segunda-feira, 9 de junho de 2014

Rascunho Pinhead





























Foto tirada de Daniel Ricciardo.

Mesmo à 150 metros de distância ainda parece zoom.

Não cabe em si.

Chegaremos lá.

O objetivo da Ferrari de ser a segunda equipe no Mundial de Construtores está
ficando mais difícil nesta temporada.

Ainda mais depois da vitória da Red Bull.

A Renault conseguiu finalmente respirar.

Não estou falando da vitória no Canadá.

A grande notícia é que a FIA liberou os franceses para que possam fabricar um
novo bloco de motor turbo para 2015.

Sem restrições (e mais competitivo).

A medida se estende, claro, para a Mercedes e a Ferrari.

Tudo isso graças à chegada da Honda.

Assim o acordo (que estava ameaçado) entre a Renault e a Red Bull continua
em 2015.

Uma ressalva.

Se a performance não for satisfatória (condições de disputar o título) cada um
seguirá seu caminho.

Sem multas.

Outra dos caras.

A renovação do contrato de Adrian Newey não chegou a surpreender.

A Red Bull precisava fazer alguma coisa contra o assédio da Ferrari.

Interessante foi a nota sobre se afastar um pouco da Fórmula 1.

Mas as máquinas do time do energético não ficarão burras.

O herdeiro (ou substituto) já está sendo preparado.

Há mais de um ano comentamos sobre isso.

Clique aqui para lembrar.

A Toro Rosso não fornece apenas pilotos!

Agora a corrida.

Que corrida!

Mas como é difícil ultrapassar no Canadá.

A maioria se deu através de erros ou superioridades gritantes.

Tanto que a Williams teve que lidar com as ordens de equipe novamente.

Adiantou?

Bottas agora tem 22 pontos a mais que Massa.

Outro indício.

Hamilton, no seu melhor momento, não conseguia superar seu companheiro.

Parecia Mônaco.

Vale uma linha o comovente esforço da Force India.

O drama das Mercedes foi revelador.

Os carros são idênticos.

Ambos tiveram o mesmo problema (perda de potência) ao mesmo tempo.

Rosberg foi ficando até que virou uma vítima de Daniel Ricciardo.

Antes de iniciar a prova eu tinha um pensamento sobre esse piloto australiano.

Nada mudou.

Ricciardo é da linhagem de Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi.

É daqueles que colocam o carro nos mesmos lugares durante 70 voltas seguidas.

Na linha.

Ele deve estabelecer os padrões nos simuladores de Milton Keynes.

E é muito preciso, mesmo num carro confuso e mutante como esse RB10.

Como vencer um cara assim?

Indo além dos limites.

É possível.

E ficou claro quando Sebastian Vettel colocou seu bólido para largar em terceiro
na ilha de Notre Dame.

O projeto ainda não funciona como a cabeça do atual campeão.

Vettel quer frear depois e acelerar antes.

Como ele fez durante os últimos anos.

A equipe vai se aperfeiçoar e sua mente e o veículo vão se casar novamente.

E Ricciardo?

Como disse, sua condução me lembra as lendas brasileiras citadas e também Jenson
Button (pra ficar num exemplo mais recente).

E se Mark Webber tivesse sido como ele, a escuderia austríaca teria colecionado mais
dobradinhas nas últimas temporadas.

Por fim.

O destino parece querer mesmo saber se Lewis Hamilton tem uma cabeça boa...




7 comentários:

Marques disse...

Hamilton no seu melhor momento ia passar o Rosberg, mas... o último errou a curva, acelerou mais de seis décimos com o erro e não foi punido. Bem sortudo mesmo. Mas concordo que o destino parece estar querendo testar a cabeça do inglês. Como tem azar.

Anônimo disse...

É ridículo, pra não dizer cômico essa forçada pra tentar salvar o Vettel. A RedBull sempre foi o melhor chassi, desde o Bahrein. E desde o Bahrein Ricciardo vem andando na frente. Vocês estão esperando Vettel casar com o carro desde a austrália, tenham dó. Vettel se mostra um piloto limitado, sem repertório de ultrapassagens e que não sabe desenvolver o carro. Metade do grid seria campeã nos tempos do difusor soprado. Os rumores de que Vettel não é tudo isso, se confirmam, só não vê quem não quer. É inadmissível um primeiro piloto levar tanto assim.

Silvestre Zanon disse...

Agora vamos combinar....que transmissão ruim essa da Globo ontem. Campanha "Sergio Maurício na Globo" já!!!

marcio disse...

Antes dos problemas, Rosberg perguntou sobre os freios traseiros do Hamilton, será que ele sabia que poderiam quebrar?

Renato Santos disse...

CADA VEZ MELHOR ESSE CORRADI

Társio disse...

"Hamilton, no seu melhor momento, não conseguia superar seu companheiro."

Mais ou menos, né? Quando veio a falha nos freios o Hamilton era P1.

Mas isso de forma alguma tira o mérito do Rosberg. A Mercedes hoje pela manha fez uma verdadeira declaração de amor ao Nico, dizendo que tecnicamente ele conseguiu um grande feito ontem, pois com o problema no ERS ele perdia cerca de 20km/hr de velocidade final na reta, então ele precisava tirar tudo e mais um pouco do carro nos setores 1 e 2, pois sabia q perderia tempo nas retas do setor 3.

E Nico também fez uma pilotagem "à moda antiga", poupando o carro pra chegar até o final e levar 18 pontos.

Já o Lewis acredito eu tenha gasto qualquer reserva que poderia poupar para passar o Nico durante o 2º pitstop, e o carro foi pro vinagre.

Então ficam 22 pontos de diferença, mas o Hamilton já tirou 25 antes, e pode claro tirar novamente. Mas o Rosberg está muito forte realmente.

E o destino "está de sacanagem" com o Hamilton...

Abç
Társio

Juliana Amaral disse...


Triste essa implicância com o Vettel, que ganhou 4 títulos mundiais tendo um super carro desenvolvido por Adrian Newey (quero saber qual piloto ganhou com uma lata-velha).

É visível a dificuldade do rapaz com o carro e a rápida adaptação do Sorriso na Red Bull. Parabéns para Riccardio e que brilhe mais na F1...

Quem está levando uma surra, e eu sou fã do piloto, é o Sr Kimi Raikkonnem.

Alonso tem contado com a sorte? Sim, mas ele esta bem posicionado na corrida para conseguir muito mais que 1 ponto.

Menos ... frequento esse blog porque acho as pessoas menos agressivas e mais racionais, mas tem hora que cansa.

Sem mais,