As pequenas.
É comum não percebermos seu papel no meio ambiente da
Fórmula 1.
Mas elas ajudam a reciclar os nomes.
Fornecem novos técnicos, engenheiros e pilotos.
São a porta de entrada.
Participam do desenvolvimento das maiores equipes com diferentes e preciosas
informações sobre o comportamento dos motores.
Acima coloquei três exemplos.
Fernando Alonso ganhando experiência na
Minardi.
Michael Schumacher quando aproveitou para apresentar seu cartão de visita na
Jordan.
E Riccardo Patrese "pagando por seus crimes" na
Arrows.
Patrese esperava uma oportunidade já que, após o acidente que vitimou Peterson,
a Ferrari (estava tudo certo!) rompeu as negociações com o italiano.
Uma espécie de sabático.
Hoje acompanhamos a confusão na
Caterham (seu valor está na licença da F1).
E a situação da
Marussia (que ameaça não ir para o GP de Austin).
Portas que estão se fechando.
Importantes por exercerem certas funções (como as citadas acima) na categoria
máxima do automobilismo.
E a
Hass F1 Team?
Gene Hass está chegando na Fórmula 1 como a equipe B da Ferrari.
Seguindo o modelo
Red Bull / Toro Rosso.
Com todo o apoio da Scuderia Italiana na sua construção.
O interesse no mercado americano fala alto ao coração dos italianos.
(Perceba que Bernie Ecclestone tentando emplacar mais uma prova nas terras
Ianques - New York, Long Beach e
Las Vegas - não é à toa)
No entanto parece não haver espaço para os times menores (independentes) no
atual cenário.
Lembrando que não existem inocentes ou coitadinhos nesta história.
O futuro desenha a abertura de três carros por equipe?
Não sei.
É necessário um pouco mais de tempo para termos uma visão mais clara.
Mas as coisas estão mudando.
E a receita de parceria e integração das pequenas com as grandes escuderias
deverá ser a palavra de ordem.
Red Bull / Toro Rosso,
Mercedes/Williams, Ferrari/Hass...
Dependência ou morte.