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domingo, 16 de julho de 2017

1923




















Algumas imagens da temporada do automobilismo de 1923.

Destacando a turma enfrentando a parede do Circuito de Sitges na Espanha
e as fotos da equipe Bugatti.

Mais de 90 anos atrás...

segunda-feira, 3 de março de 2014

Jules Goux





























Tudo começou no início do século passado.

As corridas de automóvel ganhavam um destaque cada vez maior.

E a coisa virou febre quando o milionário dono do jornal New York Herald decidiu
promover uma prova especial.

A Gordon Bennet Cup trouxe a rivalidade entre os clubes de automóveis dos países
europeus.

Foi assim que as cores de corridas nacionais surgiram.

Branco para a Alemanha.

Vermelho para a Itália.

Azul para a França.

E o verde adotado pelos britânicos.

Quando assistiu uma dessas provas, o jovem Jules Goux foi tomado pelo vírus
da velocidade.

Esse engenheiro francês da Peugeot resolveu então se aventurar nas pistas.

Foi ganhando experiência e logo se deu bem.

Talentoso, faturou em 1908 a Copa da Catalunha em Sitges.

O feito chamou a atenção da empresa onde trabalhava.

Logo Goux entrou na equipe da Peugeot e se tornou piloto oficial da marca francesa.

Com o apoio as vitórias foram se sucedendo.

Coppa Florio na Itália.

O bicampeonato em Sitges, Ostende na Bélgica, Dijon...

Quando venceu em Le Mans a Peugeot decidiu que era hora de mandar seu time
atravessar o Atlântico.

Assim, em 1913, Jules e seus companheiros foram fazer história em Indianápolis.

Foi então que na terceira edição das 500 milhas Jules Goux se tornou o primeiro 
estrangeiro a vencer a lendária corrida americana.

Não só isso.

Ganhou com a maior diferença da história.

13 minutos e 8 segundos.

Boquiabertos, os americanos viram o piloto francês a cada parada durante a prova
saborear um pouco de Champagne.

Perguntado sobre isso, Goux respondeu de forma espirituosa aos jornalistas.

"Sem o bom vinho, eu não conseguiria terminar."

No ano seguinte a nefasta Primeira Guerra Mundial interrompeu sua trajetória
vitoriosa.

Seu último grande feito foi a conquista do primeiro GP da Itália, em Bréscia.

Goux faleceu em 1965.

Vítima de uma alergia.

Estava em casa.

Em Sochaux.

Tranquilo.

Seguro.

Pois estava perto das fronteiras da fábrica da Peugeot.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Europeus





























Dois circuitos ovais.

E daí?

Tem um monte nos Estados Unidos.

Só que os dois que aparecem nas imagens acima não ficam lá.

São europeus.

O primeiro é alemão.

Lausitzring.

Como ninguém consegue pronunciar ou escrever essa coisa rebatizaram
de EuroSpeedway.

Um palco de duas tragédias.

Foi nessa pista que Michele Alboreto perdeu a vida testando pela Audi
em 2001.

Mesmo ano do acidente que amputou as pernas de Alessandro Zanardi.

Mesmo com esse histórico Lausitzring é considerada segura.

O Brasil deixou sua marca no tri-oval da Alemanha.

Explico.

Quem fez uma média absurda de velocidade quando a Indy passou por lá
foi Tony Kanaan.

Em 2001 o brasileiro alcançou 337,16 km/h.

Média...

O segundo é Rockingham Motor Speedway.

Fica na Inglaterra.

Não confundir com seu homônimo americano localizado na Carolina do
Norte.

Possui o título de pista mais rápida da Europa.

Em 2002, defendendo a Chip Ganassi, o suéco Kenny Brack atingiu
espantosos 343,91 km/h de média nessa belezinha.

O autódromo também registra uns destaques brazucas.

Quem venceu em 2001 a edição da Rockingham 500 foi Gil de Ferran.

Corrida em que Kanaan marcou a volta mais rápida.

Não dá pra estranhar esse tipo de pista no Velho Continente.

Apesar de hoje ser uma marca americana, a Europa possui uma história
com os ovais.

Sitges na Espanha, o oval de Monza, Brooklands na Inglaterra e
Linas-Montlhery na França.

São locais importantes demais.

Circuitos que fazem parte dos primórdios do automobilismo mundial.

História pura.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Carrera


















Uma bela iniciativa. O pessoal na Espanha realizando um evento para preservar a
história de Sitges Terramar. Não sabe do que se trata? Então, clica aqui .

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Terramar















































Em 1922 um milionário espanhol resolveu construir um circuito 40 km ao sul de Barcelona.

Em 300 dias estava pronto o Autódromo Nacional de Sitges Terramar, com 2 km de
extensão.

O circuito oval era todo feito em concreto, com duas curvas com mais de 60° de inclinação!

Dependendo do evento, se dirigia no sentido horário ou anti-horário.

O negócio não era fácil, já que um precipício do lado de fora da pista  esperava os pilotos
mais ousados.

Houve muitos problemas financeiros que prejudicaram o funcionamento de Sitges.

Quando estourou a Guerra Civil Espanhola, em 1936, ele foi fechado de vez.

O circuito, apesar de negligenciado ( isso não acontece apenas por aqui ), ainda existe.

Está fechado o acesso, pois toda área pertence hoje a um particular.

Coloquei duas fotos: uma da época da construção e outra mais recente, nos dias atuais.

Acho eu que pagaria um dinheiro para ir lá.