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terça-feira, 16 de junho de 2020

Quebra-mola



















Dupla.

Rene Arnoux e Riccardo Patrese em Brands Hatch.

1984.

E essa zebra?

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Dallas

























Bom dia Petrolheads!

A Ferrari de René Arnoux no calor dos Estados Unidos.

1984.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Hart

























Bom dia a todos.

1984.

Dois tons de vermelho no Brasil.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

sábado, 22 de setembro de 2012

Qual?
























René Arnoux e Stefan Johansson

Silverstone. 1988.

O projetista precisava se decidir...

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Ambição




















Pode um título mundial fazer mal a um piloto?

Após chegar ao topo ele perderia a motivação?

As perguntas aparecem na minha cabeça quando leio sobre Lewis Hamilton.

O piloto da McLaren é um talento nato.

Indiscutível.

No meio de verdadeiras feras que formam sua geração ele sempre se destacou.

Mas falta alguma coisa.

Hamilton parece satisfeito por ter sido campeão e estar numa equipe de ponta.

Por ser famoso.

Por manter seu status quo.

O resto é festa.

Festa mesmo.

Vejo uma atitude bem parecida em outra figura.

Kimi Raikkonen.

O finladês possui um certo ar blasé de "já conquistei um campeonato".

Vou avisando.

Vai parecer pesado o que vou dizer.

Mas esqueçam esses caras.

Não esperem nada.

Se pelas circunstâncias outro título cair no colo deles, tudo bem.

Se não, não estão nem aí.

Daqui a pouco tem outra festa.

Você pode não gostar de Michael Schumacher, de Sebastian Vettel, de Ayrton Senna,
de Nelson Piquet ou de Fernando Alonso.

Mas todos eles sempre buscam ou buscaram as vitórias.

Investir num piloto acomodado, mesmo que talentoso, pode levar uma equipe a perder
anos de trabalho.

Melhor que assumissem a postura de bon vivant.

Lembra do David Coulthard?

O escocês estava sempre a passeio na Fórmula 1.

Seu apelido era Ken.

O namorado da boneca Barbie.

A foto que ilustra o post é emblemática.

René Arnoux nasceu para lutar nas pistas.

Até que chegou a Ferrari.

O topo.

E lá foi engolido pelo brilho de ser piloto da Scuderia Italiana.

Acabou por ser demitido pelo próprio Enzo Ferrari.

O Commendatore não teve pena.

Por que?

Porque o vermelho de Maranello não combina com sossego.

Duvido que Lewis Hamilton ganhe outro título mundial.

As coincidências teriam que acontecer novamente todas de uma vez.

E não existe ambição.

Se perdeu...

Seu contrato está em aberto.

A McLaren tem uma chance de ouro de se livrar de um problema.

E colocar sangue novo na equipe.

Não acho que isso vá acontecer.

Falta pulso.

Comando de verdade.

Por isso o piloto inglês deverá renovar por mais 3 anos.

Logo as festas estarão garantidas.

domingo, 10 de junho de 2012

1979























Fórmula 1.

Temporada de 1979.

França e Canadá.

Falando em nisso, (desde sexta-feira!) já havia dito que a corrida tinha um favorito...























Vamos ver se confirma.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Arquitetura






































Patrick Tambay com sua Ferrari em 1983.

Naquela temporada, ele e seu companheiro René Arnoux  conseguiram 4 vitórias.

Feitos que levaram a Scuderia Italiana a conquista do mundial de construtores.

Porém nos três anos seguintes a equipe teria rendimentos abaixo do esperado.

A coisa culminaria com a morte do Commendatore Enzo em 1988.

A Ferrari iniciaria a década de 90 sem seu fundador.

Mas com os cofres abarrotados.

E a vontade de voltar a figurar entre as grandes.

Só que nós todo sabemos.

Um amontoado de cimento, pedras, areia, madeira e telhas não formam uma casa.

É preciso organizar. Construir.

Nada melhor que escolher um filho de pedreiro para a missão.

domingo, 18 de dezembro de 2011

JS27





















Bom dia a todos.

México. 1986. Rene Arnoux, com a Ligier, lutando pra se manter na pista.