quinta-feira, 13 de março de 2014

Eddie's Team




















Jordan.

Ensaio.

4 comentários:

Anônimo disse...

o "Osama" patrocinador é a empresa de petróleo da família de Osama Bin Laden?

Anônimo disse...

Época de piloto pagante, a Arisco bancava o piloto brasileiro desde o kart(hilário foi criticar pagantes anos atrás, Barrichello deve ter se esquecido do começo na F-1). Depois dessa crítica, questionaram Rubinho se ele teve ajuda de patrocinadores no início: "Tive um empurrãozinho". Rubens foi bem cara de pau, em 95 a forte Arisco foi trocada pela gigante Pepsi, o valor do patrocínio em torno de 3,5 milhões de dólares, uma fábula na época. Desde então, Rubinho foi bancado pela Pepsi, Davene, Nokia e NET até 1999. Convertam 3,5 milhões por temporada nos dias de hoje, não é diferente de uma temporada de Maldonado ou Bruno Senna. Piquet na época disparou: "Não se deixa um patrocinador na mão dessa forma, ainda mais quando banca o piloto desde o kart". Boutsen, em 1983 arranjou 500 mil dólares em patrocínios e comprou um lugar na Fórmula 1, ao serviço da Arrows. A sua primeira corrida foi no seu GP natal, em Spa-Francorchamps, onde não chegou ao fim. No resto da temporada, o melhor que conseguiu foram dois sétimos lugares. Thierry, então com 26 anos, não pontuou na sua primeira temporada. Essa história de piloto pagante é piada velha, Fangio foi bancado pelo governo da Argentina da mesma forma que Maldonado é hoje bancado pela Venezuela. Só que o argentino teve vida fácil, começou em time de ponta como PRIMEIRO PILOTO, e não foi diferente em outros times. Pobre Maldonado(Rubinho e Boutsen) não tiveram essa sorte...observe Lewis, começou com carro disputando título já em 07/08, assim é meio caminho andado até o título...mas a questão é, Lewis é talentoso ou não? Então valeu a pena a Telefônica bancar Alonso, mesmo caso Red Bull com Vettel. A fama de pagante começou a partir da década 70 com a entrada de patrocinadores, só que a coisa era em menor escala comparada as décadas seguintes. Um bom exemplo foi Gijs van Lennep, através do patrocinador Marlboro, ele correu para o time Iso-Marlboro de Frank Williams. Lauda no inicio da carreira, pediu empréstimos bancários para comprar vaga na March, em 1971, e depois à BRM, em 1973. Depois, o seu talento fez o suficiente para que o seu companheiro de equipe, Clay Regazzoni, o recomendasse a Enzo Ferrari. Mas o fato é que Lauda teve que pagar para correr no início na Formula 1. Peter Revson que também correu nos anos 70, nasceu numa abastada família judia, fundadora dos Cosméticos Revlon. A fortuna da família estava, na altura de sua morte, avaliada em 1 bilhão de dólares. Nesse caso, o rapaz nem precisava de patrocinadores, bancava do próprio bolso da mesma forma que Pedro Paulo Diniz fez nos anos 90. Para muitos, Elio De Angelis era mais um piloto rico, que só garantira um lugar na Fórmula 1 graças à generosa ajuda financeira de seu pai. Seu desempenho na pista revelou um piloto de certo talento. No entanto, Elio não teve talento suficiente para brigar por títulos com feras do nível de: Piquet, Lauda, Prost, etc...Pra quem vive "carregando caminhões de merda" pelos pilotos dos anos 80, dizendo que nessa época não existia pagantes, Elio é apenas o início, nos anos 80 a coisa se multiplicou, haviam pelo menos 11 equipes "nanicas", basta observar a temporada de 1987, piloto pagante era o que não faltava. S.Nakajima só correu na Lotus porque foi exigência da Honda, nacionalidade também faz diferença. Tem muito piloto que não começou como pagante e não fez nada na F-1, a diferença no final tem nome, talento! Rubinho e Massa não admitem ser pagantes em nenhum momento, tiveram chance de "ouro" em 08/09, acabaram sem títulos. Melhor começar como Fangio, pagante mas com talento!

Marcelo

Renato Santos disse...

Torci para o Eddão em cada corrida de todas!

Eduardo Casola Filho disse...

Saudades da Jordan