Mostrando postagens com marcador Jordan. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jordan. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de março de 2024

3000















Johnny Herbert em Enna-Pergusa. 1988.

Equipe de Eddie Jordan.

A F3000 tinha o seu valor!

quarta-feira, 30 de maio de 2018

quinta-feira, 24 de março de 2016

Pequenas Passagens



























Imagem de Rubens Barrichello em seus tempos de Jordan.

O herdeiro de Ayrton Senna.

Não pense que essa alcunha apareceu apenas em nossa pátria varonil.

O mundo daquela época também pensava assim.

Ron Dennis queria o piloto brasileiro na McLaren.

Eddie Jordan sorriu e pediu 5 milhões de dólares para rasgar seu contrato.

Dennis refugou.

Ao mesmo tempo, a Ferrari caçava um companheiro para Michael Schumacher.

No balcão da Jordan, Jean Todt pediu para embrulhar Eddie Irvine para viagem.

Pagou os mesmos 5 milhões de dólares.

Jordan era um comerciante no paddock.

(ele ainda venderia os passes de Giancarlo Fisichella e Ralf Schumacher)

A consumação de Barrichello numa equipe grande teria que esperar.

Ele ainda ficaria mais um tempo na Jordan.

E um período na Stewart.

Até que um dia, Todt reconheceu seu erro passado e firmou o acordo de
Rubens com a Scuderia Italiana.

O início do pesadelo para o brazuca.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dependência ou Morte

























As pequenas.

É comum não percebermos seu papel no meio ambiente da Fórmula 1.

Mas elas ajudam a reciclar os nomes.

Fornecem novos técnicos, engenheiros e pilotos.

São a porta de entrada.

Participam do desenvolvimento das maiores equipes com diferentes e preciosas
informações sobre o comportamento dos motores.

Acima coloquei três exemplos.

Fernando Alonso ganhando experiência na Minardi.

Michael Schumacher quando aproveitou para apresentar seu cartão de visita na
Jordan.

E Riccardo Patrese "pagando por seus crimes" na Arrows.

Patrese esperava uma oportunidade já que, após o acidente que vitimou Peterson,
a Ferrari (estava tudo certo!) rompeu as negociações com o italiano.

Uma espécie de sabático.

Hoje acompanhamos a confusão na Caterham (seu valor está na licença da F1).

E a situação da Marussia (que ameaça não ir para o GP de Austin).

Portas que estão se fechando.

Importantes por exercerem certas funções (como as citadas acima) na categoria
máxima do automobilismo.

E a Hass F1 Team?

Gene Hass está chegando na Fórmula 1 como a equipe B da Ferrari.

Seguindo o modelo Red Bull / Toro Rosso.

Com todo o apoio da Scuderia Italiana na sua construção.

O interesse no mercado americano fala alto ao coração dos italianos.

(Perceba que Bernie Ecclestone tentando emplacar mais uma prova nas terras
Ianques - New York, Long Beach e Las Vegas - não é à toa)

No entanto parece não haver espaço para os times menores (independentes) no
atual cenário.

Lembrando que não existem inocentes ou coitadinhos nesta história.

O futuro desenha a abertura de três carros por equipe?

Não sei.

É necessário um pouco mais de tempo para termos uma visão mais clara.

Mas as coisas estão mudando.

E a receita de parceria e integração das pequenas com as grandes escuderias
deverá  ser a palavra de ordem.

Red Bull / Toro Rosso, Mercedes/Williams, Ferrari/Hass...

Dependência ou morte.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Rascunho do Dobro


































Todo mundo (ou quase) mais Eddie Jordan.

Depois que as garrafas secam deve ficar fácil pro ex-dono da Jordan obter suas
informações, não?

A Caterham.

Sem motivo aparente os carros foram recolhidos em Sochi.

Problema no aquecimento dos freios.

Kobayashi nas entrevistas confessou não entender.

O Tordo diz que não há peças de reposição.

E que os carros da equipe não foram enviados para a sede em Leafield.

O avião deixará tudo na Alemanha.

Há o receio que a justiça apareça novamente (como semanas atrás) e leve
outros equipamentos do time.

Ninguém sabe o que acontecerá após o GP de Sochi.

Já a Mercedes não abre mão de manter o congelamento dos motores para o
próximo ano.

Os alemães aceitaram discutir mudanças apenas para 2016.

Cinco dias após o final da temporada, Vettel já deverá estar em Maranello.

"Lewis Hamilton está voando comigo."

A certeza do título do piloto inglês inunda a alma de Niki Lauda.

Mas existe um regra maluca que permite o dobro de pontos em Abu-Dhabi.

Um pequeno erro ou acidente e poderemos ter um campeão (Rosberg) com cara
de Riccardo.

É Riccardo mesmo e não o Ricciardo.

Estou falando do Patrese.

Quando ganhou de forma inacreditável o GP de Mônaco em 1982...



sábado, 4 de outubro de 2014

Rascunho de Trocas























Vettel já tinha um acordo com Domenicali e Montezemolo.

Com as mudanças na Scuderia Italiana só precisou reafirmar seu compromisso
com Mattiacci.

Da equipe vermelha ouviu promessas firmes.

O salário vai girar em torno de 30 milhões de Euros anuais.

Entendo agora a amargura que Ferdi nutre pelo atual campeão mundial.

Alonso diz que pode definir seu destino.

Não pode.

Pelo menos não como ele queria.

Vettel esteve a frente o tempo todo e com a preferência na escolha entre
McLaren e Ferrari.

Mergulhou assim na opção de guiar por Maranello.

(avisou dias atrás num jantar que deixaria a Red Bull)

O sonho vermelho permanece vivo.

Surpreendente.

Que fique claro.

Vettel fez a Ferrari expulsar Fernando.

Para Alonso restou Woking ou um ano para pensar na vida.

E a certeza que a sombra continua no seu caminho.

Clique aqui.

Legal dar uma olhada nss previsões de Eddie Jordan para 2015.

Mercedes: fica como está.

Ferrari: Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen.

McLaren: Alonso e Magnussen.

Williams: Massa e Bottas.

Toro Rosso: Verstappen e Carlos Sainz Jr.

Nico Hulkenberg se juntará a Porsche (e Mark Webber)

Vergne cava uma vaga na Force India.

Jenson Button no Endurance.

Vamos ver se tudo se confirma.

Sauber anunciará seus pilotos na última etapa do campeonato.

E Nico Rosberg larga pela nona vez (contra seis) a frente de seu companheiro
de equipe.

Quem diria no início da temporada que isso poderia acontecer?

Por fim.

Brasileiro não perde a piada.

Em Suzuka, Felipe Massa interrompeu uma entrevista de Alonso.

"E aí?

Para onde você vai?

Caterham ou Marussia?"

sábado, 30 de agosto de 2014

quinta-feira, 13 de março de 2014

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Salário
























Uma curiosidade sobre valores (atualizados) envolvendo Rubens Barrichello na
Fórmula 1.

Antes um esclarecimento.

A grana citada aqui não envolve patrocínios pessoais ou propagandas.

É só o salário de piloto, OK?

O números foram arredondados.

Pouca diferença.

No final você verá que 100 mil a mais ou a menos não distorcem a realidade.

Vamos lá.

No seu período inicial na Fórmula 1, quando se juntou à Jordan, o cara faturou
1.500.000 dólares.

Isso em quatro temporadas sob a batuta de Eddie.

Até que se mudou para a Stewart.

Uma clara evolução.

Na equipe de Jackie, em três anos, Rubinho recebeu quase 9.000.000 dólares.

Tá bom?

Você que pensa!

A coisa ficou boa na Era Ferrari.

O piloto brasileiro juntou aproximadamente 59.000.0000 dólares em seis temporadas
com os italianos.

Interessante notar que o salário de Rubinho foi diminuindo nos primeiros anos dentro
da Scuderia.

A Honda o acolheu por 3 anos.

Anos gordos.

Barrichello com os japoneses recebeu cerca de 52.000.000 dólares.

Impressionante, não?

Na Brawn, naquela fase fica ou não fica na Fórmula 1, o salário foi de apenas
1.700.000 dólares.

Algo parecido com o que ganhava na primeira temporada com a Stewart.

No final de sua carreira houve um último suspiro com a Williams.

Por duas temporadas de trabalho Rubens colocou em sua conta 14.000.000 dólares.

Ao todo o piloto recebeu um valor em torno de 137 milhões de dólares na sua passagem
pela categoria máxima do automobilismo.

Valeu?

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

3000






















F3000. 1990.

Eddie Irvine, Damon Hill e Allan McNish brigando por um lugar ao sol.

Na chuva.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

sábado, 10 de março de 2012

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Projeto Verão - Sexto Dia
























Bom dia a todos.

Aqui em casa eu já acostumei.

Sempre perco de 2 x 1.

As mulheres estão sempre com a razão.

Minha esposa consegue ver detalhes impossíveis nas coisas.

É o olhar feminino...

A convidada de hoje comanda um dos Blogs mais legais que eu conheço.

O Athena Grand Prix é original e criativo. 

Uma das melhores coisas da internet. 

 
Bem diferente de tudo que se vê por aí.

 
Ingryd Lamas fala que "é uma piloto frustrada".

Possui uma visão própria e sagaz do que se passa no mundo.

Mistura moda, comportamento e design de forma inteligente ao automobilismo.


Com bom humor e personalidade! 

Não podia faltar.
 
Com a palavra Ingryd Lamas.









 















Cartas a um jovem aposentado

Por Ingryd Lamas


Foi feito no dia 18 de janeiro, o anúncio da equipe Williams de F1, sobre quem seria o piloto
a ocupar o seu segundo carro e, neste anúncio, não se encontrava o nome de Rubens Barrichello.
Era Bruno Senna quem tomava para si a última vaga decente do grid 2012.

Esqueçam Senna, esse não é o assunto de hoje. O assunto Bruno fica para depois, já que
honestamente não vejo muito a especular na escolha da equipe, que escolheu o que era melhor
pra si.
 
O assunto de hoje é o piloto responsável por muitos dos meus domingos madrugados, domingos
de emoções intensas, quer fossem de grande alegria, quer fossem – como na maioria das vezes –
de imensa frustração. Rubens Barrichello não é o melhor piloto que a categoria já viu - e
provavelmente está um pouco longe disso -, não quebrou nenhum recorde realmente importante,
não abocanhou nenhum campeonato, tampouco faturou tantas vitórias.

Já falei sobre isso, eu sei.

Já falei também que um piloto que fique tanto tempo na categoria deve ter lá seus méritos, não
pelo “feito de correr tantos mil GP’s” mas se ficou por 19 temporadas na F1 - algumas das
últimas com característica de puro milagre é bem verdade -  é porque alguém viu algo que valia
o contrato em todas elas. Ou por falta de opção mesmo, vai saber.


Sabem, ser fã de Barrichello é uma tarefa árdua e dolorosa. Defender o eterno Judas em
qualquer roda de papo é difícil pra burro. Primeiro porque sendo fã, sempre me acusam de
ser parcial, segundo, porque argumentar com pessoas que aprenderam o que sabem com o
“Casseta e Planeta” e não entendem que diálogo é constituído por duas pessoas expondo suas
idéias, é tarefa hercúlea e ineficiente.

Aí que eu aprendi a filtrar o que realmente vale a pena, e não me preocupar com quem tenha o conhecimento minimamente inferior ao meu. Não que eu seja superior por saber mais, isso não
existe.

É que a maioria das pessoas não conhecem as brilhantes temporadas do rookie Barrichello,
aquelas com a Jordan, muitos dos que “deixaram de assistir Fórmula 1 após a morte do
Ayrton Senna” (viúvas chatas) não acompanharam algumas das brilhantes apresentações de
Rubens.

Foram poucas e não tão constantes, eu admito, mas existiram em quantidade e qualidade suficiente
para me convencer de que o cara não esteve ali em vão. Brilhante é um adjetivo adequado para
explicar Silverstone 2008.

Com o tempo, fui aprendendo que não era necessário essa argumentação, que algumas pessoas
gostam mesmo é de frisar defeitos, apoiar-se em piadas e fazer da carreira honesta de Rubens uma
grande apresentação de circo, daqueles de beira de estrada.

Vejam bem, eu disse “carreira honesta”.

Não foi uma carreira fora de série, não foi uma carreira irretocável, muito menos uma carreira assustadoramente “redonda”, mas foi uma carreira honesta, vamos?

Com o tempo, fui aprendendo a me ater aos fatos, e os fatos dão conta que Rubens vestiu como
ninguém a carcaça de segundo piloto; que assumiu uma responsabilidade irreal e inalcansável com
a morte de Ayrton; que tem a língua maior que a boca e parece ter se especializado em falar
abobrinha; que o brasileirinho contra o mundão é doutor em assumir papel de vítima; que o
desgramado sofre de um azar horripilante; que faltou brio em alguns momentos; que ser “agressivo”
além da conta, não é lá uma qualidade muito louvável; que dar desculpas e prometer improváveis
pareceu ser o hobby preferido do aposentado.

Certa vez eu sonhei com um mundo perfeito, onde sorvete não engordava e Rubens Barrichello
era mudo, mudinho.

Mas recordo também, que é fato que Rubens teve uma satisfatória temporada de estréia; que
somou 19 pontos, uma pole position e um pódio em sua segunda temporada na categoria
(isso a bordo de um carro não tão bom, é válido dizer); foi imensamente aplaudido em sua
primeira e magnífica vitória, por todo o paddock que o assistia; foi bestial em Silverstone em
2008; foi irretocável em Valência 2009; tirou leite de pedra – para ser bem vulgar – com o carro
que obteve da Williams.

Em suas listas de defeitos e qualidades eu me atenho as duas, porque não? Não é por ser fã que
ignorarei o fato de que Barrica não é perfeito, nenhum piloto o foi.

Mentira, Nelson Piquet, o grande mestre das artes joviais, foi sim.

Não ter Rubens na próxima temporada, me é tão, ou mais estranho que não ter Senna em 1995.
Hoje com meus 23 anos, não conheci Fórmula 1 sem a sigla BAR no rodapé da tela. Eu não
conheço Fórmula 1 sem Rubens.

Nunca acompanhei um campeonato sem Rubinho e, tudo isso, me causa certa aflição ao pensar
em 2012.

E nem é porque uma galera não soube ler o calendário Maia. Não ter Rubens no grid 2012 é
como acompanhar o desfile das escolas de samba sem batuque do tamborim.

Estranho pra dedéu.

Rubens Barrichello é então, um piloto que se aposenta sem a “despedida” que merece. Quero
dizer, não é que seja necessário uma festa, faixas ou especiais de fim de ano na programação
global para um piloto que não consiga emprego na categoria, mas é que com a forma que se deu,
assim, meio pela porta dos fundos, todo o acontecido acaba deixando um vazio ainda maior.

Bendito seja Rubens por tamanha vontade.

Digam o que quiser todos os “trolls e haters” (adoro esses termos do novo português internético),
bem ou mal, pé-de-chinelo figurará eternamente no imaginário dos fãs de automobolismo, como um
dos medianos que mereciam ser campeões, mas por alguma pegadinha do destino, não o foram
(Maldito Damon Hill).

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Benson & Hedges






















Nesses trocentos anos de Fórmula 1, acho que foi o carro mais bonito pilotado por
Rubens Barrichello.