendos numa negociação
futura.
Há apenas uma vaga.
Já que Marcus Ericsson é intocável pois, apesar de Vasseur ter comando total,
o dono da Sauber é sueco.
Por certo, Pascal Wehrlein está em busca de um cockpit para o ano que vem.
Com a Haas (a outra unidade Ferrari) fechada com Kevin Magnussen e Romain
Grosjean, Giovinazzi pode continuar como piloto de testes e reserva por mais
uma temporada.
A porta para Wehrlein poderia ser a Force India.
Saiba que existe um movimento da Renault entorno de Esteban Ocon.
(Perez permanecerá na Force India)
Apesar do investimento em Robert Kubica?
Kubica só perde o lugar em 2018 se realmente não tiver condições físicas.
Posso estar enganado, mas vejo as coisas se desenvolvendo de uma maneira
específica.
McLaren fechando com a Renault (acordo de três temporadas) e Ocon
substituindo Vandoorne ao lado de Alonso.
Tudo depende do acordo de motorização para dizer o momento certo desse
movimento.
(2018 ou 19?)
Chegamos na Toro Rosso.
Antes tudo é necessário dizer que o time de Faenza começa a tomar novos
caminhos.
Começando com a parceria com a Honda.
Interessante notar que a presença do indonésio Sean Gelael não é figurativa.
Muito rico (seu pai controla a cadeia KFC em seu país) o piloto pode estar
disputando uma vaga já para o ano que vem.
Trazendo vinte milhões de euros na sacola, Galael repetiria uma programação
semelhante a que Lance Stroll realizou na Williams até aqui.
O maior ameaçado neste caso seria Danill Kvyat.
A Williams espera os ventos do mercado para decidir sobre Felipe Massa.
Depois?
Ninguém pode prever o futuro.
Vou dizer o que eu penso com as informações até aqui.
2019.
Sebastian Vettel (se a renovação com a Ferrari for de um ano) na Mercedes.
Contrato de dois anos (2019/20).
(antes da mudança das regras de motorização)
Fernando Alonso (que estava em Maranello semana passada) ou Lewis
Hamilton (para quem Sergio Marchionne abriu as portas) na Ferrari.
Os italianos sempre querem um campeão pronto.
Vamos ver.
Unidades de Força
A tendência é que quase tudo deva ficar com está para o ano que vem.
Exceção para a Honda.
McLaren indo com a Renault (já falamos acima) poderia ser o acontecimento
imediato.
A Haas e a Sauber deverão correr com o motor Ferrari sob o nome da
Alfa Romeo.
O acordo com a Sauber acabou livrando a Ferrari de ser obrigada pela FIA
(três equipes) a fornecer sua unidade para a McLaren.
A Maserati seria a marca escolhida para representar a Famiglia na Fórmula E.
Depois do acordo com a Toro Rosso a Honda tem tudo para se casar com a
Red Bull, OK?
Mais ou menos.
Helmut Marko hesita, Franz Tost é a favor e Christian Horner é a voz contrária.
Por enquanto.
Testes
Muitos nomes interessantes experimentaram a Fórmula 1 em Hungaroring.
No primeiro dia a sensação foi Charles Leclerc.
A Ferrari aproveitou o dia para testar um novo fundo.
Sean Gelael conduziu a Toro Rosso e deu 100 giros no circuito.
(superlicença?)
No segundo dia todos os olhos estavam em Robert Kubica.
Temperatura bem alta e circuito exigente.
O polonês cumpriu um programa pesado e completou 142 voltas.
Algo equivalente a dois Grand Prix.
Mesmo com tanta comoção por Kubica, Lando Norris se fez notar na
McLaren com uma excelente performance.
Podemos ver também que a nova asa dianteira que a Red Bull trouxe
para a Hungria sofreu alterações.
Um suporte de titânio apareceu nos testes para impedir que ela flexione
além do permitido pela regras.
É a FIA atendendo Mercedes e Ferrari.
Raikkonen usou muitas alterações no carro.
Sempre andando com o pneu soft (amarelo).
Composto que tem sido mais afinado com a Mercedes.
Para não passar em branco, Antonio Giovinazzi e Charle Leclerc ainda
testam com a Ferrari no programa da Pirelli em Barcelona.
Mudança de programação.
Pois Leclerc, que não estava escalado, foi chamado de última hora.
Cuidado
Massa sentiu tonturas na sexta-feira e no sábado em Hungaroring.
Principalmente após as primeiras voltas.
A substituição por Paul di Resta se fez necessária.
Pode ter sido um mal estar passageiro.
Tomara.
Entretanto se for algo mais sério pode significar o adeus do brasileiro.
Comando
Luta pelo poder entre Maurizio Arrivabene e Mattia Binotto dentro da Ferrari?
Por Fim
A Cosworth começou a trabalhar em um possível retorno para a F1 em 2021.
Final do atual Acordo de Concorde.
Nome que possui 176 vitórias na categoria máxima do automobilismo.
A FIA e a Liberty (dona da F1) apoiam a entrada de unidades independentes
para diminuir o poder das grandes fabricantes.
O segredo para que a coisa possa vingar é o custo.
Postado por
Humberto Corradi
às
14:18
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