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terça-feira, 14 de junho de 2022

Reparação



















Ele havia aberto as portas para o Brasil invadir a Fórmula 1.

Ninguém imaginava que aquele rapaz que desembarcou no aeroporto de Heathrow
 em 1969 faria história nas pistas da Inglaterra.

No início ele encantou Jim Russell e Colin Chapman.

Depois o mundo.

No início dos anos 80 ninguém mais se lembrava de nada.

Emerson Fittipaldi havia perdido tudo.

Sua reputação e seu dinheiro.

O amor pelas corridas parecia estar no fim.

Talvez por isso retornou ao Kart.

Um encontro com as raízes.

Em 1984 ele disse que queria voltar à Fórmula 1.

As grandes equipes se fizeram de surdas.

Apenas a pequena Spirit Hart demonstrou interesse.

Os testes em Jacarepaguá foram um desastre.

Faíscas para todos os lados.

Emerson acusou o motor.

A pequena escuderia inglesa falou que o brasileiro só queria se promover.

No box ao lado a Toleman havia montado seu acampamento.

Também equipada com o motor Hart.

Vibrou com os tempos de outro brasileiro.

Ayrton Senna destruiu.

E foi 4 segundos mais rápido do que o bicampeão.

Todos acharam ser o fim.

Mas Emerson pensava diferente.

"Eu ainda posso vencer."

Partiu então para os Estados Unidos.

Ele queria reescrever sua história.

Na Indy teve que aprender a domar os ovais americanos.

Ficava impressionado como Mario Andretti corria tirando tinta dos muros.

Os americanos o abraçaram.

Enxergaram a humildade.

Através disso a adaptação veio depressa.

E com ela vieram as vitórias.

Em 1989 ele terminou de construir a ponte que ligava a saga americana ao seu
passado vencedor.

O título foi importante.

Mas a vitória nas 500 milhas de Indianápolis foi o ápice.

Ele havia liderado mais de 150 do total de duzentas voltas.

Faltando 5 para o final, Al Unser Jr. conseguiu facilmente ultrapassá-lo.

A equipe havia colocado combustível demais em sua última parada.

O carro mais pesado se tornou uma presa fácil para o adversário.

No entanto o templo de Indianápolis já havia escolhido seu herói.

Faltando 3 voltas, Al Unser Jr. se complicou ao tentar passar os retardatários.

Fittipaldi apertou.

E chegou no americano.

Os carros ficaram lado a lado.

Paro por aqui.

E deixo para os dois pilotos terminarem de contar essa história...



segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Innes

























Grid alinhado em Zandvoort.

1960.

Interessante para lembrar um piloto que, depois de um pedido de Jim Clark,
foi excluído da Lotus por Colin Chapman.

Clique aqui.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Doses de Jim

































Ensaio.

Três vezes Jim Clark.

De cima para baixo.

Com Damon Hill.

Liderando em East London.

E na companhia de Colin Chapman.

Mais?

Clique aqui.

sábado, 9 de agosto de 2014

Nine Days in Summer

 

Um belo filme.

Em cores, a história do lendário Lotus 49 de Colin Chapman.

Lindas imagens de 1967!

sábado, 18 de janeiro de 2014

Innes Ireland
























A Escócia possui uma ligação estreita com o automobilismo.

Jim Clark, Jackie Stewart, David Coulthard...

Todos vindos das Highlands.

Assim como Innes Ireland.

Esse ex-paraquedista conquistou apenas uma vitória na Fórmula 1.

No Grande Prêmio dos Estados Unidos de 1961.

Em Watkins Glen.

Histórica.

Foi a primeira vitória da Lotus na categoria.

Em seguida ele foi demitido do time inglês.

Colin Chapman estava louco!?!

Calma.

Não é bem assim...

Ireland era dono de um temperamento imprevisível.

Uma hora era um gentleman.

Um cavalheiro.

Um nobre digno de sua mansão no País de Gales.

Que diziam ser assustadora.

Noutra era um animal.

Um boxeador de rua.

Isso foi esgotando a paciência de Chapman.

Mas teve outro motivo para o seu desligamento.

Jim Clark, seu compatriota.

Aquele que poderia ter sido 4 ou 5 vezes campeão se tivesse trocado de equipe.

Que sempre foi um fiel cavaleiro da Lotus.

Mesmo nos momentos mais difíceis.

Seja na escassez ou no fausto, ele sempre estava lá.

Jim não queria Ireland como companheiro.

Innes se tornou uma persona non grata.

Continuou na Fórmula 1.

Porém sua carreira ficou enterrada nos cockpits de pequenas equipes.

Quando abandonou a vida de piloto acabou  virando um ótimo jornalista.

Faleceu em 1993.

Vítima de um câncer.

É sempre lembrado com saudade pelos amigos.

Dizem que era um ótimo parceiro para festas.

Uma pena que os melhores não o quiseram ao lado deles na seriedade das pistas.

terça-feira, 16 de julho de 2013

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Conversando


























Bom dia a todos.

A Lotus em destaque.

Há alguns meses a sombra das quatro argolas repousa sobre a marca.

As negociações foram iniciadas com a Audi e hoje estão paradas.

Estamos falando de uma compra, que fique claro.

Curiosidade: na segunda foto vemos Colin Chapman como piloto.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

+ 13.5s

























Bom dia a todos.

Colin Chapman, Peter Warr e milhares de brasileiros vibrando com a vitória
de Emerson Fittipaldi.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Incríveis

























Indianápolis.

Na imagem acima vemos a Lotus invadindo os Estados Unidos com Colin Chapman
e Jim Clark em 1965.

A equipe abriu mão de correr em Mônaco para faturar as 500 Milhas daquele ano.

Mesmo assim Jim conseguiria seu segundo título na Formula 1 ainda naquela
temporada.

Fantástico!

Existem histórias incríveis da categoria americana.

Quer saber mais uma?

Hoje é mais barato participar da Indy do que da custosa GP2!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

78

























Todas de 1978.

Um ano marcante.

Entrada de Nelson Piquet na Fórmula 1.

Ayrton Senna despontando no Kart.

Mario Andretti se sagrando campeão mundial.

A histórica aventura brasileira em Le Mans.

Precisa mais?

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Technicolor









































Lendas do automobilismo em cores reais.

O argentino Juan Manuel Fangio aparece em Mônaco na primeira foto.

Depois um flagra de simplicidade.

A imagem de Colin Chapman e Jim Clark merendando em Watkins Glen.

Pão com mortadela?

quarta-feira, 28 de março de 2012

Piers Courage























A cervejaria Courage foi fundada no final do Século XVIII na Inglaterra.

E se tornou uma potência do ramo.

Nos anos 60 possuía 15.000 empregados.

Piers Courage era o herdeiro de tudo isso.

Ainda na escola descobriu o mundo das corridas.

Logo seu pai lhe comprou um carro para que fosse para as pistas também.

No início tudo não passava de mais uma farra com os amigos.

Quando a coisa começou a ficar séria sua família o abandonou.

Piers então passou a dividir um apartamento com vários colegas.

Innes Ireland e Frank Williams estavam entre eles.

Os malucos da época... Clica aqui

Courage passou a década de 60 quebrado.

Havia deixado para trás toda a sua riqueza.

Usava um Jaguar caindo aos pedaços para rebocar seu F3 para as pistas.

Sarah, sua namorada, ajudava cronometrando suas voltas.

Seus resultados despertaram a atenção de Colin Chapman e também da BRM.

Essa última o levou até a Tasman Series em 1967.

Mas o ano foi desastroso e cheio de erros.

Sua carreira quase acabou.

Mas no ano seguinte Piers comprou um McLaren e voltou a Tasman.

Muito rápido, obteve resultados significativos contra Graham Hill, Jim Clark e
Chris Amon.

As portas da Fórmula 1 estavam abertas.

Quando Jim Clark morreu, a Lotus lhe ofereceu o lugar.

Tarde demais.

Courage já havia se acertado Reg Parnell para correr com o motor BRM.

Não só isso.

Ele e Frank Williams dividiam sonhos ousados.

Juntos em 1969 os dois conseguiram resultados surpreendentes.

Courage se tornou um sonho de consumo de várias equipes.

Em especial de Maranello.

A Ferrari então veio com todas as armas para seduzí-lo.

No entanto a fidelidade ao seu amigo Frank falou mais alto.

O que decretou seu fim.

Em 1970 Williams construiu seu primeiro Fórmula 1 com ajuda da De Tomaso.

Um erro.

Que explodiu na Holanda.

A bomba incendiária sobre rodas foi muito bem feita.

Tanto que em Zandvoort nenhum bombeiro conseguiu controlar o fogo.

sábado, 24 de março de 2012

Território


























Bom dia a todos.

A torcida lembrando que a Lotus estava jogando fora de casa.

Monza.

Dia de fotos.

terça-feira, 20 de março de 2012

Tom Pryce





















Duas imagens de Tom Pryce defendendo a Shadow.

Piloto que teve uma das mortes mais terríveis da Fórmula 1.

Hulmilde, ainda jovem não se achava bom o suficiente para ser piloto.

Uma bobagem.

Sua escola foi a Fórmula Ford.

Ainda no início da carreira já era notado por sua habilidade em pista molhada.

Era talentoso o rapaz que nasceu no País de Gales.

Na Fórmula 3 suas boas performances chegavam a gerar dúvidas.

Alguns achavam que seu carro estava fora das regras.

Logo chegou à Fórmula 1.

Depois de um discreto primeiro ano, ele começou a despertar a atenção de outras equipes.

A mais interessada era a Lotus.

A mesma equipe de seu ídolo de infância.

Jim Clark.

Colin Chapman queria fazer uma troca com a Shadow

Pryce por Ronnie Peterson.

Isso nunca aconteceu.

O Gaulês morreu antes.

Muitos dizem que Price deveria estar no lugar de Mario Andretti em 1978.

Quem sabe o que poderia ter acontecido?

Entre seus pares havia apenas a certeza que ele era um piloto acima da média.

Diferente.

Faltou apenas a oportunidade.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Pescoço























Cuidado!

Nunca se sabe quem pode estar ouvindo sua conversa.

Colin Chapman discutindo próximo a um atento, e jovem, Ron Dennis.

Zeltweg. 1970.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Mail
























As fotos acima chegaram via e-mail.

Foram enviadas pelos amigos Ricardo Botto e Rubem Gonzalez Filho.

Jim Clark quebrando a cabeça.

Nelson Piquet em Jacarepaguá.

E uma confusão em Mônaco. 1966.

Colaborações de alta qualidade.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Cavalheiro




























Filho de pais abastados, o romano Elio De Angelis não teve dificuldades financeiras em seus
primeiros passos no automobilismo.

Mas ele possuia talento.

E estilo.

Qualidades que o fizeram atropelar pilotos como Nigel Mansell, Jan Lammers e Eddie Cheever
no vestibular de Colin Chapman.

O resultado lhe rendeu um lugar na Lotus.

Com seus predicados também conseguiu duas vitórias na categoria máxima do automobilismo.

Na Áustria, em 1982, e San Marino, em 1985.

Porém como muitos outros pilotos que possuem o dom de conduzir o carro de Fórmula 1, ao
invés de ter que brigar com ele,  faltava garra em De Angelis.

Coisa que ficou comprovada quando teve que enfrentar comparações com um jovem brasileiro,
em 1985, dentro da própria equipe.

O confronto parecia ir sempre contra a sua natureza.

O italiano que tocava piano gostava de brigar.

Mas sozinho na pista.

Acompanhado apenas pelo cronômetro.

sábado, 6 de agosto de 2011

Mago














































Início do ano de 1983.

A tradicional reunião que havia sempre em Maranello.

Acontecia todos os anos.

Jornalistas especializados que cobriam o automobilismo estavam reunidos para ouvir
a lenda.

Então Enzo Ferrari lamentou a morte de Colin Chapman.

"A Fórmula 1 perde muito da sua arte com a morte dele".

Palavras fortes, se pensarmos que, talvez, o ex-engenheiro da Royal Air Force
tenha sido o maior rival do Commendatore.

Muitos não sabem, mas Chapman também foi piloto de corridas.

E mais, da Fórmula 1!

Chegou a se increver no Grand Prix da França de 1956.

Porém um acidente o impediu de participar da corrida.

Acima temos três imagens da vida do criador da Lotus.

Exibindo os frutos de seu trabalho.

Em 1950 pilotando em Silverstone

E por fim, com Graham Hill, na França, na temporada de 1967.