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domingo, 20 de outubro de 2013

quarta-feira, 27 de junho de 2012

terça-feira, 3 de abril de 2012

Tirada




















O australiano Alan Jones durante sua temporada de estréia na Fórmula 1.

Piloto dono de respostas ácidas.

Certa vez o repórter de TV Mark Thatcher, lhe fez a seguinte pergunta ao vivo:

- Alan, você acha que os pneus terão um papel importante na corrida?

- Com certeza. São eles que vão impedir a suspensão de raspar no asfalto.

O filho da "Dama de Ferro" Margareth Thatcher deve ter ficado sem palavras...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Força

























Um gigante. É assim que Frank Williams define Alan Jones.

Campeão de Fórmula 1 pela sua escuderia em 1980, ele sabia que tinha o melhor piloto do
mundo.

Mesmo já tendo uma vitória em Zeltweg, era um piloto subestimado. Williams, com o
dinheiro árabe no bolso, tentou sem sucesso contratar nomes consagrados.

Jones foi um plano B.

Dentro de sua casa na Austrália havia outro piloto na família. Seu pai Stan, um vitorioso
na terra dos cangurus, havia recebido propostas da Cooper e da Ferrari no final dos anos
cinquenta.

Mas o rico proprietário de terras recusou.

Jack Brabham que foi em seu lugar faturou 3 títulos mundiais.

Uns dizem que Stan Jones era o verdadeiro talento do hemisfério sul. Mas também era um
esbanjador que torrou a fortuna da família.

Pra que não o visse sendo humilhado, enviou seu filho para a Inglaterra.

Tudo pra dar errado: um australiano sem dinheiro na Terra da Rainha.

Alan faz alguns negócios para sobreviver. Vendas para se sustentar.

Passou quatro temporadas na F3.

Chegou a fórmula 1 em 1975 pela Hesketh. Dois anos depois venceu na Áustria com a  
Shadow. Uma corrida maluca cheia de chuva.

Na temporada de 1980 a consagração. Venceu o duelo com Nelson Piquet. Chegou ao
título mundial.

E mostrou toda a sua força.

Frank Williams, de novo, conta:

"Em Montreal, antes da largada Nelson parecia um garoto. Olhei pra Jones e ví alguém
que poderia vencer a Guerra do Vietnã sozinho. Um combate desequilibrado."

O gigante havia conquistado o topo.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Subjugado

























"Não choro quando um piloto morre. Se eu morrer, Frank Williams vai se lembrar um pouco
de mim, depois pensará em quem vai ficar no meu lugar. Somos assim, uns mercenários."

As palavras são de Alan Jones, campeão mundial de Fórmula 1 em 1980. Um pensamento
que denuncia um piloto sem fraquezas e que faria de tudo para vencer. E fez. Carlos Reutemann
que o diga. O argentino, que apesar de mais talentoso, foi simplesmene esmagado pela força de seu companheiro de equipe.