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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Clipping

























Assim como nos anos anteriores, Kimi Raikkonen foi mais uma vez confirmado
na Ferrari.

Último campeão vermelho.

Não se pode criticar sua tocada.

Pois a pole position em Mônaco coloca todos os argumentos dos que não gostam
da condução do finlandês no lixo.

Raikkonen permanece por não haver um substituto claro entre os novos.

Destaques estão sob contrato.

E Romain Grosjean ou Sergio Perez seria trocar seis por meia dúzia.

Sem falar nos riscos do imprevisível.

Decisão compreensível.

Também Ficam

Stoffel Vandoorne na McLaren e o projetista James Key da Toro Rosso.

Um poderia ficar sem lugar.

E o outro se mudar para a Williams.

Ferrari

Há otimismo e cautela em Maranello para o restante do campeonato.

Existe a previsão de melhorias para a Bélgica e Itália.

(claro que a Mercedes também não vai ficar parada)

A razão indica que não se pode confiar em vitórias.

Sebastian Vettel trabalhará na diminuição dos danos.

Chegar em segundo em Spa Francorchamps e em Monza seria ótimo.

Olhando as circunstâncias.

Mercedes

Lewis Hamilton devolveu a posição para Valtteri Bottas na Hungria.

Nas entrelinhas fica claro que a confiança do time prateado é enorme.

Nas contas (deles), o campeonato é do inglês.

Comparação

Na Haas.

Grosjean quase sempre se qualifica melhor.

Entretanto a quantidade de posições ganhas por Kevin Magnussen a cada
largada chama atenção.

Na Renault.

Jolyon Palmer tem sido em média pouco mais de um segundo mais lento
que Nico Hulkenberg no sábado.

A equipe diz que ainda vai analisar derradeira parte do ano para decidir se
Palmer fica ou não em 2018.

Conversa.

Só um incentivo para ver se o piloto consegue alguns pontos para melhorar
a situação dos franceses no mundial de construtores.

Na Sauber.

Interessante.

Pascal Wehrlein aposta na agressividade da borracha para se destacar na
vitrine.

E sobre Marcus Ericsson.

Sua escolha quase sempre recai pelos pneus ultramacios na maioria das vezes.

Vapor

A Aston Martin não deverá estar presente na Fórmula 1 como uma fabricante
de motores.

Halo

A proteção escolhida pela FIA está dando dor de cabeça no paddock.

O motivo é que muitos começaram a desenvolver os bólidos da próxima
temporada apostando no outro modelo.

O tal Escudo.

Assim muitos projetos foram parar no lixo.

O giro dado por Vettel em Silverstone com o Escudo, e sua sensação ruim,
enterraram a ideia por enquanto.

A palavra do alemão tem peso dois.

Olho

Sabe o Nicholas Latifi?

O canadense da F2?

Então.

Minha Opinião

Estão quietos.

Porém a Renault deve ser um excelente lugar para se estar em 2018.

Newey Trabalha

A Red Bull apresentou dois modelos diferentes do RB13 em Hungaroring.

Daniel Ricciardo largou com um carro com uma distância entre eixos maior
do que a máquina utilizada por Max Verstappen.

Na nova configuração, Adrian Newey deixa o desenho mais semelhante ao
da Ferrari.

Sim.

Ainda longe dos longos Force India e Mercedes.

Curioso para ver se as diferenças para efeito de comparação estarão rodando
na Bélgica.

Unidades de Força

A Honda planeja trazer uma nova especificação em Suzuka para seu motor.

A conversa aqui é sobre potência.

Tentando fazer bonito em casa.

O plano é apresentar uma unidade mais poderosa que a da Renault no Japão.

Esperemos.

Spa-Francorchamps

As configurações dos carros para Spa deverão ser mais semelhantes aquelas
utilizadas em Silverstone.

Portanto as Flechas de Prata possuem vantagem.

Entretanto penso que com a evolução da Scuderia Italiana não veremos uma
vantagem tão gritante quanto foi na Inglaterra.

Lembre-se que houve testes nesse meio tempo.

A Red Bull fez uma escolha bem agressiva dos pneus se olharmos para suas
concorrentes.

Mesmo com a evolução não deveria ser páreo para Ferrari e Mercedes  na
Bélgica.

Talvez uma chuva para dar emoção...

Por Fim

No clima.


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Clipping




























Reparou na diferença?

A largura do pneu do ano que vem chama a atenção!

E muda tudo.

Por isso os times já estão trabalhando firme para a próxima temporada.

Adrian Newey não esconde sua empolgação.

Para não passar em branco, nos últimos dias, Pierre Gasly conduziu o RB10
no circuito de Valellunga seguindo com a programação de testes da Pirelli.

A Force India anda fazendo experimentos no túnel de vento da Toyota
localizado na Alemanha.

Falando nisso, a relação (ou a falta dela) túnel de vento / pista tem sido a
causa dos maiores problemas da Williams em 2016.

A Petrobras parece firme em continuar na categoria máxima do automobilismo.

Além da tentativa de criar um vínculo com a Renault através da Toro Rosso,
os números mostram que seus investimentos tendem a crescer na Fórmula 1.

Do ano passado pra cá, já houve um aumento de 8 milhões de euros no
seu aporte.

A procura por novas frentes demonstra que o montante pode ultrapassar
facilmente 30 milhões de euros anuais em 2017.

Esteban Ocon, figurinha carimbada na Renault para o ano que vem, foi
confirmado no primeiro treino livre na Hungria.

Aliás, os atuais dois pilotos da escuderia francesa seguem com o futuro
incerto.

Hungaroring com novos sensores em algumas curvas.

A FIA pode ter gostado da brincadeira de vigiar quem gosta de ultrapassar
os limites da pista.

Com todas as portas fechadas, Felipe Nasr parece abraçar a Sauber.

(apesar de um boato - boato!! - com a Haas)

O brasileiro admite a necessidade do patrocínio do Banco do Brasil para
seguir ao lado de Marcus Ericsson na próxima temporada.

Sauber que foi vendida para a Longbow Finance S.A.

Empresa que é o braço financeiro da Tetra Pak.

Mas por que uma instituição financeira compraria o time de Hinwil?

Lembra da Genii Capital com a Lotus?

É a mesma coisa.

O luxuoso paddock da Fórmula 1 é um dos melhores ambientes do mundo
para fomentação de novos negócios.

Um lugar mágico para encantar clientes.

Atrair novos investidores a olharem para sua vitrine e adquirirem seu produto.

Simples.

O Tordo diz que James Allison pode dizer adeus a qualquer momento para
a Ferrari.

O projetista inglês tem ido pouco em Maranello.

Suas faltas são constantes.

Talvez os motivos estejam na atual situação da Scuderia Italiana mais a
perda recente de sua esposa.

Ou uma proposta da McLaren.

Não sei.

O que sei é que James Key (Toro Rosso) recebeu uma proposta dos italianos.

Recusada.

(assim como fez Ross Brawn)

Brawn que chegou a dizer que a Ferrari precisa de tranquilidade.

Um recado.

Sebastian Vettel não está indiferente para a falta de rumo.

É de sua estirpe (assim como Alonso e Hamilton) querer vencer sempre.

Ele vai esperar o bólido do ano que vem.

E ver os resultados.

Mas em todo caso já sondou Toto Wolff para saber até quando ele pretende
contar com Nico Rosberg.

Lewis pode não ter gostado da aproximação do rival.

E, marcando território, disse querer ficar na Mercedes por mais cinco
temporadas.

Interessante.

O mercado de pilotos?

Lance Stroll e Jenson Button colocam suas sombras sobre a Williams.

Sergio Perez se recusa a confirmar sua permanência na Force India,
apesar de Vijay Mallya ter dito que ele continua.

(o mexicano trata de uma possibilidade com a Renault)

E a Manor já começou a leiloar o lugar de Haryanto.

Por fim.

Um exemplo de ousadia para o ano que vem.

Asas da imaginação!












sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Rascunho MRT05















Gostou?

A Ferrari deverá vir com algo bem semelhante.

O branco está de volta.

Faz sentido.

Encaixa com o novo uniforme que o Tordo havia me mostrado.

Mais.

Sergio Marchionne trará de volta a Alfa Romeo.

O retorno da tradicional marca italiana para a categoria máxima do
automobilismo faz parte da estratégia da empresa.

A Alfa vai apresentar oito novos modelos de carros até 2018.

O plano da montadora italiana é atacar diretamente as principais fabricantes
de luxo da Alemanha.

Marchionne com mais um time sob suas asas também aumenta seu poder
na Fórmula 1.

E continua a incentivar que outras montadoras desembarquem na categoria.

Para que se amplie o poder e prestígio do campeonato.

A F1 está mudando.

O futuro desenha uma bela disputa entre as maiores marcas do planeta.

E com as mesmas ditando as regras do circo.

Falando em pintura, a Toro Rosso radicalizou na sua.

Mas Dietrich Mateschitz (dono da Red Bull) vetou a ousadia.

Por isso o carro vai usar um desenho provisório nos primeiros testes
de Barcelona.

Assim as cores oficiais serão apresentadas somente no final de fevereiro.

Outra de Faenza.

O projetista James Key clama por um maior equilíbrio entre os motores.

Neste cenário ele sabe que sua caneta faria diferença de verdade.

Ligado ao Endurance através da SMP Racing, Vitaly Petrov afirmou
recentemente  que é possível que a escuderia possa chegar a F1.

Pra quem não sabe, SMP é uma instituição financeira russa pertencente
a Boris Rotenberg, que mantém laços estreitos com o presidente russo
Vladimir Putin.

Depois do futebol, parece que os russos descobriram as corridas de
automóvel.

Pra não esquecer.

Um GP em Sochi, a compra de Nurburgring por Viktor Charitonin,
Kvyat na Red Bull e Nikita Mazepin na Force India.

Vai vendo.

Norbert Haug exaltou a capacidade de Pascal Wehrlein.

Como foi amplamente divulgado, o atual campeão da DTM assinou com
a Manor.

Além dos 6 milhões de euros entregues pela Mercedes, o acordo envolve
o uso das instalações do time alemão para auxiliar no desenvolvimento
aerodinâmico do carro da Manor.

Túnel de vento e tal.

Repare que a parceria não se refere ao motor.

Ou seja, a Manor precisará achar recursos para pagar por sua unidade
de força.

O estreitamento da parceria já havia sido detectado em rascunhos passados.

A Manor será o time B da Mercedes.

O contrato de Pascal (que foi uma descoberta de Michael Schumacher)
é de um ano.

Porém boas fontes indicam que a temporada de 2017 do rapaz já está
garantida por um contrato.

Não necessariamente no time de Stephen Fitzpatrick, OK?

(alguém acha que faltariam propostas para um Nico Rosberg voando no
mercado?)

A última vaga?

Houve reuniões recentes na Indonésia entre Rio Haryanto, seu empresário
Piers Hunnisett e representantes da Manor.

O lugar é dele.

Basta ao piloto indonésio cumprir os prazos de pagamento.

Alexander Rossi também segue na briga, entretanto somente como uma
segunda opção.

Por fim.

O imbróglio da Force India pode estar chegando a um término.

Para isso a Diageo (Smirnoff e outros destilados ) poderá pagar para se
ver livre de Vijay Mallya e executar seu plano com a Aston Martin.

O próprio empresário indiano disse estar disposto a aceitar um acordo
financeiro.

Mallya que outro dia foi visto esquiando com amigos.








quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Rascunho Rosso
























Sem açúcar.

A temporada 2016 da Fórmula 1 começa no dia 25 de janeiro.

Neste dia a Pirelli estará em Paul Ricard realizando testes com pneus de chuva.

Falando em datas, a Ferrari deverá mostrar seu novo bólido no dia 19 de fevereiro.

Tudo virtual.

Com fotos, vídeos e animações de computador.

Assim como foi no ano passado.

Mário Illien entregou que a unidade de força da Renault terá sua evolução facilmente
notada já na Austrália.

Interessante a observação de Adrian Newey.

O genial projetista esclarece que a principal diferença dos motores Ferrari e Mercedes
de fábrica para suas respectivas clientes é a atualização do software.

O plano de retorno da Alfa Romeo para a Fórmula 1 está em pleno curso.

O próximo passo a tradicional marca italiana deverá ser vinculada à uma escuderia.

Isso poderia acontecer de duas maneiras.

A primeira opção (mais cara) é comprar um equipe.

A segunda seria associar o nome como um patrocinador master.

Haas, Sauber e Toro Rosso seriam alternativas lógicas.

Toro Rosso que sofre por conta do atraso na definição da sua unidade de força.

Atrasou a programação.

James Key apresentará um carro com uma maior distância entre eixos quando
comparado ao bólido de 2015.

Outra.

O simulador que era utilizado pela Red Bull já está em Faenza.

A mudança se deu porque o time principal da família está utilizando um mais
moderno que conecta diretamente com a AVL (empresa austríaca referência
no desenvolvimento de motores) que é parceira antiga da Red Bull.

Tudo isso faz parte das mudanças explicadas aqui recentemente.

clique aqui para lembrar 

Na parte econômica a nota é que a CEPSA (Compañía Española de Petróleo)
irá retirar seu patrocínio da Toro Rosso.

Algo em torno de 15 milhões de euros.

A razão é o Futebol.

A petrolífera quer concentrar seus recursos no Real Madrid.

Com isso, praticamente todo o programa de apoio ao automobilismo (equipes e pilotos)
deverá ser extinto.

Não se sabe ainda como ficará a situação de Carlos Sainz Jr.

Em Faenza se espera que ao menos o patrocínio individual do piloto seja mantido.

Uma última sobre a Toro Rosso.

Max Verstappen estava jantando com o seu pai próximo ao hotel que pegou
fogo recentemente em Dubai.

O susto foi grande!

Valores.

Pra colaborar com o orçamento da Haas, Esteban Gutierrez se apresentou com
12 milhões de euros.

A própria Haas (através de empresas do grupo) vai colocar mais 57 milhões de
euros.






















Romain Grosjean?

O piloto francês entrou com o nome.

Sua presença deu credibilidade para atrair mão-de-obra qualificada para o projeto
americano.

Por fim.

Lance Stroll estará nas 24 horas de Daytona pilotando pela Chip Ganassi.

O piloto de desenvolvimento da Williams caminha para se tornar titular da F1 em
2017.

E isto é o principal motivo para eu descartar qualquer especulação sobre o retorno
de Felipe Nasr para o time de Frank, OK?


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Rascunho Texas


























Três imagens de Lewis Hamilton.

Terceiro título.

Absoluto em 2015.

Conjunto perfeito.

Piloto, máquina e equipe.

O projeto iniciado por Ross Brawn, e que convenceu Michael Schumacher a
deixar sua aposentadoria, rende frutos maravilhosos.

Mais uma vez o campeão foi conhecido nos Estados Unidos.

A última vez foi em 1982, com Keke Rosberg.

Ironia do destino?

É difícil analisar Nico Rosberg.

Existe o talento.

As poles sobre seu companheiro evidenciam isso.

Ainda mais em situações críticas como no sábado em Austin.

Porém Nico precisa de um time pra chamar de seu.

Para poder dividir curvas sem culpa ou medo.

A Mercedes tem dono.

Niki Lauda deixa isso bem claro ao afirmar que "Lewis alcançará mais títulos."

(e mais ainda quando a transmissão flagra ele rindo com Toto Wolff ao testemunhar
o erro de Rosberg)

A corrida foi maravilhosa.

Com a pista ainda úmida, os projetos dos carros ficaram na vitrine.

A Red Bull mostrou que Adrian Newey só precisa de um empurrãozinho.

Ou de um motor decente.

A turma de Milton Keynes não exagerou nas críticas à unidade de força da Renault.

Realmente é um lixo.

A Toro Rosso trouxe à luz o talento de James Key.

As linhas desenhadas pelo britânico permitiram que Max Verstappen e Carlos Sainz
pudessem exibir seus talentos e todas as suas ousadias.

Por outro lado, o design da Williams (não apenas no Texas) tem deixado a desejar.

Nico Hulkenberg anda perdido nos últimos tempos.

Muitos acidentes.

Começam a silenciar aqueles que clamavam por uma chance maior para o vencedor
das 24 horas de Le Mans.

Austin se mostrou bondosa com os sobreviventes.

Os que costumam se preservar puderam se dar bem.

Jenson Button estava lá.

Atrás dele, na chegada, os cegos, os mancos e os aleijados.

Tanto que até Alexander Rossi sonhou com os pontos!

Impagável ver Raikkonen na terra brigando com a placa para se libertar.

Vettel?

Fez o que se espera dele.

Nada mais.

O que falta?

Apenas que James Allison consiga estabelecer o equilíbrio entre as máquinas
nas entranhas de Maranello.

Então Sebastian poderá parar a escalada de Hamilton.

E assim assistiríamos uma disputa espetacular em 2016.

Quem sabe, o campeonato da década!

















terça-feira, 6 de outubro de 2015

Rascunho AVL
























Inglaterra.

Final dos anos 70.

Uma Arrows na garagem.

Primeiro o Button.

O Blog afirmou com todas as letras que o piloto se aposentaria com 35 anos.

(sua idade atual)

Está aqui o post de 2012.

Pois é.

A fonte era o próprio piloto.

Depois da decidir mudar de ideia, e permanecer, ele confessou.

"Meu pensamento estava dividido em relação ao futuro..."

Futuro que aprendi ser uma estrada perigosa e minada.

Fica a lição!

Interessante notar que a Fórmula 1 caminha para ter carros mais baixos em 2017.

Downforce é a palavra.

Versões modernas da lendária Lotus 79 usada por Mario Andretti deverão surgir.

Dependendo da chegada em Sochi, a Mercedes poderá garantir o título do mundial
de construtores.

Olha aí.

Jolyon Palmer aparece como favorito para vaga na Renault ao lado de Pastor
Maldonado em 2016.

Agora a Ferrari.

A Scuderia Italiana irá fornecer os unidades de força para a Toro Rosso no ano
que vem.

Versão 2015, a mesma utilizada hoje pelo time de Maranello.

A decisão foi rápida.

Em Faenza, James Key queria saber logo a motorização para definir o caminho
de seu projeto para o bólido Toro Rosso da próxima temporada.

Sobre outro projetista.

Não é segredo que James Allison está trabalhando duro.

E por isso o carro de 2016 da Ferrari está bem adiantado.

Sabe-se que haverá mudança no posicionamento do motor em relação ao modelo
atual.

O objetivo é permitir respostas mais rápidas na parte traseira.

O investimento é pesado.

Valores?

Algo próximo dos 160 milhões de euros.
























Na fábrica foram instalados dois novos simuladores e um novo banco de provas.

Duas vezes por mês o conjunto motor e transmissão é testado pela austríaca AVL.

A maior empresa do mundo quando o assunto é desenvolvimento de motores.

Expectativas?

Dar a Sebastian Vettel a chance de brigar pelo título de igual por igual com as
Mercedes.

Seria pra tanto?

Segundo Alain Prost, sim.

O quatro vezes campeão mundial rasgou elogios para Vettel.

Acha que ele tem uma grande participação nesta nova fase da Ferrari.

Também se impressionou como o piloto alemão conseguiu vencer tão rapidamente
dentro de uma nova equipe.

E o mais importante.

Conquistou excelentes resultados num carro claramente inferior.

Palavras do francês.

Por fim.

Um prognóstico.

Tem engenheiro apostando que Sebastian Vettel deverá brigar diretamente por
vitórias em pelo menos mais duas etapas até o final desta temporada.

Vamos conferir se o efeito Cingapura / Hungria vai se repetir.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Rascunho Minttu






























"Alguma coisa??"

Me responde com uma pergunta o Tordo.

"Estamos de férias!"

Coisas de agosto.

Neste mês completa uma década de uma frase de Michael Schumacher para
a Ferrari.

Palavras que avalizaram a entrada de Kimi Raikkonen na Scuderia Italiana.

E sobre Helsinki?

Bernie deu sinal positivo para que a proposta de uma prova de rua em 2018
seja realizada na cidade.

A capital da Finlândia corre agora atrás de recursos.

Estão apostando que a visibilidade da Fórmula 1 trará um retorno fabuloso.

Falando em apoio, a Audi renovou o seu com o Bayern de Munique.

Serão 100 milhões de euros por dez anos de contrato.

Parece que Esteban Gutierrez (e a Claro) vão desembarcar mesmo na Haas.

Sobra ainda uma vaga.

Lembra que a gente comentou sobre a Renault conversando com a Sauber?

As tratativas são para 2017, OK?
























Jacques Villeneuve na Fórmula E.

O filho de Gilles que venceu na Indy (inclusive as 500 milhas), na Fórmula 1
e ainda correu na Nascar e Stock Car.

Mais um concorrente para o campeão do cérebro lavado.

A McLaren negou os boatos de que anunciaria (em Spa) Vandoorne para o lugar
de Button na a temporada do ano que vem.

Na Austrália ninguém está animado em transformar sua etapa em corrida noturna.

Red Bull reconheceu o assédio de outras escuderias sobre James Key (Toro Rosso).

Ao mesmo tempo fez questão de ressaltar que o projetista está sob contrato.

Lembrando que a turma do energético tem o maior orçamento da atual temporada.

Seguida de perto pela Mercedes e McLaren.

Por fim.

Bernie Ecclestone estuda a ideia de bancar um time na GP2 para dar espaço aos
pilotos talentosos que não possuem recursos suficientes para se manterem na citada
categoria de acesso.

Só não disse quais os critérios de escolha.

Viu que tinha alguma coisa? - Futuco.

"Você deve estar inventando isso tudo!"  - Replica - rindo - o Tordo.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Rascunho Pinhead





























Foto tirada de Daniel Ricciardo.

Mesmo à 150 metros de distância ainda parece zoom.

Não cabe em si.

Chegaremos lá.

O objetivo da Ferrari de ser a segunda equipe no Mundial de Construtores está
ficando mais difícil nesta temporada.

Ainda mais depois da vitória da Red Bull.

A Renault conseguiu finalmente respirar.

Não estou falando da vitória no Canadá.

A grande notícia é que a FIA liberou os franceses para que possam fabricar um
novo bloco de motor turbo para 2015.

Sem restrições (e mais competitivo).

A medida se estende, claro, para a Mercedes e a Ferrari.

Tudo isso graças à chegada da Honda.

Assim o acordo (que estava ameaçado) entre a Renault e a Red Bull continua
em 2015.

Uma ressalva.

Se a performance não for satisfatória (condições de disputar o título) cada um
seguirá seu caminho.

Sem multas.

Outra dos caras.

A renovação do contrato de Adrian Newey não chegou a surpreender.

A Red Bull precisava fazer alguma coisa contra o assédio da Ferrari.

Interessante foi a nota sobre se afastar um pouco da Fórmula 1.

Mas as máquinas do time do energético não ficarão burras.

O herdeiro (ou substituto) já está sendo preparado.

Há mais de um ano comentamos sobre isso.

Clique aqui para lembrar.

A Toro Rosso não fornece apenas pilotos!

Agora a corrida.

Que corrida!

Mas como é difícil ultrapassar no Canadá.

A maioria se deu através de erros ou superioridades gritantes.

Tanto que a Williams teve que lidar com as ordens de equipe novamente.

Adiantou?

Bottas agora tem 22 pontos a mais que Massa.

Outro indício.

Hamilton, no seu melhor momento, não conseguia superar seu companheiro.

Parecia Mônaco.

Vale uma linha o comovente esforço da Force India.

O drama das Mercedes foi revelador.

Os carros são idênticos.

Ambos tiveram o mesmo problema (perda de potência) ao mesmo tempo.

Rosberg foi ficando até que virou uma vítima de Daniel Ricciardo.

Antes de iniciar a prova eu tinha um pensamento sobre esse piloto australiano.

Nada mudou.

Ricciardo é da linhagem de Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi.

É daqueles que colocam o carro nos mesmos lugares durante 70 voltas seguidas.

Na linha.

Ele deve estabelecer os padrões nos simuladores de Milton Keynes.

E é muito preciso, mesmo num carro confuso e mutante como esse RB10.

Como vencer um cara assim?

Indo além dos limites.

É possível.

E ficou claro quando Sebastian Vettel colocou seu bólido para largar em terceiro
na ilha de Notre Dame.

O projeto ainda não funciona como a cabeça do atual campeão.

Vettel quer frear depois e acelerar antes.

Como ele fez durante os últimos anos.

A equipe vai se aperfeiçoar e sua mente e o veículo vão se casar novamente.

E Ricciardo?

Como disse, sua condução me lembra as lendas brasileiras citadas e também Jenson
Button (pra ficar num exemplo mais recente).

E se Mark Webber tivesse sido como ele, a escuderia austríaca teria colecionado mais
dobradinhas nas últimas temporadas.

Por fim.

O destino parece querer mesmo saber se Lewis Hamilton tem uma cabeça boa...




terça-feira, 29 de abril de 2014

Rascunho Rombo























Graham Hill acelerando no espelho em Le Mans.

Vamos lá...

O governo da Malásia já deu sinal verde para a renovação com a Fórmula 1.

Lembrando que o contrato em vigor termina em no ano que vem.

Apesar dos boatos sobre a mudança de foco, a McLaren continuará concentrando
suas forças na fabricação de veículos esportivos.

Uma mensagem do Tordo

"Gene Haas desembarca nesses próximos dias na Itália.

Vai tentar aparar as últimas arestas de sua parceria com a Ferrari.

Ao mesmo tempo só ouço barulhos estranhos sobre o acordo com a Dallara..."
 
Há rumores sobre a Fórmula 1 na África do Sul e na Argentina.

(Sempre há, não?)

A primeira opção digo ser impossível por diversas razões.

A segunda, por enquanto, só sonha com o dinheiro para a empreitada e mais nada.

O ex-Caterham Heikki Kovalainen deverá ser o novo piloto de testes da Mercedes.

Mercedes que perdeu mão-de-obra para a Toro Rosso.

Um rombo.

James key vai contar com os talentos de Phil Arnaboldi em Faenza.

Phil é responsável direto por todo projeto da parte elétrica dos carros de Lewis
Hamilton e Nico Rosberg.

Não é pouco.

domingo, 16 de março de 2014

O Afobado e o Cauteloso












































Terminada a primeira corrida do ano, o Afobado e o Cauteloso trocam ideias...



Afobado

- Já era! 25 pontos na frente logo no começo? Com esse carro o Rosberg já
é campeão!

Cauteloso

- Calma. O começo não poderia ter sido melhor. Mas ainda temos muito
campeonato pela frente.

Afobado

- Ah, com certeza o campeão vai sair da Mercedes.

Cauteloso

- Será? Acho que a Red Bull já acertou seus problemas aerodinâmicos. Se
a Renault fizer sua parte os caras entram na briga novamente.

Afobado

- Só se for com o Daniel Ricciardo porque esse Vettel acabou!

Cauteloso

- Em que planeta você esteve nos últimos cinco anos?

Afobado

- Caraca, esse menino Daniil Kviat arrepiou logo na primeira prova, foi espetacular.

Cauteloso

- Você achou? O que me chamou mais atenção, antes dos pilotos, foram as máquinas
da Toro Rosso. Mesmo sem um motor decente fizeram um ótimo papel. James Key
mostrou que vale quanto pesa.
Seu projeto original, mesmo sob a sombra de Adrian Newey, deve estar impressionando
a turma do energético.

Afobado

- Essa Lotus está se tornando a maior enganação dos últimos anos na Fórmula 1.

Cauteloso

- Concordo.

Afobado

- E a Williams? Bottas detonou todo mundo e se aquele doido do Kobayashi
não tivesse batido no Massa o brasileiro pegaria um pódio fácil. Segunda força
da categoria

Cauteloso

- Não sei. A Williams pode estar um pouco abaixo da McLaren. Ron Dennis
possui uma dupla melhor do que Frank em seus bólidos. Porém também acho
esse Kamui um doido, apesar que o problema pode ter sido mecânico.

Afobado

- Na Ferrari o Raikkonen levou aquele carro, que é bem mais ou menos, ao
extremo. Pilotagem bem arrojada fritando toda hora os pneus. No final ainda
fez uma bela ultrapassagem no Vergne.

Cauteloso

- O carro está bem problemático mesmo. Mas não vi nada disso que você falou
sobre o Kimi. Pra começar, até onde eu sei, o finlandês só é extremado fora das
pistas. No asfalto o cara é bem burocrático, lembrando muito o estilo do Jenson
Button.
Minha opinião é que ele apanhou do carro, ainda mais quando olhamos a performance
de Fernando Alonso. E quanto a ultrapassagem, foi mais por conta do erro do Vergne.
Pra mim o Raikkonen não passa de um segundo piloto de luxo.

Afobado

- Pra quem é cauteloso, você anda com a língua bem afiada. Falando nisso o Magnussen
nasceu grande, não?

Cauteloso

- O menino é bom piloto. Testado nas variadas condições de Albert Park ele provou
que veio para ficar. A McLaren encontrou uma joia e sabe disso. Foi até legal ver a
equipe preservando sua posição no final.

Afobado

- Mas foi só a primeira etapa! Não é arriscado dizer isso?

Cauteloso

- Risco calculado. O garoto vai brilhar entre os grandes.

Afobado

- Sei lá, acho meio afobado dizer isso.

Cauteloso

- Faz parte. Se a Fórmula 1 fosse apenas cautela seria uma procissão, não?


quarta-feira, 5 de março de 2014

Rascunho de Óleo e Motor











































Depois de tantos feriados (acabou?) o Blog retorna com três imagens.

A imprensa está agitada com as citações de Bernie Ecclestone.

Primeiro sobre o Azerbaijão.

Bernie colocou o país no mapa da Fórmula 1.

Eles, os Azeris (quem nasce no Azerbaijão), querem um GP em Baku já para
2015.

Ecclestone dá certeza para 2016.

OK.

Voltemos para as figuras.

O projeto.

Reparou na imagem noturna?

Na mesma linha que Bernie quer discutir com o dono da Rússia, Vladimir Putin,
sobre Sochi.

Segunda.

Se você esqueceu, lembro que a FIA GT já correu por lá.

Terceira é o mapa.

Destaque para a proximidade de Sochi e Baku.

A Ucrânia também aparece.

Bernie e Putin estão unha e carne.

As linhas mostram os oleodutos.

O verdadeiro motivo de toda a confusão que estamos vendo nos jornais.

A Fórmula 1 parece ter entrado nesse quebra-cabeça do petróleo e gás
que se tornou a região.

E muito dinheiro, mas muito mesmo, deve estar trocando de mãos nesse
jogo geopolítico de interesses.

Enquanto isso o GP da Alemanha segue ameaçado.

Quando alertamos sobre isso no ano passado, alguns "especialistas" disseram
que era impossível a prova deixar o circo.

Veremos.

Só duas coisas.

A França saiu do calendário e ninguém morreu.

E surgem boatos (estamos atentos a tudo que envolve grana e F1) de Bali.

A Red Bull está  recorrendo aos engenheiros da Toro Rosso para a solução
de alguns problemas do RB10?

Ponto para James Key e sua turma.

E a unidade da Renault?

Impressionante.

Apenas o grosseiro projeto da Caterham para dar conta da coisa.

Qualquer tentativa aerodinâmica de melhorar a performance do carro até aqui
(Red Bull, Toro Rosso e Lotus) está sofrendo com problemas de temperatura.

Na Austrália veremos o show de horrores das quatro escuderias empurradas pela
incompetência da marca francesa.

Um desperdício.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Rascunho Bicudo

























E aí?

O que está achando de tudo?

Carros lentos demais?

Tudo é muito novo.

Muitos sistemas estão sendo experimentados.

Porém o ritmo de corrida deverá ser assim.

Com uma boa diferença em relação ao tempo de classificação.

Isso já foi comentado num Rascunho passado.

As outras escuderias colocaram a Lotus contra a parede.

Querem saber se o nariz duplo é legal.

Deve ser.

James Key diz ter imaginado algo assim também no processo de construção da
Toro Rosso.

Mas abandonou a ideia.

Falou em competitividade.

O túnel de vento da Red Bull, em Milton Keynes, deve estar afiando o talento e o
olhar do projetista que é quatorze anos mais jovem que Adrian Newey.

Outro dia disse que a proposta da Lotus é melhor do que a da McLaren na briga
por um patrocinador asiático.

Quanto melhor?

Quase metade do preço pela mesma exposição na carenagem do carro.

O pessoal de Estone parece precisar mais.

Cortaram na carne para conseguir o acordo com a Renault para o fornecimento
de motores.

OK.

Uma boa disputa.

No entanto não quer dizer que qualquer uma das duas terá sucesso na empreitada.

Foi confirmado o movimento de Eric Boullier para a McLaren.

Marussia?

Amanhã! Acho.

Como comentaram no Saward, esse...























...lembra alguma coisa?























segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Rascunho Vespertino























A UBS deverá deixar a Fórmula 1.

A instituição financeira suíça não deverá renovar seu acordo de patrocínio com a
categoria ao final desta temporada.

Nova direção e novas políticas.

Pelos testes em Jerez você vai saber a preferência de cada escuderia em relação
aos seus pilotos.

Olhe a ordem e descobrirá.

Os últimos serão os primeiros...

Sobre a Sony.

A proposta da Lotus é melhor do que a da McLaren.

O México continua abrindo portas na F1.

Agora foi a vez do Esteban Gutierrez na Sauber.

Os mexicanos da financeira Unifin colocarão o nome da empresa nos bicos dos
carros de Hinwil.

A Toro Rosso renovou por mais três temporadas o apoio da Nova Chemicals.

E também chamou a atenção a empolgação dos espanhóis da Cepsa com o
lançamento do carro.

Desde a saída de Jaime Alguersuari havia um boato que a petrolífera deixaria o
time italiano.

Claro, aí está a nova criança (um menino) da Toro Rosso.






















Muito se espera do projeto de James Key.

Fala-se até numa nova Benetton.

Quero muito ver a ideia de Adrian Newey.

Pra comparar.

Ainda mais que os dois bólidos foram desenvolvidos nas instalações de Milton Keynes.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Rascunho





















Ah, o Projeto Verão...

Agradecendo aos amigos.

Mas acabou a moleza!

Esse James key não está de brincadeira.

Contratou engenheiros da Ferrari, Williams, McLaren, Force India e Mercedes para
reforçar o time da Toro Rosso.

Já tinha avisado um tempo atrás, não?

A FIA deverá anunciar em breve o nome da equipe que fez proposta para entrar na
Fórmula 1.

Lotus com motor Renault confirmado?

Sinal que a Genii Capital abriu os cofres novamente.

Meio sem querer a Marussia anunciou Max Chilton.

Sem problema.

O carro dos russos está no prazo.

Além de sua simpatia, Kamui Kobayashi conta com alguns milhões dólares de
empresas japonesas na luta pela vaga na Caterham.

Uma segunda-feira calma.

A calmaria antes da tempestade.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Up to Date























Toro Rosso

Vale a pena ter cuidado com certas histórias.

Houve uma sondagem da Toro Rosso sobre Stoffel Vandoorne.

Verdade.

Mas daí a dizer que a equipe de Faenza ofereceu um lugar de titular para o
rapaz tem uma distância.

Ainda mais sabendo que não existiu nenhuma reunião oficial com seu empresário
ou proposta por escrito.

Vandoorne está tentando apenas valorizar seu passe.

Principalmente agora que Kevin Magnussen, seu coleguinha na escolinha McLaren,
se sagrou campeão da World Series by Renault.

Ou você acredita que alguém abriria mão de um lugar numa equipe média da
Fórmula 1?

Toro Rosso 2

Falando em Toro Rosso, o brasileiro Luiz Razia disse que não se surpreenderia
se a equipe estivesse vendendo uma das vagas.

Me parece uma grande bobagem sem sentido.

A especulação se originou com o nome de Daniil Kvyat.

O menino russo (outro!) estaria tentando com seus patrocinadores atropelar o
caminho de Felix da Costa.

Kvyat, assim como Felix, tem sua carreira controlada pela turma do energético e
inclusive esteve dias atrás em Idiada testando peças que serão usadas no bólido da
Red Bull em 2014.

Mas não creio que a escolha ser dará por critérios econômicos, assim o português
segue favorito ao posto.

Pra não perder a viagem, dizem que Charles Pic também tentou cavar a cobiçada
vaga ao lado de Vergne.

Toro Rosso 3

James Key culpa a mudança dos pneus pela diminuição na performance de seus
carros neste ano.

Ao contrário da Red Bull (que comentamos num post anterior), a filial não tem
uma equipe de desenvolvimento contínuo para se adaptar de forma tão rápida
as mudanças dentro de uma mesma temporada.

Mesmo assim existe uma boa perspectiva para o futuro próximo.

Lembrando que Key não está criando o carro de 2014 em Faenza e sim em
Milton Keynes.

Dessa forma o projetista está podendo utilizar os melhores recursos disponíveis
da matriz.

Anel

Nurburgring continua à venda.

Com um rombo de 400 milhões de Euros, o falido circuito alemão tem um
futuro bem nebuloso.

A esperança é que a indústria automobilística do país se movimente e salve a
histórica pista.

Quantum Motorsports

Lotus parece bem próxima de anunciar Nico Hulkenberg ao lado de Romain
Grosjean e provavelmente uma mudança no nome da equipe...

Na foto: onde estão as notícias sobre Felipe Massa?

sexta-feira, 29 de março de 2013

Máquinas Burras


























Bom dia a todos.

A temporada de 2013 da Fórmula 1 começou agora.

E novamente com uma certeza.

Os homens continuam a vencer as máquinas.

A velocidade do pensamento continua imbatível.

E apontando soluções brilhantes.

As provas estão aí.

Não é preciso buscar extremos.

Nem exemplos óbvios como Adrian Newey.

Peguemos o caso da Sauber.

James Key trocou a equipe de Monisha Kaltenborn pela Toro Rosso.

Um talento que não podia passar em branco.

O engenheiro britânico é uma aposta da Red Bull para o futuro.

Está sendo preparado.

Lapidado.

É uma garantia caso Newey decida explorar novos horizontes.

Key foi responsável direto pelo interessante carro da Sauber de 2012.

Retirada a humanidade, o que sobrou?

Nico Hulkenberg já percebeu que tem um bólido problemático nas mãos.

Parece indomável com esses pneus da Pirelli que dissolvem na pista.

Outra amostra interessante vem da McLaren.

Aquela que viu o melhor de sua mão-de-obra sair pela porta.

A Mercedes, sem pena, pilhou e saqueou Woking.

Nem o filho mais querido eles pouparam.

Agora colhe os frutos.

O salto dado pelos alemães é gritante.

Havia o recurso.

O dinheiro nunca faltou.

Niki Lauda e Toto Wolff descobriram que as máquinas só precisavam receber
ordens.

Das pessoas certas, claro.

A tecnologia da McLaren ainda está lá.

Sem coração.

Fria.

Belos instrumentos.

Porém longe dos que sabem tocar.

Máquinas burras.

Sem cérebro.

Se tornou um time perdido.

Num ano que deveria ser especial para Jenson Button.

Os homens ainda estão vencendo.
 
Telemetria, simuladores de ponta, testes e mais testes.

Mas de que vale tudo isso,

Se você não está aqui?