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sábado, 15 de julho de 2017
Ott
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Humberto Corradi
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terça-feira, 27 de setembro de 2016
Virada
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Mágoa
Lendo uma entrevista de janeiro de 1977, concedida por Wilson, dá pra
imaginar o que os membros da equipe dos irmãos Fittipaldi passaram na
época.
As piadas na televisão chamavam o carro de "açucareiro" e "tartaruga".
Nas palavras de Wilson.
"Os humoristas passaram dos limites.
Não em relação a Copersucar, mas ao Emerson Fittipaldi.
O homem que fez o povo chorar de alegria.
Nós estamos construindo um carro que correrá em todas as pistas do mundo
representando o país."
Fico vendo algumas homenagens hoje, inclusive deste Blog, pelo pioneirismo
deles na época, mas ainda é pouco.
Coloquei certa vez um post com números do desempenho e destaquei algumas
figuras importantes da Fórmula 1 que trabalharam na equipe brasileira.
É só clicar aqui pra ver.
Acho triste ler o desabafo de Wilson na época e ver que pouco ou nada mudou.
A verdade é que vivemos num país que não valoriza aqueles que tentam construir
algo real, uma base para gerar frutos no futuro.
O imediatismo impera.
Esquecem que a paciência é irmã da sabedoria.
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 13 de março de 2015
Presente Copersucar
Imagens da equipe Copersucar.
Tem motivo.
Nosso amigo Emerson Pippi, que comanda o Fórmula Retrô, enviou mais um
presente para os amigos do Blog.
O cara que faz as camisas mais espetaculares do automobilismo dessa vez usou o
sonho dos Fittipaldi como temática.
E o trabalho ficou show demais!
Muito legal poder começar a temporada 2015 da Fórmula 1 sorteando algo que
qualquer amante da categoria máxima do automobilismo gostaria de ter!
É fácil pra concorrer a essa beleza que aparece aí em cima.
Basta responder nos comentários a uma pergunta simples.
Na camisa Copersucar feita pelo Pippi ele colocou um certo número nas
mangas que representa bem a antiga escuderia brasileira.
Que número é esse?
Não esqueça de colocar junto com sua resposta seu nome e um mail para que
possamos entrar em contato caso você seja o vencedor.
Tranquilo.
(Ainda quer uma dica para ajudar? clique aqui)
Lembrando que não adianta mandar várias mensagens.
Apenas uma por pessoa, OK?
A primeira mensagem será a nº 1, a segunda a n° 2 e assim por diante.
Concorrerão as mensagens que chegarem até as 12:00 (meio-dia) de domingo
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Humberto Corradi
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terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Volta
Frank Williams é um lutador.
Sempre foi.
Desde a criação da sua equipe (que começou na compra de uma Brabham em 1969)
em todo momento superou adversidades.
No tempo das vacas magras, aceitava praticamente qualquer patrocínio que
aparecesse, mesmo que fosse para uma única corrida.
A virada na sua trajetória na Fórmula 1 se deu quando se associou aos árabes
e seus petrodólares em meados de 1978.
Houve em troca mudanças até nos costumes da equipe em respeito à religião
mulçumana a ponto de seus pilotos não estourarem mais champanhe no pódio.
Mas valeu a pena.
Em 1980 um piloto seu, Alan Jones, se tornou campeão mundial.
A curiosidade é que a primeira opção de Frank Williams, ainda em 1978, era
Emerson Fittipaldi.
Tanto que chegou a fazer uma proposta dentro do trailer da Copersucar.
Porém foi posto pra fora por Wilson Fittipaldi.
Não era possível que aquela pessoa (que vendia cronômetros para pagar seus
mecânicos) pudesse contratar um bicampeão mundial.
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Humberto Corradi
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sábado, 30 de março de 2013
Absoluto
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Humberto Corradi
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Juntos
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Humberto Corradi
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domingo, 22 de abril de 2012
Copersucar
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
Dividindo
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Humberto Corradi
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domingo, 12 de fevereiro de 2012
Escolhas
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Humberto Corradi
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sábado, 28 de janeiro de 2012
Projeto Verão - Quarto Dia
Bom dia a todos.
Foi difícil escolher quem eu iria convidar para esta semana especial.
Porque a decisão é que seriam apenas sete nomes.
E havia muitos legais.
Alguns certos...
O Paulo Alexandre Teixeira do Continental Circus era um deles.
Por muitas razões.
Pra começar ele é capixaba, assim como eu.
É um excelente jornalista (seu Blog já virou até livro!).
E foi um dos primeiros a incentivar e dar apoio ao F1 Corradi.
Considero um amigo.
Sempre foi solícito e educado nas vezes que lhe pedí ajuda para alguma postagem.
Em seus textos oferece uma visão original da Fórmula 1.
Em suas próprias palavras: (possui uma) "tendência para escrever compulsivamente
quando o assunto é automobilismo."
E é fácil perceber que o "Speeder76" faz isso por ser apaixonado pelo esporte
a motor.
De Portugal, com a palavra: Paulo Alexandre Teixeira.
Por Paulo Alexandre "Speeder76" Teixeira
Bom dia a todos.
Primeiro, quer agradecer ao Humberto pelo convite de escrever aqui no seu blog. De fato,
ao longo dos meus anos na Blogosfera, e entre dezenas de blogs em português que já vi
aparecer e desaparecer, o F1 Corradi deve ser a minha mais recente descoberta a entrar
no meu Olimpo pessoal, daqueles que vou lá todos os dias, devido ao bom gosto do seu
autor.
Nesta oportunidade
que tenho para andar por aqui, lembrei-me de algo que faz agora 35
anos, e é provavelmente um dos momentos mais chocantes da história da Formula 1: a
vitória de Jody Scheckter no seu Wolf, no GP da Argentina de 1977.
anos, e é provavelmente um dos momentos mais chocantes da história da Formula 1: a
vitória de Jody Scheckter no seu Wolf, no GP da Argentina de 1977.
Walter Wolf era um
austríaco de origem eslovena.
Viveu na Iugoslávia nos primeiros anos, mas a adolescência foi passada em Wuppertal, na
Alemanha. Emigrou para o Canadá em 1958 e aos 35 anos já era milionário, desenvolvendo
brocas de perfuração para a indústria petrolífera.
Viveu na Iugoslávia nos primeiros anos, mas a adolescência foi passada em Wuppertal, na
Alemanha. Emigrou para o Canadá em 1958 e aos 35 anos já era milionário, desenvolvendo
brocas de perfuração para a indústria petrolífera.
Em 1976, achou que
seria bom se metesse no automobilismo. Primeiro, financiou a compra
de parte da equipa de Frank Williams, chamando-o de Wolf-Williams. Mas a meio do ano,
despediu Williams, que decidiu retirar-se temporariamente de cena, levando consigo um grupo
de projetistas, entre os quais um jovem chamado Patrick Head, e refundar a sua equipa.
de parte da equipa de Frank Williams, chamando-o de Wolf-Williams. Mas a meio do ano,
despediu Williams, que decidiu retirar-se temporariamente de cena, levando consigo um grupo
de projetistas, entre os quais um jovem chamado Patrick Head, e refundar a sua equipa.
Walter Wolf tinha
ambições. Contratou Jody Scheckter, vindo da Tyrrell, foi buscar
Peter Warr, da Lotus, e contratou também o projetista Harvey Postlethwaithe, que tinha
dado cartas na Hesketh. Era uma equipa de um só carro, mas apesar das expectativas,
poucos adivinhavam os eventos de Buenos Aires.
Peter Warr, da Lotus, e contratou também o projetista Harvey Postlethwaithe, que tinha
dado cartas na Hesketh. Era uma equipa de um só carro, mas apesar das expectativas,
poucos adivinhavam os eventos de Buenos Aires.
No inicio de
Janeiro de 1977, poucas eram as marcas que tinham um chassis pronto, dado o
pouco tempo de duração entre duas temporadas. A Wolf era uma delas, e Scheckter mostrou
ao que vinha, ficando com o décimo tempo. Parecia que iriam ficar bem classificados, mas a
sorte e o extremo calor fizeram o resto: com quatro dos potenciais vencedores a desistirem
devido a quebras mecânicas, e com Scheckter a conseguir apanhar um exausto Carlos Pace,
o sul-africano comemorou um dos resultados mais surpreendentes na Formula 1.
pouco tempo de duração entre duas temporadas. A Wolf era uma delas, e Scheckter mostrou
ao que vinha, ficando com o décimo tempo. Parecia que iriam ficar bem classificados, mas a
sorte e o extremo calor fizeram o resto: com quatro dos potenciais vencedores a desistirem
devido a quebras mecânicas, e com Scheckter a conseguir apanhar um exausto Carlos Pace,
o sul-africano comemorou um dos resultados mais surpreendentes na Formula 1.
Assim, a Wolf iria
entrar no restrito lote de equipas que venceram na sua primeira corrida, a
par da Mercedes e Alfa Romeo. E depois da Wolf, somente a Brawn GP repetiu o feito, em
2009. E não ficariam por aqui. Scheckter venceria no Mônaco e no Canadá, acabando com
55 pontos e o vice-campeonato, com a Wolf a ser quarta nos Construtores. Scheckter ainda
conseguiu mais alguns bons resultados em 1978, mas sem vitórias.
par da Mercedes e Alfa Romeo. E depois da Wolf, somente a Brawn GP repetiu o feito, em
2009. E não ficariam por aqui. Scheckter venceria no Mônaco e no Canadá, acabando com
55 pontos e o vice-campeonato, com a Wolf a ser quarta nos Construtores. Scheckter ainda
conseguiu mais alguns bons resultados em 1978, mas sem vitórias.
Wolf pensava que as
coisas mudariam em 1979, com a contratação de James Hunt. Mas
apanhara um piloto na sua fase descendente, desmotivado e já afetado pelas suas adições.
Após o GP do Mónaco, Hunt largou a F1 de vez e foi substituído pelo jovem e rápido
piloto finlandês, Keke Rosberg. Mas já por esta altura, Walter Wolf desinteressara-se da
Formula 1 e vende tudo ao primeiro comprador. A saída de Wolf, ironicamente, coincide
com a ascensão de Frank Williams ao topo da grelha de partida. Se não é a “vingança do
chinês”, fica a parecer…
apanhara um piloto na sua fase descendente, desmotivado e já afetado pelas suas adições.
Após o GP do Mónaco, Hunt largou a F1 de vez e foi substituído pelo jovem e rápido
piloto finlandês, Keke Rosberg. Mas já por esta altura, Walter Wolf desinteressara-se da
Formula 1 e vende tudo ao primeiro comprador. A saída de Wolf, ironicamente, coincide
com a ascensão de Frank Williams ao topo da grelha de partida. Se não é a “vingança do
chinês”, fica a parecer…
Os herdeiros do
património da Wolf foram a Copersucar-Fittipaldi, que em 1980 tinha um
património incrível: Postlethwaithe como projetista, Warr como diretor desportivo,
Rosberg como piloto. E conseguiram dois pódios nessa temporada, num dos seus últimos
“hurras” antes do inevitável fim, dois anos depois.
património incrível: Postlethwaithe como projetista, Warr como diretor desportivo,
Rosberg como piloto. E conseguiram dois pódios nessa temporada, num dos seus últimos
“hurras” antes do inevitável fim, dois anos depois.
Depois a aventura
da Formula 1, Wolf foi ouvido em muitos empreendimentos.
Pelas boas… e más razões. Em 2008 esteve envolvido num caso de suborno a membros
do governo esloveno à construtora de tanques finlandesa Patria, do qual o governo finlandês
chegou a emitir um mandato de captura internacional.
Pelas boas… e más razões. Em 2008 esteve envolvido num caso de suborno a membros
do governo esloveno à construtora de tanques finlandesa Patria, do qual o governo finlandês
chegou a emitir um mandato de captura internacional.
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Humberto Corradi
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domingo, 11 de dezembro de 2011
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Le Castellet
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sábado, 10 de setembro de 2011
Brothers
Os irmãos Fittipaldi aparecendo no mesmo quadro. No circuito de Watkins Glen,
durante a temporada de 1975.
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
Chiavenna
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Boatos
Em 1977 houve um forte boato que a Ferrari queria contratar Emerson Fittipaldi. A coisa
foi ganhando uma proporção tal, que a Scuderia Italiana teve que emitir uma nota desmentindo
o disse-me-disse que rolava no paddock.
E pra não perderem a piada, Niki Lauda e Fittipaldi fizeram sua parte, porém, colocando mais
lenha na fogueira: o brasileiro apareceu dentro da Ferrari do austríaco, enquanto que Lauda fez
questão de tirar fotos ao lado de Wilson Fittipaldi, o barão, com o emblema da Copersucar.
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terça-feira, 17 de maio de 2011
FD
Bom dia.
Dia um pouco mais corrido que o normal.
Então pra começar uma foto de Wilson Fittipaldi, 1975, acelerando em Silverstone
seu Copersucar Fittipaldi.
Seu irmão, Emerson, corria ainda pela McLaren com o número 1 estampado no carro.
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sábado, 14 de maio de 2011
Brasileira
O pai de Nico Rosberg pilotando o carro da Skol Fittipaldi Team pelas
ruas do principado de Mônaco.
Logo atrás vem a Ferrari número 1 de Jody Scheckter.
A imagem é de 1980.
Temporada na qual Keke Rosberg e Emerson conseguiram subir ao pódio.
Ambos com terceiros lugares na Argentina e nos Estados Unidos.
E isso não foi tudo.
No final daquele campeonato a equipe ficou a frente da Ferrari no mundial
de construtores.
Dois anos antes, a escuderia fez pontos que possibilitaram vencer McLaren,
Williams e Renault.
Para aqueles que não sabem, Adrian Newey, (projetista da poderosa Red Bull)
já esteve na folha de pagamento do time.
Assim como Jo Ramirez, que atuou em toda logística da McLaren nas décadas
de oitenta e noventa.
A equipe brasileira em sua história na Fórmula 1 marcou 44 pontos em 104 GPs.
Nada mau.
Nada mau mesmo!
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Humberto Corradi
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Hoffmann
Ingo Hoffmann. Seu nome e a história do automobilismo brasileiro se confundem. É o maior
campeão da Stock Car brasileira com 12 títulos, sendo 6 deles seguidos. O Alemão, como é
conhecido, correu também na Fórmula 1 pela equipe Copersucar de Emerson Fittipaldi. A
linda foto é na Argentina em 1977. Ingo parou de correr em 2008. Um piloto que sempre vai
fazer falta nas pistas.
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Humberto Corradi
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Copersucar
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