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quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Pequenas Passagens


















Testes

Jose Carlos Pace experimentando o motor Alfa Romeo na Brabham.

Paul Ricard.

O que disse o piloto brasileiro?

"A máquina é doce!"

No entanto todos só tinham olhos para o bólido que a Tyrrell havia levado
para a França.

(com seis rodas...)

Todos, menos um.

Emerson Fittipaldi parece ter ficado interessado mesmo no coração do
carro de seu compatriota.


quarta-feira, 24 de junho de 2020

Pace














A qualidade da imagem não é lá essas coisas.

Mas é significativa por ser rara.

Jose Carlos Pace com sua Shadow na Can-Am.

1972.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Melhor


























Bom dia petrolheads!

Alguns dias começam melhores que outros.

24 horas de Le Mans. 1973.

O piloto brasileiro Jose Carlos Pace com sua Ferrari.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Pequenas Passagens






























A pista de Mônaco é singular.

Obter uma vitória ali é uma conquista que marca a vida de qualquer piloto.

Mítica.

Junto com as 500 Milhas de Indianápolis e as 24 Horas de Le Mans, é o
que há de mais nobre no automobilismo.

Certa vez José Carlos Pace reclamou da sua dificuldade de se entender
com o circuito num dia de chuva.

1972.

"É como guiar um carro de passeio em dia de temporal, sem limpador
de pára-brisa e com o vidro embaçado."

Tenso.

"Caía tanta água que eu não via nada."

Para completar o carro do brasileiro ainda apresentava problemas.

A dificuldade era em um setor específico.

"Por três vezes seguidas, quando eu ia virar o carro não obedecia.

Eu tinha que parar, dar marcha à ré, e voltar à pista."

Irritante.

"Todo mundo devia estar pensando:

Lá vem aquele louco que não gosta de fazer a curva..."




quinta-feira, 16 de março de 2017

terça-feira, 24 de maio de 2016

Coisas de Família
























A Brabham de Jose Carlos Pace em Mônaco.

1975.

Irregular.

Pesos eram colocados e retirados do carro para burlar as regras.

Coisa comum naqueles tempos.

No mesmo ano, Niki Lauda e a Ferrari deveriam ser desclassificados por usarem
uma mistura de combustível fora dos padrões.

Depois da súplica do piloto, foi Bernie Ecclestone (que já mandava na categoria)
quem impediu que os comissários tirassem o título do austríaco.

"Os sábios interpretam as regras e os tolos obedecem.."

Frase de Colin Chapman.

Ah, sim.

Os tais pesos da Brabham em Monte Carlo foram cedidos por Frank Williams.

Williams que era costumaz pedinte de empréstimos financeiros a Bernie.

Frank que só sobreviveu aos anos 70 com sua escuderia por causa disso.

As coisas eram entrelaçadas.

Ligadas.

A prova maior se dava quando Enzo Ferrari reunia todos em Maranello.

O Commendatore, após a refeição, deixava que Williams, Bernie, Chapman,
Ken e Teddy Mayer conduzissem suas Ferraris na pista de Fiorano.

Brabham, McLaren, Lotus, Williams e Tyrrell se derretiam perante o mito
vermelho da Scuderia Italiana.

Outros tempos.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Salzburgring (atualizada)























A Fórmula 2 em 1972.

Salzburgring. Áustria.

Dois brasileiros comandando as feras.

A foto está castigada.

Mas achei que valia colocar no Blog.

Pela história.

E atualizando o post de 2012...

A pista é a nova aquisição de Dietrich Mateschitz, o dono da Red Bull.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Avulsas


















































Pedro Rodriguez.

Jose Carlos Pace.

Jean Pierre Beltoise.

Sei lá o motivo, mas lembrei da F2 quando fazia o post.

Tem uma ou outra coisa legal clicando aqui.

Ando meio nostálgico.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Puro


























"A coisa mais irritante que já aconteceu comigo, na F1, foi guiar o Grande Prêmio 
de Mônaco de 1972 com chuva.

Normalmente, a gente não gosta de guiar com chuva; deixa de ser esporte e passa
a ser loteria.

É como guiar um carro de passeio em dia de temporal, sem limpador de pára-brisa
e com o vidro embaçado.

E naquele dia, em Mônaco, caía tanta água que eu não via nada.

Eu me lembro que tinha de fazer uma bendita curva…

Não sei bem o que havia, mas meu carro estava com problemas.

Por três vezes seguidas, quando eu ia virar o carro não obedecia, seguia reto; eu
tinha que parar, dar marcha à ré, e voltar à pista.

Então eu pensei: puxa, que situação besta.

Todo mundo deve estar pensando:

 “Lá vem aquele louco que não gosta de fazer a curva”.

Trecho de uma entrevista concedida por José Carlos Pace à Veja em 1975.

No site do amigo Verde você poderá ver ela completa dividida em duas partes.

Clique aqui.

Um bom exemplo do que era o automobilismo nos anos 70.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Uma Ajuda!


























Fórmula 3.

Interlagos.

1971?

Wilson Fittipaldi, Jose Carlos Pace e Luis Pereira Bueno?

Alguém poderia ajudar a identificar as fotos?

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A Economia de Bernie Ecclestone
























Não é todo dia que surge no planeta uma figura como Bernie Ecclestone.

Um cara com uma visão capaz de transformar uma categoria do automobilismo
numa máquina que movimenta dinheiro, paixão e até mesmo países inteiros.

Bernie tentou ser piloto durante sua juventude.

Mas seu verdadeiro talento apareceu quando começou a vender carros.

Sempre conseguia uma vantagem no "Toma lá Dá cá".

O empreendedor começou a ser reconhecido na Fórmula 1 quando passou a
gerenciar a carreira de Jochen Rindt ainda na década de 60.

Pouco tempo depois adquiriu a equipe Brabham.

A origem de seu patrimônio já causou muita controvérsia.

A história que Ecclestone teria participação no planejamento do famoso Assalto 
ao Trem Pagador já gerou processos na Inglaterra.

Calúnias.

Tudo por conta do nome de Roy James, o piloto encarregado de dirigir o carro
dos meliantes no cinematográfico roubo de 1963.

Depois de cumprir sua condenação, James, que também era ourives, trabalhou
confeccionando troféus para a categoria máxima do automobilismo.

As pessoas ligam as coisas e criam as lendas.

Na Brabham Bernie tinha a habilidade de sempre equilibrar as contas ao mesmo
tempo em que contratava pilotos promissores.

Economia era a palavra de ordem.

Gordon Murray, projetista ainda no início de carreira, chegou a colocar alguns
elementos de madeira nos primeiros carros da escuderia.

Além dessa criatividade toda, Ecclestone era um mestre em fechar bons acordos.

Martini, Alfa Romeo, BMW...

A estrutura da equipe sempre contava com um piloto principal, e até certo
ponto bem pago, e um companheiro que não ferisse o orçamento.

Assim foram formadas a maioria das duplas da Brabham ao longo dos anos.

À sua maneira Ecclestone conseguiu que Niki Lauda e depois Nelson Piquet
permanecessem por anos defendendo suas cores.

Lauda chegou em 1978 recebendo o mesmo valor que a Ferrari, sua equipe
anterior, havia lhe dado um ano antes.

Salário que foi dobrado por Bernie para que o austríaco permanecesse com
ele mais um ano.

A relação de vencimentos entre Lauda e Piquet em 1979 deixa claro como a
coisa funcionava.

Enquanto Lauda recebia 1 milhão de dólares por temporada, o brasileiro ganhava
20 mil.

Numa comparação, Jame Hunt tirava 750 mil na Wolf.

Valores da época.

Quando se tornou o primeiro piloto, Ecclestone particamente dobrou o salário
de Piquet nas duas temporadas seguintes.

Nelson ainda recebia um extra para participar de outras categorias recomendadas
pela equipe.

A coisa melhorou mesmo depois do primeiro título.

Piquet passou a receber 500 mil dólares anuais.

Nada demais.

Tudo dentro do orçamento.

Pra se ter uma ideia na mesma época Lauda ganhava 4 milhões na McLaren
e Keke Rosberg 40 mil na Williams.

Bernie teve que renegociar seu contrato com Piquet após seu segundo título.

O brasileiro então teve um merecido aumento: 1 milhão de dólares mais uma
bonificação por ponto.

O acordo que só terminaria após 1985.

Ano em que a proposta da Williams se revelou muito mais vantajosa financeiramente.

Frank ofereceu o dobro que Ecclestone estava disposto a pagar.

Assim Piquet trocou Milton Keynes por Grove.

Essa mudança marcou também o início do declínio da equipe que acabou sendo
vendida em 1987 por Bernie.

Com 2 títulos e 22 vitórias e, claro, sem prejuízos financeiros, Ecclestone partiu
para a dedicação exclusiva do negócio Fórmula 1 como um todo.

O resto é história.

Hoje, perto de inaugurar um Grande Prêmio na Rússia e fazer o skyline de Nova
York cenário de corrida, esse empreendedor, que abandonou os estudos durante
a adolescência, não parece conhecer barreiras para realizar seus desejos.

Pode ser chamado de polêmico, porém sem seu talento a Fórmula 1 seria apenas
mais um campeonato de automóveis.

Foi Ecclestone quem a elevou a um patamar nunca antes imaginado e mostrou
que nada resiste a um bom acordo.

Principalmente se for feito por ele.


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Brazil Export














Bom dia a todos.

Jose Carlos Pace. 1973.

Mosport Park.

sábado, 20 de abril de 2013

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Juntos























Bom dia a todos.

Os brasileiros acelerando no traçado de Nurburgring.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Flores


























Bom dia a todos.

Jose Carlos Pace em Mônaco.

1976.

Lendo as entrevistas da época o brasileiro me deixa a impressão que não era
apaixonado pelo circuito de rua do principado.

domingo, 11 de novembro de 2012

Gente Fina























Emerson Fittipaldi e Jose Carlos Pace.

Trocando conversa.

Mônaco. 1974.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

World Sportscars Championship


























Endurance.

1000 km de Dijon.

1973.

Jose Carlos Pace, sua Ferrari e o resto...

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Efeito

























Acho que a chuva deixa as imagens da Fórmula 1 ainda mais espetaculares.

Mônaco. 1972.