terça-feira, 21 de março de 2017

Um Tempo Para Stroll
























Um tema que precisava ser discutido por aqui antes do início da temporada.

Vamos do início.

Quem acompanha o Blog sabe que não é de hoje que havíamos detectado a sombra
de Lawrence Stroll sobre a categoria máxima do automobilismo.

Conduzido por Flavio Briatore (a pedido de Bernie Ecclestone), Lawrence buscou
uma forma de participar da festa.

Conversou com a Marussia.

Trocou ideias com a Lotus.

Bateu na porta da Sauber (tentativa de compra - auxiliado por Gerhard Berger).

Tomou chá na McLaren.

Por fim, no dia 4 de julho de 2015 comentamos sobre o acordo fechado entre
bilionário canadense e a Williams.

E ainda que o lugar de Massa estaria seriamente ameaçado na temporada
de 2017 por causa de Lance, seu filho.

O tempo passou.

E Lance Stroll desembarcou na Fórmula 1.

O sonho de Lawrence (um apaixonado por corridas) se realizou!

OK.

Só que nesse instante a coisa mudou de figura.

Pois o menino Stroll não estava mais no Kart ou na Fórmula 3.

Através do dinheiro, chegou ao ápice.

Nem tente argumentar.

Nada no automobilismo se compara com a Fórmula 1.

Quem disse isso foi Mark Webber.

Acredito na palavra do australiano que experimentou máquinas
maravilhosas após deixar a categoria máxima.

Incomparável.

E estar num clube tão exclusivo tem seu preço.

A cobrança dos leigos e especialistas é alta.

Uma piscina de tubarões.

Que Lance Stroll sentiu na pele durante os testes de Barcelona.

Vieram muitas críticas.

A maioria rasteira.

Impressionante como os sites de automobilismo são rasos.

E se repetem com uma empáfia de dar pena.

Replicando notícias sem sequer fazer uma pesquisa mais aprofundada.

Agregar valor para que a informação possa chegar, ao menos, mais
prazerosa.

Nada.

Passo.

Até que li uma ou outra boa análise.

Entretanto a maioria acusa Stroll de ser filho de um pai lotado de dinheiro.

E que não merecia estar onde está.

Mas eu fiquei pensando numas coisas.

Tipo assim.

Que o automobilismo sem dinheiro não existe.

Parafraseando.

Não há corridas grátis.

Alguém precisa pagar.

Outro dia Felipe Massa contou sobre sua alegria quando o pai dele
comprou seu primeiro Kart.

Quem pode fazer isso por um filho?

Como um pobre iria começar uma carreira nas pistas?

O pai de Hamilton se desgraçou financeiramente, deixando de lado
até mesmo o irmão de Lewis nos primeiros anos, apostando que ele
poderia brilhar.

Até que um dia Ron Dennis abraçou e conduziu o restante da vida do
talentoso piloto.

E se a McLaren não tivesse feito isso?

Até onde iria Lewis sem grana e com seus parentes em sérias dificuldades?

Nas campeonatos de Kart para os mais novos na Europa, trinta garotos
andam trocando posições na frente separados por décimos.

Embolados.

Falando apenas dos promissores.

Penso como um menino brasileiro vai sair daqui sem grana para disputar
roda a roda no velho continente com uma galera que não está ali para
brincadeira.

Vai ficar sonhando que um Ron Dennis irá aparecer e apontar o dedo?

Quero dizer que é preciso haver uma base financeira sólida para que
haja continuidade.

Evolução.

E, aí sim, estar preparado para a oportunidade.

Mas alguém precisa bancar.

Bancar tudo.

Falamos de Hamilton.

Coisa de maluco.

Nos últimos seis meses antes de sua estreia na Fórmula 1, Lewis rodou o
equivalente a 24 GPs em testes com carros da McLaren nas mais diversas
pistas.

Programa pesado e caro de preparação.

Outro exemplo.

Sebastian Vettel.

Piloto milimetricamente moldado para a Fórmula 1 pela Red Bull.

A turma do energético criou uma equipe e um piloto.

Vettel é uma máquina programada para vencer desde o Kart.

Contemporâneo do alemão nas categorias de base e companheiro de time,
o brasileiro Átila Abreu revela que tudo era diferente com Sebastian.

Além da Red Bull, havia o apoio da BMW e Michael Schumacher.

Carros a disposição e estrutura.

"E ainda ele era muito talentoso, muito rápido e competitivo ao extremo.

Todos nós sabíamos que seria impossível ele não chegar até a Fórmula 1."

O dinheiro é essencial.

Para a preparação.

Para a trilhar o caminho.

Mais.

Repare que não basta apenas ter facilidades na conta bancária.

É preciso um planejamento detalhado para forjar um vencedor.

As pessoas certas precisam estar envolvidas no projeto o tempo
inteiro.

Cito o caso de Matheus Leist.

O campeão da F3 Britânica que nesta temporada se mudou para os
Estados Unidos e desembarcou na Indy lights.

A justificativa para a mudança?

O programa Mazda Road para Indy dá mais oportunidades para se
tornar um piloto de corrida profissional.

Simples.

Mais fácil por lá.

A concorrência é duríssima do outro lado do Atlântico.

Leist enfrentou Lando Norris.

Hoje Norris está com sua carreira vinculada a McLaren.

Entre os dois, quem você acha que possui mais chances?

Mesmo com dinheiro (família rica) e boa assessoria, o brasileiro
percebeu que não havia uma linha definida para seu futuro dentro
da Europa.

Difícil.

A FIA tentou privilegiar o talento com o sistema de pontuação da
Super Licença.

Com isso o piloto precisa mostrar resultados consistentes agora.

Note que ao final de tudo, o talento define até onde o piloto pode ir.

Citei os exemplos de Hamilton e Vettel de forma proposital.

São casos de sucesso.

Compare os resultados desses dois, que foram sempre tratados como joias,
com outros de sua geração que não tiveram os mesmos privilégios antes e
que chegaram até a Fórmula 1 sem estar tão preparados.

Recorde as dificuldades de Romain Grosjean.

E os problemas de relacionamento de Paul di Resta com seus engenheiros.

Somente para exemplificar.

Voltemos ao novato.

Enxergo Lance Stroll como um rapaz de família rica sendo preparado nas
melhores escolas.

(Hamilton e Vettel teriam sido bolsistas?)

Durante sua infância foi monitorado por Hugo Mousseau até adolescência.

A partir daí Luca Baldisserri (ex-engenheiro de Schumacher) assumiu até
sua chegada na Williams.

Acabou colecionando vitórias.

Stroll recebeu a melhor formação.

Foi educado para entender a linguagem dos engenheiros e analisar o
desempenho do carro.

Sabe como lidar com a mídia e os patrocinadores.

(falando nisso, Stroll colocou a fabricante de aviões Bombardier entre
os apoiadores da Williams em 2017)

Teve aulas de estratégia de corrida e acesso a programas de computador
projetados para melhorar reflexos e visão periférica.

Simuladores não possuem segredos para ele.

Sua preparação física é executado sob o olhar de Ville Vihola.

O mesmo que trabalhou por quatro temporadas com Lewis Hamilton
na F1.

Mousseau entrega que Stroll segue a risca a equação para ser campeão
mundial.

Imagino a equação.

Dinheiro + Preparação + Perseverança + Força + X = Conquistas

Lance Stroll precisa mostrar agora perseverança para superar as
dificuldades e a desconfiança que cerca seu nome.

Que possui força e cabeça para aturar comparações com um companheiro
experiente como Felipe Massa.

E, enfim, que consegue obter resultados.

O tempo também vai revelar se ele possui o elemento X.

Que é o mais importante.

Talento.




26 comentários:

Danilo Silva disse...

Sem dinheiro não dá pra viver, e não é de hoje, é de sempre, ponto. Porém, O que está acontecendo com a F1 é absurdo. Já escrevi isso e escrevo de novo: daqui 10 anos só teremos filho de banqueiro e filho de sheik na categoria. Somente sauditas, chineses, indianos, russos e americanos. Nada contra esses países, porém só estarão lá pelo dinheiro. Não haverá mais vagas apenas para o talento, nem para os "bolsistas". Se não fosse o Banerj e a Pool um certo brasileiro de capacete amarelo não teria chegado à F1. Ele chegou a parar por um ano e voltou ao Brasil por falta de grana. Mas as $$$ cifras eram muito menores do que hoje. Carreira automobilística não é mais algo sustentável hoje em dia, a menos que você consiga um Carlos Slim, um banqueiro ou um sheik pra te bancar.

Jeferson Araujo Pereira disse...

Muito bom, Corradi.Belo texto.Seus argumentos são robustos.Já disse isso em outros posts: antes de pelo menos seis corridas, não dá para criticar o moleque.As pessoas são/estão muito ansiosas.

O que eu achei estranho em alguns jornalistas inexperientes e incautos é que eles passaram a impressão de que, antes da chegada do Stroll, TODOS os pilotos que passaram pela F1 eram pobres,quase favelados, e seus pais, também!

Marcelonso disse...

Corradi,

Concordo que é preciso tempo para avaliar o moleque. O problema dele é que começou mal. Vamos aguardar uma meia duzia de corridas pra ver o seu real potencial.

Mas na boa, não levo muito fé nesse garoto.

Ele me faz lembrar o Nelsinho. Seu pai (Piquet) preparou todo o caminho, proporcionou sempre bons equipamentos o que fez ganhar títulos pelas categorias de base. Quando chegou na F1, Piquet disse que seu filho não seria segundo piloto de ninguém e que seria um piloto de ponta. Bom, não foi nada disse o que se viu...


abs

Marques disse...

Belo texto Corradi. Também acho que estão pegando pesado com o rapaz e acho mais ridículo ainda quando vejo manchetes dizendo que ele não liga paras as críticas. Queriam o que, que ele ficasse preocupado com o que cada jornalista fala sobre ele? Francamente.
Por sinal aquele cara que cobriu os testes de Barcelona pelo GP... trágico.

Por enquanto não estou botando muita fé nele também, mas vai que ele surpreende.

Társio disse...

Faz sentido que o garoto tenha preparação para vencer.

Porém além da preparação e talento, é preciso ter gana. Gana que deu pra notar no Verstappen no primeiro FP1 (em Interlagos, 2014). E Vettel, e Hamilton, e muitos outros ao longo dos anos.

Livio Orrichio acha que a ficha ainda não caiu para o Stroll. O Oswaldo Negri Jr (que faz Coaching de jovens pilotos) acha que o Stroll está "acostumado" com tudo de mão-beijada, e por isso não dá o devido valor.

E paralelamente as baratas deste ano parecem muito desafiadoras, o que dificulta a vida de um estreante.

Na Formula 1 a vida útil é curta (muito). Vejam Michael Andretti...

Vamos aguardar a primeira largada.

Abç
Társio

David Félix Krapp disse...

Fala Corradi...

Meio desapontado com esse post cara, uma dissertação pra dizer o óbvio, que o Stroll foi preparado pelos melhores...

3 coisas porém...

1a. - Ninguém duvida que durante a caminhada, chegada e restante da carreira é necessário a um piloto de sucesso dinheiro, na verdade quanto mais melhor, o cara pode até não pagar pra correr, mas ele sempre leva aquele patrocinador maroto que o acompanha faz tempo ou simplesmente consegue algum pra apoiar a equipe... até Hamilton tem a Blackberry...

2a. - Esse preconceito com piloto pagante é meio absurdo, todos chegam lá com algum patrocinador e na época do início da F1 ou dos famosos Grand Prix haviam centenas de pilotos pagantes...

3a. - Falar que as críticas e análises a respeito da performance do menino foram rasas é meio absurda, falo isso com todo o respeito, mas a cobertura dos meios de comunicação que o criticaram e eu tive a oportunidade de ler estavam presentes no autódromo de Barcelona, a não ser que me engane, voce não cobriu ao vivo esses testes cobriu ? Não acho sua análise pior por causa disso, senão nem estaria aqui lendo e seguindo seu blog todos os dias, porém levo em conta o pessoal que estava in loco fazendo a análise e tenho que respeitá-la assim como a sua... temos que ser honestos, o rapaz bateu 4 vezes em 8 dias de testes... coisa que Hamilton e Vettel (que foram usados como grau de comparação) não fizeram... se não me engano Raikkonen quando iniciou sua caminhada lá atrás com 18 anos também não amassou muito a lataria de sua caranga logo de cara... Alonso idem... não sei, pode ser que o menino melhore e cresça, uma vez que ele tem bastante gente que o acompanhada capacitada em prepará-lo, mas ele também pode ser mais um De Crasheris ou Maldanado... rápidos ? Sim... bons pilotos ? Longe disso... apenas amassadores de carros com um brilhareco ou outro aqui e acolá...

José Coutinho disse...

Grande Corradi, sempre tomando partido de assuntos controversos, em geral na contra mão da opinião pública.

Tipo aqueles jornalistas que viram em Ganso um jogador melhor que Neymar, embora fosse o Jr. quem atuava melhor, dizia-se esta camisa 10 é o futuro craque da seleção.

Apostar num Stroll talentoso e com todos os ingredientes de sucesso é um post preview que será linkado SE o jovem for campeão.

No mais clássico estilo: Eu disse, num disse!?

Mas a verdade é que ninguém sabe ainda do real potencial do garoto. Como os testes são mais limitados que em outras épocas e ele ainda realizou a proeza de 3 batidas na pre temporada. Só COMEÇAREMOS a saber daqui a uns dias em Albert Park.

Ótimo texto;

Argumentos excelentes, mas...

Palpite muito ousado!!!

Mais ousado que o filho do Neymar.

José Coutinho disse...

Sobre o que disse o Danilo nos comentário:

Sempre houve piloto pagante na F1, SEMPRE!
As cifras do Stroll sejam maiores, isso é apenas uma questão de quanto se pode pagar.

Humberto Corradi disse...

José Coutinho

Na verdade quis mostrar que não há F1 sem dinheiro e que Stroll usou seus recursos para se preparar da melhor forma possível.

E que agora é com ele.

Ele precisa apresentar seu talento.

Valeu

Renato Santos disse...

Excepcional post. O automobilismo, para conquistar o público, tem que tocar o emocional, já foi a "sorte" de termos o Verstappen como um garoto no qual o novo público pode se espelhar, se o Lance (movido não só pelo dinheiro, a paixão de seu pai conta muito, pois ele poderia investir em áreas bem mais rentáveis) dá certo, teremos quem vai ficar batendo roda no pelotão da frente, e, melhor, teremos pelotão da frente!

Eduardo Sacramento disse...

Isso me faz pensar em outro nome: Jolyon Palmer. Atualmente o mais criticado das pistas. Se a Renault renovou, algum talento ele deve ter para a F1.

Realmente precisamos de mais calma para detonar um piloto.

Outros dois exemplos, para encerrar: Felipe Massa e Valtteri Bottas. Como Massa não é um campeão, muitos o consideram fraco. Bottas não "destruiu" Felipe, "apenas" o venceu, o vemos também como fraco. Pq não se observa que o Massa é um piloto muito bom e que o Bottas tem qualidades para estar na Mercedes? Mas isso eles precisam provar a cada corrida.

Loja Alemay disse...

Sensacional esse blog, parabens pelos artigos.

Bruno Soares disse...

Todos os pilotos tiveram mecenas. Pessoas físicas ou jurídicas. O que seria de Senna sem a Pool e o Banerj como mencionado anteriormente. O que seria de Schummi sem a Mercedes comprando a vaga na Jordan. A questão é: todo o investimento feito na carreira pode ir água abaixo sem o tal fator X que o Corradi mencionou. Agora é o momento dele mostrar resultado sozinho, contra os melhores. Pode ser que vire um Vettel, Alonso ou Hamilton. Ou pode ser que vire um Gutierrez. Em comum, todos esses tiveram muito dinheiro alavancando a carreira.

Jacinto disse...

A F1 sempre teve seus pilotos ricos e/ou aristocráticos.

Entre os aristocrátics, Alfonso de Portago era um Marques (Marques de Portago). Outro Marques é o Jonnhie Dunfries (Marques de Bute). Von Trips seria um conde (se a Alemanha não tivesse deixado de ser um império após a 1ª Guerra Mundial).

Entre os ricos, só para ficar nos brasileiros temos o Senna, cuja família tinha uma indústria de metalurgia, a família do Felipe Massa era dona da CAIO (carroceria de ônibus), Piquet era filho de um Ministro de Estado...

Enfim, ninguém chega na F1 sem que alguém tenha feito um enorme investimento. A única diferença é se o investimento é familiar ou corporativo.

Corradi, parabéns pelo Blog. Vamos torcer para que o campeonato de 2017 seja bem disputado com equipes diferentes disputado posições.

Eduardo Casola Filho disse...

Muito bom ver um ponto de vista diferente do lugar-comum. Coisas que são difíceis de achar na grande mídia.

Agora, é esperar o que moleque pode fazer. Se nos testes, quase todo mundo foi implacável com o Lance, na hora do vamos ver, a pressão é ainda maior. O Lance vai ter que mostrar serviço! Sendo sincero, não o vejo com todo esse talento, como se vê no Verstappen, mas posso queimar a língua.

Jefferson disse...

Concordo com sua analise David.
Ele tera tempo, mas a F1 vai separar homens e meninos.

Daniel Chagas disse...

Depois do Maldonado (PDVSA) não tem como eu não ter preconceito com esses pilotos...espero que eu esteja enganado com esse menino, mas na minha opinião a Williams está novamente vendendo um cockpit para um piloto com talento duvidoso....espero e torço para estar enganado

Jeferson Araujo Pereira disse...

Se acontecer da carreira do moleque ser um fracasso, fico com a impressão de que quem mais irá sofrer será o pai, pois sua biografia mostra que ele é um obcecado: ele quer que o filho tenha muito sucesso nas pistas.Sendo mais claro: acho que ele acredita que o filho será campeão mundial de F1. Se isso não acontecer, e Lawrence tiver uma cabeça fraca, vai rolar uma grande depressão.

Ituano Voador disse...

Que o dinheiro é essencial na F1, isso nem se discute. O problema é a fonte do dinheiro. O talento, em um dado momento, acaba atraindo fontes externas que vão investir. De chofre, lembro que Schumacher, Raikkonen, Hamilton e Vettel não vieram de famílias abastadas, e tiveram apoios maciços desde cedo em suas carreiras. Houve dinheiro grosso, mas não era deles. Com Stroll é diferente, até agora. Vejamos daqui em diante.
Abs

Anônimo disse...

Curioso é injustificado todo esse otimismo do blogueiro com a figura em questão.
Digam só o que esse espinhento fez de bom para estar na F1. . .nada!
Papai rico comprou tudo e mais um pouco, as equipes nas quais ele correu e fez muita m&rd@ nas categorias de base inclusive, depois chegou na Claire e foi fácil, bastou assinar o cheque.
See ele fosse bom de verdade, diferenciado, entrava na F1 pela Toro Rosso por exemplo, satélite da Red Bull, simples assim!
Em Barcelona então, vergonha alheia. . .
Todo marrento e dando de ombros com relação às críticas mais que justificadas da imprensa especializada.
Falta muito de talento e principalmente de humildade ao infeliz personagem, guindado à luz dos holofotes muito mais pelo que o cerca do que por sua luz própria.
"Aguentar a pressão do Massa"?!?!
Faça-me rir!
Até rimou. . .
O "desaposentado" não serve de referência, até porque, mais uma vez, basta começar a temporada e aquele festival de justificativas esfarrapadas estilo "o pneu é preto", "a gasolina pega fogo", "o carro é apertado" e outros quetais, voltarão a ser a tônica do discurso mais uma vez esfarrapado do zé-ruela.
Zé Maria

Fidel Miño disse...

Muito bom!

E pilotos de familias de pouca grana? Prost pode ser?

Anônimo disse...

Se talento valesse, Di Grassi seria piloto de uma equipe de ponta da F1 (ele e o Buemi).
Se o sujeito é montado na grana, então que seja bom, caso contrário vai virar piada como o Gutierros ou o Maldanado.

O Stroll, tem uma pressão ainda maior já que foi preparado desta forma que o Corradi descreveu. Mas não acho que vingará... Parece não ter entendido a máquina.

Fagner Serenissinmos

Gabriel Pereira disse...

Olho no Bottas.
Lembram do Ricciardo que ninguém falava nada.
Hoje é o piloto mais promissor da F1

Jefferson disse...

Pode preparar para se retratar camarada!
O Massinha vai dar um calor nesse menino rico!

Ricardo disse...

O dinheiro ajudou até ele chegar no Olimpo. Agora é só com ele para se impor aos deuses do lugar. E neste caso o dinheiro não ajudará em nada, a moeda corrente na F-1 chama-se talento e personalidade forte.

Jefferson disse...

"... O paiê, eu quero um carro novo melhor, esse aqui estraga toda hora!"
- Pode deixar filhinho, papai também vai mandar acolchoar esses muros e guardrails pra não estragar seu carrinho novo!"
Kkkkkkk