sábado, 22 de abril de 2017

Única














































Só em Indianápolis.

12 comentários:

politicamente_incorreto disse...

Uma linha de lajotas originais da pista que era toda assim.

Esse é lado bom do povo ianque, não deixam de ter respeito pelo passado.


Corradi segue abaixo um vídeo bem explicativo sobre a ridícula posição de pilotar dos F-1 atuais. Acho honestamente que esa posição atrapalha o desempenho do piloto. é totalmente anti natural e a visibilidade é próxima de zero. É ditadura da aerodinamica sobre todas as coisas, não é de se admirar que o carro tem que ser todo automatizado. se colocarem trambulador, embreagem e direção de verdade nestes carros o cara não consegue pilotar.... isso é um playstation e não um bólido...



http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=NsvWnGgT7Ok


Rubem Rodriguez Gonzalez

Anônimo disse...

Marc Gené com sua Minardi M02 'blurring' pela 'brickyard' em 2000... (anglicismo é pouco!)

Nesta temporada, a terceira em que Giancarlo Minardi (fundador da equipe Minardi) esteve associado com Gabriele Rumi (dono da Fondmetal), os motores que a Minardi usou foram rebatizados como 'Fondmetal RV10', um motor V10 de 3 litros (padrão daquele ano).

Segundo informações que eu 'colhi' (não me lembro exatamente onde!), esses motores eram os 'Ford Cosworth VJM3 Zetec-R', preparados pela própria Cosworth e os 'Ford Cosworth VJM4 Zetec-R', preparados pela Langford & Peck.

Nos 3 anos de parceria Minardi/Rumi, apenas 1 ponto, conquistado por Marc Gené no dramático e imprevisível GP da Europa de 1999.
Enquanto Gené sorria de orelha a orelha, seu companheiro de equipe, Luca Badoer, comovia o mundo inteiro chorando copiosamente ao lado de sua Minardi, ao perder um quase certo 4o lugar naquele dia (faltavam 13 das 66 voltas do GP).

Em 2001 a Minardi foi vendida a Paul Stoddart (que manteve Giancarlo Minardi na equipe).
Com Stoddart vieram Fernando Alonso, Tarso Marques e um novo nome de batismo para os 'Ford Cosworth VJM4 Zetec-R': 'European VJM/LPE'...


um abraço,
Renato Breder

WAC. disse...

La pista de Indianápolis, originalmente era completamente de ladrillos, los que eran cubiertos con brea antes de la carrera para facilitar el desplazamiento de los coches.

Rodrigo Felix disse...

Noss, Rubem! Concordo também! É ridículo, o cara fica deitado e há sim, uma dificuldade monstro em se enxergar.

Ron Groo disse...

Lindo isto ai... Pena que a pista mista pra F1 era uma droga.

Cardozo disse...

Rubem, sim. A posição de pilotagem é ridícula.

Saberia me dizer quando começou esta "moda"?

Será que este é um dos fatores que explicam o "fracasso" do Schumacher?

Peter

politicamente_incorreto disse...

Cardoso, sei que o primeiro carro tipo "esquife" foi o Brabham de 1986, acho que era o 51 que inclusive vitimou o Élio de Angelis, depois com o adventos dos aerofólios baixos com bicos altos e a liberdade e ditadura da aerodinamica e sem nada no regulamento que verse sobre a posição de pilotagem os projetistas foram projetando carros para o melhor CX e down force, o espaço que sobrasse enfiavam o piloto e foda-se o resto.
Daí sobrou essa posição ridícula estilo gibóia esticada.
A desculpa é que o piloto não vai exposto e assim a célula de segurança é mais resistente. Alguns hão d elembrar que o Senna morreu exatamente por ter a parte posterior do corpo exposta demais.
Realemtne a Williams do Senna o expunha bastante o piloto, mas o que matou realemnte o Senna não vai salvar piloto nenhum, que foi a fatalidade.
Uma roda se desprender do carro e a ponta farpada igual a uma lança entrar no angulo certo no único ponto vulnerável do capacete é uma fatalidade sem igual, fora que depois disso as rodas foram fixadas por um cabo de fibras que evita em 90% o desprendimento das rodas, ainda sobram 10%....
Se o HANS fosse usado na época é provável que o Ratzemberger também sobrevivesse, além do fato que a sua célula de sobrevivencia também rachou, mas o que o matou mesmo foram as fraturas na base do crânio.
Portanto dois acessórios ligados a segurança passiva salvariam a vida dos dois ultimos pilotos a morrer na categoria e o que morreu antes dele morreu exatamente no precursor dos carros esquife.

Cardozo, nunca podemos esquecer que pilotar carros a mais de 300 km por hora é extremamente perigoso e apesar de toda a segurança que cerca o piloto mais hora menos hora é factível que algo aconteça, e por incrível que pareça quando acontecer não tenho dúvidas que a ergonomia do piloto dentro do carro terá um parcela de contribuição. totalmente a prova de acidentes fatais só o Titanic e deu no que deu...

Rubem Rodriguez Gonzalez

Cardozo disse...

Espetáculo, Rubem. Obrigado!

Daniel Chagas disse...

Saudade da Minardi e dessa corrida...

Anônimo disse...

Rubem, perfeito!!!
Só acrescento que tanto Jules Bianchi (ultimo piloto falecido em decorrência de sequelas de um acidente de corrida) e Maria de Villota tiveram TCE (trauma cranio encefálico). Novamente a "cabeça" exposta + fatalidades agindo determinantemente para o resultado que todos conhecemos.
Cleiton

Jefferson disse...

Rubem você não esta se esquecendo do Jules Biancchi ?

Daylson Elder disse...

Com uma quantidade exagerada de equipamentos de segurança, também prejudica os pilotos.Horrível a posição quase deitada que eles guiam hoje.Mas guiar "sentado" em perfeitas condições corre-se muito risco.Veja nas décadas de 50 e 60.Claro que o piloto maximiza seu talento com uma posição mais confortável.Agora eles estão exagerando demais hoje,principalmente naquela armação de metal que protege a cabeça do piloto.Não adianta,uma hora ou outra algo vai acontecer quando menos se espera.Lembra o que o Prost falou certa vez:
"Uma hora o Senna iria bater,pois ele era mais rápido que o próprio carro que pilotava ".Esse é um risco que sempre vai existir.O cara está naquela cápsula a mais de 300 km/h.Não é brincadeira.Um erro ou distração é fatal.Mas essa é a essência do esporte a motor.Ainda bem que os carros são mais resistentes atualmente.