quinta-feira, 14 de julho de 2016

Clipping























Imagem do teste em Silverstone.

Destaque para Santino Ferrucci conduzindo a Haas.

A luz verde indica que o piloto ainda não possui a super licença.

Nos últimos tempos tenho dado destaque para a nova geração de pilotos.

Não é à toa.

Penso que nas próximas temporadas as escuderias da Fórmula 1 deverão
trazer muitas caras novas para o grid.

Kevin Magnussen revelou que não abriu tratativas com a Renault sobre sua
renovação.

Tenso, devido a concorrência.

Pois o time de Viry Chatillon / Enstone possui um dos cockpits mais desejados
da categoria máxima do automobilismo.

Enquanto isso, Stoffel Vandoorne não admite ficar fora da F1 em 2017.

Mas o belga (sete anos mais velho que Verstappen) já aceita a ideia de procurar
opções além da McLaren.

Na Ferrari, Charles Leclerc conta com o apoio total do time italiano.

Tentando repetir a experiência de formação "Bianchi".

É o único dos novatos que leva debaixo do braço um acordo de vários anos
com a Scuderia Italiana.

Quem continua forte em sua formação é Lance Stroll.

(figurinha do Blog)

Seu pai vai bancar um programa particular de testes para ele.

Algo inédito.

Stroll utilizará um bólido da Fórmula 1 (de 2014) em circuitos em que o menino
ainda não possui experiência.

Luca Baldisserri (seu mentor) parece estar criando um monstro.

Talentoso e com dinheiro, Stroll tende a ser o rival de Verstappen no futuro da
categoria máxima do automobilismo.

Interessante.

Felipe Massa tem clareado sua permanência na Williams.

(por falta de opções para o time, vide o caso Raikkonen)

O piloto brasileiro tenta negociar seu futuro sozinho, direto com a escuderia
britânica.

(sem Nicolas Todt)

Repetindo Kimi, que resolveu com os italianos seu novo, e derradeiro, acordo
sem o dedo de Steven Robertson.

(neste caso, com a imprescindível interferência do amigo Sebastian Vettel)

Por fim.

No calendário da Fórmula E (2016/2017) aparece Nova York.

A prova se daria em Porto Imperial, onde a Fórmula 1 esteve perto de realizar
um Grand Prix.

(lembra?)

Mas Bernie Ecclestone pode estar perto de anunciar outra etapa nos Estados
Unidos.

Em Las Vegas.

Já existe o dinheiro, as pessoas certas estão envolvidas e Hermann Tilke já
desenhou o traçado nas ruas da cidade de Nevada.

Seria um retorno.

Já que a Fórmula 1 já passou por lá.

Bem diferente do passado, claro.


























5 comentários:

Jeferson Araújo Pereira disse...

Segundo o matemático Oswald de Souza, existe 0,5% de possibilidade da Renault renovar com Kevin Magnussen.

Al Unser Jr. disse...

Essa pista existiu mesmo? Me lembrei do Megaspace em Minas, pelo layout (com curvas mais-do-mesmo)

Leo disse...

Me desculpe Corradi, mas o menino canadense Stroll não tem esse talento todo, mas sim, dinheiro que o faz ter vantagens adcionais nas competições em relação aos seus pares. Ele fez um ano bem baixo no ano passado (sim, eu sei que ele chegou no Top 6), com o melhor equipamento (Prema) e é considerado um piloto errático pela imprensa européia. No entanto, é melhor piloto que o Pedro Piquet, e como este detém poder financeiro para ter as referidas vantagens.
Há, pelo menos, uns 5 jovens pilotos nas chamada 3ª camada do automobilismo de fórmula (sem contar o pessoal da GP2 e F-V8 3.5) com mais talento que ele. Mas creio não haver dúvida que o garoto vai ser piloto titular da F1, ainda mais com uma kilometragem semelhante à do Jacques Villeneuve antes da estréia (me refiro ao extenso programa de testes da Williams na pré-temporada de 1996), vide a equipe de teste particular chefiada pelo antigo engenheiro do Schumacher. Só na F1 tem 3 jovens muito superiores ao canadense (Sainz, Wherlein e Ocon), sem colocar na conta o Verstappen, porque esse é Top Driver hoje.
Não posso apostar quanto ao futuro do garoto, mas creio que temos aí mais um De Cesaris (pode ser um Maldonado se superar as minhas expectativas), apesar do risco de ser um novo Diniz ou Mazzacane (o que não creio, mas há na história um número bem considerável de caras que tiveram melhor desempenho nas F3 da vida e não conseguiram extrair nada dos F1).
Por fim, só estou expondo minha opinão em razão do entusiasmo no post. Posso estar enganado.
Abraço.

Danilo Silva disse...

Lance Stroll é o balão de ensaio do que deve virar regra daqui uns 10 ou 15 anos: só filhos (ou representantes - vide os russos) daquele 1% que detém o capital da humanidade chegará a F1. Aquele esporte, que até a década de 80 eram de pessoas da classe média e que com esforço e muita luta chegavam vez ou outra ao topo e se tornavam símbolos e mitos, acabou. Isso deve restringir ou mudar bastante o catálogo de países de pilotos participantes. Não duvido que o grid de daqui 15 anos seja composto de 4 russos, 4 chineses, 3 sauditas, 3 norte americanos, 3 japoneses, 3 indianos, talvez 1 ou 2 alemães, talvez 1 ou 2 britânicos e só.

David Félix Krapp disse...

Las Vegas ? Tá me lembrando o papo da pista de Port Imperial... rsrsrsrs

Concordo com o Leo acima... Stroll não é nada de especial, só tem dinheiro pra queimar... boto mais fé numa futura briga Verstappen, Werlheim e Ocon...